Fodendo com meu amante em casa!

Parecia que aquela tarde ia ser igual a qualquer outra!
Sentada na frente do meu computador, eu olhava pra tela sem enxergar nada, os números e as letras dançavam nela, não me diziam nada… definitivamente o trabalho não ia render se eu continuasse daquele jeito, não tava cem por cento.
Por isso decidi me enrolar num casacão bem grosso e sair pra andar sem rumo debaixo das nuvens pretas que ameaçavam desabar a qualquer momento.
Não tinha andado nem vinte quarteirões quando começou a chuviscar e eu não tava com guarda-chuva, então resolvi entrar num café pra me abrigar.
Pedi um café grande, tirei as luvas e esquentei as mãos na xícara. Depois de uns goles, fiquei de olho no povo do lugar.
De onde eu estava sentada não dava pra ver muito, só uns casais aqui e ali…
De repente, ouvi uma voz bem familiar atrás de mim, mas que a princípio não consegui identificar, me dando um "oi".
Minha cabeça virou 180 graus e meu olhar começou a percorrer essa pessoa de baixo pra cima; parecia uma daquelas cenas de filme romântico onde os personagens se encontram cara a cara depois de terem tido um encontro.
Era o Valente, protagonista do meu conto anterior e, por consequência, de bons momentos prazerosos de um passado não muito distante.
Por uns minutos, não consegui responder ao cumprimento dele, só fiquei olhando nos olhos dele, completamente incrédula, porque pensei que aquela trepada da festa tinha ficado por ali mesmo, só uma trepada!
V: Não vai me cumprimentar?
K: Sim, Valente, desculpa, é que você me pegou de surpresa. Como você tem passado?
V: Tô bem, e você?
K: Tá bom, tá bom, mas por favor senta, quer beber alguma coisa? Tá com alguém?
V: Não, tô sozinho pelo visto, igual você… que coincidência a gente se encontrar nesse lugar.
K: Não acredito em coincidências, mas essa é uma das boas, tô muito feliz de te ver de novo depois daquele dia de festa hahaha!
Só de lembrar daquele dia, fiquei corada mesmo com o frio, e foi inevitável baixar o olhar.
A verdade é que o Valente tinha me comido bem gostoso e, mesmo sem planejar nada naquele dia, um tempinho com ele cairia muito bem!
V: Como esquecer aquele dia, não acredito que consegui te ter numa cama!
K: Sim, e me desculpa por não atender o telefone, juro que pensei que tudo ia ficar por isso mesmo!
V: Não tem problema, sei que você é casada. Voltei há uns dias e tô na casa de um irmão antes de voltar pra minha cidade.
K: E o que você tá fazendo bem nessa área hoje?
V: A casa do meu irmão fica ali na frente.
K: Tão perto e a gente nem sabia, eu moro há um ano aqui perto.
A conversa ficou naquele silêncio constrangedor por uns segundos, que foram o suficiente pra nossos olhos se cruzarem e trocarem mil palavras.
Ele estava supreendentemente gostoso, talvez até mais do que da última vez que o vi, os dedos dele brincando na borda da xícara… admirei aquelas mãos fortes e desejei que elas pousassem em mim pra me aquecer. Na minha cabeça, só vinha a imagem de eu sendo penetrada por ele e daquela pica grande e gostosa dele.
V: No que você tá pensando, gostosa?
K: A verdade é que foi gostosa pra caralho a festa que a gente teve!
V: Acho que seu marido ainda não é páreo pra você!
K: Não fala isso, ele não é assunto agora
Decidi que o melhor era voltar pra minha casa, meu marido ia chegar tarde e as crianças estavam com meus pais, então queria relaxar um pouco. Me despedi do Valente, mas ele se ofereceu pra me acompanhar até em casa!
Parei de sentir frio quando começamos a andar lado a lado, dentro de mim um fogo muito poderoso me queimava, o fogo de um desejo que eu achava esquecido, mas que ressurgia com mais força.
Abri a porta e convidei ele pra entrar, sentamos no tapete perto da janela e continuamos aquela conversa fiada sobre o tempo e o que a gente tinha feito naquela festa dos ex-colegas.
De repente, ela me deu um beijo na bochecha e eu, sem perder tempo, virei o rosto na direção dela e nossos lábios ficaram grudados por vários minutos.
Nós nos olhamos fixamente e, como se estivéssemos conectados, começamos a nos beijar com mais desejo, passando as mãos pelo corpo um do outro, não importava que estivéssemos na minha casa, agora meu tesão era incontrolável!
Começamos a tirar nossas roupas rapidamente, nos acariciando sem demora, como se fosse pra recuperar o tempo perdido!
V: Mmm!!… como sentia falta da sua pele, do seu cheiro…
K: Tenho tanto desejo por você!
E dizendo isso, me coloco de quatro como uma putinha louca pra sentir ele logo e levanto minha bunda na direção do rosto dele. Ele puxa minha calcinha molhada, a única peça que ainda tenho vestida, e, separando minhas nádegas, começa a passar os dedos primeiro na buceta e depois no cu, lambuzando tudo com meus fluidos pra enfiar um dedinho devagar por ali.
O próximo passo, a língua, tateando só com a ponta pra ver o efeito que causava em mim, ela passa timidamente da buceta até o cu, tão delicadamente que eu me senti morrer.
Ele puxa minha calcinha até o fim, deixando ela na altura dos meus joelhos, e termina de se despir também. Eu fico olhando ele por cima do ombro.
V: Como eu adoro tuas costas, e essa bunda tão gostosa, que banquete inesperado vou me dar!
K: Come ele inteiro… o que você tá esperando…!
Ele, nem curto nem lerdo, parte pra cima das minhas nádegas, lambendo, mordiscando e separando elas com as mãos grandes, massageando em círculos, me deixando ainda mais excitada, me fazendo gemer e ofegar sem controle, coisa que ele é um puta especialista.
Meu cu tá completamente dilatado com as carícias e lambidas dele.
Tô tão excitada que minha buceta parece que vai explodir de tão inchada e molhada que tá, gotas de suor escorrendo pelo meu corpo todo e sinto que o orgasmo tá chegando, mas ele para e se afasta um pouco do meu corpo, o que será que ele espera? eu me pergunto e encosto minha bunda no pau dele pra me esfregar.
V: Quer que eu enfie bem no seu cu!
K: Sim!! Já quero ela!
V: Se prepara então pra mais uma investida!
Me dá arrepio só de lembrar como dói no começo, mas o tesão vence o medo e eu me posiciono pra receber a rola torta dele de novo dentro de mim!
Começa a introduzir a pontinha aos poucos e depois o resto, sinto que tudo gira e fico apoiada nos cotovelos por causa da dor, mesmo ele tendo sido tão cuidadoso!
Começo a gemer, mas aos poucos vou me acostumando de novo com esse intruso tão conhecido e querido, a ponto de eu mesma começar a me mover pra frente e pra trás, batendo minha bunda contra a parte baixa da barriga dele.
Sinto as bolas dele batendo na minha buceta e a dor vai se transformando aos poucos em prazer. Apoio de novo nas minhas mãos pra dar mais firmeza nos meus movimentos, rebolando em círculos e de vez em quando acariciando os ovos dele pra agradecer por tudo que ele tá me fazendo gozar!
V: Que buceta gostosa, hum!
K: Ah, sim, ah, mas, me dá mais!
Nunca pensei em estar na minha casa com outro homem e dando o cu, que gostoso sentia as investidas dele, me deixou toda empalada e ofegante.
Ela sentou na cama e me pediu pra subir, eu subi de frente me enfiando sozinha e me deixando cair no pauzão dela, doía, mas com o passar dos movimentos me acostumei com tudo e agora eu cavalgava com muita fúria!
V: Isso aí, assim mesmo, gostosa, se mexe!
K: Ah, sim, gatinho, hmm, que gostoso, ah!
Os gemidos dela foram ficando cada vez mais altos, ela apertava minha bunda e me fazia ir mais rápido, a gente se beijava, ela mordia meus peitos, puta merda, ela me comia gostoso pra caralho!
Eu me deito de barriga pra cima e levanto minhas pernas, abraço elas deixando minha buceta aberta pra ele!
Peguei o voo e ele enfiou em mim, me fazendo soltar um grito de louca. Eu sentia que não conseguia respirar, doía pra caralho, parecia que ia expulsar a comida, mas não queria que ele tirasse.
K: Que gostoso, ahn, ah, assim, tá doendo, ahn!
V: Gata, tu é a melhor, uhm, que bunda gostosa!
Ele me empurrava com muita força, eu escorria da minha buceta, os gemidos dele eram fenomenais me avisando que ele estava prestes a gozar!
Foi assim, ele inundou meus intestinos por completo com jatos de porra grossa que parecia que não iam acabar, que sensação mais gostosa, senti uma onda de calor como não sentia há muito tempo.
Supliquei em silêncio pra sentir ele por mais alguns segundos e, como pra quem entende, poucas palavras bastaram: ele apertou ainda mais minha cintura, colando-se mais em mim sem parar de se mexer até me fazer gozar.
K: Que gostoso, ahm, que porra deliciosa!
V: Ah!! Gostosa, que delícia, hum, que rabo gostoso!
Desde aquele dia inesquecível, a gente se encontra na primeira sexta-feira de cada mês, na casa dela ou na minha, pra repetir e experimentar coisas novas.

Kai<3

3 comentários - Fodendo com meu amante em casa!

Que rico relato,me hiciste mojar la punta de la verga de solo imaginar esa situación, eres una muy rica putita.