Viagem de Amor com a Mamãe Pt. 1

Meu nome é Jake, tenho 24 anos e sou solteiro. Desde sempre tive uma confiança enorme com a minha mãe, conversei com ela sobre vários assuntos sem frescura. Sempre chamamos as coisas pelo nome. É bom registrar que sempre achei minha mãe muito linda e gostosa.

Uma noite, descobri que minha mãe se masturbava. Eu vi do corredor, escondido, com o coração quase saindo pela boca. Peguei minha mãe se tocando no sofá da sala enquanto via TV. Ela nunca me viu, embora depois eu soubesse que ela desconfiava, mas pra mim, desde aquele dia, tudo mudou. Minha vida mudou.

Ver sua mãe no auge do orgasmo pode mudar sua vida. Desde então, vejo minha mãe de um jeito diferente; daquela noite em diante, a vi como mulher, a vi sexual, desejada e, de certa forma, carente daquele sexo.

Eu tinha apenas 15 anos e achava que masturbação era coisa de solteiro, e que uma mulher ou homem casado não se tocava mais. Claro, eu estava enganado. Por isso me chocou tanto ver minha mãe enfiar a mão entre as pernas pra se aliviar. E não foi uma vez só; foram várias vezes que vi aquilo.

Repito que depois fiquei sabendo, por ela mesma, que ela desconfiava que eu a espiava. Ela se certificava de que as portas dos quartos da minha irmã e do meu estivessem fechadas. Lembro de como ela olhava na direção do corredor quando estava prestes a se masturbar, mas olhava pra um corredor escuro. E naquela escuridão, eu estava com o coração a mil por hora e a pica prestes a explodir.

Aquilo me bagunçou. Me fez crescer e amadurecer de repente. Naquela primeira noite, eu ouvi, literalmente, as batidas do meu coração. Tava excitado e cagado de medo, queria ver mais. Quando minha mãe chegou ao orgasmo e abriu as pernas pra depois fechá-las de novo rapidamente, quase tive um infarto. Ela juntou as coxas e deixou a mão lá dentro, sobre a buceta. Nunca vou esquecer a imagem das coxas nuas dela se mexendo entre as sombras, a sala escura iluminada pela luz da A televisão, aquela imagem me acompanhou a vida inteira.
Me dava um tesão danado, mas ao mesmo tempo eu repudiava aquilo. Me sentia culpado por ficar espiando ela e por ter aqueles desejos. Era uma dualidade que variava conforme o dia. Tinha dias que eu me acabava na punheta pensando na minha mãe, e outros em que nem queria chegar perto dela, uma rejeição brutal. Coitada da minha mãe, ela não tinha culpa de nada. Quem não se entendia era eu. A culpa e o desejo dividiam os dias da minha adolescência.

Sempre fui atraído por mulheres altas, de peitões, sardas, nariz comprido, morenas e de cabelo curto. Por acaso, é assim que minha mãe é, sempre foi assim. Hoje ela tem 39 anos e continua com a mesma aparência física. Carmen, minha mãe, se mantém uma gostosa. Uns quilinhos a mais, mas é uma mulher muito bonita e atraente.

Tive uma namorada de cabelo loiro e comprido, peitos pequenos e bem mais baixa do que eu. Tudo ao contrário da minha mãe. Acho que sou atraído inconscientemente por mulheres que se parecem com ela, mas conscientemente sinto uma certa rejeição a essa preferência, justamente por elas lembrarem minha mãe. É uma luta interna, da qual não tenho plena consciência, mas que existe. Sempre existiu.

Embora tenha demorado pra terminar com minha namorada, sempre soube que ela não era a mulher da minha vida. Não foram poucas as vezes que eu imaginava que era minha mãe quem estava comigo na cama pra conseguir manter uma boa ereção e transar minimamente bem. Depois, claro, vinham os arrependimentos por pensar assim.

Por isso, desde que comecei a ter relações sexuais com minha mãe, li tudo o que caiu nas minhas mãos sobre incesto, complexo de Édipo e amor filial, principalmente na internet. Aceitei minhas preferências por esse fenótipo de mulher e os efeitos que elas têm em mim, sobretudo no nível sexual, porque percebo e tenho consciência de todos os efeitos que minha mãe causa em mim. Como ela mesma diz, sou carne da carne dela. Saí dela. Alguma atração deve ter.
Agora que já me conheço, não tem mais rejeição, muito pelo contrário. Eu admito e procuro. E, acima de tudo, eu gosto.

Nossa história começou há dois anos, em 2018. Numa viagem que fizemos pra Madrid. A gente tava planejando aquela viagem há muito tempo. Tinha entrado na nossa cabeça fazer uma viagem pra Madrid só nós dois e finalmente íamos fazer. Não que tivesse um motivo especial pra isso, mas minha mãe tava muito a fim de ver o Museu do Prado e meu pai não era muito chegado a museus nem a caminhadas longas, então sempre dizíamos que iríamos nós dois. Eu já tinha viajado sozinho um par de vezes, pra diferentes lugares do mundo, e acho que isso dava uma segurança pra minha mãe viajar comigo.

Tenho que admitir que já fantasiei com minha mãe e com aquela viagem pra Madrid, alguma punheta já caiu pensando nela, mas sempre encarava como o que era, uma fantasia, um recurso fácil pra me masturbar. A culpa tomava conta de mim assim que eu gozava, mas essa ideia de incesto materno tava dentro de mim, não conseguia tirar.

A gente pegou um hotel no centro e íamos ficar uma semana, no outono, visitando a cidade. Quando fiz a reserva pela internet, nos deram uma suíte, com cama de casal. Tanto pra mim quanto pra minha mãe, tanto fazia. Até fazíamos piadas, com meu pai, de que poderíamos passar por namorados, já que minha mãe se conserva muito bem. Minha mãe é conhecida por ter muito senso de humor e ser muito otimista. Ela tá sempre rindo, e essa atitude tira anos dela e a mostra muito mais jovem do que é.

Chegamos em Madrid à tarde, depois de uma viagem de trem de Barcelona. Moramos na cidade condal, mas meus pais são naturais da Andaluzia. Fomos pro hotel e a primeira coisa que fizemos foi arrumar as malas e tomar um banho pra sair pra jantar.

Minha mãe sempre foi uma mulher que não se escondeu de mim, nem dos meus irmãos, ela sempre se mostrou Exato, e ela andou de calcinha pela casa sem nenhum pudor. Já vi os peitões dela inúmeras vezes e a gente sempre tratou como algo normal. Mas eu já não morava mais na casa dos meus pais, fazia alguns anos que tinha me mudado pra morar sozinho, e já estava há 5 anos vivendo só. Então não me surpreendeu que minha mãe fosse tão natural como sempre. Ela se despiu e ficou só de calcinha pra depois entrar no banheiro. Aliás, ela tava usando umas calcinhas que eu lembrava como as típicas da minha mãe. Umas calcinhas altas que cobriam a bunda toda.

Depois do banho, saímos pra jantar nos arredores do hotel e voltamos pra descansar.

— Que lado você prefere? — minha mãe falou enquanto tirava a roupa, apontando pra cama.

— Tanto faz, mãe… escolhe o que você mais gostar — eu falei, enquanto ficava só de cueca.

Minha mãe ficou só de calcinha, no estilo mais puro de “calcinha de mãe”, branca e alta, daquelas que cobrem tudo que tem que cobrir, mas que marcava uma boceta escura bem apertada contra o tecido. Ela vestiu uma camisola branca de alcinha que mal cobria os peitões enormes dela, meio transparente e comprida.

Eu fiquei só de cueca tipo slip, porque tava calor no quarto. Mamãe se acomodou no lado esquerdo da cama e eu no direito. A gente tava meio sentado e recostado nos travesseiros dobrados, vendo os canais da TV passarem, e minha mãe não demorou a tomar o controle remoto. A luz do quarto tava apagada, e só a claridade da televisão iluminava a gente.

A gente parou num daqueles canais de debate de fofoca de famosos, onde tava aparecendo uma atriz conhecida que tinha operado os peitos.

— Olha essa… operou as tetas… que redondas que elas são — disse minha mãe.

— Exageradas demais, né?… essas tetas parecem bolas… — eu falei.

— Mas é que ela nem deve conseguir pegar nelas de tão duras que tão… tão bem redondinhas, né?

— Sim, mãe… eu não gosto dessas tetas… eu sou mais de peito normal e caído — eu falei pra ela

— A Ana tinha eles empinados… — afirmou minha mãe, se referindo à minha ex-namorada.

— É… mas eram pequenos, eram empinados mas não eram muito grandes, eram pequenininhos —

— Você gosta assim… como os meus — me disse mamãe enquanto ria e pegava no peito esquerdo, balançando ele pra cima e pra baixo como quem calcula o peso.

— Pois é… mamãe… você tem uns peitos bem lindos —

— Puxa… e naturais, aqui não tem silicone… e você adorava quando era pequeno —

— Imagina se eu não adorava… você me criou com eles… como não ia gostar… se eu devo a vida a esses peitos… mamãe… esses peitos são sagrados — falei num tom de brincadeira, enquanto olhava pra eles naquela escuridão iluminada pela TV.

— Olha só meu Jake… elogiando os peitos da própria mãe… hahahahahahaha… pois por mim tudo bem… se quiser, chupa peitinho — disse minha mãe rindo.

— Você teria coragem de me dar de mamar? — perguntei.

— Eu???… claro que sim… e você? Teria coragem de mamar? — disse minha mãe, bem divertida, entre risadas.

— Claro que teria coragem… — falei pra minha mãe.

— Uuuhhh… então vamos lá… ver se é verdade… —

Minha mãe tirou o peito direito enorme do camisola e apertou a aréola, com um mamilo rosado e várias protuberâncias pequenas enfeitando ao redor.

Entre risadas, minha mãe disse — anda… aqui tá o peitinho —

Sem pensar duas vezes, me aproximei do mamilo da minha mãe e coloquei na boca, abocanhei com meus lábios e senti ele crescer dentro da minha boca, senti ele endurecer. Minha mãe soltou um suspiro e arqueou as costas, fazendo o peito inteiro se mexer, enquanto as mãos dela seguravam o peito com mais firmeza e empurravam ele mais pra dentro da minha boca, o que aproveitei pra lamber e chupar com mais vontade e tesão.

— Meninooo… hahahahahaha — riu minha mãe, enquanto eu chupava o mamilo dela com puro frenesi. Eu tava vidrado nisso, a risada dela eu levei como uma convite para que eu deixasse sair minha condição de filho e de homem diante daqueles peitos sagrados.

- Minha mãe... Jake... uuuhhh... como você está deixando meu mamilo - foi então que comecei a bater nele com minha língua, a pegar com meus lábios e puxar, foi quando comecei a excitar minha mãe. Mamãe soltava assobios e sua respiração ficava mais alta, ela estava respirando quase em cima da minha cabeça, e não parava de se mexer, de se esticar e de mover as pernas.

O mamilo direito da minha mãe estava irreconhecível. Maior e mais duro, totalmente babado e brilhante... não lembrava de ter chupado umas tetas daquele jeito na minha vida.

Minha mãe então tirou o peito esquerdo para fora, eu tive que me levantar um pouco e me inclinar para frente, cobrindo com meu corpo quase todo o corpo da mamãe. Passei um braço pela cintura dela e dessa vez eu segurei a teta, minha mão se juntou à da minha mãe, ambas as mãos segurando a aréola com o mamilo no centro. Lambi, chupei e molhei toda a teta da minha mãe. Senti uma mão na minha cabeça, na minha nuca, me acariciando. Não me empurrava, mas me incentivava a continuar com aquilo. Eu estava totalmente excitado, e sem querer mostrei o volume da minha cueca quando me dobrei para alcançar o peito esquerdo da minha mãe.

Minha mãe não teve escolha a não ser ver, se eu tivesse me deitado um pouco mais sobre ela, talvez tivesse me esfregado na perna dela, mas fiquei com muita vergonha.

- Sssshhhhh... Jakeee... uuuhhhh... filho... você vai arrancar meus mamilos... minha mãe, como você está deixando eles... - disse minha mãe enquanto acariciava meu cabelo com uma mão e com a outra segurava a teta dela, em contato direto com a minha.

- Tá doendo... te machuquei? - perguntei me afastando das tetonas da minha mãe. Percebi que o rosto da mamãe estava muito perto, a menos de um palmo. Por isso era tão evidente a respiração acelerada dela, seus assobios, seus leves gemidos e seus pequenos tremores corporais. Estávamos um em cima do outro, — Praticamente.
— Nãão… dano você não me faz… mas que barbaridade, Jake… que vontade de peito que você tava, filho.
— Mãe… você tem uns peitos maravilhosos, eu passaria horas assim.
— Nãão… se não precisa jurar… já dá pra ver que você gosta dos meus peitos… olha, quando pequeno você não passava tempo…

Eu me afastei do peito da minha mãe e me sentei do meu lado da cama.

— Olha… como você deixou meus bicos… uuuhhhh… hahahahaha… parecem dedais… olha o trato que você deu neles…

As aréolas da minha mãe estavam acesas, brilhantes e molhadas, com uns bicos grandes que se destacavam eretos, marcando ainda mais aquelas protuberâncias rugosas que enfeitam toda a aréola.

— Você também ficou grande… hein — disse minha mãe apontando com o rosto pro meu volume, enquanto eu me acomodava, meio sentado e meio deitado, no travesseiro dobrado. Minha cueca marcava todo o contorno da minha ereção. Tinha ficado duro enquanto chupava os peitos da minha mãe, e não precisava dizer… só que eu tinha excitado, pra falar a verdade.

Fiquei com muita vergonha, e essa vergonha fez minha ereção baixar e parar de marcar.

Acho que meu subconsciente levou como uma bronca da minha mãe e meu corpo captou na hora.

— Pois é, mãe… parece que seus peitos deixaram ele grande… mas já foi… viu? Já tá baixando e não tem problema — falei envergonhado.

— Puxa… pois faz tempo que não vejo sua arminha… buuff… mas tempo… — disse minha mãe enquanto enfiava os peitos de volta na camisola.

— Pois se quiser eu mostro ela… — falei eu num daqueles momentos em que a gente não pensa bem no que diz.

— Ahh… siiiim?? — soltou minha mãe surpresa — Uuuhhh… que meu Jake vai mostrar a arminha… vamos ver… vamos ver… — e dizendo isso, ela se sentou mais no travesseiro, ficou sentada e acendeu a luz do criado-mudo — uufff… isso eu não perco… hahahahaha — riu minha mãe.

Sem pensar duas vezes, eu puxei a cueca pra baixo e deixei tudo à mostra. Toda minha buceta raspada. Primeiro coloquei o elástico da cintura da cueca por baixo das bolas e afastei as mãos.

- Pois olha... aqui está ela... - falei nervoso. Não estava de pau duro, de jeito nenhum, na verdade ele estava pequeno e encolhido, acho que por causa do nervosismo, mas quando ouvi minha mãe soltar seu característico e andaluz - Uuuuuhhhhhhh... a pistola do meu Jake - meu pau começou a crescer e a se levantar na frente dela.

- Molequeeee... Uuuuhhhh... que tá ficando grande... - gritou minha mãe enquanto meu pau ia endurecendo e se erguendo diante dos olhos dela. Minha mãe ficou vermelha, percebi que ela estava nervosa e a voz meio trêmula.

- Minha nossa... Jake... que tá ficando duro... e aqui na frente da sua mãe...

Eu não sabia o que dizer, tava de pau duro e ele tava como poucas vezes tinha estado tão rijo. Puxei o elástico da cueca e acabei baixando ela até o meio da coxa.

- Pois é mãe... ficou grande... - falei meio como desculpa, embora não soubesse o que dizer, verdade.

- Nossa... e tão grande... - percebi minha mãe engolindo saliva e ela me perguntou.

- E fica assim com sua mãe?

- Não sei mãe... de pensar que tava te mostrando e você olhando... acabou ficando assim.

- Nossa com meu Jake... nossa como fica duro com a mãe dele... - disse - ... que barbaridade... não acredito.

Eu tava com o pau totalmente duro. Meus 19 centímetros se levantavam orgulhosos diante dos olhos surpresos da minha mãe. Não podia reclamar do pau. Nunca reclamei, mas naquela noite ele tava como nunca. E eu me orgulhava ainda mais. Acabei tirando a cueca e estiquei as pernas com força, parecia que assim ajudava a mostrar melhor minha ereção.

- Mãe... essa também não é de mentira... é de verdade... - falei pegando meu pau pela base e puxando um pouco pra baixo, esse efeito fez ele se endireitar ainda mais.

- Não... não... se já dá pra ver que é de verdade... minha nossa... como deve estar duro... - disse minha mãe.

- Pois olha... pega você. mesma… e você vai ver como ele fica — falei com uma voz claramente tomada pelo nervosismo.

Minha mãe se inclinou pra frente e, com o rosto vermelho e a voz trêmula de vergonha, me disse:

— … deixa eu ver… — e esticou a mão direita pra tocar minha rola com os dedos. O primeiro contato com a pele dela agiu como um gatilho e meu pau levantou um pouco mais — Uuuuhhhh… … hahahaha — riu minha mãe enquanto apalpava com as pontas dos dedos o tronco do pênis.

— Mulequee… pois é, tá dura mesmo… — disse minha mãe enquanto segurava minha rola com os dedos… — Oooohhhhh… Jake… filhooo… como ele fica… uuffff — então minha mãe foi até a base do meu pau e puxou com força pra baixo — … deixa eu ver… — senti um puxão em toda a haste do meu pênis, um puxão que foi como um beliscão na base da glande, fazendo ela crescer ainda mais.

A borda da minha glande quase dobrou de tamanho, se transformando num cogumelo enorme com as bordas viradas pra cima. Minha rola deu um esticão, doloroso e prazeroso ao mesmo tempo.

— Ooohhh… mamãe!! — falei eu, assustado, vendo como meu pau tinha se transformado em outra coisa.

Minha mãe deixou escapar um grito — Uuuhhhh… muleque… que barbaridade… uuuhhhh Jakeeee… como ele fica… que barbaridade —

Eu nunca tinha visto minha rola daquele jeito, nem no momento mais tesudo.

Exibia um membro grande e comprido, grosso e duro, com umas veias grossas marcando toda a haste. Se mostrava totalmente reto, com uma glande grande e brilhante, com umas bordas alargadas que desenhavam em relevo um capuz como eu nunca tinha visto. Eu tinha uma rola enorme.

Eu estava sentindo algo que nunca tinha experimentado, um nó estranho no estômago, por causa do nervosismo, e uma excitação forte, mas uma excitação diferente da que eu poderia sentir com outra mulher.

Porra… eu estava ficando excitado da maneira mais brutal que já tinha imaginado, e era com minha mãe. Com a boca do estômago encolhida de nervoso, com uma taquicardia de tesão que eu sentia no meu peito, e com um pau apontando pro teto desafiador.

—Minha nossa… filho… que pistola que te deu… que barbaridade… — minha mãe não soltava meu pau. Agora ela segurava ele com a mão toda — buufff… e ele ficou maior quando eu toquei… hein??

—Mãe… nunca tinha ficado assim… é você que deixa ele assim—

—Uuuhhh… molequeee… hahahahaha… não me diga… não me diga que sou eu que deixo ele assim— disse minha mãe enquanto apertava meu pau.

—Então vamos ver… — respondi.

—Olha só meu Jake… que surpresa… como ele fica grande… e duro… com a mãe dele— dizia mamãe, claramente afetada pelo que tava rolando.

—Mãe… não sei o que você fez comigo… mas deixou ele maior do que nunca— falei enquanto via minha mãe começando um sobe e desce suave no meu pau.

—Uuuhhh… hahahahahahaha… então é isso… parece que eu deixo o pau do meu Jake grosso— disse mamãe.

—Mas você deu um puxão que…—

—Poxa… eu queria deixar ele duro e olha… duro que ficou—

—Porra mãe… mas ele até cresceu—

—Pois é… hahahahahaha… nem me fale… que barbaridade… como ele ficou… que pedaço de pistola você tem… a Ana não podia reclamar não… bem servida que ela ia— disse minha mãe falando da minha ex-namorada.

—Mãe… a Ana nunca viu ele assim… juro… nem de brincadeira—

—Ahhh não é?… então a Ana também não deixava ele assim?— me perguntou mamãe.

—Não mãe, não… com a Ana ele ficava grande mas não tanto…—

—Poxa… e isso que você só viu meus peitos… se eu mostrar a bunda… hein?— disse minha mãe soltando meu pau, ela tinha acabado de perceber que tava me masturbando.

—Ué, não sei mãe… mas se você deixa ele assim só de mostrar os peitos… imagina— falei num tom de brincadeira.

—Então meu Jake gosta mesmo dos peitos… isso eu não esperava… hahahahahaha…—

—Pois é mãe… eu também não esperava que ia ficar assim—

—Olha só meu Jake… hahaha… pois é— Você pode se gabar dessa pistola, filho — minha mãe disse enquanto se recostava no travesseiro.

Vesti a cueca de novo e tampei o pacote. Minha mãe falou:

— Toma cuidado essa noite, hein, pra não pensar que sou alguma amiga sua e ficar passando a mão na minha bunda.

— Não, mãe... eu sei muito bem que você não é nenhuma amiga minha — respondi — além disso... mãe... nenhuma amiga minha deixou minha piroca desse jeito...

— Kkkkkkk... bom... sou sua mãe... não vai querer meter a mão em mim, né — minha mãe rebateu, como se desse o assunto por encerrado.

Ela apagou a luz do criado-mudo de novo e aumentou o volume da TV. Dava pra ver que ela estava acalorada, nervosa, não sabia o que dizer nem fazer pra voltar ao momento antes de eu chupar os peitos dela.

Ela é minha mãe e de jeito nenhum eu queria magoá-la ou deixá-la desconfortável, então também tentei esquecer o assunto. Algo totalmente impossível, depois do que tinha rolado.

Pouco depois, fomos dormir. Eu não queria incomodar minha mãe, então me enfiei o máximo que pude pro meu lado da cama, e não dormi.

Eu não conseguia dormir. Decidi esperar um pouco pra me masturbar, não dava pra pegar no sono daquele jeito, com minha mãe de costas pra mim e com o tesão que eu tava sentindo. Então esperei, de olhos arregalados, esperei um bom tempo. Minha mãe se mexia na cama e eu rezava pra ela não virar de frente, não queria me masturbar com a cara da minha mãe virada pra mim.

Mas não foi assim, foi o contrário. Minha mãe se espreguiçou e, ao fazer isso, chegou muito mais perto de mim. Na verdade, quase colou o corpo no meu. A gente tava separado por poucos centímetros, eu calculava. Minha mãe de costas pra mim, com a bunda empinada, e eu de barriga pra cima com a piroca dura, prestes a me masturbar.

Esperei mais um pouco.

Não parava de pensar no assunto, apalpava a piroca e sentia ela bem grossa, com a cabeça bem inchada. "O que será que minha mãe fez comigo, pra eu estar assim?" Várias ideias contraditórias vinham na cabeça: "Bato uma agora? Espero mais? Viro de lado? virei e me coloquei atrás da minha mãe com a pica dura?”… Coloquei o pau bem posicionado na cueca e me virei. Fiquei olhando para minha mãe, por trás dela. Ainda não estava nem encostando nela, esperei pra ver o que acontecia, meu coração começou a bater no ritmo de uma taquicardia que acelerava minha respiração. Devagarzinho, movi minha cintura em direção à minha mãe, esperando encostar o corpo nela com meu pacote, mas não tocava nada. Tava mais longe do que eu pensava. Me mexi um pouco mais e nada, também não. Fui me movendo bem devagar, com todo cuidado. A última coisa que eu queria era que minha mãe acordasse e me deixasse envergonhado ali na hora. Por um tempo, não me mexi, pensei em deixar pra lá, em virar de novo e bater uma punheta pra tentar dormir. Vai… uma última tentativa. Mas quando ia mover minha cintura pra frente, mamãe se mexeu, no começo pensei que tava se afastando de mim, mas foi o contrário. Senti a bunda dela encostar no meu pacote, quase tive um infarto ali mesmo. O cu da minha mãe se colocou quase em cima de mim, eu não me mexi. Sentia a bunda quente dela contra minha pica. Então, devagarzinho, fui me movendo e coloquei meu pacote bem no que eu achava que era a linha divisória dos glúteos dela, na separação das nádegas. Coloquei minha cueca dura por cima da calcinha branca dela. Pra ser sincero, não sei o que esperava daquilo, acho que me excitar o suficiente pra poder bater uma, porque tava ali sem saber o que fazer. Eu me mexia e esfregava na minha mãe? E pra quê? Nunca pensei em foder com minha mãe. Uma coisa eram fantasias e outra bem diferente era a realidade. E mesmo que minha mãe tivesse tocado na minha pica um tempo antes, não tava nos meus planos, nem nos meus desejos, foder com ela. Então empurrei minha pica contra minha mãe, fazia isso por excitação, simplesmente. Como se tivesse batendo uma e fantasiando com ela. Empurrei de novo, sentindo a pressão da bunda dela, apertando meu pacote contra ela. Sempre podia dizer que estava sonhando. Então criei coragem e empurrei de novo, me esfregando devagar nela. Por uns momentos, pensei que minha pica ia escapar da cueca de tanto que se esfregava na minha mãe.

Eu duvidava que ela não percebesse, ela tinha que me sentir, de um jeito ou de outro. Naqueles instantes, senti a resposta da minha mãe: a bunda dela se levantou contra mim e se esfregou timidamente no meu volume. Eu estava alucinando, não podia ser. De novo, o cu da minha mãe se encostou em mim e se moveu descaradamente para cima e depois para baixo.

Todo o atrito foi direto na minha pica, que estava enfiada entre as nádegas dela. E se minha mãe estivesse sonhando? Estava fazendo de propósito? Estávamos em silêncio absoluto, minha respiração já começava a acelerar. Então respondi à minha mãe com outra esfregada na bunda dela. Dessa vez, me esfreguei de verdade, até me machuquei, porque estava empurrando minha pica presa na cueca contra outra peça de roupa, a calcinha dela. Minha cabeça estava levando umas esfregadas brutais. Pensei em tirar a pica para liberar pelo menos a glande, mas tive medo de gozar na bunda da minha mãe ou deixar algum resto de líquido nela.

Eu estava excitado demais para aguentar o que veio depois. A bunda da minha mãe se esfregou de novo em mim, subiu e desceu o rabo dela. Senti a separação das nádegas perfeitamente na minha pica, ainda dentro da cueca. Senti minha pica se acomodar entre os glúteos dela, se posicionando para aguentar a esfregada. Minha mãe se esfregou com força, e se esfregou de novo, agora para os lados.

Naquele momento, eu também empurrei e senti uma sensação de esmagamento contra minha mãe. A bunda dela ficou grudada com força no meu volume, apertando ele. Não aguentei mais e, naquela hora, senti os jatos do meu esperma. Eu estava gozando dentro da cueca como um adolescente. Minha pica pulsava na bunda da minha mãe enquanto descarregava uma porra que estava guardada há tempos. querendo sair.

Fiquei parado, sem me mexer, sem fazer barulho. Aquela sensação de ter a bunda da minha mãe tão colada em mim me agradava. Eu estava gozando sem me tocar, sem me mover.

Quando terminei de gozar, minha mãe se afastou, a bunda dela desceu, liberando meu pacote. Mamãe se mexeu um pouco e se afastou mais de mim. Eu me virei e fiquei de barriga pra cima. Não acreditava no que tinha acontecido. Não me levantei pra ir ao banheiro nem pra me trocar. Fiquei de barriga pra cima, respirando tranquilamente. Tentando dormir um pouco.

Acordei antes da minha mãe, quase sem sono, e fui tomar banho. Precisava me lavar com urgência antes que ela acordasse. Mamãe continuava na cama, dormindo. Com a luz do banheiro, vi a realidade. Meu pau era outro. Minha mãe tinha feito uma mini operação de fimose em mim. O puxão pra deixar ele mais tenso tinha separado, ainda mais, a glande do resto do tronco. O beliscão que senti na cabecinha foi algo que minha mãe descolou. Não sei o quê... mas algo descolou. Meu pau estava maior e mais grosso, pendia mais comprido, e a glande estava muito mais grossa e alongada. Joguei a cueca naquele lixinho pequeno que tem em todo banheiro de hotel. Tava perdida de porra meio seca.

Tomei banho com água meio fria, precisava me espantar, precisava tirar aquela neblina que cobria meus olhos e minha mente. Lavei com cuidado meu pau e o deixei duro. Não precisei fazer muito esforço, ele ficou durão a noite toda. Agora, com a luz branca do banheiro, pude ver o pau enorme que minha mãe tinha me dado. É grande, foi a única palavra que veio na minha cabeça. Ouvi minha mãe do outro lado da porta do banheiro me chamando.

Saí do banheiro com uma toalha na cintura. Minha mãe estava sentada na cama.

— Bom dia, querido... — disse minha mãe, sorrindo. Ela estava tirando a camisola.

— Bom dia, mamãe... — falei — ... sabe de uma coisa, mamãe... ... que eu sou um homem novo... você me feito um homem novo… olha – falei enquanto tirava a toalha e mostrava minha rola pra ela.

4 comentários - Viagem de Amor com a Mamãe Pt. 1

Coger el relato de otro, cambiarle los mombres a los protagonistas con el word, la edad de los personajes y cuatro detalles más para publicarlo como propio y sin citar al autor viene a ser plagio. ¿Verdad?
El original en todorelatos se titula Desparpajo y por cierto qure resulta más creible.
Técnicamente si, pero como los relatos e historias eróticas no tienen copyright, no se puede hacer NADA.
También hay diferentes tipos de reacciones por parte de los autores originales. Y a la mayoría le da igual.
De echo varias veces ya dije que yo no escribo los relatos si no que saco los que mas me gustan y los publico.
Fantástico 👏🏻👏🏻👏🏻
Estoy esperando la continuación.
esperando la continuación.Van 10 !!!!!!!!!!!!!!!!!!!