Depois de muito tempo eu volto, peço desculpas pela demora, vou tentar não demorar muito, peço que continuem me apoiando do jeito que têm feito, porque isso me motiva a não abandonar a história, obrigada pelos pontinhos e comentários que me fizeram voltar a escrever.Bom, sem mais delongas, deixo vocês com a história, espero que gostem.
Capítulo 8
Chegou o dia do meu aniversário, um dia especial, mas... para mim era um inferno, já que tinha que revelar o que estava rolando entre a Mili e eu. Não deveria ser uma tarefa difícil, mas no meu caso era, e era por culpa da minha irmã. Como vocês já sabem, ela é muito ciumenta e não ia levar isso muito bem.
Dia do meu aniversário, 08:00 da manhã. Minha irmã me acorda.
S: Acorda, dorminhoco.
Eu: Eh... o que foi?
S: Vim te dar seu presente.
Eu: Não pode esperar até mais tarde?
S: Não, bobão.S: se você se virar, vai ver eleporque
Quando a vi, fiquei em choque, como estava minha irmã, pelos deuses, estava divina, a vadia.
Eu: Eh... e isso?
S: É seu presente, bobo.
S: Gostou?
Eu: Amei.
Minha irmã se aproxima de mim e me come a boca, aquele foi um beijo de muita paixão, de muita tesão. Depois de um tempo, ela se afasta de mim e me diz:
S: Vai pegar seu presente?
Eu: Por que você está fazendo isso?
S: Como assim?
Eu: Por que tudo isso?
S: Vou ser franca com você... olha, eh... é que...
Eu: Fala logo.
S: Eu gosto de você como homem.
Eu: Eh... ok.
S: Eu não te agrado, né?
Eu: Não é isso, é que é estranho tudo isso.
Eu: Você já parou pra pensar no que os outros diriam?
S: Que se fodam todos.
Eu: Não é só isso.
S: Então?
Eu: Vai chegar um momento em que vamos ter que ter nossos parceiros.
Porque o nosso não teria futuro a longo prazo.
S: Pode ser que você tenha razão. Por isso, vamos aproveitar o tempo.
Minha irmã me beija de novo. Depois desce até minha jeba, totalmente dura. Ela me dá um boquete magnífico. Puf, eu curti muito, mas o tempo está curto. Minha irmã parou e me disse: "Pega seu presente", apontando para sua bucetinha já molhada. Eu deitei ela na minha cama e beijei todo o seu corpo até chegar na sua ppk, mas ela me disse: "Não perde tempo, já estou bem molhadinha".
Eu: Ok, irmãzinha.
Eu: Ufff, irmãzinha.
S: Que duro você está.
Eu: É por você, Sofí.
Eu: Ahhh, mas que apertadinha você está.
S: É que meu corpo sentia falta do seu pau.
Eu estava fazendo uma penetração devagar para não machucá-la e para durar um pouco mais, mas ela me disse para meter com força.
S: Irmãozinho.
Eu: Mmmmm, fala.
S: Você tem que abrir seu presente com força.
Eu: Tem certeza?
S: Sim, muita certeza.
Eu: Quanta força... PLÁ... PLÁ! Assim, irmãzinha?
S: Sim, sim, mmmmmm, que gostoso.
S: Continua.
Eu, claro, continuei, mas minha irmã estava tão apertada que não demorei para gozar.
Eu: Sofi, vou gozar.
S: Faz dentro.
Eu: Mas...
S: É seu presente.
Eu: Sofi, eu goooooOOOooOOrrrrrrrooooOOOO.
S: Ammm, siiii, que gostoso é sentir sua porra.
Eu: Isso foi intenso.
S: Sim, muito.
Eu: Mas...
S: Não. Não se preocupe, já está tudo resolvido.
Eu: Se você diz.
S: Sim, fica tranquilo, vou tomar banho.
Eu: Ok.
A manhã passou normal, não tinha planejado fazer uma festa bombástica, só ia fazer um jantar com a família e com um amigo, o Fabián. E claro, minha namorada, mas tinha que preparar o terreno pra isso.
Já de tarde, eu estava escrevendo pro Fabián pra ele vir, e aí aparece minha irmã e me pergunta se a vizinha pode vir.
Eu: Qual?
S: Ora, a Mili.
Eu: Mmmmm...
S: Por favor, sei que você vai gostar dela.
Eu: Você que sabe.
S: Sim!
Eu: Bom, não tenho problemas.
S: Obrigada, irmãozinho.
Isso era incrível, mas era verdade — o problema estava quase resolvido, ou pelo menos a parte de convidar minha namorada pro jantar já estava, e minha irmã que faria isso. Melhor impossível.
Já de noite, estávamos todos jantando. Minha mãe, dois primos que estavam pela cidade, meu amigo, minha irmã e, por último, minha namorada. O jantar correu normal, conversas, piadas etc. Tudo isso por pelo menos uma hora e meia. Eu, claro, estava tenso, mas chegou a hora. Íamos brindar pelo meu aniversário, e eu solto a bomba...
Eu: Atenção, família!
Eu: Tenho que confessar uma coisa.
Todos bem atentos, faço um sinal pra Mili se aproximar.
E bom, solto a bomba. Minha mãe, a mais feliz de todas, porque a Mili era uma moça direita (e principalmente na cama). Todos nos parabenizaram, menos minha irmã, que se aproxima de onde estávamos, eu e a Mili, e me dá um tapa.
S: Você é um traidor!
S: E você, Mili, uma puta que quer roubar meu irmão!
M: Amiga...
S: Cale a boca! Puta miserável!
Minha irmã foi pro quarto chorando, e minha mãe se aproxima e me diz pra ficar tranquilo, que já sabemos como minha irmã é.
Bom, depois de uns minutos, todos foram embora, e eu fiquei conversando com a Mili.
M: Que mal ela levou...
Eu: Pois é.
M: Você me perdoa?
Eu: (abraçando ela) Do que eu tenho que te perdoar?
M: De te obrigar a revelar o nosso segredo.
Eu: Bobinha, um dia a verdade tinha que vir à tona.
M: Então me perdoa?
Eu: Não tem nada pra perdoar, mas eu aceitaria um... beijo Depois a Mili foi pra casa dela e eu entrei na minha, fui direto pro meu quarto dormir. No dia seguinte acordo e vejo minha irmã me encarando seriamenteO que aconteceu ontem à noite foi uma brincadeira, né?
Capítulo 8
Chegou o dia do meu aniversário, um dia especial, mas... para mim era um inferno, já que tinha que revelar o que estava rolando entre a Mili e eu. Não deveria ser uma tarefa difícil, mas no meu caso era, e era por culpa da minha irmã. Como vocês já sabem, ela é muito ciumenta e não ia levar isso muito bem.
Dia do meu aniversário, 08:00 da manhã. Minha irmã me acorda.
S: Acorda, dorminhoco.
Eu: Eh... o que foi?
S: Vim te dar seu presente.
Eu: Não pode esperar até mais tarde?
S: Não, bobão.S: se você se virar, vai ver eleporque
Quando a vi, fiquei em choque, como estava minha irmã, pelos deuses, estava divina, a vadia. Eu: Eh... e isso?
S: É seu presente, bobo.
S: Gostou?
Eu: Amei.
Minha irmã se aproxima de mim e me come a boca, aquele foi um beijo de muita paixão, de muita tesão. Depois de um tempo, ela se afasta de mim e me diz:
S: Vai pegar seu presente?
Eu: Por que você está fazendo isso?
S: Como assim?
Eu: Por que tudo isso?
S: Vou ser franca com você... olha, eh... é que...
Eu: Fala logo.
S: Eu gosto de você como homem.
Eu: Eh... ok.
S: Eu não te agrado, né?
Eu: Não é isso, é que é estranho tudo isso.
Eu: Você já parou pra pensar no que os outros diriam?
S: Que se fodam todos.
Eu: Não é só isso.
S: Então?
Eu: Vai chegar um momento em que vamos ter que ter nossos parceiros.
Porque o nosso não teria futuro a longo prazo.
S: Pode ser que você tenha razão. Por isso, vamos aproveitar o tempo.
Minha irmã me beija de novo. Depois desce até minha jeba, totalmente dura. Ela me dá um boquete magnífico. Puf, eu curti muito, mas o tempo está curto. Minha irmã parou e me disse: "Pega seu presente", apontando para sua bucetinha já molhada. Eu deitei ela na minha cama e beijei todo o seu corpo até chegar na sua ppk, mas ela me disse: "Não perde tempo, já estou bem molhadinha".
Eu: Ok, irmãzinha.
Eu: Ufff, irmãzinha.
S: Que duro você está.
Eu: É por você, Sofí.
Eu: Ahhh, mas que apertadinha você está.
S: É que meu corpo sentia falta do seu pau.
Eu estava fazendo uma penetração devagar para não machucá-la e para durar um pouco mais, mas ela me disse para meter com força.
S: Irmãozinho.
Eu: Mmmmm, fala.
S: Você tem que abrir seu presente com força.
Eu: Tem certeza?
S: Sim, muita certeza.
Eu: Quanta força... PLÁ... PLÁ! Assim, irmãzinha?
S: Sim, sim, mmmmmm, que gostoso.
S: Continua.
Eu, claro, continuei, mas minha irmã estava tão apertada que não demorei para gozar.
Eu: Sofi, vou gozar.
S: Faz dentro.
Eu: Mas...
S: É seu presente.
Eu: Sofi, eu goooooOOOooOOrrrrrrrooooOOOO.
S: Ammm, siiii, que gostoso é sentir sua porra.
Eu: Isso foi intenso.
S: Sim, muito.
Eu: Mas...
S: Não. Não se preocupe, já está tudo resolvido.
Eu: Se você diz.
S: Sim, fica tranquilo, vou tomar banho.
Eu: Ok.
A manhã passou normal, não tinha planejado fazer uma festa bombástica, só ia fazer um jantar com a família e com um amigo, o Fabián. E claro, minha namorada, mas tinha que preparar o terreno pra isso.
Já de tarde, eu estava escrevendo pro Fabián pra ele vir, e aí aparece minha irmã e me pergunta se a vizinha pode vir.
Eu: Qual?
S: Ora, a Mili.
Eu: Mmmmm...
S: Por favor, sei que você vai gostar dela.
Eu: Você que sabe.
S: Sim!
Eu: Bom, não tenho problemas.
S: Obrigada, irmãozinho.
Isso era incrível, mas era verdade — o problema estava quase resolvido, ou pelo menos a parte de convidar minha namorada pro jantar já estava, e minha irmã que faria isso. Melhor impossível.
Já de noite, estávamos todos jantando. Minha mãe, dois primos que estavam pela cidade, meu amigo, minha irmã e, por último, minha namorada. O jantar correu normal, conversas, piadas etc. Tudo isso por pelo menos uma hora e meia. Eu, claro, estava tenso, mas chegou a hora. Íamos brindar pelo meu aniversário, e eu solto a bomba...
Eu: Atenção, família!
Eu: Tenho que confessar uma coisa.
Todos bem atentos, faço um sinal pra Mili se aproximar.
E bom, solto a bomba. Minha mãe, a mais feliz de todas, porque a Mili era uma moça direita (e principalmente na cama). Todos nos parabenizaram, menos minha irmã, que se aproxima de onde estávamos, eu e a Mili, e me dá um tapa.
S: Você é um traidor!
S: E você, Mili, uma puta que quer roubar meu irmão!
M: Amiga...
S: Cale a boca! Puta miserável!
Minha irmã foi pro quarto chorando, e minha mãe se aproxima e me diz pra ficar tranquilo, que já sabemos como minha irmã é.
Bom, depois de uns minutos, todos foram embora, e eu fiquei conversando com a Mili.
M: Que mal ela levou...
Eu: Pois é.
M: Você me perdoa?
Eu: (abraçando ela) Do que eu tenho que te perdoar?
M: De te obrigar a revelar o nosso segredo.
Eu: Bobinha, um dia a verdade tinha que vir à tona.
M: Então me perdoa?
Eu: Não tem nada pra perdoar, mas eu aceitaria um... beijo Depois a Mili foi pra casa dela e eu entrei na minha, fui direto pro meu quarto dormir. No dia seguinte acordo e vejo minha irmã me encarando seriamenteO que aconteceu ontem à noite foi uma brincadeira, né?
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