Acabei de sair de lá e fui que nem um louco pra casa dela, cheguei e toquei a campainha. Pra ser sincero, lembro que tava bem nervoso... Como se fosse minha primeira vez. A porta se abriu e ela me recebeu com um sorriso, cheia de malícia... A gente se cumprimentou e ela me fez entrar. Caminhei atrás dela até a cozinha, seguindo ela hipnotizado com a bunda dela. Ela tava com uma legging preta, e dava pra ver um triangulinho de calcinha. Em cima, uma camiseta branca bem justa, e o cabelo preso num coque. A gente sentou e, pra quebrar o gelo, ficou conversando sobre qualquer besteira, com aquelas risadas típicas de nervosismo. Ela me ofereceu algo pra beber, não lembro se foi mate ou café... Também não tava nem aí... Não era aquilo que eu queria beber ou comer. Quando vi ela de costas pra mim, encostada na bancada, preparando alguma coisa, não aguentei mais, levantei e fui até ela. Devagar, me aproximei e encostei nela, ela deu um pulo, se assustou, igual quando aconteceu a parada da geladeira, e do mesmo jeito... Ficou paradinha de novo. Mas quem não ficou quieto dessa vez fui eu. Coloquei minhas mãos na cintura dela e fiz pressão com meu pau já quase duro... E a respiração dela começou a acelerar... Devagarzinho, fui subindo minhas mãos, ela jogou a cabeça pra trás e se apoiou em mim, como se tivesse se entregando. Aproveitei pra beijar e morder o pescoço dela e subir minhas mãos até os peitos dela. Já falei que ela tem peitos pequenos, mas, com a excitação, os bicos ficaram durinhos, e eu senti e apertei eles por cima da camiseta. Foi aí que falei no ouvido dela pela primeira vez: -Priminha, que vontade de te sentir... Como você me excita!!! Ela se virou na direção que eu falei, de olhos fechados, e eu só consegui beijar ela. Que gostoso beijar ela e sentir ela assim, tão entregue a tudo que eu tava fazendo. Ela mesma pegou a camiseta e levantou até tirar, quando fez isso, peguei as mãos dela e deixei apoiadas no balcão da cozinha, pra cima, e desci pra me apossar dos peitos e dos bicos dela. Instintivamente, ela jogou a bunda pra trás, pra sentir melhor meu pau que, nessa altura... Tava bem duro. Desci minhas mãos, enfiei o polegar por O elástico da legging e desci devagar, eu descia beijando as costas dela até encontrar aquela bunda que tanto desejei por anos. Ela quietinha, me deixava fazer. Quando descobri a bunda dela, fiquei olhando e acariciei com suavidade, aproveitando a pele dela. Uma delicada calcinha fio-dental branca formava um triângulo dividindo as nádegas, peguei uma, apertei com força e mordi, ela soltou um gemido e só disse: "Devagar, primo, não me machuca!" Tirei os tênis dela e terminei de tirar a legging, virei ela e beijei. Sentia que ela era totalmente minha. Fomos pro quarto, deitei ela, enquanto tirava tudo jogando a roupa pra qualquer lado, enquanto ela se virava de lado pra fazer conchinha, era uma coisa de louco, ver ela assim, na cama, só de calcinha fio-dental. Que coisa mais gostosa. Deitei e me posicionei, encostei e ela sentiu, olhou pra trás e a gente se beijou de novo. Comecei a passar a mão, acariciando os peitos dela e beijando o pescoço, ela me disse: "Assim, priminho, assim, devagar, me trata bem, sê suave comigo... É o que mais desejo." E assim eu fiz, por mais que eu tava louco pra devorar ela de mordidas. Eu tinha ela apertada contra mim, me sentia dono dos peitos dela, dos mamilos, e ela jogava cada vez mais a bunda pra trás pra me sentir, enquanto eu beijava e mordia devagar o pescoço dela. Sozinha, ela levou a mão pra trás e procurou meu pau. Apalpou, rodeou... apertava e alternava com uma leve masturbação... Ao mesmo tempo que esfregava a cabeça do pau na bunda e na buceta. Eu soltei um mamilo e desci minha mão até a buceta dela, tava quente, molhada, com uns pelinhos, e comecei a procurar a entrada e o clitóris. Passava dois dedos de cima pra baixo. O tesão cada vez mais incontrolável. Quando não aguentou mais... Me soltou, meteu a mão entre as pernas, levantando uma delas um pouco, jogou toda a bunda que podia pra trás, igual a cabeça, procurando me beijar, eu beijei e ela só me soltou pra dizer: "Assim que quero te sentir..." Colocou a Pau na entrada dela e devagarzinho, tudo bem devagar que eu conseguia, fui empurrando. Ela me recebeu com um "Assim" bem suave... Que gostoso, do jeito que eu gosto. Eu tava explodindo, queria meter forte pra caralho, mas parecia que excitava ela mais, que fosse tudo assim, bem lento. Me ajeitei um pouco, fiz pressão na barriga dela, e ao mesmo tempo, busquei penetrar ela toda, queria meter tudo, a buceta dela tava bem apertadinha e foi o que fiz. Entrou bem mais. "Ahhh que filho da puta você é, primo, quer me partir... Como eu te sinto... Que gostoso!!!" Ela disse. Então continuei assim... Devagar. Mas tanta calma foi me acalmando e ela foi ficando mais excitada cada vez mais, e eu aproveitei disso. Passei minha mão mais pra baixo e procurei o clitóris dela, brincando com meus dedos... Mais ela se excitava. Continuei assim... Sentindo como chegava um demorado e muito desejado orgasmo. Quando terminou, me pediu pra ficar quieto, que deixasse ela relaxar... Eu só beijava a nuca dela e acariciava toda a pele dela. Mas por dentro tava morrendo de vontade de foder ela como deve ser. De pouquinho ela começou a mexer a raba dela pra trás e pra frente e eu acompanhei os movimentos dela ao contrário pra conseguir penetrações mais fundas... E nós dois pegamos um ritmo lindo... "Priminha, que delícia você é... Como eu gosto de você!!!" E ela só gemia. Me aproximei do ouvido dela, e já possuído pelos meus próprios demônios, falei: -Agora deixa eu te curtir do meu jeito. Virei ela e beijei com muita paixão. Saí de dentro, levantei, puxei ela pra borda da cama e coloquei ela de quatro, claro, do jeito que eu gosto. Mas não penetrei... Me ajoelhei, e comecei a acariciar ela enquanto apreciava a vista. Me aproximei, beijei as nádegas dela... Dei mil beijos em uma e na outra, abri elas, vi o cuzinho dela e não me segurei, passei minha língua duas ou três vezes no cu, e senti ela se encolher... "Por aí não gosto... Já passei muito mal antes." Claro, tava falando de alguma experiência anal ruim, provavelmente a merda do ex dela. "Fica tranquila", falei... "Aqui vamos curtir os dois, confia em mim, priminha?" E de repente passei a língua pela palavra: buceta, e ela me recebeu com um gemido... Continuei assim, lambendo a use the word: buceta, e de vez em quando subia até a raba dela. Aos poucos ela começou a gozar quando eu chupava a use the word: buceta e a raba também. Meti meus dedos, apertava o clitóris dela, chupava esticando os lábios, e seguia lambendo até o cu dela. A gente tava muito na pica, voando, até que finalmente eu escutei ela... - Mete, por favor... Mete!!! Não me fiz de rogado por muito tempo... Levantei e depois de pincelar umas vezes, ela levantou mais a raba e aí sim... Devagar, meti de novo. Que gostoso ver ela assim, toda enfiada, me deixando fazer tudo... E comecei a bombar de boa... mas tirava tudo e metia tudo... Acho que tava me esquentando mais a mim do que a ela... Até que ela começou a tremer e eu soube que ela tava gozando de novo... Mas dessa vez eu continuei... E continuei e continuei e ela não parava de gozar. Aos poucos, fui brincando com o cu dela, com o polegar eu chupava o dedo e passava fazendo círculos e de vez em quando, enfiava um pouquinho. Ela continuava gozando e me deixava fazer e eu seguia. Até que o polegar entrou inteiro. Aí parei e continuei bombando na use the word: buceta. Tirei devagar e meti de novo, mas dessa vez com o dedo médio. E com esse dedo, bem devagar, comecei a comer o cu dela. Ela só dizia ai, ai, ai, mas de puro prazer... Até que soltou a frase toda: Ai que gostoso!!! E aí eu pedi, sim, pedi pra ela me deixar provar. Prometendo cuidar dela como sempre. Por favor... Devagar, priminho, ela falou. Tirei, ela tava escorrendo os sucos dela, apoiei e devagar fiz um pouco de força. Enquanto passei a outra mão pra frente e enfiei dois dedos na use the word: buceta... Masturbando ela. Sozinha ela começou a empurrar pra trás... E a se enfiar sozinha. Ficava parada... e voltava a empurrar até que o cu dela cedeu. - Aaaaaaahhh que filho da puta você é, primo... Tá comendo meu cu. Não falei nada... Eu não. Você que tá comendo minha pica com seu cu, o cu que eu sonhei todos esses anos. E aos pouquinhos, com a metade pra dentro, comecei a bombar... Tava muito apertadinha e quente lá dentro... E ainda mais a tesão que eu já tinha acumulada... Não aguentei. E assim, só com a metade pra dentro, comecei a gozar com uns gemidos, foi um momento tão, mas tão gostoso que depois de ter deixado todo meu leite dentro... Eu continuava entrando e saindo. Foi uma puta trepada. Saí devagar, ela se jogou na cama, fiz o mesmo e abracei ela. A gente se virou, os dois, e ficamos de conchinha, assim... Sem falar nada, por um tempo. Mas a hora tinha passado e, como tudo que é bom, isso também acabou. Beijei ela, me vesti e fui embora com a promessa de que escreveria pra ela à noite. Eu escrevi, ela respondeu dois ou três dias depois... E aí entendi o silêncio e a distância. Mas são dessas experiências que a gente nunca mais esquece.
1 comentários - Minha priminha gostosa III