Olá, amigos do poringa.net!
Como sempre, agradeço de coração por lerem minhas histórias.
Pelas mensagens privadas e pela boa energia de todos vocês.
Hoje apresento pra vocês a Mari.
Uma amiguinha que conheci no Facebook.
Já fazia uns dois anos que a gente se falava.
E muitas vezes ela passava aqui na minha oficina.
Dava pra ver que ela tava afim de sexo.
Mas como ela era menor, sempre fui claro com ela.
Que entre nós não podia rolar nada além de uma boa amizade.
E entre a gente...
Foi foda pra caralho não aproveitar aquela juventude gostosa.
Ela sempre vinha com o uniforme de colegial que me deixava louco.
E os pais dela, que não davam a mínima pra ela.
A mina com os hormônios a mil.
E os pais deixavam ela fazer o que quisesse.
O tempo foi passando e a menina logo fez a idade certa.
Com 18 aninhos recém-completados, já não dava mais pra dizer não.
Ela já era uma mulher e, sem dúvida nenhuma,
foi atrás do que queria há anos.
Ela teve experiências bem pouco satisfatórias, pelo que me contou.
Duas penetrações que ela curtiu por uns 5 minutos.
Mas o que ela mais gostou mesmo foi o sexo oral.
Eu não acreditava que ninguém tinha comido ela como ela merecia.
Mas a hora chegou e nós dois estávamos esperando ansiosos.
Ela começou a provocar.
Que faltava pouco pra ser maior de idade.
E que eu não podia mais negar.
Eu respondia: "Nena, você não sabe o que quer.
Eu sou um homem e você é uma menina.
Não sou o que você imagina.
Você sempre ficou com moleques.
Eu sou outra parada."
Ela respondia: "É isso que eu quero.
Quero provar um homem como você."
Eu ria e pensava: "Essa mina vai levar com tudo."
O aniversário dela chegou e ela disse pros pais que depois da escola ia sair pra comer com as amigas e que não sabia que horas voltaria.
Os pais, que confiavam nela,
como se nada fosse, disseram que não tinha problema.
E pra ela se cuidar.
Ao sair da escola, ela foi tomar uns mates e comer bolo com as amigas.
Mas pelo Whatsapp ela me mandava: "A festa não é essa.
A festa que eu quero é na sua casa."
Quando todo mundo pensava que ela tava com as amigas, ela veio pra minha casa. Foi uma loucura total.
Quando eu entrei pela porta.
A mina não ligou pra nada e me comeu a boca.
Ela tava mais que decidida que tudo ia rolar.
E que eu percebesse que não aceitaria um não como resposta.
Já tava tudo dito e feito.
Aquela mina que tava me enlouquecendo há anos.
Já tava em casa.
O uniforme de escola dela.
O perfume dela e o corpo bem torneado.
O cabelo castanho e os olhos verdes.
Os lábios dela recebiam os meus, com beijos muito quentes mas ao mesmo tempo carinhosos.
As mãos dela tocavam meu corpo.
Os olhos dela me olhavam safadamente.
E com aquele sorriso lindo.
Minhas mãos se apossaram do corpinho dela.
Toquei a bunda redonda e firme dela.
Ela curtia meus amassos.
Os peitos dela também receberam um tratamento parecido.
Enquanto minhas mãos tocavam a bunda e os peitos dela.
Ela não perdia tempo metendo a mão dentro da minha calça.
E aí ela percebeu a diferença entre um homem e os moleques que ela tava acostumada.
Mari: Caralho!!!!
Tu tem uma pica do caralho.
Nunca senti uma assim?
Eu: Feliz aniversário, gata. É uma pica de adulto, cê gosta?
Ou quer deixar tudo assim?
Ainda dá tempo.
Mari: Pô, é grandona.
Não vou me arrepender.
Quero provar, se você deixar.
Tava tudo dito.
Ela, feliz, decidiu ver o presente dela, sem esperar.
Sem hesitar por um minuto, foi me beijando aos poucos enquanto eu me despia.
A cara dela mudou quando viu meu pau na frente do rosto dela.
Foi uma mistura de surpresa e admiração.
Nunca viu um assim.
E era lógico.
Nunca esteve com alguém mais velho.
Com corpo grande e outros atributos que os moleques não têm.
Ela foi muito meiga.
Pegou ele suavemente.
Curtiu aquele encontro.
Acariciou e beijou com cuidado.
Sem pressa, descobrindo o gosto por uma pica madura.
Os beijos e a língua dela percorreram toda a minha pica.
Minhas bolas.
As carícias dela acompanhavam tanta doçura.
Chupava muito bem, a mina.
E curtia.
Pra caralho.
Dava pra notar que ela tinha alguma experiência.
Foi um baita desafio chupar um pau como o meu.
Mas aos poucos ela foi se dando ao prazer.
Mari: mmm nunca tive uma rola assim mmm
Adoro que seja grande.
Que eu tenha que me esforçar pra meter na boca mmm.
É uma delícia.
A textura, o cheiro, o gosto... mmmm
Adoro.
Eu: Mmm sim, gatinha mmm
Adoro o boquete que você faz.
Amo como você chupa.
Uiii, sim, adoro.
A boca pequena dela chupava e saboreava
minha pica enquanto eu curtia.
E enquanto isso, eu passava a mão no corpo todo daquela gostosa.
Tirei a camiseta dela pra poder aproveitar os peitos.
Só descobri elas um pouco pra morder e brincar com ela.
Enquanto a gata mamava no meu pau.
Depois foi minha vez de saborear.
Deitei ela na cama. E chupei seus peitos.
Como se fosse um bebê.
Beijava ela e os peitos dela, deixando ela louca.
Quando chupei a buceta dela, ela tava muito quente.
Passava a língua pelos lábios dela e mordia eles.
Maria: Ayyy que gostoso, Mauri.
Simmm, como sua língua é boa...
Você é tudo, gosto muito...
Ah sim ahahaha.
Eu curtia a buceta quente e suculenta dela.
Enquanto ela se revirava na cama.
Gritando e gemendo.
Maria: Ayyy Deus, me fode por favor.
Mmm, não aguento mais, ayyy Deus, sim.
Quero seu pauzão dentro de mim.
Mmm Deus, tô muito quente, Mau...
Eu: Implora por pau, putinha.
Implora pra eu meter.
Enquanto meu pau batia na buceta dela.
Maria: Uyyy, não seja mau, papai.
Mete, uyyy, vai.
Me fode, quero seu pau dentro de mim.
Por favor, papai, me fode.
Ela pegou meu pau e encaixou.
Sozinha.
Abriu a boca e fez uma careta.
Ao deslizar meu pau dentro da bucetinha apertada dela.
Gemia como uma puta no cio, mas adorava como eu a fodia.
Pouco a pouco foi engolindo ele.
Pouco a pouco.
Bem quente e fundo.
Mari: Aiiii meu deus, você tá metendo seu pau bem lá dentro.
Dói, mas não quero que tire, mmm.
Que prazer, meu deus.
Não goza, por favor, mmmm.
Deus, seu pau tá bem quente e duro.
Não goza, tá?
Ah ah ha ha mmmmm.
Uf, sim, que gostoso, vou gozar.
Mmmmhahahaha.
Siiim, meu deus.
Use a palavra: buceta tava apaixonada.
Meu pau se cravava bem fundo.
Saía e entrava num ritmo calmo.
Ela gemia e curtia.
Tava matando ela de porrada, mas.
Não parava de aproveitar.
E repetia: não goza ainda.
A putinha tava no céu, me dando orgasmo atrás de orgasmo.
A buceta dela tava se esbaldando de pau.
Eu: Calma, gata, não vou gozar em você.
Aproveita e aguenta, que quero te foder por horas.
Trocamos de posição.
Coloquei ela por cima de mim.
Fiz ela cavalgar como uma puta.
Ela olhava e não acreditava que a buceta dela.
Tava engolindo toda a minha pica.
Mari: Ufff, deus, que delícia isso...
Mmmm, sim.
Cê gosta, papai?
Te faço de vaivém, hahaha.
Mmmm.
Eu: Sim, adoro sua xerequinha.
Isso, cavalga bem no teu pau, gata.
Mari: Mmm, que gostoso, gosto muito.
Quero que me dê mais disso.
Nossa, posso ficar o dia todo?
Eu: Pra mim, sem problema. Fica o dia todo.
E os dias que quiser.
Quanto mais eu comia ela, mais vontade eu tinha, e ela já não aguentava mais.
Eu queria mais daquele corpo lindo.
Ela virou sozinha e quis foder sentada.
A mina já tava cansada.
Mas ao mesmo tempo.
Continuava curtindo cada centímetro da minha pica.
Coloquei ela em todas as posições.
E percebi que a mina precisava de um respiro.
Transando com toda a energia, ouvindo seus gemidos.
Falei: quero gozar.
E a puta me surpreendeu de novo.
Mari: — Não goza dentro, não.
Quer que eu chupe ela??
Eu: — Uau, gata, vem chupar e tira todo meu leite.
A puta chupava igual uma louca.
Até que me fez gozar.
Meu leite inundou a boca dela.
E ela não parava de chupar.
Tirou até a última gota da minha pica.
Ela me mostrou como brincava com meu gozo.
Até engolir tudo.
Mari: “Nossa, seu gozo é uma delícia.”
“Gostei.”
“Acho que me apaixonei por você?”
Eu: “Que garota gostosa, você é demais.”
“Pena que não te comi antes.”
Mari: “Sério?”
“Foi a melhor foda da minha vida.”
“Você me comeu por horas.”
“Aproveitei seus beijos, carícias.”
“E tudo, sério, tô louca por você.”
Ficamos conversando, e a surpresa da mina foi quando, depois de um tempo, meu pau endureceu de novo.
Eu comi ela por mais algumas horas.
E foi assim que a garota ficou viciada no meu pau.
Ela passava dias inteiros comigo.
Fins de semana, e fui ensinando e fazendo ela aproveitar o pau por anos.
Continua...
P.S.: Bom, amig@s, espero que tenham gostado.
Lembrem de deixar o comentário de vocês. Pra eu continuar postando.
E fazer a segunda parte.
Valeu por me lerem.
Maury-solo-yo.
Como sempre, agradeço de coração por lerem minhas histórias.
Pelas mensagens privadas e pela boa energia de todos vocês.
Hoje apresento pra vocês a Mari.
Uma amiguinha que conheci no Facebook.
Já fazia uns dois anos que a gente se falava.
E muitas vezes ela passava aqui na minha oficina.
Dava pra ver que ela tava afim de sexo.
Mas como ela era menor, sempre fui claro com ela.
Que entre nós não podia rolar nada além de uma boa amizade.
E entre a gente...
Foi foda pra caralho não aproveitar aquela juventude gostosa.
Ela sempre vinha com o uniforme de colegial que me deixava louco.
E os pais dela, que não davam a mínima pra ela.
A mina com os hormônios a mil.
E os pais deixavam ela fazer o que quisesse.
O tempo foi passando e a menina logo fez a idade certa.
Com 18 aninhos recém-completados, já não dava mais pra dizer não.
Ela já era uma mulher e, sem dúvida nenhuma,
foi atrás do que queria há anos.
Ela teve experiências bem pouco satisfatórias, pelo que me contou.
Duas penetrações que ela curtiu por uns 5 minutos.
Mas o que ela mais gostou mesmo foi o sexo oral.
Eu não acreditava que ninguém tinha comido ela como ela merecia.
Mas a hora chegou e nós dois estávamos esperando ansiosos.
Ela começou a provocar.
Que faltava pouco pra ser maior de idade.
E que eu não podia mais negar.
Eu respondia: "Nena, você não sabe o que quer.
Eu sou um homem e você é uma menina.
Não sou o que você imagina.
Você sempre ficou com moleques.
Eu sou outra parada."
Ela respondia: "É isso que eu quero.
Quero provar um homem como você."
Eu ria e pensava: "Essa mina vai levar com tudo."
O aniversário dela chegou e ela disse pros pais que depois da escola ia sair pra comer com as amigas e que não sabia que horas voltaria.
Os pais, que confiavam nela,
como se nada fosse, disseram que não tinha problema.
E pra ela se cuidar.
Ao sair da escola, ela foi tomar uns mates e comer bolo com as amigas.
Mas pelo Whatsapp ela me mandava: "A festa não é essa.
A festa que eu quero é na sua casa."
Quando todo mundo pensava que ela tava com as amigas, ela veio pra minha casa. Foi uma loucura total.
Quando eu entrei pela porta.
A mina não ligou pra nada e me comeu a boca.
Ela tava mais que decidida que tudo ia rolar.
E que eu percebesse que não aceitaria um não como resposta.
Já tava tudo dito e feito.
Aquela mina que tava me enlouquecendo há anos.
Já tava em casa.
O uniforme de escola dela.
O perfume dela e o corpo bem torneado.
O cabelo castanho e os olhos verdes.
Os lábios dela recebiam os meus, com beijos muito quentes mas ao mesmo tempo carinhosos.
As mãos dela tocavam meu corpo.
Os olhos dela me olhavam safadamente.
E com aquele sorriso lindo.
Minhas mãos se apossaram do corpinho dela.
Toquei a bunda redonda e firme dela.
Ela curtia meus amassos.
Os peitos dela também receberam um tratamento parecido.
Enquanto minhas mãos tocavam a bunda e os peitos dela.
Ela não perdia tempo metendo a mão dentro da minha calça.
E aí ela percebeu a diferença entre um homem e os moleques que ela tava acostumada.
Mari: Caralho!!!!
Tu tem uma pica do caralho.
Nunca senti uma assim?
Eu: Feliz aniversário, gata. É uma pica de adulto, cê gosta?
Ou quer deixar tudo assim?
Ainda dá tempo.
Mari: Pô, é grandona.
Não vou me arrepender.
Quero provar, se você deixar.
Tava tudo dito.
Ela, feliz, decidiu ver o presente dela, sem esperar.
Sem hesitar por um minuto, foi me beijando aos poucos enquanto eu me despia.
A cara dela mudou quando viu meu pau na frente do rosto dela.
Foi uma mistura de surpresa e admiração.
Nunca viu um assim.
E era lógico.
Nunca esteve com alguém mais velho.
Com corpo grande e outros atributos que os moleques não têm.
Ela foi muito meiga.
Pegou ele suavemente.
Curtiu aquele encontro.
Acariciou e beijou com cuidado.
Sem pressa, descobrindo o gosto por uma pica madura.
Os beijos e a língua dela percorreram toda a minha pica.
Minhas bolas.
As carícias dela acompanhavam tanta doçura.
Chupava muito bem, a mina.
E curtia.
Pra caralho.
Dava pra notar que ela tinha alguma experiência. Foi um baita desafio chupar um pau como o meu.
Mas aos poucos ela foi se dando ao prazer.
Mari: mmm nunca tive uma rola assim mmm Adoro que seja grande.
Que eu tenha que me esforçar pra meter na boca mmm.
É uma delícia.
A textura, o cheiro, o gosto... mmmm
Adoro.
Eu: Mmm sim, gatinha mmm
Adoro o boquete que você faz.
Amo como você chupa.
Uiii, sim, adoro.
A boca pequena dela chupava e saboreava
minha pica enquanto eu curtia.
E enquanto isso, eu passava a mão no corpo todo daquela gostosa.
Tirei a camiseta dela pra poder aproveitar os peitos.
Só descobri elas um pouco pra morder e brincar com ela. Enquanto a gata mamava no meu pau.
Depois foi minha vez de saborear.
Deitei ela na cama. E chupei seus peitos.
Como se fosse um bebê.
Beijava ela e os peitos dela, deixando ela louca.
Quando chupei a buceta dela, ela tava muito quente.
Passava a língua pelos lábios dela e mordia eles.
Maria: Ayyy que gostoso, Mauri.
Simmm, como sua língua é boa...
Você é tudo, gosto muito...
Ah sim ahahaha.
Eu curtia a buceta quente e suculenta dela.
Enquanto ela se revirava na cama.
Gritando e gemendo.
Maria: Ayyy Deus, me fode por favor.
Mmm, não aguento mais, ayyy Deus, sim.
Quero seu pauzão dentro de mim.
Mmm Deus, tô muito quente, Mau...
Eu: Implora por pau, putinha.
Implora pra eu meter.
Enquanto meu pau batia na buceta dela.
Maria: Uyyy, não seja mau, papai.
Mete, uyyy, vai.
Me fode, quero seu pau dentro de mim.
Por favor, papai, me fode.
Ela pegou meu pau e encaixou.
Sozinha.
Abriu a boca e fez uma careta.
Ao deslizar meu pau dentro da bucetinha apertada dela.
Gemia como uma puta no cio, mas adorava como eu a fodia.
Pouco a pouco foi engolindo ele.Pouco a pouco.
Bem quente e fundo.
Mari: Aiiii meu deus, você tá metendo seu pau bem lá dentro.
Dói, mas não quero que tire, mmm.
Que prazer, meu deus.
Não goza, por favor, mmmm.
Deus, seu pau tá bem quente e duro.
Não goza, tá?
Ah ah ha ha mmmmm.
Uf, sim, que gostoso, vou gozar.
Mmmmhahahaha.
Siiim, meu deus.
Use a palavra: buceta tava apaixonada.
Meu pau se cravava bem fundo.
Saía e entrava num ritmo calmo.
Ela gemia e curtia.
Tava matando ela de porrada, mas.
Não parava de aproveitar.
E repetia: não goza ainda.
A putinha tava no céu, me dando orgasmo atrás de orgasmo.
A buceta dela tava se esbaldando de pau.
Eu: Calma, gata, não vou gozar em você.
Aproveita e aguenta, que quero te foder por horas.
Trocamos de posição.
Coloquei ela por cima de mim.
Fiz ela cavalgar como uma puta.
Ela olhava e não acreditava que a buceta dela.
Tava engolindo toda a minha pica.
Mari: Ufff, deus, que delícia isso...
Mmmm, sim.
Cê gosta, papai?
Te faço de vaivém, hahaha.
Mmmm.
Eu: Sim, adoro sua xerequinha.
Isso, cavalga bem no teu pau, gata.
Mari: Mmm, que gostoso, gosto muito.
Quero que me dê mais disso.
Nossa, posso ficar o dia todo?
Eu: Pra mim, sem problema. Fica o dia todo.
E os dias que quiser.
Quanto mais eu comia ela, mais vontade eu tinha, e ela já não aguentava mais.
Eu queria mais daquele corpo lindo.
Ela virou sozinha e quis foder sentada.
A mina já tava cansada. Mas ao mesmo tempo.
Continuava curtindo cada centímetro da minha pica.
Coloquei ela em todas as posições.
E percebi que a mina precisava de um respiro.
Transando com toda a energia, ouvindo seus gemidos.
Falei: quero gozar.
E a puta me surpreendeu de novo.
Mari: — Não goza dentro, não.
Quer que eu chupe ela??
Eu: — Uau, gata, vem chupar e tira todo meu leite.
A puta chupava igual uma louca.
Até que me fez gozar.
Meu leite inundou a boca dela.
E ela não parava de chupar.
Tirou até a última gota da minha pica.
Ela me mostrou como brincava com meu gozo. Até engolir tudo.
Mari: “Nossa, seu gozo é uma delícia.”
“Gostei.”
“Acho que me apaixonei por você?”
Eu: “Que garota gostosa, você é demais.”
“Pena que não te comi antes.”
Mari: “Sério?”
“Foi a melhor foda da minha vida.”
“Você me comeu por horas.”
“Aproveitei seus beijos, carícias.”
“E tudo, sério, tô louca por você.”
Ficamos conversando, e a surpresa da mina foi quando, depois de um tempo, meu pau endureceu de novo.
Eu comi ela por mais algumas horas.
E foi assim que a garota ficou viciada no meu pau.
Ela passava dias inteiros comigo.
Fins de semana, e fui ensinando e fazendo ela aproveitar o pau por anos.
Continua...
P.S.: Bom, amig@s, espero que tenham gostado.
Lembrem de deixar o comentário de vocês. Pra eu continuar postando.
E fazer a segunda parte.
Valeu por me lerem.
Maury-solo-yo.
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