Tudo começou uma tarde em que eu esperava um delivery. A toda hora eu me espiava pela janela do apartamento. Moro no terceiro andar e bem na frente mora o senhor Augusto. Um homem mais velho que eu sempre via sair bem cedo e voltar várias vezes ao dia. Todo mundo no bairro conhece ele, parecia ser bem sociável. Eu, por minha vez, tô começando a morar sozinha; meu namorado vem me visitar de vez em quando pra ouvir música. A gente transa e depois ele vai embora continuar ensaiando com o grupo de Trap dele.
Enquanto fumo um cigarro, fico observando o Sr. Augusto conversar um pouco com o homem da banca da esquina, que parece ter a mesma idade que ele. Me chama a atenção como os dois olham pras minas que passam como se fossem uns moleques. Naquela hora, comecei a pensar se eles ainda eram ativos sexualmente; foi uma curiosidade besta que tive. Mas por tédio, talvez, comecei a imaginar como seria um homem da idade dele pelado. As coisas que ele podia fazer com toda a experiência dele, ou se realmente podia ser uma experiência bem ruim.
Mas o entregador apareceu na avenida e desci rapidão pra pegar minha comida chinesa. Tava com muita fome e não queria esperar. E quando abro a porta da recepção, o Sr. Augusto tava entrando. Ele se afasta e me dá passagem, segura a porta pra eu sair e ainda fecha ela, me dando bom dia. Isso foi bem legal da parte dele, mas não pensei muito nisso porque a fome tava me dominando. Peguei minha comida e subi pro meu apê pra comer. Liguei a TV enquanto comia e, quando terminei, acendi um cigarro.
Naquela hora, voltei a pensar no Sr. Augusto. A ideia de uma pessoa da idade dele ter relações sexuais me dava uma certa curiosidade e um tesão, então abri meu computador e comecei a pesquisar.velhos comendo novinhas na internetMe deparei com uns vídeos pornô que me pareceram excitantes. Homens mais velhos que passam um tempão chupando a buceta e os peitos das novinhas, é algo que causa um certo tesão. Com meu namorado, o sexo era muito básico: ele chegava, se jogava no sofá e tirava o pau pra eu chupar, depois me colocava de quatro e me comia um pouco até gozar. Sempre achei que era o normal ou o que devia ser feito, mas ver que dava pra ficar deitada enquanto um homem me beijava o corpo inteiro fez a puta que existe em mim se agitar um pouco.
Até que umas semanas depois, resolvi dar o passo. Bati na porta do Sr. Augusto pra pedir um pouco de café. Sabia que ele me daria; sabia que ele era muito gentil e prestativo, mas não esperava o resto. Quando abriu a porta, me cumprimentou com muito carinho e me fez entrar. Mandou eu sentar no sofá e pegou dois tipos diferentes de café. Começou a explicar as diferenças entre eles enquanto eu olhava ao redor da casa. Tudo estava muito limpo e arrumado, parecia que ele tinha um lugar pra tudo e sabia exatamente onde procurar cada coisa. Eu, no meu apartamento, tinha tudo espalhado e aquela sensação de não saber o que fazer da vida me dominava o tempo todo. Mas ali tinha um homem com várias garrafas de vinho organizadas e cada coisa na casa dele tinha seu lugar.
Me senti muito à vontade desde o começo e, mudando de assunto drasticamente, perguntei sobre o vinho que ele tinha. Ele começou a falar sobre os anos e as safras, mas de um jeito divertido enquanto ia pra cozinha pegar umas taças. Falava do buquê, abriu uma garrafa e me pediu pra provar. Eu provei, mas pra mim era só vinho, até que ele pegou uma garrafa cujo sabor eu gostei muito. Nessa hora, já tinha tomado duas taças e, embora não estivesse bêbada, já tinha relaxado o suficiente pra começar a falar um pouco. Levantei do sofá e, enquanto olhava pela janela, ele sentou onde eu estava e me Olhava. A conversa mudou quando ela me perguntou se eu estava estudando. Falei que no momento só tava fazendo um trampo de meio período e que tava pensando no que fazer. Ela disse que tava de boa, que eu tinha tempo pra pensar e que agora era só hora de experimentar coisas novas.Que nem aquele vinho que você adorou!, acrescento. Eu sorri e me sentei ao lado dele no sofá, bem coladinha, enquanto ele comentava como a juventude era linda.
O jeito dele falar e a calma dele me faziam sentir tranquila e segura. Sabia que ele não ia fazer nada a menos que eu tomasse a iniciativa. Essa sensação de controle me encantou, e foi nesse momento que coloquei minhas mãos nas pernas dele e comecei a apertar por cima da calça. Ele levantou o braço e começou a acariciar meu cabelo. Aproximou o rosto do meu, e o jeito como ele me olhava era muito meigo. Me sentia cativada, e talvez o vinho tenha ajudado nisso, mas eu queria continuar sentindo um homem me tratar com carinho. Me aproximei ainda mais dele e comecei a tocar no pau dele, ele começou a acariciar meus peitos suavemente, e ficamos assim por um bom tempo. Em alguns minutos, o pau dele já estava duro, mas ele continuava muito calmo e não parava de me tocar com leveza.
Nesse ponto, eu me sentia pronta pra dar um boquete e deixar ele meter o pau dentro da minha buceta, mas não foi isso que aconteceu. O Sr. Augusto se deitou sobre mim e começou a beijar meu pescoço. Passava a língua devagar, da minha orelha até o pescoço, e eu comecei a ficar muito excitada. Sentia que precisava ser penetrada, mas ele estava tomando o tempo dele. Não sabia se ele realmente ia me foder ou se seria só mais uma daquelas vezes em que eu terminaria em casa me masturbando. Mas ele só se certificava de que eu estivesse bem quente.
E eu me deixei levar, tirei a camisa e observava como ele estava montado em mim, aproveitando meus peitos como se fossem um manjar. Me senti muito lisonjeada e desejada: um homem querer te devorar inteira e te tocar como se você fosse a mulher mais gostosa do mundo é algo que faz você se sentir muito bem. Minha pelve batia na barriga dele, e ele ainda não tinha tocado na minha buceta. Só beijava meu pescoço e meus peitos com muita paixão. Até que a vontade tomou conta de mim e eu abaixei minha calça pra sentir o pau dele. Minhas mãos não alcançavam o pau dele pra enfiar em mim, mas ele também não deixava que eu fizesse isso. Porque quando eu estava com as pernas abertas esperando que me penetrasse, ele desceu e começou a chupar minha buceta. Já tinha sentido uma lambida na racha, um garoto da escola uma vez fez isso muito rápido. Mas o Sr. Augusto tomou o tempo dele pra passar a língua por toda a minha xota e, sem eu esperar, já estava tendo um orgasmo. Enquanto passava a língua no meu clitóris, enfiava os dedos dentro de mim e isso me fez explodir.
Mas eu queria mais, muito mais, e só pensava em chupar o pau dele pra ele finalmente meter. Só que isso ainda não ia rolar. Ele mal tinha começado a me dar prazer. Depois de me fazer gozar duas vezes seguidas com sexo oral, ele montou em mim na posição de missionário e, com a ponta do pau, começou a esfregar de leve enquanto beijava meu pescoço. Isso me deixou ainda mais tesuda e, depois de um tempo nessa, ele finalmente meteu o pau. Aí eu já não me segurava mais, mexia minha bacia com força pra bater na dele enquanto me penetrava. Rapidinho gozei, apertando as nádegas dele. Ele ainda não tinha gozado e parecia que ainda tinha muito chão pela frente. O tempo perdeu o sentido depois do quarto orgasmo, eu só mexia minha cintura e a gente ainda tava na mesma posição. Eu tava toda suada e apertava a cabeça dele contra meu pescoço pra ele continuar me beijando. Passava as unhas nas costas dele e apertava as nádegas enquanto ele metia na minha buceta com muita força. O som da penetração deixava claro o quanto eu tava molhada, toda aquela água que se sentia na minha buceta vinha dos meus orgasmos e da excitação que eu tava. Até que chegou o quinto orgasmo e foi o mais intenso que eu já tive na vida.
Meu coração acelerou muito e minhas pernas se mexiam pra todo lado. Não sei quanto tempo durou, mas pra mim foi muito longo e muito intenso. Sem perceber, comecei a beijar a boca dele enquanto gozava e puxava o cabelo dele com muita força. Ali estava eu, de pernas abertas, respirando muito forte e muito satisfeita sexualmente. Mandei ele levantar e peguei o pau dele pra chupar ele, dessa vez eu deixei e com muita vontade eu sugava porque queria que ele gozasse em cima de mim. Queria fazer ele se sentir tão bem quanto ele tinha feito comigo. Depois de alguns minutos, fiz ele gozar nos meus peitos, peguei um lenço da calça dele e limpei meus seios. Ainda nus, ele se deitou no mesmo sofá com a cara pra cima e eu me deitei em cima dele. Fechei meus olhos e fiquei acariciando a barriga dele. Ele continuava me fazendo carinho e beijando minha testa. Não falamos nada por uns minutos e eu acabei dormindo ali. Depois de algumas horas acordei e o Sr. Augusto já não estava mais. Um cobertor me cobria e minha roupa estava arrumada no sofá. Pensei que ele tinha ido embora, mas ele só estava na cozinha preparando algo pra comer. Sentei e depois de comer um sanduíche, me vesti e fui pro meu apartamento. Agora vou na casa dele pelo menos uma vez por semana. Tomamos um vinho e transamos. Mesmo meu namorado sendo muito gostoso e tendo 23 anos, ele nunca me comeu igual meu amante de 56.https://www.byterelatos.com/tengo-18-anos-y-mi-amante-tiene-56-anos/
Enquanto fumo um cigarro, fico observando o Sr. Augusto conversar um pouco com o homem da banca da esquina, que parece ter a mesma idade que ele. Me chama a atenção como os dois olham pras minas que passam como se fossem uns moleques. Naquela hora, comecei a pensar se eles ainda eram ativos sexualmente; foi uma curiosidade besta que tive. Mas por tédio, talvez, comecei a imaginar como seria um homem da idade dele pelado. As coisas que ele podia fazer com toda a experiência dele, ou se realmente podia ser uma experiência bem ruim.
Mas o entregador apareceu na avenida e desci rapidão pra pegar minha comida chinesa. Tava com muita fome e não queria esperar. E quando abro a porta da recepção, o Sr. Augusto tava entrando. Ele se afasta e me dá passagem, segura a porta pra eu sair e ainda fecha ela, me dando bom dia. Isso foi bem legal da parte dele, mas não pensei muito nisso porque a fome tava me dominando. Peguei minha comida e subi pro meu apê pra comer. Liguei a TV enquanto comia e, quando terminei, acendi um cigarro.
Naquela hora, voltei a pensar no Sr. Augusto. A ideia de uma pessoa da idade dele ter relações sexuais me dava uma certa curiosidade e um tesão, então abri meu computador e comecei a pesquisar.velhos comendo novinhas na internetMe deparei com uns vídeos pornô que me pareceram excitantes. Homens mais velhos que passam um tempão chupando a buceta e os peitos das novinhas, é algo que causa um certo tesão. Com meu namorado, o sexo era muito básico: ele chegava, se jogava no sofá e tirava o pau pra eu chupar, depois me colocava de quatro e me comia um pouco até gozar. Sempre achei que era o normal ou o que devia ser feito, mas ver que dava pra ficar deitada enquanto um homem me beijava o corpo inteiro fez a puta que existe em mim se agitar um pouco.
Até que umas semanas depois, resolvi dar o passo. Bati na porta do Sr. Augusto pra pedir um pouco de café. Sabia que ele me daria; sabia que ele era muito gentil e prestativo, mas não esperava o resto. Quando abriu a porta, me cumprimentou com muito carinho e me fez entrar. Mandou eu sentar no sofá e pegou dois tipos diferentes de café. Começou a explicar as diferenças entre eles enquanto eu olhava ao redor da casa. Tudo estava muito limpo e arrumado, parecia que ele tinha um lugar pra tudo e sabia exatamente onde procurar cada coisa. Eu, no meu apartamento, tinha tudo espalhado e aquela sensação de não saber o que fazer da vida me dominava o tempo todo. Mas ali tinha um homem com várias garrafas de vinho organizadas e cada coisa na casa dele tinha seu lugar.
Me senti muito à vontade desde o começo e, mudando de assunto drasticamente, perguntei sobre o vinho que ele tinha. Ele começou a falar sobre os anos e as safras, mas de um jeito divertido enquanto ia pra cozinha pegar umas taças. Falava do buquê, abriu uma garrafa e me pediu pra provar. Eu provei, mas pra mim era só vinho, até que ele pegou uma garrafa cujo sabor eu gostei muito. Nessa hora, já tinha tomado duas taças e, embora não estivesse bêbada, já tinha relaxado o suficiente pra começar a falar um pouco. Levantei do sofá e, enquanto olhava pela janela, ele sentou onde eu estava e me Olhava. A conversa mudou quando ela me perguntou se eu estava estudando. Falei que no momento só tava fazendo um trampo de meio período e que tava pensando no que fazer. Ela disse que tava de boa, que eu tinha tempo pra pensar e que agora era só hora de experimentar coisas novas.Que nem aquele vinho que você adorou!, acrescento. Eu sorri e me sentei ao lado dele no sofá, bem coladinha, enquanto ele comentava como a juventude era linda.
O jeito dele falar e a calma dele me faziam sentir tranquila e segura. Sabia que ele não ia fazer nada a menos que eu tomasse a iniciativa. Essa sensação de controle me encantou, e foi nesse momento que coloquei minhas mãos nas pernas dele e comecei a apertar por cima da calça. Ele levantou o braço e começou a acariciar meu cabelo. Aproximou o rosto do meu, e o jeito como ele me olhava era muito meigo. Me sentia cativada, e talvez o vinho tenha ajudado nisso, mas eu queria continuar sentindo um homem me tratar com carinho. Me aproximei ainda mais dele e comecei a tocar no pau dele, ele começou a acariciar meus peitos suavemente, e ficamos assim por um bom tempo. Em alguns minutos, o pau dele já estava duro, mas ele continuava muito calmo e não parava de me tocar com leveza.
Nesse ponto, eu me sentia pronta pra dar um boquete e deixar ele meter o pau dentro da minha buceta, mas não foi isso que aconteceu. O Sr. Augusto se deitou sobre mim e começou a beijar meu pescoço. Passava a língua devagar, da minha orelha até o pescoço, e eu comecei a ficar muito excitada. Sentia que precisava ser penetrada, mas ele estava tomando o tempo dele. Não sabia se ele realmente ia me foder ou se seria só mais uma daquelas vezes em que eu terminaria em casa me masturbando. Mas ele só se certificava de que eu estivesse bem quente.
E eu me deixei levar, tirei a camisa e observava como ele estava montado em mim, aproveitando meus peitos como se fossem um manjar. Me senti muito lisonjeada e desejada: um homem querer te devorar inteira e te tocar como se você fosse a mulher mais gostosa do mundo é algo que faz você se sentir muito bem. Minha pelve batia na barriga dele, e ele ainda não tinha tocado na minha buceta. Só beijava meu pescoço e meus peitos com muita paixão. Até que a vontade tomou conta de mim e eu abaixei minha calça pra sentir o pau dele. Minhas mãos não alcançavam o pau dele pra enfiar em mim, mas ele também não deixava que eu fizesse isso. Porque quando eu estava com as pernas abertas esperando que me penetrasse, ele desceu e começou a chupar minha buceta. Já tinha sentido uma lambida na racha, um garoto da escola uma vez fez isso muito rápido. Mas o Sr. Augusto tomou o tempo dele pra passar a língua por toda a minha xota e, sem eu esperar, já estava tendo um orgasmo. Enquanto passava a língua no meu clitóris, enfiava os dedos dentro de mim e isso me fez explodir.
Mas eu queria mais, muito mais, e só pensava em chupar o pau dele pra ele finalmente meter. Só que isso ainda não ia rolar. Ele mal tinha começado a me dar prazer. Depois de me fazer gozar duas vezes seguidas com sexo oral, ele montou em mim na posição de missionário e, com a ponta do pau, começou a esfregar de leve enquanto beijava meu pescoço. Isso me deixou ainda mais tesuda e, depois de um tempo nessa, ele finalmente meteu o pau. Aí eu já não me segurava mais, mexia minha bacia com força pra bater na dele enquanto me penetrava. Rapidinho gozei, apertando as nádegas dele. Ele ainda não tinha gozado e parecia que ainda tinha muito chão pela frente. O tempo perdeu o sentido depois do quarto orgasmo, eu só mexia minha cintura e a gente ainda tava na mesma posição. Eu tava toda suada e apertava a cabeça dele contra meu pescoço pra ele continuar me beijando. Passava as unhas nas costas dele e apertava as nádegas enquanto ele metia na minha buceta com muita força. O som da penetração deixava claro o quanto eu tava molhada, toda aquela água que se sentia na minha buceta vinha dos meus orgasmos e da excitação que eu tava. Até que chegou o quinto orgasmo e foi o mais intenso que eu já tive na vida.
Meu coração acelerou muito e minhas pernas se mexiam pra todo lado. Não sei quanto tempo durou, mas pra mim foi muito longo e muito intenso. Sem perceber, comecei a beijar a boca dele enquanto gozava e puxava o cabelo dele com muita força. Ali estava eu, de pernas abertas, respirando muito forte e muito satisfeita sexualmente. Mandei ele levantar e peguei o pau dele pra chupar ele, dessa vez eu deixei e com muita vontade eu sugava porque queria que ele gozasse em cima de mim. Queria fazer ele se sentir tão bem quanto ele tinha feito comigo. Depois de alguns minutos, fiz ele gozar nos meus peitos, peguei um lenço da calça dele e limpei meus seios. Ainda nus, ele se deitou no mesmo sofá com a cara pra cima e eu me deitei em cima dele. Fechei meus olhos e fiquei acariciando a barriga dele. Ele continuava me fazendo carinho e beijando minha testa. Não falamos nada por uns minutos e eu acabei dormindo ali. Depois de algumas horas acordei e o Sr. Augusto já não estava mais. Um cobertor me cobria e minha roupa estava arrumada no sofá. Pensei que ele tinha ido embora, mas ele só estava na cozinha preparando algo pra comer. Sentei e depois de comer um sanduíche, me vesti e fui pro meu apartamento. Agora vou na casa dele pelo menos uma vez por semana. Tomamos um vinho e transamos. Mesmo meu namorado sendo muito gostoso e tendo 23 anos, ele nunca me comeu igual meu amante de 56.https://www.byterelatos.com/tengo-18-anos-y-mi-amante-tiene-56-anos/
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