Meu sogro começou a me chantagear e a me compartilhar com os amigos dele. Tudo começou num dia que teve festa de família na casa dos meus cunhados. Nessa ocasião, tanto eu quanto meu namorado ficamos muito bêbados. A gente tava em família e tinha planejado dormir lá naquela noite. Meu namorado ficou bebendo com alguns primos e irmãos dele, e eu tava com algumas tias e primas. Mas chegou uma hora que me senti muito alterada e me despedi pra ir dormir num dos quartos da casa. Eu já tava dormindo, com muito sono, e senti alguém deitar do meu lado e começar a me comer. Pensei que era meu namorado, que já tinha ido dormir. E por causa da bebida e do sono, só me deixei levar e dormi. Depois, soube da própria boca do meu sogro que ele tinha aproveitado que todo mundo tava bebendo e zoando pra me comer naquela noite. Ele entrou na minha cama sem ninguém perceber porque queria aproveitar a puta da nora dele. Meu sogro já tava me seguindo há um tempo, porque segundo ele, não confiava muito depois da putaria monumental que a gente tinha feito e de ele ter me visto transando com um cara perto da escola... Ele ficou sabendo que eu saía muito à noite com amigas e ainda arrumei um trampo de garçonete em Adrogué, num restaurante bar... Eu trabalhava até tarde às vezes, ou me mandavam trabalhar de dia, bem cedo... Ele me contou que ficou me vigiando por um bom tempo, e percebeu como eu ia com alguns dos meus chefes e alguns colegas de trabalho... pra hotéis ou casas particulares. Depois de juntar muitas provas das minhas infidelidades, meu sogro me chantageou pra continuar sendo a puta dele e dos amigos dele. Eu já tinha dado umas quantas vezes pra ele, mas uma mina não vive só de sexo, né? A questão é que eu precisava de grana, e queria ir morar com meu namorado... Mas sozinhos, não na casa do meu sogro. Ver meu sogro me dava nojo, aquele filho da puta tinha me estuprado, e eu, feliz da vida, me deixei foder... Mas já passou, foi um flash. Além disso, uma vez quando fui dar uma foda escondida com o velho, o pau dele não ficou tão duro, e decidi satisfazer minhas necessidades por outro lado... Numa sexta depois de chegar do trabalho, bateram na porta e fiquei muito surpresa ao ver que era meu sogro. "Eve, você está muito ocupada? Fala rápido o que precisa, tenho trabalho pra fazer de manhã cedo e quero dormir." "Olha, Evelin, vamos falar sem rodeios. Sei muito bem que você é uma puta, e não quero que se faça de santa. Já sei que quando meu filho está por perto, e até quando não está, você dá um jeito de sair de puta pra procurar quem te coma. Sei que já teve festas com vários homens, e essa história de que trabalha desde cedo no bar é mentira, porque te segui e vi que você entrava no bar sozinha e atrás de você uns três dos seus chefes. Então não me minta, mosca morta. Sei o que te deixa fraca de pau, e sei que primeiro você diz não, e depois que te comem gostoso, você não para de pedir mais e mais... Além disso, lembra quem foi que te fez MULHER... Já esqueceu? Vai negar? Hoje mesmo falei com seu chefe e ele me contou de algumas reuniões que você teve pros amigos dele. Você é uma puta tremenda e muito dedicada..." Eu, totalmente em choque e envergonhada por ter sido descoberta, respondi: "Não, sogro, é verdade." Depois de me ouvir aceitar tudo, ele confessou que, ao saber das minhas aventuras, planejou me transformar numa puta, mas na festa que ele tinha feito em casa, a excitação venceu e ele tinha sido o que foi se meter na cama comigo pra comer a nora puta dele. "Bom, já que passaram meses desde aquela vez que te comi, queria saber se à noite você tem tempo", ele dizia enquanto uma das mãos dele descia pra tocar minhas nádegas e apertá-las. Ele sussurrou no meu ouvido: "Se não aceitar minha proposta, tem que entender que vou ter que contar tudo pro meu filho." Passou pela minha cabeça mandar ele pra merda, mas ao mesmo tempo pensei que deveria aceitar o que ele pedisse pra acabar com tudo aquilo. Não queria que Rodrigo descobrisse a... Vida dupla que eu tenho levado desde que me apaixonei por ele. Com o toque das carícias dele e as palavras, conseguiram que eu dissesse: "que horas você passa pra me buscar, ou o que planeja fazer?" Ele disse: já falei com meu filho e ele não vai voltar até segunda-feira, deram trabalho extra pra ele, além disso ele também tá juntando pra comprar a casa e sabe o quanto você trabalha, pra mesma coisa, bom, sabe que você se fode trabalhando kkkkkkkkkk. Amanhã cedo passo aí, às 9 da manhã, se veste bem puta pra mim, igual quando você se veste de puta barata, vou te levar pra transar num lugar bom, tenho certeza que você vai gostar, agora liga pro Rodrigo e fala que arrumei uma faxina numa casa pra você, assim amanhã cedo eu passo. Liguei pro meu namorado e falei que de manhã o pai dele ia passar pra me levar na casa de alguém fazer um bico... (Ele ficou felizão...) Ele veio me buscar. Quando saímos, me virei e, ao fechar a porta do remis, ouvi ele murmurando: "sempre amei sua bunda, à noite eu bato uma às vezes pensando em como te arrebentei toda aquela vez..." enquanto eu tava no remis sentindo o olhar dele grudado na minha bunda. Chegando na casa, dei um suspiro e esperei... Não era longe, ficava perto do Jumbo Quilmes, tinha uma piscina na entrada e a casa era super linda... Naquela semana meu namorado tinha me falado que tava trabalhando no interior, então não tinha problema eu sair, e por isso abusei, e meu sogro, o velho filho da puta, me descobriu... Mas eu só fazia aquilo por dinheiro, depois da surra de pica que levei desse velho tarado, qualquer coisa era fácil... Kkkkkkkk... O bom é que eu não tinha que dar satisfação pra ninguém. Meu namorado sempre foi muito confiante e não preciso mostrar prova nem ligar pra ele. Naquele dia, coloquei umas botas pretas, uma mini justa preta e uma blusa florida, montada mas discreta, tava sexy mas não escandalosa... Meu Sogro: "que gostosa você tá, Eve" enquanto Ela levou a mão nas minhas pernas e eu só sorria... "Bom, e o que a gente vai fazer..." Eu pensando que ele ia me levar pra um quarto pra me comer do jeito que quisesse. "Já vai ver, putinha", "não se desespera, você vai gostar". Perguntei: "O que a gente vai fazer nessa casa?" Ele só respondeu: "Relaxa." Ficamos do lado de fora da casa esperando alguém abrir a porta, e abre a porta um cara... Ele abre a porta, cumprimenta bem respeitoso, e a gente vai pra garagem. Quando abriu, era tipo uma oficina mecânica; fiquei pasma, não acreditei. Eu imaginava entrando naquela casa bonita e, pelo contrário, ia entrar naquela oficina. "Aí?", falei. "Já entra, putinha, não se faz de rogada." Entrei sem muita vontade, esperando encontrar um colchão sujo ou algo assim, que teria sido melhor do que o que tinha de verdade. Ao entrar, vi uma mesa com uns caras, amigos do meu sogro, e já notei o olhar tarado me despindo. Antes que eu pudesse fazer algo, meu sogro se colocou atrás de mim e me empurrou pra dentro. "Cadê seus modos? Cumprimenta, Eve." Depois disse pros amigos: "Ela é a Evelin, mulher do meu filho, e veio pra servir as cervejas e nos atender, então se comportem bem com ela..." Todos riram enquanto ouviam meu sogro. Eu, confusa, me aproximei da mesa e estendi a mão pra cumprimentar, mas rapidamente o primeiro que eu abordei me puxou e me deu um beijo na bochecha, e todos os outros fizeram o mesmo. Meu sogro me chamou pra um canto onde todos estavam sentados. E me disse: "Ali está a geladeira, pega umas cervejas..." (Eram 10 da manhã e já iam beber...) "Sim, sogro, vou sim, obrigado, com licença." Andei e meus saltos fizeram barulho. "Agora me explica, sogro", falei, "como assim vou servir cerveja pra eles a essa hora? Você me trouxe pra ser sua garçonete?" Meu sogro respondeu: "Não se exalta. Serve as cervejas até acabar, e aí você e eu vamos nos divertir quando esses caras forem embora..." Falei: "No máximo três horas, senão à noite eu tenho que trabalhar e vou embora sozinha. ... porque eu vou embora meio que gritei pra ele... Ele só sorriu e não disse nada... "Ô putinha, traz quatro cervejas pra gente, depois você me paga", e foi sentar com os amigos dele. Só olhei pra ele meio puta, fiquei um momento nervosa sem saber se os amigos dele iam querer me apalpar ou fazer alguma coisa, mas tive que confiar no meu sogro, que ia ser só um tempinho e que tudo ia ficar bem. Quando levei a primeira rodada de cerveja, não tive a menor dúvida de que meu sogro tinha me levado pra me exibir como a putinha dele, porque todo mundo me olhava como se soubesse que ele tava me comendo. Tudo corria normal, tava há uma hora mais ou menos servindo as cervejas como se fosse garçonete dele, nesse tempo aproveitei pra tomar umas cervejas também, mas aqueles olhares começaram a fazer efeito em mim, e ao me sentir tão vulnerável e desejada, notei que comecei a ficar com tesão com os olhares que me davam. Depois de um tempo, quando meu sogro me chamou de novo pra eu chegar perto dele, as coisas mudaram de tom naquele momento. Quando me aproximei pra deixar as cervejas enquanto me inclinava na mesa, o amigo do meu sogro que chama Mário me deu um tapão bem forte na bunda e os amigos dele só riram, e eu fiquei vermelha, ao ver como me devoravam com os olhos. O tapa soou forte e ao mesmo tempo me excitei um pouco mais com aquela "carícia". Mário me disse: "Desculpa, putinha, é que é costume." "Ahã, entendo..." enquanto tentava agir naturalmente na frente dos amigos mecânicos dele. Como pude, me virei e caminhei de novo pra parte de trás e fiquei... mas em uns minutos me chamaram de novo pra levar mais uma rodada, o que me aliviou um pouco porque já tava acabando a cerveja. Quando me aproximei dessa vez, um dos amigos do meu sogro foi quem me deu um tapão não tão forte, mas daqueles que balançam bem a bunda. Quis virar pra olhar pra ele, mas a carícia dele me agradou. Ele me disse: "Ah, desculpa, é que você é tão gostosa que não consegui resistir." Eu só sorri pra ele diante do olhar Zoando dos outros e do meu sogrão, troquei de lugar e, quando me inclinei pra pegar outra cerveja de um dos amigos do meu sogro, esse também se mandou, me dando um tapinha mais leve na bunda, mas dessa vez com um apertão. Aí eu virei e olhei nos olhos dele, puta. Mas o outro falou: "É que você é tão gostosa, dá uma vontade danada de agarrar essa bunda estando tão perto." Já não disfarcei mais a raiva e fui andando com as garrafas, enquanto ouvia eles falarem pro meu sogro: "Pô, sua nora é muito gostosa... Como você convenceu ela a vir?" Meu sogro só ria. E eu me senti meio lisonjeada, por assim dizer. Tomei mais uma cerveja e o amigo do meu sogro me chamou de novo. Quando cheguei perto, dois dos amigos do meu sogro saíram da oficina, me deram um beijo, uma esfregada e um tapinha na bunda, apertando bem, enquanto falavam pra eu trancar a porta que iam buscar cerveja. Eles saíram, eu fechei a porta, mas o Mario me chamou pra ir com ele, mandou eu sentar do lado. Quando sentei, ele colocou a mão na minha perna na hora. Eu falei: "Fica quieto aí." Meu sogro disse: "Pode ficar tranquila com o Mario e os amigos dele, são de confiança." "Mas sogrão..." Sem me deixar terminar, ele completou: "Olha, ele já tá indo embora, e não se assusta com nada." Eu me conformei e deixei ele seguir, e foi aí que percebi que, apesar de terem bebido pra caralho, não estavam tão bêbados assim, e começaram a puxar papo obsceno. O Mario e os outros que ficaram me olhavam como se tentassem adivinhar de onde me conheciam. Depois de uns minutos falando do meu trampo, meu sogro mandou eu sentar no colo dele, o que fiz meio sem vontade, mas sentei. Meu sogro perguntou pro Mario: "Mario, queria falar algo pra Evelin?" Mario respondeu: "Sim, cara, que você é muito gostosa... E o Dom Aurelio já me contou que você faz maravilhas com a boca." Eu fiquei em choque, tipo, sem reação. Como em pausa, tentando digerir aquelas palavras. Meu sogro disse: "Se a Eve não é nada além da verdade, e meu amigo Mário quer que você dê uns boquetes nele, só um pouquinho, sim, sua putinha?" Eu não sou desse tipo, e não vim pra isso. Falei, me levantando do colo do meu sogro. "Ninguém tá dizendo que você é", disse meu sogro. "Só comentei com ele que você chupa muito gostoso, e ele quer saber se é verdade... Além disso, ele é viúvo há 4 anos e nesse tempo todo não pegou nada, e é só isso, depois ele vai embora, não despreza ele por ser velho." Enquanto falava isso, ele me segurava pela mão e eu olhava pro meu Mário, reparando na ereção dele. "Desde que você entrou, o pau dele ficou duro. Vai lá, não deixa ele passar mal", disse meu sogro. Olhei incrédula pro que ele tava me pedindo. E naquele momento, Mário se colocou atrás de mim. "Por favor, me dá uma chupadinha só, não seja má", disse Mário, enquanto meu sogro piscava o olho pra mim. Eu não sou puta... respondi. "Ok, tá bom", disse meu sogro, e meio irritado me pegou pelo braço e me levou pra parte de trás... "Se você não quer perder sua vida de puta, cala a boca e segue o jogo, porque senão eu conto pro Rodrigo a putaria monumental que a gente fez em casa, e ainda digo que seus pais te enfiaram numa festa no resto bar... E que seus colegas toda sexta, depois de fechar o bar, ficam aproveitando o quanto você é puta com eles. É isso que você quer? Quer que tudo desmorone?" Não falei nada, com a voz meio embargada... Esse velho sabia de muitas coisas. Voltamos e eu disse pro Mário que sim... Eu mesma não acreditava no que tava dizendo, muito menos no que ia fazer: chupar o pau de um amigo do meu sogro na frente dele e dos amigos dele. Me inclinei, e ele rapidamente puxou o pau semi-duro, escorrendo um líquido transparente. Ajoelhei e aproximei minha boca. Ele, só de sentir meu hálito, soltou um suspiro de prazer, que antes de terminar foi interrompido por uma expressão de puro êxtase, enquanto eu enfiava o pau dele na minha boca. boca, comecei a chupar, a saborear aquele pau novo pra mim, com gosto amargo de urina, e não muito limpo. Enquanto chupava, ele pegou meus cabelos e tirou do meu rosto, como se quisesse aproveitar a vista e não só minha boca, enquanto eu sentia alguém tocando minha bunda... comecei a ficar com tesão de verdade, gostava daqueles paus sujos, me excitava... estar chupando aquele pau me deixava louca, sentia o roçar da minha calcinha fio dental contra minha bunda enquanto alguém me dedava, eu não sabia quem era... e fiquei molhada, tava adorando. Enquanto mamava no Mario, conseguia ouvir meu sogro conversando com os outros: "Viu como ela chupa bem? haha" "Ela engole tudo, dá pra ver que é uma puta", diziam enquanto eu me concentrava em chupar aquele pau. Devem ter passado uns 5 minutos, na minha boca tinha formado espuma que eu tinha que tirar aos poucos, escorrendo pelos meus lábios formando fiozinhos, e foi quando aconteceu: "Ahhh, vou gozar", disse Mario. Começou a gozar na minha boca, eu fiquei parada pra receber bem e não manchar minha blusa ou sujar minha saia ou o rosto, e chupei com um pouco mais de força. "Uhm... já já", disse meu sogro pro Mario. "Mas pô, já que você gozou, eu tava só começando a pegar no tranco, sua puta hahaha" "Não, caralho, pô, o que você quer? Se ela chupa como uma puta profissional", respondeu Mario, entre suspiros e tremendo. Então eu olhei pra ele e sorri, meio grata por ter deixado eu provar aquele pau e ao mesmo tempo esperando encontrar no olhar dele uma indicação de que tinha gostado do que eu tinha acabado de dar. Aí ele me olhou, pegou meu rosto e disse: "Não sei o que esse velho te deu pra você ficar com ele, mas você é uma gostosa, garota... Me chupou como uma deusa. E olha que eu já comi umas vadias da escola técnica de Solano que eram terríveis... Mas você é demais." Disse enquanto arrumava o pau dentro da calça e eu me levantava. "Bom, meu Mario, já tenho que ir, manda um abraço pra sua mulher, a gente se vê depois", disse meu sogro. se despedindo. Mario só respondeu com um gesto de cumplicidade. Mario disse: "Nunca conheci uma puta mais gostosa na minha vida, valeu a pena quitar sua dívida, ainda por cima é uma garota doce, isso é o que mais me excita, a menina que ela é... Eu te fodo o dia todo e não vou te devolver mais... Hahahaha". "Eu te disse que ia pagar minha dívida e ainda vai ficar me devendo agora", disse meu sogro. Mario respondeu: "Sim, sim, a gente conversa depois, mas já estamos quites..." Meu sogro me pegou pelas mãos e disse: "Bom, já tenho que ir, espero que se comporte bem... fica com o Mario e obedece ele em tudo, eu volto mais tarde pra te buscar. Pra falar a verdade, fiquei com inveja de como você chupava o pau dele..." Meu sogro foi em direção à saída da oficina, enquanto eu fiquei ali paralisada vendo ele ir embora. Tentei perguntar sobre essa tal dívida que ele ia pagar. Só consegui perguntar: "Qual dívida, sogrão?" "Nada, nora, nada que te interesse, a gente se vê daqui a pouco, se diverte." Enquanto isso, um dos amigos do Mario que tinha ficado tirou o pau duro da calça e me agarrou pelo cabelo para eu me enfiar entre as pernas dele e chupar, enquanto eu olhava pra aquele pedaço de carne, ele só tirava o cabelo do meu rosto. Assim, de repente, começaram a tirar minha roupa. Primeiro foi minha blusa, baixaram até deixar meus peitos de fora, então os dois ficaram à disposição deles rapidinho, enquanto um levantava minha saia, o outro começou a apalpar meus peitos, beliscava, amassava, como se nunca tivesse tocado uns peitos brancos e duros como os meus. Ouviam-se assobios, os que estavam de espectadores gritavam "puta, puta, peitos gostosos" e começavam a se masturbar. Puxaram minha calcinha fio dental, a pressão que faziam na minha buceta já era demais e enfiaram uns dedos... Quando enfiaram os dedos na minha buceta, quase ao mesmo tempo o que estava me obrigando a fazer um boquete gozou na hora e jogou um monte de porra na minha boca... Parece que não transava fazia tempo. Eu gozo pra caralho.... Eu, entre engasgos, tentava respirar... e o filho da puta enfiava o pau semi-duro na minha boca... o que tava me dedando o cu parecia que tava colocando gosto e fazendo com amor porque já tava me esquentando... "Mas se você tá se mijando, putinha, hahaha, continua chupando" disse Mario enquanto outro velho chegava com o pau duro... Resignada, de joelhos, peguei o pinto dele, comecei a lamber, acariciar com minha língua, percorria aquele pau que não era nada mal, era bem comprido... "Que gostoso você chupa, puta, quem te ensinou vai pro céu, haha" disse outro enquanto eu olhava pra ele como quem diz "cala a boca, filho da puta" e continuava concentrada em aproveitar com minha boca aquele pau. Fiquei uns 5 minutos chupando aquele pau de olhos fechados, lembrando da vez que meu sogro me comeu, via os olhares, ouvia os "elogios" e de repente me dizem: "Levanta, putinha, pra te levarmos pra mesa, mas o que eu tava chupando não me soltava do cabelo e com o pau dele na boca e a mão de não sei quem enfiada no cu me fizeram andar igual um pinguim..." Tava com a bunda empinada por causa da posição e graças aos saltos das botas e as pernas meio abertas hahaha devia ser uma imagem do caralho pra eles... A única coisa que sentia era que tavam dedando meu cu gostoso, já tinham enfiado 2 dedos fácil e perdi a conta, mas 3 também... E a verdade, não sei por que, mas me esquentava que tocassem meu cu, como se me deixasse louca que usassem ele.... "Se você soubesse o quão puta você fica chupando assim, empinada, com essa bundona toda arrebitada" me dizia enquanto eu não parava de dar prazer com minha boca pra quem quer que se colocasse na minha frente... Mal pensava em como eu devia estar... quando senti que me pegaram pelas cadeiras e Mario pelos cabelos e um braço "Essa mina é putíssima, uma vagabunda de merda... Puta pesada" disse outro dos amigos enquanto arrancaram de uma vez a minha calcinha fio dental e deixaram minhas nádegas descobertas pra fazerem o que quisessem, eu já tava com o cu bem dilatado... E o Tava brincando com ele, já sabia... Ai, falei quando senti que meteram mais uns dedos, acho que já eram 3 ou 4, tava super gostosa... Puta merda, já queria ser comida... Tava muito tesuda, mas queria disfarçar... Ai, gritei de novo, era certeza que meteram outro dedo no meu cu, tava segura que eram 4 dedos... "Fica tranquila, putinha, a gente tá se divertindo", disse o Mario. Enquanto ele falava isso, eu já tava no fogo total, o segundo amigo aproveitou pra me dar umas palmadas fortes que me fizeram gritar "AAAHHHH, não me bate assim de novo!" Aquilo tinha doído. "Que rabo lindo... nada mais lindo", disse o segundo. "Essa putinha é bem gostosa, hahaha", falavam enquanto não me soltavam e puxavam forte meu cabelo. "Me solta, me solta!" eu pedia, sem resposta deles, já tavam me tratando mal... Começaram bem, mas tavam cagando tudo. "Te solto só se prometer que vai se comportar com a gente e nos atender como a putinha que você é", falou o Mario. E eu respondi que sim, pra isso que tô aqui... Enquanto falava, sentia outro amigo esfregando o pau duro entre minhas nádegas, e ao mesmo tempo tentava meter no meu cu. O dos dedos tinha ido pra frente, e agora minha buceta já tava pronta pra ser curtida por qualquer um deles... Foi quando decidi tentar me jogar no chão, mas o que queria me comer me segurou firme pela cintura e não deixou. "Que égua, pô, não tava tudo pronto? hahaha", disse um. "Já já fica" (ele falou). "Se ajeita pra eles te comerem", falou o Mario. "Nãooo", respondi, tentei me jogar no chão de novo, sentia muito tesão, queria dar uma baixada, queria me sentir mal, não queria que me usassem e que eu gostasse... Eu queria não gostar... Mas meu corpo dizia outra coisa... "Fica quieta, putinha! Agora você é minha puta, já paguei seu sogro e é melhor você fazer o que eu mando! Ouviu?", ele disse... E eu sorria por dentro: esse é um idiota atômico... Não sei... Não percebem nada... Kkkkkkk e eu ria por dentro... Fiquei parada assim, toda puta, assim. Agora, prepara essa bundinha que ainda tem mais paus pra chupar. Obedeci, já com tesão..., enquanto sentia o pau de outro se acomodando na entrada da minha buceta. Eu sorria e pensava: minha raba tá aberta de par em par e querem me foder pela buceta. Por que não se decidem ou por que não percebem?... Kkkkkkk tava louca pensando merda. "Mmm, puta, tu tá toda molhada" disse enquanto enfiava o pau na minha buceta molhada, e eu não consegui evitar um gemido de prazer e virei inconscientemente pra olhar ele. Vi o olhar dele, cheio de luxúria, de tesão, prestes a possuir o corpo de uma garota, ainda jovem, no auge da forma e beleza, e eu me sentia tão puta, tão vulgar, tão excitada por estar ali, pronta pra vários caras se satisfazerem com meu corpo, enquanto meu namorado tava trabalhando, achando que eu tava em casa limpando kkkkkkk. Sim, paus na minha boca, eu dizia pra mim mesma... Senti o pau começando a entrar em mim, sentia ele entrando na minha buceta gostoso... O tesão tava me dominando. "Ahhhh, que apertada que essa puta é" disse quando enfiou metade do pau dentro de mim. "Quanto mais enfia, mais apertada fica, né? Putinha, tu é especial" disse. "Ahhhmmm" "Você vai continuar chupando o meu" disse outro. Me fez levantar a cara e soltou meu braço, mandando eu chupar o pau dele. O que tava metendo gozou e foi pro lado pra apalpar minha bunda como pudesse... Senti minha boca batendo na pélvis desse cara por causa da força das penetrações do que começou a foder minha buceta, que tava me perfurando muito bem. Foi então que ele começou a bombar cada vez mais forte, me segurando pela cintura e pegando ritmo. Sentia uma delícia quando aquele desconhecido entrava em mim, como acariciavam meus peitos, apalpavam minha bunda, enfiavam os dedos... Tava muito quente, não sei se... Eles percebiam, mas eu já não aguentava mais... Os outros esticavam as mãos para apertar meus peitos. "Chupa bem, sua puta", e ele passou a pica no meu rosto. Mais um veio e me disse pra só me deixar levar, e a cada estocada, o que estava atrás enfiava cada vez mais aquela pica. E lá estava eu, sendo a puta de sempre, entregue pra aqueles mecânicos tarados, abandonada pelo meu sogro, pra satisfazer o Mario e os quatro amigos dele que tinham ficado — seriam os sortudos que iam curtir meu corpo. Pouco tempo depois de estar sendo comida por eles, minhas pernas começaram a tremer, eu estava prestes a ter um orgasmo, que se sincronizou com a gozada do que estava dentro de mim. A gozada dele foi tão abundante que, mesmo sem tirar a pica e com as estocadas contínuas, o sêmen escorreu do meu corpo, descendo pelas coxas. "Aiii, que delícia que você é, puta, aperta como uma novinha", ele disse. Era tanta a minha lubrificação e tão profundas as estocadas na minha buceta que, inevitavelmente, veio meu primeiro orgasmo, e eu terminei apertando a pica dele com meu gozo. Senti como comecei a gozar e estava me transformando... "Ahhhh, que puta gostosa, ahhhh!" ele gritava enquanto esvaziava o sêmen nas minhas entranhas, e eu tirava a pica de outro da minha boca pra soltar um gemido de prazer no momento em que sentia a pica dele pulsar. Enquanto eu curtia aquela pica pulsante que estava descarregando todo o leite dentro da minha buceta, eu me perguntava se iam me atender pelo cu — ninguém estava me dando atenção, e eu já queria que me arrombassem... Kkkkk... O que eu estava fazendo o boquete caiu desabado numa cadeira, depois de gozar dentro de mim. Enquanto o quarto, que só observava até aquele momento, se levantou, me colocou em cima da mesa e agora era ele quem ia se satisfazer com a minha buceta cheia de porra. "Agora vamos ser irmãos de leite, compadre..." ele disse pra outro, que há instantes estava me furando. Outro me levantou um pouco pra... acomodar o pau dele em mim e começou a bombar sem pena minha buceta molhada. A cada metida a mesa mexia e eu gemia enquanto o Mario e os outros dois nos olhavam hipnotizados. "Você tá bem escorregadia, puta, ahhhh", eles diziam. "Ahhhhh não ooooooo, que gostosa você tá". "Aghhhhhh, sim, enfia mais, assim", eu dizia já virando uma puta. "Toma meu pau, puta, toma meu pau, sua prostituta infeliz!" ele me xingava enquanto me metia e eu recebia gostosa cada penetração. Senti que ia ter outro orgasmo, raramente tinha dois tão rápido, quando não me comiam o cu... e agora ia pro segundo, comecei a gemir como uma cadela no cio. "Aahhhh sim, puta barata, quer que eu goze dentro, né, puta? Quer que eu encha você como um peru, hein, puta?" "Aaa simmm", respondi desejando aquele pau gostoso que tava me metendo tão delicioso. Segundos depois a gozada daquele pau gostoso invadiu minhas entranhas, dessa vez com um jato claro de porra quente que espirrou nas minhas nádegas e imediatamente começou de novo uma bombada até o fundo de mim. Sentia o pau dele inchado como uma mangueira enchendo meu útero com o esperma quente e grosso enquanto ele me segurava pelos cabelos, puxando minha cabeça pra trás, e a cintura dele tava totalmente colada nas minhas nádegas. Ele tirou o pau e começou a sair a mistura dos dois leites da minha buceta, escorrendo pelas minhas coxas e sujando um pouco minhas botas. Me deixei cair no chão pra descansar um momento e recuperar o fôlego. "Nunca conheci uma puta mais gostosa na minha vida, valeu cada centavo", eles disseram. Mario respondeu: "Te falei que essa puta era das melhores." "É, sim, porra, como uma profissional toda..." disse o que tava na cadeira... descansando... Como pôde, arrumou a calça e a camisa, se despediu de todos e saiu da oficina, enquanto eu ainda no chão tentei perguntar sobre isso de terem pagado. "Como assim te pagaram?", falei. "Nada, puta, você não precisa se preocupar com isso", me disse Mario. Enquanto o quarto amigo falou: "Vem, vamos. Toma um banho pra você se acabar sozinha agora", disse um dos amigos que estava lá. No fundo da oficina, tinha um banheiro improvisado, entramos rápido, eu me despi e ele começou a me lavar e a me apalpar toda. Eu tava com tesão, querendo continuar, mas esses velhos já não aguentavam mais... Ele começou a me tocar toda... Enfiava os dedos em mim, mas sem ritmo, não conseguia me esquentar, só entrava e saía, nada excitante... Me beijava, me acariciava enquanto me limpava, bem tarado. Saímos de lá, eu já sem roupa nenhuma, ele me levou pra onde tinha um colchão velho no chão. "Vai, gostosa, vem se acabar sozinha", disse enquanto se deitava no colchão. Me acomodei em cima dele, mas ele me virou de costas, de frente pros pés dele, e meio que me guiando pra me posicionar em cima da rola dele. Me segurou pelos quadris e me ajustou ainda melhor. Quando me deixou bem posicionada em cima da rola dele, me puxou forte pelos quadris pra baixo, pra eu enfiar tudo de uma vez. Eu tava me empalando sozinha, uma e outra vez, sentando fundo naquela rola grossa que tanto me fazia gozar. Depois de uns minutos assim, ele me virou de novo, pra eu oferecer meus peitos pra ele, enquanto eu continuava me empalando sozinha. Fiquei assim por um bom tempo, cavalgando ele, enquanto ele tentava enfiar a rola inteira em mim. Depois de um tempo, por causa do cansaço, eu não aguentava mais, quase gozei, mas ele viu que eu já tava exausta, aproveitou e tirou a rola da minha buceta, me virou de bruços com a cara no colchão sujo, me deixou de quatro, com a bunda pra cima, pronta pra ele. Num instante, ele começou a meter a rola no meu cu. Senti ele pressionando a rola na entrada do meu ânus. "Não, por favor, aí não... vai doer", eu implorava... Hahaha, eu tava fingindo... Mas era o que eu mais queria há um tempão... "Cala a boca", ele disse, e eu vi que os outros estavam olhando... Ele me deu um empurrão, com a rola no meu cu, enquanto se agarrava nos meus quadris e eu sentia meu cu começando a abrir, deixando entrar aos poucos aquela rola que Me senti muito gostosa e tesuda... Enquanto ele me dizia: "Adoro sua bunda apertada, vagabunda. Relaxa, vagabunda, você vai gostar, até vai pedir mais". Aos poucos, ele foi enfiando o pau no meu cu, até que depois de alguns minutos já tinha penetrado meu cu completamente, com o pau todo. Ele não deixou eu me acostumar e começou a bombar. Eu sentia, mas não ficava louca. Ele tava comendo meu cu, mas não me esquentava... Depois de alguns minutos, ele parou, deixando o pau completamente dentro do meu cu, e senti o pau dele começar a pulsar, esvaziando todo o leite dentro do meu cu. "Ahhh, como você é apertada, não aguentei muito dentro do seu cu, vagabunda", ele dizia enquanto eu esperava. O cara tinha sido bem precoce, não tinha durado muito. Ele foi sentar com os outros, enquanto me deixaram descansar uns minutos. Olhei o relógio e eram 2 da tarde. Lembrei que meu sogro tinha dito que voltaria pra me buscar às 4... Outro dos amigos se aproximou de mim, pegou minha saia e minha blusa, e me disse pra me arrumar. Já vestida, o Mário chegou perto e perguntou no meu ouvido qual dos amigos dele eu achava mais feio. Eu disse que o Sérgio era o que menos tinha gostado, porque era baixo e muito moreno. O Mário se virou e disse: "Você é o vencedor". Eu, surpresa, fiquei esperando: o que ele ia fazer? Qual era o prêmio dele? Ele me pegou pela mão e disse pra eu acompanhá-lo. Antes de sair pra rua, o Mário deu a ele uma coleira de cachorro com corrente. Ele colocou em mim e me tirou da oficina, puxando a corrente. Me levou caminhando até fora da oficina e me colocou no carro dele... Tinha uma praça a três ruas de onde estávamos. A gente mal tinha dado umas voltas com a janela abaixada... Quando ele parou, abaixou minha blusa pra puxar meus peitos pra fora e levantou minha minissaia, enrolando ela na minha cintura. Eu estava sentada no banco do carona, com os peitos de fora, a saia levantada, um pouco de porra na cara, o rímel borrado, suponho que o cabelo estivesse grudado, e uma coleira de cachorro no pescoço... Disse, uma puta tem que andar mostrando tudo na rua, e ele ria... Eu me sentia totalmente humilhada, nem pensava em resistir a ser exibida daquele jeito, muito menos pensei em me cobrir. Ele me levou por várias ruas da região, sem se importar que naquela hora já tinha gente andando pra todo lado, alguns carros que passavam paravam pra ver como estavam me exibindo e alguns até tiravam fotos minhas naquela situação. Assim, ele me passeou por uns 20 minutos, e até passamos pela Calchaquí, e vi como todo mundo no ponto do 148 me olhava e me devorava com os olhos... Voltamos pra oficina e meu sogro já estava me esperando pra me levar de volta pra casa. Vendo como me levaram pra passear, Sérgio disse: "Puxa, você é mesmo uma boa puta." Meu sogro se despediu de todo mundo e me disse que queria que eu ficasse daquele jeito no carro, que ia abastecer diesel e queria que me vissem e conhecessem a puta da nora que ele tinha. Subi no banco de trás e ele ordenou que Sérgio ligasse o carro... Seria um deleite pros olhos do pessoal do posto YPF da Calchaquí, ele ia dizendo pro Sérgio... Não dirigi a palavra pro meu sogro, mas ele me disse que queria que eu pedisse pro frentista encher o tanque, mas que eu tinha que ir bem aberta das pernas e me comportar como uma puta, coisa que não me custava nada, pra que o frentista percebesse o quão puta eu era e que tinha acabado de ser comida. Ele também me disse pra pedir pra limpar o para-brisa. Ao chegar no posto YPF, obedeci meu sogro, recostei o banco até o fundo, abri minhas pernas o máximo que pude e abaixei o vidro. Quando o frentista se aproximou, fiquei gelada: era um amigo do meu namorado Rodrigo... Ele também surpreso, me disse: "Eve, que isso?" Virei pra ver meu sogro e ele, com um sorriso enorme, me disse pra continuar. Eu, já sem me cobrir e mostrando completamente meus peitos ainda escorrendo a porra dos amigos do meu sogro, olhei nos olhos dele, me mostrando ainda mais, sorri e o cumprimentei: "Oi, como vai? Não sabia que... trabalhasse aqui, eu falei... ele respondeu, sim, às vezes trabalho. perguntou o que eu tava fazendo e notei como ele olhava pras minhas tetas e tentava ver minha buceta e minhas pernas já com cum seco, eu respondi que vinha de uma festa, que uns amigos do meu sogro tinham dado. Já imagino que festa foi... Ele disse rindo. Pedi pra ele encher o tanque do carro e, me inclinando pela janela enquanto ele abastecia, pedi pra limpar o para-brisa. Ele largou a mangueira enchendo o tanque do carro e veio pra frente do carro do meu lado, e dali limpou todo o para-brisa, aproveitando pra ver minha buceta completamente aberta e escorrendo cum, e admirando minhas tetas e, em alguns momentos, olhando nos meus olhos incrédulo por me ver, sendo uma puta se exibindo pra ele. Notei como ele ajeitou a pika várias vezes, tava completamente duro pelo espetáculo que eu tava dando. Enquanto ele tirava a mangueira e colocava a tampa, meu sogro me deu dinheiro pra pagar e falou pra eu fazer o cara tocar numa teta... Eu, com a cabeça e um olhar suplicante, dizia que não, mas ele falou energicamente pra eu fazer ou ia me arrepender. Quando ele se aproximou da minha janela, falei pra ele me dar a mão e, quando ele deu, passei a mão dele pelos meus seios, fazendo ele massagear bem e puxei um pouco pra ele descer até minha buceta. Fiquei muito excitada sabendo que a pika dele tava dura de me ver assim... Quando puxei ele, a cabeça dele ficou perto de mim, falei no ouvido: "enfia os dedos". Ele, como quem não queria, subiu a mão pros meus peitos e tocou um pouco, e eu insistindo, desci a mão dele até minha buceta cheia de cum e fiz ele enfiar uns dois dedos... Ele me bateu uma um pouco e, quando tirou, enchendo os dedos do cum dos caras que tinham me comido e dos meus fluidos, ao tirar o dedo, levei à minha boca e limpei, olhando nos olhos dele enquanto fazia isso. Paguei a gasolina e me despedi dele, deixando ele apalpar minhas tetas de novo, e dizendo que ia vê-lo depois... Embora eu curta ser uma puta completa, tava puta com meu sogro por ter me levado na oficina dos amigos dele e me largado lá com eles, e depois ter me exibido pra alguém que me conhecia. Quando chegamos na minha casa, eu ainda tava semi-nua, era umas 6 da tarde. Meu sogro tirou a pica da calça e mandou eu passar pra trás com ele... lá fora, na calçada de casa, tinha gente e eu fiquei dura... Sérgio levantou os vidros do carro e quando eu ia passar pra trás, Sérgio falou: "Não vai se despedir, puta?" e também puxou a pica pra fora. Dei uma chupada boa nele, não durou nem 5 minutos mamando a pica dele... E sem parar de olhar pra ele, passei pro banco de trás, me reclinando pra chegar onde meu sogro tava. Ele me pegou pelo cabelo e me fez chupar ele por um bom tempo. O velho filho da puta esticou as mãos e ficava me apalpando... Ele mexia nos meus peitos, na minha buceta e no meu cu, ia alternando, e eu continuava chupando a pica do meu sogro... Tava doida, ele falava que eu era a melhor puta que ele já conheceu e que juntos íamos nos divertir pra caralho. Quando ele gozou na minha boca, respingou um pouco no meu rosto. Me levantei, me ajeitei e vi que tinha gente andando na rua, sem saber se era algum conhecido. Saí do carro e entrei em casa. Já dentro, tomei um banho e fui dormir. Depois, à noite, fui pro meu trabalho, mas isso é outra história...
3 comentários - O Padrasto 3