O quê?Quantas vezes nos perguntamos se as histórias que lemos aqui são reais? Tem uma linha fina entre uma boa história e uma mentira. Essa história preciso deixar claro que não é minha (minha história com minha irmã vem depois), mas quando me contaram, fiquei com a pica explodindo.
Carlitos, o protagonista, um cara tranquilo, nos seus 20, quase chegando nos 30. Ele tem uma irmã, Daniela. De 18 anos a mina. Tem uma boa relação apesar de serem meio-irmãos. No começo, foi isso que deu início a tudo. Depois vamos pra descrição, porque ela ainda não é a protagonista dessa história. Ela é o desfecho, o último ato de incesto que acabaria essa história.
Também tem duas primas. Uma mais gostosa que a outra. A mais nova, de 18 anos, a Kimy, uma menina super tímida, nos contou que ainda é virgem, mas já vamos chegar nisso. A mais velha, a Yami, ela tem 20 e é a protagonista desse lindo relato.
A Yami, uma menina terrível, tinha uma bunda que te deixava tonto, mas o melhor atributo dela eram os peitos. Ah, os peitos dela, eram grandes pro tamanho dela, mas totalmente naturais. Os bicos tinham que ser marronzinhos pela cor da pele dela, lindos pra chupar a noite toda. E com uma carinha pra gozar toda a porra na boca dela.
A história começa quando chegam as férias e as minas (a irmã e as duas primas) querem ir pra praia. Carlos, sendo o mais velho, teve que aguentar o "trampo" de acompanhar elas e cuidar. E sim, ele cuidou. Como foram meio mão de vaca, levaram mais pra farra e pros rolês. Alugaram um quarto todos juntos com um banheirinho tranquilo.
Carlitos nunca pensou de forma sexual nas primas, e muito menos na irmã.
No primeiro dia que chegaram foi de manhã. Jogaram as coisas e decidiram ir pra praia. Carlos sentou com o celular pra dar uma olhada nas redes, mas depois percebeu que elas estavam se trocando na frente dele, três caminhões.
Primeiro a irmã dele, linda de carinha a morena, é magrinha, então muito peito não tinha, mas o compensava com a carinha e com a bunda linda que ela tinha. Não ia pra academia, mas uma mina de 18 anos tinha que ter uma raba daquelas, toda empinada, pra botar de quatro, chupar aquele cuzinho e meter tudo.
A Kimy, a prima mais nova, essa sim tinha tudo: carinha linda, uns peitos redondinhos e grandes pra idade dela. Imaginava a cor dos biquinhos naquele dia. Seriam marronzinhos? Ou daqueles rosadinhos? Um tesão total. E a bunda? Nem vou contar, lindas aquelas duas nádegas. Separar elas e ver a bucetinha dela por trás deve ser a glória.
E bom, a Yami, que a gente já descreveu um pouco.
Aquele primeiro dia já tinha mudado tudo. Algo tinha feito clique e ele percebeu o quanto as três gostosas que iam ficar com ele por 14 dias eram deliciosas. Uma maravilha. Foram pra praia, ele de óculos escuros, já começava a olhar pras primas de um jeito diferente. Pra irmã dele ainda resistia, mas pras primas olhava a raba quando iam entrar na água, os peitos quando vinham andando. A Yami, a mais puta das três, já começava a marcar os biquinhos de leve. Uma doçura. Teve que se fazer de besta pra disfarçar que tinha broxado a pica na praia, mas a Yami já tinha visto.
YAMI - Priminho!!! O que foi aí?
CAR - Com o quê?
YAMI - Olha o que você tem aí, parece que viu muita mina na praia.
CAR - Para, vaca, cala a boca - notou que a irmã e a Kimy começaram a perceber a ereção dele.
YAMI - Vamos ter que arrumar algo pra você descarregar, hahaha.
Ele já tinha ouvido histórias da Yami, do quão puta ela é. Tava de namorado com um cara há um tempo, mas saía quase todo fim de semana, e sempre com um cara diferente. Segundo ela, era pra darem carona pra casa ou comprarem bebida, mas pra mim ela chegava em casa com a boca cheia de porra e o cu arrombado. Corno manso o namorado.
Uma noite, depois de ficar pensando em comer a irmã ou as primas, foram pra piscina do hotel e começaram a beber, o que depois passou a ser bastante. A Kimy, a mais menina, não é de Toma, e com uns dois goles doces já tava meio tonta, falando mais solta. A irmã, a Dani, era de sair e beber, então tinha um pouco mais de resistência, mas também começou a falar um pouco mais solta. A Yami, uma puta sem-vergonha, e mais bebedora que pedreiro no verão. Tipo umas 2, a Kimy e a Dani foram dormir porque já tavam meio bêbadas e a Kimy tava com vontade de vomitar. Carlos ficou na piscina só com a Yami, falando besteira, e como sempre, o papo vai pra sexo.
YAMI - E aí, priminho? Pensei que ia pegar alguém na praia.
CAR - Nada, passar vergonha não rola, além disso é o primeiro dia.
YAMI - Tem que aproveitar todos os dias, priminho - ela se aproximou nadando até ele.
CAR - E a real é que não como ninguém faz tempo, e você?
YAMI - Antes de vir, hahaha. Meu namorado queria que eu entregasse a raba, mas não tive coragem. Já comeu algum cu?
CAR - Sabe que não? Sempre fiquei com essa curiosidade, deve ser bem gostoso comer um cu.
YAMI - O que você acha da minha raba? Vale a pena eu entregar? - ela deixou a raba na parte plana da piscina pra ele ver.
CAR - Você tem uma bunda linda, prima, sortudo quem come - já tava com o pau todo duro.
YAMI - E olha só isso aqui - ela pegou a fio dental que tava usando e puxou de lado. A Yami, a mais puta de todas, tinha mostrado o cuzinho e dava pra ver aquela buceta toda depilada aparecendo.
CAR - ...
YAMI - Te deixei mudo, primo? Hahaha, é uma buceta normal, toda mulher tem. Quer ver direito?
CAR - Yami, você não acha que é o álcool falando? - mordendo a língua.
YAMI - Bom, se não quer ver...
CAR - Tá, me mostra pra ver...
YAMI - Tá, mas mostra teu pau primeiro, parece que já tá todo durinho, então quero ver ele antes.
Não podia acreditar no que tava rolando. Ia mostrar o pau pra prima dele, no meio da piscina do hotel. Mas pra ver aquela buceta, achou que valia a pena. Pegou a bermuda e o pau saiu feito um relógio cuco, com toda violência. Ficou com o pau e as bolas tudo no ar. Viu a prima dele que ficou olhando, mas quando começou a passar uns segundos, viu que ela começou a morder o lábio e automaticamente levou a mão pra buceta dela, como se estivesse pronta pra se masturbar.
YAMI - Você tem uma rola bonita, primo, toda venosa do jeito que eu gosto
CAR - Sério?
YAMI - Sim! Eu gosto de venosas - e foi se aproximando cada vez mais dele. - Sabe quando eu te vi essa tarde, minha buceta ficou um pouquinho molhada - e continuou se aproximando. -
YAMI - Fiquei pensando na yummy cock que você deve ter.
Nessa altura, Carlos já não falava nada, só engolia saliva. Ele sentou na borda da piscina com a cock de fora.
CAR - E no final você não me mostrou
YAMI - O quê?
CAR - Sua... use the word: pussy
YAMI - Aaah, você tem razão, mas eu mostro depois
CAR - Vai!! Pra isso você me fez tirar, imagina se alguém me vê - ele segurou a cock e ia guardar -
YAMI - Eu não fiz você tirar pra ver, eu fiz você tirar pra isso...
Ela pegou a cock dele com uma mão e começou a bater uma punheta ali no meio da piscina. Ela envolveu todo o tronco da cock com a mãozinha dela e começou a subir e descer, já estava com a cabeça da cock toda babada.
YAMI - Você gosta, primo?
CAR - Sim! Continua...
YAMI - Não importa se alguém te vê ou filma a gente?
CAR - Não! Você continua pra mim
E ali estava a priminha de 20 anos, a Yami me fazendo uma masturbação. A cabeça dele tava a mil, ou pelo menos ele pensava, até ver que a prima começou a abrir a boca e levou a cock toda pra boquinha dela. Ela tinha uns lábios lindos e quando tocaram a cock dele, ele viu estrelas. Ela chupava a cabeça enquanto batia uma punheta. A Yami era toda uma mestra em lustrar o sabre. Ele quis tocar um peito dela, mas ela não deixou e riu enquanto o chupava.
YAMI - Goza na minha boca
CAR - O quê?
YAMI - Goza todo o cum na minha boca, eu engulo, priminho.
Ele não podia acreditar no que estava vivendo. Ele ejaculou litros de cum dentro da boquinha dela, ela tinha a língua toda pra fora, mostrou o cum na boca, fechou e abriu de novo, e já estava vazia. A putinha tinha engolido tudo. porra.
YAMI - Que delícia, priminho, tu tem uma porra gostosa, mas isso é só uma vez, ok? foi no calor do momento.
CAR - Fala sério, não se estressa, se quiser repetir é só avisar hahaha
Voltaram pro quarto tipo 3, toda essa aventura tinha durado uma horinha. Quando volta pro quarto, a Yami começa a se trocar no meio da escuridão, ele conseguiu ver ela tirando o biquíni todo molhado e viu a silhueta da prima dela toda pelada, dava pra ver só os peitos lindos dela e quase nada da buceta.
CAR - Mostra ela pra mim..
YAMI—Que?
CAR - Mostra essa buceta - tinha acabado de gozar inteiro e já tava endurecendo de novo
YAMI—Ô, primo! Acabei de chupar tua buceta.
CAR - Combinamos isso ou não?
YAMI- não pode esperar mais um dia?
CAR - Outro dia você me mostra essa buceta e a gente faz algo mais...
YAMI—Beleza, ficamos assim.
Passaram os dias e a única coisa que ele pensava era na prima dele. Até que chegou o último sábado das férias. Ele pensou em levar todas pra dançar, voltar com a prima pra estadia e comer ela toda. O plano perfeito.
A noite chega, ela propõe a ideia e todas gostaram. Menos a Kimy, mas mesmo assim ela ia pra acompanhar. Não tinha gostado de ficar bêbada e muito menos da ressaca do dia seguinte.
Todas se preparam, Carlos começa a ver a irmã dele andando de lingerie pelo quarto inteiro, indo e vindo. Ele vê que ela entra no banheiro só de fio dental e sai já com o vestido vestido, tudo colado no corpo, levantando esses peitinhos e marcando essa raba magistral, mas com a calcinha que ela tinha na mão, dizendo que não ia usar uma calcinha de vó. Só de pensar que a irmã dele estava de fio dental, o pau dele já começou a acordar.
A Kimy, um pouco mais inocente, foi com um short, não tão justo, e com uma regatinha apertadinha também marcando aqueles peitos um pouco maiores que os da Dani. Lindos.
Mas os olhos iam pra yami. Ela já tava andando pelada e com um sutiã de renda com os peitos tudo pra fora. Trocava olhares com o carlos e ria. Enfiou um vestido também, um vermelho bem colado no corpo mostrando toda a silhueta.
Vão dançar e lá pras 2:30...
CAR – Y? Já vamos embora e não vi nada.
YAMI—Ai, que chato que você é, haha. Não posso te mostrar aqui não.
CAR - Vamos voltar um pouco, vejo ela e a gente volta pra balada.
YAMI – Cê tá falando sério? Vamos largar a sua irmã e a minha?
CAR- Sim, é só um toquezinho
Ele concordou. Eles voltaram remando a toda velocidade. Ele abre a porta do quarto e se senta na cama, Carlos. Ela abaixa o zíper do vestido e deixa ele cair com suavidade. Ele já estava com o pau todo duro e nem disfarçava. Ter a prima dele de lingerie na frente dele era um sonho. Ele pega a calcinha fio dental pela ponta, abaixa devagar e levanta de novo. A putinha ri. Ela vira de costas, deixando a bunda bem na frente dele, e aí abaixa a calcinha, deixando toda a rachadura do cu no ar. Ela vira de novo e, com as perninhas fechadas, deixava ver de leve aquela buceta.
CAR - Você topa entregar a bucetinha da prima?
YAMI- Aaah! Quer fazer de tudo? Não te basta ver minha buceta?
CAR - Pronto, deixo ela prontinha pro teu namorado.
YAMI—A gente nem transou e tu já tá pensando em arrombar minha buceta.
CAR - Isso a gente resolve.
Pego ela pela cintura, levo pra cama enquanto ela tirava o sutiã. Ficaram expostos aqueles peitos lindos, grandes, caídos pela gravidade, mamilos marronzinhos lindos, comecei a chupá-los igual um louco enquanto levava meu dedo até a buceta dela e a masturbava.
Ela começou a gemer devagar no começo, mas conforme aumentava a velocidade na buceta dela, começava a gemer mais forte dizendo: -Vai, priminho, continua, adoro, continua-.
Desceu até a buceta dela e começou a chupar todos aqueles lábios vaginais. Passava a língua por toda a buceta e daí ia pro clitóris, lambendo igual um cachorro com sede. Começou a sentir os fluidos dela enquanto ela gemia mais e mexia a cintura.
YAMI—Mete logo, primo! Quero ela dentro.
Ele a penetra e começam a foder desenfreadamente. Ele a levanta e a coloca de quatro, dava pra ver como aquelas tetas balançavam num espelho, o cabelo todo bagunçado, ouvindo ela gemer que nem uma puta, já não era mais suave. Era sexo no estado mais natural e animalesco. Ia gozar dentro da buceta quando ouviu
YAMI— Abre essa buceta pra mim, primo, faz isso
Olhei pro cuzinho dela e já tava um pouco dilatado, meti um dedo sem pensar e até o fundo. Ouvi um grito de dor, mas foi se acalmando enquanto o dedo ia e vinha. Tirei a pica da buceta, apoiei a cabeça e, sem pensar, meti de novo até o fundo por causa da excitação toda. AIII, gritou a priminha dela com a bunda toda pra cima, mordendo o travesseiro. Mas na hora ela falou: — Continua, continua, vai, que eu tô gostando — e ele continuou penetrando a prima toda. Gozou tudo no cuzinho dela. Dava pra ver as gotas de porra escorrendo da bunda dela. Isso excitava ele pra caralho. A prima, toda exausta com o cu aberto, disse que adorou como a rabeta dela tinha ficado.
Enquanto limpava a pica e a prima com a bunda cheia de porra, sentiu a porta abrir. Era a Kimy, que tinha voltado do baile e se deparou com a imagem do primo de pau duro e a irmã se limpando toda cheia de gozo.
CONTINUARÁ
A Yami




Carlitos, o protagonista, um cara tranquilo, nos seus 20, quase chegando nos 30. Ele tem uma irmã, Daniela. De 18 anos a mina. Tem uma boa relação apesar de serem meio-irmãos. No começo, foi isso que deu início a tudo. Depois vamos pra descrição, porque ela ainda não é a protagonista dessa história. Ela é o desfecho, o último ato de incesto que acabaria essa história.
Também tem duas primas. Uma mais gostosa que a outra. A mais nova, de 18 anos, a Kimy, uma menina super tímida, nos contou que ainda é virgem, mas já vamos chegar nisso. A mais velha, a Yami, ela tem 20 e é a protagonista desse lindo relato.
A Yami, uma menina terrível, tinha uma bunda que te deixava tonto, mas o melhor atributo dela eram os peitos. Ah, os peitos dela, eram grandes pro tamanho dela, mas totalmente naturais. Os bicos tinham que ser marronzinhos pela cor da pele dela, lindos pra chupar a noite toda. E com uma carinha pra gozar toda a porra na boca dela.
A história começa quando chegam as férias e as minas (a irmã e as duas primas) querem ir pra praia. Carlos, sendo o mais velho, teve que aguentar o "trampo" de acompanhar elas e cuidar. E sim, ele cuidou. Como foram meio mão de vaca, levaram mais pra farra e pros rolês. Alugaram um quarto todos juntos com um banheirinho tranquilo.
Carlitos nunca pensou de forma sexual nas primas, e muito menos na irmã.
No primeiro dia que chegaram foi de manhã. Jogaram as coisas e decidiram ir pra praia. Carlos sentou com o celular pra dar uma olhada nas redes, mas depois percebeu que elas estavam se trocando na frente dele, três caminhões.
Primeiro a irmã dele, linda de carinha a morena, é magrinha, então muito peito não tinha, mas o compensava com a carinha e com a bunda linda que ela tinha. Não ia pra academia, mas uma mina de 18 anos tinha que ter uma raba daquelas, toda empinada, pra botar de quatro, chupar aquele cuzinho e meter tudo.
A Kimy, a prima mais nova, essa sim tinha tudo: carinha linda, uns peitos redondinhos e grandes pra idade dela. Imaginava a cor dos biquinhos naquele dia. Seriam marronzinhos? Ou daqueles rosadinhos? Um tesão total. E a bunda? Nem vou contar, lindas aquelas duas nádegas. Separar elas e ver a bucetinha dela por trás deve ser a glória.
E bom, a Yami, que a gente já descreveu um pouco.
Aquele primeiro dia já tinha mudado tudo. Algo tinha feito clique e ele percebeu o quanto as três gostosas que iam ficar com ele por 14 dias eram deliciosas. Uma maravilha. Foram pra praia, ele de óculos escuros, já começava a olhar pras primas de um jeito diferente. Pra irmã dele ainda resistia, mas pras primas olhava a raba quando iam entrar na água, os peitos quando vinham andando. A Yami, a mais puta das três, já começava a marcar os biquinhos de leve. Uma doçura. Teve que se fazer de besta pra disfarçar que tinha broxado a pica na praia, mas a Yami já tinha visto.
YAMI - Priminho!!! O que foi aí?
CAR - Com o quê?
YAMI - Olha o que você tem aí, parece que viu muita mina na praia.
CAR - Para, vaca, cala a boca - notou que a irmã e a Kimy começaram a perceber a ereção dele.
YAMI - Vamos ter que arrumar algo pra você descarregar, hahaha.
Ele já tinha ouvido histórias da Yami, do quão puta ela é. Tava de namorado com um cara há um tempo, mas saía quase todo fim de semana, e sempre com um cara diferente. Segundo ela, era pra darem carona pra casa ou comprarem bebida, mas pra mim ela chegava em casa com a boca cheia de porra e o cu arrombado. Corno manso o namorado.
Uma noite, depois de ficar pensando em comer a irmã ou as primas, foram pra piscina do hotel e começaram a beber, o que depois passou a ser bastante. A Kimy, a mais menina, não é de Toma, e com uns dois goles doces já tava meio tonta, falando mais solta. A irmã, a Dani, era de sair e beber, então tinha um pouco mais de resistência, mas também começou a falar um pouco mais solta. A Yami, uma puta sem-vergonha, e mais bebedora que pedreiro no verão. Tipo umas 2, a Kimy e a Dani foram dormir porque já tavam meio bêbadas e a Kimy tava com vontade de vomitar. Carlos ficou na piscina só com a Yami, falando besteira, e como sempre, o papo vai pra sexo.
YAMI - E aí, priminho? Pensei que ia pegar alguém na praia.
CAR - Nada, passar vergonha não rola, além disso é o primeiro dia.
YAMI - Tem que aproveitar todos os dias, priminho - ela se aproximou nadando até ele.
CAR - E a real é que não como ninguém faz tempo, e você?
YAMI - Antes de vir, hahaha. Meu namorado queria que eu entregasse a raba, mas não tive coragem. Já comeu algum cu?
CAR - Sabe que não? Sempre fiquei com essa curiosidade, deve ser bem gostoso comer um cu.
YAMI - O que você acha da minha raba? Vale a pena eu entregar? - ela deixou a raba na parte plana da piscina pra ele ver.
CAR - Você tem uma bunda linda, prima, sortudo quem come - já tava com o pau todo duro.
YAMI - E olha só isso aqui - ela pegou a fio dental que tava usando e puxou de lado. A Yami, a mais puta de todas, tinha mostrado o cuzinho e dava pra ver aquela buceta toda depilada aparecendo.
CAR - ...
YAMI - Te deixei mudo, primo? Hahaha, é uma buceta normal, toda mulher tem. Quer ver direito?
CAR - Yami, você não acha que é o álcool falando? - mordendo a língua.
YAMI - Bom, se não quer ver...
CAR - Tá, me mostra pra ver...
YAMI - Tá, mas mostra teu pau primeiro, parece que já tá todo durinho, então quero ver ele antes.
Não podia acreditar no que tava rolando. Ia mostrar o pau pra prima dele, no meio da piscina do hotel. Mas pra ver aquela buceta, achou que valia a pena. Pegou a bermuda e o pau saiu feito um relógio cuco, com toda violência. Ficou com o pau e as bolas tudo no ar. Viu a prima dele que ficou olhando, mas quando começou a passar uns segundos, viu que ela começou a morder o lábio e automaticamente levou a mão pra buceta dela, como se estivesse pronta pra se masturbar.
YAMI - Você tem uma rola bonita, primo, toda venosa do jeito que eu gosto
CAR - Sério?
YAMI - Sim! Eu gosto de venosas - e foi se aproximando cada vez mais dele. - Sabe quando eu te vi essa tarde, minha buceta ficou um pouquinho molhada - e continuou se aproximando. -
YAMI - Fiquei pensando na yummy cock que você deve ter.
Nessa altura, Carlos já não falava nada, só engolia saliva. Ele sentou na borda da piscina com a cock de fora.
CAR - E no final você não me mostrou
YAMI - O quê?
CAR - Sua... use the word: pussy
YAMI - Aaah, você tem razão, mas eu mostro depois
CAR - Vai!! Pra isso você me fez tirar, imagina se alguém me vê - ele segurou a cock e ia guardar -
YAMI - Eu não fiz você tirar pra ver, eu fiz você tirar pra isso...
Ela pegou a cock dele com uma mão e começou a bater uma punheta ali no meio da piscina. Ela envolveu todo o tronco da cock com a mãozinha dela e começou a subir e descer, já estava com a cabeça da cock toda babada.
YAMI - Você gosta, primo?
CAR - Sim! Continua...
YAMI - Não importa se alguém te vê ou filma a gente?
CAR - Não! Você continua pra mim
E ali estava a priminha de 20 anos, a Yami me fazendo uma masturbação. A cabeça dele tava a mil, ou pelo menos ele pensava, até ver que a prima começou a abrir a boca e levou a cock toda pra boquinha dela. Ela tinha uns lábios lindos e quando tocaram a cock dele, ele viu estrelas. Ela chupava a cabeça enquanto batia uma punheta. A Yami era toda uma mestra em lustrar o sabre. Ele quis tocar um peito dela, mas ela não deixou e riu enquanto o chupava.
YAMI - Goza na minha boca
CAR - O quê?
YAMI - Goza todo o cum na minha boca, eu engulo, priminho.
Ele não podia acreditar no que estava vivendo. Ele ejaculou litros de cum dentro da boquinha dela, ela tinha a língua toda pra fora, mostrou o cum na boca, fechou e abriu de novo, e já estava vazia. A putinha tinha engolido tudo. porra.
YAMI - Que delícia, priminho, tu tem uma porra gostosa, mas isso é só uma vez, ok? foi no calor do momento.
CAR - Fala sério, não se estressa, se quiser repetir é só avisar hahaha
Voltaram pro quarto tipo 3, toda essa aventura tinha durado uma horinha. Quando volta pro quarto, a Yami começa a se trocar no meio da escuridão, ele conseguiu ver ela tirando o biquíni todo molhado e viu a silhueta da prima dela toda pelada, dava pra ver só os peitos lindos dela e quase nada da buceta.
CAR - Mostra ela pra mim..
YAMI—Que?
CAR - Mostra essa buceta - tinha acabado de gozar inteiro e já tava endurecendo de novo
YAMI—Ô, primo! Acabei de chupar tua buceta.
CAR - Combinamos isso ou não?
YAMI- não pode esperar mais um dia?
CAR - Outro dia você me mostra essa buceta e a gente faz algo mais...
YAMI—Beleza, ficamos assim.
Passaram os dias e a única coisa que ele pensava era na prima dele. Até que chegou o último sábado das férias. Ele pensou em levar todas pra dançar, voltar com a prima pra estadia e comer ela toda. O plano perfeito.
A noite chega, ela propõe a ideia e todas gostaram. Menos a Kimy, mas mesmo assim ela ia pra acompanhar. Não tinha gostado de ficar bêbada e muito menos da ressaca do dia seguinte.
Todas se preparam, Carlos começa a ver a irmã dele andando de lingerie pelo quarto inteiro, indo e vindo. Ele vê que ela entra no banheiro só de fio dental e sai já com o vestido vestido, tudo colado no corpo, levantando esses peitinhos e marcando essa raba magistral, mas com a calcinha que ela tinha na mão, dizendo que não ia usar uma calcinha de vó. Só de pensar que a irmã dele estava de fio dental, o pau dele já começou a acordar.
A Kimy, um pouco mais inocente, foi com um short, não tão justo, e com uma regatinha apertadinha também marcando aqueles peitos um pouco maiores que os da Dani. Lindos.
Mas os olhos iam pra yami. Ela já tava andando pelada e com um sutiã de renda com os peitos tudo pra fora. Trocava olhares com o carlos e ria. Enfiou um vestido também, um vermelho bem colado no corpo mostrando toda a silhueta.
Vão dançar e lá pras 2:30...
CAR – Y? Já vamos embora e não vi nada.
YAMI—Ai, que chato que você é, haha. Não posso te mostrar aqui não.
CAR - Vamos voltar um pouco, vejo ela e a gente volta pra balada.
YAMI – Cê tá falando sério? Vamos largar a sua irmã e a minha?
CAR- Sim, é só um toquezinho
Ele concordou. Eles voltaram remando a toda velocidade. Ele abre a porta do quarto e se senta na cama, Carlos. Ela abaixa o zíper do vestido e deixa ele cair com suavidade. Ele já estava com o pau todo duro e nem disfarçava. Ter a prima dele de lingerie na frente dele era um sonho. Ele pega a calcinha fio dental pela ponta, abaixa devagar e levanta de novo. A putinha ri. Ela vira de costas, deixando a bunda bem na frente dele, e aí abaixa a calcinha, deixando toda a rachadura do cu no ar. Ela vira de novo e, com as perninhas fechadas, deixava ver de leve aquela buceta.
CAR - Você topa entregar a bucetinha da prima?
YAMI- Aaah! Quer fazer de tudo? Não te basta ver minha buceta?
CAR - Pronto, deixo ela prontinha pro teu namorado.
YAMI—A gente nem transou e tu já tá pensando em arrombar minha buceta.
CAR - Isso a gente resolve.
Pego ela pela cintura, levo pra cama enquanto ela tirava o sutiã. Ficaram expostos aqueles peitos lindos, grandes, caídos pela gravidade, mamilos marronzinhos lindos, comecei a chupá-los igual um louco enquanto levava meu dedo até a buceta dela e a masturbava.
Ela começou a gemer devagar no começo, mas conforme aumentava a velocidade na buceta dela, começava a gemer mais forte dizendo: -Vai, priminho, continua, adoro, continua-.
Desceu até a buceta dela e começou a chupar todos aqueles lábios vaginais. Passava a língua por toda a buceta e daí ia pro clitóris, lambendo igual um cachorro com sede. Começou a sentir os fluidos dela enquanto ela gemia mais e mexia a cintura.
YAMI—Mete logo, primo! Quero ela dentro.
Ele a penetra e começam a foder desenfreadamente. Ele a levanta e a coloca de quatro, dava pra ver como aquelas tetas balançavam num espelho, o cabelo todo bagunçado, ouvindo ela gemer que nem uma puta, já não era mais suave. Era sexo no estado mais natural e animalesco. Ia gozar dentro da buceta quando ouviu
YAMI— Abre essa buceta pra mim, primo, faz isso
Olhei pro cuzinho dela e já tava um pouco dilatado, meti um dedo sem pensar e até o fundo. Ouvi um grito de dor, mas foi se acalmando enquanto o dedo ia e vinha. Tirei a pica da buceta, apoiei a cabeça e, sem pensar, meti de novo até o fundo por causa da excitação toda. AIII, gritou a priminha dela com a bunda toda pra cima, mordendo o travesseiro. Mas na hora ela falou: — Continua, continua, vai, que eu tô gostando — e ele continuou penetrando a prima toda. Gozou tudo no cuzinho dela. Dava pra ver as gotas de porra escorrendo da bunda dela. Isso excitava ele pra caralho. A prima, toda exausta com o cu aberto, disse que adorou como a rabeta dela tinha ficado.
Enquanto limpava a pica e a prima com a bunda cheia de porra, sentiu a porta abrir. Era a Kimy, que tinha voltado do baile e se deparou com a imagem do primo de pau duro e a irmã se limpando toda cheia de gozo.
CONTINUARÁ
A Yami




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