A culpa foi do álcool😰3 (final)

Silvia, agora que estava nos meus braços, sentindo meu calor no corpo dela e como minhas mãos acariciam os peitos dela e nossas bocas se beijavam apaixonadamente, tinha conseguido vencer nela o que antes existia lá no fundo todos esses dias que ela tinha ido embora de Lima — que era a razão que proibia o incesto com um garoto de 18 anos, filho da sua sobrinha, e os problemas e o escândalo com a família se alguém descobrisse. Ela dizia pra não fazer, mas ao mesmo tempo também sentia a vontade de se sentir de novo uma mulher amada e desejada por um homem, que era mais forte, e conseguiu deixar tudo pra trás e se deixar levar pela paixão.
Agora era ela quem tirava minha roupa, os botões da camisa foram quase arrancados por Silvia enquanto beijava meu peito, a língua dela subia e descia do meu pescoço até a metade do corpo, depois afrouxou o cinto e tirou minha calça, me deixando só de cueca.
—Manuel... senti tanto a sua falta... não sei o que você fez comigo pra eu ficar tão louca por você?
Ela ajoelhada enquanto tirava minha rola bem dura da cueca e chupava como se fosse o sorvete do sabor favorito dela, a língua percorria da cabeça descendo bem devagar por todo o corpo até chegar nas bolas, que ela beijava e colocava na boca. Isso ela repetia várias vezes...

A culpa foi do álcool😰3 (final)


-Queee delíciaaa assim assim chupa tudinho que de agora em diante essa é a sua pica... aggg...!
E não parou até eu gritar de prazer quando gozei dentro da sua boca experiente, que se abriu ainda mais para engolir todo o sêmen e depois passou a língua no canto dos lábios para lamber o que tinha escapado.

vadia


-Aggg... Assim que se toma todo seu leitinho... até a última gota como uma boa menina!
Ela se levantou e me abraçou bem forte, dizendo que me amava muito e que esses dias a fizeram refletir bastante. Ela sabia do perigo e que não era o que deveria ser, mas não conseguiu tirar eu da cabeça dela. Os olhos dela se encheram d'água, eu sequei as lágrimas dela e a beijei.
—Vamos tomar banho juntos, Manuel, a viagem foi cansativa pra caralho!
Minha mão deslizava pelo corpo dela com a esponja, seus peitões enormes de bicos marrons e grandes que estavam durinhos por causa das minhas carícias. Depois desci até a barriga dela, que ainda estava definida por causa dos exercícios que ela fazia na academia com a minha mãe. E o melhor de tudo era o quadril largo e a rabuda dela, que sempre foi o maior atrativo dela pros homens.

peitos grandes


Eu colado atrás dela, lavando ela como se fosse uma menina e beijando a nuca dela, depois as orelhas e o pescoço. Ela jogou a cabeça pra trás procurando minha boca e a gente se beijou, agora esses beijos eram mais carinhosos. Minha pica tava dura pra caralho no meio daquela bunda grande e gostosa dela... tava quase no cuzinho dela quando meu celular tocou…
O som da chamada nos trouxe de volta à realidade, saímos rápido e atendi, era minha mãe perguntando como estávamos e, principalmente, ela, a tia dela. Me deu vontade de dizer que eu tava muito feliz com a pica na boca dela, mas não.
-Alô, mãe, tá tudo bem com a tia Silvia, tô acompanhando ela porque ela tá meio triste... daqui a pouco tô de volta em casa.
Ele me disse que tá tudo bem, que eu não me preocupasse, que eu podia tomar todo o tempo que precisasse pra deixar ela bem. E como eu vi a cara dela, comentei que ela tava meio confusa, e por isso fiquei com ela.
—Mamãe, ela foi pra cozinha preparar o almoço. Tá vindo aí, vou passar o celular pra você dar um oi pra ela!
Elas conversavam enquanto eu beijava os peitos delas e chupava como se fosse um bebê. A Silvia tentava disfarçar os gemidos, depois disse pra minha mãe perdoar ela por estar tomando o filho dela por um momento, mas que se sentia sozinha, e que depois devolveria.
-Nãooo tia, não se preocupa, pra que que serve a família? Cê sabe que a gente te ama muito e, se estiver ao nosso alcance, a gente faz... Lembra que cê não tá sozinha, então deixa o Manolito te acompanhar o tempo que cê quiser. E desculpa não ter ido, mas tive que levar a menina no médico. Depois a gente fala, um beijo, bem-vinda e te amo muito.
Acho que foi um erro passar o celular pra ela, porque de novo começou aquele conflito emocional do que era certo. Joguei ela na cama e comecei a beijar as coxas dela, fui subindo até chegar na buceta. Diferente da primeira vez, o quarto tava escuro; agora a luz do dia me dava uma visão muito melhor. Ela tinha se depilado antes, mas tava descuidada porque não se sentia gostosa e ninguém ia ver ali. Beijei os lábios da buceta dela e mordi de leve.

Bunda


-Ahhh... aaaai que delíciaa... Manuelitooo... ahhh ahhh!
Agora era eu quem não soltaria a buceta dela até que ela gritasse de prazer. O corpo dela começou a se mexer cada vez mais forte, e os gemidos também. Depois, ela tremeu toda, soltou um grito e se mijou de prazer ao chegar no orgasmo.
-Ai... Meu Deeeus que maravilhaaa...!
Então eu abracei ela forte e beijei. O corpo dela ainda tremia de tão sensível que estava. Virei ela e comecei a acariciar o esfíncter, usando os próprios fluidos dela como lubrificante. Primeiro foi um dedo, depois dois, e então três, até que o cu dela parecia bem preparado pra finalmente ser aproveitado por mim. Era o único lugar que ainda não tinha feito.
—Tô com medo, nunca fiz isso por aí, meu amor. Quando o idiota do meu ex-marido pedia, eu não deixava. Vai doer. Não!
Falei pra ela que ia fazer com carinho e cuidado porque eu gosto muito dela, que confiasse em mim. Talvez esse também foi um motivo pro marido dela arrumar outra, porque eu não entendia — e os homens da família também não — como alguém podia largar uma mulher tão gostosa e com uma bunda tão boa.
-Ai, meu amorrr, tô doendo, aiiii!
Acabava de entrar a cabecinha e ela tava morrendo de medo, gritando. Falei pra ela se acalmar e relaxar, porque se continuasse assim não ia rolar. Dei um travesseiro pra ela morder se sentisse dor. Lá estava eu, todo expert aos 18 anos, dando ordens pra uma mulher de 52, como se tivesse muita experiência, sendo que também era a minha primeira vez metendo no cu de uma mulher.
- Assim, assim, relaxa... no começo vai doer um pouco, mas depois você vai gostar pra caralho!
E aos poucos fui invadindo a bunda dela, até então virgem, sentia como o cu dela resistia, as paredes do rabo se contraíam bastante e comecei a aumentar a força da penetração e a resistência foi cedendo, e entrou metade da minha pica, os gritos dela agora eram mais altos, mas isso não me impediu de continuar empurrando até meter tudo.


-Ai... Manueeel, você me mata... aii... aii!
Os gritos dela me fizeram hesitar por um momento em continuar com a penetração no cu dela, que finalmente, depois de muito esforço, deixou ser invadido e entrou tudo, fazendo uma pressão forte no pau que pela primeira vez.

pau


-Aguenta mais um pouco... Silvia!
Parei por um momento a penetração, mas sem tirar do cu dela como ela pedia, pra que o esfínter fosse se acostumando com a grossura e o tamanho do pau que entrava pela primeira vez, enquanto eu beijava o rosto dela.
Depois de alguns minutos, a Sílvia já parecia mais calma, então fui lentamente continuando com o vai e vem... Ohhh, surpresa: os gritos de dor viraram gemidos de prazer. A respiração dela ficou ofegante, era como se fosse a primeira vez de uma gostosa sentindo a sela, pulando e pulando, tentando derrubar o cavaleiro, até que, depois de tanto esforço, foi domada.
—Viu, Silvia, te fale que depois da dor vem o gostoso que você vai sentir daqui pra frente!
A cada metida que ela levava, as bundonas dela pulavam. A Tasty sentia o cu bem apertadinho, parecia um forno de tão quente que tava. Parecia um sonho que era eu quem tinha arrombado a bunda da tia Silvia, que tantos homens na família, incluindo meu pai, olhavam disfarçadamente com desejo.

Ela e uma gostosa de dar agua


-Ahh... ahhh... Manolito!
—Você gosta?... Meu amor. Eu gosto muito, que delíciaaaa!
-Sim... muitooo... tá uma delícia assim... continua... ahhh!
Em menos de um mês, minha vida sexual tinha mudado de ser um moleque que perdia a libido vendo revistas e filmes pornô e depois acabava batendo uma, pra agora ser um homem que curte junto com uma coroa gostosa um sexo bom e terminar arrombando a buceta dela.
Depois de um bom tempo aproveitando a cavidade anal dela, senti que estava chegando ao fim e enchi as entranhas dela com porra quente. Segurei firme os quadris dela e meti mais forte nela.

porra


Caí pesado na cama, exausto e ofegante. Ela se aproximou e encostou a cabeça no meu peito, e eu podia sentir as batidas do coração. Silvia se sentiu protegida e amada naquele momento por mim. De agora em diante, ela seria minha mulher quando estivéssemos sozinhos, mas na frente da família, tudo continuaria igual.
—Manuel, quero que isso dure o máximo que puder. Eu sempre vou estar aqui pra você. De agora em diante, eu sou sua mulher. Tanto tempo sozinha e deprimida, mas você conseguiu trazer a alegria de volta pro meu coração. Te quero pra caralho, sei que você é novo e um dia vai partir, e vou entender. Mas agora você é meu e eu sou sua.
Quando voltei pra casa, minha mãe tava me esperando, ansiosa pra caralho, fazendo mil perguntas: como eu tinha visto ele, se ele me disse por que viajou tão de repente, e por aí vai.
—Mãe, ela tá bem. Não fica enchendo ela de perguntas, deixa ela em paz, só apoia ela como sempre fez!
Desde esse momento vou na casa dela, deixando passar um dia, mas tomando muito cuidado pra não ser descoberto. Agora, nos encontros de família, ela tá diferente, alegre, com um sorrisão lindo. Todo mundo pergunta o motivo, e ela só diz que o apoio da família e as conversas com o psicólogo ajudaram muito. E, sem ninguém perceber, ela me olha.

incesto


Agora essa bunda que muitos veem quando ela dança é minha, e minha mãe também tá muito feliz por ela, então quando ela me chama pra qualquer desculpa pra eu ir, não tem problema, pra isso que a família serve, pra se apoiar.
FIM

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