O sogrão tarado

com o cu arrombado... Evelin é uma colegial do ensino médio da estrada, que fica em Solano... Como toda história, ela começou a namorar um cara humilde, que ela amava muito, mas a relação sexual dos dois foi decaindo, no começo era boa, mas com o tempo ficou sem graça... Rodrigo, o namorado da garota, passava o dia trabalhando, morava num barraco perto do riacho Las Piedras, com o pai dele, seu Aurélio... Um dia, seu Aurélio, voltando de fazer compras, pegou a futura nora dele se pegando com um cara, e ela ficou vermelha e ele ficou de pau duro, ao ver que o cara tava pegando ela na volta da escola e metendo a mão no cu dela... Ela, toda feliz, se deixava, e o cara enfiava os dedos nela até o talo... Seu Aurélio, vendo aquela situação, olhou, observou, calou a boca e não disse nada... Só passou, deu boa tarde, Evelin, e seguiu o caminho dele... Evelin ficou louca quando viu que o sogro tinha visto ela daquele jeito. Mas não ligou e continuou, enquanto seu Aurélio ficou na esquina se excitando um tempão, olhando como enfiavam os dedos naquela garota... Quando os dois jovens se cansaram de se esquentar, já tinha passado uma hora desde o cumprimento do sogro, tava escuro, quase 8 da noite, e eles começaram a andar, cada um indo pra sua casa... Ao virar a esquina, que espetáculo: o sogro dele... com uma caixa de vinho numa mão e se masturbando com a outra... Aí ele disse pra Evelin: tchau, até logo... Evelin não respondeu, mas viu tudo, não queria perder o Rodrigo, ela tava apaixonada... Mas isso podia estragar tudo... No dia seguinte, ela foi visitar ele pra passar a noite com ele, como quase todo dia de folga dele, mas quando chegou no barraco, ele não tava. Ela tinha a chave, só entrou, ficou semi-nua na cama e decidiu esperar ele, assim... (Ele costumava chegar tarde do trabalho, mas naquele dia a história seria diferente.) Apareceu seu Aurélio, meio bêbado e brigão... Entrou no O quarto do Rodrigo, já que viu a luz acesa... E viu ela na caminha, semi pelada... Ele gritou: "Sua puta da minha nora, na cama alta, sua gostosa... Se não quiser que eu conte nada do que vi, vai me chuparrrrrr!! Será que aquele ali tem maior que o meu? Será que você deseja mais o dele do que o meu?" Ela tentou se cobrir rápido com um lençol e gritou pra ele ir embora, deixar ela em paz. Ficou muito nervosa, não imaginava que o sogro apareceria — um velho decrépito de uns 60 anos, meio bêbado e de pavio curto... Ele gritou de novo, mas dessa vez com uma ordem clara: "Vai me chupar, puta..." Ela ficou atônita, tremendo um pouco, estava semi nua... Não sabia o que dizer. Ele se aproximou e tirou uma piroca meio murcha, um pouco suja e com muito cheiro... Ela disse: "É que me dá nojo... Sua coisa tá muito fedida, por favor, vai embora daqui..." — "Já te falei, você é surda? Vai vir dar pra mim quantas vezes eu quiser!!!" Evelin ria. Kkkk!!! "Então agora me dá um beijo." O velho olhava pra ela e começou a se tocar na piroca na frente dela, meio dura... Enquanto isso, via ela totalmente nua, meu Deus, dava vontade de comer ela ali mesmo, jogada na cama... Evelin percebeu que aquela expressão estranha nos olhos do velhote tinha ficado meio avermelhada, e vendo que ele a qualquer momento podia se jogar e comer ela... "Velho de merda!" Gritou. "Mas como você me chamou, garota!!!" E com uma cacetada certeira que ecoou por todo o barraco, ela ficou atônita... "Desculpa, seu Aurélio, não vai acontecer de novo", disse com terror... "Eu... eu..." A pobre Evelin não encontrava uma desculpa coerente pra consertar o erro e temia que o velho desse outra bofetada nela. "Vem cá, se aproxima, vou te ensinar a respeitar esse velho. Chega mais que vou te mostrar o que tem pra você..." Evelin sabia bem o que o velhote queria dela, ou seja, sabia que o sexagenário queria comer ela. Mas chamava a atenção que parecia uma piroca gigante... Seria uma gigante, queria ver como era o tamanho, a grossura... mas no momento em que o velho foi aproximando a mão pelas suas coxas bem torneadas e em direção à mãozinha que protegia a buceta dela, viu os olhos dele que pareciam os de um lobo faminto por carne fresca, enquanto também via ele lambendo nojento os lábios grossos. Automaticamente, a adolescente levou o olhar pro volume do velho e viu como ele lentamente começava a endurecer por baixo da cueca. Dom Aurélio percebeu o que Evelin estava olhando e soube que, apesar de como ele a tratava, ela tava de olho no volume... a menina ainda estava interessada em ver o instrumento poderoso dele... –Toca ela!!, ordenou com a voz grossa e grave. A menina ficou olhando pra ele com olhos expectantes, balançando a cabeça negativamente, as palavras não saíam e a boca tinha secado. Se acariciasse os genitais do cara, ele ia comer ela sem piedade –Que tu toque, porraaaa!!!, E deu um tapa do outro lado da bochecha... Pegou a mão dela e ele mesmo fez ela tocar. A colegial ali soube que o que Dom Aurélio Severino tinha era uma pica gigante, o dobro da do filho dele, Rodrigo.... O que eu te mando tem que ser cumprido…gritou!!! –Sente ela, garota, viu que a pica do teu sogro tá durinha? Meu pedaço tá assim por tua culpa e se prepara que agora vou te dar, pra tu não ficar pensando em caras idiotas, porque agora sim tu vai saber o que é receber pica de verdade, hahahaha!!! Evelin tremia, tinha medo de ser estuprada pelo sogro, mas sabia que ele tinha descoberto ela beijando outro cara que não era o filho dele... o velho praticamente tava confirmando os medos dela, ia comer ela na cama de casamento do próprio filho. Os olhos dela se encheram de lágrimas de resignação, já não era mais a menina corajosa que defenderia até a morte a dignidade do Rodrigo, agora estava entregue nas mãos do pai do rapaz, nunca imaginou estar em tais condições com o quase sogro, que com o olhar ansioso do luxurioso desejo de comer a namorada do filho era o que mais a aterrorizava, agora ele estava se jogando em cima dela para fazer centenas de coisas aberrantes que com certeza saciariam seus instintos mais baixos. O velho, subindo no catre, deitou-se de costas na cama de casal, pegou a garota assustada pelos braços e a puxou para seu peito largo, coberto de pelos grisalhos e grossos, enfiando a ferramenta dele na barriga dela, enquanto acariciava os biquinhos duros, perguntou olhando nos olhos amedrontados dela: –Você realmente pensa na pica do Rodrigo, garota? Ou quer pica de qualquer um? –Não!!!, ela conseguiu responder finalmente… –Não mente pra mim, putinha…vi a cara de puta que você fez quando me olhou, e com certeza imaginava outro macho em cima de você, hehehe… isso me diz que você é muito, mas muito puta, e que uma pica só não é suficiente pra você…então me fala a verdade!!!! O pau de Dom Aurélio endureceu ainda mais quando sentiu os peitos nus e jovens de Evelin se comprimindo contra o peito dele. –De verdade, sogro…sniffs…não pensei…não me estupre, só vou dormir e amanhã cedo vou embora… –Hahaha, claro que não vou te estuprar, garota vagabunda, vamos foder que é diferente, ele dizia enquanto com uma mão segurava a cintura dela e com a outra tirava a cueca velha, para continuar falando bem perto do rosto dela: –Você nem vai perceber quando, sozinha, vai estar se enfiando na minha pica, hahaha!!, jogando ela para o lado do corpo obeso dele, disse: –Olhaaaa!!!, o que os olhos assustados da garotinha apetitosa viram foi um membro enorme e muito grosso, cheio de veias multicoloridas que pulsavam rapidamente por causa da aceleração da pressão sanguínea. Ela não conseguia acreditar que ele tivesse um instrumento tão terrível… o tamanho e a grossura, percebeu que aquela pica grossa e cheia de nervos era uma loucura… parecia mais com a de um cavalo do que com a do Rodrigo, que era normal, puxando pra pequena, e ainda por cima gozava assim que a penetrava, e ela ficava com toda a vontade. continuar fazendo, pelo menos essa devia medir uns 23 centímetros, calculava a surpresa da sweet girl, nunca na vida tinha imaginado uma ferramenta de carne tão descomunal, levando em conta que o velho era um decrépito bêbado. A menina, estando tão perto daquela cock, caiu num verdadeiro estado de culpa, pensou no Rodrigo… não, não faça isso… sniffsss não podemos enganar o filho dele, para com isso!!!! Sniffsss sniffsss…. –Não faça isso comigo… por favor… sniffssss, vou ser boazinha e me vestir bonita pro senhor, vou vir visitar pra cuidar de você quando ficar doente… mas não vai me comer!! Snifffsss… sniffssss… –Para de besteira e pega nela, estúpida!!! já vai ver como essa tá durona!!!, ordenou o velhote com a voz rouca, enquanto ele mesmo limpava o rosto dela com as mãos calejadas, isso fez com que a infeliz jovem se sentisse um pouco mais segura, voltou a olhar pra coisa enorme que estavam pedindo pra ela cuidar, o velhote já estava apalpando um peito dela. Tímida, aproximou as mãos trêmulas, agora que tava perto, sentiu medo de tocar, fechou os olhos e criou coragem até que finalmente segurou, sentiu quente, úmida e duríssima, como se estivesse segurando o cabo de um machado, olhou pro velhote e viu os olhos vermelhos dele, ele olhava pra ela como se realmente quisesse devorá-la, a coitada só ficou segurando a estaca de carne sem saber o que fazer. –E o que tá esperando, girl!?, se quer vir todo dia ver o inútil do teu namorado, tem que pagar por isso, começa a bater uma pra mim!, essa cock enorme você tem que se acostumar com ela!!, hahaha, vamos… faz!! eu sei que você consegue!!, hahaha… dizendo isso pra garota envergonhada, ele colocou as mãos enormes sobre as dela e forçou ela a começar a subir e descer, a pequena Evelin, que estava de joelhos masturbando a estaca do pedófilo sexagenário, e depois de uns bons minutos, não percebeu quando o velhote tinha tirado as mãos, e ali ficou encontrava ela sozinha, praticando uma descarada punheta num velho que podia ser avô dela e, pra completar, era o pai do namorado dela. A masturbação continuava frenética. A jovem, aparentemente, já tinha superado a culpa; a punheta que tava dando no quase sogro era de campeonato, mas ainda sentia um certo nojo quando via a ponta descendo a pele, deixando os olhos dela encararem a glande azulada. Já percebia que as mãos e a coisa do velho fediam forte a mijo e outro tipo de substância que parecia porra que o velho batia uma e secava ali mesmo sem lavar. Era uma rola totalmente nojenta, grande, com traços de coisa branca nela, e o cheiro era impressionante... e sem ela perceber, esses cheiros atraíam ela, meio que a subjugavam. Agora, graças aos movimentos fortes e rítmicos das mãos dela, sentia ele mais duro e mais rijo do que antes. Cada vez que olhava pro Velho, como querendo perguntar com o olhar se tava fazendo direito, via ele sorrir pra ela de forma descarada, como quem diz sem palavras que o que ela tava pegando era bem mais comprido e grosso que o do Rodrigo, até que ouviu de novo o que tinha que fazer. –Agora... chupa ela, mocinha!! Limpa a minha rola com sua linguinha!!! –Meu nome é Evelin... ouviu!!?, a jovem, já puta com o velho, além de não gostar que ele tratasse ela como uma menininha... Evelin aproximou o rosto da rola. Naquele momento, tinha toda intenção de chupar ela, mas ao ver a rola com uns pelos grossos e encaracolados grudados na glande, e aquele cheiro desagradável e forte, deu uns engulhos profundos. O velho, percebendo isso, se inclinou meio que pra dizer num tom irritado: –E o que foi agora, mocinha!? Cê não quer chupar ela não, é!? O velho automaticamente se ergueu com cara de muito puto, jogou ela em cima do catre. A colegial se contorcia e se retorcia, chutando pra todo lado. direções em sinal de proteger sua coisinha do olhar ansioso do degenerado, praticamente a puxões a joguei no colchão, ela quis bater nele de novo pra aprender a obedecer, mas quando o olhar grosseiro dele tropeçou naquele triângulo sedoso de pelinhos pretos e brilhantes, ficou completamente enfeitiçado, como pôde, pegou as pernas dela abrindo-as de par em par, sem se importar com a dor que causava, pra depois se aproximar da apertada e já não virgem slutty e começar a cheirar, o aroma que a pussy tenra da jovem exalava era de enlouquecer qualquer homem, ele cheiraria até cansar, uma vez que o nariz dele ficou impregnado do cheiro de mulher, só disse. – Ahhhh… que gostoso você cheira aqui embaixo, lindura, de verdade que cheira a mulher quente e sedenta de cock, jejeje, não é à toa que meu filho enlouquece com você, dizendo isso, abriu a bocona babona e lentamente foi se aproximando daquela pussy apetitosa e frágil pra começar a devorá-la à vontade, começou a lamber o kitty até cansar, o velho tava fascinado. chupava, lambia e cuspia, pra depois explorar com os dedos grossos, tudo era mágico pro seu Aurélio, e o mais importante: tava a minutos de ser ele… quem ia empernar uma jovem mulher que teve o azar de cruzar o caminho dele, tava num sonho do qual não queria acordar nunca mais. Evelin, com a consciência que recriminava tudo que tava rolando entre o velho e ela, sentia repulsa por tudo que faziam lá embaixo, só a uns palmos de onde tava o umbigo dela, fez um esforço pra controlar a náusea, mas o que a pobre jovenzinha não sabia era que o pior ainda tava por vir. Quando seu Aurélio finalmente cansou de sorver sucos, chupar, lamber e brincar com a pussy já escorrendo, levantou as pernas dela dobrando-as e deixando-as abertas, pra começar a montar com claras intenções de meter aquela monstruosidade de cock que agora eu tava com ela mais dura e empinada do que nunca. A colegial, ao perceber que o velho tava querendo montar nela pra transformar ela na mulher dele, instintivamente começou uma luta frenética pra defender a fidelidade dela com o amado Rodrigo, mas mais do que isso era o pânico tremendo que ela sentia só de se imaginar sendo penetrada por um animal daquele, que já tava quente pra caralho e não ia deixar essa oportunidade passar. Já montado confortavelmente no corpo branco e curvilíneo dela, ele deu dois tapas violentos na cara dela, tão brutais e dolorosos que a mina automaticamente ficou paralisada e em choque, esperando sem saber o que ia acontecer… –Agora você vai saber o que é ser comida por um macho de verdade, sua putinha de cara de santa!!!, jejejeje, então para de frescura, você já tá pronta pra dar pra um homem de verdade, puta, você tá pensando na pica do seu namorado, o inútil do Rodrigo!!! –Não… por favor, não me estupraaaaa… snifssss… –Eu não tô te estuprando, piranha!!!… foi você sozinha que veio se meter na minha propriedade com a desculpa de procurar seu namorado, ninguém te forçou!… e eu vi como você, sua puta, olhava pra minha pica quando ela endurecia por dentro da minha cueca, então não vem de sonsa, hahaha!!… você veio atrás de pica… e pica você vai ter!!, hahahahahaha!!!!! Evelin sentiu quando o velho, depois de falar isso, posicionou a cabeça roxa da ferramenta dele bem na entrada da pussy, e sem esperar mais nada, começou a empurrar com força e sem consideração. A cada empurrão, a tranca enorme dele fazia ela doer, ele tava estuprando ela pela primeira vez, sem o consentimento dela, mas de repente ela sentiu que a dor ficava cada vez menos intensa e insuportável, a sensação na pussy dela era que ele tava simplesmente explorando por dentro. O velho fazia força desmedida pra meter a pica o mais fundo possível dentro daquela garota apertada que se recusava a receber ele por completo, os dois corpos suavam, o Suplício para a pequena colegial nem tinha começado ainda. Ele se acomodou de novo entre as coxas abertas e brancas da jovem, olhou nos olhos inocentes de colegial e nos cabelos azulados dela. A máscara de cílios já tinha escorrido e se espalhava pelo rostinho assustado, até que ela viu ele fechar os olhos como se aquele velho nojento estivesse se concentrando em algo, e foi quando sentiu ele entrar. – NÃOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!! – foi o primeiro grito dilacerante que ecoou na casinha. O velho empurrou firme e de forma selvagem, alojando o pau dentro do corpo dela por inteiro. Se o namorado dela já tinha penetrado ela, essa era muito, mas muito diferente – tão grande e grossa. – Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii... que dorrrrrrrrrrr!!! Tiraaaaaa!!! Seu pau é muito grandeeeeee!!! Aiiiiiiii!!! Aiiiiiiii!!! Não, por favorrrrr!!! Sniffsssssssssss! Snifsssssssssssssss!!! Evelin, com a carinha desfigurada de sentir a buceta aberta e empalada por um pau que chegava até o umbigo. – Cala a boca, garota, se você é tão putaaaaa!! E aceita que meu paaaaaau é o triplo do que o inútil do seu namorado tem!!! Kkkkkk!!! Você é minha, garota, acabei de te transformar na minha mulher, hehehe... Juro que de agora em diante você vai adorar que eu meta meu pau... – o velho dizia isso com o corpo todo inclinado pra frente, sentindo no pau a sensação deliciosa de como a bucetinha jovem aceitava a ferramenta dele. Ohhhhhh... era verdade o que o Rodrigo me falava de você, piranha, você é tão apertada que parece virgem... sua buceta aperta meu pau de um jeito gostoso Mmmmmm... – o velho começou devagar a fazer umas espécies de círculos com a cintura, mas sempre empurrando pra dentro, pra depois continuar fodendo a linda colegial. – Agora se acostuma, coisinha, que sempre vou meter em você. Se prepara que depois vamos começar a nos mexer forte. Ohhhh! Ahhhhhh!! Que delícia estar dentro do seu corpo, minha rainhaaa – dizia o selvagem do seu Aurélio, que já tinha começado a se mover devagar, pra ir pegando o ritmo. e forças enquanto metia e tirava. O velhote continuava penetrando ela com toda a força, e a culpa de estar traindo o Rodrigo não saía do corpo da colegial, a essa altura a buceta dela já tinha adormecido de tantas estocadas ferozes, a menina só se deixava fazer, chorando em silêncio e com a mãozinha e os dedinhos semi dobrados na boca, não aguentava mais o que estava acontecendo, sentia sobre o corpo o peso do velho que não parava com as investidas furiosas, ficou parada tentando controlar a respiração, queria que aquela foda dolorosa terminasse logo, embora a essa altura o velhote estivesse tão enfiado dentro dela que sentia as batidas da pica no fundo do estômago, como também sentia os colhões batendo na bunda pequena, a menina tinha certeza de que tinham aberto ela por completo. O quase sogro serrava firme, sentia o cheiro do cabelo e da pele dela, de jeito nenhum pensava em parar, a garota estava realmente gostosa, e ele tinha prometido a si mesmo que nunca mais teria consideração com putas infieis, porque se tratasse bem elas se comportavam como umas verdadeiras vadias com os homens, então decidiu que estava muito certo o que estava fazendo com a namorada do filho, com isso redobrou as forças e as estocadas no corpo febril da menina. De repente o velho deu uma pausa, mas deixou ela toda empalada, a colegial ao se sentir completamente enfiada se sentiu estranha, sentia a pica do velho como se fosse um bicho com vida própria que se mexia dentro do corpo dela, ao estar toda empalada, de repente imaginou que a pica inchava cada vez mais, o velhote tinha voltado aos movimentos loucos de mete e tira, fazendo isso uma e outra vez, assim ficaram por longos minutos, o que Evelin sentia naqueles momentos era algo totalmente novo pra ela, já não sentia dor, sentia que quanto mais fortes fossem as pancadas de pica que ele dava, Mais prazer ela sentia, a garota não queria admitir, mas era o próprio corpo dela que naqueles momentos dizia o quanto gostosa ela estava sendo comida por um velho que era nada mais nada menos que o pai do namorado dela. Ele comeu ela por um bom tempo, já estava tipo uns 45 minutos pelo menos, e a colegial já se mexia no mesmo ritmo que empurravam a rola pra dentro dela, quanto mais firme ela empurrasse contra a rola, mais gostoso e delicioso era o prazer que o sistema nervoso dela dava. De repente, ela sentiu uma sensação como se o coração fosse parar, era algo desconhecido, como uma possessa, começou a rebolar o corpo de forma acelerada, ofegando e gemendo igual uma putinha vulgar. O velhote babava de tesão e calor, a mina já se mexia sozinha como uma verdadeira mulher e ele era o culpado por isso e quem tinha ensinado. Juntou a bocona de predador com os lábios carnudos da colegial, que recebeu com um beijo de língua delicioso. O velho não era um beijador nato, mas vendo o jeito desesperado que a mocinha enfiava a língua dentro da boca dele, só começou a fazer o mesmo. Aquela boquinha jovem de 20 anos tinha gosto de menta, e era verdade. Os dois amantes não percebiam o jeito selvagem que estavam se pegando. Como conseguiu, foi virando o corpo da garota até que ela ficou montada em cima da barriga redonda e peluda do velhote — Tá vendo, putinha! Eu sabia que minha rola ia te encantar mais que a do Rodrigo!! A jovem quase não ouvia ele, só estava concentrada em se mexer e esfregar bem esfregada a rola do velho na buceta alargada dela. Os peitos dela pulavam deliciosamente no mesmo ritmo que a garota fazia seus movimentos de prazer, fazendo círculos enlouquecedores. A cintura dela se mexia descontroladamente como uma sanfona, combinando com subidas e descidas firmes do quadril pra depois fazer umas ondulações diabólicas como se quisesse que aquela estaca de carne deliciosa chegasse até o estômago dela. Continua.

2 comentários - O sogrão tarado