O sogrão gostoso

com o cu arrombado... Evelin é uma colegial da escola secundária que fica em Solano... Como toda história, ela começou a namorar um cara humilde, que ela amava muito, mas a relação sexual dos dois foi decaindo, no começo era boa, mas com o tempo ficou sem graça... Rodrigo, o namorado da garota, passava o dia trabalhando, morava num barraco perto do riacho Las Piedras, com o pai dele, dom Aurelio... Um dia, dom Aurelio, voltando de fazer compras, viu a futura nora dele se pegando com um cara, ela ficou vermelha e ele ficou com tesão, ao ver que o cara tava pegando ela na volta da escola e metendo a mão no cu dela... Ela, toda feliz, se deixava, e o cara enfiava os dedos nela sem parar... Dom Aurelio, vendo aquela situação, olhou, observou, calou a boca e não disse nada... Só passou e deu boa tarde, Evelin, e seguiu o caminho dele... Evelin ficou louca ao ver que o sogro tinha visto ela daquele jeito. Mas não ligou e continuou, enquanto dom Aurelio ficou na esquina se excitando um pouco, olhando como enfiavam os dedos naquela garota... Quando os dois jovens se cansaram de se esquentar, já tinha passado uma hora desde o cumprimento do sogro, estava escuro, quase 8 da noite, e começaram a andar, cada um indo pra sua casa... Ao virar a esquina, que espetáculo: o sogro dela estava lá... com uma caixa de vinho numa mão e se masturbando com a outra... Aí ele disse pra Evelin: tchau, até logo... Evelin não respondeu, mas viu tudo, ela não queria perder o Rodrigo, estava apaixonada... Mas isso podia estragar tudo... No dia seguinte, ela foi visitá-lo pra passar a noite com ele, como quase todo dia de folga dele, mas quando chegou no barraco, ele não estava. Ela tinha a chave, só entrou, ficou semi-nua na cama e decidiu esperar por ele, assim... (Ele costumava chegar tarde do trabalho, mas naquele dia a história seria diferente.) Apareceu dom Aurelio, meio bêbado e brigão... Ele entrou no... O quarto do Rodrigo, já que viu a luz acesa... E viu ela na caminha, quase pelada... Ele gritou: "Sua puta da minha nora, na cama alta, sua gostosa... Se não quiser que eu conte nada do que vi, você vai me chuparrrrrr!! Será que aquele ali tem maior que o meu? Será que você deseja mais o dele do que o meu?" Ela tentou se cobrir rápido com um lençol e gritou pra ele ir embora, deixá-la em paz. Ficou muito nervosa, não imaginava que o sogro apareceria — um velho decrépito de uns 60 anos, meio bêbado e com pavio curto... Ele gritou de novo, mas dessa vez com uma ordem clara: "Você vai me chupar, puta!" Ela ficou atônita, tremendo um pouco, estava semi nua... Não sabia o que dizer. Ele se aproximou e tirou uma piroca meio murcha, um pouco suja e com muito cheiro... Ela disse: "É que me dá nojo... Sua coisa tá muito fedida, por favor, vai embora daqui..." — "Já te falei, você é surda? Você vai vir dar pra mim quantas vezes eu quiser!!!" Evelin ria. "Kkkkk...!!! Então agora me dá um beijo." O velho olhava pra ela e começou a se tocar na piroca na frente dela, meio dura... Enquanto a via completamente nua, por Deus, dava vontade de comer ela ali mesmo, jogada na cama... Evelin percebeu que aquela expressão estranha nos olhos do velhote tinha ficado meio avermelhada, e vendo que a qualquer momento ele podia se jogar em cima e comer ela... "Velho de merda!" Gritou. "Mas como você me chamou, garota!!!" E com uma cacetada certeira que ecoou por toda a casa, ela ficou atônita... "Desculpa, seu Aurélio, não vai acontecer de novo", disse com terror... "Eu... eu..." A pobre Evelin não encontrava uma desculpa coerente pra consertar o erro e temia que o velho desse outro tapa nela. "Vem cá, se aproxima, vou te ensinar a respeitar esse velho. Chega mais que vou te mostrar o que tem pra você..." Evelin sabia bem o que o velhote realmente queria dela, ou seja, sabia que o sexagenário queria comer ela. Mas chamava a atenção que parecia uma piroca gigante... Seria uma gigante, queria ver como era o tamanho, a grossura... mas no momento em que o velho foi aproximando a mão pelas suas coxas bem torneadas e em direção à mãozinha que protegia a buceta dela, viu os olhos dele que pareciam os de um lobo faminto por carne fresca, enquanto também via ele lambendo nojento os lábios grossos. Automaticamente, a adolescente levou o olhar pro volume do velho e viu como ele lentamente começava a endurecer por baixo da cueca. Seu Aurélio percebeu o que Evelin estava olhando e soube que, apesar de como ele a tratava, ela olhava pro volume... a menina ainda estava interessada em ver o instrumento poderoso dele... – Toca ela!!, ordenou com a voz grossa e grave. A menina ficou olhando pra ele com olhos expectantes, balançando a cabeça negativamente, as palavras não saíam e a boca tinha secado. Se acariciasse os genitais do cara, ele ia comer ela sem piedade. – Que toque, porra!!!, E deu um tapa do outro lado da bochecha... Pegou a mão dela e ele mesmo fez ela tocar. A colegial ali soube que o que Seu Aurélio Severino tinha era uma pica gigante, o dobro da do filho dele, Rodrigo.... O que eu mandar tem que ser cumprido... gritou!!! – Sente ela, garota, viu que a pica do teu sogro tá durinha? Meu pedaço tá assim por sua culpa e se prepara que agora vou te dar, pra você não ficar pensando em caras babacas, porque agora você vai saber o que é receber pica de verdade, hahaha!!! Evelin tremia, tinha medo de ser estuprada pelo sogro, mas sabia que ele a pegou beijando outro cara que não era o filho dele... o velho praticamente tava confirmando os medos dela, ia comer ela na cama de casamento do próprio filho. Os olhos dela se encheram de lágrimas de resignação, já não era mais a menina corajosa que defenderia até a morte a dignidade do seu Rodrigo, agora estava entregue nas mãos do pai do rapaz, nunca imaginou estar em tais condições com o quase sogro, que com o olhar ansioso Do desejo lascivo de comer a namorada do filho era o que mais a aterrorizava, agora ele estava se jogando sobre ela para fazer centenas de coisas aberrantes que com certeza saciariam seus instintos mais baixos. O velho, subindo no catre, deitou-se de costas na cama de casal, pegou a garota assustada pelos braços e a puxou para seu peito largo, coberto de grossos pelos grisalhos, cravando a ferramenta dele na barriga dela, enquanto acariciava os biquinhos duros, perguntou olhando nos olhos assustados dela: –Você realmente pensa na pica do Rodrigo, garota? Ou quer pica de qualquer um? –Nãooo!!!, conseguiu responder finalmente… –Não mente pra mim, putinha…vi a cara de puta que você fez quando me viu, e com certeza imaginava outro macho em cima de você, hehehe… isso me diz que você é muito, mas muito puta, e que uma pica só não é suficiente pra você…então me fala a verdade!!!! O pau de Dom Aurélio ficou mais duro ainda quando sentiu os peitos nus e juvenis de Evelin se comprimindo contra o peito dele. –De verdade, sogro…sniffs…não pensei…não me estupre, só vou dormir e amanhã cedo vou embora… –Hahaha, claro que não vou te estuprar, garota vagabunda, vamos foder que é diferente, ele dizia enquanto com uma mão segurava a cintura dela e com a outra tirava a cueca velha, pra continuar falando bem perto do rosto dela: –Você nem vai perceber quando, sozinha, vai estar se enfiando na minha pica, hahaha!!, jogando ela para o lado do corpo obeso dele, disse: –Olhaaa!!!, o que os olhos assustados da gostosinha viram foi um membro enorme e muito grosso, cheio de veias multicoloridas que pulsavam rapidamente por causa da aceleração da pressão sanguínea. Não podia acreditar que ele tivesse um instrumento tão terrível… o tamanho e a grossura, notou que aquela pica grossa e cheia de nervos era uma loucura… parecia mais com a de um cavalo do que com a do Rodrigo, que era normal, quase pequena, e ainda por cima gozava assim que penetrava, e ela ficava com toda a vontade de… continuar fazendo, pelo menos essa devia medir uns 23 centímetros, calculava a surpresa da sweet girl, nunca na vida tinha imaginado uma ferramenta de carne tão descomunal, levando em conta que o velho era um decrépito bêbado. A menina, estando tão perto daquela pica, caiu num verdadeiro estado de culpa, pensou no Rodrigo… não, não faça isso… sniffsss não podemos enganar o filho dele, para com isso!!!! Sniffsss sniffsss…. –Não faça isso comigo… por favor… sniffssss, vou ser boazinha e me vestir bonita pro senhor, vou vir visitar pra cuidar de você quando ficar doente… mas não vai me comer!! Snifffsss… sniffssss… –Para de besteira e pega nela, estúpida!!! já vai ver com essa duríssima!!!, ordenou o velhote com a voz rouca, enquanto limpava o rosto dela com as mãos calejadas, isso fez com que a infeliz jovem se sentisse um pouco mais segura, voltou a olhar pra aquela coisa enorme que estavam pedindo pra ela cuidar, o velhote já estava apalpando um peito dela. Tímida, aproximou as mãos trêmulas, agora que estava perto, sentiu medo de tocar, fechou os olhos e criou coragem até que finalmente agarrou, sentiu quente, úmida e duríssima, como se estivesse segurando o cabo de um machado, olhou pro velhote e viu os olhos vermelhos dele, que a encarava como se realmente quisesse devorá-la, a coitada só ficou segurando aquela estaca de carne sem saber o que fazer. –E o que você está esperando, girl!?, se quer vir todo dia ver o inútil do seu namorado, tem que pagar por isso, começa a bater uma pra mim!, essa pica enorme você tem que se acostumar com ela!!, hahaha, vamos… faz!! eu sei que você consegue!!, hahaha… dizendo isso pra garota envergonhada, ele colocou as mãos enormes sobre as dela e a forçou a começar a subir e descer, a pequena Evelin, que estava de joelhos masturbando a estaca do pedófilo sexagenário, e já depois de uns bons minutos, não percebeu quando o velhote tinha tirado as mãos, e ali ficou Ela se encontrou sozinha, praticando uma descarada punheta num velho que podia ser avô dela e, pra completar, era o pai do namorado dela. A masturbação continuava frenética. A jovem, aparentemente, já tinha superado a culpa — a punheta que ela tava dando no quase sogro era de campeonato —, mas ainda sentia um certo nojo quando via a ponta descendo a pele, deixando seus olhos encararem a glande azulada. Ela já notava que as mãos e a coisa do velhote fediam forte a mijada e outro tipo de substância que parecia porra que o velho batia uma e secava ali mesmo, sem lavar. Era um pau totalmente nojento, grande, com traços de coisa branca por cima, e o cheiro era impressionante... E, sem ela perceber, esses cheiros atraíam ela, meio que a subjugavam. Agora, graças aos seus movimentos manuais fortes e ritmados, sentia ele mais duro e mais rijo do que antes. Cada vez que olhava pro Velho, como que querendo perguntar com o olhar se tava fazendo direito, via ele sorrir pra ela de forma descarada, como quem diz sem palavras que o que ela tava segurando era bem mais comprido e grosso que o do Rodrigo, até que ouviu de novo o que tinha que fazer. –Agora... chupa ela, mocinha!! Limpa o meu pau com sua linguinha!!! –Meu nome é Evelin... ouviu!!?, a jovem, já puta com o velhote, além de não gostar que ele tratasse ela como uma neném... Evelin aproximou o rosto do pau. Naquela hora, tinha toda a intenção de chupar ele, mas ao ver o pau com alguns pelos grossos e encrespados grudados na glande, e aquele cheiro desagradável e forte, deu uns ânsios profundos. O velhote, percebendo isso, se semi-inclinou pra falar com ela num tom irritado: –E o que que tem agora, neném!? Cê não quer chupar meu pau, porra!!? O velho automaticamente se ergueu com cara de muito puto, jogou ela em cima do catre. A colegial se contorcia e se retorcia, chutando pra todo lado. direções em sinal de proteger sua coisinha do olhar ansioso do degenerado, praticamente a puros empurrões eu a joguei no colchão, ela quis bater de novo pra aprender a obedecer, mas quando o olhar grosseiro dele esbarrou naquele triângulo sedoso de pelinhos pretos e brilhantes, ficou completamente enfeitiçado, como pôde pegou as pernas dela abrindo-as de par em par, sem se importar com a dor que causava, pra depois ir se aproximando da apertada e já não virgem buceta e começar a cheirar, o aroma que a bucetinha tenra da jovem exalava era de enlouquecer qualquer homem, ele cheiraria até se cansar, uma vez que suas narinas ficaram impregnadas do cheiro de mulher, só disse. – Ahhhh… que gostoso você cheira aqui embaixo, lindinha, de verdade que cheira a mulher quente e sedenta de pica, jejeje, não é à toa que meu filho enlouquece com você, dizendo isso ele abriu a bocona babona e devagar foi se aproximando daquela bucetinha apetitosa e frágil pra começar a devorar do jeito que bem quisesse, se pôs a lamber o grelo até se cansar, o velho estava fascinado. chupava, lambia e cuspia, pra depois explorar com os dedos grossos, tudo era mágico pro seu Aurélio, e o mais importante: estava a minutos de ser ele… quem ia enfiar o pinto numa jovem mulher que teve o azar de cruzar seu caminho, estava num sonho do qual não queria acordar nunca mais. Evelin, com a consciência que recriminava tudo que tava rolando entre o velho e ela, sentia repulsa por tudo que faziam lá embaixo, só a uns palmos de onde ficava o umbigo, fez um esforço pra controlar a náusea, mas o que a pobre jovenzinha não sabia era que o pior ainda tava por vir. Quando seu Aurélio finalmente se cansou de chupar sucos, lamber, chupar e brincar com a buceta já escorrendo, levantou as pernas dela dobrando e deixando abertas, pra começar a montar com claras intenções de meter aquela monstruosidade de pica que Agora ele tava com o pau mais duro e ereto do que nunca. A colegial, ao perceber que o velho tava querendo montar nela pra fazer dela a mulher dele, instintivamente começou uma luta frenética pra defender a fidelidade pro seu amado Rodrigo, mas mais que isso era o pânico tremendo que sentia só de imaginar sendo penetrada por um animal daquele, que já tava no fogo máximo e não ia deixar essa oportunidade passar. Já montado confortavelmente no corpo branco e curvilíneo dela, deu dois tapas violentos na cara dela, tão brutais e dolorosos que a mina automaticamente ficou paralisada e em choque, esperando sem saber o que ia rolar… –Agora você vai saber o que é ser comida por um macho de verdade, sua putinha de cara de santinha!!!, jejejeje, então para de frescura, você já tá pronta pra dar pra um homem de verdade, puta, tá pensando na pica do seu namorado, o inútil do Rodrigo!!! –Não… por favor, não me estupraaaa… snifssss… –Não tô te estuprando, piranha!!!… foi você sozinha que veio se meter na minha propriedade com a desculpa de procurar seu namorado, ninguém te forçou!… e eu vi como você, sua puta, olhava pra minha pica quando ela endurecia por dentro da minha cueca, então não vem de sonsa, hahaha!!… você veio atrás de pica… e pica você vai ter!!, hahahahaha!!!!! Evelin sentiu quando o velho, depois de falar isso, posicionou a cabeça roxa da ferramenta dele bem na entrada da pussy, e sem esperar mais nada, começou a empurrar com força e sem consideração. A cada empurrão, a tranca enorme dele fazia ela doer, ele tava estuprando ela pela primeira vez, sem o consentimento dela, mas de repente ela sentiu que a dor ficava cada vez menos intensa e insuportável, a sensação na pussy dela era que ele tava simplesmente explorando por dentro. O velho fazia força desmedida pra meter a pica o máximo que pudesse dentro daquela garota apertada que se recusava a receber ele por completo, os dois corpos suavam, o Suplício para a pequena colegial nem tinha começado ainda. Ela se acomodou de novo nas coxas abertas e brancas da jovem, olhou nos olhos inocentes de colegial e nos cabelos azulados dela. A rímel já tinha escorrido e se espalhava pelo rostinho assustado, até que ela viu ele fechar os olhos, como se aquele velho nojento estivesse se concentrando em algo. E foi quando ela sentiu ele entrar. —NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃ e forças à medida que metia e tirava. O velhote continuava penetrando ela com todas as forças, e a culpa de estar traindo o Rodrigo não sumia do corpo da colegial, a essa altura a buceta dela já tinha adormecido de tantas porradas ferozes, a menina só se deixava levar, chorando em silêncio e com a mãozinha e os dedinhos semi dobrados na boca, não aguentava mais o que tava acontecendo, sentia sobre o corpo dela o peso do velho que não parava nas investidas furiosas, ficou parada tentando controlar a respiração, queria que aquela foda dolorosa acabasse logo, embora a essa altura o velhote já tivesse tão enfiado dentro do corpo dela que sentia as batidas da pica no fundo do estômago, como também sentia os colhões batendo na bunda pequena, a menina tinha certeza de que tinham aberto ela por completo. O quase sogro serrava firme, sentia o cheiro do cabelo e da pele dela, de jeito nenhum pensava em parar, a garota tava realmente gostosa, e ele tinha prometido a si mesmo que nunca mais teria consideração com putas infieis, porque se tratasse elas bem, elas se comportavam como verdadeiras vagabundas com os homens, então decidiu que tava muito certo o que tava fazendo com a namorada do filho, com isso redobrou as forças e as estocadas no corpo febril da menina. De repente o velho deu uma pausa, mas deixou a pica totalmente enfiada, a colegial ao se sentir completamente empalada se sentiu estranha, sentia a pica do velho como se fosse um bicho com vida própria que se mexia dentro do corpo dela, ao estar totalmente empalada, de repente imaginou que a pica inchava cada vez mais, o velhote tinha voltado aos movimentos loucos de mete e tira, fazendo isso uma e outra vez, assim ficaram por longos minutos, o que a Evelin sentia naqueles momentos era algo totalmente novo pra ela, já não sentia mais dor, sentia que quanto mais fortes fossem as pancadas de pica que levava, Mais prazer ela sentia, a garota não queria admitir, mas era o próprio corpo dela que naqueles momentos dizia o quão gostosa estava sendo a trepada com um velho que era nada mais nada menos que o pai do namorado dela. Ele comeu ela por um bom tempo, já ia para uns 45 minutos pelo menos, e a colegial já se mexia no mesmo ritmo que empurravam a rola pra dentro dela, quanto mais firme ela empurrasse contra a rola, mais gostoso e delicioso era o prazer que o sistema nervoso dela proporcionava. De repente, ela sentiu uma sensação como se o coração fosse parar, era algo desconhecido, como uma possessa, começou a rebolar o corpo de forma acelerada, ofegando e gemendo como uma putinha vulgar. O velhote babava de tesão e calor, a garota já se mexia sozinha como uma verdadeira mulher, e ele era o culpado por isso e quem tinha ensinado. Juntou a bocona de predador com os lábios carnudos da colegial, que o recebeu com um beijo de língua delicioso. O velho não era um beijador nato, mas vendo a forma desesperada como a mocinha enfiava a língua na boca dele, só começou a fazer o mesmo. Aquela boquinha jovem de 20 anos tinha gosto de menta, e era verdade. Os dois amantes não percebiam a forma selvagem como estavam se pegando. Como pôde, foi virando o corpo da garota até que ela ficou montada em cima da barriga redonda e peluda do velhote. — Tá vendo, putinha! Eu sabia que minha rola ia te encantar mais que a do Rodrigo!! A jovem quase não ouvia ele, só estava concentrada em se mexer e esfregar bem esfregada a rola do velho na buceta alargada dela. Os peitos dela pulavam deliciosamente no mesmo ritmo que a garota fazia seus movimentos de prazer, fazendo círculos enlouquecedores. A cintura dela se mexia descontroladamente como uma sanfona, combinando com firmes subidas e descidas de quadril para depois fazer umas ondulações diabólicas, como se quisesse que aquela estaca deliciosa de carne chegasse até o estômago dela. Continua.

2 comentários - O sogrão gostoso