Olá, poringuer@s, queria compartilhar com vocês algumas páginas do meu diário íntimo. Espero que sintam o mesmo que eu sinto 🙂
Queria esclarecer, pra gente se situar melhor no tempo e no espaço, que o que vou contar rolou na cidade de Neuquén na noite de Sábado pra Domingo.
Meu Sábado descrevo com uma palavra só: entediante. Foi um dia com cara de domingo, onde não tem nada pra fazer, não dá pra sair e, pô, não tem jeito senão se jogar na cama pra ver TV. A quarentena já não tem medidas tão intensas, mas mesmo assim dá uma puta preguiça ficar na rua quando a temperatura tá baixa.
É foda o distanciamento social, mas de vez em quando a gente faz umas reuniões pequenas entre vizinhos. Principalmente quem é gente boa.
Jantamos na casa de uma vizinha, a gente se amigou na faculdade e deu sorte de morar no mesmo prédio, uma conexão muito linda. Combinamos de fazer um encontro tranquilo, uns tacos e uns drinks, só isso. Na casa da Nancy (minha amiga), vai rolar Pablo (amigo da Nancy, eles têm um rolo), Daniel (professor de física, um véio brincalhão, vizinho), Juli (vizinha do prédio, parceira de academia), só pra dar uma descrição rápida dos amigos ou personagens que vão aparecer em muitos dos meus relatos.
Naquela noite, eu tinha guardado uns baseados no meu criado-mudo, todo mundo fuma, então ia cair muito bem um relax. Em mim, bate uma puta risada, mas não misturo muito com álcool.
Me vesti com algo bem suave, uma calça de moletom e uma camisetinha preta, confortável, e saí pra casa da Nancy.
Fui a segunda a chegar, o Daniel já tava na cozinha abrindo uma garrafa de vinho branco. Me deu uma graça danada, porque por um lado ele é meu professor de física e por outro ele vira uma pessoa super divertida. Nancy nos deixa sozinhos e vai comprar cigarros no mercadinho, aí o Daniel se aproxima com uma taça de vinho e a gente foi pra varanda brindar.
Ele me mostrou fotos e a gente teve uma conversa muito profunda, caiu super bem pra mim, por isso quero destacar. Aproveitei pra comentar algumas das minhas dúvidas na matéria dele e ele não teve problema em me explicar; depois de 15 minutos o resto da galera começa a chegar, a mesa já estava posta, só faltava servir a comida.
Foi um jantar muito engraçado, eu continuava tomando vinho branco no meio daquela loucura toda de gente. Não tive ideia melhor do que comentar que tinha a sobremesa e depois acender um baseado de flores super fedorento. Todo mundo fumou e a gente acabou atordoado, jogado no sofá do apartamentinho da Nancy.
Uns dormiam, outros conversavam e eu estava sentada, meio dormindo e com uma sensação de frio percorrendo minhas veias. COM UMA PÁLIDA TREMENDA! Melhor dizendo,
Levanto pra ir ao banheiro lavar o rosto, pra não ficar tão detonada e poder ir pra casa sem parecer molenga, e vou pra casa continuar fumando. Tava ficando meio entediada e além disso o vinho acabou relaxando. Precisava de mais umas flores e ficar no meu espaço.
Me despedindo do grupo e Dani vai comigo. No elevador, achei que era uma boa bocejar pra dar a entender que tava muito cansada, por isso saí da festa. Não por outro motivo.
Daniel me olha e diz:
— Eu, honestamente, saí da reunião porque tava morrendo de tédio — e começou a rir.
A risada foi contagiante e eu admiti que saí pelo mesmo motivo, é muito louco coincidir com uma pessoa mais velha que meus pais.
Ele me deixa na porta do meu apê e continua pro dele. Achei que era uma boa ideia convidar ele pra fumar e ele topou ficar 10 minutos pra dar uns tragos relaxantes comigo.
Convidei ele pra entrar e esperar no futon enquanto eu ia pro meu quarto bolar um. Passei o controle pra ele se entreter com alguma coisa, me surpreendi quando ele colocou uma banda tipo Pink Floyd, que eu amo.
A gente ficou até as 4 da manhã, umas 2 horas a mais desde que tínhamos chegado. Fumamos e ficamos de boa vendo documentários na TV, com música de fundo, falando um monte de besteira. Ele me contou que tinha um bulldog francês e trouxemos ele pra casa. Tipo, a gente é quase vizinhos.
Levanto pra ir pro meu quarto preparar outro e chamo ele, já tava na confiança e bem loucos. Que sequência doida! Mas tão velho assim não é, tem 48. Beleza! Eu tenho 19 anos, tem uma diferença.
Sento no lado que dá pro criado-mudo e ele, bem relaxado, se joga na cama. Eu foco em fazer meu trampo haha e sinto uma leve carícia nas minhas costas; meus pelos se arrepiaram, o que eu ia fazer?, me fiz de sonsa, óbvio! 😕 E de novo sinto a mão grossa dele, mas dessa vez por baixo da minha camiseta. Me virei, e antes de conseguir falar algo, ele me pega pelo braço e começa a me beijar de um jeito grotesco, enfiando a língua morna na minha boca.
Tentei sair, mas ele me segurava pelo braço, me deita e mete as mãos dentro da minha calça. Tava muito molhada, ele tirou os dedos encharcados e fez eu chupá-los. Levantou da cama e me olhou fixo — Continuo? — perguntou.. Ajoelhada na cama, um SIM saiu da minha boca e então ele desabotoa a calça, deixando à mostra o pau dele com uma glande vermelha cheia de líquido pré-seminal.
Não era uma imagem muito agradável talvez, um senhor careca, sem calças, com meias brancas quase até os joelhos, uma camisa xadrez desabotoada com uma barriga enorme peluda e suada.
Eu hesitei, não sabia o que fazer naquele momento.
Olhei bem nos olhos dele, já tava naquela situação e decidi me deixar levar. Não desviei o olhar, peguei o pau dele com a mão direita e comecei a bater uma pra ele.
Devagar vou aproximando meus lábios... Passo minha língua na ponta do pau dele, percorro ele todo e começo a descer chupando o tronco inteiro até chegar nas bolas peludas dele. Com as mãos dele nas minhas orelhas, ele me faz engolir o pau todo, me dando ânsia, sentia o gosto dele na minha boca toda.
Ele me pega como uma boneca e me coloca de quatro, com minha cabeça apoiada no travesseiro e minha bunda pra cima. Enterra a cara entre minhas pernas, tomando meus sucos como um cachorro faminto na frente de um prato de comida. Passa de novo a língua língua, mas dessa vez a língua chegou até minha bunda, minhas pernas amoleceram e um grito escapou sem minha permissão. Chupou minha buceta e enfiou os dedos, sentia a língua dele penetrando minha bunda!!! Foi uma sensação que lembro e fico toda arrepiada.
Ele se afasta e pega na piroca, me olha e começa a se masturbar. Diz pra eu não me mexer, se aproxima devagar e esfrega a cabeça do pau na minha buceta...
Começa a me penetrar aos poucos, me agarra com força nas nádegas deixando marcas, me dá tapas e brinca com o dedo na minha bunda.
Trocamos de posição e eu começo a cavalgar, com as mãos dele brincando nos meus peitos, mordendo meus bicos e ele diz:
Daniel – Tá gostando, gata?
Eu – Adoro
Daniel – Vamos tentar algo
Eu – O que você quiser
Ele tira a piroca e me coloca de bruços, começa com um beijo grego e depois enfia 2 dos dedos gordos dele no meu cuzinho, doeu e eu mordi o travesseiro o mais forte que pude pra não gritar.
Ele me vira de conchinha e se ajoelha, meteu a piroca na minha bunda. Sentia cada músculo pulsando dentro de mim, enfiava e tirava. Cada vez mais forte! Comecei a me masturbar, gozei várias vezes! Ele continuava me comendo enquanto o suor dele me molhava.
Os vidros embaçados e a piroca dele a mil por hora na minha bunda, os tapas dele aumentavam meu tesão.
Mais forte, mais forte, mais forte... Não sei quanto tempo aguentei! E então ele enfiou bem fundo, descarregando dentro de mim um líquido quente, a piroca dele não parava de pulsar e ele de bombear...
Ele tirou devagar e eu caí no sono...
De manhã acordei e não vi ele, foi pra casa dele e nunca mais tocamos no assunto... Às vezes a gente se cruza nos corredores mas finge que nada aconteceu, mesmo assim quero ver ele de novo.
Queria esclarecer, pra gente se situar melhor no tempo e no espaço, que o que vou contar rolou na cidade de Neuquén na noite de Sábado pra Domingo.
Meu Sábado descrevo com uma palavra só: entediante. Foi um dia com cara de domingo, onde não tem nada pra fazer, não dá pra sair e, pô, não tem jeito senão se jogar na cama pra ver TV. A quarentena já não tem medidas tão intensas, mas mesmo assim dá uma puta preguiça ficar na rua quando a temperatura tá baixa.
É foda o distanciamento social, mas de vez em quando a gente faz umas reuniões pequenas entre vizinhos. Principalmente quem é gente boa.
Jantamos na casa de uma vizinha, a gente se amigou na faculdade e deu sorte de morar no mesmo prédio, uma conexão muito linda. Combinamos de fazer um encontro tranquilo, uns tacos e uns drinks, só isso. Na casa da Nancy (minha amiga), vai rolar Pablo (amigo da Nancy, eles têm um rolo), Daniel (professor de física, um véio brincalhão, vizinho), Juli (vizinha do prédio, parceira de academia), só pra dar uma descrição rápida dos amigos ou personagens que vão aparecer em muitos dos meus relatos.
Naquela noite, eu tinha guardado uns baseados no meu criado-mudo, todo mundo fuma, então ia cair muito bem um relax. Em mim, bate uma puta risada, mas não misturo muito com álcool.
Me vesti com algo bem suave, uma calça de moletom e uma camisetinha preta, confortável, e saí pra casa da Nancy.
Fui a segunda a chegar, o Daniel já tava na cozinha abrindo uma garrafa de vinho branco. Me deu uma graça danada, porque por um lado ele é meu professor de física e por outro ele vira uma pessoa super divertida. Nancy nos deixa sozinhos e vai comprar cigarros no mercadinho, aí o Daniel se aproxima com uma taça de vinho e a gente foi pra varanda brindar.
Ele me mostrou fotos e a gente teve uma conversa muito profunda, caiu super bem pra mim, por isso quero destacar. Aproveitei pra comentar algumas das minhas dúvidas na matéria dele e ele não teve problema em me explicar; depois de 15 minutos o resto da galera começa a chegar, a mesa já estava posta, só faltava servir a comida.
Foi um jantar muito engraçado, eu continuava tomando vinho branco no meio daquela loucura toda de gente. Não tive ideia melhor do que comentar que tinha a sobremesa e depois acender um baseado de flores super fedorento. Todo mundo fumou e a gente acabou atordoado, jogado no sofá do apartamentinho da Nancy.
Uns dormiam, outros conversavam e eu estava sentada, meio dormindo e com uma sensação de frio percorrendo minhas veias. COM UMA PÁLIDA TREMENDA! Melhor dizendo,
Levanto pra ir ao banheiro lavar o rosto, pra não ficar tão detonada e poder ir pra casa sem parecer molenga, e vou pra casa continuar fumando. Tava ficando meio entediada e além disso o vinho acabou relaxando. Precisava de mais umas flores e ficar no meu espaço.
Me despedindo do grupo e Dani vai comigo. No elevador, achei que era uma boa bocejar pra dar a entender que tava muito cansada, por isso saí da festa. Não por outro motivo.
Daniel me olha e diz:
— Eu, honestamente, saí da reunião porque tava morrendo de tédio — e começou a rir.
A risada foi contagiante e eu admiti que saí pelo mesmo motivo, é muito louco coincidir com uma pessoa mais velha que meus pais.
Ele me deixa na porta do meu apê e continua pro dele. Achei que era uma boa ideia convidar ele pra fumar e ele topou ficar 10 minutos pra dar uns tragos relaxantes comigo.
Convidei ele pra entrar e esperar no futon enquanto eu ia pro meu quarto bolar um. Passei o controle pra ele se entreter com alguma coisa, me surpreendi quando ele colocou uma banda tipo Pink Floyd, que eu amo.
A gente ficou até as 4 da manhã, umas 2 horas a mais desde que tínhamos chegado. Fumamos e ficamos de boa vendo documentários na TV, com música de fundo, falando um monte de besteira. Ele me contou que tinha um bulldog francês e trouxemos ele pra casa. Tipo, a gente é quase vizinhos.
Levanto pra ir pro meu quarto preparar outro e chamo ele, já tava na confiança e bem loucos. Que sequência doida! Mas tão velho assim não é, tem 48. Beleza! Eu tenho 19 anos, tem uma diferença.
Sento no lado que dá pro criado-mudo e ele, bem relaxado, se joga na cama. Eu foco em fazer meu trampo haha e sinto uma leve carícia nas minhas costas; meus pelos se arrepiaram, o que eu ia fazer?, me fiz de sonsa, óbvio! 😕 E de novo sinto a mão grossa dele, mas dessa vez por baixo da minha camiseta. Me virei, e antes de conseguir falar algo, ele me pega pelo braço e começa a me beijar de um jeito grotesco, enfiando a língua morna na minha boca.
Tentei sair, mas ele me segurava pelo braço, me deita e mete as mãos dentro da minha calça. Tava muito molhada, ele tirou os dedos encharcados e fez eu chupá-los. Levantou da cama e me olhou fixo — Continuo? — perguntou.. Ajoelhada na cama, um SIM saiu da minha boca e então ele desabotoa a calça, deixando à mostra o pau dele com uma glande vermelha cheia de líquido pré-seminal.
Não era uma imagem muito agradável talvez, um senhor careca, sem calças, com meias brancas quase até os joelhos, uma camisa xadrez desabotoada com uma barriga enorme peluda e suada.
Eu hesitei, não sabia o que fazer naquele momento.
Olhei bem nos olhos dele, já tava naquela situação e decidi me deixar levar. Não desviei o olhar, peguei o pau dele com a mão direita e comecei a bater uma pra ele.
Devagar vou aproximando meus lábios... Passo minha língua na ponta do pau dele, percorro ele todo e começo a descer chupando o tronco inteiro até chegar nas bolas peludas dele. Com as mãos dele nas minhas orelhas, ele me faz engolir o pau todo, me dando ânsia, sentia o gosto dele na minha boca toda.
Ele me pega como uma boneca e me coloca de quatro, com minha cabeça apoiada no travesseiro e minha bunda pra cima. Enterra a cara entre minhas pernas, tomando meus sucos como um cachorro faminto na frente de um prato de comida. Passa de novo a língua língua, mas dessa vez a língua chegou até minha bunda, minhas pernas amoleceram e um grito escapou sem minha permissão. Chupou minha buceta e enfiou os dedos, sentia a língua dele penetrando minha bunda!!! Foi uma sensação que lembro e fico toda arrepiada.
Ele se afasta e pega na piroca, me olha e começa a se masturbar. Diz pra eu não me mexer, se aproxima devagar e esfrega a cabeça do pau na minha buceta...
Começa a me penetrar aos poucos, me agarra com força nas nádegas deixando marcas, me dá tapas e brinca com o dedo na minha bunda.
Trocamos de posição e eu começo a cavalgar, com as mãos dele brincando nos meus peitos, mordendo meus bicos e ele diz:
Daniel – Tá gostando, gata?
Eu – Adoro
Daniel – Vamos tentar algo
Eu – O que você quiser
Ele tira a piroca e me coloca de bruços, começa com um beijo grego e depois enfia 2 dos dedos gordos dele no meu cuzinho, doeu e eu mordi o travesseiro o mais forte que pude pra não gritar.
Ele me vira de conchinha e se ajoelha, meteu a piroca na minha bunda. Sentia cada músculo pulsando dentro de mim, enfiava e tirava. Cada vez mais forte! Comecei a me masturbar, gozei várias vezes! Ele continuava me comendo enquanto o suor dele me molhava.
Os vidros embaçados e a piroca dele a mil por hora na minha bunda, os tapas dele aumentavam meu tesão.
Mais forte, mais forte, mais forte... Não sei quanto tempo aguentei! E então ele enfiou bem fundo, descarregando dentro de mim um líquido quente, a piroca dele não parava de pulsar e ele de bombear...
Ele tirou devagar e eu caí no sono...
De manhã acordei e não vi ele, foi pra casa dele e nunca mais tocamos no assunto... Às vezes a gente se cruza nos corredores mas finge que nada aconteceu, mesmo assim quero ver ele de novo.
7 comentários - Domingo 12 de Julho - Primeiras sensações fora da facul
Seguilo viendo te ca a enseñar a gozar mucho.
Yo tmb quiero chuparte todo y romperte el culito mientras mi novia te chupa la Conchita o nos Mira dedeandosé!! 😍😍😍💪🔥😙😙😙😈