Minha esposa e meu compadre

Sou o Ángel, da Venezuela, estado Zulia. Uma noite, eu e minha esposa decidimos sair pra curtir o amanhecer da festa e no caminho, encontramos meu compadre, que quis ir com a gente. Foi só dança e bebida. Já passava das quatro da manhã quando decidimos continuar a farra na minha casa, mas antes paramos pra comer umas arepas recheadas pra aguentar mais. Era o que eu achava, porque quando me servi do próximo gole, soube que não ia mais beber. Isso não caiu bem pro meu compadre, que tava pronto pra continuar a festa. Minha esposa, incrédula, me perguntou se eu tinha certeza e eu disse que sim, que queria deitar. Ela, meio sem graça por causa do meu compadre, falou: "Não quero que ele vá embora a essa hora, melhor eu acompanhar ele, já falta pouco pro amanhecer e chamo um táxi". Eu concordei. Assim que encostei a cabeça no travesseiro, dormi, mas uma dor forte no peito me fez acordar. Tava com azia, e só minhas pastilhas aliviavam. Levantei e, quando tentei abrir a porta, notei que alguma coisa a trancava. Tentei de novo e nada. Na terceira vez, abriu sozinha, e lá estava minha mulher, me perguntando: "O que foi?" Eu só falei: "Tô com azia". Ela correu pra geladeira, enquanto eu a seguia e percebi como ela ajeitava alguns botões do vestido. Ela me serviu um copo de leite e me deu as pastilhas, e nós dois voltamos pro quarto. Lá, ela me disse que o compadre queria ir embora e que ela tava tentando achar um táxi pra ele, que eu dormisse tranquilo que logo ela ia se deitar. Foi assim, mas não passaram cinco minutos e eu acordei de novo. Lembrei do vestido e que ela tava meio nervosa. Isso fez meus pensamentos voarem, até que decidi espiar ela. Mas isso não era bom pro nosso relacionamento, e eu hesitei um pouco. Por fim, tive uma ideia: ir pro banheiro que dividimos com o outro quarto e, de lá, só precisava abrir um pouco aquela porta pra poder olhar. E foi o que fiz. Com muito nervosismo, cheguei na porta e ainda com Dúvidas se tava certo o que eu tava fazendo, abri a porta com cuidado, só um pouquinho pra ver se tava tudo em ordem, e o que eu vi me impressionou. Ela tava deitada no sofá com os olhos meio fechados e meu compadre chupava um dos peitões enormes dela enquanto a mão dele sumia debaixo da saia dela. Eu me afastei da porta incrédulo, o que eu ia fazer? Queria sair e perguntar o que tava rolando, mas era ridículo, além do escândalo. Ela era uma boa esposa e mãe, isso ia destruir tudo. Tive vontade de fechar e vazar, mas ao contrário, voltei a espiar e já meu compadre tava com as calças meio abertas, ela sentada no sofá enquanto com as próprias mãos tirava aquele pica enorme, que ela balançou um pouco antes de levar à boca. Pela primeira vez senti aquela sensação estranha, tava ficando excitado. Via como minha mulher, com desespero, chupava aquele pica enorme. Comecei a tremer de nervoso e decidi não olhar mais, mas só passaram uns minutos e voltei. Mas já ela tava sentada em cima dele, com movimentos que eu nunca tinha sentido. Ela se mexia pros lados, pra cima, pra baixo, e ele acariciava os peitos dela. De repente eles pararam e pensei que tinham me descoberto. O mais rápido que pude, me enfiei na cama. Senti quando ela entrou e se aproximou de mim, conferiu se eu ainda tava dormindo e saiu com cuidado pra não fazer barulho. Depois de um tempo, tomei a decisão de fazer a mesma coisa e voltei pro meu lugar. Quando abri, vi como ela tinha se virado de costas pro meu compadre, enquanto ele, de joelhos, beijava as nádegas dela e lambia o cu dela enquanto os dedos dele tavam perdidos na buceta dela. Minha esposa se contorcia igual uma cobra, enquanto ele chupava e beijava a bunda linda dela. Depois de um tempo, ele se levantou e começou a roçar o pica dele contra as nádegas dela, rodando pra baixo e pra cima, e com isso deixava toda a rachinha dela molhada com o pica dele. Assim ele brincou um tempo até que flexionou um pouco as pernas e começou a procurar posição, enquanto minha mulher, ao sentir isso, abriu mais as pernas. pernas e abaixo dos ombros, eu já estava muito excitado e me descuidei um pouco pra arrumar meu pau e poder acariciá-lo, tava bem molhado com aquela cena e ouvi uns murmúrios, no começo achei que devia correr de volta pra minha cama, mas quando olhei de novo, vi meu compadre molhando a mão com a boca e passando na própria bunda, conhecendo minha mulher, sabia o que ela tinha pedido entre sussurros, ele tentava enfiar o pau e depois de alguns movimentos, foi ela que, com a mão entre as pernas, pegou o pau enorme e levou pro lugar certo, o cu apertado dela, já com a cabeça dentro, começou com movimentos suaves e curtos, e a cada movimento, um pouco mais do pau entrava, assim foi até quase tudo estar dentro, e foi quando ela começou com os movimentos deliciosos dela, no começo devagar, mas depois era ela quem mandava, sabia que tava gozando porque aquela era a posição que ela mais gostava, a penetração anal, ele se inclinou, tentando pegar os peitões dela, e quando conseguiu, começou a apertá-los e gemer quase em silêncio enquanto ela acelerava os movimentos, de repente ele se levantou e tirou o pau da bunda da minha esposa pra gozar fora, mas minha esposa arrancou o pau da mão dele e tentou enfiar de novo, mas já era tarde, os jatos de porra molharam as costas e a bunda da minha esposa, e ela só terminou se masturbando na mesma posição, segurando o pau enorme do meu compadre e amigo, já muito excitado, entrei no meu quarto e me cobri com o cobertor, era impossível voltar a dormir, só esperei um tempo pra sair e quando abri a porta, minha esposa veio me encontrar, o rosto dela tava fresco e despreocupado, e ela disse: "já nosso compadre tá indo, o táxi finalmente chegou e liguei pra mãe dele pra saber que já tá a caminho", daqui a pouco o táxi chegou e ficamos sozinhos, eu me meti na cama e ela foi depois de arrumar tudo, já que nossos filhos iam chegar. depois do meio-dia, tudo já devia estar em ordem. quando ela se deitou, eu tava muito excitado e abracei ela e perguntei: "como é que meu compadre se comportou? não passou dos limites?" e ela respondeu: "não, ele só falava que queria ir embora, mas eu distraí ele até amanhecer". aí eu falei: "sabe que eu quase levantei, mas o sono não deixou? fiquei pensando que, de repente, meu compadre, por causa da bebida, pudesse ficar muito gostoso pra você". e ela disse: "você sabe que se ele fizer isso, eu ponho ele pra fora na hora". aí eu peguei ela no colo e falei: "vamos dormir agora, já acabou tudo, até amanhã".

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