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Próximo postEla foi devorando a ponta lentamente.
O contraste dos sopros refrescantes com o calor e a umidade dos seus lábios foi maravilhoso e, embora aos poucos, ela avançava pela sua cavidade bucal, sua língua permanecia retraída.
Enquanto isso, Sarah continuava atenta às minhas reações.
Por mais que eu destacasse isso, os maus momentos que ela experimentou com Gavin não saíam da sua mente e ela permanecia alerta para que eu não gozasse.
Mas ao notar que, apesar de tudo, eu continuava me controlando, ela decidiu me palpar com a língua...
Seus olhinhos azuis ficaram enormes e a superfície de contato com sua língua aumentou.
* Não é ruim! – respondeu, soltando a cabeça por alguns segundos.
E como quem come um bombom, ela comeu minha cabeça de uma vez.
Em particular, eu teria adorado ter me sentado no sofá, porque a forma como ela me chupava era surreal e meu corpo intuía que precisava de uma superfície de apoio para me conter.
* Sem mentir, acho que é a coisa mais gostosa que já provei na minha vida...
– Fico feliz que você esteja gostando! – eu disse, estimando onde estava o bendito sofá e dando alguns passos em sua direção.
Mas como quando um cachorro rosna ao ter seu osso tirado, Sarah apertou meu tronco e me olhou com raiva ao recuar.
– Você me deixa sentar?... Por favor?
Somente depois de insistir duas vezes, ela reconheceu o que eu estava tentando fazer.
Uma vez que fiquei confortável, ela retomou seu trabalho com afinco, como se estivesse compensando os segundos que perdeu.
– Não consigo entender como você não é casada! – eu disse, em pleno êxtase.
Minhas palavras a fizeram rir...
* Como é que é?
– Que não entendo como você não é casada. Olha para você! Você é sexy, inteligente...
Minhas palavras a envergonharam...
* Não fale bobagens! – protestou com um sorriso.
– Gostosa! – continuei, lembrando de outro adjetivo qualificativo.
Ela sorriu novamente e lambeu a uretra com a ponta da língua.
* Tem gosto de presunto glaceado... – esclareceu, arrumando o cabelo.
Marisol também tinha me dito isso várias vezes... oportunidades.
No começo, achei que ela dizia isso pra não me fazer sentir mal por "deixar ela chupar meu pau". Mas depois, quando isso virou uma obsessão, entendi que ela fazia com gosto.
Várias vezes, ela tentou me beijar, pra que eu sentisse o gosto do meu pau na boca dela. Mas todas as vezes, senti o leve amargor do meu líquido pré-seminal.
*Você deve ser uma ótima advogada!
Ela sorriu de novo, com meu pau na boca.
* Por que diz isso?
- Porque não acredito que em 20 anos, ninguém nunca tenha pedido um boquete pra você.
Ela ficou um pouco envergonhada e arrumou o cabelo de novo.
* Já pediram, sim.
Tive que pedir pra ela parar e me explicar.
Ela me olhou indecisa. Por um lado, queria continuar experimentando aquele petisco diferente. Mas por outro, também queria me contar a história dela.
Sugeri, então, que ela continuasse me masturbando devagar pra não perder a ereção, algo que não tinha ocorrido a ela (me dando a entender que Gavin era quase um ejaculador precoce).
E ela me contou que há alguns anos, o escritório pegou um caso de litígio de terrenos para a prefeitura. Naquela oportunidade, designaram ela como representante e em algumas ocasiões, teve reuniões com o prefeito no escritório dele, a sós.
Apesar do edil da época ser um cliente importante, ele também olhava pra ela de um jeito que a deixava desconfortável e que quando chegou o fim das negociações, ele propôs um cargo na prefeitura, como assistente dele, se ela aceitasse transar com ele.
Sarah riu à vontade, me explicando que o salário que ele oferecia nem se comparava com o que ela já ganhava no escritório, sem esquecer também que o edil beirava os 50 anos na época.
Dando lambidas de vez em quando, ela me confessou que também, alguns clientes de grandes empresas tinham feito propostas parecidas, que ela não quis aceitar.
- E por que não fez? - perguntei, já que durante meses e até antes da quarentena, nós vi apenas a visita do Gavin à sua casa.
* Bom… – ele apontou, corando um pouco. – Nunca tive vontade de fazer isso com alguém.
E dizendo isso, fechou os olhos e pressionou seus lábios na minha cabeça, chupando com força. Nessa altura, o líquido pré-seminal já escorria do meu pau e pelo visto, o gosto não o desagradava, já que ele continuou com mais entusiasmo.
Eventualmente, cheguei naquele ponto em que queria forçar a cabeça dele e fazer um deep throat, já que o ritmo com que a cabeça dele se movia era alucinante. Mas ele já fazia com tanta fluidez que não engasgava.
Para a Marisol, por outro lado, essa maneira de pensar era incompreensível, porque para minha esposa, cada vez que ela me chupa, é um desafio pessoal ver quanto tempo consegue manter meu pau enterrado na boca sem ter ânsia, uma luta que parece não ter fim.
Mas também aconteceu que a Sarah ganhou mais confiança com minhas partes. Suas mãos não se concentravam apenas em acariciar meu pau rapidamente, mas também se divertiam apertando minhas bolas, e eu sentia que logo ia gozar.
Tentei afastar o rosto da Sarah, colocando minha mão na testa dela para pará-la. Mas ela, em vez disso, continuou chupando com um olhar quase furioso e ainda mais rápido.
E não tive outra opção senão gozar na boca dela.
No começo, eu fazia todas as caretas para controlar minha ejaculação. Ela, por outro lado, me olhava surpresa.
Mas quando o segundo jato se acumulou na boca dela, seu rosto ficou chocado.
O terceiro encheu suas bochechas.
O quarto transbordou pelos cantos de seus lábios.
E no quinto, ela engoliu parte dele.
Ela só soltou meu pau quando percebeu que manchas do meu sêmen caíram perto das minhas bolas e, sem perceber, engoliu o resto para poder falar.
* Desculpa! Desculpa! Eu te sujei! – ela exclamou, angustiada, passando o sêmen no dedo indicador.
O mais surpreendente foi que, ao ver na ponta dos dedos e sem ter lenço ou guardanapo para limpar, ela resolveu chupar com a boca.
Naquela altura, eu estava praticamente anestesiado e nem percebia que ainda estava vazando gozo.
*Meu Deus! Meu Deus! Ainda tá saindo líquido! — apontou aterrorizada, e sem nem pensar, chupou de novo.
Não demorou para virar uma brincadeira, pois toda vez que ela tirava a boca, uma gota nova surgia para preencher e ela se divertia com o ciclo e com a perseverança do meu pau.
*Pronto! Tudo limpinho! — anunciou vitoriosa, assim que parei de gozar.
— Você bebeu meu porra! — respondi, impressionado.
Ela se assustou e levou a mão à bochecha.
*Fiz errado?
— Não!… digo… você fez certo… mas…
*Sua esposa me contou… que ela fez isso na primeira vez… pra você não se sujar. — admitiu nervosa, assumindo a situação que estávamos vivendo.
De fato, a primeira vez que Marisol me deu um boquete, foi uma noite, na casa dos pais dela e, para apagar a evidência, decidiu engolir.
— Achei que você não ia gostar.
*Não! Foi bom! — disse, reconhecendo uma sensação estranha e apalpando a cintura. — É incrível! Também sinto seu calor na minha barriga!
E para acabar comigo, percebeu que o canto da boca ainda estava sujo, passando o dedo mais uma vez para pegar o resto e levando à boca, para limpar.
Não aguentei mais…
*O que você tá fazendo? — perguntou, ao me ver levantando-a com violência e levando-a à força para a ilha da cozinha.
— Desculpa, mas não consigo segurar mais!
Me posicionei atrás dela, desesperado. Fui levantando o vestido e apalpando a calcinha. Em particular, me sentia culpado, porque meus impulsos eram tão fortes e incontroláveis, que parecia que eu estava estuprando ela.
Expliquei a Marisol que, embora as calcinhas da Sarah me excitassem (minha esposa tem dificuldade para usar), naquele momento, elas pareciam desesperadoras e por mais que… Forçava meus dedos para rompê-las, minhas mãos acabavam deslizando pelo contorno de sua puba.
Isso fez Sarah estremecer e soltar um suspiro profundo. Além disso, pude sentir que ela estava molhada.
*O que… você está fazendo? – perguntou, soltando um suspiro na pausa.
– Desculpa! Não aguento mais! – respondi.
Levantei a saia, revelando sua bunda dura e arredondada.
E usando meu polegar como gancho, agarrei tanto a calcinha quanto a lingerie (que a cada encontro, ela usa um modelo menor, chegando agora a um fio dental) e a puxei através de sua fenda.
Ela teve uma leve convulsão e mais uma vez, estava a centímetros daquela obra de arte apertada e virginal…
Mas mesmo com água na boca, essa atividade estava programada para daqui a algumas semanas…
(E valeu cada segundo de espera…)
Deixando o conjunto na metade de suas coxas, uma gota grossa escapou entre suas pernas, caindo perto dos meus dedos, sepultando definitivamente meu bom senso e liberando meus instintos por completo.
*Espera! Espera! O que você está fazendo?... Ahhh!
Seu último suspiro foi mais baixo. A surpresa de sentir minha glande apoiando-se entre seus lábios e minha pressão imparável.
– Desculpa! Desculpa! Desculpa! – repetia sem parar, mesmo meu pau percebendo a estreiteza de seu canal e a umidade como um grande alívio.
*Tããão… grande. – Ela soltou em um tom excitante, enquanto eu entrava lentamente em seu interior quente.
(Tão… grande)
E quando enfiei cerca da metade, parei e aproveitei o momento.
– Desculpa! – disse mais uma vez, parando de empurrar e apoiando o rosto em seu ombro.
Havia empurrado com tanta força, que a tinha literalmente prensada contra o móvel e, embora a deixasse respirar, seu ventre era esmagado pela borda da ilha.
De repente, uma pequena mão roçou meu queixo…
*Nunca fiz assim!
E o estremecimento que senti na glande, ela também sentiu, porque soltou outro suspiro suave.
Lembro que minhas mãos a envolviam por sua coxas e ao sentir a superfície plana do móvel nas minhas costas, me fez recuar levemente a cintura.
Como efeito, meu pau também deslizou mais fundo nela, soltando outro suspiro lacônico.
- Desculpa! Machuquei você?
Ouvi ela rir…
*Não… não foi isso… (breve silêncio)… Qual seria o contrário de machucar? - perguntou num tom ingênuo.
(What’s the opposite of hurting?)
Eu também ri.
- Você consegue se mexer?
* Mhhmmm… não é que eu queira… - respondeu brincalhona e sensual.
(Not that I want to…)
Ri de novo um pouco, mas ainda me sentia impaciente.
- Mas você consegue esticar os braços?
*Por quê?
- Porque quero pegar nos seus peitos.
Dessa vez, não veio resposta de brincadeira. Como se estivesse fazendo flexões sobre o móvel, apoiou as mãos e afastou o tronco, ficando mais enterrada pelo meu pau (que avançou até uns 2/3) e com a vantagem de deslocar seu centro de gravidade levemente, a favor da enfiada.
Claro que cooperei, recuando um pouco meu corpo. Mas pelo visto, o esforço não foi em vão, pela umidade que escorria até a base.
*Assim? - perguntou, num tom agradecido demais.
-Sim! Perfeito! - respondi, apoiando minhas mãos na base dos seus seios. - Agora, só relaxa e tenta sentir meu ritmo!
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E é aqui que devo fazer um parêntese, pelo que aconteceu quando fiz a demonstração pra Marisol.
Usando a gaveta de roupa íntima do nosso quarto, expliquei que Sarah ainda é mais apertada, a ponto de, mesmo apoiando o corpo em mim, ainda não entrar por completo.
Já com Marisol, entrou quase de uma vez e ainda era capaz de se mover com mais facilidade que nossa vizinha.
Mas o momento em que a situação ficou épica foi com o aperto dos peitos… ************************************************************************************************************ Enquanto Sarah subia e descia seu corpo, encontrando minha investida, em um momento, ela quebrou o silêncio… *É assim que você faz… com sua esposa? - Sim… mais ou menos…- respondi. *Me mostra!- exigiu com autoridade. E comecei a apertar seus seios por cima da camisa, do jeito que faço com minha mulher. O problema era que as consistências eram totalmente diferentes e ao tentar pegá-la pelo mamilo, acabava agarrando ainda mais peito e com o vai e vem, terminava esticando, deformando e comprimindo sem controle. *********************************************************************************************************** Ao repetir o mesmo exercício com minha esposa de camisola, era como se tentasse enterrar minha mão em uma almofada, no sentido de que, como peito de mulher jovem, não são muito maleáveis e o que era pior, com o vai e vem e minha pegada, a raspava por fricção, embora minha esposa aguentasse seus gemidos e chorasse de prazer. ********************************************************************************************************** Me preocupava que com tanto balanço, acabasse arrancando um botão ou rasgando a camisa. (Tudo aconteceu tão rápido que não me dei tempo de despir ela) Mas no que dizia respeito a Sarah, era uma valquíria desencadeada, galopando a todo vapor… *Vamos!... Mais fundo!... Mais fundo!... Ahhh!... Siiim!... Vaaamos!... Um pouco mais!... Tô gozando!... Tô gozaando!... Ahhhhh!... Bendita yoga!... (Blessed yoga!!!) foi seu grito de guerra. A sensação, para mim, foi singular. Podia sentir seu corpo ardente repousando sobre o meu; minhas coxas, embora estivessem queimando, também estavam dormentes e pressionadas pelas dela; mas o que mais me lembro era a sucção da buceta da Sarah. Explicava para Marisol que ela me sugava de forma mesquinha. Como se não quisesse deixar nenhuma gota de porra fora de mim e a forma como me encaixei no útero dela também não parecia me dar saída.
Por outro lado, minha visão era excepcional: conseguia apreciar aquelas duas coxas carnudas e o sulco que as dividia acima do meu umbigo.
Sentia meu pau latejar e se contorcer, ao ver meu dedo indicador e anelar formando uma "pistola imaginária"...
Por sorte, Sarah estava cansada demais para sentir as projeções do meu pau lá dentro...
E se eu tivesse seguido meus desejos, teríamos pelo menos mais 4 horas pela frente, e eu já tinha minhas filhas esperando.
Chequei meu relógio, que marcava 19h20.
O tempo voa quando a gente se diverte...
Quando conseguimos nos desgrudar, fizemos uma poça com nossos fluidos.
O que mais chamava a atenção de Sarah era que eu continuava inchado.
Já pra mim, vê-la com a saia levantada; a calcinha, pela metade; a camisa branca, amarrotada e deixando transparecer o sutiã desalinhado; e por fim, seus lábios rosados e olhos azuis, me deram vontade suficiente para irmos para a prorrogação.
Fizemos isso enquanto tomávamos banho. Na verdade, não sei se a essa altura nos importava se alguém percebesse que "voltávamos do mercado" com o cabelo molhado. Mas nos soltamos completamente.
A apoiei na parede, do mesmo jeito que Liz adorava, fazendo com que seu corpo descansasse sobre minhas pernas.
Seu rosto era uma delícia, ao sentir que todo o seu corpo era, de certa forma, segurado pelo meu pau.
Apunhava impunemente seus peitos, com total propriedade. Não precisava me preocupar com maridos ou namorados curiosos perguntando quem deu aquelas chupadas ou beliscões, e podia sentir em seu abraço apertado no meu pescoço que ela me queria só pra ela.
Que era uma verdadeira pena para ela me devolver para minha mulher...
No momento do êxtase, enquanto nossos corpos molhados permaneciam colados sob o jato morno do chuveiro e ela repousava sobre mim, ela quebrou o silêncio...
*Quantas vezes seguidas você já fez isso? - Umas seis ou oito... - respondi, quase mecanicamente.
Minha mente voou para as lembranças da despedida de solteiro que a Pamela, minha "Amazona espanhola", me deu, e do último dia de folga que tive com a Hannah, quando deixei meu cargo no trabalho.
A Sarah também sentiu...
* A Marisol deve ter sido muito feliz... - disse ela, com aquele leve tom de ciúme.
- Não. Não foram com ela. - exclamei, com mais frieza.
Nos olhamos nos olhos e ela percebeu algo...
Na verdade, também lembrei das vezes que estive com minha esposa. Mas como ela se cansa mais rápido que eu, não as lembro com tanto entusiasmo, porque me dá pena ver minha mulher se esforçando para acompanhar meu ritmo.
Voltamos ao estacionamento do apartamento por volta das 9. No caminho, quase não conversamos.
Mas quando estacionei meu carro, nos olhamos e nos beijamos, sem ligar se alguém nos visse.
E combinamos de nos ver em mais 2 semanas.Próximo post
2 comentários - El siguiente nivel (III, parte 2 de 2)
Dentro de dos semanas trio con Marisol