Meus pais tinham uns amigos que possuíam um sítio no norte da província de Buenos Aires. Sempre costumamos ir de vez em quando passar um fim de semana ou uma semana. Quando era moleque, sempre ia e era muito amigo dos filhos desse casal. Já crescidos, eles se mudaram pra cidade e só ficou morando no sítio o casal. Obviamente, eu parei de ir tão seguido, mas de vez em quando é bom pra clarear a mente. Eu tinha 19 anos naquela época. Montamos a viagem com meus pais e combinamos de ficar uns dias. O casal amigo, como sempre, muito gentil, deixando a casa toda à nossa disposição. Chegamos ao meio-dia de um sábado, um dia lindo de sol. Depois do almoço, resolvi dar uma volta pelo sítio, sempre me interessei por essa vida, além disso, naquele momento tava na dúvida sobre qual carreira seguir, e algo relacionado à agronomia ou veterinária me atraía. Andei pelos galpões com as máquinas, os currais, as plantações. No curral do gado, tinha um grupo de 3 pessoas fazendo alguma coisa, então resolvi ir bisbilhotar. Me apresentei e, muito simpáticos, me explicaram o que estavam fazendo. Eram 2 peões e o veterinário. Com o veterinário foi amor à primeira vista. Não saio dando em cima de caras por aí porque sou bem cagão e reservado. Mas com ele rolou uma conexão desde a primeira vez que apertamos a mão (uma aliança de casado foi a primeira coisa que vi quando o cumprimentei). Eles continuavam trabalhando e eu ajudando no que dava. Mas não conseguia parar de olhar pra ele. Típico gringo bem macho. Bem alto (mais que eu, que não sou exatamente baixo), cabelo loiro escuro, já com vários fios brancos aparecendo. Devia ter perto dos 50 anos. Uma barba de dois dias que caía perfeitamente nele. Vestia umas bermudas cargo, que deixavam ver umas pernas muito boas. Uma camisa meio desabotoada, e eu não conseguia parar de olhar pela abertura. Dava pra ver que ele era bem peludo, pernas, braços e peito quase chegando no pescoço, muito pelo. A verdade é que a gente se deu super bem, o veterinário e eu, conversando sobre o trabalho, a vocação, A corrida. O trabalho dele ali já tinha acabado, mas ele me perguntou quais eram meus planos pro resto do dia. A verdade é que meus pais estavam colocando o papo em dia com os amigos deles, então eu tava meio largado. Aí o veterinário me convidou pra ir numa fazenda ali perto, ele tinha que fazer um giro de rotina, mas ia ser bom ter companhia, e ainda ia me ajudar a ver como é o trampo nessas fazendas enormes. Claro que aceitei. Avisei meus pais e partimos na caminhonete dele. Uma vibe foda, trocamos ideia sobre a vida, o trabalho, e dava pra sentir a conexão entre a gente no ar. Mas ninguém tinha coragem de dar o próximo passo. O sol da tarde tava pegando, e mesmo com o ar condicionado ligado na caminhonete, ele falou que conhecia uma lagoazinha ali perto, e perguntou se eu topava ir dar um mergulho pra refrescar. Aceitei na hora. A putaria de imaginar ele com menos roupa na água me deu uma ereção. Tentei disfarçar, mas com o short curto que eu tava usando, ele percebeu mesmo assim. Não falou nada. Chegamos na lagoa, ela era meio escondida no meio do mato. Muito calor lá fora. Tomamos uma cerveja gelada e ele fala: - Te incomoda se eu entrar pelado? Assim não molha a roupa, né? - Claro que não, eu ia fazer o mesmo – respondi. Tiramos a roupa, e aí pude admirar ele por completo. Já não tava nem aí pra mais nada, e fiquei olhando pra ele enquanto ele se despia. Ele também me olhava enquanto eu fazia o mesmo. Como eu tinha notado, um corpo lindo, bem peludo. Braços e pernas fortes, uma barriguinha de casado. Um pau que mesmo mole já se via que era bem grande. Meu tipo de homem preferido. E tava ali na minha frente. Entrei rápido na água antes que minha ereção ficasse mais evidente. Ele veio atrás de mim e ficou bem perto, se aproximando por trás. Eu tava muito nervoso, nunca tinha feito algo assim. Ele também parecia meio nervoso. Aos poucos, senti o corpo dele roçando no meu debaixo d'água. Aquele pau já começava a acordar. Fechei os olhos e... me deixei levar. Já o corpo inteiro dele estava colado nas minhas costas. Sentia o calor dele, o perfume. A barba e os lábios roçando meu pescoço. Os dois braços me envolveram e me apertaram bem forte contra ele. Um gemido escapou da minha boca, o que fez ele sussurrar no meu ouvido: - Isso, bebê, como você é lindo. Comecei a mexer meus quadris, sentindo o pau dele já duro se enfiar entre minhas nádegas. - Mmmm, papai, como eu te desejava, por favor, me faz teu. Ele me virou, ficando de frente um para o outro. Nos olhamos fixamente, tentando guardar aquele momento para sempre. Nos beijamos, com tanta paixão. Nossos lábios molhados com a saliva um do outro. As mãos dele acariciando minhas costas, descendo para minhas nádegas. Minhas mãos cravadas nas costas dele, aquelas costas de homem que eu abraçaria para sempre. A barba curta dele arranhava minha boca, meu pescoço, e eu não aguentava mais. Enfiei minha mão debaixo d'água, agarrei o pau dele que já estava duro como ferro e comecei a punhetar. - Mmm, isso, bebê, olha como você deixou meu pau. Vai ser todo seu, né? - ele disse enquanto abria minhas nádegas com as duas mãos e roçava meu buraquinho. Eu só conseguia gemer. Ele estava me matando de tesão. O pau dele quase não cabia na minha mão, além de ter um bom tamanho, era muito grosso, duro. E um par de bolas peludas que acompanhavam semelhante membro. Decidimos sair da água e estendemos uma canga debaixo de uma árvore. Ele se deitou de barriga para cima e eu subi em cima dele. Nossos corpos molhados se tornaram um só. O corpo peludo dele contrastava com o meu liso. Nos devoramos de novo, enquanto sentia o pau duríssimo dele começar a babar, molhando minha barriga. Comecei a descer com a boca, percorrendo cada parte do corpo dele. O pescoço, os braços, parei nas axilas, o que fez ele gemer muito. Passei para o peito dele e fiquei lá um bom tempo, mordendo os mamilos rosados, deixando-os bem duros, enquanto com a mão eu masturbava ele. Incrível como molhava minha mão. Segui meu caminho até ter aquele pau tremendo na frente da minha cara, esperando eu chupar, pulsando. largando líquido pré-seminal, mas sem poder segurar. Peguei ele pela base, apertando os ovos, olhei nos olhos dele e ele disse: - Engole tudo, bebê, é todo seu. E foi o que fiz, abri minha boca e ele entrou inteiro até minha garganta.
2 comentários - Veterinário tarado na buceta