Olá, quanto tempo! Tive uns problemas, por isso não postava, espero que me desculpem. Hoje vou contar uma história com uma prima distante. Eu tinha 20 anos quando fiquei sabendo pelo meu pai que a prima dele de Buenos Aires ia chegar na cidade com os filhos: minha prima (vamos chamar de Karen), de 20 anos, 11 dias mais nova que eu, e o irmão dela, meu primo, de 18. Acontece que, desde pequenos, toda vez que a gente se encontrava, éramos inseparáveis, a ponto de nossos pais zuarem a gente, dizendo que éramos namorados. Então, eu esperava que essa conexão continuasse intacta, apesar de mais de 8 anos sem vê-la pessoalmente, embora a gente conversasse de vez em quando por telefone e internet, só sobre coisas bem específicas.
Eram 10h da manhã de sexta-feira quando eles chegaram na casa do meu pai. Ele me avisou e me convidou para almoçar com eles. Uma hora depois, cheguei bem arrumado e com o carro brilhando — na época eu tinha um Gol que tava um tesão, preto e com vidros fumê. Cheguei, meu pai abriu o portão pra eu entrar com o carro no pátio. Assim que desci, meus dois primos pularam em cima de mim pra me abraçar, claramente tinham boas lembranças de mim.
Almoçamos enquanto conversávamos sobre tudo um pouco. Meu pai e a prima dele disseram que iam ficar o fim de semana prolongado, então era pra gente aproveitar pra sair. Naquela época, eu tava trabalhando no escritório de uma metalúrgica importante da cidade. O dono era meu tio, irmão do meu pai, que tinha comprado uma Amarok fazia pouco tempo. Como ele achava desconfortável dirigir, me emprestava nos fins de semana, em troca de eu deixar meu carro pra ele sair pra aprontar — velho safado!!!.
Às 22h, passei pra buscar meus primos na caminhonete, levei eles pra jantar, obviamente pagando tudo. Depois do jantar, conforme combinado antes, passei pra buscar uma "amiga" e fomos pra um bar. Claro que meu primo e minha amiga se deram bem e ele... terminam indo juntos, não sei pra onde. Ficamos sozinhos com minha prima, ela o tempo todo de mão dada comigo, o que me deu vários problemas, mas não podia falar nada porque ela é uma gostosa e eu queria ver até onde ia. Depois de uns drinks, vi que ela tava bem bêbada, então falei de levar ela pra casa do meu pai e, nisso, meu primo chegou. Levei os dois e deixei eles lá umas 5h da manhã, e falei que de tarde passava pra buscar pra sair. Umas 17h passei com meu carro e ficamos os três juntos a tarde toda. Umas 20h, meu tio me mandou mensagem pra levar o carro dele, então deixei meus primos pra tomarem banho e sair de novo. Fui, troquei de carro com meu tio, tomei banho e fui buscar eles. Umas 22h, quando saímos da casa do meu pai, meu primo falou que tinha combinado de ir na casa da minha amiga, então deixei ele lá e fiquei sozinho com minha prima. Conversando sobre tudo, ela disse que eu continuava tímido igual quando era criança e que agradecia por não ter me aproveitado quando ela tava bêbada. Respondi que era o certo, aí ela riu e me beijou bem perto dos lábios, quase na comissura. Fiquei olhando pra ela e ela corou, juro que ver ela assim me deu uma mistura de ternura e muito tesão, ela tava linda. Sozinhos, propus ir pra uma cidade vizinha comer e num bar que eu gostava muito. Ela topou, então saímos e chegamos lá umas 23h. Jantamos e umas 0h30 fomos pro bar, onde ela se agarrou no meu braço e não soltou mais, só pra ir no banheiro. Ela só tomou água mineral, então não criei esperança de rolar algo. Rimos a noite toda lembrando dos velhos tempos e, umas 5h da manhã, falei pra gente voltar. Fomos buscar a caminhonete no estacionamento e, quando entramos, ela pegou na minha mão, me puxou pra perto e me deu um beijo curto na boca. Fiquei olhando pra ela enquanto ela segurava meu rosto e me beijou de novo, mas dessa vez foi mais longo. Ela se sentou de volta e... Calados, a gente sai do lugar. Quando a gente tava saindo da cidade, eu falo: "Não pensei que você ia me beijar." Ela pergunta por quê, e eu digo: "Porque eu não tinha bebido nada." Aí ela responde que não bebeu pra aproveitar melhor a noite comigo, e coloca a mão na minha perna, me olhando fixo. Eu paro no acostamento da estrada e a gente se beija por um bom tempo. Saio de novo e, quando a gente tava passando por um motel, ela aperta minha perna forte e fala pra eu entrar. Pergunto se ela tem certeza, e ela diz que não, mas manda eu entrar mesmo assim. Então eu volto, pago e a gente entra.
Assim que a gente entra no quarto (bem temático e decorado), vou no banheiro e, quando saio, ela já tava deitada naquele móvel curvo pra apoiar e fazer posições, e fala que nunca tinha estado num quarto assim, rindo de várias coisas que tinha lá. Ela vai pro banheiro e, quando sai, senta do meu lado e me beija. Levanta e tira a camisa que eu tava vestindo, enquanto dizia que fazia tempo que queria me ter assim e que finalmente tava rolando. Eu falo que ela não faz ideia do quanto eu também queria, enquanto desabotoava a camisa branca quase transparente dela e também a saia preta justa, até ficarmos os dois de cueca e calcinha, nos tocando inteiros.
Deito ela na cama, tiro o conjunto de renda que ela tava usando e começo a beijar ela toda até chegar na buceta rosada e linda dela. Chupei tanto que, numa hora, ela soltou um gemido forte. Mesmo sendo bem quietinha, dava pra ver que tava gostando. Tava muito molhada e me segurava forte pelo cabelo, até que comecei a sentir uns espasmos curtos na barriga e nas pernas dela enquanto ela gemia. Depois disso, ela me puxa pelo cabelo, me tira de lá, me deita, sobe em cima de mim e começa a me beijar até descer lá embaixo. Bem devagar, começa a beijar e lamber todo o tronco do meu pau, que já tava durasso. Também lambeu minhas bolas e massageou elas, até enfiar metade da rola na boca e começar a chupar enquanto me masturbava. Ela ficou assim por um bom tempo. Depois... Sobe, eu penetro ela e ela começa a cavalgar que nem uma louca. Pouco tempo depois, geme forte e cai no meu peito, e sem parar de se mexer pra trás e pra frente devagar, as pernas dela tremiam e eu sentia como a buceta dela pulsava e apertava minha rola intermitentemente. Depois, viro ela, deito de barriga pra baixo, fecho as pernas dela, sento em cima pra conseguir uma penetração funda, e ela solta um gemido forte. Quando começo a me mexer penetrando ela, ela geme sem parar até que, de novo, as pulsações da buceta dela fizeram eu finalmente gozar de um jeito muito gostoso. Depois disso, ela tira a camisinha de mim e começa a chupar a cabeça do meu pau, me fazendo sentir espasmos pelo corpo todo. Aí, a gente se veste, se beija um pouco e vai embora. Bom, é isso, porque depois disso a gente só passou mais um dia junto, mas não conseguimos transar de novo. Espero que tenham gostado, um abraço, até a próxima. Deixo uma foto de uma mulher muito parecida fisicamente com a minha prima.





Eram 10h da manhã de sexta-feira quando eles chegaram na casa do meu pai. Ele me avisou e me convidou para almoçar com eles. Uma hora depois, cheguei bem arrumado e com o carro brilhando — na época eu tinha um Gol que tava um tesão, preto e com vidros fumê. Cheguei, meu pai abriu o portão pra eu entrar com o carro no pátio. Assim que desci, meus dois primos pularam em cima de mim pra me abraçar, claramente tinham boas lembranças de mim.
Almoçamos enquanto conversávamos sobre tudo um pouco. Meu pai e a prima dele disseram que iam ficar o fim de semana prolongado, então era pra gente aproveitar pra sair. Naquela época, eu tava trabalhando no escritório de uma metalúrgica importante da cidade. O dono era meu tio, irmão do meu pai, que tinha comprado uma Amarok fazia pouco tempo. Como ele achava desconfortável dirigir, me emprestava nos fins de semana, em troca de eu deixar meu carro pra ele sair pra aprontar — velho safado!!!.
Às 22h, passei pra buscar meus primos na caminhonete, levei eles pra jantar, obviamente pagando tudo. Depois do jantar, conforme combinado antes, passei pra buscar uma "amiga" e fomos pra um bar. Claro que meu primo e minha amiga se deram bem e ele... terminam indo juntos, não sei pra onde. Ficamos sozinhos com minha prima, ela o tempo todo de mão dada comigo, o que me deu vários problemas, mas não podia falar nada porque ela é uma gostosa e eu queria ver até onde ia. Depois de uns drinks, vi que ela tava bem bêbada, então falei de levar ela pra casa do meu pai e, nisso, meu primo chegou. Levei os dois e deixei eles lá umas 5h da manhã, e falei que de tarde passava pra buscar pra sair. Umas 17h passei com meu carro e ficamos os três juntos a tarde toda. Umas 20h, meu tio me mandou mensagem pra levar o carro dele, então deixei meus primos pra tomarem banho e sair de novo. Fui, troquei de carro com meu tio, tomei banho e fui buscar eles. Umas 22h, quando saímos da casa do meu pai, meu primo falou que tinha combinado de ir na casa da minha amiga, então deixei ele lá e fiquei sozinho com minha prima. Conversando sobre tudo, ela disse que eu continuava tímido igual quando era criança e que agradecia por não ter me aproveitado quando ela tava bêbada. Respondi que era o certo, aí ela riu e me beijou bem perto dos lábios, quase na comissura. Fiquei olhando pra ela e ela corou, juro que ver ela assim me deu uma mistura de ternura e muito tesão, ela tava linda. Sozinhos, propus ir pra uma cidade vizinha comer e num bar que eu gostava muito. Ela topou, então saímos e chegamos lá umas 23h. Jantamos e umas 0h30 fomos pro bar, onde ela se agarrou no meu braço e não soltou mais, só pra ir no banheiro. Ela só tomou água mineral, então não criei esperança de rolar algo. Rimos a noite toda lembrando dos velhos tempos e, umas 5h da manhã, falei pra gente voltar. Fomos buscar a caminhonete no estacionamento e, quando entramos, ela pegou na minha mão, me puxou pra perto e me deu um beijo curto na boca. Fiquei olhando pra ela enquanto ela segurava meu rosto e me beijou de novo, mas dessa vez foi mais longo. Ela se sentou de volta e... Calados, a gente sai do lugar. Quando a gente tava saindo da cidade, eu falo: "Não pensei que você ia me beijar." Ela pergunta por quê, e eu digo: "Porque eu não tinha bebido nada." Aí ela responde que não bebeu pra aproveitar melhor a noite comigo, e coloca a mão na minha perna, me olhando fixo. Eu paro no acostamento da estrada e a gente se beija por um bom tempo. Saio de novo e, quando a gente tava passando por um motel, ela aperta minha perna forte e fala pra eu entrar. Pergunto se ela tem certeza, e ela diz que não, mas manda eu entrar mesmo assim. Então eu volto, pago e a gente entra.
Assim que a gente entra no quarto (bem temático e decorado), vou no banheiro e, quando saio, ela já tava deitada naquele móvel curvo pra apoiar e fazer posições, e fala que nunca tinha estado num quarto assim, rindo de várias coisas que tinha lá. Ela vai pro banheiro e, quando sai, senta do meu lado e me beija. Levanta e tira a camisa que eu tava vestindo, enquanto dizia que fazia tempo que queria me ter assim e que finalmente tava rolando. Eu falo que ela não faz ideia do quanto eu também queria, enquanto desabotoava a camisa branca quase transparente dela e também a saia preta justa, até ficarmos os dois de cueca e calcinha, nos tocando inteiros.
Deito ela na cama, tiro o conjunto de renda que ela tava usando e começo a beijar ela toda até chegar na buceta rosada e linda dela. Chupei tanto que, numa hora, ela soltou um gemido forte. Mesmo sendo bem quietinha, dava pra ver que tava gostando. Tava muito molhada e me segurava forte pelo cabelo, até que comecei a sentir uns espasmos curtos na barriga e nas pernas dela enquanto ela gemia. Depois disso, ela me puxa pelo cabelo, me tira de lá, me deita, sobe em cima de mim e começa a me beijar até descer lá embaixo. Bem devagar, começa a beijar e lamber todo o tronco do meu pau, que já tava durasso. Também lambeu minhas bolas e massageou elas, até enfiar metade da rola na boca e começar a chupar enquanto me masturbava. Ela ficou assim por um bom tempo. Depois... Sobe, eu penetro ela e ela começa a cavalgar que nem uma louca. Pouco tempo depois, geme forte e cai no meu peito, e sem parar de se mexer pra trás e pra frente devagar, as pernas dela tremiam e eu sentia como a buceta dela pulsava e apertava minha rola intermitentemente. Depois, viro ela, deito de barriga pra baixo, fecho as pernas dela, sento em cima pra conseguir uma penetração funda, e ela solta um gemido forte. Quando começo a me mexer penetrando ela, ela geme sem parar até que, de novo, as pulsações da buceta dela fizeram eu finalmente gozar de um jeito muito gostoso. Depois disso, ela tira a camisinha de mim e começa a chupar a cabeça do meu pau, me fazendo sentir espasmos pelo corpo todo. Aí, a gente se veste, se beija um pouco e vai embora. Bom, é isso, porque depois disso a gente só passou mais um dia junto, mas não conseguimos transar de novo. Espero que tenham gostado, um abraço, até a próxima. Deixo uma foto de uma mulher muito parecida fisicamente com a minha prima.






2 comentários - Prima distante gostosa