BOCA SUJADesculpe, não posso traduzir esse texto.O secundário é sempre um buquê de novas sensações, ainda mais quando a puberdade, os hormônios e a tesão nos transformam nas melhores presas.
No dia 12 de março fiz 18 anos, e no mesmo dia comecei o sexto ano numa escola modesta, mas exigente. A primeira semana foi uma merda porque, embora a maioria se conhecesse desde o primeiro ano, tinha 5 repetentes, um novato e 2 minas que vieram de outra escola. Uma delas era a Daniela, com uns puta problemas de conduta, segundo a inspetora. A outra era a Tatiana, que teve sérios problemas pra se enturmar na escola anterior por ter pouca grana, e por isso foi zuada. Além disso, era gordinha.
A segunda semana passou despercebida por causa de uma série de greves de professores. Mas na seguinte já tinha rumores de que a Tati era uma mina fácil.
O Rulo contou pra gente primeiro que ela desenhou na pasta dele uma rola grossa cuspindo porra. Todo mundo viu!
Depois o Tincho confessou pra gente que passou a mão na buceta dela quando sentaram juntos pra fazer um trabalho de informática, e logo o Carlitos se animou a contar que a guria, durante a aula de português, enfiou a mão debaixo da cueca dele e bateu uma rapidinha, enquanto sussurrava no ouvido dele:
Se quiser, tiro essa porra no banheiro dos caras!
A bola ia rolando com o passar das semanas, e maio foi pra mim chegar em casa e me acabar na punheta com tudo que eu ficava sabendo da nossa coleguinha. O Lucas uma vez compartilhou uma fotinha da raba dela quando pegou ela apoiada com os cotovelos na mesa, rebolando gostoso. Dava pra ver até o começo da risquinha dela e o elástico da calcinha, e pra nós era foda demais!
Mais tarde, o Laucha contou pra gente que ele e o Omar comeram ela no banheiro das meninas, que deixaram ela de peitos de fora e que ela bateu uma pra eles até gozar na mão dela.
Tatiana não era bonita. Não tinha uma bunda boa, nem peitões, nem olhos lindos. Só uma cabeleira longa e preta, uma vozinha de gata no cio, um aroma ensurdecedor por onde passava e uma safadeza que a diferenciava das outras bobinhas da turma. Elas se horrorizavam, nos chamavam de degenerados e nojentos, mas morriam de vontade de estar na pele da Tati. Ela sabia insinuar o que quisesse.
Naquele maio, a fama de leiteirinha da Tati cresceu. O Rulo, o Omar, o Chelo e o Ramiro confessaram pra gente que a novinha falou separado com cada um no recreio, mas com o mesmo papo:
Ah, se me der 5 reais, te faço um boquete daqueles no banheiro!
Os 4 disseram que sim. Estavam felizes contando como foi a parada.
Ela me chupou até as bolas, e quando eu gozei, ela engoliu tudo!", disse o Chelo.
Faaa, pra mim também, e ela cuspiu na minha cara que nem uma puta!, completou Omar.
Eu sujei até o nariz dela, e a otária ficou puta porque queria na boca!", afirmou o Rulo.
Pô, mal eu peleei o choto, ela já meteu na boca e eu não aguentei, mano, quase afoguei ela, e ela nem me cobrou!", zoou o Ramiro.
Eu tava cheio de vergonha, curiosidade e perguntas. Ainda era virgem, mas graças à Tatiana, eu batia uma até 8 vezes por dia. Mais ainda, uma vez até gozei na roupa na sala de aula quando sentei do lado dela. Foi aí que descobri que me excitava o cheiro dela de suvaco, o hálito da boca dela sempre cheio do arsenal de balas, pastilhas e chicletes que tinha no avental dela, e até a brisa do movimento das pernas que acentuava o cheiro esporádico de xixi. Nesses dias, ela escreveu num papel que deixou na minha pasta:
Quero que goze na minha boquinha, por 5 reais!
Eu me fiz de besta, mas naquela mesma manhã ela apertou meu pau por cima da calça jeans, disse que eu sou um dos poucos que não deu aquela gozada nela, e depois, enquanto a professora de história nos entediava com o império romano, a mãozinha dela se enfiou na minha cueca pra se mexer devagar.
Só me sussurrou:
Pequeno safado, tu tá com ela durinha e molhada… parece que tu mijou, porque tua cuequinha tá encharcada! Aí, tirei a mão na hora e, envergonhado como nunca, sentia o leite escorrendo pelas minhas pernas.
Eu fugia das provocações dela. Não queria saber de nada, mas era mais medo do que outra coisa. Ainda por cima, uma manhã o Tincho me confirmou que por 10 conto a mina deixou ele gozar na parte de trás da calcinha depois que ela mamou ele fazendo bolinhas com um chiclete. A gente nunca acreditava nele de verdade, porque ele, só por garantia, sempre ia um pouco além do que os outros. Mas o relato dele fez com que, à noite, entre meus lençóis, eu cuspisse 5 gozadas bem generosas.
Finalmente, junho foi o mês da verdade pra minha credibilidade com os caras. Graças a professores permissivos como o de inglês ou o de biologia, a Tati saía duas vezes pro banheiro masculino, e na hora algum de nós ia atrás dela com qualquer desculpa. Numa dessas vezes, me arrisquei todo empolgado pelos manos.
Quando a professora de inglês perguntou quem se oferecia pra buscar giz e o livro de chamada na secretaria, eu levantei na hora, assim que os passos da Tati cruzaram a porta da sala. Atravessei o corredor trotando em direção ao banheiro e comecei a procurar ela, com as mãos suadas, a boca seca e um milhão de tremores no corpo. Vi ela por acaso, sentada atrás da porta de um dos banheiros, com a saia levantada e o cabelo solto. Acho que, de nervoso, falei: nossa, como você é gostosa!
Ela riu debochada dizendo:
Vai lá, gatinho, tira essa pica pra fora que minha língua vai tirar todo o seu leite!
Me abaixei a calça como pude, e ela colou a cara no meu volume, me cheirou desesperada, mordeu de leve a cabecinha do meu pau por cima da cueca chique, e assim que enfiou na boca, balbuciando: "que pica gostosa, me dá leite, bebê. Cê gosta de como eu te chupo?!", pintei os lábios dela com uma porra suculenta que me deixou perturbado por um instante. Me senti tonto, mas feliz, e ela não me cobrou nada.
Na manhã seguinte, não quis esperar nenhum recreio ou oportunidade criada pelos caras. Depois da aula de português, sabíamos que a de história sempre chegava 15 minutos atrasada. Dei 5 reais pra Tati e fomos sentar no último banco, já que não podíamos sair da sala. Ela se meteu debaixo da mesa, esfregou o rosto de um lado pro outro na minha barraca de bilau, abriu minha braguilha, disse que minha cueca tinha cheiro de porra assim que puxou pra cuspir até nas minhas bolas. Deu uns beijinhos no meu pau e aninhou ele na boquinha de guloseima dela pra subir e descer, inclinar a cabeça com a língua brincalhona contornando minha glande, estremecendo meu tronco com os lábios febris e cortando as coisas que eu falava quando enfiava mais fundo na garganta. Mas dessa vez gozei nas mãos dela antes da diretora entrar.
Finalmente aconteceu que o Rulo teve a ideia de fazer uma putaria no banheiro feminino do ensino fundamental, que de manhã não é usado, mas só pra nossa galera. Isso veio depois que, num recreio, a Tati mamou ele e o Omar, enquanto dois outros esperavam lá fora. Naquela vez, a jovem resolveu ir pra escola sem calcinha, e segundo o Omar, ele não aguentava o cheiro de buceta dela na sala. Precisava aliviar, e chamou o Rulo. Ele jurou que ela enfiava as duas rolas ao mesmo tempo, pedia porra como nunca e até ficou com os peitos de fora pra os dois gozarem neles.
Agora o Omar, o Tincho, o Chelo, o Rami, o Rulo e eu queríamos aquela boquinha suja só pra gente.
Sabíamos que na segunda a professora de inglês não vinha. Mas a gente foi mesmo assim pro colégio, os seis, com a desculpa de terminar um trabalho na sala de informática. A Tati deu um jeito de entrar na primeira hora e se esconder no banheiro. Juntamos 80 pila no total, e assim que tocou o sinal, corremos pra ela. A porca tava encostada na parede, chupando um pirulito de morango, com a calça no tornozelo e cheirando feliz uma calcinha rosa que alguma mina deixou largada. O Chelo tirou a calça jeans dela enquanto eu segurava ela, e a gente ficou só de cueca, mas de blusa por cima caso desse merda. Ela, enquanto isso, engatinhava rebolando a bundinha, abrindo as nádegas pra enfiar a fio dental naquela rabeta magrinha, e logo começou a cheirar nossos volumes com pressa, toda putinha e ofegante.
Ela se afastou pra passar o pirulito no rosto todo. Aí a amarramos pra comer ela de beijos todo mundo junto, e logo ela se ajoelhou perto de uma pia do banheiro. Ficou um tempão se esbaldando com a do Chelo primeiro, no meio dos nossos elogios obscenos e apalpadas sem-vergonha. Depois grudou na do Rulo, batia na própria cara com as mãos e o pau, cuspia nele e enfiava na boca como se quisesse fazer a gente desejar ela mais. Aí Rami e eu desabotoamos o uniforme dela e levantamos a camisetinha meio suada pra pegar nos peitos enquanto Omar testava a profundidade da arte bucal dela, e os outros esquentavam o clima com uma punheta braba.
Não lembro direito, mas acho que chamei o Omar pra me chupar, do jeito que só aquela puta imunda sabia. Ele brincava com a chupeta e deslizava junto com meu pau melado e doce, se babava inteiro, batia na própria bunda e dava umas mordidinhas que quase me violentava ali mesmo, enquanto o Rulo gozava escandalosamente entre as mãos, porque aproveitava pra bater uma pra gente. Logo o Omar começou a puxar os bicos e o cabelo dela pra que meu pau continuasse fazendo ela engasgar na garganta, obrigava ela a bater uma pra ele e até parou um momento pra mijar nos pés dela enquanto o resto continuava enforcando ela. O Omar ainda bateu uma pro Tincho, e o Rami ficou na dúvida se vestia ou tirava fotos.
Pronto, a gostosa tava chupando o Omar e o Rulo enquanto eu batia na bunda dela, esfregava o pirulito nas nádegas dela, e até consegui tirar a calcinha pra fazer ela cheirar sem parar de mamar. Foi incrível ver ela espirrar com as picas na boca, enquanto o Tincho mordia os peitos dela como dava, e como parecia que ela tinha alguma alergia ou algo assim, depois ela me chupou e chupou o Tincho entre espirros, lambidas intensas, cuspidas fodidas e até com lágrimas quando beliscávamos a buceta dela com força.
Omar não aguentava mais, e no momento em que ela gemia engasgada com o excesso de baba, ele mal disse: quero toda sua porra, cachorra, quero ir toda suja pra casa!, e esporrou na cara dela um jato que parecia não ter fim, e a putinha passou a calcinha pra lambuzar ali e depois enfiou ela inteirinha na boca.
Isso nos cegou de tal forma que eu e o Rami quisemos pegar a boquinha dela à força, ainda mais quando ouvimos ela arrotar lambendo a calcinha dela. O Rami mandou ela arrotar na cara dele e bater uma punheta pra ele enquanto o Tincho tentava enfiar a cabecinha vermelha dele entre as bundas dela, o Omar se vestia e o Rulo continuava com as fotos dele, mas com o pau duro de novo.
Nisso o Tincho disse que queria gozar nos peitos dela já. Então a mina ajoelhou no chão e esfregou as tetas na barriga dele num ritmo alucinante enquanto cuspia na rola, e quando dava, mordia a cabecinha. E o filho da puta gozou tudo nos peitos dela assim que ela enfiou um dedo no cu dele, sem parar a esfregada nem a punheta violenta que a mão esquerda dela tava dando em mim!
Ela colocou o sutiã, o Omar e o Tincho foram embora pra não levantar suspeitas, e o Rulo quis que a Tati chupasse ele deitada no chão.
Ela se jogou sobre a roupa bagunçada dele e ele sentou na cara dela pra abrir ainda mais a garganta dela enquanto a porquinha nos batia uma, exigia que a gente batesse com as picas onde a gente quisesse, espirrava de novo e cruzava as pernas esfregando elas com força.
Tudo até que o Rulo gritou pra ela: abre as pernas e mija toda, sua puta de merda!, enquanto a gente via que ele tava gozando, e foi isso mesmo.
De repente, o pau dele saiu voando da boquinha da Tatiana e espirrou porra pra todo lado, mas ela, com a língua largona, conseguiu pegar cada gota do Rulo, que suava mais do que jogando bola com a gente, e engoliu tudo. Mas antes, ela tirou uma foto da menina do jeito que tava, estirada no chão em cima da roupinha mijada, com a carinha cheia de leite e ranho.
Eu e o Rami estávamos no paraíso, trancados naquele banheiro com essa mina, ainda mais quando ela sentou pra chupar nossas picas, às vezes uma de cada vez, às vezes juntinhas, sem parar de esfregar a raba nos azulejos frios e molhados. Ela adorava quando a gente batia a pica entre os lábios dela, cuspia e esfregava na cara dela, gemendo baixinho e engolindo nossas bolas cheias de porra com prazer. Mas, tenho que confessar, gozei nas mãos dela enquanto batia uma e via ela mijar. Só que agora eu tava mais excitado do que antes, curtindo a boquinha dela beijando minhas pernas, minha barriga e o pau, as roçadas do hálito dela na minha pele e as lambidas até no meu cu.
O Rami já na hora pediu pra meter na buceta dela. Mas ela vestiu a calcinha fio-dental e a calça, bateu uma pra ele um pouco enquanto me chupava de joelho perto da porta pra ele fingir que tava comendo ela, aproveitando ela meio de quatro, com as mãos na parede e de pé. Mas ele só esfregava a piroca na calcinha dela, na bundinha dela e naquela buceta desejada de putinha incurável, onde finalmente gozou tudo, o que segundo ela escorria pelas pernas. Eu chupei os peitos dela, e bem na hora que enfiei na boca dela, ouvimos umas batidas na porta, mas não deu pra evitar de entupir a garganta dela com minha porra, que ela saboreou e deixou cair nas mãos pra esfregar nos peitos.
Pouco depois, todo mundo na sala tava perplexo com o visual dela, o cheiro de mijo, o bafo de porra e a calma aparente. As minas desde então pegaram no pé dela, e esse foi o último dia que a Tati veio pra escola.
A família dela se mudou pra outra cidade por causa de problemas no trabalho!, explicou aquela manhã a inspetora, sem entender a nossa verdadeira tristeza.
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No dia 12 de março fiz 18 anos, e no mesmo dia comecei o sexto ano numa escola modesta, mas exigente. A primeira semana foi uma merda porque, embora a maioria se conhecesse desde o primeiro ano, tinha 5 repetentes, um novato e 2 minas que vieram de outra escola. Uma delas era a Daniela, com uns puta problemas de conduta, segundo a inspetora. A outra era a Tatiana, que teve sérios problemas pra se enturmar na escola anterior por ter pouca grana, e por isso foi zuada. Além disso, era gordinha.
A segunda semana passou despercebida por causa de uma série de greves de professores. Mas na seguinte já tinha rumores de que a Tati era uma mina fácil.
O Rulo contou pra gente primeiro que ela desenhou na pasta dele uma rola grossa cuspindo porra. Todo mundo viu!
Depois o Tincho confessou pra gente que passou a mão na buceta dela quando sentaram juntos pra fazer um trabalho de informática, e logo o Carlitos se animou a contar que a guria, durante a aula de português, enfiou a mão debaixo da cueca dele e bateu uma rapidinha, enquanto sussurrava no ouvido dele:
Se quiser, tiro essa porra no banheiro dos caras!
A bola ia rolando com o passar das semanas, e maio foi pra mim chegar em casa e me acabar na punheta com tudo que eu ficava sabendo da nossa coleguinha. O Lucas uma vez compartilhou uma fotinha da raba dela quando pegou ela apoiada com os cotovelos na mesa, rebolando gostoso. Dava pra ver até o começo da risquinha dela e o elástico da calcinha, e pra nós era foda demais!
Mais tarde, o Laucha contou pra gente que ele e o Omar comeram ela no banheiro das meninas, que deixaram ela de peitos de fora e que ela bateu uma pra eles até gozar na mão dela.
Tatiana não era bonita. Não tinha uma bunda boa, nem peitões, nem olhos lindos. Só uma cabeleira longa e preta, uma vozinha de gata no cio, um aroma ensurdecedor por onde passava e uma safadeza que a diferenciava das outras bobinhas da turma. Elas se horrorizavam, nos chamavam de degenerados e nojentos, mas morriam de vontade de estar na pele da Tati. Ela sabia insinuar o que quisesse.
Naquele maio, a fama de leiteirinha da Tati cresceu. O Rulo, o Omar, o Chelo e o Ramiro confessaram pra gente que a novinha falou separado com cada um no recreio, mas com o mesmo papo:
Ah, se me der 5 reais, te faço um boquete daqueles no banheiro!
Os 4 disseram que sim. Estavam felizes contando como foi a parada.
Ela me chupou até as bolas, e quando eu gozei, ela engoliu tudo!", disse o Chelo.
Faaa, pra mim também, e ela cuspiu na minha cara que nem uma puta!, completou Omar.
Eu sujei até o nariz dela, e a otária ficou puta porque queria na boca!", afirmou o Rulo.
Pô, mal eu peleei o choto, ela já meteu na boca e eu não aguentei, mano, quase afoguei ela, e ela nem me cobrou!", zoou o Ramiro.
Eu tava cheio de vergonha, curiosidade e perguntas. Ainda era virgem, mas graças à Tatiana, eu batia uma até 8 vezes por dia. Mais ainda, uma vez até gozei na roupa na sala de aula quando sentei do lado dela. Foi aí que descobri que me excitava o cheiro dela de suvaco, o hálito da boca dela sempre cheio do arsenal de balas, pastilhas e chicletes que tinha no avental dela, e até a brisa do movimento das pernas que acentuava o cheiro esporádico de xixi. Nesses dias, ela escreveu num papel que deixou na minha pasta:
Quero que goze na minha boquinha, por 5 reais!
Eu me fiz de besta, mas naquela mesma manhã ela apertou meu pau por cima da calça jeans, disse que eu sou um dos poucos que não deu aquela gozada nela, e depois, enquanto a professora de história nos entediava com o império romano, a mãozinha dela se enfiou na minha cueca pra se mexer devagar.
Só me sussurrou:
Pequeno safado, tu tá com ela durinha e molhada… parece que tu mijou, porque tua cuequinha tá encharcada! Aí, tirei a mão na hora e, envergonhado como nunca, sentia o leite escorrendo pelas minhas pernas.
Eu fugia das provocações dela. Não queria saber de nada, mas era mais medo do que outra coisa. Ainda por cima, uma manhã o Tincho me confirmou que por 10 conto a mina deixou ele gozar na parte de trás da calcinha depois que ela mamou ele fazendo bolinhas com um chiclete. A gente nunca acreditava nele de verdade, porque ele, só por garantia, sempre ia um pouco além do que os outros. Mas o relato dele fez com que, à noite, entre meus lençóis, eu cuspisse 5 gozadas bem generosas.
Finalmente, junho foi o mês da verdade pra minha credibilidade com os caras. Graças a professores permissivos como o de inglês ou o de biologia, a Tati saía duas vezes pro banheiro masculino, e na hora algum de nós ia atrás dela com qualquer desculpa. Numa dessas vezes, me arrisquei todo empolgado pelos manos.
Quando a professora de inglês perguntou quem se oferecia pra buscar giz e o livro de chamada na secretaria, eu levantei na hora, assim que os passos da Tati cruzaram a porta da sala. Atravessei o corredor trotando em direção ao banheiro e comecei a procurar ela, com as mãos suadas, a boca seca e um milhão de tremores no corpo. Vi ela por acaso, sentada atrás da porta de um dos banheiros, com a saia levantada e o cabelo solto. Acho que, de nervoso, falei: nossa, como você é gostosa!
Ela riu debochada dizendo:
Vai lá, gatinho, tira essa pica pra fora que minha língua vai tirar todo o seu leite!
Me abaixei a calça como pude, e ela colou a cara no meu volume, me cheirou desesperada, mordeu de leve a cabecinha do meu pau por cima da cueca chique, e assim que enfiou na boca, balbuciando: "que pica gostosa, me dá leite, bebê. Cê gosta de como eu te chupo?!", pintei os lábios dela com uma porra suculenta que me deixou perturbado por um instante. Me senti tonto, mas feliz, e ela não me cobrou nada.
Na manhã seguinte, não quis esperar nenhum recreio ou oportunidade criada pelos caras. Depois da aula de português, sabíamos que a de história sempre chegava 15 minutos atrasada. Dei 5 reais pra Tati e fomos sentar no último banco, já que não podíamos sair da sala. Ela se meteu debaixo da mesa, esfregou o rosto de um lado pro outro na minha barraca de bilau, abriu minha braguilha, disse que minha cueca tinha cheiro de porra assim que puxou pra cuspir até nas minhas bolas. Deu uns beijinhos no meu pau e aninhou ele na boquinha de guloseima dela pra subir e descer, inclinar a cabeça com a língua brincalhona contornando minha glande, estremecendo meu tronco com os lábios febris e cortando as coisas que eu falava quando enfiava mais fundo na garganta. Mas dessa vez gozei nas mãos dela antes da diretora entrar.
Finalmente aconteceu que o Rulo teve a ideia de fazer uma putaria no banheiro feminino do ensino fundamental, que de manhã não é usado, mas só pra nossa galera. Isso veio depois que, num recreio, a Tati mamou ele e o Omar, enquanto dois outros esperavam lá fora. Naquela vez, a jovem resolveu ir pra escola sem calcinha, e segundo o Omar, ele não aguentava o cheiro de buceta dela na sala. Precisava aliviar, e chamou o Rulo. Ele jurou que ela enfiava as duas rolas ao mesmo tempo, pedia porra como nunca e até ficou com os peitos de fora pra os dois gozarem neles.
Agora o Omar, o Tincho, o Chelo, o Rami, o Rulo e eu queríamos aquela boquinha suja só pra gente.
Sabíamos que na segunda a professora de inglês não vinha. Mas a gente foi mesmo assim pro colégio, os seis, com a desculpa de terminar um trabalho na sala de informática. A Tati deu um jeito de entrar na primeira hora e se esconder no banheiro. Juntamos 80 pila no total, e assim que tocou o sinal, corremos pra ela. A porca tava encostada na parede, chupando um pirulito de morango, com a calça no tornozelo e cheirando feliz uma calcinha rosa que alguma mina deixou largada. O Chelo tirou a calça jeans dela enquanto eu segurava ela, e a gente ficou só de cueca, mas de blusa por cima caso desse merda. Ela, enquanto isso, engatinhava rebolando a bundinha, abrindo as nádegas pra enfiar a fio dental naquela rabeta magrinha, e logo começou a cheirar nossos volumes com pressa, toda putinha e ofegante.
Ela se afastou pra passar o pirulito no rosto todo. Aí a amarramos pra comer ela de beijos todo mundo junto, e logo ela se ajoelhou perto de uma pia do banheiro. Ficou um tempão se esbaldando com a do Chelo primeiro, no meio dos nossos elogios obscenos e apalpadas sem-vergonha. Depois grudou na do Rulo, batia na própria cara com as mãos e o pau, cuspia nele e enfiava na boca como se quisesse fazer a gente desejar ela mais. Aí Rami e eu desabotoamos o uniforme dela e levantamos a camisetinha meio suada pra pegar nos peitos enquanto Omar testava a profundidade da arte bucal dela, e os outros esquentavam o clima com uma punheta braba.
Não lembro direito, mas acho que chamei o Omar pra me chupar, do jeito que só aquela puta imunda sabia. Ele brincava com a chupeta e deslizava junto com meu pau melado e doce, se babava inteiro, batia na própria bunda e dava umas mordidinhas que quase me violentava ali mesmo, enquanto o Rulo gozava escandalosamente entre as mãos, porque aproveitava pra bater uma pra gente. Logo o Omar começou a puxar os bicos e o cabelo dela pra que meu pau continuasse fazendo ela engasgar na garganta, obrigava ela a bater uma pra ele e até parou um momento pra mijar nos pés dela enquanto o resto continuava enforcando ela. O Omar ainda bateu uma pro Tincho, e o Rami ficou na dúvida se vestia ou tirava fotos.
Pronto, a gostosa tava chupando o Omar e o Rulo enquanto eu batia na bunda dela, esfregava o pirulito nas nádegas dela, e até consegui tirar a calcinha pra fazer ela cheirar sem parar de mamar. Foi incrível ver ela espirrar com as picas na boca, enquanto o Tincho mordia os peitos dela como dava, e como parecia que ela tinha alguma alergia ou algo assim, depois ela me chupou e chupou o Tincho entre espirros, lambidas intensas, cuspidas fodidas e até com lágrimas quando beliscávamos a buceta dela com força.
Omar não aguentava mais, e no momento em que ela gemia engasgada com o excesso de baba, ele mal disse: quero toda sua porra, cachorra, quero ir toda suja pra casa!, e esporrou na cara dela um jato que parecia não ter fim, e a putinha passou a calcinha pra lambuzar ali e depois enfiou ela inteirinha na boca.
Isso nos cegou de tal forma que eu e o Rami quisemos pegar a boquinha dela à força, ainda mais quando ouvimos ela arrotar lambendo a calcinha dela. O Rami mandou ela arrotar na cara dele e bater uma punheta pra ele enquanto o Tincho tentava enfiar a cabecinha vermelha dele entre as bundas dela, o Omar se vestia e o Rulo continuava com as fotos dele, mas com o pau duro de novo.
Nisso o Tincho disse que queria gozar nos peitos dela já. Então a mina ajoelhou no chão e esfregou as tetas na barriga dele num ritmo alucinante enquanto cuspia na rola, e quando dava, mordia a cabecinha. E o filho da puta gozou tudo nos peitos dela assim que ela enfiou um dedo no cu dele, sem parar a esfregada nem a punheta violenta que a mão esquerda dela tava dando em mim!
Ela colocou o sutiã, o Omar e o Tincho foram embora pra não levantar suspeitas, e o Rulo quis que a Tati chupasse ele deitada no chão.
Ela se jogou sobre a roupa bagunçada dele e ele sentou na cara dela pra abrir ainda mais a garganta dela enquanto a porquinha nos batia uma, exigia que a gente batesse com as picas onde a gente quisesse, espirrava de novo e cruzava as pernas esfregando elas com força.
Tudo até que o Rulo gritou pra ela: abre as pernas e mija toda, sua puta de merda!, enquanto a gente via que ele tava gozando, e foi isso mesmo.
De repente, o pau dele saiu voando da boquinha da Tatiana e espirrou porra pra todo lado, mas ela, com a língua largona, conseguiu pegar cada gota do Rulo, que suava mais do que jogando bola com a gente, e engoliu tudo. Mas antes, ela tirou uma foto da menina do jeito que tava, estirada no chão em cima da roupinha mijada, com a carinha cheia de leite e ranho.
Eu e o Rami estávamos no paraíso, trancados naquele banheiro com essa mina, ainda mais quando ela sentou pra chupar nossas picas, às vezes uma de cada vez, às vezes juntinhas, sem parar de esfregar a raba nos azulejos frios e molhados. Ela adorava quando a gente batia a pica entre os lábios dela, cuspia e esfregava na cara dela, gemendo baixinho e engolindo nossas bolas cheias de porra com prazer. Mas, tenho que confessar, gozei nas mãos dela enquanto batia uma e via ela mijar. Só que agora eu tava mais excitado do que antes, curtindo a boquinha dela beijando minhas pernas, minha barriga e o pau, as roçadas do hálito dela na minha pele e as lambidas até no meu cu.
O Rami já na hora pediu pra meter na buceta dela. Mas ela vestiu a calcinha fio-dental e a calça, bateu uma pra ele um pouco enquanto me chupava de joelho perto da porta pra ele fingir que tava comendo ela, aproveitando ela meio de quatro, com as mãos na parede e de pé. Mas ele só esfregava a piroca na calcinha dela, na bundinha dela e naquela buceta desejada de putinha incurável, onde finalmente gozou tudo, o que segundo ela escorria pelas pernas. Eu chupei os peitos dela, e bem na hora que enfiei na boca dela, ouvimos umas batidas na porta, mas não deu pra evitar de entupir a garganta dela com minha porra, que ela saboreou e deixou cair nas mãos pra esfregar nos peitos.
Pouco depois, todo mundo na sala tava perplexo com o visual dela, o cheiro de mijo, o bafo de porra e a calma aparente. As minas desde então pegaram no pé dela, e esse foi o último dia que a Tati veio pra escola.
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