Sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020, à noite
"Ninguém sai pra lugar nenhum"
Dá pra ouvir Carolina gritando por causa de uma tempestade elétrica
Essa é a história da família Lamas
Uma família simples, igual pode ser a sua, igual pode ser a minha, mas por causa da chuva e de alguns planos cancelados, tudo dá uma reviravolta inesperada.DESCRIÇÃO DOS PERSONAGENS PRINCIPAISA família Lamas é formada por 5 pessoas.
O pai da família, Héctor
Um homem de 45 anos. 1,60 de altura e magro. Dono de um restaurante. Personalidade fria, mas isso não significa que seja uma pessoa sem graça. Na verdade, ele era quem mais fazia piadas dentro de casa.
Carolina, como a mãe da família
40 anos, 1,58 de altura. Professora de educação física. Corpo chamativo por causa da profissão. Sempre vestia roupas esportivas, o que fazia mais de uma pessoa virar a cabeça para olhar quando ela passava na rua, já que o que mais chamava a atenção era a bunda dela.
Os gêmeos Tomás e Santiago
18 anos recém-completados. Os dois estavam no último ano do ensino médio. A energia da casa vinha deles. Tramavam tudo juntos, mas tinham personalidades diferentes.
Por um lado, Tomás era o mais sociável e o mais rebelde. 1,67 de altura, magro. O cúmplice perfeito para as brincadeiras que Héctor planejava.
E do outro lado estava Santiago, carregando o papel de ser o tímido da família.
Calado, meigo, sempre disposto a ajudar. Esses eram os adjetivos que o definiam.
1,64 de altura e, diferente dos outros da família, ele era corpulento.
E por último, Juliana
A princesa da casa. 21 anos. 1,57 de altura. Era uma cópia da mãe em todos os sentidos, tanto na personalidade quanto no físico, mas com o plus de ter os peitos mais definidos que a Carolina.
Estudante de economia do terceiro ano.CAPÍTULO I – Molhados e sem luzCarolina tava preparando o jantar enquanto no noticiário falavam pra não sair de casa, porque tava chegando uma tempestade com raio. Nessa hora, ouviu um grito da Juliana.
Juliana: Não. Hoje eu não fico em casa não. Hoje vou encontrar minhas amigas de qualquer jeito.
(Os gêmeos dão risada)
Tomás: É sim, princesa, do jeito que você quiser. Fala sério – falou num tom irônico pra irmã.
Ouviu a Juliana bater a porta do quarto.
Carolina: Deixa sua irmã em paz, gente, não sejam assim.
Eles dois não tinham problema nenhum em ficar em casa. Só precisavam de uma TV e o videogame. Com isso já davam conta de sobreviver a uma noite de tempestade.
Enquanto os meninos arrumavam a mesa pro jantar, o celular da Caro tocou, e ela atendeu.
Era o Héctor.
Héctor: Oi, amor.
Carolina: Oi, gordão, a comida já tá pronta. A gente espera você ou vai demorar?
Héctor: Não, meu bem, comam vocês. Aqui desabou um temporal e não tem como sair do restaurante. Tamo fechando as portas porque as ruas tão alagando aos poucos.
Carolina: Nossa, então tá, amor. Se cuida e qualquer coisa liga – na sequência, largou o celular na mesa.
Quando a família já tava na mesa, foram jantar com a mesma discussão de sempre: qual programa iam ver na TV. E como de costume, quem acabava escolhendo era o Santi, porque ele era meio que o mediador entre a Juliana e o Tomás.
Juliana: Mãe, no fim não vou fazer nada. Os pais da Yesi falaram pra gente não se encontrar porque – O Tomás cortou a explicação pra encher o saco da irmã.
Tomás: Viu, no final quem sempre tem razão sou eu. Vai dormir, princesa.
Juli: Ai, mano, dá pra parar de ser tão intrometido? Você é insuportável – Levantou da mesa e subiu pro quarto. De novo, ouviu uma batida de porta.
Caro: Dá uma segurada, gente, não dá pra ter um jantar tranquilo com vocês dois.
(O Santi tava rindo baixinho porque essa discussão era super normal em todo jantar.)
A noite foi normal. Caro tava vendo um filme na sala de jantar enquanto esperava o marido dela. Os gêmeos já estavam trancados no quarto jogando play, e a Juli tava colocando música na casa toda no talo, porque se ela fosse ficar em casa naquela noite, ia ser do jeito dela.
O celular da Carolina toca e era um áudio do Héctor.
Héctor: love, continua chovendo pra caralho, vou dormir aqui porque não dá nem pra sair do local. Não se preocupa que tô bem – e de fundo dá pra ouvir um trovão – Que cagada – ele ri nervoso no áudio – amo vocês, fechem bem a casa toda.
Na mesma hora, começa a chover na casa dos Lamas.
A Carolina grita pros filhos da sala de jantar pro andar de cima.
Caro: FECHEM AS JANELAS DE CIMA QUE COMEÇOU A CHOVER PRA CARALHO.
(Dá pra ouvir o barulho das persianas descendo e das janelas fechando.)
A Carolina sorri porque, apesar da idade dos filhos, eles ainda obedecem ela.
Bate meia-noite. Cada um já tava no seu quarto. Não tinha muito o que fazer. Na real, a Caro já tinha dormido.
Lá fora dava pra ouvir uma chuva forte. Até que de repente um trovão faz os vidros das janelas tremerem, e num segundo, a luz da casa cai.
Juli: Bateram em alguma coisa? – dá pra ouvir ela gritando do quarto.
Tomi: Nada Juliana, o que você quer que a gente bata? Não ouviu o trovão que deu?
(Claramente ela não tinha ouvido porque tava escutando música com o fone no último volume, já que a Carolina pediu pra ela desligar a música pra poder descansar.)
Santi: Calma mano, desliga o play e a TV por via das dúvidas, se a luz voltar de repente e queimar tudo – ele falava pro Tomas enquanto esse levantava da cama pra cumprir a ordem do irmão gêmeo.
Já eram três da manhã e não tinha esperança da luz voltar naquela noite.
A Carolina nunca ficou sabendo porque toma remédio pra dormir.
A Juliana levanta da cama pra ir pro quarto dos irmãos porque precisava. A bateria sem fio que o Santi tinha porque o celular dele estava quase descarregando.
Ela estava vestindo uma camiseta oversized (tamanho grande pra ela) e por baixo só uma calcinha fio dental preta. Tava na casa dela, não tinha vergonha de andar assim na frente dos parentes.
Entra no quarto sem bater e vê que o Santi tava mexendo no celular.
Olha pra outra cama e o Tomas já tava dormindo.
A Juliana tratava os irmãos dela de um jeito diferente.
Com o Tomi, ela tinha uma relação bem ruim, sempre falava mal dele, mas o Santiago era o queridinho dela, então a relação com ele era bem boa.
Juli: Gordo, não me empresta a bateria um pouco? Meu celular tá quase descarregando.
Santi: Ah, acabei de colocar o meu pra carregar – olhou pra ela como se tivesse pensando numa solução.
Juli: Ah, tá bem – O irmão não deixou ela terminar a frase.
Santi: A bateria tem duas entradas USB, pega teu cabo e conecta aqui, sem problema.
Juli: Ai, valeu irmãozinho, você é um amor. Me salvou.
(Juliana sai do quarto pra ir no dela pegar o cabo USB.)
De volta ao quarto dos irmãozinhos.
Juli: Deixa eu ver, me arruma um lugar na cama pra eu deitar enquanto carrega – falou enquanto se deitava do lado do Santiago.
Depois que o celular carregou até uns 70%, a Juliana decidiu que era hora de sair do quarto e ir pro dela, mas tava tão confortável na cama que nem pensou em se mexer.
Olhou pro lado pra perguntar pro Santi se podia passar a noite ali, mas percebeu que o gêmeo já tinha dormido.
Então, sem mais, decidiu se cobrir com o lençol.
Mesmo sendo verão, naquela noite tava frio por causa da chuva.
Lá pelas cinco da manhã, a Juli virou na cama, dando as costas pro Santi. Ele tava totalmente dormindo, mas ela ainda tava acordada.
Até que num momento, ela sente uma pressão estranha entre a bunda dela.
Por instinto, ela se afasta rápido e fica olhando fixo pra cama do Tomas.
Tava um Pouco exaltada porque começou a assimilar o que tinha sentido entre as nádegas
A curiosidade falou mais alto
Começou a recuar com a cintura, até sentir a sensação que já tinha sentido
Sim. Confirmado. Aquilo que sentiu era o pau do querido irmãozinho dela
Desesperada, voltou a se ajeitar na cama. Ficou vários minutos analisando a situação
Santiago estava tendo uma ereção enquanto dormia na mesma cama que a irmã, que ainda por cima estava só de camiseta e por baixo dela, apenas uma tanga
Juli pensou em silêncio dentro da cabeça
Juli: Ele tá com o pau duro, mas não é por mim. Não teria nada de errado se eu sentir mais um pouco esse pau no meu cu, afinal, ele tá dormindo – mas também pensava que era errado se aproveitar da situação
Depois de vários minutos pensando, percebeu que a mente pensava uma coisa, mas o corpo queria outra, então fechou os olhos e se deixou levar
Começou a se aproximar do corpo do Santi
Num instante, já estava sentindo a ereção do irmãozinho
Juliana mordia o lábio de tesão naquele momento
Quando se deu conta, já estava esfregando a bunda no pau do irmão, como se estivesse rebolando
Cada vez aumentava mais os movimentos, estava se deixando levar de verdade. Passou uma das mãos por baixo, enfiou dentro da tanga e começou a esfregar o clitóris. A buceta já estava molhada por causa de toda a situação
Em dado momento, já cega de prazer, decide esticar a mão pra trás e abaixar a cueca do Santi
Feito isso, aproveita pra sentir a textura do pau na mão. Ficou surpresa porque nunca imaginou que o irmãozinho tivesse um pau tão grosso e duro
Juliana começou a fazer movimentos mais bruscos. O tesão tinha tomado conta total do jeito dela pensar as coisas
Já não importava se Santiago acordasse, e ela lutava pra não gemer e fazer o Tomás acordar.
Carolina não era preocupação. Ela tava totalmente dormindo Num momento inesperado, mas bem óbvio que ia rolar, o Santi acorda por causa dos movimentos. Dormindo e sem saber separar o sonho da realidade, ele não entende o que tá acontecendo Por outro lado, a Juli nem percebeu que o irmão tinha acordado, então continuava esfregando a bunda nele enquanto se masturbava Assim que se ligou, o Santi pegou o celular e acendeu a lanterna Ainda tava sem entender direito a situação, e não sabia de quem era Ele apontou a lanterna pro lençol e enfiou o celular pra dentro Aí ele viu que o pau dele tava pra fora da cueca, mas o que mais chamou a atenção foi que alguém tava esfregando a bunda nele Nessa hora, já totalmente acordado, ele sobe a lanterna e percebe que era a Juliana, a própria irmã dele Santi: Para, Juli, que cê tá fazendo? Isso fez a Juliana ativar o plano dela. Já tava no clima, a excitação venceu a sanidade, e não teve um segundo pra ela pensar e parar Juli: Desculpa, gordito, teu pau subiu e eu não me segurei – falava sem parar de reboltar a bunda contra o pau dele – E agora não consigo parar, é muito gostoso, fica quietinho aí Santiago não entendia muito bem a situação, mas como bom serviçal, obedeceu a irmã tão querida Naquele momento, a Juli tava tão tesuda que os gemidos começaram a escapar Aí ela não teve ideia melhor do que falar pro Santiago Juli: Ai, me dá sua mão, rápido – gemia por causa da masturbação dela – rápido, Santi, por favor – Santi dá a mão e ela automaticamente tapa a boca Num reflexo, Juliana passa a mão pra trás e começa a abrir as nádegas, pra sentir mais o calor do pau do irmão Isso durou pouco, porque a tentação foi maior e ela passou de ter a mão abrindo a bunda pra pegar no pau do Santiago Juli: Nossa, como cê tá duro, moleque – falava enquanto batia uma pra ele feito louca – É muito grande, cara merda – isso era sinal de que Juliana já estava totalmente louca de tesão
Santiago ficou em silêncio. Não sabia o que dizer. Não acreditava no que estava acontecendo
Juli: Vê se tu tem o celular perto? – perguntou Juliana enquanto passava a língua na mão dele
Santi: Sim, tá aqui do meu lado
Juli: Liga a lanterna
Santiago liga a lanterna do celular e a irmã automaticamente se vira
Juli: Deus, definitivamente é bem grossa – falava enquanto admirava o pau de 18 cm do irmãozinho
Embora ela já tivesse tido algumas experiências sexuais, era a primeira vez que via um pau tão largo, e pra piorar, era o pau do próprio irmão
Juli: Ai, não aguento mais, fecha os olhos
Santiago, totalmente submisso na situação, obedeceu
Juliana se ajoelhou no chão, ficando de quatro com toda a bunda empinada apontando pra cama do Tomas, sem se importar nem um pouco. Ela tinha certeza de que ele não ia acordar
Assim que ficou nessa posição, pôde apreciar mais de perto a rola do Santiago e, sem hesitar, começou a passar a língua por todo o pau
Santi não acreditava. A irmã dele tava fazendo um boquete nele
Juli: Que foi? Tá gostando, irmãozinho? – perguntava enquanto olhava pra cara dele, que continuava de olhos fechados – Vai, bobinho, me responde
Santi: S-s-sim, tô gostando, Juli – falava enquanto se contorcia de prazer na cama
Juli: Pode abrir os olhos, não seja bobo – Santi obedece – Tu não faz ideia do quanto tua rola é gostosa, cara
Santiago só conseguia gemer baixinho
Juli: Que foi? Não esperava que tua irmã fosse tão puta? – dizia enquanto enfiava a própria mão na calcinha fio dental pra se estimular – Vai, me responde, tu gosta que tua irmã seja uma puta?
Santi: Sim, gosto – falava timidamente
Juli: O quê? Fala, vai, não tenha medo, cara
Santi: Sim, gosto que minha irmã seja uma puta – essa foi a razão pela qual Juliana decidiu tirar a tanga de uma vez pra se masturbar enquanto chupava o irmão
Ficaram assim por uns 5 minutos, Juliana engasgava com a pica do Santi enquanto se tocava
Até que num momento aconteceu algo inesperado
Juliana estava tão envolvida na situação que esqueceu onde estava
Naquele instante
Sentiu uma língua passando pelos seus dedos, molhando o buraco do cu dela e descendo até a buceta
Ela só conseguia gemer com a sensação inesperada
Quando se recuperou, decidiu virar devagar pra ver quem tinha sido
Se ela tava chupando o Santi, quem tava fazendo sexo oral nela?
Tirou a pica do irmãozinho da boca
Tomi: Eu não sou de pedra. Levantei pra ir no banheiro e vi teu cu todo de fora, então se ele não tem coragem de te falar, eu falo sem problema. Que irmã putinha que eu tenho – falava enquanto passava a língua nos buracos dela de novo
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Espero que tenham curtido esse primeiro capítulo da história.
Se quiserem continuar lendo mais, não esqueçam de comentar apoiando esse relato.
Desde já, muito obrigado por lerem!
A gente se vê em breve.
"Ninguém sai pra lugar nenhum"
Dá pra ouvir Carolina gritando por causa de uma tempestade elétrica
Essa é a história da família Lamas
Uma família simples, igual pode ser a sua, igual pode ser a minha, mas por causa da chuva e de alguns planos cancelados, tudo dá uma reviravolta inesperada.DESCRIÇÃO DOS PERSONAGENS PRINCIPAISA família Lamas é formada por 5 pessoas.
O pai da família, Héctor
Um homem de 45 anos. 1,60 de altura e magro. Dono de um restaurante. Personalidade fria, mas isso não significa que seja uma pessoa sem graça. Na verdade, ele era quem mais fazia piadas dentro de casa.
Carolina, como a mãe da família
40 anos, 1,58 de altura. Professora de educação física. Corpo chamativo por causa da profissão. Sempre vestia roupas esportivas, o que fazia mais de uma pessoa virar a cabeça para olhar quando ela passava na rua, já que o que mais chamava a atenção era a bunda dela.
Os gêmeos Tomás e Santiago
18 anos recém-completados. Os dois estavam no último ano do ensino médio. A energia da casa vinha deles. Tramavam tudo juntos, mas tinham personalidades diferentes.
Por um lado, Tomás era o mais sociável e o mais rebelde. 1,67 de altura, magro. O cúmplice perfeito para as brincadeiras que Héctor planejava.
E do outro lado estava Santiago, carregando o papel de ser o tímido da família.
Calado, meigo, sempre disposto a ajudar. Esses eram os adjetivos que o definiam.
1,64 de altura e, diferente dos outros da família, ele era corpulento.
E por último, Juliana
A princesa da casa. 21 anos. 1,57 de altura. Era uma cópia da mãe em todos os sentidos, tanto na personalidade quanto no físico, mas com o plus de ter os peitos mais definidos que a Carolina.
Estudante de economia do terceiro ano.CAPÍTULO I – Molhados e sem luzCarolina tava preparando o jantar enquanto no noticiário falavam pra não sair de casa, porque tava chegando uma tempestade com raio. Nessa hora, ouviu um grito da Juliana.
Juliana: Não. Hoje eu não fico em casa não. Hoje vou encontrar minhas amigas de qualquer jeito.
(Os gêmeos dão risada)
Tomás: É sim, princesa, do jeito que você quiser. Fala sério – falou num tom irônico pra irmã.
Ouviu a Juliana bater a porta do quarto.
Carolina: Deixa sua irmã em paz, gente, não sejam assim.
Eles dois não tinham problema nenhum em ficar em casa. Só precisavam de uma TV e o videogame. Com isso já davam conta de sobreviver a uma noite de tempestade.
Enquanto os meninos arrumavam a mesa pro jantar, o celular da Caro tocou, e ela atendeu.
Era o Héctor.
Héctor: Oi, amor.
Carolina: Oi, gordão, a comida já tá pronta. A gente espera você ou vai demorar?
Héctor: Não, meu bem, comam vocês. Aqui desabou um temporal e não tem como sair do restaurante. Tamo fechando as portas porque as ruas tão alagando aos poucos.
Carolina: Nossa, então tá, amor. Se cuida e qualquer coisa liga – na sequência, largou o celular na mesa.
Quando a família já tava na mesa, foram jantar com a mesma discussão de sempre: qual programa iam ver na TV. E como de costume, quem acabava escolhendo era o Santi, porque ele era meio que o mediador entre a Juliana e o Tomás.
Juliana: Mãe, no fim não vou fazer nada. Os pais da Yesi falaram pra gente não se encontrar porque – O Tomás cortou a explicação pra encher o saco da irmã.
Tomás: Viu, no final quem sempre tem razão sou eu. Vai dormir, princesa.
Juli: Ai, mano, dá pra parar de ser tão intrometido? Você é insuportável – Levantou da mesa e subiu pro quarto. De novo, ouviu uma batida de porta.
Caro: Dá uma segurada, gente, não dá pra ter um jantar tranquilo com vocês dois.
(O Santi tava rindo baixinho porque essa discussão era super normal em todo jantar.)
A noite foi normal. Caro tava vendo um filme na sala de jantar enquanto esperava o marido dela. Os gêmeos já estavam trancados no quarto jogando play, e a Juli tava colocando música na casa toda no talo, porque se ela fosse ficar em casa naquela noite, ia ser do jeito dela.
O celular da Carolina toca e era um áudio do Héctor.
Héctor: love, continua chovendo pra caralho, vou dormir aqui porque não dá nem pra sair do local. Não se preocupa que tô bem – e de fundo dá pra ouvir um trovão – Que cagada – ele ri nervoso no áudio – amo vocês, fechem bem a casa toda.
Na mesma hora, começa a chover na casa dos Lamas.
A Carolina grita pros filhos da sala de jantar pro andar de cima.
Caro: FECHEM AS JANELAS DE CIMA QUE COMEÇOU A CHOVER PRA CARALHO.
(Dá pra ouvir o barulho das persianas descendo e das janelas fechando.)
A Carolina sorri porque, apesar da idade dos filhos, eles ainda obedecem ela.
Bate meia-noite. Cada um já tava no seu quarto. Não tinha muito o que fazer. Na real, a Caro já tinha dormido.
Lá fora dava pra ouvir uma chuva forte. Até que de repente um trovão faz os vidros das janelas tremerem, e num segundo, a luz da casa cai.
Juli: Bateram em alguma coisa? – dá pra ouvir ela gritando do quarto.
Tomi: Nada Juliana, o que você quer que a gente bata? Não ouviu o trovão que deu?
(Claramente ela não tinha ouvido porque tava escutando música com o fone no último volume, já que a Carolina pediu pra ela desligar a música pra poder descansar.)
Santi: Calma mano, desliga o play e a TV por via das dúvidas, se a luz voltar de repente e queimar tudo – ele falava pro Tomas enquanto esse levantava da cama pra cumprir a ordem do irmão gêmeo.
Já eram três da manhã e não tinha esperança da luz voltar naquela noite.
A Carolina nunca ficou sabendo porque toma remédio pra dormir.
A Juliana levanta da cama pra ir pro quarto dos irmãos porque precisava. A bateria sem fio que o Santi tinha porque o celular dele estava quase descarregando.
Ela estava vestindo uma camiseta oversized (tamanho grande pra ela) e por baixo só uma calcinha fio dental preta. Tava na casa dela, não tinha vergonha de andar assim na frente dos parentes.
Entra no quarto sem bater e vê que o Santi tava mexendo no celular.
Olha pra outra cama e o Tomas já tava dormindo.
A Juliana tratava os irmãos dela de um jeito diferente.
Com o Tomi, ela tinha uma relação bem ruim, sempre falava mal dele, mas o Santiago era o queridinho dela, então a relação com ele era bem boa.
Juli: Gordo, não me empresta a bateria um pouco? Meu celular tá quase descarregando.
Santi: Ah, acabei de colocar o meu pra carregar – olhou pra ela como se tivesse pensando numa solução.
Juli: Ah, tá bem – O irmão não deixou ela terminar a frase.
Santi: A bateria tem duas entradas USB, pega teu cabo e conecta aqui, sem problema.
Juli: Ai, valeu irmãozinho, você é um amor. Me salvou.
(Juliana sai do quarto pra ir no dela pegar o cabo USB.)
De volta ao quarto dos irmãozinhos.
Juli: Deixa eu ver, me arruma um lugar na cama pra eu deitar enquanto carrega – falou enquanto se deitava do lado do Santiago.
Depois que o celular carregou até uns 70%, a Juliana decidiu que era hora de sair do quarto e ir pro dela, mas tava tão confortável na cama que nem pensou em se mexer.
Olhou pro lado pra perguntar pro Santi se podia passar a noite ali, mas percebeu que o gêmeo já tinha dormido.
Então, sem mais, decidiu se cobrir com o lençol.
Mesmo sendo verão, naquela noite tava frio por causa da chuva.
Lá pelas cinco da manhã, a Juli virou na cama, dando as costas pro Santi. Ele tava totalmente dormindo, mas ela ainda tava acordada.
Até que num momento, ela sente uma pressão estranha entre a bunda dela.
Por instinto, ela se afasta rápido e fica olhando fixo pra cama do Tomas.
Tava um Pouco exaltada porque começou a assimilar o que tinha sentido entre as nádegas
A curiosidade falou mais alto
Começou a recuar com a cintura, até sentir a sensação que já tinha sentido
Sim. Confirmado. Aquilo que sentiu era o pau do querido irmãozinho dela
Desesperada, voltou a se ajeitar na cama. Ficou vários minutos analisando a situação
Santiago estava tendo uma ereção enquanto dormia na mesma cama que a irmã, que ainda por cima estava só de camiseta e por baixo dela, apenas uma tanga
Juli pensou em silêncio dentro da cabeça
Juli: Ele tá com o pau duro, mas não é por mim. Não teria nada de errado se eu sentir mais um pouco esse pau no meu cu, afinal, ele tá dormindo – mas também pensava que era errado se aproveitar da situação
Depois de vários minutos pensando, percebeu que a mente pensava uma coisa, mas o corpo queria outra, então fechou os olhos e se deixou levar
Começou a se aproximar do corpo do Santi
Num instante, já estava sentindo a ereção do irmãozinho
Juliana mordia o lábio de tesão naquele momento
Quando se deu conta, já estava esfregando a bunda no pau do irmão, como se estivesse rebolando
Cada vez aumentava mais os movimentos, estava se deixando levar de verdade. Passou uma das mãos por baixo, enfiou dentro da tanga e começou a esfregar o clitóris. A buceta já estava molhada por causa de toda a situação
Em dado momento, já cega de prazer, decide esticar a mão pra trás e abaixar a cueca do Santi
Feito isso, aproveita pra sentir a textura do pau na mão. Ficou surpresa porque nunca imaginou que o irmãozinho tivesse um pau tão grosso e duro
Juliana começou a fazer movimentos mais bruscos. O tesão tinha tomado conta total do jeito dela pensar as coisas
Já não importava se Santiago acordasse, e ela lutava pra não gemer e fazer o Tomás acordar.
Carolina não era preocupação. Ela tava totalmente dormindo Num momento inesperado, mas bem óbvio que ia rolar, o Santi acorda por causa dos movimentos. Dormindo e sem saber separar o sonho da realidade, ele não entende o que tá acontecendo Por outro lado, a Juli nem percebeu que o irmão tinha acordado, então continuava esfregando a bunda nele enquanto se masturbava Assim que se ligou, o Santi pegou o celular e acendeu a lanterna Ainda tava sem entender direito a situação, e não sabia de quem era Ele apontou a lanterna pro lençol e enfiou o celular pra dentro Aí ele viu que o pau dele tava pra fora da cueca, mas o que mais chamou a atenção foi que alguém tava esfregando a bunda nele Nessa hora, já totalmente acordado, ele sobe a lanterna e percebe que era a Juliana, a própria irmã dele Santi: Para, Juli, que cê tá fazendo? Isso fez a Juliana ativar o plano dela. Já tava no clima, a excitação venceu a sanidade, e não teve um segundo pra ela pensar e parar Juli: Desculpa, gordito, teu pau subiu e eu não me segurei – falava sem parar de reboltar a bunda contra o pau dele – E agora não consigo parar, é muito gostoso, fica quietinho aí Santiago não entendia muito bem a situação, mas como bom serviçal, obedeceu a irmã tão querida Naquele momento, a Juli tava tão tesuda que os gemidos começaram a escapar Aí ela não teve ideia melhor do que falar pro Santiago Juli: Ai, me dá sua mão, rápido – gemia por causa da masturbação dela – rápido, Santi, por favor – Santi dá a mão e ela automaticamente tapa a boca Num reflexo, Juliana passa a mão pra trás e começa a abrir as nádegas, pra sentir mais o calor do pau do irmão Isso durou pouco, porque a tentação foi maior e ela passou de ter a mão abrindo a bunda pra pegar no pau do Santiago Juli: Nossa, como cê tá duro, moleque – falava enquanto batia uma pra ele feito louca – É muito grande, cara merda – isso era sinal de que Juliana já estava totalmente louca de tesão
Santiago ficou em silêncio. Não sabia o que dizer. Não acreditava no que estava acontecendo
Juli: Vê se tu tem o celular perto? – perguntou Juliana enquanto passava a língua na mão dele
Santi: Sim, tá aqui do meu lado
Juli: Liga a lanterna
Santiago liga a lanterna do celular e a irmã automaticamente se vira
Juli: Deus, definitivamente é bem grossa – falava enquanto admirava o pau de 18 cm do irmãozinho
Embora ela já tivesse tido algumas experiências sexuais, era a primeira vez que via um pau tão largo, e pra piorar, era o pau do próprio irmão
Juli: Ai, não aguento mais, fecha os olhos
Santiago, totalmente submisso na situação, obedeceu
Juliana se ajoelhou no chão, ficando de quatro com toda a bunda empinada apontando pra cama do Tomas, sem se importar nem um pouco. Ela tinha certeza de que ele não ia acordar
Assim que ficou nessa posição, pôde apreciar mais de perto a rola do Santiago e, sem hesitar, começou a passar a língua por todo o pau
Santi não acreditava. A irmã dele tava fazendo um boquete nele
Juli: Que foi? Tá gostando, irmãozinho? – perguntava enquanto olhava pra cara dele, que continuava de olhos fechados – Vai, bobinho, me responde
Santi: S-s-sim, tô gostando, Juli – falava enquanto se contorcia de prazer na cama
Juli: Pode abrir os olhos, não seja bobo – Santi obedece – Tu não faz ideia do quanto tua rola é gostosa, cara
Santiago só conseguia gemer baixinho
Juli: Que foi? Não esperava que tua irmã fosse tão puta? – dizia enquanto enfiava a própria mão na calcinha fio dental pra se estimular – Vai, me responde, tu gosta que tua irmã seja uma puta?
Santi: Sim, gosto – falava timidamente
Juli: O quê? Fala, vai, não tenha medo, cara
Santi: Sim, gosto que minha irmã seja uma puta – essa foi a razão pela qual Juliana decidiu tirar a tanga de uma vez pra se masturbar enquanto chupava o irmão
Ficaram assim por uns 5 minutos, Juliana engasgava com a pica do Santi enquanto se tocava
Até que num momento aconteceu algo inesperado
Juliana estava tão envolvida na situação que esqueceu onde estava
Naquele instante
Sentiu uma língua passando pelos seus dedos, molhando o buraco do cu dela e descendo até a buceta
Ela só conseguia gemer com a sensação inesperada
Quando se recuperou, decidiu virar devagar pra ver quem tinha sido
Se ela tava chupando o Santi, quem tava fazendo sexo oral nela?
Tirou a pica do irmãozinho da boca
Tomi: Eu não sou de pedra. Levantei pra ir no banheiro e vi teu cu todo de fora, então se ele não tem coragem de te falar, eu falo sem problema. Que irmã putinha que eu tenho – falava enquanto passava a língua nos buracos dela de novo
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Espero que tenham curtido esse primeiro capítulo da história.
Se quiserem continuar lendo mais, não esqueçam de comentar apoiando esse relato.
Desde já, muito obrigado por lerem!
A gente se vê em breve.
3 comentários - Família Qualquer (Cap. 1 – Molhados e sem luz)