Isso aconteceu há alguns anos, na Argentina... trabalho num call center, um bem grande. Certo dia, cruzei com uma colega, a Luu. Ela é meio gordinha, mas tem uma bunda e uns peitos deliciosos, bem putinha, até demais pro meu gosto, haja. Ela é loira e bem gostosa de rosto e corpo. A gente teve o primeiro contato no elevador, não nos conhecíamos direito, mas eu já sabia que metade do call center tava comendo ela, e me mostraram umas fotos (que não tenho mais, senão postava). Enfim, a gatinha me cumprimentou e ficamos nos olhando até subirmos no terraço do prédio pra fumar. Não rolou nada, mas deixei ela passar na frente pra ver aquela bunda na calça que ela tava usando... Na semana seguinte veio a parte boa. Durante esse tempo, eu cumprimentava ela normal, de boa... não achava que ia rolar nada, até que aconteceu o seguinte... A gatinha era festeira e, pelo visto, tinha saído pra night naquela noite. No sábado, a gente trabalhava meio dia, e o chefe tinha chamado a atenção dela porque ela tava dormindo no box. Aí a gatinha teve a brilhante ideia de falar que o PC dela não tava funcionando, então transferiram ela pro meu box. Ela sentou do meu lado. Quando chegou, a gente conversou normal por uns 5 minutos, até que eu notei que a blusa dela tava desabotoada, sem os botões. Eu olhava de canto os peitos dela, até que ela me disse:
Luu: Gostou?
Eu: Me fazendo de besta, do quê?
Luu: Não sou burra, sei que você tá olhando meus peitos.
Eu: Ah, não, nada, nem dá pra ver, falei.
Luu: Quer ver? Ela disse enquanto se ajeitava pra mostrar um pouco mais.
Eu me joguei e dei uma mãozada pra apalpar e acariciar os peitos dela. Meti a mão por dentro e peguei um mamilo, e ela disse: "Se você me procurar, vai me encontrar." Na hora que ela falou isso, começou a passar a mão no meu pau. Eu já tava duro e a mil, a putaria que tava rolando e a adrenalina porque tava morrendo de medo de alguém ver a gente se pegando. Ficamos assim uns minutos, até que ela desabotoou minha calça jeans e começou a me bater uma punheta no box, sim, no box. Ela sentada do meu lado, me masturbando, e eu lá metendo a mão como podia por cima da roupa, até que ela fez eu passar a mão na buceta dela toda. Quente e molhada, falei pra gente sair e ir pra um hotel, mas ela disse que tinha coisas pra fazer... a gente se tocou por mais uns minutos e eu falei "chega" porque ia acabar me sujando todo e iam nos pegar. Guardei minha ferramenta e fui pro banheiro, a putinha me seguiu e quando eu tava entrando, apareceu o chefe e perguntou se tava rolando algo. A gente disse que não e ficou por isso... quando a gente se cruzou no elevador, já não tinha mais dúvida. A porta fechava e a gente se apertava, passava a mão em tudo sem pensar. Depois de uns meses, a gatinha saiu do call center. Fiquei sabendo que um amigo meu até hoje continua comendo ela e mandando fotos, mas não quis me passar. E por aqui ficou tudo com essa gatinha. Agora tô com vontade de ir atrás dela de novo, haha.
Luu: Gostou?
Eu: Me fazendo de besta, do quê?
Luu: Não sou burra, sei que você tá olhando meus peitos.
Eu: Ah, não, nada, nem dá pra ver, falei.
Luu: Quer ver? Ela disse enquanto se ajeitava pra mostrar um pouco mais.
Eu me joguei e dei uma mãozada pra apalpar e acariciar os peitos dela. Meti a mão por dentro e peguei um mamilo, e ela disse: "Se você me procurar, vai me encontrar." Na hora que ela falou isso, começou a passar a mão no meu pau. Eu já tava duro e a mil, a putaria que tava rolando e a adrenalina porque tava morrendo de medo de alguém ver a gente se pegando. Ficamos assim uns minutos, até que ela desabotoou minha calça jeans e começou a me bater uma punheta no box, sim, no box. Ela sentada do meu lado, me masturbando, e eu lá metendo a mão como podia por cima da roupa, até que ela fez eu passar a mão na buceta dela toda. Quente e molhada, falei pra gente sair e ir pra um hotel, mas ela disse que tinha coisas pra fazer... a gente se tocou por mais uns minutos e eu falei "chega" porque ia acabar me sujando todo e iam nos pegar. Guardei minha ferramenta e fui pro banheiro, a putinha me seguiu e quando eu tava entrando, apareceu o chefe e perguntou se tava rolando algo. A gente disse que não e ficou por isso... quando a gente se cruzou no elevador, já não tinha mais dúvida. A porta fechava e a gente se apertava, passava a mão em tudo sem pensar. Depois de uns meses, a gatinha saiu do call center. Fiquei sabendo que um amigo meu até hoje continua comendo ela e mandando fotos, mas não quis me passar. E por aqui ficou tudo com essa gatinha. Agora tô com vontade de ir atrás dela de novo, haha.
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