Minha mãe se chama Susana e é enfermeira há mais de 20 anos. Ela tem 45 anos e é casada com meu pai há tanto tempo quanto eu tenho de vida: 18 anos. Essa história aconteceu há 3 meses, no dia em que, cansado de dois idiotas do meu colégio, eu e meus amigos demos uma lição que eles nunca vão esquecer — embora agora eu também não consiga esquecer por outros motivos.
Mateo e Giovanni eram dois palhaços. Eram bisnetos do fundador da minha escola, e a família deles era muito importante na nossa cidade. O pai deles era um dos maiores benfeitores da escola, e, graças ao dinheiro da família, eles se achavam no direito de fazer o que quisessem com quem quisessem. Apesar de eu também ser de família boa, nunca gostei de me misturar com os metidos que geralmente faziam parte do status social da minha família e das amizades dela. Pelo contrário, sempre fui um cara rebelde, com amigos de classes sociais mais humildes que a minha. Isso nunca agradou minha mãe, que trabalhava por amor ao seu trabalho, já que os negócios do meu pai davam pra viver muito mais que confortavelmente. Mas minha mãe sempre amou o que fazia, e começou nessa área antes de conhecer meu pai.
O caso é que, cansado das palhaçadas do Mateo e do Giovanni, um dia decidi esperar por eles, junto com um grupo de amigos, na saída da academia onde eu sabia que eles costumavam ir. Os dois irmãos eram fortes e atléticos; sozinho, eu não teria conseguido fazer nada contra eles, mas com meus amigos foi diferente. Assim que saíram, eles nos viram e começaram a tirar sarro de mim. Como já disse, eles zoavam todo mundo. O que não esperavam é que eu fosse direto neles e, sem dizer uma palavra, desse um soco na cara do Mateo, quebrando o nariz dele. Giovanni tentou ajudar o irmão, mas meus amigos entraram em ação e demos uma surra neles. Alguém da academia deve ter visto a briga e chamado a polícia, então vazamos antes de arrumar problema. Conhecia bem os dois irmãos e sabia que não iam nos denunciar. O caso é que, por reviravoltas do destino, eles acabaram internados com algumas costelas quebradas e vários hematomas no hospital onde minha mãe trabalhava, e justamente na ala dela. Fiquei sabendo quando, dois dias depois, fui buscar minha mãe no trabalho e, ao passar por um dos quartos, lá estavam eles. Eles também me viram, começaram a me xingar, e eu não conseguia parar de rir, porque as tentativas deles de se levantar da cama e me bater eram ridículas, já que, com partes do corpo enfaixadas, mal conseguiam se mexer. Minha mãe me viu e gritou do outro lado do corredor. Quando chegou até o quarto, todos fingimos que nada tinha acontecido. Eu disse que conhecia os caras da escola e só. "Nossa, enfermeira, não sabia que a senhora era a mãe do nosso amigo." Depois dessa frase, vi na boca do Mateo um sorriso que não me agradou nada. O caso é que, depois de cumprimentá-los, minha mãe e eu fomos embora do hospital. Uma semana depois, já tinha esquecido dos irmãos quando um SMS chegou no meu celular: "Filho de puta, passa no hospital e vê o favor que você nos fez com a surra, seu idiota do caralho." Aquela mensagem me deixou bem desconfiado, então peguei a moto e fui para o hospital da minha mãe sem falar nada pro meu pai. Quando cheguei, perguntei por ela e me disseram que já tinha ido embora. Então subi pra ver que merda aqueles dois otários tinham inventado. Quando cheguei no quarto deles, estava trancado com chave. Isso me pareceu estranho, porque eu ouvia vozes lá dentro, e os únicos que podiam trancar os quartos eram os seguranças e a equipe médica da ala. Verifiquei que o quarto ao lado estava aberto, e lá tinha um cara de uns 22 anos, sentado na cama, olhando pelas janelinhas que ficavam no alto da parede de cada quarto e que davam pra ver o quarto vizinho. Ouvi o cara falando alto, como se estivesse sozinho: "Porra, esses dois filhos da puta vão comer ela, haha." Fechei a porta do quarto. E o garoto olhou pra trás: "Porra, mano, que susto você me deu, sua buceta. Vem pra cá, moleque, os dois pivetes do quarto ao lado vão comer a enfermeira. Olha, olha." Me deu um nó no estômago. Cheguei perto da cama vazia do quarto e, igual àquele garoto, subi na cama e olhei pela janela. No outro quarto, vi os dois irmãos já totalmente recuperados e minha mãe sentada na cama onde eu tinha visto o Mateo no dia em que nos encontramos no hospital. O bastardo do Mateo passava a mão por baixo da saia dela, procurando a parte íntima da minha mãe. A ponta de um dedo finalmente fez contato com a calcinha, e minha mãe suspirou e abriu mais as pernas. Claramente, mamãe já estava entregue aos seus novos e improvisados amantes. Mateo se ajoelhou e, levantando a saia da minha mãe completamente, puxou a calcinha dela até os tornozelos, deixando a buceta dela totalmente exposta. Mateo começou a lamber a buceta da mamãe como se não houvesse nada mais importante no mundo. Ao mesmo tempo, minha mãe se deixava levar e se beijava com Giovanni, que, pegando a mão dela, levou até o pau dele por cima da calça. Mamãe abaixou o zíper e tirou o pau dele, que ela agarrou sem hesitar e começou a bater uma. Senti uma ânsia quando vi aquilo. Nunca imaginei que minha mãe pudesse fazer algo assim, trair meu pai, com uns caras da idade do filho dela e, ainda por cima, que ela achava que eram meus amigos da escola, já que fui eu mesma quem contei. Mateo, abaixado na buceta da minha mãe, conseguia ver a punheta que ela batia pro Giovanni e, esticando o braço, empurrou a cabeça da minha mãe contra o pau do irmão dele, que mamãe engoliu de uma só vez, sem parar pra pensar que aquele pau que ia levar na boca era de um suposto "amigo" do filho dela. O cara que estava vendo tudo igual a mim tinha levantado o avental e, filho da puta, estava batendo uma. "Já sabia que essa tia era uma gostosa, a típica casada. Insatisfeita e tarada, kkk. "Não consigo explicar. Sei que quem ler isso vai achar que é história, mas imaginem se acontecesse algo assim com vocês. Imaginem aquela mãe, que todo mundo acha que é uma mulher recatada, casta e simplesmente 'normal'. Imaginem que ela é, na verdade, uma puta, uma promíscua, uma porca, e que vocês descobrem isso do jeito que eu descobri. Não sabia como reagir. Tentei não demonstrar nenhum sentimento. Não queria que meu companheiro de quarto soubesse que a puta com quem ele estava se masturbando era minha mãe, e muito menos fazer um escândalo que com certeza acabaria com a porta do quarto sendo aberta por algum médico ou enfermeiro, pegando minha mãe em flagrante.
Mateo parou de chupar a buceta da minha mãe e se deitou na cama, que ele tinha juntado com a do irmão pra deixar maior. Lá, eu podia ver, nas camas do hospital, meus 2 piores inimigos, pelados e com os paus duros apontando pro teto, esperando minha mãe, ajoelhada na frente deles, enfiar na boca. Mamãe não fez eles esperarem muito. Enquanto chupava um pau, masturbava o outro. Mamãe não era uma expert. Ver ela não era como ver a Sylvia Saint, mas ela se esforçava pra caralho e, acima de tudo, tinha muita vontade. Ela até lambia os sacos deles e tentava enfiar os paus até o fundo da garganta, a putinha.
Outra coisa me surpreendeu: dava pra ver na cara daqueles filhos da puta. Dava pra ver a expressão nos olhos deles. Os porcos estavam surpresos. Acho que não só pela voracidade que minha mãe tava colocando em prática na hora de chupar os paus deles, mas também porque, suponho, eles pensaram que tinha sido incrivelmente fácil foder a mãe do cara que tinha dado uma surra neles. Não sabia como eles tinham chegado naquele ponto, mas pelas caras deles, devia ter sido algo tão simples e básico que até eles mesmos se surpreenderam.
A gostosa da mamãe era insaciável e se masturbava com 3 dedos ao mesmo tempo que chupava os paus dos irmãos. Mateo tava quase gozando, e acho que não... queria estragar a chance da vida dele de me foder tão fundo que eu nunca fosse esquecer, além disso, mesmo que pela situação dele fosse quase impossível, algo me dizia que eles sabiam perfeitamente que eu estava vendo tudo. Ele falou pra minha mãe parar e se levantou da cama, pegou minha mãe pelo braço e colocou ela na frente dele, sem dizer nada abaixou a saia dela e tirou, depois tirou a blusa dela e soltou as alças do sutiã deixando ele deslizar bem devagar pelo peito da minha mãe até cair no chão e deixar os peitos lindos dela à vista daqueles filhos da puta e do cara de pau que tava do meu lado, que tava alucinando vendo como os mamilos dela estavam duros, sinal claro de que a mamãe tava com tesão. Giovanni enquanto isso tava apalpando a bunda e a buceta da minha mãe, mas antes que ele decidisse fazer alguma coisa, Mateo jogou minha mãe na cama, se meteu entre as pernas e os braços dela e meteu bruscamente, fazendo ela gritar. Ele meteu mais algumas vezes com a mesma força e logo se segurou de novo, provavelmente com medo de gozar. Depois começou a foder ela devagar, se não fosse minha mãe e aquele filho da puta, eu teria pensado que eram só um casal de apaixonados, mas que buceta, não eram, eram aquele filho da puta e a puta da minha mãe, uma mulher casada. Mas a mamãe não queria amor, queria sexo e enroscando as pernas dela na bunda do Mateo se abriu o máximo que pôde e era ela que apertava o Mateo contra a buceta dela, pra ele foder ela mais rápido e com mais raiva, mas o Mateo continuava na dele, confuso com a paixão da minha mãe, mas mantendo um ritmo lento que permitiria martelar a buceta da minha mãe por mais tempo. Mamãe apertou ele forte pela bunda e fez ele rolar ficando por cima e sem desfazer a penetração, dobrou as pernas até ficar de joelhos e se descontrolou cavalgando ele como uma amazona, os peitos da mamãe balançavam forte cada vez que ela se levantava sobre o potro dela pra depois se deixar cair na estaca do Mateo. a qual penetrava a mamãe até o fundo do seu ser. Depois, mamãe voltou a ficar por baixo e, enquanto Mateo continuava fodendo minha mãe, Giovanni observava a cena extasiado. Mamãe sentia o orgasmo chegando e gritava pra Mateco coisas tipo "Me fode, filho da puta", "Me dá, me dá duro, duro e até o fundo". Mateo se sentia instigado pelas palavras da minha mãe e começou a foder ela com mais ímpeto e devoção, isso acelerou o inevitável, mamãe abriu mais as pernas e se agarrou com força no Mateo, depois começou a gritar, sinal de que estava gozando igual uma puta "SIIIIIIIIIIIIII, meu filho, siiii". Aí Mateo colocou ela na frente daquele paliteiro espectador e do próprio filho, deixando ela de quatro, e ajoelhando por trás e pegando ela pela cintura, penetrou ela agressivamente, querendo dessa vez meter com mais força do que ela aguentava e numa posição que eu via perfeitamente a cara da minha mãe com as investidas do Mateo. Mamãe gritava no ritmo dos estalos na bunda dela, mas longe de tentar reprimir a agressividade, deixava a bunda bem exposta, quanto mais forte ele metia, mais ela se exclamava de prazer. Mateo curtia comer ela, olhou pro Giovanni, e ele já não aguentou mais, ajoelhou na frente da mamãe, pegou ela pelos cabelos pra levantar a cara e com a outra mão pegou no pau pra direcionar pra boca dela, e fez com força, querendo mostrar que tava disposto a forçar ela, mas não precisava porque mamãe abriu a boca deixando a glande esticar e passar pelos lábios dela. Giovanni segurava a cabeça da mamãe com as duas mãos pra garantir que o pau ficasse dentro da boca dela, mas logo percebeu que não precisava porque mamãe tava chupando com vontade e soltou a cabeça dela. Um dos que eu considerava meus piores inimigos da escola tava olhando minha mãe chupando o pau dele, com que vontade ela pegava e comia o quanto podia, e franzia a cara pelo prazer que sentia e pelo tesão de ver ela. além disso, naquela posição, com o irmão dele batendo forte na bunda dela e quicando ela de volta pra ele, o que Giovanni aproveitava pra pegar nos peitos dela. Mamãe só tirou a pica do Giovanni da boca pra gritar bem alto o novo orgasmo que inundava ela de sensações. Aproveitando a situação, Mateo começou a dar tapas na bunda da minha mãe e a foder ela com força, deixou o cu dela vermelho, mas antes que mamãe reclamasse, Mateo gozou sem conseguir evitar, inundou as entranhas da minha mãe com a essência dele, suado e exausto, desabou nas costas de mamãe, que continuava chupando a pica do Giovanni com imenso prazer. Giovanni tirou da boca da minha mãe e, preso de excitação, empurrou Mateo, que caiu da cama, aí apontou pra buceta de mamãe e meteu com tudo. Mamãe colocou uma mão na coxa de Giovanni e começou a bater nele, era como se estivessem esporcando um cavalo pra trotar mais forte, só que em vez de cavalo era aquele filho da puta desgraçado e em vez de trotar, o que ele fazia era perfurar a buceta da minha mãe com uma energia descontrolada. Mas Giovanni não aguentava mais, não fodeu ela nem 1 minuto, mas em vez de gozar na buceta da minha mãe, quis fazer em outro lugar e mamãe não reclamou. O filho da puta meteu a pica de novo na boca da minha mãe e se preparou pra morrer de prazer, sem fazer nada além de se entregar e observar como mamãe recomeçava o boquete. Mamãe se afastou um pouco pra trás, sinal de que tinha recebido a primeira leva de porra na boca e parou um instante pela surpresa, mas logo retomou o boquete recebendo mais jatos de porra. Giovanni se esvaziava de tesão na boca da minha mãe e olhava pra não perder nenhum detalhe, vendo como o sêmen escorria pelo pau e também como caía na cama a partir do queixo dela, sem que ela parasse de chupar. Como despedida, deu um beijo na cabeça do pau e disse: "Bom, galera, vejo que vocês já estão totalmente recuperados, então podemos dar alta pra vocês". "Porra, mas eu quero... Foder teu cu" disse o filho da puta do Mateo, e a gostosa da minha mãe olhou pro relógio e falou "Bom, acho que não tem problema dar alta um pouco mais tarde, e além disso meu turno ainda não acabou, então acho que é meu dever ficar aqui e cuidar dos meus pacientes." Minha mãe ficou de quatro na cama, e o Mateo, sem cerimônia, apertou o pau duro de novo contra o cu dela. Não precisou de muito esforço, o que me surpreendeu de novo, não imaginava que minha mãe praticasse anal com tanta frequência. A puta era uma gostosa de verdade, disso o palhaço também percebeu, que já tinha gozado na parede vendo o espetáculo. "Porraaaaa, mas que vagabunda, vão comer ela de cu." A surpresa pra minha mãe foi quando viu o Giovanni se esgueirar por baixo dela. Minha mãe disse pra ele nem pensar, mas o Mateo fez força sobre ela pra não deixar ela levantar, e agarrando os peitos dela continuou comendo ela, o que o Giovanni aproveitou pra enfiar o pau na buceta encharcada da minha mãe, que gemeu como uma puta de verdade ao sentir os dois buracos cheios de pau duro. Mateo e Giovanni conseguiram uma sincronia rítmica nas investidas na minha mãe, e no mesmo instante que o pau do Giovanni furava a buceta da minha mãe, o pau do Mateo empalava o cu da minha antes doce mãe, que agora não passava de uma puta ofegante e suada que segurava o Mateo pelo cu pra que a sodomização nunca acabasse. Mas os dois irmãos não aguentaram mais de 5 minutos, embora o Giovanni tenha tido tempo de trocar com o Mateo pra comer minha mãe. "Quero mamadeira, garotos." Os dois irmãos entenderam perfeitamente, e quando estavam perto de gozar, se posicionaram dos dois lados da minha mãe e começaram a bater punheta freneticamente até explodirem em uníssono numa gozada que encheu a cara da minha mãe de porra, assim como o cabelo e os peitos dela. Bateram com os paus já murchos na cara da minha mãe, e ela explodiu. em gargalhadas. "Bom, rapazes, foi maravilhoso, meu marido há muito tempo não me trata como deveria e no dia em que tive que lavar vocês, já que não conseguiam sozinhos por causa das porradas, e vi os paus de vocês, falei pra mim mesma que tinha que provar eles." Mamãe abriu a porta do quarto e deixou eles saírem, depois ela ficou lá dentro se arrumando. Quando desci da cama, vi eles atrás de mim. "Hahaha, você gostou, né, seu otário? Sua mãe é uma verdadeira gostosa, muito obrigado por tudo. Se não fosse por você, nunca teríamos parado nesse hospital e não teríamos conseguido encher o cu da sua mãe de pica como se fosse um peru, haha. Aliás, gozar na cara dela foi glorioso. Então, seu bosta, a gente se vê." O magricela não conseguiu parar de rir: "HAHAHA, porra, mano, aquela gostosa era sua mãe, que situação, velho, que vacilo, hahaha." Não tive coragem de falar nada pro meu pai nem pra puta da minha mãe, mas não consigo tirar da cabeça que esses filhos da puta podem comer minha mãe de novo quando quiserem, porque pelo visto ela tá totalmente entregue.
Mateo e Giovanni eram dois palhaços. Eram bisnetos do fundador da minha escola, e a família deles era muito importante na nossa cidade. O pai deles era um dos maiores benfeitores da escola, e, graças ao dinheiro da família, eles se achavam no direito de fazer o que quisessem com quem quisessem. Apesar de eu também ser de família boa, nunca gostei de me misturar com os metidos que geralmente faziam parte do status social da minha família e das amizades dela. Pelo contrário, sempre fui um cara rebelde, com amigos de classes sociais mais humildes que a minha. Isso nunca agradou minha mãe, que trabalhava por amor ao seu trabalho, já que os negócios do meu pai davam pra viver muito mais que confortavelmente. Mas minha mãe sempre amou o que fazia, e começou nessa área antes de conhecer meu pai.
O caso é que, cansado das palhaçadas do Mateo e do Giovanni, um dia decidi esperar por eles, junto com um grupo de amigos, na saída da academia onde eu sabia que eles costumavam ir. Os dois irmãos eram fortes e atléticos; sozinho, eu não teria conseguido fazer nada contra eles, mas com meus amigos foi diferente. Assim que saíram, eles nos viram e começaram a tirar sarro de mim. Como já disse, eles zoavam todo mundo. O que não esperavam é que eu fosse direto neles e, sem dizer uma palavra, desse um soco na cara do Mateo, quebrando o nariz dele. Giovanni tentou ajudar o irmão, mas meus amigos entraram em ação e demos uma surra neles. Alguém da academia deve ter visto a briga e chamado a polícia, então vazamos antes de arrumar problema. Conhecia bem os dois irmãos e sabia que não iam nos denunciar. O caso é que, por reviravoltas do destino, eles acabaram internados com algumas costelas quebradas e vários hematomas no hospital onde minha mãe trabalhava, e justamente na ala dela. Fiquei sabendo quando, dois dias depois, fui buscar minha mãe no trabalho e, ao passar por um dos quartos, lá estavam eles. Eles também me viram, começaram a me xingar, e eu não conseguia parar de rir, porque as tentativas deles de se levantar da cama e me bater eram ridículas, já que, com partes do corpo enfaixadas, mal conseguiam se mexer. Minha mãe me viu e gritou do outro lado do corredor. Quando chegou até o quarto, todos fingimos que nada tinha acontecido. Eu disse que conhecia os caras da escola e só. "Nossa, enfermeira, não sabia que a senhora era a mãe do nosso amigo." Depois dessa frase, vi na boca do Mateo um sorriso que não me agradou nada. O caso é que, depois de cumprimentá-los, minha mãe e eu fomos embora do hospital. Uma semana depois, já tinha esquecido dos irmãos quando um SMS chegou no meu celular: "Filho de puta, passa no hospital e vê o favor que você nos fez com a surra, seu idiota do caralho." Aquela mensagem me deixou bem desconfiado, então peguei a moto e fui para o hospital da minha mãe sem falar nada pro meu pai. Quando cheguei, perguntei por ela e me disseram que já tinha ido embora. Então subi pra ver que merda aqueles dois otários tinham inventado. Quando cheguei no quarto deles, estava trancado com chave. Isso me pareceu estranho, porque eu ouvia vozes lá dentro, e os únicos que podiam trancar os quartos eram os seguranças e a equipe médica da ala. Verifiquei que o quarto ao lado estava aberto, e lá tinha um cara de uns 22 anos, sentado na cama, olhando pelas janelinhas que ficavam no alto da parede de cada quarto e que davam pra ver o quarto vizinho. Ouvi o cara falando alto, como se estivesse sozinho: "Porra, esses dois filhos da puta vão comer ela, haha." Fechei a porta do quarto. E o garoto olhou pra trás: "Porra, mano, que susto você me deu, sua buceta. Vem pra cá, moleque, os dois pivetes do quarto ao lado vão comer a enfermeira. Olha, olha." Me deu um nó no estômago. Cheguei perto da cama vazia do quarto e, igual àquele garoto, subi na cama e olhei pela janela. No outro quarto, vi os dois irmãos já totalmente recuperados e minha mãe sentada na cama onde eu tinha visto o Mateo no dia em que nos encontramos no hospital. O bastardo do Mateo passava a mão por baixo da saia dela, procurando a parte íntima da minha mãe. A ponta de um dedo finalmente fez contato com a calcinha, e minha mãe suspirou e abriu mais as pernas. Claramente, mamãe já estava entregue aos seus novos e improvisados amantes. Mateo se ajoelhou e, levantando a saia da minha mãe completamente, puxou a calcinha dela até os tornozelos, deixando a buceta dela totalmente exposta. Mateo começou a lamber a buceta da mamãe como se não houvesse nada mais importante no mundo. Ao mesmo tempo, minha mãe se deixava levar e se beijava com Giovanni, que, pegando a mão dela, levou até o pau dele por cima da calça. Mamãe abaixou o zíper e tirou o pau dele, que ela agarrou sem hesitar e começou a bater uma. Senti uma ânsia quando vi aquilo. Nunca imaginei que minha mãe pudesse fazer algo assim, trair meu pai, com uns caras da idade do filho dela e, ainda por cima, que ela achava que eram meus amigos da escola, já que fui eu mesma quem contei. Mateo, abaixado na buceta da minha mãe, conseguia ver a punheta que ela batia pro Giovanni e, esticando o braço, empurrou a cabeça da minha mãe contra o pau do irmão dele, que mamãe engoliu de uma só vez, sem parar pra pensar que aquele pau que ia levar na boca era de um suposto "amigo" do filho dela. O cara que estava vendo tudo igual a mim tinha levantado o avental e, filho da puta, estava batendo uma. "Já sabia que essa tia era uma gostosa, a típica casada. Insatisfeita e tarada, kkk. "Não consigo explicar. Sei que quem ler isso vai achar que é história, mas imaginem se acontecesse algo assim com vocês. Imaginem aquela mãe, que todo mundo acha que é uma mulher recatada, casta e simplesmente 'normal'. Imaginem que ela é, na verdade, uma puta, uma promíscua, uma porca, e que vocês descobrem isso do jeito que eu descobri. Não sabia como reagir. Tentei não demonstrar nenhum sentimento. Não queria que meu companheiro de quarto soubesse que a puta com quem ele estava se masturbando era minha mãe, e muito menos fazer um escândalo que com certeza acabaria com a porta do quarto sendo aberta por algum médico ou enfermeiro, pegando minha mãe em flagrante.
Mateo parou de chupar a buceta da minha mãe e se deitou na cama, que ele tinha juntado com a do irmão pra deixar maior. Lá, eu podia ver, nas camas do hospital, meus 2 piores inimigos, pelados e com os paus duros apontando pro teto, esperando minha mãe, ajoelhada na frente deles, enfiar na boca. Mamãe não fez eles esperarem muito. Enquanto chupava um pau, masturbava o outro. Mamãe não era uma expert. Ver ela não era como ver a Sylvia Saint, mas ela se esforçava pra caralho e, acima de tudo, tinha muita vontade. Ela até lambia os sacos deles e tentava enfiar os paus até o fundo da garganta, a putinha.
Outra coisa me surpreendeu: dava pra ver na cara daqueles filhos da puta. Dava pra ver a expressão nos olhos deles. Os porcos estavam surpresos. Acho que não só pela voracidade que minha mãe tava colocando em prática na hora de chupar os paus deles, mas também porque, suponho, eles pensaram que tinha sido incrivelmente fácil foder a mãe do cara que tinha dado uma surra neles. Não sabia como eles tinham chegado naquele ponto, mas pelas caras deles, devia ter sido algo tão simples e básico que até eles mesmos se surpreenderam.
A gostosa da mamãe era insaciável e se masturbava com 3 dedos ao mesmo tempo que chupava os paus dos irmãos. Mateo tava quase gozando, e acho que não... queria estragar a chance da vida dele de me foder tão fundo que eu nunca fosse esquecer, além disso, mesmo que pela situação dele fosse quase impossível, algo me dizia que eles sabiam perfeitamente que eu estava vendo tudo. Ele falou pra minha mãe parar e se levantou da cama, pegou minha mãe pelo braço e colocou ela na frente dele, sem dizer nada abaixou a saia dela e tirou, depois tirou a blusa dela e soltou as alças do sutiã deixando ele deslizar bem devagar pelo peito da minha mãe até cair no chão e deixar os peitos lindos dela à vista daqueles filhos da puta e do cara de pau que tava do meu lado, que tava alucinando vendo como os mamilos dela estavam duros, sinal claro de que a mamãe tava com tesão. Giovanni enquanto isso tava apalpando a bunda e a buceta da minha mãe, mas antes que ele decidisse fazer alguma coisa, Mateo jogou minha mãe na cama, se meteu entre as pernas e os braços dela e meteu bruscamente, fazendo ela gritar. Ele meteu mais algumas vezes com a mesma força e logo se segurou de novo, provavelmente com medo de gozar. Depois começou a foder ela devagar, se não fosse minha mãe e aquele filho da puta, eu teria pensado que eram só um casal de apaixonados, mas que buceta, não eram, eram aquele filho da puta e a puta da minha mãe, uma mulher casada. Mas a mamãe não queria amor, queria sexo e enroscando as pernas dela na bunda do Mateo se abriu o máximo que pôde e era ela que apertava o Mateo contra a buceta dela, pra ele foder ela mais rápido e com mais raiva, mas o Mateo continuava na dele, confuso com a paixão da minha mãe, mas mantendo um ritmo lento que permitiria martelar a buceta da minha mãe por mais tempo. Mamãe apertou ele forte pela bunda e fez ele rolar ficando por cima e sem desfazer a penetração, dobrou as pernas até ficar de joelhos e se descontrolou cavalgando ele como uma amazona, os peitos da mamãe balançavam forte cada vez que ela se levantava sobre o potro dela pra depois se deixar cair na estaca do Mateo. a qual penetrava a mamãe até o fundo do seu ser. Depois, mamãe voltou a ficar por baixo e, enquanto Mateo continuava fodendo minha mãe, Giovanni observava a cena extasiado. Mamãe sentia o orgasmo chegando e gritava pra Mateco coisas tipo "Me fode, filho da puta", "Me dá, me dá duro, duro e até o fundo". Mateo se sentia instigado pelas palavras da minha mãe e começou a foder ela com mais ímpeto e devoção, isso acelerou o inevitável, mamãe abriu mais as pernas e se agarrou com força no Mateo, depois começou a gritar, sinal de que estava gozando igual uma puta "SIIIIIIIIIIIIII, meu filho, siiii". Aí Mateo colocou ela na frente daquele paliteiro espectador e do próprio filho, deixando ela de quatro, e ajoelhando por trás e pegando ela pela cintura, penetrou ela agressivamente, querendo dessa vez meter com mais força do que ela aguentava e numa posição que eu via perfeitamente a cara da minha mãe com as investidas do Mateo. Mamãe gritava no ritmo dos estalos na bunda dela, mas longe de tentar reprimir a agressividade, deixava a bunda bem exposta, quanto mais forte ele metia, mais ela se exclamava de prazer. Mateo curtia comer ela, olhou pro Giovanni, e ele já não aguentou mais, ajoelhou na frente da mamãe, pegou ela pelos cabelos pra levantar a cara e com a outra mão pegou no pau pra direcionar pra boca dela, e fez com força, querendo mostrar que tava disposto a forçar ela, mas não precisava porque mamãe abriu a boca deixando a glande esticar e passar pelos lábios dela. Giovanni segurava a cabeça da mamãe com as duas mãos pra garantir que o pau ficasse dentro da boca dela, mas logo percebeu que não precisava porque mamãe tava chupando com vontade e soltou a cabeça dela. Um dos que eu considerava meus piores inimigos da escola tava olhando minha mãe chupando o pau dele, com que vontade ela pegava e comia o quanto podia, e franzia a cara pelo prazer que sentia e pelo tesão de ver ela. além disso, naquela posição, com o irmão dele batendo forte na bunda dela e quicando ela de volta pra ele, o que Giovanni aproveitava pra pegar nos peitos dela. Mamãe só tirou a pica do Giovanni da boca pra gritar bem alto o novo orgasmo que inundava ela de sensações. Aproveitando a situação, Mateo começou a dar tapas na bunda da minha mãe e a foder ela com força, deixou o cu dela vermelho, mas antes que mamãe reclamasse, Mateo gozou sem conseguir evitar, inundou as entranhas da minha mãe com a essência dele, suado e exausto, desabou nas costas de mamãe, que continuava chupando a pica do Giovanni com imenso prazer. Giovanni tirou da boca da minha mãe e, preso de excitação, empurrou Mateo, que caiu da cama, aí apontou pra buceta de mamãe e meteu com tudo. Mamãe colocou uma mão na coxa de Giovanni e começou a bater nele, era como se estivessem esporcando um cavalo pra trotar mais forte, só que em vez de cavalo era aquele filho da puta desgraçado e em vez de trotar, o que ele fazia era perfurar a buceta da minha mãe com uma energia descontrolada. Mas Giovanni não aguentava mais, não fodeu ela nem 1 minuto, mas em vez de gozar na buceta da minha mãe, quis fazer em outro lugar e mamãe não reclamou. O filho da puta meteu a pica de novo na boca da minha mãe e se preparou pra morrer de prazer, sem fazer nada além de se entregar e observar como mamãe recomeçava o boquete. Mamãe se afastou um pouco pra trás, sinal de que tinha recebido a primeira leva de porra na boca e parou um instante pela surpresa, mas logo retomou o boquete recebendo mais jatos de porra. Giovanni se esvaziava de tesão na boca da minha mãe e olhava pra não perder nenhum detalhe, vendo como o sêmen escorria pelo pau e também como caía na cama a partir do queixo dela, sem que ela parasse de chupar. Como despedida, deu um beijo na cabeça do pau e disse: "Bom, galera, vejo que vocês já estão totalmente recuperados, então podemos dar alta pra vocês". "Porra, mas eu quero... Foder teu cu" disse o filho da puta do Mateo, e a gostosa da minha mãe olhou pro relógio e falou "Bom, acho que não tem problema dar alta um pouco mais tarde, e além disso meu turno ainda não acabou, então acho que é meu dever ficar aqui e cuidar dos meus pacientes." Minha mãe ficou de quatro na cama, e o Mateo, sem cerimônia, apertou o pau duro de novo contra o cu dela. Não precisou de muito esforço, o que me surpreendeu de novo, não imaginava que minha mãe praticasse anal com tanta frequência. A puta era uma gostosa de verdade, disso o palhaço também percebeu, que já tinha gozado na parede vendo o espetáculo. "Porraaaaa, mas que vagabunda, vão comer ela de cu." A surpresa pra minha mãe foi quando viu o Giovanni se esgueirar por baixo dela. Minha mãe disse pra ele nem pensar, mas o Mateo fez força sobre ela pra não deixar ela levantar, e agarrando os peitos dela continuou comendo ela, o que o Giovanni aproveitou pra enfiar o pau na buceta encharcada da minha mãe, que gemeu como uma puta de verdade ao sentir os dois buracos cheios de pau duro. Mateo e Giovanni conseguiram uma sincronia rítmica nas investidas na minha mãe, e no mesmo instante que o pau do Giovanni furava a buceta da minha mãe, o pau do Mateo empalava o cu da minha antes doce mãe, que agora não passava de uma puta ofegante e suada que segurava o Mateo pelo cu pra que a sodomização nunca acabasse. Mas os dois irmãos não aguentaram mais de 5 minutos, embora o Giovanni tenha tido tempo de trocar com o Mateo pra comer minha mãe. "Quero mamadeira, garotos." Os dois irmãos entenderam perfeitamente, e quando estavam perto de gozar, se posicionaram dos dois lados da minha mãe e começaram a bater punheta freneticamente até explodirem em uníssono numa gozada que encheu a cara da minha mãe de porra, assim como o cabelo e os peitos dela. Bateram com os paus já murchos na cara da minha mãe, e ela explodiu. em gargalhadas. "Bom, rapazes, foi maravilhoso, meu marido há muito tempo não me trata como deveria e no dia em que tive que lavar vocês, já que não conseguiam sozinhos por causa das porradas, e vi os paus de vocês, falei pra mim mesma que tinha que provar eles." Mamãe abriu a porta do quarto e deixou eles saírem, depois ela ficou lá dentro se arrumando. Quando desci da cama, vi eles atrás de mim. "Hahaha, você gostou, né, seu otário? Sua mãe é uma verdadeira gostosa, muito obrigado por tudo. Se não fosse por você, nunca teríamos parado nesse hospital e não teríamos conseguido encher o cu da sua mãe de pica como se fosse um peru, haha. Aliás, gozar na cara dela foi glorioso. Então, seu bosta, a gente se vê." O magricela não conseguiu parar de rir: "HAHAHA, porra, mano, aquela gostosa era sua mãe, que situação, velho, que vacilo, hahaha." Não tive coragem de falar nada pro meu pai nem pra puta da minha mãe, mas não consigo tirar da cabeça que esses filhos da puta podem comer minha mãe de novo quando quiserem, porque pelo visto ela tá totalmente entregue.
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