Voltei pro meu quarto e ainda tava tremendo de tão excitado que eu tava. Lambi meus dedos que ainda estavam molhados de todo o fluxo da minha sobrinha. Também tava com medo de que no dia seguinte ela lembrasse de tudo que eu fiz e contasse pra família. Uma puta confusão me esperava por causa da minha tesão. Mas ver ela quase pelada na cama, com os peitos de fora, chupando a cabeça da minha pica e gozando tudo na boquinha dela. Me fazia duvidar se talvez valeu a pena.
Adormeci e acordei, e ainda tava pensando em tudo. Levantei, comecei a tomar café e ouço a porta do quarto da minha sobrinha abrir, ouço os passos vindo pra cozinha e...
F- Tio!!
- O que cê tá fazendo, sobrinho? Curtiu a noite passada?
F- Sim, foi uma festa boa, valeu por me emprestar o apê por uma noite.
- Que bom, vejo que beberam bastante, você também?
F- Um pouquinho haha... não te ouvi chegando ontem à noite, que horas você veio?
(quase tive um treco, não sabia de nada do que rolou ontem à noite)
—Tipo 5, cheguei muito cansado e fui dormir, parecia que você já tava dormindo naquela hora.
F— Maso, tava com um amigo, aquele que você conheceu, é um baita de um babaca.
- Não quero te perguntar o que rolou...
F- A gente tava dançando no meu quarto e se pegou um pouco (tava dando um boquete foda nele) e ele falou que não queria nada sério, que a gente fosse algo casual e eu fiquei com raiva. Mandei ele pastar.
- Fico feliz que você saiba decidir, mas por que tá me contando isso?
F- Porque cê é meu tio, quero que saiba que eu me cuido, mas fazer o quê... valeu pela noite no apê.
Ela veio e me deu um beijo na bochecha, perto dos lábios, e me abraçou. Isso me deu uma bela ereção matinal e parece que ela sentiu. A gente sentou na sala pra ver uma série, mas eu quis puxar conversa, já que a conversa anterior tinha me deixado excitado.
- Eu e seu amigo, qual é a dele? Ele é bom?
F—NÃO! Se eu te falei que ela se mexe mal e ainda por cima tem a buceta pequena, ontem à noite não conseguia chupar direito e... Pô cara, me faz falar merda — a sobrinha corou.
(Aí me toquei que ainda tava meio bêbada, porque tava falando com mais moleza e só tinha dormido umas duas horas.)
- Hahaha fica tranquila, parece que você manja muito do assunto
F- Já não sou mais virgem, mano...
- Óbvio que não
F- Qual é, vai me dizer que você não gosta de transar?
(A gauchita começou a jogar a bola pra mim)
- Sim, eu gosto muito, não pratico muito mas curto sim kkkkk
F- E bem, eu também, pena a de ontem, tava com muita vontade
(estava vestida com uma regatinha branca velha e um shortinho, dava pra ver a fio dental que usei ontem)
Deveria ter escolhido outra pessoa.
F- É verdade, tenho que ter um olho melhor, já vamos sair e você vai me ajudar, né tio?
- Quer que eu te ajude com...
F- ESCOLHE ALGUÉM, TIO!! kkkk não quero que você seja aquele tio tarado que fica olhando pra sobrinha, além disso, me daria um puta tesão chupar ela
(estava ficando com tesão pra caralho)
- Por quê? Não é enorme, mas dá conta do recado kkkk além disso, me falaram que ela é docinha
F- Ai, tio!
(nota que os mamilos começaram a marcar suavemente, a mina tava ficando excitada, não dava pra acreditar!)
Decidi apertar um pouco mais ela pra ver o que rolava.
— Quer ver? — Levei as mãos pro meu short.
Ela ficou muda, com a boca meio aberta, aquela boquinha linda que umas horas atrás tava cheia de porra.
— Tô te zoando, sua burra! Vai arrumar suas coisas que hoje você volta pra sua casa.
Ela riu meio nervosa, levantou e foi pro quarto dela. Gritou que ia tomar banho e depois arrumava as coisas pra ir embora.
Sentir o chuveiro já me excitava. A água escorrendo por aquele corpo nu. Espiei e, pra minha surpresa, ela não tinha colocado nada no olho mágico. Dava pra ver ela claramente. Umas duas horas atrás eu tinha visto ela pelada e agora tava vendo de novo como se fosse a primeira vez. Ela ensaboava aqueles peitos, mexia pra cima e pra baixo com as mãozinhas, tocava os biquinhos suavemente, mas quando desceu pra buceta foi diferente. Vi que ela começa a enfiar um dedinho. Me deixou louco!
Ela enfia um dedinho, leva até a boca e chupa como se fosse uma rola. Fez isso umas duas vezes, a rola já tava explodindo dentro da minha calça. Daí começou a enfiar dois dedos e com a outra mão apertava um peito com força. Começou a mexer no biquinho cada vez mais rápido, enfiando dois dedos, chupando os dedos e voltando pra buceta dela. Era lindo ver minha sobrinha se masturbando. Num momento, ela tinha dois ou três dedos na buceta e eu vejo que na outra mão ela chupava um dedo com força. Levou ele pro cuzinho dela e enfiou também. Que gulosa que era a putinha. Ela simulava que tava sendo penetrada pela buceta e pelo cu.
Num momento, eu ouvia gemidos suaves, enquanto ela enfiava os dedos. Talvez tenha sido minha imaginação do chuveiro, mas juro que vi os fluidos escorrendo da buceta dela. Ela tinha feito uma punheta braba no banho, gozou e agora tava toda satisfeita. Ela se ensaboa toda, vejo que ela abre a bunda e dava pra ver aquele cuzinho rosado. Tava um pouquinho aberto. Divino.
Termino de tomar banho, vou pro meu quarto e adicionei mais uma punheta pra minha sobrinha. Já tinha perdido a conta. O dia inteiro ela passou arrumando as coisas. Chega a noite e ela se despede com um beijo e um abraço. Diferente da outra vez, já não tava mais meio bêbada. Ela fala que vai sentir minha falta e eu vejo ela indo embora com uma legging preta, naked, e uma regata preta apertando os peitinhos dela, os peitos lindos dela.
Pensei que a história tinha acabado ali, consegui mais do que imaginava. Vi ela trepando, vi ela pelada, tirei fotos que iam ficar só pra mim, até enfiei os dedos na buceta dela, massageei os peitos e gozei na boca dela dormindo. Uma maravilha tudo.
Passaram uns meses, eu só me masturbava com as lembranças e as fotos da minha sobrinha. Um único boquete de um encontro casual que eu imaginava como se fosse ela, chupando minha pica, segurando o cabelo dela, me olhando com aqueles olhinhos.
Já sabia que ela tava alugando um apê na cidade. Ficava tipo meia hora do meu, mas como eu tava na correria com o estudo, hóquei, as amigas e as baladas, não via ela nem ela vinha me ver.
Numa sexta à noite, fiquei no apê. Ia sair, mas desabou um temporal do caralho. Fiquei vendo uma série numa sexta à noite, mó virjão. Mas nessa noite, chega uma mensagem da sobrinha. Um áudio.
(no fundo, dava pra ouvir música alta, com certeza era uma balada)
F- TIIOOOO!! ----------- porque fica longe pra caralho e -------
Não entendi nada. Mandei mensagem perguntando o que ela queria, e ela me mandou uma sopa de letras. Tava na cara que ela tava bem bêbada. Mas entendi que ela vinha dormir no apê porque tinha perdido a chave do dela e não tinha com quem ir dormir. Eram umas 3 quando ela falou isso, e a filha da puta chegou lá pras 6 e meia. Pra não me desandar igual da outra vez, comecei a bater uma pensando na minha sobrinha. Vi as fotos que tinha tirado do computador dela, imaginava chupando aqueles peitos, lambendo aquela buceta, imaginei metendo no cu da minha sobrinha. Gozei e deixei uns lenços cheios de porra na mesinha da sala. Ela chegou bem na hora.
Se acha que eu tava bêbada quando mandei o áudio, agora tava o dobro.
Chego e a primeira coisa que vejo é que ela tava toda molhada por causa da tempestade. Tava com um vestido vermelho, parecido com o branco da última vez, colado no corpo, com as costas de fora. Chegava um pouco abaixo da bunda, cobrindo ela de leve, marcando toda a forma da rabeta. Na parte dos peitos, o vestido tava um pouco mais solto, com um decote enorme e, se ela se inclinasse, dava pra ver as tetas na maior tranquilidade. Pego ela pela cintura e sinto a tanguinha dela, levo ela pro quarto, mas ela fala que quer sentar um pouco na sala. Aquele vestido tava me deixando louco, dava pra ver também que ela tava sem sutiã, porque os bicos dos peitos marcavam um pouquinho por causa do vestido molhado.
Ela senta e eu trago uma toalha pra secar ela.
- Parece que você bebeu um pouquinho a mais, sobrinho.
F- Cê tá falando? Essa tempestade não me para!
- Kkkkk ninguém te segura, hein
F- Também não paro ninguém, não peguei nada agora.
- Sério? Você? Assim, do jeito que tá vestida?
F- Sério! Ninguém me deu bola — levantou do sofá — e olha como eu tô — me mostra a fio dental de lado.
(Me deixou a mil, a gostosa, e comecei a ter uma leve ereção. Me fiz de desentendido, cruzando as pernas.)
- Não dá bola pra eles, não sabem o que tão perdendo, cê é mó gostosa, sobrinha.
F- Sério? O que você gosta em mim?
- Você tem um corpo gostoso, gata.
(Encosta um pouco em mim, comecei a engolir saliva e a pica a crescer um pouco mais)
F—qual parte, porra?
— E tem uma boa frente e uma boa traseira, cê é um combo perfeito — não quis exagerar.
F- Sério? Sempre achei que eu tinha peitinho pequeno.
- Naa, elas têm um tamanho bom
F- Agora não coloquei sutiã, sabe? E os meus peitos não subiram nada, talvez tenha sido por isso.
(Olha pra mim e me vê olhando pras tetas dela, dá uma risada)
F- Kkkkk, mano! Tá olhando pra minha buceta?
- É, tava vendo se você tava certo, mas acho que não.
A pergunta seguinte me desmontou.
F- Quer ver elas?
(engoli seco e travei, não queria falar que não, mas também não queria falar que sim pra não parecer tarado)
F- Aaahhh, nem você quer ver meus peitos...
- Não seja besta, eles são lindos, vamos, mostra eles - como se tivesse fazendo um favor pra ela.
Ela desata o laço do vestido e deixa cair.
Tavam ali, eu tava vendo eles, aqueles peitos lindos que já tinha visto antes, mas isso era diferente. Ela tava me deixando ver os peitos da minha sobrinha. Ela levanta o peito como quem diz "olha pra eles" e eu me aproximo, os bicos perto da minha boca. Aqueles biquinhos marrons lindos, aí eu percebi que tinha uma chance de comer minha sobrinha. Morbo do caralho.
Vi que tinha uns lençinhos na mesa, tocou neles e disse
- Parece que alguém se tocou essa noite
(rindo nervoso)
F—Em quem você pensou, mano?
- Numa amiga, deixa eles aí, não se suja
Pega eles, desembrulha e enfoca a pontinha do dedo na buceta.
F- Tem muita...
E a putinha enfia o dedo na boca, como se tivesse chupando uma pica. Eu tava louco.
F- Sabe, tio? -com os peitos de fora e falando na maior naturalidade- uma vez você fez uma brincadeira de me mostrar seu amiguinho, lembra?
- Era uma brincadeira, sobrinha.
F- Sei que era, mas me fez ficar pensando na sua pica por um tempo -chegando mais perto de mim- e não me deixava estudar kkkk -coloca a mão na minha perna e começa a subir devagar em direção à minha pica-
Nessa hora eu tava engolindo seco igual um louco, com a pica dura pra caralho, sem nem disfarçar. Ela coloca a mão na minha pica por cima da calça e começa a esfregar devagar. Vejo ela começar a mexer a língua e morder o lábio.
Ela senta em cima de mim e eu coloco as mãos naquela bunda que já tinha escapado do vestido. Ela tava só de fio dental e o vestido na cintura, com os peitos de fora na minha cara, com a tempestade lá fora. Ela começa a mexer a bacia, era óbvio que já tinha sentido a pica toda dura. Ia e vinha com a cinturinha, as mãos na parede, mexendo a língua. Ninguém falava nada, só se olhava, se sentia, minhas mãos na bunda dela, a cintura dela na minha pica toda dura. A putinha mordia o lábio, o que me deixava a mil, enquanto esfregava a pica por cima da calça.
Aproximei minha boca dos mamilos dela, mas ela se mexia pra trás e ria.
F- Gostou, tio? Gostou dos meus peitos?
- Sim, são lindos...
F- Gosta de me ver assim, tio depravado? (ria) Gosta? Quer me comer?
- Sim, gata, quero fazer de tudo com você, tira esse vestidinho.
F- Mostra essa pica que eu quero ver ela faz tempo.
Ela se ajoelha no chão e começa a baixar minha calça junto com a cueca. Fiquei com a pica de fora. Ela continuava mordendo o lábio. Me agarra a pica com a mão e começa a bater uma punheta pra mim, que sensação gostosa. A mulher que eu tinha espiado tanto tempo, a que eu tive tanta vontade de comer, tava me masturbando na sala da minha casa. Eu massageava os peitos dela, beliscava os mamilos devagar da putinha.
- Deixa eu ver essa buceta. sobri
F- Quer ver, tio? Tenho uns pelinhos
- Não ligo, quero chupar ela toda
F- Ai, tio! Me excita falar assim, sou sua sobrinha
- Sim, é minha sobrinha, minha sobrinha
F- O que mais, tio?
- Minha putinha
Continua...




Adormeci e acordei, e ainda tava pensando em tudo. Levantei, comecei a tomar café e ouço a porta do quarto da minha sobrinha abrir, ouço os passos vindo pra cozinha e...
F- Tio!!
- O que cê tá fazendo, sobrinho? Curtiu a noite passada?
F- Sim, foi uma festa boa, valeu por me emprestar o apê por uma noite.
- Que bom, vejo que beberam bastante, você também?
F- Um pouquinho haha... não te ouvi chegando ontem à noite, que horas você veio?
(quase tive um treco, não sabia de nada do que rolou ontem à noite)
—Tipo 5, cheguei muito cansado e fui dormir, parecia que você já tava dormindo naquela hora.
F— Maso, tava com um amigo, aquele que você conheceu, é um baita de um babaca.
- Não quero te perguntar o que rolou...
F- A gente tava dançando no meu quarto e se pegou um pouco (tava dando um boquete foda nele) e ele falou que não queria nada sério, que a gente fosse algo casual e eu fiquei com raiva. Mandei ele pastar.
- Fico feliz que você saiba decidir, mas por que tá me contando isso?
F- Porque cê é meu tio, quero que saiba que eu me cuido, mas fazer o quê... valeu pela noite no apê.
Ela veio e me deu um beijo na bochecha, perto dos lábios, e me abraçou. Isso me deu uma bela ereção matinal e parece que ela sentiu. A gente sentou na sala pra ver uma série, mas eu quis puxar conversa, já que a conversa anterior tinha me deixado excitado.
- Eu e seu amigo, qual é a dele? Ele é bom?
F—NÃO! Se eu te falei que ela se mexe mal e ainda por cima tem a buceta pequena, ontem à noite não conseguia chupar direito e... Pô cara, me faz falar merda — a sobrinha corou.
(Aí me toquei que ainda tava meio bêbada, porque tava falando com mais moleza e só tinha dormido umas duas horas.)
- Hahaha fica tranquila, parece que você manja muito do assunto
F- Já não sou mais virgem, mano...
- Óbvio que não
F- Qual é, vai me dizer que você não gosta de transar?
(A gauchita começou a jogar a bola pra mim)
- Sim, eu gosto muito, não pratico muito mas curto sim kkkkk
F- E bem, eu também, pena a de ontem, tava com muita vontade
(estava vestida com uma regatinha branca velha e um shortinho, dava pra ver a fio dental que usei ontem)
Deveria ter escolhido outra pessoa.
F- É verdade, tenho que ter um olho melhor, já vamos sair e você vai me ajudar, né tio?
- Quer que eu te ajude com...
F- ESCOLHE ALGUÉM, TIO!! kkkk não quero que você seja aquele tio tarado que fica olhando pra sobrinha, além disso, me daria um puta tesão chupar ela
(estava ficando com tesão pra caralho)
- Por quê? Não é enorme, mas dá conta do recado kkkk além disso, me falaram que ela é docinha
F- Ai, tio!
(nota que os mamilos começaram a marcar suavemente, a mina tava ficando excitada, não dava pra acreditar!)
Decidi apertar um pouco mais ela pra ver o que rolava.
— Quer ver? — Levei as mãos pro meu short.
Ela ficou muda, com a boca meio aberta, aquela boquinha linda que umas horas atrás tava cheia de porra.
— Tô te zoando, sua burra! Vai arrumar suas coisas que hoje você volta pra sua casa.
Ela riu meio nervosa, levantou e foi pro quarto dela. Gritou que ia tomar banho e depois arrumava as coisas pra ir embora.
Sentir o chuveiro já me excitava. A água escorrendo por aquele corpo nu. Espiei e, pra minha surpresa, ela não tinha colocado nada no olho mágico. Dava pra ver ela claramente. Umas duas horas atrás eu tinha visto ela pelada e agora tava vendo de novo como se fosse a primeira vez. Ela ensaboava aqueles peitos, mexia pra cima e pra baixo com as mãozinhas, tocava os biquinhos suavemente, mas quando desceu pra buceta foi diferente. Vi que ela começa a enfiar um dedinho. Me deixou louco!
Ela enfia um dedinho, leva até a boca e chupa como se fosse uma rola. Fez isso umas duas vezes, a rola já tava explodindo dentro da minha calça. Daí começou a enfiar dois dedos e com a outra mão apertava um peito com força. Começou a mexer no biquinho cada vez mais rápido, enfiando dois dedos, chupando os dedos e voltando pra buceta dela. Era lindo ver minha sobrinha se masturbando. Num momento, ela tinha dois ou três dedos na buceta e eu vejo que na outra mão ela chupava um dedo com força. Levou ele pro cuzinho dela e enfiou também. Que gulosa que era a putinha. Ela simulava que tava sendo penetrada pela buceta e pelo cu.
Num momento, eu ouvia gemidos suaves, enquanto ela enfiava os dedos. Talvez tenha sido minha imaginação do chuveiro, mas juro que vi os fluidos escorrendo da buceta dela. Ela tinha feito uma punheta braba no banho, gozou e agora tava toda satisfeita. Ela se ensaboa toda, vejo que ela abre a bunda e dava pra ver aquele cuzinho rosado. Tava um pouquinho aberto. Divino.
Termino de tomar banho, vou pro meu quarto e adicionei mais uma punheta pra minha sobrinha. Já tinha perdido a conta. O dia inteiro ela passou arrumando as coisas. Chega a noite e ela se despede com um beijo e um abraço. Diferente da outra vez, já não tava mais meio bêbada. Ela fala que vai sentir minha falta e eu vejo ela indo embora com uma legging preta, naked, e uma regata preta apertando os peitinhos dela, os peitos lindos dela.
Pensei que a história tinha acabado ali, consegui mais do que imaginava. Vi ela trepando, vi ela pelada, tirei fotos que iam ficar só pra mim, até enfiei os dedos na buceta dela, massageei os peitos e gozei na boca dela dormindo. Uma maravilha tudo.
Passaram uns meses, eu só me masturbava com as lembranças e as fotos da minha sobrinha. Um único boquete de um encontro casual que eu imaginava como se fosse ela, chupando minha pica, segurando o cabelo dela, me olhando com aqueles olhinhos.
Já sabia que ela tava alugando um apê na cidade. Ficava tipo meia hora do meu, mas como eu tava na correria com o estudo, hóquei, as amigas e as baladas, não via ela nem ela vinha me ver.
Numa sexta à noite, fiquei no apê. Ia sair, mas desabou um temporal do caralho. Fiquei vendo uma série numa sexta à noite, mó virjão. Mas nessa noite, chega uma mensagem da sobrinha. Um áudio.
(no fundo, dava pra ouvir música alta, com certeza era uma balada)
F- TIIOOOO!! ----------- porque fica longe pra caralho e -------
Não entendi nada. Mandei mensagem perguntando o que ela queria, e ela me mandou uma sopa de letras. Tava na cara que ela tava bem bêbada. Mas entendi que ela vinha dormir no apê porque tinha perdido a chave do dela e não tinha com quem ir dormir. Eram umas 3 quando ela falou isso, e a filha da puta chegou lá pras 6 e meia. Pra não me desandar igual da outra vez, comecei a bater uma pensando na minha sobrinha. Vi as fotos que tinha tirado do computador dela, imaginava chupando aqueles peitos, lambendo aquela buceta, imaginei metendo no cu da minha sobrinha. Gozei e deixei uns lenços cheios de porra na mesinha da sala. Ela chegou bem na hora.
Se acha que eu tava bêbada quando mandei o áudio, agora tava o dobro.
Chego e a primeira coisa que vejo é que ela tava toda molhada por causa da tempestade. Tava com um vestido vermelho, parecido com o branco da última vez, colado no corpo, com as costas de fora. Chegava um pouco abaixo da bunda, cobrindo ela de leve, marcando toda a forma da rabeta. Na parte dos peitos, o vestido tava um pouco mais solto, com um decote enorme e, se ela se inclinasse, dava pra ver as tetas na maior tranquilidade. Pego ela pela cintura e sinto a tanguinha dela, levo ela pro quarto, mas ela fala que quer sentar um pouco na sala. Aquele vestido tava me deixando louco, dava pra ver também que ela tava sem sutiã, porque os bicos dos peitos marcavam um pouquinho por causa do vestido molhado.
Ela senta e eu trago uma toalha pra secar ela.
- Parece que você bebeu um pouquinho a mais, sobrinho.
F- Cê tá falando? Essa tempestade não me para!
- Kkkkk ninguém te segura, hein
F- Também não paro ninguém, não peguei nada agora.
- Sério? Você? Assim, do jeito que tá vestida?
F- Sério! Ninguém me deu bola — levantou do sofá — e olha como eu tô — me mostra a fio dental de lado.
(Me deixou a mil, a gostosa, e comecei a ter uma leve ereção. Me fiz de desentendido, cruzando as pernas.)
- Não dá bola pra eles, não sabem o que tão perdendo, cê é mó gostosa, sobrinha.
F- Sério? O que você gosta em mim?
- Você tem um corpo gostoso, gata.
(Encosta um pouco em mim, comecei a engolir saliva e a pica a crescer um pouco mais)
F—qual parte, porra?
— E tem uma boa frente e uma boa traseira, cê é um combo perfeito — não quis exagerar.
F- Sério? Sempre achei que eu tinha peitinho pequeno.
- Naa, elas têm um tamanho bom
F- Agora não coloquei sutiã, sabe? E os meus peitos não subiram nada, talvez tenha sido por isso.
(Olha pra mim e me vê olhando pras tetas dela, dá uma risada)
F- Kkkkk, mano! Tá olhando pra minha buceta?
- É, tava vendo se você tava certo, mas acho que não.
A pergunta seguinte me desmontou.
F- Quer ver elas?
(engoli seco e travei, não queria falar que não, mas também não queria falar que sim pra não parecer tarado)
F- Aaahhh, nem você quer ver meus peitos...
- Não seja besta, eles são lindos, vamos, mostra eles - como se tivesse fazendo um favor pra ela.
Ela desata o laço do vestido e deixa cair.
Tavam ali, eu tava vendo eles, aqueles peitos lindos que já tinha visto antes, mas isso era diferente. Ela tava me deixando ver os peitos da minha sobrinha. Ela levanta o peito como quem diz "olha pra eles" e eu me aproximo, os bicos perto da minha boca. Aqueles biquinhos marrons lindos, aí eu percebi que tinha uma chance de comer minha sobrinha. Morbo do caralho.
Vi que tinha uns lençinhos na mesa, tocou neles e disse
- Parece que alguém se tocou essa noite
(rindo nervoso)
F—Em quem você pensou, mano?
- Numa amiga, deixa eles aí, não se suja
Pega eles, desembrulha e enfoca a pontinha do dedo na buceta.
F- Tem muita...
E a putinha enfia o dedo na boca, como se tivesse chupando uma pica. Eu tava louco.
F- Sabe, tio? -com os peitos de fora e falando na maior naturalidade- uma vez você fez uma brincadeira de me mostrar seu amiguinho, lembra?
- Era uma brincadeira, sobrinha.
F- Sei que era, mas me fez ficar pensando na sua pica por um tempo -chegando mais perto de mim- e não me deixava estudar kkkk -coloca a mão na minha perna e começa a subir devagar em direção à minha pica-
Nessa hora eu tava engolindo seco igual um louco, com a pica dura pra caralho, sem nem disfarçar. Ela coloca a mão na minha pica por cima da calça e começa a esfregar devagar. Vejo ela começar a mexer a língua e morder o lábio.
Ela senta em cima de mim e eu coloco as mãos naquela bunda que já tinha escapado do vestido. Ela tava só de fio dental e o vestido na cintura, com os peitos de fora na minha cara, com a tempestade lá fora. Ela começa a mexer a bacia, era óbvio que já tinha sentido a pica toda dura. Ia e vinha com a cinturinha, as mãos na parede, mexendo a língua. Ninguém falava nada, só se olhava, se sentia, minhas mãos na bunda dela, a cintura dela na minha pica toda dura. A putinha mordia o lábio, o que me deixava a mil, enquanto esfregava a pica por cima da calça.
Aproximei minha boca dos mamilos dela, mas ela se mexia pra trás e ria.
F- Gostou, tio? Gostou dos meus peitos?
- Sim, são lindos...
F- Gosta de me ver assim, tio depravado? (ria) Gosta? Quer me comer?
- Sim, gata, quero fazer de tudo com você, tira esse vestidinho.
F- Mostra essa pica que eu quero ver ela faz tempo.
Ela se ajoelha no chão e começa a baixar minha calça junto com a cueca. Fiquei com a pica de fora. Ela continuava mordendo o lábio. Me agarra a pica com a mão e começa a bater uma punheta pra mim, que sensação gostosa. A mulher que eu tinha espiado tanto tempo, a que eu tive tanta vontade de comer, tava me masturbando na sala da minha casa. Eu massageava os peitos dela, beliscava os mamilos devagar da putinha.
- Deixa eu ver essa buceta. sobri
F- Quer ver, tio? Tenho uns pelinhos
- Não ligo, quero chupar ela toda
F- Ai, tio! Me excita falar assim, sou sua sobrinha
- Sim, é minha sobrinha, minha sobrinha
F- O que mais, tio?
- Minha putinha
Continua...




6 comentários - A Sobrinha - Parte 4 (com fotos)
Yo también tengo una sobrina a la que me quiero culiar