As Putas Medicci: As Prostitutas de Florencia 4

Las Matrices Medicci: las putas de Florencia 4
vadiaEsta é a história da família Médici, uma família de banqueiros (do século XIV, na época do Renascimento) poderosa, com inimigos declarados e também inimigos ocultos, dona de Florença. O filho Cosimo de Médici é o novo patriarca após a morte de seu pai Giovanni (que foi assassinado). Cosimo manteve isso em segredo para descobrir quem seria o assassino. Sua família era composta por Cosimo Médici, a nova cabeça da família, sua esposa Contessina de Bardi, o filho mais velho de ambos, Piero Médici, sua esposa Lucrezia, e o irmão de Cosimo, Lorenzo. Esta é a ordem hierárquica da família (vale destacar que faltaria o meio-irmão de Piero, que ainda não havia nascido). Cosimo havia mandado um ajudante seu investigar a morte de seu pai. Como pista, tinha que seu pai havia sido envenenado com um veneno chamado cicuta (era usado para sacrificar animais e evitar que sofressem), assim confirmou o médico da cidade (que se encarregava de tudo: atender e curar os doentes, trazer os recém-nascidos e fazer as autópsias). Depois de confessar isso e se certificar de que não havia contado a ninguém, o ajudante de Cosimo, Marco Aurélio, o matou para evitar que dissesse a alguém que o pai de Cosimo foi envenenado. Cosimo suspeitava de Rinaldo Albizzi, um nobre de uma família poderosa, e tinha que encontrar provas que demonstrassem sua culpa. Já sabiam que o veneno utilizado era cicuta e que era vendido pelo boticário da cidade. Cosimo mandou Marco Aurélio averiguar a quem ele havia vendido cicuta. Quando foi, encontrou o boticário assassinado por um punhal muito particular (tinha um símbolo que ele já havia visto antes, era um punhal que ele havia visto nas mãos de Lorenzo). Seria possível que Lorenzo tivesse mandado matar seu próprio pai?...... Contessina era uma esposa submissa e obediente aos mandatos de seu esposo Cosimo. O amor que sentia por ele a fazia ser indiferente às numerosas infidelidades que se rumoreavam (ela fingia não saber de nada). nada, embora estivesse ciente das aventuras do seu marido) nisso todos os Médici se pareciam (Cosimo e Lorenzo), já que Lorenzo procurava Contessina como se fosse algo casual. Ele queria tê-la; sempre que a via sozinha, ele se insinuava (com versos de poemas ou safadezas como "eu adoraria enfiar meus dedos na sua... use a palavra: buceta"), mas Contessina estava acostumada a lidar com ele. Até que se sentia lisonjeada em segredo pelo desejo de Lorenzo por ela (mas sabia que nada podia acontecer por medo de que Cosimo descobrisse – ele poderia matá-la ou matar seu irmão Lorenzo). Ela tentava desviar das investidas dele pelo bem da família. Lorenzo era um mulherengo que sempre andava com prostitutas, mas tinha uma fraqueza por mulheres casadas, e Contessina era uma delas – e ele não ligava que ela fosse a esposa do seu irmão. Enquanto isso, Cosimo tentava descobrir quem foi o assassino do seu pai. No banco, acontecia a seguinte conversa. Cosimo: O que você descobriu com o boticário? Marcos: Não pude descobrir nada; quando cheguei, ele estava morto. Cosimo: Como, morto? Marcos: Tinham assassinado ele com uma adaga. Cosimo, tenho que te dizer algo que talvez você não goste (disse com uma cara preocupada). Cosimo: Vai, fala (respondeu Cosimo, intrigado). Marcos: A adaga com a qual mataram o boticário, eu já tinha visto com seu irmão Lorenzo. Às vezes acho que seu irmão matou seu pai (disse com toda a crueza e confiança de amigos de uma vida). Cosimo: Investigue o Lorenzo, mas sem que ele perceba (nesse momento, Lorenzo entra). Lorenzo: Descobriu algo com o boticário? Marcos: Ele está morto, foi assassinado, e levaram os nomes dos compradores. Lorenzo: Merda, ninguém te viu entrando ou saindo da casa do boticário? Marcos: Sim, a esposa, ou melhor, a viúva do boticário. Cosimo: Você matou ela também? Marcos: Não, convenci ela a guardar o segredo (e sorriu). Lorenzo: Como você tem tanta certeza de que ela não vai falar? Marcos não queria contar. nada, mas ele convenceu a viúva da pior maneira e sabia que isso desagradaria a Cosimo, que era um homem muito religioso, mas decidiu contar a Cosimo e Lorenzo. Marcos: quando vejo o corpo, tiro o punhal e nesse instante entra a viúva do boticário e me vê com o punhal na mão e o corpo do marido no chão ensanguentado. Ela se assusta e quer correr, eu a agarro contra a parede e tapo sua boca para que não grite e a olho... viram que ela é muito jovem (é bom lembrar que naquela época as mulheres se casavam muito jovens) aqueles olhões, aquele cabelo preto e aqueles peitinhos que estavam crescendo. Com a mão que segurava seu corpo, desci até sua virilha e comecei a esfregar sua buceta devagar. E digo a ela que aquele macaco desprezível, velho, gordo e bêbado não ia mais montar nela, aquele que contava a meio mundo quando se embriagava como te forçava pelo cu e te batia, aquele animal não ia mais te tocar, não ia mais gozar no seu corpo. E que se ela quisesse, poderia se vingar da pior maneira dele e de sua memória. E então tirei a mão de sua boca e ela me respondeu: "E qual seria a forma?" – me respondeu com o olhar mais puta e começou a gemer baixinho. E eu já tinha enfiado dois dedos em sua boceta e começava a masturbá-la, quanto mais acelerava com os dedos, mais alto ela gritava. Beijei-a com luxúria, parei de masturbá-la e ela abriu as pernas, levantou o vestido e eu tirei meu pau da calça e a peguei com o cadáver do marido no chão. A segurei até que ela percebeu que eu estava prestes a gozar e me afastou dela, se ajoelhou diante de minha boca e continuou me masturbando e eu gozei em sua boca e rosto, enchi sua boca de porra. Em um instante, ela vai até onde está seu marido morto, se ajoelha, abre a boca dele e cospe toda a minha porra dentro. E me diz: "Quando o encontrarem, vão ver a porra em sua boca e pensarão que o amante com quem esteve o matou, e não vão investigar nada porque vão achar que ele era um sodomita. (pervertido homossexual, o que naquela época era punido com a morte) "e ele me prometeu que não diria nada sobre mim. Mas eu tinha que continuar vendo ele. Naquela mesma noite, Cosimo tinha ido a uma reunião com o conselho da cidade (parlamento de Florença formado pelos nobres) para discutir alguns assuntos, nessa reunião Reynaldo Arbitssi o acusa de traição e o prende com a ajuda de várias famílias nobres aliadas contra Cosimo de' Medici, enquanto na casa dos Medici. Alheia ao que acontecia com Cosimo, Contessina acorda em seu quarto porque ouve barulhos, se levanta (com a roupa de dormir) e se depara com um Lorenzo completamente bêbado. Contessina: Você está bêbado. Lorenzo: ... Tomeeei um pouquinho (iluminou o rosto de Contessina com a luz da vela que ela segurava e lembrou da história que Marco contou hoje sobre a viúva do boticário). Contessina: Você cheira terrível, e sua aparência está igual. Lorenzo: Já você é linda e seu hálito é de jasmim (e a agarrou e a beijou, mas ela fechou os lábios, recusando). Ele agarrou e rasgou o camisão, expondo seus peitos e começou a apertá-los e chupá-los, sem se importar que ela fosse sua cunhada. Contessina gostava do toque de seu cunhado Lorenzo, mas ao mesmo tempo sentia culpa por trair seu marido, a quem amava. Contessina era muito devota a Deus e temia muito Seu castigo, para ela o que estavam fazendo era pecado mortal. Assim que pôde, escapou das mãos de Lorenzo e entrou no quarto, trancando a porta e se protegendo dele. Ele insistiu para que Contessina abrisse a porta e o deixasse entrar, mas ao ver que não conseguiria, desistiu e foi dormir. Contessina faria o mesmo em sua cama, mas não antes de se masturbar, já que tinha ficado excitada com a chupada nos peitos que recebera. De manhã bem cedo, Contessina se levantou e estranhou que seu marido não tivesse vindo dormir, mas não deu maior importância e foi tomar café da manhã com seu filho e nora. quando um servo (empregado) da família do banco chegou, trazia notícias terríveis da cidade. O senhor Cosimo Medici havia sido preso e Reynaldo Arvitzzi assumira o controle da cidade com um exército de mercenários para evitar uma revolta popular. Era quase um golpe de estado. Contessina: "Se prenderam Cosimo, a qualquer momento virão atrás de nós. É a queda da família Medici." Lorenzo: "Se o prenderam ontem à noite, por que não vir atrás de nós na mesma noite e nos dar tanta vantagem?" (disse Lorenzo, que estava acordado havia um tempo, já que Contessina mandou que sua serva o acordasse assim que recebeu a notícia da prisão de Cosimo). Piero: "Não percamos tempo. Junte o mais necessário e vamos embora." Lucrezia: "Para onde...?" Lorenzo: "Não importa. Eu marcharei para Milão para reunir um exército" (o duque de Milão era aliado dos Medici há muitos anos e já haviam lutado em outras batalhas juntos). Contessina: "Isso é estranho" (pensou). "Mande um servo à cidade para entrar em contato com nossos aliados na cúria de Florencia" (era onde residia o poder político da cidade, seus membros eram em sua maioria de origem nobre ou serviam a esses interesses), "enquanto nós esperamos longe da casa, na casa de Marcos." Depois de duas horas, o servo voltou e contou o seguinte: que Reynaldo Arvitzzi acusou Cosimo Medici do assassinato do boticário, e que a intenção de Reynaldo era que ele fosse julgado, e que não havia nenhum tipo de perigo para a família Medici, desde que respeitassem a lei – isso foi dito pelo próprio Reynaldo Arvitzzi. Mas o servo conversou com vários amigos da família Medici, e a defesa já estava escrita; o que podiam fazer era ganhar tempo, e que ao meio-dia seria formado o tribunal. Contessina: "Piero, vá ver o que você pode fazer e que elementos de prova têm contra seu pai, enquanto Lorenzo irá a Milão trazer um exército, caso condenem seu pai. Eu... Vou à prisão ver seu pai para receber instruções. Todos concordaram e partiram, já Contessina na prisão de Florença pediu para ver seu marido, mas não a deixaram. Reynaldo Arbitzzi ordenou que ninguém visse Cosimo de' Medici.
Contessina: Olá, vim ver Cosimo de' Medici.
Carcereiro: Sinto muito, senhora, não posso deixá-la vê-lo.
Contessina: Mas é meu marido (disse indignada com o comportamento do carcereiro). Tenho o direito de vê-lo.
Carcereiro: Minhas ordens são não deixar ninguém vê-lo, nem mesmo a senhora.
Contessina: Você sabe que sou Contessina de' Medici, meu sobrenome é de uma das famílias mais poderosas de Florença e você se atreve a me negar ver meu marido? (Contessina estava furiosa).
Carcereiro: Os Medici já caíram em desgraça e logo não terão nenhum poder nesta cidade. Reynaldo Arvitzzi será o novo senhor de Florença.
Contessina queria matá-lo pela insolência do guarda, mas era verdade – a mesma insolência que ele jamais teria tido se ela não tivesse perdido o poder na cidade. Mas de algum modo ela tinha que ver Cosimo para saber o que fazer (ela percebeu que estava num lugar escuro e sozinha com o guarda) e entendeu que a única forma de vê-lo seria oferecendo algo em troca. E a única coisa que ele não poderia ter acesso era uma mulher nobre, linda e relativamente jovem, comparada a ele – um velho gordo e feio. Para estar com uma mulher assim, ele teria que ir a um puteiro, mas sua condição econômica não permitia pagar por putas tão boas. Ali viu sua oportunidade: deveria seduzi-lo.
Contessina: Olha, você deve passar muito tempo sozinho aqui, sem a companhia de uma mulher. E eu só quero vê-lo, nada mais, não libertá-lo.
Carcereiro: É, você sabe...
Contessina: Pelo jeito que você olha pros meus peitos, dá pra ver que faz muito tempo que está na solidão. Ninguém te toca se você não pagar, e isso vai sair de graça.
Carcereiro: Beleza, vamos foder, puta.
Contessina: Não, nada de foder. Só vou te masturbar, e agradeça.
Carcereiro: Não. Vadia, vou enfiar em você ou nada (disse irritado). Contessina, aceite minha proposta. É demais para um homem como você, quando na sua vida miserável você vai ter uma mulher nobre e linda rebolando pra você? Nunca teria uma mulher como eu. Nem pagando! As putas que você pode comprar são tão bonitas quanto você, saíram do chiqueiro dos porcos (disse ofendida). Guarda da prisão: Tá bom (aceitou resignado e irritado por não poder comê-la). Ele tirou a armadura e o resto da roupa da cintura para baixo e mostrou o pau, meio pequeno (o que fez Contessina dar uma risadinha e mostrar seu deboche para ele). Mas bem duro, ele ia tocar uma mulher que era inalcançável para ele. Ela agarrou o pau, deu uma tapinha no membro para deixá-lo bem duro e começou. Cuspiu na mão, jogou o cabelo para trás e para frente, devagar, e foi pegando ritmo. Sua cara de nojo pelo homem não escondia nada. Em seu interior, pensava no sacrifício que tinha que fazer pelo marido, inclusive pecar. Mas sua mente a fez fugir do mau momento que estava passando, lembrando de antes de se casar, quando seu pai a fazia fazer o mesmo com os amigos dele por causa da dívida da família. E foi por isso que se casou com Cosimo, para salvar sua família. E foi assim que conheceu dois filhos de um amigo de seu pai, que ela punhetava frequentemente. Por um deles, se apaixonou, e o outro apenas aliviava sexualmente a pedido do irmão de quem estava apaixonada. Chegou a chupar os dois juntos. Era comum que os irmãos gozassem na cara dela sempre. Ela fazia isso com devoção por seu amado, mas sem tocar sua virgindade – era sua pureza diante de Deus. Enfiar os paus era algo que podia fazer por amor e pena, já que o irmão de seu amor nasceu com uma má formação e nunca teria, por conta própria, uma chupada de pau. E o irmão a convenceu a compartilhar pelo menos sua boca. Eles morreram: seu enamorado na guerra e seu irmão pela peste. Contessina voltou à realidade e o guarda meteu a mão. pelo seu decote, acariciando seus peitos. Contessina: "Quieto, porco!" (disse e deu um tapa em sua mão para que ele as tirasse). Guarda da prisão: "Deixa disso, mulher" (já havia desabotoado alguns botões do vestido em seu peito e os deixou ao ar livre). Ela sentiu sua respiração acelerar, sinal de que ele estava prestes a gozar. Contessina acelerou com toda a sua mão para terminar com o suplício e se reunir com seu marido. O guarda não aguentou mais e explodiu na mão de Contessina, enchendo-a de porra. O guarda passou um trapo todo sujo para que Contessina limpasse a mão. Ela, com os peitos ao ar, limpou as mãos, tirando a porra e jogando o trapo na cara do guarda sem acertá-lo, mas com total desprezo por ele. Ajeitou o vestido, colocando seus peitos dentro dele, já pronta. O guarda pegou o trapo com sua porra e o enfiou entre seus peitos. Guarda da prisão: "Guarde isso como uma lembrança nos seus peitos, que são os causadores dessa gozada. Vá com o lenço ver seu marido, assim ele sente o cheiro de porra nos seus peitos e sabe que puta você é." Assim fez Contessina. Por sorte, Cosimo não descobriu nada. Já na masmorra, reuniu-se com seu marido. Conversaram sobre como salvar a vida de Cosimo, já que Reynaldo Arbitzzi certamente o condenaria à morte. Contessina: "Diga-me como faço para tirar você daqui?" Cosimo: "Certamente Reynaldo subornou a cúria para me acharem culpado. O que você tem que fazer é comprar esses votos para nós." Contessina: "Sim, entendo." Cosimo: "E se tudo isso falhar, Lorenzo cercará a cidade com o general Esforza (o aliado de Milão) até conseguir minha liberação." Após essa conversa, Contessina partiu e começou a negociar com os mais próximos de sua família para acabar com as maiores inimizades (as que iam às casas desses nobres eram Contessina e sua nora Lucrezia, já que eram muitos). E para seu filho Piero era muito perigoso, pois ele fazia parte da cúria e, se o descobrissem, poderiam condená-lo à morte. As duas mulheres já haviam conseguido convencer alguns dos mais... perto, mas não tinham os votos necessários. Precisavam buscar o favor dos mais relutantes aos seus interesses, e um desses era o senhor Luciano Benedetti, um homem casado de uns 76 anos, muito velho, que não se subornaria com ouro tão facilmente. Mas Contessina teve uma ideia e pediu à sua nora que a acompanhasse para ver o senhor Luciano.

Contessina: Bom dia, senhor Luciano. Vim vê-lo por causa da situação do meu marido, que sabe ser muito delicada.

Luciano: Sim, eu sei. Passe, sinto muito, mas não posso fazer muito.

Contessina: Tenho uma proposta para você. Podemos passar a algum lugar mais adequado para estes assuntos?

Luciano: Claro. (Passaram para o escritório dele. Lucrecia ficou do lado de fora; ela era a desculpa para que as pessoas não falassem que uma mulher casada visitava a casa de um homem quando a esposa não estava.)

Contessina: Eu sei que você não aprecia o meu marido, mas isso não foi impedimento para que no passado já tenham feito negócios juntos. Você sabe que meu marido tem agências bancárias por toda a Europa, é o encarregado de levar os impostos à santa igreja. O que você precisa para que obtenhamos seu voto a nosso favor?

Luciano: Não há nada. É muito perigoso negociar com vocês. Se Reynaldo descobrir, pode me matar, compreenderá, senhora. (Quando dizia isso, o homem tinha a vista fixa no seu decote.)

Contessina: Bom, talvez por ouro você não se arrisque, mas por outra coisa... talvez mais carnal. (Disse e lhe sorriu com um sorriso malicioso.)

Luciano: O que quer me fazer entender, senhora?

Contessina: O que você já entendeu muito bem. Amo com todo o coração o meu esposo e farei qualquer coisa para salvar a vida dele.

Luciano: É muito perigoso se descobrirem, não posso.

Contessina: Olhe, é uma oferta única. E se eu melhorá-la? (Contessina pensou em como melhorá-la e teve uma ideia.) Vem, Lucrecia! (Chamou com um grito.)

Lucrecia: (Entrou e Contessina a olhou fixamente e disse:) Vem, pequena. Sei que você ama a minha família. É hora de demonstrar que você é uma verdadeira Medici.

Contessina: Você pode ter as duas. Lucrecia e eu somos uma oferta imbatível. Lucrecia, uma jovem linda e atraente, e eu, uma mulher já com seus anos, mas desejada por todos os homens desta cidade. A leoa jovem e a leoa velha numa orgia só para você. Sei que você deseja, não vai recusar. (Contessina sabia que o que propunha era pecado mortal e seria condenada ao inferno com certeza, mas não importava. Seu amor pelo marido e para evitar a destruição de sua família eram mais importantes). Contessina pegou a mão de Lucrecia, aproximou-a de Luciano e a colocou na frente dele, e ela ficou atrás de Lucrecia, beijando-a na bochecha bem devagar, com o olhar de Contessina cravado nos olhos de Luciano, dizendo:

Contessina: Não tenha medo, Lucrecia. Fazemos isso pela família.

Luciano rasgou o vestido de Lucrecia na parte do decote e começou a apertar seus peitos devagar. Lucrecia estava nervosa, mordia o lábio inferior e olhava para os lados, com medo da situação. Não era fácil ser apalpada na frente de sua sogra e que ela aprovasse. Lucrecia sentia que estava fazendo algo errado. Logo, Luciano as levou ao seu quarto, abaixou a calça e mostrou às duas mulheres sua tremenda excitação. Ele estava com o pau bem duro. Pegou a mão de Lucrecia e a levou até seu pau para que ela o masturbasse. Ela, timidamente, puxou o prepúcio para trás e sentiu um elixir de sexo no ar, que deixou as mulheres loucas. A culpa de Lucrecia ia desaparecer aos poucos; ela já não pensava em salvar a vida de Cosimo, nem em seu amado marido (Piero), nem em salvar sua família, mas sim em como aquele membro se sentiria em sua boca.

Luciano: Gosta de sentir meu pau bem duro na sua mão?

Lucrecia: Sim... (disse isso enquanto o masturbava com mais ritmo e ímpeto).

Luciano deitou na cama e pediu que ela o colocasse na boca. Lucrecia sentou ao lado dele e se inclinou um pouco. A primeira coisa que fez foi cheirar e sentir aquele aroma de pau que já começava a deixá-la molhada. enquanto Contessina via que estava prestes a enfiar na boca de Lucrecia e sorriu para Luciano, tirando seus enormes peitos do vestido decotado e passando a língua nos mamilos, que estavam inchados de excitação. Ela se aproximou de Lucrecia, meteu as mãos por baixo do vestido dela, agarrou sua calcinha branca (uma espécie de calça comprida de tecido fino, como um pijama longo) e puxou para baixo, levantando um pouco suas pernas para removê-la. Contessina: "É hora, querida." (Lucrecia parou de chupar o pau de Luciano e a olhou, vermelha do esforço que fazia ao sugar o membro). Lucrecia subiu na cama de joelhos e se posicionou ao lado de Luciano, enquanto Contessina tirou sua própria calcinha e começou a cavalgá-lo. Elas se revezavam para montá-lo, aproveitando como putas. Luciano: "Estou quase gozando, quero fazer na sua cara e nos seus peitos, Contessina." Contessina: "Por que os homens gostam tanto de ver o rosto das mulheres coberto de porra?" Luciano: "Pelo morbo e pela cara de safadas que elas fazem." (Ao dizer isso, ele jorrou abundante porra no rosto de Contessina, e ela sorriu, com os peitos e o rosto melados, seus olhos brilhando como nunca). Ela tinha adorado ser fodida junto com sua nora – era um fetiche que nunca tinha experimentado antes, exceto com seu antigo namorado e o irmão dele. Depois de um tempo, ela montou em Lucrecia novamente, e a metida foi bem mais longa, até que ele gozou dentro dela. Contessina lembrou-o do acordo, mas embora Luciano tenha cumprido, não conseguiu salvar Cosimo, que foi sentenciado à morte. Tudo parecia perdido, até que finalmente Lorenzo chegou com o exército do comandante Sforza, enviado de Milão para sitiar a cidade e exigir a libertação de Cosimo de' Medici. O conselho não havia tornado pública a defesa e a modificou, mas algum castigo tiveram que dar para satisfazer Rinaldo degli Albizzi, então sentenciaram Cosimo ao exílio de 10 anos (do qual cumpriu apenas um) para ele e sua família. Ele só podia deixar um representante para seus negócios, pois isso afetava outros... Famílias Nobres Continuará

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