
Esta é a história da família Médici, uma família de banqueiros (do século XIV, na época do Renascimento) poderosos, com inimigos declarados e também inimigos ocultos, donos de Florença. O filho Cosimo de Médici é o novo patriarca após a morte de seu pai Giovanni (que foi assassinado). Cosimo manteve isso em segredo para descobrir quem seria o assassino. Sua família era composta por Cosimo Médici, a nova cabeça da família; sua esposa Contessina de Bardi; o filho mais velho de ambos, Piero Médici; sua esposa Lucrezia; e o irmão de Cosimo, Lorenzo. Essa é a ordem hierárquica da família (vale destacar que falta o meio-irmão de Piero, que ainda não havia nascido). Cosimo havia mandado um de seus ajudantes investigar a morte de seu pai. Como pista, sabia que seu pai havia sido envenenado com um veneno chamado cicuta (usado para sacrificar animais sem que sofressem). Foi assim que o médico da cidade (que cuidava de tudo, atendia e curava os doentes, trazia os recém-nascidos e fazia as autópsias) confirmou para ele. Depois de confessar isso e garantir que não contasse a ninguém, o ajudante de Cosimo, Marco Aurélio, o matou para evitar que dissesse a alguém que o pai de Cosimo foi envenenado. Cosimo suspeitava de Rinaldo Albizzi, um nobre de uma família poderosa, e precisava encontrar provas que mostrassem sua culpa. Já sabiam que o veneno usado era cicuta e que quem vendia era o boticário da cidade. Cosimo mandou Marco Aurélio descobrir para quem ele havia vendido cicuta. Quando foi, encontrou o boticário assassinado com um punhal muito peculiar (tinha um símbolo que ele já tinha visto antes, era um punhal que ele tinha visto nas mãos de Lorenzo). Será que Lorenzo mandou matar o próprio pai?... Contessina era uma esposa submissa e obediente às ordens de seu marido Cosimo. O amor que sentia por ele fazia com que ignorasse as inúmeras infidelidades que eram comentadas (ela fingia que não ficava sabendo de nada). Nada, embora ela soubesse das aventuras do marido. Nisso todos os Médici (Cosimo e Lorenzo) eram iguais, já que Lorenzo sempre dava em cima da Contessina como se fosse a dona dela. Queria comer ela toda vez que a via sozinha, se insinuava com versos de poemas ou putarias tipo "como eu adoraria enfiar meus dedos na sua buceta". Mas Contessina já tava acostumada a lidar com ele. Meio que se sentia secretamente lisonjeada pelo desejo que Lorenzo tinha por ela (mas sabia que não podia rolar nada, porque se Cosimo descobrisse, podia matar ela ou o próprio irmão Lorenzo). Ela tentava evitar as investidas dele pelo bem da família. Lorenzo era um mulherengo que sempre rodeava as putas, mas tinha uma fraqueza por mulheres casadas, e Contessina era uma delas — e ele não tava nem aí que ela era esposa do irmão. Enquanto isso, Cosimo tentava descobrir quem matou o pai dele. No banco, rolou a seguinte conversa: Cosimo: "O que você descobriu com o boticário?"
Marcos: "Não deu pra descobrir nada. Quando cheguei, ele já tava morto."
Cosimo: "Como assim, morto?"
Marcos: "Mataram ele com um punhal. Cosimo, preciso te falar uma coisa que talvez você não vá gostar" (falou com uma cara preocupada).
Cosimo: "Fala logo" (respondeu Cosimo, intrigado).
Marcos: "O punhal que usaram pra matar o boticário, eu já vi com seu irmão Lorenzo. Acho que foi seu irmão quem matou seu pai" (disse com toda a crueza e confiança de quem era amigo de longa data).
Cosimo: "Investiga o Lorenzo, mas sem ele perceber" (nesse momento, Lorenzo entra).
Lorenzo: "Descobriu algo com o boticário?"
Marcos: "Tá morto. Mataram ele e levaram os nomes dos compradores."
Lorenzo: "Merda. Ninguém te viu entrando ou saindo da casa do boticário?"
Marcos: "A esposa viu. Ou melhor, a viúva do boticário."
Cosimo: "Você também matou ela?"
Marcos: "Não. Convenci ela a guardar segredo" (e deu um sorriso).
Lorenzo: "Como você tem tanta certeza de que ela não vai falar nada?"
Marcos: "Não quis contar. Nada, mas convenceu a viúva da pior maneira e sabia que isso ia desagradar o Consumo, que era um homem muito religioso, mas decidiu contar pra Cosimo e Lorenzo. Marcos: "Quando vejo o corpo, tiro o punhal e na mesma hora entra a viúva do boticário e me vê com o punhal na mão e o corpo do marido no chão ensanguentado. Ela se assusta e quer correr, eu seguro ela contra a parede e tapo a boca dela pra não gritar, e olho pra ela. Vejo que ela é muito jovem (tem que lembrar que naquela época as mulheres casavam muito novas). Aqueles olhões, aquele cabelo preto e aquelas tetinhas que estavam crescendo. Com a mão que segurava o corpo, desço até a entreperna dela e começo a passar a mão na buceta dela devagarzinho. E digo que aquele macaco desprezível, velho gordo e bêbado que contava pra meio mundo quando bebia como te forçava pelo cu e te batia, não ia mais montar nela. Aquele animal não ia mais tocar nela, não ia mais gozar no corpo dela, e que se ela quisesse, podia se vingar da pior maneira pra ele e pra memória dele. E tiro a mão da boca dela e ela responde: 'E qual seria o jeito?' — respondeu com o olhar mais puta e começou a gemer baixinho. E eu já tinha enfiado dois dedos na buceta dela e comecei a masturbá-la. Quanto mais acelerava com os dedos, mais forte ela gritava. Beijei ela com luxúria, parei de masturbá-la e ela abriu as pernas, levantou o vestido. Eu tirei a pica da calça e meti nela, com o cadáver do marido no chão. Fodi ela até que ela percebe que eu tô perto de gozar e me separa dela, se ajoelha na frente da boca dela e continua me masturbando. Gozo na boca e na cara dela, encho a boca dela de porra. Ela engole um pouco e num instante vai até onde o marido morto tá, se ajoelha, abre a boca dele e cospe toda a minha porra na boca dele. E me diz: 'Quando encontrarem ele, vão ver a porra na boca dele e vão pensar que o amante com quem ele tava matou ele. E não vão investigar nada, porque vão achar que ele é um sodomita.' (pervertido homossexual que naquela época era punido com a morte) "e me prometeu que não contaria nada sobre mim. Mas eu tinha que continuar vendo ela. Naquela mesma noite, Cosimo tinha ido a uma reunião com o conselho do povo (parlamento de Florença formado por nobres da cidade) para discutir algumas coisas. Nessa reunião, Reynaldo Arbitssi o acusa de traição e o prende com a ajuda de várias famílias nobres que conspiravam contra Cosimo Medici. Enquanto isso, na casa dos Medici, alheios ao que acontecia com Cosimo, uma contessina acorda em seu quarto porque ouve barulhos. Ela se levanta (com a roupa de dormir) e se depara com um Lorenzo completamente bêbado.
Contessina_ Você tá bêbado.
Lorenzo_ .... Tomeeei um pouquinho (iluminou o rosto de Contessina com a luz da vela que ela segurava e lembrou da história que Marcos contou de manhã sobre a viúva do boticário).
Contessina_ Você fede pra caralho, e sua aparência tá uma merda também.
Lorenzo_ Já você é linda pra cacete e seu hálito é de jasmim (e agarrou ela e beijou, mas ela fechou os lábios se recusando). Ele agarrou e rasgou a camisola, tirando os peitões dela pra fora e começou a apalpar e chupar eles, sem se importar que ela fosse cunhada dele. Contessina curtia a putaria do cunhado Lorenzo, mas ao mesmo tempo sentia culpa por trair o marido, que ela amava. Contessina era muito devota a Deus e morria de medo do castigo dele. Pra ela, o que estavam fazendo era pecado mortal. Ela se soltou como pôde das mãos de Lorenzo, entrou no quarto, trancou a porta e se pôs a salvo dele. Lorenzo insistiu pra ela abrir a porta e deixar ele entrar, mas vendo que não ia conseguir, desistiu e foi dormir. Contessina faria o mesmo na cama dela, mas não antes de se masturbar, porque tinha ficado com o tesão aceso com a chupada de peitos que levou. De manhã bem cedo, Contessina se levantou e estranhou que o marido não tivesse vindo dormir, mas não deu muita importância e foi tomar café da manhã com o filho e a nora. Quando um criado (empregado) da família do banco chegou, trouxe notícias terríveis da cidade. O senhor Cosimo Medici havia sido preso e Reynaldo Arvitzzi tinha tomado o controle da cidade com um exército de mercenários para evitar uma revolta popular. Era quase um golpe de estado.
Contessina — Se prenderam o Cosimo, a qualquer momento virão atrás de nós. É a queda da família Medici.
Lorenzo — Se prenderam ele ontem à noite, por que não vieram atrás de nós na mesma hora e nos deram tanto tempo de vantagem? (disse Lorenzo, que já estava acordado há um tempo, já que Contessina tinha mandado sua criada acordá-lo assim que recebeu a notícia de que Cosimo foi preso).
Piero — Não perde tempo, junta as coisas mais necessárias e vamos embora.
Lucrécia — Para onde...?
Lorenzo — Não importa. Vou partir para Milão para reunir um exército (o duque de Milão era aliado dos Medici há muitos anos e tinham lutado juntos em outras batalhas).
Contessina — Isso é estranho (pensou). Manda um criado até a cidade para entrar em contato com nossos aliados na cúria de Florença (era onde ficava o poder político da cidade, seus membros, na maioria, de berço nobre ou servindo a esses interesses), enquanto isso, a gente espera do lado de fora da casa, na casa do Marcos.
Depois de duas horas, o criado voltou e contou o seguinte: Reynaldo Arvitzzi acusou Cosimo de Medici pelo assassinato do boticário, e que a intenção de Reynaldo era que ele fosse julgado e que não havia nenhum perigo para a família Medici, desde que continuassem respeitando a lei. Isso foi dito pelo próprio Reynaldo Arvitzzi em pessoa. Mas o criado falou com vários amigos da família Medici, que disseram que a defesa já estava pronta, que o que podiam fazer era ganhar tempo e que ao meio-dia o tribunal seria formado.
Contessina — Piero, vai ver o que pode fazer e que provas eles têm contra seu pai. Enquanto isso, Lorenzo vai para Milão trazer um exército, caso condenem seu pai. Eu... Vou até a prisão ver seu pai para receber instruções. Todos concordaram e partiram. Já na prisão de Florença, a Condessa pediu para ver o marido, mas não deixaram. Reynaldo Albizzi ordenou que ninguém visse Cosimo de Médici. Condessa: "Oi, vim ver Cosimo de Médici." Guarda: "Desculpe, senhora, não posso deixar você vê-lo." Condessa: "Mas ele é meu marido (disse indignada com o comportamento do carcereiro). Tenho o direito de vê-lo." Guarda: "Minhas ordens são não deixar ninguém vê-lo, nem a senhora." Condessa: "Você sabe que sou a Condessa de Médici, meu sobrenome é de uma das famílias mais poderosas de Florença, e você se atreve a me negar ver meu marido?" (A Condessa estava furiosa.) Guarda: "Os Médici já caíram em desgraça e logo não terão poder nenhum nesta cidade. Reynaldo Albizzi será o novo senhor de Florença." A Condessa queria matá-lo pela insolência que o guarda teve, mas era verdade — a mesma insolência que ele jamais teria se não tivessem perdido o poder na cidade. De algum jeito, ela precisava ver Cosimo para saber o que fazer. Ela percebeu que estava num lugar escuro e sozinha com o guarda, e entendeu que a única forma de vê-lo seria dando algo em troca. E a única coisa que ele não podia ter era uma mulher nobre, bonita e relativamente jovem — comparado a ele, um velho gordo e feio. Para estar com uma mulher assim, ele teria que ir a um puteiro, mas a condição financeira dele não dava para pagar putas tão boas. Ali, ela viu a oportunidade: precisava seduzi-lo. Condessa: "Olha, você deve ficar muito sozinho aqui, sem a companhia de uma mulher. E eu só quero vê-lo, não soltá-lo." Guarda: "É, você sabe como é." Condessa: "Pelo jeito que você olha pra minha buceta, dá pra ver que tá há muito tempo na solidão. Ninguém te toca se você não pagar, e isso vai sair de graça." Guarda: "Beleza, vamos foder, vagabunda." Condessa: "Nada de foder, só vou te masturbar e agradeça." Guarda: "Não. Puta, vou te enfiar essa pica ou nada (disse irritado) Contessina_ aceita minha proposta, é demais pra um homem como você, quando na sua vida porca você vai ter uma mulher nobre e gostosa rebolando na sua cara, nunca teria uma mulher como eu. Nem pagando, as putas que você pode comprar são tão lindas quanto você, tiradas do chiqueiro dos porcos (disse ofendida). Guarda da prisão_ tá bom (aceitou resignado e irritado por não poder comer ela). Tirou a armadura e o resto da roupa da cintura pra baixo e mostrou o bom homem uma rola meio pequena (o que fez a Contessina dar uma risadinha e debochar dele), mas bem dura ela ia tocar numa mulher que era inalcançável pra ele. Agarrou a rola dele, deu um tapinha no membro pra deixar bem duro e começou, cuspiu na mão e puxou a pele pra trás e pra frente devagar, pegando ritmo. A cara de nojo dela pro homem, que não escondia de jeito nenhum, no fundo pensava no sacrifício que tinha que fazer pelo marido, inclusive pecar, mas a mente fez ela se desconectar do momento ruim que tava passando, lembrando antes de casar que o pai fazia ela fazer o mesmo com os amigos dele por causa da dívida que a família tinha, e por isso que casou com Cosimo pra salvar a família. E nisso conheceu dois filhos de um amigo do pai, pra quem batia punheta direto, e de um deles se apaixonou, e o outro só aliviava sexualmente a pedido do irmão por quem era apaixonada, chegou a chupar os dois juntos. Era normal os irmãos gozarem na cara dela sempre, ela fazia com devoção pelo amado, mas sem tocar na virgindade dela, era a pureza dela diante de Deus. Enfiar picas era algo que podia fazer por amor e pena, já que o irmão do amor dela nasceu com uma má formação e nunca teria por conta própria uma chupada de rola, e o irmão convenceu ela a compartilhar pelo menos a boca dela. Eles morreram, o amado dela na guerra e o irmão dele pela peste. Contessina voltou à realidade e o guarda passou a mão nela. Pelo decote dela, passando a mão nos peitos dela. Contessina_ quieto, porco (disse e deu um tapa na mão dele pra ele tirar). Guarda da prisão_ deixa, mulher (já tinha desabotoado alguns botões do vestido no peito dela e deixou os peitos dela de fora). Ela sentiu a respiração dele acelerar, sinal de que ele ia gozar. Contessina acelerou com a mão toda pra acabar com o suplício e se encontrar com o marido dela. O guarda não aguentou mais e explodiu na mão de Contessina, enchendo ela de porra. O guarda passou um pano todo sujo pra Contessina limpar a mão. Ela, com os peitos de fora, limpou as mãos tirando a porra e jogou o pano na cara do guarda, sem bater nele, mas com total desprezo. Ela ajeitou o vestido, enfiando os peitos dele de volta, já pronta. O guarda pegou o pano com a porra dele e enfiou entre os peitos dela. Guarda da prisão_ guarda isso como lembrança nos teus peitos, que são as culpadas dessa gozada. Vai com o lenço ver teu marido pra ele sentir o cheiro da porra nos teus peitos e saber que puta você é. Foi assim que Contessina fez. Por sorte, Cosimo não descobriu nada. Já na masmorra, junto com o marido dela, eles conversaram sobre como salvar a vida de Cosimo, já que Reynaldo Albizzi certamente ia condenar ele à morte. Contessina_ me diz como faço pra te tirar daqui? Cosimo_ com certeza Reynaldo subornou a cúria pra me declarar culpado. O que você tem que fazer é comprar esses votos pra nós. Contessina_ sim, entendi. Cosimo_ e se tudo isso falhar, Lorenzo vai sitiar a cidade com o general Esforza (o aliado de Milão) até conseguir minha libertação. Depois dessa conversa, Contessina foi embora e começou a negociar com os mais próximos da família dela pra acabar com as maiores inimizades (as que iam nas casas desses nobres eram Contessina e a nora dela, Lucrécia, porque eram muitas). E pro filho dela, Piero, era muito perigoso, já que ele fazia parte da cúria e, se descobrissem, podiam condenar ele à morte. As duas mulheres já tinham conseguido convencer alguns dos mais importantes. próximo, mas não tinham os votos necessários. Precisavam buscar o favor dos mais relutantes aos seus interesses, e um deles era o senhor Luciano Benedetti, um homem casado de uns 76 anos, bem velho, que não dava pra subornar com ouro tão fácil. Mas a Contessina teve uma ideia e pediu pra nora acompanhá-la até o senhor Luciano.
Contessina: Bom dia, senhor Luciano. Vim falar sobre a situação do meu marido, que o senhor sabe que é bem delicada.
Luciano: Sim, eu sei. Pode entrar. Sinto muito, mas não posso fazer muito por ele.
Contessina: Tenho uma proposta pra lhe fazer. Podemos ir pra um lugar mais adequado pra esses assuntos?
Luciano: Claro. (Foram pro escritório dele; Lucrécia ficou do lado de fora, era a desculpa pra ninguém falar que uma mulher casada visitava a casa de um homem quando a esposa não estava.)
Contessina: Eu sei que o senhor não gosta do meu marido, mas isso nunca impediu que vocês fizessem negócios juntos no passado. O senhor sabe que meu marido tem agências bancárias por toda a Europa e é o responsável por levar os impostos pra santa igreja. O que o senhor precisa pra conseguir o seu voto a nosso favor?
Luciano: Não tem nada. É muito perigoso negociar com vocês. Se o Reynaldo descobrir, ele pode me matar, a senhora entende. (Enquanto falava isso, ela viu que o homem tava de olho no decote dela.)
Contessina: Bom, talvez por ouro o senhor não se arrisque, mas por outra coisa... Talvez mais carnal. (Disse e deu um sorrisinho safado.)
Luciano: O que a senhora quer dizer com isso?
Contessina: O que o senhor já entendeu bem. Amo meu marido de todo coração e farei qualquer coisa pra salvar a vida dele.
Luciano: É muito perigoso. Se ele descobrir, não posso.
Contessina: Olha, é uma oferta única. E se eu melhorar? (Contessina pensou em como melhorar e teve uma ideia.) Vem cá, Lucrécia! (Chamou gritando.)
Lucrécia entrou, e Contessina olhou fixo pra ela e disse: Vem, pequena. Sei que você ama minha família. É hora de mostrar que é uma verdadeira Médici. Contessina: Você pode ficar com ele. Lucrecia e eu é uma oferta imbatível. Lucrecia, uma jovem linda e gostosa, e eu, uma mulher já com seus anos, mas desejada por todos os homens desta cidade. A leoa jovem e a leoa velha numa orgia só pra você. Sei que você deseja isso, vai negar? (Contessina sabia que o que propunha era pecado mortal e que seria condenada ao inferno com certeza, mas não ligava; seu amor pelo marido e para evitar a destruição da família eram mais importantes). Contessina pegou a mão de Lucrecia, aproximou-a de Luciano e a colocou na frente dele. Ela ficou atrás de Lucrecia, beijando-a na bochecha bem devagar, com o olhar de Contessina cravado nos olhos de Luciano, e disse:
Contessina_ Não tenha medo, Lucrecia. Fazemos isso pela família.
Luciano rasgou o vestido de Lucrecia na parte do decote e começou a apertar os peitos dela devagar. Lucrecia estava nervosa, mordia o lábio inferior e olhava para os lados, com medo da situação. Não era fácil ser apalpada na frente da sogra e com ela aprovando. Lucrecia sentia que estava fazendo algo errado. Logo, Luciano as levou para o quarto dele, abaixou as calças e mostrou às duas mulheres sua enorme excitação. Tinha o pau bem duro. Pegou a mão de Lucrecia e a levou até o pau dele para que ela o masturbasse. Ela, timidamente, puxou a pele para trás, e sentiu-se um elixir de sexo no ar que enlouqueceu as mulheres. A culpa de Lucrecia foi desaparecendo aos poucos. Ela já não pensava em salvar a vida de Cosimo, nem no amado marido (Piero), nem em salvar a família, mas sim em como aquele membro se sentiria na boca dela.
Luciano_ Você gosta de sentir meu pau bem duro na sua mão?
Lucrecia_ Sim (disse isso enquanto o masturbava com mais ritmo e ímpeto).
Luciano se deitou na cama e pediu que ela o colocasse na boca. Lucrecia sentou ao lado dele e se inclinou um pouco. A primeira coisa que fez foi cheirar e sentir aquele aroma de pau que já começava a deixá-la molhada. Enquanto Contessina viu que ela estava prestes a enfiar na boca de Lucrécia, sorriu para Luciano, tirou suas enormes tetas do vestido decotado e passou a língua nos mamilos que estavam durinhos de tesão. Ela se aproximou de Lucrécia, enfiou as mãos por baixo do vestido dela, agarrou a bombacha branca (uma espécie de calça comprida de tecido fino, tipo uma pijama longa) e puxou pra baixo, levantando um pouco as pernas dela pra tirar. Contessina: — É hora, preciosa. (Lucrécia parou de chupar o pau de Luciano e olhou pra ela, estava vermelha de tanto esforço sugando o membro). Lucrécia subiu na cama de joelhos e ficou do lado de Luciano, enquanto Contessina tirou a bombacha dela e começou a cavalgar ele. Elas se revezavam montando nele, já estavam se acabando como umas putas. Luciano: — Tô perto de gozar, quero gozar na sua cara e nos seus peitos, Contessina. Contessina: — Por que os homens gostam tanto de ver a cara das mulheres cheia de porra? Luciano: — Pelo tesão e pela cara de safadas que elas fazem. (Falando isso, gozou uma porrada de porra na cara de Contessina, e ela sorriu pra ele. Com a cara e os peitos lambuzados de leite, os olhos dela brilharam como nunca). Ela tinha adorado ser fodida junto com a nora, era um tesão que ela nunca tinha sentido antes, só com o ex-namorado e o irmão. Depois de um tempo, ela montou de novo em Lucrécia e foi bem mais longo o vai e vem, até gozar dentro dela. Contessina lembrou ele do trato. Mesmo Luciano tendo cumprido, não conseguiu salvar Cosimo, que foi condenado à morte. Tudo estava perdido, mas finalmente Lorenzo chegou com o exército do comandante Sforza, enviado de Milão para cercar a cidade e exigir a libertação de Cosimo de Médici. O conselho não tinha tornado pública a defesa e mudaram ela, mas tiveram que dar algum castigo pra agradar Reynaldo Arvitzzi, e condenaram ele ao exílio de 10 anos (que ele só cumpriu um) pra ele e a família. Ele só podia deixar um representante pros negócios dele, porque afetava outras pessoas. Famílias nobres... Continua.
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