Férias Quentes. Capítulo II “Aulas com a Inimiga”

Capítulo anterior:http://www.poringa.net/posts/relatos/3707593/Vacaciones-candentes-Capitulo-I-Las-putitas-culonas.html Josefina encarava Axel bem nos olhos, o garoto tinha uma cara de pavor, não sabia o que a inimiga estava tramando. Ela se aproxima devagar do moleque, baixando o olhar pra entreperna dele e dá um sorriso.

J: Cê ama minha irmã de verdade?

Axel tava confuso, não entendia o motivo daquela pergunta, será que não bastava ela ter enganado ele sem piedade?

A: Já te falei tudo. O que mais cê quer?

Axel baixa o olhar e, de tanta raiva, começa a soltar umas lágrimas. Desde que descobriu a amizade da irmã gêmea com o garoto, Josefina sempre sonhou com aquele momento: ter ele de joelhos e derrotado, o jovem ingênuo. Mas os planos dela tinham mudado, e ver ele daquele jeito lhe dava nojo. Ela se ajoelha e, com a mão direita, levanta a cabeça de Axel.

J: (Sorri) Não chora, não vou fazer nada do que tinha planejado. Meus planos mudaram.

A: (Confuso) Como assim?

J: Já te falei, não vou te destruir e te afastar da Ignacia. Mas quero confirmar se seus sentimentos são reais.

Axel tava completamente perplexo, mas Josefina não tava enganando ele. Ela abraça ele, e a distância entre os dois diminui.

J: Vou te perguntar mais uma vez, e se não responder, pode dar tchau pra chance de ficar com minha irmã.

A garota tava começando a se identificar com Axel e se sentia mal por ter zuado ele daquele jeito. Então, antes que os próprios sentimentos pregassem uma peça nela, pergunta pra ele.

J: Cê tá apaixonado pela Ignacia de verdade?

Ao ouvir a pergunta e ver o jeito que Josefina olhava pra ele, Axel pensou que ela não tava brincando, como tinha feito antes.

A: Sim... Há uns meses comecei a gostar dela e, aos poucos, acabei amando ela. Sei que cê não me engole, mas se me der uma chance de me conhecer, vai ver que não sou um cara ruim, muito menos vou machucar a Ignacia.

J: (Sorri de novo) Entendi... Mas é muito difícil você e a Nacha ficarem juntos, por vários motivos. Ponto um: ela não é virgem como você.

A: Eu já desconfiava, mas mesmo assim, isso não devia ser um impedimento pra conquistar ela.

J: Olha, vou ser bem sincera com você, o que vou te falar não é brincadeira nem enganação minha. A Nacha gosta de foder com homens mais velhos.

Josefina pensou que, ao ouvir aquelas palavras, a imagem que Axel tinha de Ignacia começava aos poucos a se despedaçar, mas não era hora de ter pena, ela foi além e revelou a verdadeira cara da irmã gêmea dela.

J: Ela perdeu a virgindade há muito tempo, com um colega do pai, o velho tinha uns 58 anos, era bonitão e não aparentava a idade. Ele, como todo mundo, era louco pelas nossas bundas. Um dia ele ficou na casa e a Nacha viu ele tomando banho, reparou que ele tinha uma pica boa e entrou no chuveiro com ele, transaram igual uns loucos, os gemidos dela chegavam até o meu quarto. Por sorte, papai e mamãe já tinham saído e a Diana tava na escola de balé. Desde então, ela já comeu vários caras, o mais novo tinha 30 anos. Até hoje, quando foi te buscar no aeroporto, ela trepou com um homem mais velho, o cu dela tá arrombado de tanta porrada que levou, ela é uma puta completa, mesmo que não pareça. Agora me diz, com tudo que eu te falei, você ainda ama ela?

Axel ficou mudo por uns minutos, processando aquelas palavras, entendendo várias coisas, tipo por que a Ignacia estava solteira e lembrando dos barulhos que ouviu enquanto estava no carro e do jeito safado dela quando voltou. O garoto juntou as peças e chegou à conclusão de que a amada dele tinha ido foder com o cara que bateu o carro no estacionamento. Depois de refletir, olhou pra Josefina e disse:

A: Mesmo sendo uma puta viciada em pica de coroa... Eu continuo amando ela, nada vai mudar isso.

J: (Surpresa) Você é realmente maluco.

A: Josefina, se você pensou que eu ia parar de amar ela só por me contar isso, estava muito enganada, porque o amor já é idiota por si só, às vezes você ama e não é correspondido. correspondido, mas ao mesmo tempo você pode estar partindo o coração de alguém pelo mesmo motivo.

J: E o que você vai fazer? Continuar comprando colares ou joias pra conquistar o coração dela? Se for assim, você tá ferrado, o que ela quer e precisa é de uma boa rola e ser comida direito.

A: E o que você sugere? Já que sou virgem e só beijei uma garota na vida toda.

J: A sua ex?

A: Sim... Ela dizia que eu beijava bem, mas não sei se aquilo é verdade ou não.

Josefina olha com malícia, o plano inicial dela era humilhar o pobre rapaz, depois pensou que devia ser sincera com ele e contar a verdade sobre a irmã e, naquele momento de fraqueza dele, conseguir enganá-lo pra mostrar o que escondia entre as pernas, mas assim como Axel, acabou aceitando o lado puta da Ignacia, tudo mudava de novo e agora a situação ficava mais interessante pra ela, tá muito tarada e só de pensar no que ia propor pro jovem, já ficava mais excitada.

J: Te proponho o seguinte... Aulas.

A: (Confuso) Aulas? Aulas de quê?

J: Sim... Aulas comigo... Ou seja, eu vou te ensinar como tocar uma mulher, também a beijar e, por último, dar prazer...

Josefina morde o lábio inferior, sentia que o rapaz estava ficando excitado de novo, sabia que com o que tinha dito não ia convencê-lo totalmente, então antes que Axel dissesse algo, ela continuou.

J: Quando você estiver pronto, vai foder minha irmã com esse brinquedinho seu, satisfazendo ela muito bem, ela vai se transformar na sua escrava sexual automaticamente. Não prometo que ela vai ser fiel ou que vai perder a putaria, mas ela sempre vai querer que você a foda, as pernas dela vão estar sempre abertas pra você.

Axel ao ouvir a proposta—de quem ela considerava sua inimiga—, não encontrava falhas, já que tentar mudar a Ignacia era um suicídio, mas se transformar no melhor amante dela não era nada absurdo. Então, o jovem encara fixamente a gêmea da sua amada, que o observava cheia de desejo.

A: (Engole seco) Aceito.

Ouvir essa palavra animou muito Josefina, que começava a sonhar em estar nos braços do garoto que há algumas horas atrás odiava. A moça começou a dar pulinhos e, ao fazer isso, suas pequenas mas deliciosas tetas passaram pelo rosto de Axel, que, ao senti-las, começou a desejar poder chupá-las e morder aqueles mamilos com piercing.

J: Você não vai se arrepender, juro que serei a melhor professora, e você e eu vamos nos divertir muito.

Josefina, com todo o seu peso, empurra o rapaz, que fica estendido no chão. Ela sorri e pega as mãos do jovem, levando-as diretamente para a sua bunda. Axel, surpreso e com medo, olha para a garota e diz, enquanto tira as mãos da bunda dela.

A: Você está louca? Sai de cima? Podem nos encontrar.

J: (Sedutora) Lição número um: nunca tenha medo, porque o medo gera dúvidas e as dúvidas nos levam ao fracasso.

Ela pega as mãos do rapaz novamente enquanto dizia aquilo e as coloca de volta em suas nádegas.

J: Vamos colocar em prática sua primeira lição agora. E como faremos isso? Simples, você só precisa massagear um momento, para ser exata, minha bunda, porque quero sentir suas mãos de novo.

Ela morde o dedo indicador de forma sedutora. Axel não tinha outra alternativa e obedece, embora no fundo ele também estivesse gostando daquilo, já que seu pau voltava a ficar ereto.

J: Mmm... É tão gostoso... Tenho certeza de que, se você tocar assim a bunda da minha irmã, ela vai adorar tanto quanto eu...

A tensão entre os dois jovens aumentava. Axel começava a pensar em roubar um beijo da sua mentora, mas a moça, astuta, sabia que não podia se mostrar fraca diante dele, já que, se chegassem a se beijar, o mais provável que iam acabar transando e ela queria tornar essas lições mais divertidas. Com essa ideia, ela interrompe a massagem que seu pupilo estava dando, se afasta dele e fica de pé.

J: Você estava passando protetor solar em mim, lembra, né?

A: (Ainda meio grogue) Sim...

J: Beleza, termina de fazer isso e depois vamos aproveitar o dia, duvido que a Ignácia acorde hoje e, se acordar, vai ser só de noite.

A: (Levantando-se) Aliás, o que vamos falar pra Ignácia e pra Diana?

J: (Se fazendo de sonsa, enquanto se deita) Sobre o quê?

A: (Olhando fixamente pra bunda da garota) Sobre a mudança na nossa relação.

J: Aah, isso... Não sei, talvez eu fale que você se apaixonou por mim.

A: Ha, boa piada, a Diana sabe dos meus sentimentos pela Ignácia.

J: Agora entendo por que esses métodos tão bestas e bregas pra surpreender a Nacha. Lição número dois, nunca dá ouvidos pra Diana, ela é muito ingênua e ignorante.

Axel pega o protetor solar e espalha nas mãos, começa pelas costas, mas aquilo não agradou Josefina.

J: Senta do jeito que tava antes, é ordem, ok?

O garoto não fala nada e entra na brincadeira, senta entre as pernas da moça e ela, bem caprichosa, começa a mexer os quadris pra trás, pra aquela bundona enorme bater no pau do Axel. Ele, sentindo aquilo, já não age de forma respeitosa, nem tenta esconder o tesão, então estica um pouco o corpo sobre a mentora e começa a sentir como as nádegas dela pareciam estar masturbando ele, era uma sensação incrível. Josefina, disfarçadamente, morde os lábios e solta suspiros gemidos, tava completamente com tesão, adorava sentir o pau do garoto entre as bundonas dela.

J: Aaxeel...

A: Fala?

J: Tee... Inco... Moo... do... muito? (Fechando os olhos)

A: Não sei, isso depende de você, de quanto quer ficar protegida do sol.

A cabeça da moça começa a A mente dela foi ficando nublada, as ideias escapavam, ela só queria que o Axel baixasse a calça e enfiasse aquela pica que tava deixando ela louca. Não tava nem aí se as irmãs dela vissem ela sendo comida pelo moleque ou o que iam falar, ela só queria ser domada pelo antigo inimigo, que virou aluno dela e também interesse sexual. Josefina abre os olhos devagar de novo, tava decidida a pular os joguinhos que tinha planejado e foder com o Axel como se não houvesse amanhã, mas iam ser interrompidos. O celular do moleque toca bem naquela hora, o jovem para de esfregar o pau dele entre as nádegas da Josefina e de passar protetor solar, levanta, pega o celular e atende.

Era a mãe dele, ligando pra saber como ele tava, aquilo irritou a mina, já que ela tava pensando em se divertir, suspira e balança a cabeça de um lado pro outro, enquanto pensa que o Axel era um filhinho da mamãe. O tesão da Josefina tinha ido embora e o clima tinha ido pro saco, quando o moleque termina de falar com a mãe, ele volta pra perto da jovem e vê ela puta, pergunta ingenuamente.

A: O que foi? Por que você tá brava?

A mina olha pra ele e sente que ele tá tirando uma onda com a cara dela.

J: Não é nada, por hoje acabou. Agora vai pra qualquer canto e me deixa sozinha, que eu preciso pensar.
Axel não entendia a mudança de atitude da mina, mas não queria brigar, então obedece. O moleque vai pro quarto onde ia dormir, o pau dele ainda tava bem duro e ereto, então assim que chega no quarto, fecha a porta e se joga na cama pra desabotoar a calça e baixar ela junto com a cueca, e assim se tocar com a mão, mais uma vez, só que ele tinha esquecido de trancar a porta.

Na piscina, Josefina começa a nadar, mergulhando na água pensando em como ir deixando isso mais divertido e dar um castiguinho pro Axel por ter estragado a situação anterior. Tirando a cabeça da água, respira fundo e começa a nadar de costas, enquanto diz para si mesma,Preciso envolver a Diana nisso, mas como? Ela, diferente de Ignacia e de mim, acredita no amor, na vida a dois, no casamento e em formar família. É como se fosse adotada.No quarto do garoto, ele continua se tocando com a mão, pensa nas bundas das gêmeas, lembra como foi gostoso quando o pau dele estava entre as nádegas da Josefina e, mesmo de calça e cueca, foi uma experiência incrível. Diana e Alessandra saíram do quarto onde estavam, a jovem ruiva levava a câmera na mão porque queria tirar umas fotos, Diana a acompanhava porque ia precisar da ajuda dela. Elas estavam bem concentradas, mas quando se aproximam da escada, ouvem um gemido vindo do quarto do Axel, as duas se olham e Alessandra não escondeu a vontade de saber o que o cara tava fazendo, então chega perto da porta.

Diana, por sua vez, corada, se aproxima com timidez e quer que a amiga não faça nada pervertido, mas a moça ruiva adorava se arriscar e começou a girar a maçaneta devagar, percebe que a porta não estava trancada, então começa a abrir lentamente, abrindo pelo menos uns seis centímetros. Do ponto de vista onde as duas moças estavam, dava pra ver perfeitamente o Axel, deitado na cama se masturbando, o cara tava de olhos fechados, então não percebeu que a porta tinha aberto um pouco.

Diana, pela primeira vez na vida, sentiu um frio na barriga e uma excitação enorme, ela se apaixonou pelo garoto quando ele ajudou e apoiou ela num momento difícil da vida dela, porque ela não é igual às irmãs, sentia que falar de assuntos tão sensíveis com elas não ajudava, então começou a se abrir com o cara, já que no começo queria ele como um irmão, mas depois percebeu que amava ele, só que o amor dela não foi correspondido, porque o Axel acabou se apaixonando pela Ignacia.

Ver ele naquela situação fez a buceta dela ficar molhada e ela começa a descer os dedos lentamente até o sexo dela, brincando com o clitóris, leva a mão livre em direção à boca dela, para evitar qualquer gemido. Alessandra também estava excitada com a situação morbosa que tinha criado, então ao ver a amiga se masturbando, ela também sentiu vontade e começou a fazer o mesmo. Elas eram as primeiras a ver o pau do garoto, que não ficava devendo nada ao de Oscar, já que eram bem parecidos — talvez no comprimento fosse um pouco menor, mas na grossura era bem maior. Com certeza, as gêmeas iam enlouquecer por aquele pau, já que Josefina, só de esfregar a bunda nele, ainda dentro da calça e da cueca, tinha ficado cheia de desejo e frágil. Falando nela, a loira já tinha saído da piscina, se secado e entrado em casa, mas ainda não tinha subido as escadas, embora estivesse prestes a fazer isso.

Voltando para Diana, ela queria poder entrar e chupar o pau do amigo que tanto amava, queria devorar ele e que a enchesse de porra e depois a fodesse como uma qualquer, sem dúvida estava disposta a entregar a virgindade. Alessandra também queria a mesma coisa, mas nenhuma das duas tinha coragem de entrar e agir como uma puta, então ficaram na mesma posição por alguns minutos, até que, num momento de impulso, a ruiva quis tirar uma foto do pau de Axel, mas sem perceber, empurrou Diana, que caiu de cara no chão. O garoto, assustado e envergonhado, puxou a cueca o mais rápido que pôde para cobrir o pau duro.

Ver Diana no chão despertou nele sentimentos de terror, vergonha e prazer ao mesmo tempo. Ele não percebeu que Diana tinha uma mão dentro da calça jeans, mas notou a presença de Alessandra, que segurava a câmera. Olhou de novo para a irmã mais nova e disse, num tom confuso:

A: Diana, o que você está fazendo aqui?

Diana não sabia o que responder, estava completamente envergonhada e não queria que o amigo percebesse que ela tinha uma mão dentro da calça jeans, especificamente na sua buceta. Então ele ficou em silêncio e na mesma posição, aquilo só fez com que Axel começasse a acreditar que estavam espionando ele, mas Alessandra, muito esperta, responde pela amiga.

Al: Só queríamos que você fosse tirar umas fotos com a gente.

A: E por que não bateram?

Al: Batemos, sim, mas você não respondia, até a Diana gritou seu nome, mas você não respondia. Sabíamos que você estava aqui porque vimos você entrar, então, sem outra opção, abrimos a porta, mas meus peitos (apertando-os com as mãos) acabaram empurrando a Diana e ela caiu.

Axel era muito ingênuo, e ainda por cima estava tão concentrado se masturbando que aquela farsa parecia super crível pra ele. Além disso, Alessandra sabia usar o recurso dos seios dela pra distrair o garoto e aproveitar que a imagem da Diana, pra todo mundo, era de uma garota inocente e não de uma pervertida. Axel não teve escolha a não ser acreditar. Josefina sorria enquanto estava parada na escada, ela tinha visto as duas garotas se tocando enquanto espiavam o jovem, e agora tinha motivo pra envolver a Diana no jogo dela.

J: (Quase sussurrando) Quem diria, tão inocente que você parecia, Dianita. Por outro lado, também não seria ruim envolver a peituda na jogada.

Josefina, com um rosto vitorioso, continuou seu caminho. Diana, por sua vez, estava se acalmando, mas quando levantou o olhar e viu o jovem na frente dela, o rosto dela ficou vermelho de novo, porque ainda tinha a mão enfiada na buceta. Ela não queria que ele visse ela tirando a mão do órgão sexual dela, porque isso daria motivo pro Axel duvidar da mentira da amiga. Mas Alessandra, sabendo que ainda não estavam completamente seguras, deixou a câmera na cama e se aproximou do garoto, dizendo:Desculpa aí, mas a gente precisa da sua ajudae leva o rosto dele para os peitos dela, desse jeito, Diana teve tempo de tirar a mão da própria entreperna.

Axel só conseguiu puxar a cueca pra cima, a calça estava meio caída, mas sentir o rosto entre aqueles peitões brancos fazia ele esquecer disso e só curtir estar ali no meio. Então, Alessandra também não perdia a chance de tocar a pica do garoto, pela perna direita dela ela esfregava o pau dele que ainda tava duro, e como a cueca não cobria tudo, o movimento da ruiva levantava a camiseta que escondia o resto da pica do Axel. Ele, ao sentir de leve o joelho da garota peituda bater na parte do pau que a camiseta cobria, ficou envergonhado porque lembrou como tava exposto. Diana, com ciúme, levantou do chão e falou pra amiga.

Di: Alessandra, já chega, não acho que o Axel queira ajudar a gente, já que ele provavelmente quer descansar da viagem.

A garota ruiva sabia que a amiga tava com ciúme, que queria estar no lugar dela e poder roçar aquela pica que tinha deixado as duas loucas. Aquela cena excitava ela ainda mais, então continuou com o joguinho.

Al: É que Diana, você me disse que o Axel-senpai era muito bom tirando fotos e quero ver com meus próprios olhos o potencial dele.

Axel tava completamente perdido, porque era tanta excitação que a qualquer minuto ele ia soltar a porra, já até sentia um pouco de esperma começando a escorrer pela cabeça da pica dele, e como a Alessandra continuava esfregando a perna no pau dele, ele só tinha uns dez segundos antes de gozar.

A: Ok... Vou ajudar vocês, mas para de mexer a perna assim, por favor.

Alessandra parou, mas não pelo pedido do jovem, e sim porque viu o rosto da amiga, que já não tava com ciúme, mas sim envergonhada. Diana não queria que o garoto de quem ela gostava pensasse que ela era uma pervertida e uma qualquer. Al: Ok, senpai. (Se separando) A gente vai te esperar no jardim.

A menina ruiva pega a câmera dela que estava na cama e sai junto com o amigo. Axel fecha a porta e fica parado ali mesmo, tira a camiseta e cobre o pau, bate duas punhetas e começa a sair uma porrada de porra. Era a segunda vez que gozava no dia, era a segunda peça de roupa que sujava com a descarga dele. Com a mesma camiseta, ele termina de limpar o resto de porra que ainda tinha no membro. O jovem suspira e procura algo novo pra cobrir o torso. Enquanto isso, as duas meninas começam a conversar.

Al: Caralho, que pica enorme que o teu amiguinho tem, se não fosse pela cara que tu fez, eu ia levar ele ao limite, porque oportunidades como essa não aparecem sempre.

Diana continuava envergonhada por ter sido fraca e desejado o amigo, sabendo dos sentimentos dele pela irmã dela. Ela achava que era uma amiga ruim e uma irmã de merda.

Al: Imagina como deve ser ser coberta de porra por essa pica ou engolir ela inteira com a boca... (Morde o lábio inferior) Ou melhor ainda, ser penetrada... Aaah, só de pensar nisso já fico toda molhada. Desculpa, amiga, eu sei que tu gosta dele, mas quero dar pra ele.

Di: (Suspira) Alessandra, ele gosta da minha irmã Ignacia, a gente não pode interferir na relação deles...

Al: Eu sei, mas eles ainda não são namorados e acho idiota e doloroso tu ajudar eles a ficarem juntos, sabendo o que tu sente por ele.

Di: Mas prometi ajudar ele e não me importo se meu coração se despedaçar no processo, contanto que eu veja ele feliz.

Al: (Abraça ela) Olha, vamos fazer um trato. A gente vai dar o nosso máximo pra eles ficarem juntos, mas se no fim das férias a idiota da tua irmã não comer o gostoso de chocolate, a gente pode tirar ele da embalagem e gozar feito umas cachorras.

Di: Isso não vai fazer de mim uma amiga ruim e uma irmã horrível?

Al: Não, porque a gente vai fazer o impossível pra estejam juntos, mas se sua irmã bobinha não quiser ficar com ele, a gente não pode fazer nada. Já que talvez o Axel não seja o tipo de garoto que ela gosta, e a gente não pode deixar esse chocolatinho sem amor.

Di: Talvez você tenha razão, porque a Ignacia não curte caras como o Axel.

Al: É a única opção que me vem à cabeça pra não ficar com um cara como ele, ou então ela é lésbica.

Di: Duvido que seja lésbica, mas nada é impossível.

Al: Então, o que você acha da minha ideia?

Di: Tá bom, se os dois não forem um casal quando as férias acabarem, você e eu podemos dar pra ele.

Al: (Sorri) Yuupii... Que pau, pra perder a virgindade.

Depois de um tempo, o Axel chegou no jardim, as duas amigas já estavam tirando fotos, e a Alessandra, ao ver o rapaz, abraça ele.

Al: Senpai, me mostra suas habilidades com a câmera, por favor.

A: Ok, (pegando a câmera) mas Alessandra, não me chama assim, por favor.

Al: Por quê?

A: Porque me dá vergonha você me chamar assim.

Al: Comigo é a mesma coisa quando você olha pras minhas tetas e eu não falo nada.

A: (Corando) Me desculpa, mas eu não consigo controlar meus olhos.

Al: (Rindo) É brincadeira, Axel, e melhor a gente começar agora que já tá ficando tarde.

Durante todo esse tempo, a garota ruiva se esforçava pra controlar a vontade que sentia pelo jovem, enquanto a Diana agia normal, mas toda vez que o amigo se aproximava dela, lembrava do pau dele e ficava sem graça.

Depois da tarde de fotos, os três entraram na cozinha pra comer e beber alguma coisa, nenhuma das gêmeas apareceu no resto do dia, a Josefina estava no quarto dela, tramando cada detalhe do plano dela, e a Ignacia continuava dormindo, pra ela o dia tinha sido muito cansativo. O Axel, a Alessandra e a Diana sobem pro segundo andar pra ir pros seus quartos.- a garotinha ruiva ia dormir junto com a amiga dela-Onde elas foram escovar os dentes, as duas minas dividiram o banheiro, o outro o jovem usou, o trio parecia estar sincronizado, já que saíram do banheiro ao mesmo tempo, e finalmente se despediram.

O moleque tinha deixado a porta do quarto dele aberta, foi pra lá com uma atitude de indiferença, não tinha passado mal o dia, mas não era o que ele tinha imaginado ou sonhado. Quando entrou no quarto e olhou pra cama, levou um baita susto, porque nela estava Josefina completamente pelada, numa pose bem provocante.

A: (Confuso) Josefina?

J: Fecha a porta, abaixa a voz e vem pra cá.

O jovem, ainda confuso, faz o que a jovem professora pede e enquanto se aproxima dela, pergunta.

A: O que você tá fazendo aqui?

J: (Sorri de forma safada) Vim te dar uma aula particular.

A: Aula particular?

J: Esqueceu do trato que a gente fez?

A: Não, mas não imaginei que você ia se infiltrar de madrugada, no quarto que vou usar pra dormir.

J: Devia tá me agradecendo, depois de tudo que vou te ensinar agora, você vai ficar mais perto de fazer minha irmã se apaixonar por você.

Josefina sabia como lidar com aquela situação, cada movimento que precisava fazer, ela esperou o momento perfeito pra começar o jogo dela. A loira supôs que Axel tinha que escovar os dentes, então esperou pacientemente até que isso acontecesse do quarto dele, pra isso, ligou a velha câmera de vigilância do segundo andar e a transmissão ia direto pro celular dela. Graças a isso, conseguiu saber que o moleque deixou a porta do quarto aberta e quando viu ele entrar no banheiro e as duas minas fazerem o mesmo, abriu o mais silenciosamente possível a porta e andou sem fazer barulho nenhum, pra surpreender o aluno dela.

Agora, que o tinha na frente dela, aproxima o pé esquerdo até o pau dele e começa a massagear.

A: Jose... Fina...

J: Axel, sei que você tem guardado aí Um brinquedo bom, mas não vamos usar ainda. Agora só quero que você chegue perto de mim e me masturbe.

A: Mais... Turbá-la?

J: Exato, vamos ter regras pra isso.

Para de esfregar o pau do garoto com o pé e abre as pernas, mostrando sem vergonha nenhuma a buceta dela.

J: Regra número um, você só pode usar os dedos, que pode enfiar na minha bucetinha e no meu cu. Regra número dois, pode usar a boca, (segurando os peitos) mas só pra chupar meus peitinhos. Regra número três, não pode me beijar. Regra número quatro, nem pense em me penetrar com seu pau e regra número cinco, se quebrar qualquer uma dessas regras, vai ter que abaixar a calça e o que tiver por baixo, levantar a bunda, pra usar esse dildo (tirando do cu) a noite toda. Tá claro?

Axel não tinha outra opção a não ser dizer que sim.Sim, só esperava que ela não fosse tão ruim, a ponto de me forçar a quebrar uma regra e ter que usar aquele dildo.

J: Sabe, me arrumei gostosa pra você, então não tenha medo e me masturba.

A: Josefina...

Ela senta ao lado dela, com um certo nervosismo aproxima as mãos na buceta da garota, tinha medo de enfiar um dos dedos, já que achava que podia machucá-la. Então, a primeira coisa que fez foi aproximar os dedos da mão direita na buceta dela e movê-los em círculos, percebeu que aquela ppk tava bem molhada.

J: Mmm... Nada mal... Pra começar...

Essas palavras fizeram com que Axel ganhasse mais confiança e segurança no que tava fazendo. Ele começa a aumentar a velocidade da mão direita, enquanto, com a esquerda, percorria lentamente aquela raba da garota, ela ao sentir o percurso ficava mais excitada, mordia os lábios e queria que o jovem já enfiasse os dedos dentro daquela buceta molhada e faminta.

J: Oooh... Axel, nem pense em parar...

O corpo da novinha tava pegando fogo, nunca tinha se sentido tão excitada antes, aqueles dedos longos do jovem estavam enchendo ela de desejo. Os gemidos dela começavam a ficar cada vez mais altos, então ela leva o travesseiro à boca, pra evitar que os gemidos acordassem as outras.

J: (Mordendo o travesseiro) Axel... Me fala alguma coisa...

Mas o garoto tava completamente concentrado no serviço, o ritmo era muito mais rápido que antes, a mão esquerda dele tava dentro daquelas nádegas e brincava carinhosamente com o cu da novinha, aquilo fazia ela se sentir tão bem, que não conseguiu evitar de gozar. Os dedos, ou melhor, a mão inteira do Axel, tinha sido banhada pela gozada da Josefina, que para de morder o travesseiro e deixa ele cair. O garoto achava que tinham terminado, então afasta as mãos do corpo dela, ela meio irritada olha pra ele com raiva.

J: O que você pensa que tá fazendo? Eu não te mandei parar.

A: (Confuso) Achei que a gente terminava se eu te fizesse gozar.
J: Não, então coloca suas mãos de novo na minha bucetinha e bum, não importa quantas vezes eu gozar, você não vai parar até eu falar que já deu, entendeu?
A: Sim...

Para Axel, masturbar aquela putinha não era uma tarefa muito fácil, ele ainda pensava que se enfiasse os dedos dentro da buceta da garota ia machucá-la, e ainda por cima o pau dele estava durasso, queria pegar um ar fresco e ser satisfeito, mas não podia. Ele repetiu os movimentos que já tinham agradado Josefina, e ela sentia de novo o corpo pegando fogo, não conseguia entender como um virgem a excitava tanto.

J: Sabe... É gostoso... Mas... Oohh... Quero... Ahg... Que... Que... Ohh... Você enfie... Seus dedos longos... Aaah... No meu cofrinho... Oooh...
A: Tenho medo de acabar te machucando, porque é minha primeira vez fazendo isso e talvez eu faça errado e acabe ferindo sua buceta...
J: Nãoo... Mmm... Seu bobo... Uughn... Eu vou te guiar... Eeeh...
A: Ok... Tudo o que você mandar eu vou fazer.
J: Uuugh... Uuuugh... Sabe qual... É meu clitóris... Né?
A: (Corando) Sim, é aquele que tem formato de feijão e quando eu toco nele, você grita...
J: Aah... Isso... Oooh... Quero... Que você toque ele com seus dedos...

Axel para e se abaixa para ter uma visão melhor da buceta, ele sabia que o clitóris era uma parte sensível, então, com muito cuidado, pegou ele com os dedos. Josefina fechou os olhos e ao sentir o clitóris nos dedos do garoto, não aguentou mais e explodiu de prazer, aqueles sucos jorraram até o rosto do rapaz, que, surpreso, provou e percebeu que tinha um gosto gostoso.

J: Viu, não me machucou... Agora, enfia seus dedos... Se quiser, vai colocando um primeiro e depois os outros...
A: Ok...

O garoto sentou de novo na cama, se aproximou da sua jovem mentora, enquanto pensava em qual dos seus Dedos seria o sortudo, de estar dentro dessa bucetinha. Ele escolhe o mindinho, já que é o mais curto junto com o polegar, mas este último é mais grosso. Novamente mexia os dedos em círculo, enquanto aos poucos ia enfiando o dedo mindinho na vagina da garota. Axel percebia o quanto era molhado por dentro e como seu dedo era quase sugado pelo órgão sexual da jovem.

Depois de ficar alguns minutos brincando com o dedo mindinho dentro da vagina de Josefina, Axel tira ele e leva à boca, saboreando os sucos da garota. Surpresa, ela fica ainda mais excitada, porque aquilo não ia contra as regras dela, que, aliás, eram só uma forma de brincar com a mente do rapaz e ver se ele topava correr um risco. Ela não ia enfiar o dildo se ele quebrasse uma, mas ao mesmo tempo, as regras estavam ali pra ela conseguir se controlar. O jovem, depois de chupar o dedo mindinho, volta a enfiá-lo na vagina da garota, mas dessa vez, vinha acompanhado do dedo anelar. A garota, ao sentir os dois dedos dentro da buceta, morde os lábios e começa a soltar gemidos baixinhos, olhando pra Axel cada vez com mais tesão.

O rapaz tira os dois dedos e faz a mesma coisa da vez anterior: leva à boca e saboreia aqueles sucos que tanto gostava. O próximo passo foi enfiar três dedos, o que fez a garota soltar um gemido mais forte e se jogar na cama. Ela começou a sentir Axel se aproximando, pensou que ele fosse beijá-la e estava pronta pra receber aquele beijo, desejava tanto aquilo, porque só queria provar aquela boca, mas o rapaz não quebra a regra número 3. Em vez disso, faz o que a regra número 2 permitia: chupar aqueles peitinhos.

Axel chupa primeiro o mamilo direito. Era estranho pra ele passar a língua no piercing, mas aos poucos foi se acostumando e adorava sentir a língua brincando com o brinco. Josefina, ao sentir uma mordidinha... no mamilo dela, ela grita de prazer, tava sendo completamente domada por um cara que era virgem, ela não aguentou mais e quando o menino começou a chupar o mamilo esquerdo dela, ela gozou de novo.

J: (Recuperando o fôlego) Beleza, pronto... Terminei a lição...

Axel para e olha pra ela meio corado, com inocência pergunta.

A: E aí, como eu fui?

Josefina pensou que ele tava zoando ao perguntar aquilo, mas vendo ele todo corado e com uma cara de dúvida, percebeu que o garoto não tava tirando onda.

J: (Ri) Espetacular... Muito melhor do que eu imaginava e por isso você ganhou um prêmio, meu amor.

Ela estica os braços pros ombros do menino, empurra ele enquanto se deita em cima, sentando no pau dele e começa a rebolar a cintura, fazendo a bucetinha dela masturbar o pinto do Axel, que já tava no limite.

J: (Morde o lábio) Esse menino tá sofrendo, vamos dar um alívio pra ele, ok?

O garoto só começa a respirar cada vez mais rápido, Josefina desabotoa a calça e libera a parte do pau que tava saindo da cueca, ela abaixa um pouco a calça dele e senta de novo no pinto do jovem, mas na parte coberta pela cueca. Chega mais uma vez no rosto da presa dela, que toca suavemente com as mãos e volta a rebolar a cintura, pra cima e pra baixo, vê ele gemendo de prazer, então não aguentou mais, queria provar aquela boca e beija ele.

Josefina enfia a língua devagar na boca dele, queria percorrer cada pedaço, saborear como se fosse um doce, Axel se surpreendeu no começo, mas depois entrou na brincadeira, ele também tava doido por aquele beijo. O garoto leva as mãos na bunda dela, que ao sentir se enche de prazer e começa a devorar a boca do jovem, sem parar de rebolar a cintura, então Axel começa a enfiar os dedos entre as nadegas delas e, quando os dedos estavam perto do cu dela, enfia um lentamente. Josefina não aguentava tanto prazer e gozou de novo, o que fez com que Axel também gozasse.

A descarga do moleque cobre o torso dele e o dela. Josefina começa a se afastar dele com um sorriso de satisfação.

J: Até aqui chega tua recompensa, campeão.

Ela desce e sai do quarto andando bem fraquinha, tinha sido satisfeita de um jeito que nem imaginava, mal conseguia dar um passo, mas seguiu até o quarto dela, onde se jogou na cama. Com as mãos, lentamente tirava o esperma que tinha no corpo, que enfiava na boca, saboreando desesperadamente, como se nunca tivesse provado algo assim.

J: (Sorri) Que porra gostosa.

Assim continuou por um bom tempo até tirar todo o esperma que tinha e depois pensou com cuidado,Tô criando um monstro... Queria que ele fosse só meu, mas ele vai querer comer a Ignacia... Que inveja que tenho de você, Nacha, vai aproveitar uma fera que não merece"...Agora que o plano tá em andamento, qual vai ser o próximo passo da Josefina?

Bom, espero que vocês tenham gostado dessa segunda parte, adoraria que deixassem algum comentário sobre a história. Por fim, agradeço também a quem mostrou interesse nesse trabalho e deu aquele apoio.

Ps: O que acham da personagem da Josefina?

4 comentários - Férias Quentes. Capítulo II “Aulas com a Inimiga”