Mariola

Por SandraEMariola
amadoraMe chamo Mariola, e o que vou contar foi minha primeira experiência com sexo. Poderia contar uma história quente de como, quando era criança, fui fodida apaixonadamente e iniciada no sexo, mas claro que seria mentira: as primeiras experiências com sexo são solitárias, quase sempre, e meu caso não é exceção. Eu era uma loirinha de cara angelical, com cabelo curto, cortado no estilo garçonne: Meu irmão mais velho sempre dizia que eu parecia uma francesinha. A verdade é que me desenvolvi cedo pra minha idade, fui uma das primeiras da minha turma a menstruar, e bem cedo comecei a ter pelos. O que mais se notava eram os peitos, que cresceram rápido e proeminentes, me causando uma vergonha danada. Notava que os garotos (e até os homens) me olhavam de um jeito diferente, estranho... e comecei a andar quase sempre curvada, ou levando a pasta pra aula na frente do peito com os braços cruzados. Hoje, com trinta e poucos anos, a coisa mudou bastante, continuo tendo um corpo gostoso e mantendo meu jeito de francesinha. Mas agora adoro provocar os homens. Trabalho como secretária, e sempre que posso me insinuo pro meu chefe ou pros meus colegas de trabalho... mas isso é outra história. Naquela época, dava pra dizer que eu era muito careticeira pra questões sexuais, mas na minha família esse era um assunto que nunca se tocava. Minha mãe me explicou o mínimo necessário quando tive minha primeira menstruação, mas nada além, e claro que desse assunto não se falava na frente dos homens da casa, nem meu pai nem meus irmãos. Coisas da época, suponho. Como eu era a mais velha das meninas (tenho uma irmã, Ana, Anita, três anos mais nova que eu), fui a primeira, e com meu jeito tímido, também não tinha amigas íntimas o suficiente pra falar desses assuntos. Além da minha irmã mais nova (que na época tinha 11 anos), em casa morava meu irmão Carlos (de 12), e meu outro irmão (Pedro) já era um baita homenzarrão de quase 21 anos que Acabava de me independizar e morava sozinho, num apartamentinho, então deixei o quarto só pro Carlos. Eu, por outro lado, tinha que dividir o meu com a Anita, pra minha desgraça, porque naquela época a gente não se dava muito bem. Como eu disse no começo, não tinha muita experiência em matéria de sexo... bom, isso é um eufemismo, na real não tinha nenhuma. Mas um dia, por aquela época, aconteceu uma parada. Um dos caras repetentes, o Manolo, que todo mundo, até os professores, chamava pelo sobrenome: Parrón, era grandão pra idade dele, dois anos mais velho que o resto da turma, e trouxe uma revista pornô. O Parrón era aquele típico encrenqueiro que não tava nem aí pra nada, e só tava na escola porque não tinha escolha. Não sei que fim ele levou, acho que assim que terminou o ensino fundamental não continuou estudando, pra quê? O fato é que naquela época ele tinha o grupinho dele, formado pelos outros repetentes e mais uns baderneiros da sala. Ele não ligava pros professores e os professores também não ligavam muito pra ele. Naquele dia, no recreio, vi uma puta confusão em volta do Parrón, e o que me surpreendeu é que não era só a panelinha dele que tava em volta, mas quase todos os meninos da sala. Além disso, eles entravam e saíam em grupos do banheiro, no fim do corredor. Eu achei que fosse pra fumar escondido, porque eles sempre faziam isso no recreio com os cigarros que roubavam dos pais. Mas dessa vez parecia diferente, e me deu uma curiosidade. Bom, na real deu curiosidade em quase todas as meninas da sala, mas claro, eu era tímida demais pra chegar perto do grupo e ver o que tava rolando. — O que será que esses caras tão tramando? — me perguntou a Sandra. A Sandra era minha melhor amiga, e quem sentava do meu lado na sala, uma garota pequenininha, muito miúda, e super gente boa e carinhosa com todo mundo. — Sei lá. Acho que tão fumando, como sempre — falei. — Não, acho que não, olha a bagunça que eles tão fazendo. Nessa Na hora, Carmen nos ouviu. Carmen era a mais "esperta" do grupo. Minha mãe não gostava dela, e sempre dizia que eu não devia me misturar com esse tipo de gente. — Bom, eu vou descobrir — disse Carmen. E, sem pestanejar, se aproximou do grupo de meninos. Não me surpreendeu muito. Carmen era atrevida, desbocada, falava palavrão, e todas sabíamos que ela fumava escondido e que se pegava com um menino de outra turma. Coisas que, pra gente, eram impensáveis. De onde estávamos, deu pra ouvir Carmen e Parrão discutindo. Eram um pro outro. Embora os meninos do grupo não quisessem, Parrão mostrou uma revista escondida pra Carmen e a desafiou: — Isso aqui, você nunca viu, patricinha. — E você sabe o que eu já vi ou deixei de ver, sabichão? Anda, deixa eu ver. — Nem louco, se me pegarem com isso, sou expulso, e nem quero pensar no que vou aguentar do meu velho. — Qual é, prometo que vou ver escondido. No banheiro. — Beleza, do jeito que a gente faz, certeza que ninguém descobre, he he — disse um menino do grupo —, não é, Parrão? E todos caíram na risada. No fim, depois de algumas provocações, Carmen conseguiu picar Parrão, e ele passou a revista pra ela. Suponho que porque a gente tava mais perto, Carmen, com a revista escondida e enrolada, veio até nós. — Parrão trouxe uma porno. — Uma o quê? — Uma porno, você não sabe o que é? Uma revista Promiscuous. — Vamos ver no banheiro — disse uma das amigas da Carmen. Eu não queria me meter nisso, mas a curiosidade tava me matando. Foi a Sandra quem, pra minha surpresa, topou na hora, então eu fui junto e entramos no banheiro feminino. Eu nunca tinha visto uma revista assim: era bem grossa, quase não tinha texto e tava cheia de fotos pornográficas. Realmente, eu nunca tinha visto uma rola. Bom, isso não é totalmente verdade: quase dois anos atrás, quando o Pedro ainda morava em casa, entrei sem querer no banheiro quando ele saía do chuveiro e o vi pelado, mas quase Não deu tempo de ver nada porque ele se cobriu na hora enquanto gritava comigo. E com certeza não tinha nada a ver aquela coisinha enrugada com o pedaço de pau que aparecia na revista. — Isso deve ser mentira, montagem — disse Sandra. — O que você sabe? Os caras têm assim mesmo — respondeu Carmen. Na revista mostrava um técnico de antena chegando na casa de uma mulher pra consertar a antena, e na terceira foto ela já estava meio nua com a pica dele na mão. Eu comecei a sentir uma sensação estranha, tipo um formigamento, acho que fiquei excitada. Mas o negócio é que não deu tempo de ver muito: Carmen era quem tava com a revista, que por sinal tava bem surrada, com a capa meio rasgada e quase sem grampo. E algumas páginas estavam quase grudadas umas nas outras. Na verdade tinham estado grudadas, e dava pra perceber porque ao desgrudar, levaram parte da foto, deixando áreas de papel branco em alguns lugares. Eu já sabia que os homens metiam a coisa deles nas mulheres, mas logicamente nunca tinha visto, e me perguntava como aquilo ia caber na mulher. Eu comparava com minha bucetinha, tão pequena e fechadinha, e não via como... até que viramos uma página e eu vi,... uau! — Dói, né? — perguntei ingenuamente. — Mas como você é boba, Mariola. Dá muito prazer. — Carmen me olhou com desdém enquanto falava. — Ah, lá vem a sabichona, como se você tivesse muita experiência. — Mais que você, Sandra, com certeza. De qualquer forma, o que mais me chamou a atenção foi que antes de meter, a mulher, nas fotos, começava a chupar. Como é que podia colocar aquilo na boca? Afinal, era por onde os caras mijavam. — Eca! que nojo! Por que ela faz isso? — Os caras adoram. — Sim, mas é nojento. — Bom, você também vai fazer um dia. — Nem morta. Não imaginava o quanto eu ia demorar pra desmentir minhas próprias palavras. Eu continuava comparando o que via nas fotos com minha única amostra real: a coisinha enrugada do meu irmão. maior, e eu ficava excitada imaginando ele assim, tão grande e duro. Nas últimas páginas, o tio tirava o pau e começava a esfregar na mulher por cima da buceta, entre as pernas. — Pra que ele faz isso? Não era pra ser dentro que tem que ficar? — É pra tirar a porra e não deixar ela grávida. — A porra? — Sim, olha — e a Carmen virou outra página onde tinha várias fotos de uns jatos brancos saindo do pau do tio e lambuzando a mulher, a buceta dela, o umbigo. — Tá vendo, essa coisa branca é a porra, e os homens têm que tirar quase todo dia. — Ah, para! — É sério, não viu que senão os ovos começam a inchar? E dói. — Isso não pode ser verdade, porque senão quem não tem namorada não conseguiria fazer todo dia. — Bom, eles também podem tirar sozinhos. — Como? — Mariola, filha, você é mais burra que uma porta. Como eu disse, eu me sentia muito estranha, mas o negócio é que mal deu tempo de fazer nada, porque logo tocou a campainha e a gente teve que voltar pra aula... e a revista de volta pras mãos do Parrón. Ao voltar pra casa no ônibus, eu continuava obcecada com o que tinha visto no papel e na realidade, e ficava cada vez mais excitada. Descobri que se eu sentasse com as pernas de um certo jeito, com o balanço do ônibus dava uma sensação muito gostosa, porque minha calcinha, por baixo da minha saia de colegial, tinha se enfiado na minha rachinha, apertando deliciosamente. Mas infelizmente a viagem de ônibus acabou e eu cheguei em casa, onde me esperavam os deveres, o jantar, e tal. O calor que eu tinha sentido passou, mas à noite, já na cama com a luz apagada, não conseguia dormir, ao contrário da Anita, que já tava dormindo na cama do lado há um tempão. Comecei a pensar no que a Carmen tinha dito, e não conseguia acreditar direito. Eu nunca tinha visto meu irmão Carlos fazer nada pra tirar a porra como ela falou, nem nada que me fizesse desconfiar. Claro que Carlos ainda era pequeno naquela época. E aí comecei a pensar no Pedro, meu irmão mais velho. Ele agora tinha namorada, então comecei a imaginá-lo com a Sara, a namorada dele, igual ao tio da revista — será que eles faziam aquelas coisas? Será que a Sara metia na boca dele? Claro que com a Sara ele não tinha nem um ano. E antes? Como é que meu irmão se virava? O caso é que com esses pensamentos comecei a me sentir estranha de novo, e notei que estava ficando molhada lá embaixo. Infelizmente agora eu não tinha nem minha calcinha, só a calça do meu pijama, nem o balanço do ônibus, então não era a mesma coisa. Aí me veio uma ideia: peguei o travesseiro e coloquei debaixo do meu corpo, e fiquei de bruços em cima dele, abraçando-o entre as pernas. E comecei a me mexer, imitando o movimento do ônibus. Mas não era a mesma coisa, embora não fosse ruim, então logo voltei a ficar de barriga pra cima na cama. O caso é que com o tesão que eu tava, não tinha jeito de dormir. E naquele momento me deu vontade de me tocar. Com cuidado, enfiei a mão por dentro da calça do pijama e comecei a me esfregar lá embaixo, no começo devagar, mas cada vez mais rápido. Nossa, que sensação. Nunca tinha sentido nada igual, era muito gostoso, mas começou a me dar uns calores... eu devia estar com a cara vermelha, e comecei a suspirar e a ofegar um pouco. Me imaginava meu irmão Pedro, e comecei a pensar que o que esfregava minha bucetinha era o pau dele. Bem, o dele não, porque não imaginava ele tão grande, mas o do tio da revista. Quase na mesma hora notei outra coisa: meus peitinhos estavam doendo, bom, os peitos não, os bicos, que tinham ficado bem duros. Com a mão livre, enfiei por baixo da camisa do pijama e senti que estavam durinhos, incrivelmente tinham crescido e virado duas montanhinhas pontudas. Acho que meus gemidos estavam cada vez mais altos, porque a Anita se virou na cama. Será que eu tinha acordado ela? Por via das dúvidas, diminuí um pouco, mas não dava pra parar assim, eu não sabia o que estava me passando, mas eu gostava, então depois de um tempo voltava ao batente. Fiquei assim um tempão, mexendo a mão entre minhas pernas, até que de repente algo começou a acontecer. Senti que aquele formigamento que eu tinha até agora se transformou num chicote que me rasgava de baixo pra cima, e de repente deu uma vontade de mijar terrível, mas não dava pra parar. De repente foi como se explodisse um balão enorme que tinha ido inflando cada vez mais. Os gemidos ficavam cada vez mais rápidos, e num instante eu fiquei parada, apertando a mão entre minhas pernas com força. Foi incrível, nunca tinha sentido nada assim, e acho que até gritei, embora tenha mordido os lábios, só por precaução pros meus pais, que ainda estavam acordados, não me ouvirem. Quem deve ter me ouvido foi a Anita, que me perguntou: — O que você tá fazendo? — Na-Nada — respondi meio sem fôlego, enquanto sentia umas contrações, e levantava minha bucetinha pra cima debaixo das cobertas, apoiando os pés na cama e arqueando as pernas. — Aconteceu alguma coisa? Você tá mal? — Não. — Mas... — Que não. Que chata! Como podia ser tão pentelha. O negócio é que deve ter durado só uns segundos, mas pra mim pareceu uma eternidade no paraíso. Não consegui segurar a vontade de mijar, e notei que molhei o pijama. Aí pensei que tinha me mijado toda, e com certeza o pijama tava úmido. Mas nem pensar em sair pro banheiro assim e meus pais me verem. Além disso, não achava que minhas pernas iam me aguentar, tava sentindo elas tremendo, como se fossem de borracha. Aos poucos fui me acalmando e ficando bem relaxada, mas a calça do pijama continuava molhada, então decidi tirar ela debaixo das cobertas. — O que você tá fazendo agora, Mariola? — Nada, chata, dorme. — Se não me contar, vou contar pra mamãe. — Cala a boca, anã, senão quem vai se dar mal é você. Tava acostumada com as ameaças dela de criança pequena, então não me assustei muito, e consegui fazer ela calar a boca. O negócio é que eu tinha ficado tão à vontade e relaxada que dormi na hora, isso sim, pelada da cintura pra baixo. com a calça toda amassada debaixo das cobertas. Na manhã seguinte, quando minha mãe entrou pra nos acordar, não lembrei de cara como eu tava. Ainda bem que ela não puxou as cobertas pra nos acordar, como fazia às vezes. O negócio é que assim que ela saiu do quarto e consegui me livrar dela, levei meu pijama pro cesto de roupa suja. Tinha secado, mas tava com um cheiro muito estranho.

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