Hoje, Dia dos Pais, quero contar essa história estranha. Sou o caçula da família, meus pais se casaram jovens, muito jovens, aos 18 anos, e foi por minha culpa, já que minha mãe engravidou nessa idade e não tiveram outra escolha a não ser casar. Mesmo assim, meus pais se amavam muito, então não tiveram problema. Anos depois do meu nascimento, quando meus pais tinham 20 anos, queriam ter uma filha, mas quando eu nasci (de cesárea) houve algumas complicações, então era arriscado minha mãe engravidar de novo. Decidiram adotar então. Passaram-se dois anos até conseguirem uma bebezinha praticamente recém-nascida, como quem diz, já estava separada, só precisava esperar um pouco ela crescer mais. Finalmente, quando meus pais chegaram aos 23, eu aos 5 e minha irmãzinha já tinha um ano.
Éramos uma família muito feliz. Apesar de me terem muito cedo, meu pai não largou os estudos e dava pra dizer que já tinha o futuro garantido graças aos negócios do meu avô. Minha mãe não terminou os estudos pra se dedicar a cuidar da gente. Meu pai se deu bem nos negócios, então nunca tivemos problemas financeiros.
Desde a minha adolescência, notei que minha irmã era muito gostosa, pele branca, cabelo bem escuro, olhos clarinhos, altura média (uns 165 cm), curvas bem definidas e, como desde nova começou a fazer exercício, as pernas e a bunda dela eram perfeitas desde sempre. Além do físico, o jeito dela também era muito bonito, me tratava super bem, se preocupava comigo. No final das contas, acabei gostando dela e confessei pra minha mãe. Falei que me sentia mal por ter essa atração por ela, e foi aí, aos meus 20 anos, que me contaram que ela era adotada. Minha irmãzinha ainda não sabia. Sabendo que ela não era minha irmã biológica, não conseguia parar de pensar em transar com ela. Direto eu pegava uma calcinha fio dental dela do cesto de roupa suja pra cheirar enquanto me masturbava e gozava em cima de uma das muitas fotos que imprimimos dela. Família.
Como já disse, ela sempre foi muito gostosa com todo mundo, mas com quem ela era mais gostosa era com meu pai, ela era a queridinha dele e era muito apegada a ele, ele a mimava demais e ela nunca o desafiava, mas quando ela começou a ter namorados, meu pai ficava com ciúmes, espantava os namorados dela, obviamente a adolescência foi uma fase difícil pra ela.
Quando ela tinha 18 anos, fui buscá-la numa festa, ela estava podre de bêbada. Quando estávamos no carro na frente de casa, quis me aproveitar do estado dela e beijei ela, ela correspondeu ao beijo por uns 2 segundos e me empurrou com força e até me deu um tapa.
Eu: Por que você tá me batendo?
Eli: Qual é, idiota! Somos irmãos.
Eu: Ah, para com isso, Eli, não foi nada demais.
Eli: Você é doente.
Eu: Eli, cala a boca, foi uma besteira, desculpa.
Eli: Vou contar pro meu pai.
Eu: Eli, cala a boca.
Eli: Que nojo que você me dá.
Eu: Eli, cala a boca, não somos irmãos, você é adotada, mano.
Eli: O quê? Cala a boca, idiota.
Eli ficou furiosa e, assim que entramos em casa, foi se trancar no quarto. Eu, por minha vez, bati uma punheta lembrando da maciez dos lábios dela com o beijinho que roubei. Nos dias seguintes, ela ficou muito séria. Cometi um erro ao dizer que ela era adotada, mas não pensei que ela fosse lembrar, já que estava tão bêbada. Um dia, quando voltei da rua, minha mãe não estava, Eli e meu pai estavam trancados no quarto dela. O mais lógico que veio à minha mente foi que Eli tinha contado ao meu pai que eu disse que ela era adotada. Ouvi umas batidas na parede e no chão, imaginei que Eli estava surtando e meu pai tentando acalmá-la.
Depois daquele dia, Eli estava cada vez mais apegada ao meu pai, ainda mais do que antes, dava pra ver o amor dela por ele e, por outro lado, parecia que ela se distanciava da minha mãe. Quando completei 27 anos, saí de casa, aluguei um apartamento meio afastado, mas deixei muitas coisas na casa dos meus pais pra ficar lá de vez em quando.
Quando me mudei, percebi que minha mãe estava cada vez mais... mas seguido visitando a irmã dela que morava em outra cidade, claramente já não era feliz com meu pai, iam se separar. Eli, por sua vez, com 24 anos, continuava sendo a princesinha do papai, a filhinha mimada, e comigo fora de casa e minha mãe saindo, virou costume dela e do meu pai passarem mais tempo juntos, pai e filha, saindo pra comer, andar de bicicleta, essas coisas.
Um dia fui no cinema com uma mina que tava saindo, fomos ver a estreia de um filme romântico daqueles, as filas nas estreias são enormes e chegamos cedo pra ir na bomboniere e tal. O povo não parava de chegar e, no meio daquele mar de gente, achei que vi meu pai. Pensei que ele tava com minha mãe e que já tinham resolvido as coisas, mas não vi ela.
Entramos na sala e sentamos na fileira de trás, já sabe, pra beijar minha ficante e de quebra meter a mão ou algo assim. Antes do filme começar, com as luzes ainda acesas, vi Eli subindo as escadas. Achei muita coincidência ver meus pais e Eli nessa estreia. Ela sentou na fileira da frente, umas cadeiras pro lado, mas dava pra ver a cabeça dela. Pra ter certeza, mandei um WhatsApp pra ver se ela pegava o celular.
Pelo WhatsApp:
Eu: Eli, tá acordada? Tá em casa?
*A mina na frente pegou o celular assim que mandei a mensagem, obviamente era Eli*
Eli: Tô quase dormindo, o que foi?
Eu: É que não achei meu carregador do cel e queria ver se você podia dar uma olhada no meu quarto pra ver se tá lá.
*Ela deixou a mensagem no visto uns 2 minutos*
Eli: Ah, não tô vendo não. Ó, vou dormir, amanhã procuro direito.
Eu: Ok, valeu Eli.
A mina na frente guardou o celular assim que Eli se despediu, o que provava que era ela. E bem na hora que ela se despediu, vi meu pai subindo as escadas do cinema, com pipoca, refrigerante e mais porcarias. Ele sentou do lado de Eli. Mandei outro WhatsApp, ela pegou o celular, olhou, mas não respondeu nada. Pouco antes de começar o filme, a Eli se encostou no meu pai e ele passou o braço por cima dela como se fossem namorados. No começo, achei que era só mais um capricho, mas parecia suspeito. Meu encontro não conhecia minha família, percebeu que eu estava distraído e ficou puto, mas eu não tava nem aí, minha atenção estava em outro lugar. E a cereja do bolo: eles se beijaram. Meu pai beijou minha irmã adotiva na boca. Simplesmente não consegui acreditar.
Na manhã seguinte, liguei pra minha mãe. Achei estranho que Eli e meu pai tivessem saído sozinhos. Acontece que minha mãe tinha saído de última hora com a irmã dela, e Eli e meu pai ficaram sozinhos. Minha mãe aproveitou pra me dizer que ela e meu pai iam se separar, que estavam tendo muitos problemas e que, desde que Eli soube que era adotada, meu pai dava toda a atenção do mundo pra ela. Um mês depois, minha mãe saiu de casa, deixando meu pai e a Eli sozinhos. Uma manhã, fui pra casa do meu pai. Como eu tinha roupa lá, não levei nada. Meu plano era ficar uns dias pra investigar.
Cheguei cedo, umas 8 da manhã. Bati na porta e ninguém abria. Liguei pro meu pai e ele não atendeu. Finalmente, a Eli me atendeu. Dava pra ver que eu tinha acordado ela. Falei pra ela descer e me abrir. Ela demorou uns minutos pra abrir.
Eli: O que você tá fazendo aqui?
Eu: Desculpa se te acordei. Vim ficar uns dias. Tô preocupado com meu pai por causa do divórcio.
Eli: A gente tá bem, não se preocupa.
*Parecia que ela tava me enxotando.*
Eu: Te acordei?
Eli: Sim.
Entrei e a Eli ficou na porta olhando pra rua (ela estava de roupão). Assim que entrei, comecei minha investigação e não sabia que ia achar provas tão rápido. Ao subir as escadas, o quarto da Eli fica na frente, então dá pra ver. A cama dela estava arrumada. Ela supostamente tinha acabado de acordar e a cama estava perfeita, o que significava que ela dormiu no meu quarto ou com meu pai. A resposta era óbvia. No fim do corredor, dava pra ver o quarto dos meus pais com a porta fechada. Entrei no meu quarto e a Eli foi pro banheiro. Logo em seguida, ouvi o chuveiro.
Depois de meia hora, meu pai se levantou, veio me cumprimentar e disse que ia fazer o café da manhã. Quando a Eli saiu do chuveiro, veio com o mesmo roupão que estava usando quando me recebeu. Entrei no banheiro pra mijar e, como sou um tarado, abri o cesto de roupa suja. Com a Eli acabando de tomar banho, era certeza que ia ter uma calcinha fio dental ali, mas não. O cesto só tinha roupa do meu pai. Então, ou a Eli vestiu a roupa suja de novo ou estava pelada desde que abriu a porta pra mim. A resposta é óbvia, né?
Ficava perguntando o que eles tinham feito, como estavam, e as respostas eram tão falsas que nem precisava pensar muito pra sacar. Desde a primeira noite, esperei os dois irem dormir. Obviamente, cada um foi pro seu quarto. Esperei uns minutos, fui pro meu quarto e bati a porta com força pra eles pensarem que eu já tinha ido deitar. Todas as luzes da casa estavam apagadas. Não demorou muito até eu ouvir uma porta abrir — era a da Eli. Aproveitei a escuridão da casa pra espiar e vi ela com uma blusinha leve e de fio dental entrando no quarto do pai. Cheguei perto da porta, mas só ouvi os rangidos da cama e uns murmúrios baixinhos.
As noites seguintes foram a mesma coisa, só que numa delas foi meu pai quem entrou no quarto da Eli. Antes de voltar pro meu apê, tirei cópias das chaves da casa do pai. No dia que fui embora, voltei de noite. Esperei apagarem as luzes pra saber que já iam pros quartos. Era umas 11 horas quando isso aconteceu. Esperei uns 30 minutos e fui. Com muito cuidado, entrei na casa sem fazer barulho, subi as escadas. O quarto da Eli estava aberto e vazio. Virei e o quarto do pai também estava aberto e vazio. Olhei pro meu quarto e o banheiro (que fica logo ao lado) estava fechado com a luz acesa. Encostei o ouvido e ouvi a risada da Eli e do pai. Estavam juntos na banheira. Tentei espiar, mas não dava pra ver nada. Escutei que papai disse que ia buscar algo pra beber e saí correndo pro quarto da Eli pra me esconder. Vi papai descer pelado e subir com uma garrafa d'água, entrou no banheiro mas não fechou a porta. Espiei e vi papai e Eli juntos na banheira, pelados, ela recostada de costas nele enquanto ele apertava os peitos dela e beijava o pescoço. Tirei umas fotos e fui me esconder no armário do papai. As luzes estavam apagadas, mas a claridade que entrava pela janela dava pra ver as coisas. Foi um erro, mas eu precisava continuar vendo.
Depois de um tempão, papai e Eli entraram no quarto. Papai a carregava no colo e ela ria. Ele a jogou na cama e começou a beijar o corpo nu dela, chupar os mamilos rosados, e ela gemia de prazer, acariciava o cabelo dele e guiava a boca dele pra buceta dela. Papai comeu ela como se estivesse com fome há dias. Eli se tremia, ria, mexia as pernas. "Te amo, papai", dizia. Papai virou Eli de bruços, separou as nádegas dela e enfiou a língua no cuzinho dela. Eli agarrava os lençóis como se quisesse arrancá-los enquanto gozava. Papai puxou Eli de jeito que a buceta dela ficou na beirada da cama, e começou a meter nela. Metidas fortes e brutas que Eli curtia demais, gemia muito alto, e eu não consegui evitar uma ereção. Papai deu uns passos pra trás, e Eli desceu da cama, ajoelhou e começou a chupar. Ela mamava aquele pau com uma desespero incrível. Papai segurava o cabelo dela e prendia ela contra ele com o pau até a garganta da Eli. Ela batia na perna dele quando não conseguia respirar, e quando ele tirava de repente, ela tossia, mas voltava a mamar. Continuaram transando, repetindo várias posições básicas. Teve penetração anal. Eli tinha uma cara que mostrava prazer e dor. Finalmente, papai gozou nas costas da Eli. Ficaram deitados um tempão na cama. Papai limpou as costas da Eli com os dedos e depois enfiou na boca dela pra ela engolir aquele leite, o que Eli fez com muito gosto e desejo. Não. Não passaram nem 30 minutos e meu pai começou a roncar. Esperei mais um pouco pra ter certeza de que a Eli também tava dormindo. Tive sorte que a febre dela não deixou meu pai chegar nem perto do armário, senão teriam me descoberto.
Saí de casa com um monte de sentimentos confusos. Saber que meus pais estavam se divorciando, mas meu pai já tinha uma nova amante, que era nada mais, nada menos que a própria filha dele — a garota por quem eu era apaixonado e ainda fantasiava. Mas, por outro lado, meu sonho de ver a Eli pelada se realizou. Tirei umas fotos e vídeos, tava muito escuro, então não dava pra ver direito, mas já serviu pra eu bater umas punhetas por um tempo.
Quando tudo isso aconteceu, a Eli tinha 25 anos. Dois anos depois, acontece que meu pai e a Eli se casaram, e hoje a Eli tá esperando um bebê do meu pai.
Éramos uma família muito feliz. Apesar de me terem muito cedo, meu pai não largou os estudos e dava pra dizer que já tinha o futuro garantido graças aos negócios do meu avô. Minha mãe não terminou os estudos pra se dedicar a cuidar da gente. Meu pai se deu bem nos negócios, então nunca tivemos problemas financeiros.
Desde a minha adolescência, notei que minha irmã era muito gostosa, pele branca, cabelo bem escuro, olhos clarinhos, altura média (uns 165 cm), curvas bem definidas e, como desde nova começou a fazer exercício, as pernas e a bunda dela eram perfeitas desde sempre. Além do físico, o jeito dela também era muito bonito, me tratava super bem, se preocupava comigo. No final das contas, acabei gostando dela e confessei pra minha mãe. Falei que me sentia mal por ter essa atração por ela, e foi aí, aos meus 20 anos, que me contaram que ela era adotada. Minha irmãzinha ainda não sabia. Sabendo que ela não era minha irmã biológica, não conseguia parar de pensar em transar com ela. Direto eu pegava uma calcinha fio dental dela do cesto de roupa suja pra cheirar enquanto me masturbava e gozava em cima de uma das muitas fotos que imprimimos dela. Família.
Como já disse, ela sempre foi muito gostosa com todo mundo, mas com quem ela era mais gostosa era com meu pai, ela era a queridinha dele e era muito apegada a ele, ele a mimava demais e ela nunca o desafiava, mas quando ela começou a ter namorados, meu pai ficava com ciúmes, espantava os namorados dela, obviamente a adolescência foi uma fase difícil pra ela.
Quando ela tinha 18 anos, fui buscá-la numa festa, ela estava podre de bêbada. Quando estávamos no carro na frente de casa, quis me aproveitar do estado dela e beijei ela, ela correspondeu ao beijo por uns 2 segundos e me empurrou com força e até me deu um tapa.
Eu: Por que você tá me batendo?
Eli: Qual é, idiota! Somos irmãos.
Eu: Ah, para com isso, Eli, não foi nada demais.
Eli: Você é doente.
Eu: Eli, cala a boca, foi uma besteira, desculpa.
Eli: Vou contar pro meu pai.
Eu: Eli, cala a boca.
Eli: Que nojo que você me dá.
Eu: Eli, cala a boca, não somos irmãos, você é adotada, mano.
Eli: O quê? Cala a boca, idiota.
Eli ficou furiosa e, assim que entramos em casa, foi se trancar no quarto. Eu, por minha vez, bati uma punheta lembrando da maciez dos lábios dela com o beijinho que roubei. Nos dias seguintes, ela ficou muito séria. Cometi um erro ao dizer que ela era adotada, mas não pensei que ela fosse lembrar, já que estava tão bêbada. Um dia, quando voltei da rua, minha mãe não estava, Eli e meu pai estavam trancados no quarto dela. O mais lógico que veio à minha mente foi que Eli tinha contado ao meu pai que eu disse que ela era adotada. Ouvi umas batidas na parede e no chão, imaginei que Eli estava surtando e meu pai tentando acalmá-la.
Depois daquele dia, Eli estava cada vez mais apegada ao meu pai, ainda mais do que antes, dava pra ver o amor dela por ele e, por outro lado, parecia que ela se distanciava da minha mãe. Quando completei 27 anos, saí de casa, aluguei um apartamento meio afastado, mas deixei muitas coisas na casa dos meus pais pra ficar lá de vez em quando.
Quando me mudei, percebi que minha mãe estava cada vez mais... mas seguido visitando a irmã dela que morava em outra cidade, claramente já não era feliz com meu pai, iam se separar. Eli, por sua vez, com 24 anos, continuava sendo a princesinha do papai, a filhinha mimada, e comigo fora de casa e minha mãe saindo, virou costume dela e do meu pai passarem mais tempo juntos, pai e filha, saindo pra comer, andar de bicicleta, essas coisas.
Um dia fui no cinema com uma mina que tava saindo, fomos ver a estreia de um filme romântico daqueles, as filas nas estreias são enormes e chegamos cedo pra ir na bomboniere e tal. O povo não parava de chegar e, no meio daquele mar de gente, achei que vi meu pai. Pensei que ele tava com minha mãe e que já tinham resolvido as coisas, mas não vi ela.
Entramos na sala e sentamos na fileira de trás, já sabe, pra beijar minha ficante e de quebra meter a mão ou algo assim. Antes do filme começar, com as luzes ainda acesas, vi Eli subindo as escadas. Achei muita coincidência ver meus pais e Eli nessa estreia. Ela sentou na fileira da frente, umas cadeiras pro lado, mas dava pra ver a cabeça dela. Pra ter certeza, mandei um WhatsApp pra ver se ela pegava o celular.
Pelo WhatsApp:
Eu: Eli, tá acordada? Tá em casa?
*A mina na frente pegou o celular assim que mandei a mensagem, obviamente era Eli*
Eli: Tô quase dormindo, o que foi?
Eu: É que não achei meu carregador do cel e queria ver se você podia dar uma olhada no meu quarto pra ver se tá lá.
*Ela deixou a mensagem no visto uns 2 minutos*
Eli: Ah, não tô vendo não. Ó, vou dormir, amanhã procuro direito.
Eu: Ok, valeu Eli.
A mina na frente guardou o celular assim que Eli se despediu, o que provava que era ela. E bem na hora que ela se despediu, vi meu pai subindo as escadas do cinema, com pipoca, refrigerante e mais porcarias. Ele sentou do lado de Eli. Mandei outro WhatsApp, ela pegou o celular, olhou, mas não respondeu nada. Pouco antes de começar o filme, a Eli se encostou no meu pai e ele passou o braço por cima dela como se fossem namorados. No começo, achei que era só mais um capricho, mas parecia suspeito. Meu encontro não conhecia minha família, percebeu que eu estava distraído e ficou puto, mas eu não tava nem aí, minha atenção estava em outro lugar. E a cereja do bolo: eles se beijaram. Meu pai beijou minha irmã adotiva na boca. Simplesmente não consegui acreditar.
Na manhã seguinte, liguei pra minha mãe. Achei estranho que Eli e meu pai tivessem saído sozinhos. Acontece que minha mãe tinha saído de última hora com a irmã dela, e Eli e meu pai ficaram sozinhos. Minha mãe aproveitou pra me dizer que ela e meu pai iam se separar, que estavam tendo muitos problemas e que, desde que Eli soube que era adotada, meu pai dava toda a atenção do mundo pra ela. Um mês depois, minha mãe saiu de casa, deixando meu pai e a Eli sozinhos. Uma manhã, fui pra casa do meu pai. Como eu tinha roupa lá, não levei nada. Meu plano era ficar uns dias pra investigar.
Cheguei cedo, umas 8 da manhã. Bati na porta e ninguém abria. Liguei pro meu pai e ele não atendeu. Finalmente, a Eli me atendeu. Dava pra ver que eu tinha acordado ela. Falei pra ela descer e me abrir. Ela demorou uns minutos pra abrir.
Eli: O que você tá fazendo aqui?
Eu: Desculpa se te acordei. Vim ficar uns dias. Tô preocupado com meu pai por causa do divórcio.
Eli: A gente tá bem, não se preocupa.
*Parecia que ela tava me enxotando.*
Eu: Te acordei?
Eli: Sim.
Entrei e a Eli ficou na porta olhando pra rua (ela estava de roupão). Assim que entrei, comecei minha investigação e não sabia que ia achar provas tão rápido. Ao subir as escadas, o quarto da Eli fica na frente, então dá pra ver. A cama dela estava arrumada. Ela supostamente tinha acabado de acordar e a cama estava perfeita, o que significava que ela dormiu no meu quarto ou com meu pai. A resposta era óbvia. No fim do corredor, dava pra ver o quarto dos meus pais com a porta fechada. Entrei no meu quarto e a Eli foi pro banheiro. Logo em seguida, ouvi o chuveiro.
Depois de meia hora, meu pai se levantou, veio me cumprimentar e disse que ia fazer o café da manhã. Quando a Eli saiu do chuveiro, veio com o mesmo roupão que estava usando quando me recebeu. Entrei no banheiro pra mijar e, como sou um tarado, abri o cesto de roupa suja. Com a Eli acabando de tomar banho, era certeza que ia ter uma calcinha fio dental ali, mas não. O cesto só tinha roupa do meu pai. Então, ou a Eli vestiu a roupa suja de novo ou estava pelada desde que abriu a porta pra mim. A resposta é óbvia, né?
Ficava perguntando o que eles tinham feito, como estavam, e as respostas eram tão falsas que nem precisava pensar muito pra sacar. Desde a primeira noite, esperei os dois irem dormir. Obviamente, cada um foi pro seu quarto. Esperei uns minutos, fui pro meu quarto e bati a porta com força pra eles pensarem que eu já tinha ido deitar. Todas as luzes da casa estavam apagadas. Não demorou muito até eu ouvir uma porta abrir — era a da Eli. Aproveitei a escuridão da casa pra espiar e vi ela com uma blusinha leve e de fio dental entrando no quarto do pai. Cheguei perto da porta, mas só ouvi os rangidos da cama e uns murmúrios baixinhos.
As noites seguintes foram a mesma coisa, só que numa delas foi meu pai quem entrou no quarto da Eli. Antes de voltar pro meu apê, tirei cópias das chaves da casa do pai. No dia que fui embora, voltei de noite. Esperei apagarem as luzes pra saber que já iam pros quartos. Era umas 11 horas quando isso aconteceu. Esperei uns 30 minutos e fui. Com muito cuidado, entrei na casa sem fazer barulho, subi as escadas. O quarto da Eli estava aberto e vazio. Virei e o quarto do pai também estava aberto e vazio. Olhei pro meu quarto e o banheiro (que fica logo ao lado) estava fechado com a luz acesa. Encostei o ouvido e ouvi a risada da Eli e do pai. Estavam juntos na banheira. Tentei espiar, mas não dava pra ver nada. Escutei que papai disse que ia buscar algo pra beber e saí correndo pro quarto da Eli pra me esconder. Vi papai descer pelado e subir com uma garrafa d'água, entrou no banheiro mas não fechou a porta. Espiei e vi papai e Eli juntos na banheira, pelados, ela recostada de costas nele enquanto ele apertava os peitos dela e beijava o pescoço. Tirei umas fotos e fui me esconder no armário do papai. As luzes estavam apagadas, mas a claridade que entrava pela janela dava pra ver as coisas. Foi um erro, mas eu precisava continuar vendo.
Depois de um tempão, papai e Eli entraram no quarto. Papai a carregava no colo e ela ria. Ele a jogou na cama e começou a beijar o corpo nu dela, chupar os mamilos rosados, e ela gemia de prazer, acariciava o cabelo dele e guiava a boca dele pra buceta dela. Papai comeu ela como se estivesse com fome há dias. Eli se tremia, ria, mexia as pernas. "Te amo, papai", dizia. Papai virou Eli de bruços, separou as nádegas dela e enfiou a língua no cuzinho dela. Eli agarrava os lençóis como se quisesse arrancá-los enquanto gozava. Papai puxou Eli de jeito que a buceta dela ficou na beirada da cama, e começou a meter nela. Metidas fortes e brutas que Eli curtia demais, gemia muito alto, e eu não consegui evitar uma ereção. Papai deu uns passos pra trás, e Eli desceu da cama, ajoelhou e começou a chupar. Ela mamava aquele pau com uma desespero incrível. Papai segurava o cabelo dela e prendia ela contra ele com o pau até a garganta da Eli. Ela batia na perna dele quando não conseguia respirar, e quando ele tirava de repente, ela tossia, mas voltava a mamar. Continuaram transando, repetindo várias posições básicas. Teve penetração anal. Eli tinha uma cara que mostrava prazer e dor. Finalmente, papai gozou nas costas da Eli. Ficaram deitados um tempão na cama. Papai limpou as costas da Eli com os dedos e depois enfiou na boca dela pra ela engolir aquele leite, o que Eli fez com muito gosto e desejo. Não. Não passaram nem 30 minutos e meu pai começou a roncar. Esperei mais um pouco pra ter certeza de que a Eli também tava dormindo. Tive sorte que a febre dela não deixou meu pai chegar nem perto do armário, senão teriam me descoberto.
Saí de casa com um monte de sentimentos confusos. Saber que meus pais estavam se divorciando, mas meu pai já tinha uma nova amante, que era nada mais, nada menos que a própria filha dele — a garota por quem eu era apaixonado e ainda fantasiava. Mas, por outro lado, meu sonho de ver a Eli pelada se realizou. Tirei umas fotos e vídeos, tava muito escuro, então não dava pra ver direito, mas já serviu pra eu bater umas punhetas por um tempo.
Quando tudo isso aconteceu, a Eli tinha 25 anos. Dois anos depois, acontece que meu pai e a Eli se casaram, e hoje a Eli tá esperando um bebê do meu pai.
4 comentários - Mi hermanita y papa.