CONTINUA COM A HISTÓRIA ANTERIOR:
1http://www.poringa.net/posts/relatos/3374529/Haciendo-de-mi-sobrino-un-Hombre-1-para-18.html
Planejando comer meu sobrinho por mais tempo!
Fala galera, esse novo post é sobreum plano pra poder comer meu sobrinho por muito mais tempo, devem saber que o que eu quero, eu consigo. Continuando…
Continuo sendo eu, Katia de 30 anos, aquela MULHER (a devoradora de sobrinhos, ou melhor, de homens), a mulher com dois filhos, um marido, pele branca e corpo mais cheinho, mas não pensem que sou gordinha ou curvy, não! Sou uma mulher na casa dos trinta, gostosa, com peitos bons, mas com uma bunda ainda melhor, disso me orgulho; meus peitos estão um pouco maiores como contei por causa do meu último parto, mas é normal.
Devo mencionar que, na primeira vez que conheceram minha história por meio dessa conta do TuTuPadre, no Poringa, eu tava meio cética, mas decidi continuar contando minha história através deste meio, pelas palavras desse usuário que vai expressar minha vida e minha situação.
Bem, devo dizer que não sou muito aberta com as pessoas pra contar isso, mas o anonimato é uma maravilha. Continuando minha descrição, sou uma mulher como já disse, de cabelo escuro ou preto, olhos castanhos. Minhas partes íntimas são brancas, assim como minhas axilas; meu cu é moreno e, por fim, meus lábios de buceta são rosados. Isso último porque eu clareio minhas partes, me sinto gostosa me vendo limpa e higiênica.
Quanto à minha personalidade, sou muito sociável, levo uma vida como qualquer esposa que trabalha e tem dois filhos, um é um rapaz que neste ponto não vou detalhar, muito menos da minha filha que tem 16 anos, ela está no auge da juventude junto com meu filho de 25 anos.
Meu marido é um cavalheiro muito tranquilo, uma pessoa de personalidade passiva, com esse jeito dele para os momentos que merecem. O físico dele não é chamativo, mas ele sempre soube me cuidar, me amar e me respeitar. Um homem de 1,78m, e eu tenho 1,65m. Ele tem uma barba muito sexy, bem cuidada, um bom porte e, bom, uma bela pica, pica ou pau, como preferir chamar. É grande, não tanto, talvez uns 16 cm, igual ao do meu sobrinho, mas o do meu marido jorra mais leite — isso é algo que sempre notei. Agora que vocês sabem mais sobre minha família, meu marido Tomás, minha filha Anais, meu filho Oscar e eu, Kátia, posso contar sobre meus outros parentes.
Minha tia, irmã da minha mãe, se chama Maritza. Ela é uma senhora de 52 anos, e o marido dela, Jorge, tem a mesma idade. São pessoas tranquilas e humildes, e têm dois filhos: Jorge e Rodrigo. O Jorge é um homem de 30 anos que não mora com eles, porque já é um homem feito e casado, o que deixa meu sobrinho Rodrigo, que vocês conheceram comomeu sobrinho na história anteriorisso porque eu não queria dar muita informação sobre minha família, devido ao ceticismo que mostrei pra eles antes.
Do meu Rodrigo não tem muito o que falar, uma pessoa dedicada ao esporte, de corpo magro, pele clara, com uma piroca do tamanho da do meu marido, ou seja, 16 cm, bem grossa, com a cabeça rosada e com aparência de circuncidado, o jeito dele é de um cara tranquilo, meio tímido, safado e gentil, é muito prestativo, merece um prêmio! E claro que vai ganhar.
De volta na casa da minha tia depois que o guincho nos levou, chamaram um mecânico que demorou horas pra chegar, então rebocaram o carro pra oficina dele, e a gente ficou na casa da tia, abusando da hospitalidade dela. Claro, pra ela não era assim, pra ela era um prazer, porque fazia uns anos que a gente não se via.
Nós sentamos enquanto meu marido entrava com as malas junto com o marido da minha tia e o Rodrigo, nisso a gente começou a conversar com a minha tia Maritza:
- Tia: fico feliz que vocês tenham conseguido ficar um pouco mais de tempo, verdade, adorei ver vocês de novo, mas é uma pena que Anais e Oscar não tenham vindo.
- Eu: não puderam vir porque são jovens e tinham compromissos com os amigos ou namorados, não queria estragar as férias deles sem a gente, por isso não puderam vir, além disso essa viagem é pra mim e pro Tomas.
- Tia: sim, isso eu entendo, os jovens precisam ter o espaço deles. Me conta, o que a Anais e o Oscar estudam ou o que eles fazem da vida?
- Eu: bom, a Anais tá no ensino médio (colegial), então ainda tem 16 anos. O Oscar atualmente tem 25 anos e tá na faculdade, no quarto ano de medicina. Ele adora isso, mas às vezes vejo ele sofrendo com os estudos. Por isso que deixei ele cuidando da Anais, pra eles curtirem as férias sem estresse.
- Tia Maritza: sabe, logo o Rodrigo vai pra faculdade. O problema é que nessa cidade não tem universidade, então ele vai ter que viajar pra capital, mas já é algo que a gente pensou e ele tá de acordo.
Naquela hora me veio um plano na cabeça. Acho que vocês já tão ligados no que é, porque meu marido é um cara passivo e aceita quase todas as minhas vontades. Aí eu respondi na hora pra minha tia:
— Eu: se quiser, tia, pode mandar ele pra capital com a gente, não é incômodo pra mim e pro Tomás, além disso ele vai se dar bem com a Anaisy e o Oscar, também que…
Minha tia interrompe:
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Tia Maritza: Não posso aceitar isso, porque foi um abuso da nossa confiança e eles iam ver como se virariam.
- Eu: tia, não precisa se preocupar com isso, pra gente não é problema nenhum, e ainda falo isso pra ela (insistindo), nossa casa tem espaço pra mais duas pessoas, o Rodrigo pode ficar lá super de boa, além disso ele é da família e vai se dar bem com todo mundo, ainda mais que ele é muito respeitoso e prestativo, vai se sentir à vontade com todo mundo.
- Tia Maritza: a gente vai pensar com o Jorge e te liga, além disso ainda falta esse ano todo pro Rodrigo entrar na faculdade, mas a gente te avisa em outubro, antes das matrículas.
- Eu: sim, me parece bem, além disso podem chegar quando quiserem, pra gente não tem problema, então vou considerar que vocês vão vir e vou preparar o quarto de vocês.
Nessa hora chegaram meu marido Tomás e Jorge, o marido da Maritza, e a gente contou sobre a conversa. Os dois pareceram concordar. Como o Rodrigo é um rapaz prestativo e gentil, é muito fácil pra ele ganhar o carinho e a aprovação das pessoas. Então decidimos na hora que sim, o Rodrigo ia morar com a gente enquanto cursasse a faculdade. Parece que minha tia só precisava da aprovação dos homens da casa, e admito que sabia que conseguiria (no fundo, era o que ela queria, sacaram, né? Pois é, então tá tudo pronto — meu sobrinho não sabe o que o espera!).
Entre tanta conversa de uma coisa e outra, a noite chegou, e aí pedimos comida delivery. Foi um jantarão com a família, já era umas nove da noite e a gente ficou bebendo (álcool, claro), porque bebida nunca falta quando tem família. Além disso, tinha sobrado muita coisa do sábado, então só compramos um pouco mais pra esse dia. Nesse ponto, eu já sentia que minha meta tinha sido cumprida, então não tava nem aí pra planejar uma foda naquele dia. Continuei bebendo porque queria curtir minha vitória e esperar o que vem pela frente.
Nota como o meu Rodri fica me olhando com tesão, mas eu não dava a mínima bola pra ele, queria que ele sentisse que não ia rolar nada, era um castigo, uma parede que ele não atravessaria porque ele não fazia ideia do que tava por vir (já que eu ia chupar ele direto quando estivesse na minha casa), mas no meio da bebedeira, TODO MUNDO ALEGRE E FELIZ, eu tomei a iniciativa:
- Rodrigo, quer saber as novidades?
- Tia Maritza: me olhou de canto e disse: Rodrigo, hoje a gente conversou com seu pai e a Katia sobre uma parada que rolou com você!
Naquele momento, Rodrigo ficou pálido, achou que eu tinha dedurado ele, ainda mais pelo meu jeito de tratar ele, muito dura, ele pensou que algo grave tinha acontecido (que todo mundo sabia ou algo assim, mas que eu tinha feito ele passar vergonha). Logo meu marido falou:
- Tomas: pra ser sincero, não me surpreendeu, mas já aprovamos, espero que você concorde.
- Rodrigo: O que ACONTECEU QUE ELAS FALARAM, OU FOI ALGO QUE EU FIZ? Pergunto meio exaltado e assustado.
- Maritza: fica tranquilo, você não fez nada, senão já tava de castigo, mas não é o caso. A gente conversou nós quatro — Katia, Tomas, Jorge e eu — sobre seus estudos na faculdade. Sabemos que você vai ter que viajar pra caralho, e a Katia se ofereceu pra você morar com eles enquanto estiver cursando a universidade…
- Tomas: é isso mesmo, Rodrigo, a gente já aprovou, mas não vamos fazer nada se você não quiser ir. E então, cê toparia vir morar com a gente pra continuar seus estudos na capital?
Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo. Maritza: além disso, a gente já conversou sobre isso, falei com seu irmão Jorge e ele disse que tá disposto a te ajudar com o pagamento da faculdade.
- Eu: a gente vai te dar o quarto e a comida, só precisa ficar de olho nas regras. Não somos muito rígidos, mas na real já tá tudo resolvido. O que você acha?
O cara ficou pasmo, não cabia em si de tanta felicidade, ter quebrado o carro foi a melhor coisa que podia ter acontecido, deu origem a tudo isso. Mas naquele momento, ninguém percebeu. Olhando pro Rodrigo, todos nós vimos, e eu lancei um olhar que deixei claro que, se ele fosse com a gente,Ele seria meu e eu não daria descanso pro meu brinquedo novo!
- Rodrigo: claro que eu adoraria ir continuar meus estudos, seria uma boa ideia, se vocês estiverem dispostos e aceitarem., (ele não cabia em si de alegria e, notoriamente, seus estudos e uma gostosa por aí o motivam)
Assim a noite passou entre alegrias e brindes, por minha parte decidi ir dormir, já que Tomás, como sempre, tinha bebido demais. Então fomos dormir, eu precisava cuidar dele, logo teria tempo para outras coisas.
Sendo o clima perfeito, saí pro quintal, não aguentava o calor. Essa noite tava bem gostosa, diferente da anterior, mas antes passei no banheiro pra tomar um banho de quase uma hora, escovei os dentes e saí pra fumar um cigarro. Naquele instante, tava tão relaxada comigo mesma e de pijama, aí, com as luzes apagadas, vi o Rodrigo entrando. O que tava rolando? Pensei. Consegui ver ele, e uma mina tinha deixado ele na porta, era a vizinha. FILHO DA PUTA, E EU ACHANDO QUE ELE ERA VIRGEM!
Era de se esperar, ela entrou correndo, não tinha me visto, estava subindo o zíper da calça, aí eu entendi que tinha dado um boquete no pau dele, era lógico, por isso não deixou a mina dar um beijo (os caras do interior são mais quentes que os da cidade, foi o que pensei).
Sabia que todo mundo tava muito bebado e era mais que óbvio que tavam dormindo., por isso,esse moleque tinha aproveitado pra sair sem ninguém perceberentão eu segui ele, mas passei no banheiro antesentão eu entrei no quarto delaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Naquele momento, eu tava usando uma camisola comprida que mal cobria a minha buceta. Aí eu me deitei na cama dele e resolvi esperar. Abri as pernas e fiquei esperando ele chegar. Eu me sentia desafiada por uma novinha que tinha dado um boquete no meu guri.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.NINGUÉM VAI FAZER UM BOQUETE TÃO GOSTOSO QUANTO EU, ALÉM DISSO, EU ENGOLIRIA A PORRA DELE, DIFERENTE DESSA AMADORA!Isso virou uma perversão e um desafio pessoal, enquanto eu esperava ela chegar.Tirei minha tanga, tava apertada na minha mão direita.Levantei minha camiseta e deixei minha entrada à mostra, mas também já tinha a lâmpada pronta pra quando ele entrasse e visse o que teria na frente dele, em todo seu esplendor. Essa ideia me molhava toda, sentia minha respiração acelerar, me sentia como uma menina empolgada esperando ele entrar.
É isso mesmo, entrei abrindo a porta devagar, deixei ele entrar e fechei a porta. Naquele momento, ele estava de costas e eu acendi a lanterna do meu celular.
Naquele momento, ele deu um pulo de susto, pensou que eram os pais dele que iam dar uma bronca, e foi aí que eu joguei minha calcinha fio dental nele, acertando em cheio no ombro direito dele. Ele se virou, sem esperar mais, abriu os olhos como nunca e viu uma coroa de uns trinta anos de pernas abertas acendendo a luz do quarto e olhando pra minha buceta. Aí ele foi pegar a calcinha que eu joguei como se fosse um ataque.Isso não era uma fantasia, era umDESAFIOLembrem disso.
- Rodrigo: Caralho, me assustei, pensei que eram meus pais!
- Eu: e aí, cê acha que não te vi entrando? Olhei pra ele com cara de puto e pedi minha fio dental de volta.
- Eu: olha bem o que você vai comer, garoto! Peguei a tanga e coloquei, levantando minhas pernas, deixando meu cu à mostra pra ele. Era um deleite, mas não durou muito, porque ele percebeu meu desconforto (eu tinha que parecer incomodada pra ele achar que eu tava).
- Rodrigo: tia, me desculpe, mas com a Berenice é só sexo oral, ela ainda não quer transar comigo, além disso isso acontece desde antes da senhora chegar, não é nada anormal e também não somos nada!
- Eu: acordei, ela pensou que eu tava puto, aí nessa hora dei um beijo e mordi o lábio dela (uma putinha toda irritada)
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Rodrigo: Ai! Tia, não fica brava, pelo amor.
Naquele momento, me abaixei e tirei o pau dele da calça, ele ficou pasmo de novo, acho que não esperava por isso.
- Eu: então só boquete, né? Vou te ensinar o que é um boquete de verdade!
Rodrigo nem soube o que pensar, só me olhou com uma cara de "nossa, que puta que é", deve ter pensado que a gente não teria mais nada, mas isso não era pra perversão dele, era pra minha. Não dava pra deixar uma novinha cuzona fazer um boquete nele por muito tempo sem saber tratar como merece.
- Rodrigo: nossa, sua garganta Tia Katia, é funda!
- eu: tia Katia não tá aqui, sou sua putinha agora, cê não quer, moleque!?
- Rodrigo: sim, você é minha putinha, sim ah ah sim, isso é seu! ah! ah
- Eu: chupei um pouco a glande dela.
- Rodrigo: aí! que gostosa, ah mmm…
Então comecei a enfiar ela até o fundo da minha garganta, tirei e olhei pra ele com cara de puta, com autoridade, e falei:
- Eu: tira minha camisa!
- Rodrigo: sim
- Eu: dei um tapa nele, não te falei pra responder, mas pra fazer!
- Rodrigo: me olhou com cara de "o que você tá fazendo", não sou uma puta.
- Eu: cê tá dizendo que só de boca não, né? Pelo menos vi com sua amiguinha, quer saber o que é uma verdadeira mamada, como uma puta chupa o pau, ou quer que uma cuzona enjoada continue te chupando pela metade com nojo de engolir tudo?
- Rodrigo: me viu e com a mão na minha cabeça me deu o sinal pra eu me ajoelhar, que ele entendia que não era amor, nem sexo, era uma puta que ia dar um boquete nele, naquela mesma noite.
- Eu: me agachei e cuspi na pica dele uma vez e outra, e comecei a chupar, peguei na pica dele e comecei a passar a língua, olhando pra ele feito uma puta, e ele vendo tudo.
- Rodrigo: nossa, é tão gostoso ah ah (o olhar dele tava cheio de satisfação).
Nunca pensou que aquilo era possível, entendeu que aquela garota não era rival, e perguntei com perversão.
- eu: cê gosta de como essa puta te chupa a pica?
- Rodrigo: sim, continua por favor, não para, quero continuar vendo e sentindo sua boca, é muito molhada, funda, continua por favor, gostosa! Ah ah ah sim, sim continua ah
Naquele momento, coloquei aquela pica de novo na minha boca e comecei a girar a língua em volta da cabeça dela. Tirei um pouco da pica, deixando só a glande na boca, e comecei a masturbá-la enquanto chupava a cabeça como se fosse um pirulito. Mas eu tinha saliva acumulada e cuspi tudo nela. A pica brilhava de tanta saliva, até molhava a calça dele quando escorria. Aí aproveitei e chupei os ovos dele enquanto masturbava o pau. Era uma visão gloriosa. Não dava mais pra parar. Já tinha meus peitos pra fora e sabia usar eles, coisa que aquela vizinha não sabia, haha! Não tinha como competir com uma mulher de verdade!
Enfiei o pau molhado dele nos meus peitos e a ponta, a glande dele era chupada pela minha boca, ele nunca tinha sentido aquilo e eu sabia.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Rodrigo: continua assim, por favor, ah! ah! sim! Isso, ah, que gostoso, uau, ah, sim
- Eu: cuspindo no pau dele, chupando sem mais nem menos e do jeito que tinha que ser.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Eu: Já chega, já tava na hora do leiteiro chegar em casa! Entendeu, moleque?
- Rodrigo: vagabunda, continua assim, ah sim, ah! Mm…
Rodrigo ficou me olhando e colocou o pau nas minhas mãos, me passou o controle, a gente tinha que terminar essa viagem juntos, a missão tinha que ser completada.
- Eu: guri, agora vai gozar na minha boca, cê ia gostar ou sua amiga aí não faz isso?
- Rodrigo: faz isso, por favor, ia ser uma delícia, seria minha primeira vez!
Comecei a bater uma pra ele com mais força e não precisei esperar muito, ele já tava a mil, nunca tinha levado um boquete desse nível, ele pegou minha cabeça e empurrou pro pau dele.
- Rodrigo: Ah! Ah! Sim! Mm! Ah! Sim, sim
Começou a sair o esperma dele, minha boca pronta pra receber, senti o pau dele pulsar e jorrar todo aquele leite na minha boca (admito que foi pouco, porque já tinham ordenado ele antes). Tirei ele da minha boca e ele continuava gozando, mas pouco, e coloquei o pau dele no meu rosto, queria me ver toda lambuzada de porra. No fim das contas, eu era a putinha noturna dele, não era?
- Eu: Isso não vai ficar assim! Alguém tem que limpar essa bagunça.
- Rodrigo: já te limpo, não se preocupa com isso.
- Eu: não, filho! Isso não pode ser desperdiçado.
Comecei engolindo o que já tinha na minha boca, mostrando minha boca limpa pra ele, a cara de admiração dele, uau, aí com meus dedos comecei a juntar o esperma no meu rosto e engolir, o dos meus peitos também, claro com minha língua, tentei ficar o mais limpa possível.
- eu: e aí, o que você acha de um boquete de verdade?
- Rodrigo: é muito… ah! Que gostosa, sim! mm, suspiro.
nisso peguei o pau dele, tava saindo um pouco mais, era o resto, mas era meu, eu ordenei ele, né? Nessa hora ele já tava sentado e eu levantei depois de tirar a última gota que por direito me pertencia.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Eu: gostosa, né? Com minha cara de puta satisfeita.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Rodrigo: sim uau, você é uma mulherão! Uau que maravilha de mulher.
- Eu: cê deve tá se sentindo bem cansado, dois boquetes numa noite, né? mas hoje não vai ter mais nada! cê precisava entender que eu sou mulher pra caralho, então, essa noite fica de lição saber que meus boquetes são os que cê precisa e não os de uma novinha sem experiência, amor, pelo menos essa diferença cê vai notar.
- Rodrigo: sim, (exclamando com satisfação e se jogando na cama).
- Eu: bom, garoto, hora de dormir, amanhã é outro dia… ah, e mais uma coisa: pode transar com quem quiser! mas precisa entender que isso que você tá vendo vai deixar tudo melhor.VOCÊ É MEU BRINQUEDO SEXUAL, GAROTO!
Rodrigo ficou besta com o que ouviu, enquanto eu saía do quarto dele me vestindo e rebolando a bunda em sinal de trégua.
Foi uma experiência inesquecível, naquela noite eu atuei como nunca tinha feito antes, mas a juventude dele me dava tanta vontade de sair da minha rotina e ser uma foxy, isso era normal, mas nunca tinha pego um tão novinho e com tanta disposição, e não ia deixar de espremer ele até não aguentar mais. Fui me lavar pra não ficar com cheiro de porra e me mandei pro quarto com meu querido marido.
Mas ainda não acabou, na próxima oportunidade vou contar quando meu tio me perverteu. É por causa dele que sou uma amante do sexo, foi ele quem me desvirginou com muito prazer, mas isso é uma história para outra ocasião.
Logo vocês vão saber por que pra mim é normal comer os homens, a origem do meu jeito de ser amante do sexo, como ninfomaníaca, com a raiz na casa do meu tio.
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Logo vocês vão saber por que pra mim é normal comer os homens, a origem do meu ser como amante do sexo, como ninfomaníaca, com a origem na casa do meu tio.
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CONTINUARÁ...
1http://www.poringa.net/posts/relatos/3374529/Haciendo-de-mi-sobrino-un-Hombre-1-para-18.html
Planejando comer meu sobrinho por mais tempo!
Fala galera, esse novo post é sobreum plano pra poder comer meu sobrinho por muito mais tempo, devem saber que o que eu quero, eu consigo. Continuando…
Continuo sendo eu, Katia de 30 anos, aquela MULHER (a devoradora de sobrinhos, ou melhor, de homens), a mulher com dois filhos, um marido, pele branca e corpo mais cheinho, mas não pensem que sou gordinha ou curvy, não! Sou uma mulher na casa dos trinta, gostosa, com peitos bons, mas com uma bunda ainda melhor, disso me orgulho; meus peitos estão um pouco maiores como contei por causa do meu último parto, mas é normal.
Devo mencionar que, na primeira vez que conheceram minha história por meio dessa conta do TuTuPadre, no Poringa, eu tava meio cética, mas decidi continuar contando minha história através deste meio, pelas palavras desse usuário que vai expressar minha vida e minha situação.
Bem, devo dizer que não sou muito aberta com as pessoas pra contar isso, mas o anonimato é uma maravilha. Continuando minha descrição, sou uma mulher como já disse, de cabelo escuro ou preto, olhos castanhos. Minhas partes íntimas são brancas, assim como minhas axilas; meu cu é moreno e, por fim, meus lábios de buceta são rosados. Isso último porque eu clareio minhas partes, me sinto gostosa me vendo limpa e higiênica.
Quanto à minha personalidade, sou muito sociável, levo uma vida como qualquer esposa que trabalha e tem dois filhos, um é um rapaz que neste ponto não vou detalhar, muito menos da minha filha que tem 16 anos, ela está no auge da juventude junto com meu filho de 25 anos.
Meu marido é um cavalheiro muito tranquilo, uma pessoa de personalidade passiva, com esse jeito dele para os momentos que merecem. O físico dele não é chamativo, mas ele sempre soube me cuidar, me amar e me respeitar. Um homem de 1,78m, e eu tenho 1,65m. Ele tem uma barba muito sexy, bem cuidada, um bom porte e, bom, uma bela pica, pica ou pau, como preferir chamar. É grande, não tanto, talvez uns 16 cm, igual ao do meu sobrinho, mas o do meu marido jorra mais leite — isso é algo que sempre notei. Agora que vocês sabem mais sobre minha família, meu marido Tomás, minha filha Anais, meu filho Oscar e eu, Kátia, posso contar sobre meus outros parentes.
Minha tia, irmã da minha mãe, se chama Maritza. Ela é uma senhora de 52 anos, e o marido dela, Jorge, tem a mesma idade. São pessoas tranquilas e humildes, e têm dois filhos: Jorge e Rodrigo. O Jorge é um homem de 30 anos que não mora com eles, porque já é um homem feito e casado, o que deixa meu sobrinho Rodrigo, que vocês conheceram comomeu sobrinho na história anteriorisso porque eu não queria dar muita informação sobre minha família, devido ao ceticismo que mostrei pra eles antes.
Do meu Rodrigo não tem muito o que falar, uma pessoa dedicada ao esporte, de corpo magro, pele clara, com uma piroca do tamanho da do meu marido, ou seja, 16 cm, bem grossa, com a cabeça rosada e com aparência de circuncidado, o jeito dele é de um cara tranquilo, meio tímido, safado e gentil, é muito prestativo, merece um prêmio! E claro que vai ganhar.
De volta na casa da minha tia depois que o guincho nos levou, chamaram um mecânico que demorou horas pra chegar, então rebocaram o carro pra oficina dele, e a gente ficou na casa da tia, abusando da hospitalidade dela. Claro, pra ela não era assim, pra ela era um prazer, porque fazia uns anos que a gente não se via.
Nós sentamos enquanto meu marido entrava com as malas junto com o marido da minha tia e o Rodrigo, nisso a gente começou a conversar com a minha tia Maritza:
- Tia: fico feliz que vocês tenham conseguido ficar um pouco mais de tempo, verdade, adorei ver vocês de novo, mas é uma pena que Anais e Oscar não tenham vindo.
- Eu: não puderam vir porque são jovens e tinham compromissos com os amigos ou namorados, não queria estragar as férias deles sem a gente, por isso não puderam vir, além disso essa viagem é pra mim e pro Tomas.
- Tia: sim, isso eu entendo, os jovens precisam ter o espaço deles. Me conta, o que a Anais e o Oscar estudam ou o que eles fazem da vida?
- Eu: bom, a Anais tá no ensino médio (colegial), então ainda tem 16 anos. O Oscar atualmente tem 25 anos e tá na faculdade, no quarto ano de medicina. Ele adora isso, mas às vezes vejo ele sofrendo com os estudos. Por isso que deixei ele cuidando da Anais, pra eles curtirem as férias sem estresse.
- Tia Maritza: sabe, logo o Rodrigo vai pra faculdade. O problema é que nessa cidade não tem universidade, então ele vai ter que viajar pra capital, mas já é algo que a gente pensou e ele tá de acordo.
Naquela hora me veio um plano na cabeça. Acho que vocês já tão ligados no que é, porque meu marido é um cara passivo e aceita quase todas as minhas vontades. Aí eu respondi na hora pra minha tia:
— Eu: se quiser, tia, pode mandar ele pra capital com a gente, não é incômodo pra mim e pro Tomás, além disso ele vai se dar bem com a Anaisy e o Oscar, também que…
Minha tia interrompe:
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Tia Maritza: Não posso aceitar isso, porque foi um abuso da nossa confiança e eles iam ver como se virariam.
- Eu: tia, não precisa se preocupar com isso, pra gente não é problema nenhum, e ainda falo isso pra ela (insistindo), nossa casa tem espaço pra mais duas pessoas, o Rodrigo pode ficar lá super de boa, além disso ele é da família e vai se dar bem com todo mundo, ainda mais que ele é muito respeitoso e prestativo, vai se sentir à vontade com todo mundo.
- Tia Maritza: a gente vai pensar com o Jorge e te liga, além disso ainda falta esse ano todo pro Rodrigo entrar na faculdade, mas a gente te avisa em outubro, antes das matrículas.
- Eu: sim, me parece bem, além disso podem chegar quando quiserem, pra gente não tem problema, então vou considerar que vocês vão vir e vou preparar o quarto de vocês.
Nessa hora chegaram meu marido Tomás e Jorge, o marido da Maritza, e a gente contou sobre a conversa. Os dois pareceram concordar. Como o Rodrigo é um rapaz prestativo e gentil, é muito fácil pra ele ganhar o carinho e a aprovação das pessoas. Então decidimos na hora que sim, o Rodrigo ia morar com a gente enquanto cursasse a faculdade. Parece que minha tia só precisava da aprovação dos homens da casa, e admito que sabia que conseguiria (no fundo, era o que ela queria, sacaram, né? Pois é, então tá tudo pronto — meu sobrinho não sabe o que o espera!).
Entre tanta conversa de uma coisa e outra, a noite chegou, e aí pedimos comida delivery. Foi um jantarão com a família, já era umas nove da noite e a gente ficou bebendo (álcool, claro), porque bebida nunca falta quando tem família. Além disso, tinha sobrado muita coisa do sábado, então só compramos um pouco mais pra esse dia. Nesse ponto, eu já sentia que minha meta tinha sido cumprida, então não tava nem aí pra planejar uma foda naquele dia. Continuei bebendo porque queria curtir minha vitória e esperar o que vem pela frente.
Nota como o meu Rodri fica me olhando com tesão, mas eu não dava a mínima bola pra ele, queria que ele sentisse que não ia rolar nada, era um castigo, uma parede que ele não atravessaria porque ele não fazia ideia do que tava por vir (já que eu ia chupar ele direto quando estivesse na minha casa), mas no meio da bebedeira, TODO MUNDO ALEGRE E FELIZ, eu tomei a iniciativa:
- Rodrigo, quer saber as novidades?
- Tia Maritza: me olhou de canto e disse: Rodrigo, hoje a gente conversou com seu pai e a Katia sobre uma parada que rolou com você!
Naquele momento, Rodrigo ficou pálido, achou que eu tinha dedurado ele, ainda mais pelo meu jeito de tratar ele, muito dura, ele pensou que algo grave tinha acontecido (que todo mundo sabia ou algo assim, mas que eu tinha feito ele passar vergonha). Logo meu marido falou:
- Tomas: pra ser sincero, não me surpreendeu, mas já aprovamos, espero que você concorde.
- Rodrigo: O que ACONTECEU QUE ELAS FALARAM, OU FOI ALGO QUE EU FIZ? Pergunto meio exaltado e assustado.
- Maritza: fica tranquilo, você não fez nada, senão já tava de castigo, mas não é o caso. A gente conversou nós quatro — Katia, Tomas, Jorge e eu — sobre seus estudos na faculdade. Sabemos que você vai ter que viajar pra caralho, e a Katia se ofereceu pra você morar com eles enquanto estiver cursando a universidade…
- Tomas: é isso mesmo, Rodrigo, a gente já aprovou, mas não vamos fazer nada se você não quiser ir. E então, cê toparia vir morar com a gente pra continuar seus estudos na capital?
Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo. Maritza: além disso, a gente já conversou sobre isso, falei com seu irmão Jorge e ele disse que tá disposto a te ajudar com o pagamento da faculdade.
- Eu: a gente vai te dar o quarto e a comida, só precisa ficar de olho nas regras. Não somos muito rígidos, mas na real já tá tudo resolvido. O que você acha?
O cara ficou pasmo, não cabia em si de tanta felicidade, ter quebrado o carro foi a melhor coisa que podia ter acontecido, deu origem a tudo isso. Mas naquele momento, ninguém percebeu. Olhando pro Rodrigo, todos nós vimos, e eu lancei um olhar que deixei claro que, se ele fosse com a gente,Ele seria meu e eu não daria descanso pro meu brinquedo novo!
- Rodrigo: claro que eu adoraria ir continuar meus estudos, seria uma boa ideia, se vocês estiverem dispostos e aceitarem., (ele não cabia em si de alegria e, notoriamente, seus estudos e uma gostosa por aí o motivam)
Assim a noite passou entre alegrias e brindes, por minha parte decidi ir dormir, já que Tomás, como sempre, tinha bebido demais. Então fomos dormir, eu precisava cuidar dele, logo teria tempo para outras coisas.
Sendo o clima perfeito, saí pro quintal, não aguentava o calor. Essa noite tava bem gostosa, diferente da anterior, mas antes passei no banheiro pra tomar um banho de quase uma hora, escovei os dentes e saí pra fumar um cigarro. Naquele instante, tava tão relaxada comigo mesma e de pijama, aí, com as luzes apagadas, vi o Rodrigo entrando. O que tava rolando? Pensei. Consegui ver ele, e uma mina tinha deixado ele na porta, era a vizinha. FILHO DA PUTA, E EU ACHANDO QUE ELE ERA VIRGEM!
Era de se esperar, ela entrou correndo, não tinha me visto, estava subindo o zíper da calça, aí eu entendi que tinha dado um boquete no pau dele, era lógico, por isso não deixou a mina dar um beijo (os caras do interior são mais quentes que os da cidade, foi o que pensei).
Sabia que todo mundo tava muito bebado e era mais que óbvio que tavam dormindo., por isso,esse moleque tinha aproveitado pra sair sem ninguém perceberentão eu segui ele, mas passei no banheiro antesentão eu entrei no quarto delaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Naquele momento, eu tava usando uma camisola comprida que mal cobria a minha buceta. Aí eu me deitei na cama dele e resolvi esperar. Abri as pernas e fiquei esperando ele chegar. Eu me sentia desafiada por uma novinha que tinha dado um boquete no meu guri.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.NINGUÉM VAI FAZER UM BOQUETE TÃO GOSTOSO QUANTO EU, ALÉM DISSO, EU ENGOLIRIA A PORRA DELE, DIFERENTE DESSA AMADORA!Isso virou uma perversão e um desafio pessoal, enquanto eu esperava ela chegar.Tirei minha tanga, tava apertada na minha mão direita.Levantei minha camiseta e deixei minha entrada à mostra, mas também já tinha a lâmpada pronta pra quando ele entrasse e visse o que teria na frente dele, em todo seu esplendor. Essa ideia me molhava toda, sentia minha respiração acelerar, me sentia como uma menina empolgada esperando ele entrar.
É isso mesmo, entrei abrindo a porta devagar, deixei ele entrar e fechei a porta. Naquele momento, ele estava de costas e eu acendi a lanterna do meu celular.
Naquele momento, ele deu um pulo de susto, pensou que eram os pais dele que iam dar uma bronca, e foi aí que eu joguei minha calcinha fio dental nele, acertando em cheio no ombro direito dele. Ele se virou, sem esperar mais, abriu os olhos como nunca e viu uma coroa de uns trinta anos de pernas abertas acendendo a luz do quarto e olhando pra minha buceta. Aí ele foi pegar a calcinha que eu joguei como se fosse um ataque.Isso não era uma fantasia, era umDESAFIOLembrem disso.
- Rodrigo: Caralho, me assustei, pensei que eram meus pais!
- Eu: e aí, cê acha que não te vi entrando? Olhei pra ele com cara de puto e pedi minha fio dental de volta.
- Eu: olha bem o que você vai comer, garoto! Peguei a tanga e coloquei, levantando minhas pernas, deixando meu cu à mostra pra ele. Era um deleite, mas não durou muito, porque ele percebeu meu desconforto (eu tinha que parecer incomodada pra ele achar que eu tava).
- Rodrigo: tia, me desculpe, mas com a Berenice é só sexo oral, ela ainda não quer transar comigo, além disso isso acontece desde antes da senhora chegar, não é nada anormal e também não somos nada!
- Eu: acordei, ela pensou que eu tava puto, aí nessa hora dei um beijo e mordi o lábio dela (uma putinha toda irritada)
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Rodrigo: Ai! Tia, não fica brava, pelo amor.
Naquele momento, me abaixei e tirei o pau dele da calça, ele ficou pasmo de novo, acho que não esperava por isso.
- Eu: então só boquete, né? Vou te ensinar o que é um boquete de verdade!
Rodrigo nem soube o que pensar, só me olhou com uma cara de "nossa, que puta que é", deve ter pensado que a gente não teria mais nada, mas isso não era pra perversão dele, era pra minha. Não dava pra deixar uma novinha cuzona fazer um boquete nele por muito tempo sem saber tratar como merece.
- Rodrigo: nossa, sua garganta Tia Katia, é funda!
- eu: tia Katia não tá aqui, sou sua putinha agora, cê não quer, moleque!?
- Rodrigo: sim, você é minha putinha, sim ah ah sim, isso é seu! ah! ah
- Eu: chupei um pouco a glande dela.
- Rodrigo: aí! que gostosa, ah mmm…
Então comecei a enfiar ela até o fundo da minha garganta, tirei e olhei pra ele com cara de puta, com autoridade, e falei:
- Eu: tira minha camisa!
- Rodrigo: sim
- Eu: dei um tapa nele, não te falei pra responder, mas pra fazer!
- Rodrigo: me olhou com cara de "o que você tá fazendo", não sou uma puta.
- Eu: cê tá dizendo que só de boca não, né? Pelo menos vi com sua amiguinha, quer saber o que é uma verdadeira mamada, como uma puta chupa o pau, ou quer que uma cuzona enjoada continue te chupando pela metade com nojo de engolir tudo?
- Rodrigo: me viu e com a mão na minha cabeça me deu o sinal pra eu me ajoelhar, que ele entendia que não era amor, nem sexo, era uma puta que ia dar um boquete nele, naquela mesma noite.
- Eu: me agachei e cuspi na pica dele uma vez e outra, e comecei a chupar, peguei na pica dele e comecei a passar a língua, olhando pra ele feito uma puta, e ele vendo tudo.
- Rodrigo: nossa, é tão gostoso ah ah (o olhar dele tava cheio de satisfação).
Nunca pensou que aquilo era possível, entendeu que aquela garota não era rival, e perguntei com perversão.
- eu: cê gosta de como essa puta te chupa a pica?
- Rodrigo: sim, continua por favor, não para, quero continuar vendo e sentindo sua boca, é muito molhada, funda, continua por favor, gostosa! Ah ah ah sim, sim continua ah
Naquele momento, coloquei aquela pica de novo na minha boca e comecei a girar a língua em volta da cabeça dela. Tirei um pouco da pica, deixando só a glande na boca, e comecei a masturbá-la enquanto chupava a cabeça como se fosse um pirulito. Mas eu tinha saliva acumulada e cuspi tudo nela. A pica brilhava de tanta saliva, até molhava a calça dele quando escorria. Aí aproveitei e chupei os ovos dele enquanto masturbava o pau. Era uma visão gloriosa. Não dava mais pra parar. Já tinha meus peitos pra fora e sabia usar eles, coisa que aquela vizinha não sabia, haha! Não tinha como competir com uma mulher de verdade!
Enfiei o pau molhado dele nos meus peitos e a ponta, a glande dele era chupada pela minha boca, ele nunca tinha sentido aquilo e eu sabia.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Rodrigo: continua assim, por favor, ah! ah! sim! Isso, ah, que gostoso, uau, ah, sim
- Eu: cuspindo no pau dele, chupando sem mais nem menos e do jeito que tinha que ser.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Eu: Já chega, já tava na hora do leiteiro chegar em casa! Entendeu, moleque?
- Rodrigo: vagabunda, continua assim, ah sim, ah! Mm…
Rodrigo ficou me olhando e colocou o pau nas minhas mãos, me passou o controle, a gente tinha que terminar essa viagem juntos, a missão tinha que ser completada.
- Eu: guri, agora vai gozar na minha boca, cê ia gostar ou sua amiga aí não faz isso?
- Rodrigo: faz isso, por favor, ia ser uma delícia, seria minha primeira vez!
Comecei a bater uma pra ele com mais força e não precisei esperar muito, ele já tava a mil, nunca tinha levado um boquete desse nível, ele pegou minha cabeça e empurrou pro pau dele.
- Rodrigo: Ah! Ah! Sim! Mm! Ah! Sim, sim
Começou a sair o esperma dele, minha boca pronta pra receber, senti o pau dele pulsar e jorrar todo aquele leite na minha boca (admito que foi pouco, porque já tinham ordenado ele antes). Tirei ele da minha boca e ele continuava gozando, mas pouco, e coloquei o pau dele no meu rosto, queria me ver toda lambuzada de porra. No fim das contas, eu era a putinha noturna dele, não era?
- Eu: Isso não vai ficar assim! Alguém tem que limpar essa bagunça.
- Rodrigo: já te limpo, não se preocupa com isso.
- Eu: não, filho! Isso não pode ser desperdiçado.
Comecei engolindo o que já tinha na minha boca, mostrando minha boca limpa pra ele, a cara de admiração dele, uau, aí com meus dedos comecei a juntar o esperma no meu rosto e engolir, o dos meus peitos também, claro com minha língua, tentei ficar o mais limpa possível.
- eu: e aí, o que você acha de um boquete de verdade?
- Rodrigo: é muito… ah! Que gostosa, sim! mm, suspiro.
nisso peguei o pau dele, tava saindo um pouco mais, era o resto, mas era meu, eu ordenei ele, né? Nessa hora ele já tava sentado e eu levantei depois de tirar a última gota que por direito me pertencia.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Eu: gostosa, né? Com minha cara de puta satisfeita.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Rodrigo: sim uau, você é uma mulherão! Uau que maravilha de mulher.
- Eu: cê deve tá se sentindo bem cansado, dois boquetes numa noite, né? mas hoje não vai ter mais nada! cê precisava entender que eu sou mulher pra caralho, então, essa noite fica de lição saber que meus boquetes são os que cê precisa e não os de uma novinha sem experiência, amor, pelo menos essa diferença cê vai notar.
- Rodrigo: sim, (exclamando com satisfação e se jogando na cama).
- Eu: bom, garoto, hora de dormir, amanhã é outro dia… ah, e mais uma coisa: pode transar com quem quiser! mas precisa entender que isso que você tá vendo vai deixar tudo melhor.VOCÊ É MEU BRINQUEDO SEXUAL, GAROTO!
Rodrigo ficou besta com o que ouviu, enquanto eu saía do quarto dele me vestindo e rebolando a bunda em sinal de trégua.
Foi uma experiência inesquecível, naquela noite eu atuei como nunca tinha feito antes, mas a juventude dele me dava tanta vontade de sair da minha rotina e ser uma foxy, isso era normal, mas nunca tinha pego um tão novinho e com tanta disposição, e não ia deixar de espremer ele até não aguentar mais. Fui me lavar pra não ficar com cheiro de porra e me mandei pro quarto com meu querido marido.
Mas ainda não acabou, na próxima oportunidade vou contar quando meu tio me perverteu. É por causa dele que sou uma amante do sexo, foi ele quem me desvirginou com muito prazer, mas isso é uma história para outra ocasião.
Logo vocês vão saber por que pra mim é normal comer os homens, a origem do meu jeito de ser amante do sexo, como ninfomaníaca, com a raiz na casa do meu tio.
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Logo vocês vão saber por que pra mim é normal comer os homens, a origem do meu ser como amante do sexo, como ninfomaníaca, com a origem na casa do meu tio.
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CONTINUARÁ...
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