Conto erótico: No Jacuzzi

NO JACUZZIOlá, pessoal, estou aqui pra contar mais uma aventura nova de pouco mais de uma semana atrás.


Era um sábado no fim de julho. Meus pais tinham ido pra praia e só voltariam no domingo, então quis chamar minha mina pra casa pra gente se esbaldar na banheira de hidromassagem.


Preparamos o banho, colocamos nossos sais aromáticos, tudo ia bem. Nos despimos e começamos a entrar na banheira.


—Tem certeza que ninguém vai aparecer? — minha namorada me perguntou.


—Espero que não, mas é melhor a gente só tomar um banho rápido porque minha irmã pode voltar a qualquer hora — respondi, com um pouco de medo de sermos pegos, embora me desse muito tesão.


Nós entramos, eu primeiro de barriga pra cima e ela de costas pra mim, também de barriga pra cima, segurando ela pela cintura, já que era o jeito mais fácil pra gente entrar os dois.


Apertamos o botão que faz sair bolhas e ficamos bem relaxados, assim passamos um tempão.


Claro, meu pau roçava nas costas dela e ninguém é de pedra, então tava o tempo todo duro, mas de boa. Ela, claro, percebeu.


-Mmmm, isso que tá encostando nas minhas costas é o teu pau, né?


-Sim, claro.


Eu juntava os peitos dela e acariciava, a coisa tava saindo do controle.


Pra tentar acalmar a situação, eu me levantei e sentei numa espécie de banco dentro da banheira, mas se eu queria acalmar as coisas, não era o melhor jeito, já que tava de pau duro e olhando pra ela, com a rola bem na frente dela.


— Seu porco, não quer que a gente faça nada e fica me enfiando essa pica na cara? — ela disse, acariciando minha pica e as bolas.


Ele se aproximou e começou a lamber ela bem devagarinho. Primeiro só a cabecinha, até que começou a enfiar a pica toda e fazia o movimento de vai e vem.


-Mmmmm, que delícia.


Naquele momento ela tava numa posição confortável e eu também, então com a mão esquerda comecei a fazer círculos no clitóris dela, do jeito que elas gostam, e com a direita acariciava o peito dela como se tivesse amassando.


-Mmmmmm, hmmmm, adoro isso - ela não parava de gemer.


-Ohhh, ohhh, continua — eu também não parava.


Eu via tudo o que ela fazia, enfiava a cabecinha pra dentro e começava a bater punheta, ou então colocava a língua pra fora e punha a cabecinha na língua, como se esperasse o gozo, enquanto batia uma. Isso me deixa muito louco, e ela tava me mostrando que queria leite na boca dela, e não faltava muito.


-Mmmm, você vai me banhar com seu leite?


-Ohhh, ohh, continua, que puta safada você é.


Cada vez eu metia mais lenha nela, ela sabia muito bem como fazer e quando tinha que pisar no acelerador. Eu me abaixava e tentava chupar seus peitões enormes (gigantescos!!!), que estavam totalmente durinhos.


De repente, ouviu alguém abrindo a porta. O apartamento é pequeno e dá pra ouvir tudo perfeitamente, alguém tinha entrado.


Ela me olhou sem tirar a pica da boca e eu mandei ela continuar.


-Continua, continua, não para agora, só temos que ficar quietos.


A água continuava fazendo barulho, então também não precisava parar.


Sentia o prazer, a porra queria sair, ela sabia disso.


Então ela colocou a cabecinha na língua e começou a bater uma pra ela com tudo, até enfiar ela inteira. Deu uns três ou quatro movimentos pra trás e pra frente, e eu gozei jorrando dentro da boca dela.


-Aggggggg, ufffff-Fiz um barulho bem forte.


Já tinha gozado e ela continuava de boca cheia chupando, queria que não ficasse nem uma gota dentro. Eu tava passando a mão na buceta molhada dela. Ela tirou, pegou papel higiênico e cuspiu todo o líquido no papel.


-Mmmmm, que boquete, falei pra ele


—Que cúm mais gostoso você tem — respondeu ela.


Nós nos vestimos e saímos, eu achava que tinha sido minha irmã, mas eram meus pais, eles tinham chegado um dia antes. Me falaram com a cara abalada:


— O que vocês fizeram?


- Nada, a gente deu um mergulho de biquíni. Foi rapidinho.


O que eu não sei é se eles ouviriam alguma coisa. Depois, na intimidade, me disseram pra não colocar mais ninguém no banheiro sem a permissão deles.


Foi uma experiência muito tarada, quando lembramos disso a gente dá umas risadas e fica com muito tesão.


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