Olá, tô mandando esse relato que aconteceu mês passado, quando minha comadre Karina e eu voltávamos de uma festa. A gente tava indo por um caminho de pedra, meio vazio, mas ainda era cedo, umas cinco da tarde, quando de repente um pneu furou de um jeito desgraçado. Karina e eu tentamos trocar o pneu, mas com vestidinhos de festa de tarde, foda pra caralho, complicou a parada. Aí a gente esperou alguém passar enquanto se ria de tudo que a gente tava contando, já que tínhamos bebido um pouco no casamento. Umas quarenta minutos depois, passou uma caminhonete com três caras (aqui vale dizer que Karina tem 26 anos, é madrinha do meu filho, e eu tenho 34). Aí a gente pediu se eles podiam ajudar, e claro que toparam, porque nós duas somos bem gostosas. Enquanto um deles mexia no pneu, os outros batiam papo e a gente ajudava um pouco.
Passou uns minutos e eu vi que Karina tava no fogo, porque já tava agarradinha num deles e se deixava apalpar. Daí o mesmo cara meteu a mão na bunda dela e sacudiu com força, enquanto o outro gato olhou pra mim só rindo. No fim, quando já tavam quase apertando os parafusos do pneu, Karina me fala: "já volto, comadre, me espera aí". Vi que foram pra trás de um muro. A verdade é que pensei: "porra, Karina levou o mais gostoso". O cara devia ter uns 26 anos, pele morena, com umas pernas enormes e um volume no short, dava pra ver que tava bem excitado. Nisso, o outro tentou puxar conversa e a gente continuou. Poucos minutos depois, a curiosidade me venceu e eu espiei o muro. Aí vi minha comadre, inclinada numa pedra grande, com os peitos de fora, enquanto o cara metia a rola nela e ela fazia caretas de prazer. Dava pra ver que a parada era grande. Depois voltei rindo, e o que tava falando comigo perguntou: "já deu vontade?" Eu só ri sem graça. Enquanto isso, ele foi e espiou também, e o outro terminou de colocar o pneu (não tava errado) e me disse: "Bom, já que sua amiga tá muito ocupada, pelo menos chupa a minha, já ganhei essa". Depois de ver ela toda safada e transando, me ajoelhei na frente desse jovem que devia ter uns 28 anos e comecei a chupar ele. A verdade é que tava bem gostoso, principalmente grosso, com um gosto salgado delicioso que me deixou muito excitada. O outro, enquanto isso, começou a acariciar minha buceta por baixo e enfiou um dedo... mas eu parei, dizendo: "Eei! A puta é aquela..." Ele só riu e foi pra onde os outros estavam. Dois minutos depois, o primeiro que tava com a Karina voltou, ainda subindo as calças. Eu pensei: "Não pode ser". Continuei chupando só um pouquinho pra tirar a vontade dos nossos anjos, e a Karina começou a gemer mais forte, tanto que a gente ouviu e começou a rir todo mundo, enquanto um deles disse: "Por isso chamam o Oscar de Burro..." Aí o tesão tomou conta de nós três, e fomos espiar. Ela tava com as pernas abertas nos ombros dele, e ele metia tudo, só dava pra ver as bundonas do Oscar num canal fundo e peludo. O outro disse: "Qual é, mocinha, deixa eu te foder também, não?" Eu falei: "Espera sua vez com ela, ela aguenta todo mundo". Isso acalmou ele um pouco, e continuamos olhando até que eu disse: "Vamos lá pra caminhonete". Voltamos, e depois de alguns minutos, o que tava trocando o pneu foi buscar a dele. Vendo que ninguém voltava, nós que estávamos na caminhonete fomos espiar de novo. Dessa vez... Minha comadre tava no meio dos dois, enquanto um metia a pica na buceta dela, o outro tentava enfiar no cu — e conseguiu! Fazendo ela soltar um gemido profundo: "Aaah, aai, aai, que gostoso!" Eu via aquelas picas grossas entrando e saindo dos dois lados e cruzei os braços pra ver até quando? Continuei olhando atentamente os corpos deles, com barriga bem definida, peito peludo e umas bundas que — uau! — e perguntei: "Comadre, já terminou?" Vendo que a tarde tava caindo, ela disse entre... gemidos... já já, quase lá aaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii! aaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii! que gostoso... Continuaram comendo ela, e o que tava metendo no cu gozou dentro. Aí o outro não aguentou, virou ela de quatro também, botou ela em cima da pedra e comeu ela uns cinco minutos bem forte e também encheu ela de porra. Quando vi que ele parou dentro dela e ela fez uns trejeitos, contraindo a pélvis, falei: "esse aí também encheu ela". Voltamos pra caminhonete e os outros dois foram pra deles. Eles voltaram e se despediram com beijo. Aí falei pra minha Comadre: "não fode, você é demais. E o Miguel?" (Miguel era o marido dela). Ela respondeu com toda cara de pau: "ah, aquele cara não sabe nem transar, e acho que ele também me chifra. Sábado ele chegou com batom na camisa. E pra falar a verdade, aqueles caras eram bem gostosos, não dava pra deixar passar." Falei, só pra confirmar o que eu tinha visto: "Comadre, e se você ficar grávida?" Ela respondeu com um sorriso, pegando o celular: "acho que não, os três gozaram no meu cu.
Passou uns minutos e eu vi que Karina tava no fogo, porque já tava agarradinha num deles e se deixava apalpar. Daí o mesmo cara meteu a mão na bunda dela e sacudiu com força, enquanto o outro gato olhou pra mim só rindo. No fim, quando já tavam quase apertando os parafusos do pneu, Karina me fala: "já volto, comadre, me espera aí". Vi que foram pra trás de um muro. A verdade é que pensei: "porra, Karina levou o mais gostoso". O cara devia ter uns 26 anos, pele morena, com umas pernas enormes e um volume no short, dava pra ver que tava bem excitado. Nisso, o outro tentou puxar conversa e a gente continuou. Poucos minutos depois, a curiosidade me venceu e eu espiei o muro. Aí vi minha comadre, inclinada numa pedra grande, com os peitos de fora, enquanto o cara metia a rola nela e ela fazia caretas de prazer. Dava pra ver que a parada era grande. Depois voltei rindo, e o que tava falando comigo perguntou: "já deu vontade?" Eu só ri sem graça. Enquanto isso, ele foi e espiou também, e o outro terminou de colocar o pneu (não tava errado) e me disse: "Bom, já que sua amiga tá muito ocupada, pelo menos chupa a minha, já ganhei essa". Depois de ver ela toda safada e transando, me ajoelhei na frente desse jovem que devia ter uns 28 anos e comecei a chupar ele. A verdade é que tava bem gostoso, principalmente grosso, com um gosto salgado delicioso que me deixou muito excitada. O outro, enquanto isso, começou a acariciar minha buceta por baixo e enfiou um dedo... mas eu parei, dizendo: "Eei! A puta é aquela..." Ele só riu e foi pra onde os outros estavam. Dois minutos depois, o primeiro que tava com a Karina voltou, ainda subindo as calças. Eu pensei: "Não pode ser". Continuei chupando só um pouquinho pra tirar a vontade dos nossos anjos, e a Karina começou a gemer mais forte, tanto que a gente ouviu e começou a rir todo mundo, enquanto um deles disse: "Por isso chamam o Oscar de Burro..." Aí o tesão tomou conta de nós três, e fomos espiar. Ela tava com as pernas abertas nos ombros dele, e ele metia tudo, só dava pra ver as bundonas do Oscar num canal fundo e peludo. O outro disse: "Qual é, mocinha, deixa eu te foder também, não?" Eu falei: "Espera sua vez com ela, ela aguenta todo mundo". Isso acalmou ele um pouco, e continuamos olhando até que eu disse: "Vamos lá pra caminhonete". Voltamos, e depois de alguns minutos, o que tava trocando o pneu foi buscar a dele. Vendo que ninguém voltava, nós que estávamos na caminhonete fomos espiar de novo. Dessa vez... Minha comadre tava no meio dos dois, enquanto um metia a pica na buceta dela, o outro tentava enfiar no cu — e conseguiu! Fazendo ela soltar um gemido profundo: "Aaah, aai, aai, que gostoso!" Eu via aquelas picas grossas entrando e saindo dos dois lados e cruzei os braços pra ver até quando? Continuei olhando atentamente os corpos deles, com barriga bem definida, peito peludo e umas bundas que — uau! — e perguntei: "Comadre, já terminou?" Vendo que a tarde tava caindo, ela disse entre... gemidos... já já, quase lá aaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii! aaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii! que gostoso... Continuaram comendo ela, e o que tava metendo no cu gozou dentro. Aí o outro não aguentou, virou ela de quatro também, botou ela em cima da pedra e comeu ela uns cinco minutos bem forte e também encheu ela de porra. Quando vi que ele parou dentro dela e ela fez uns trejeitos, contraindo a pélvis, falei: "esse aí também encheu ela". Voltamos pra caminhonete e os outros dois foram pra deles. Eles voltaram e se despediram com beijo. Aí falei pra minha Comadre: "não fode, você é demais. E o Miguel?" (Miguel era o marido dela). Ela respondeu com toda cara de pau: "ah, aquele cara não sabe nem transar, e acho que ele também me chifra. Sábado ele chegou com batom na camisa. E pra falar a verdade, aqueles caras eram bem gostosos, não dava pra deixar passar." Falei, só pra confirmar o que eu tinha visto: "Comadre, e se você ficar grávida?" Ela respondeu com um sorriso, pegando o celular: "acho que não, os três gozaram no meu cu.
1 comentários - O Segredo: Minha Comadre Deu pra Três (Não Posso Contar