((( Obrigado a@CasalFpelas suas fotos pra ilustrar a história)))
Valeu pelas mensagens, pontos e comentários nos meus posts.
Aqui vai o capítulo anterior dessa história:(I) O chuveiro***♪ terzo atto ♪***
***♫ introduzione ♫***
Desde muito novo, eu sabia que minha fraqueza eram as casadas, que seus cornos maridos não conseguiam satisfazer, então eles mesmos me imploram para que seja eu quem as faça gozar ao extremo com minha pica descomunal e minhas ideias perversas.
Entendi que é minha responsabilidade libertar as mulheres da angústia de viver uma vida sexual insatisfeita, fingindo orgasmos que seus parceiros não conseguem provocar.
Junto com meus amigos, a gente espiava enquanto a Maria, mãe do nosso amigo Luismi, tomava banho por um buraco que o Fernando, o marido dela e pai do Luismi, nos mostrou. Desde aquele instante, eu soube que, de qualquer jeito, aquela puta reprimida seria minha e executei um plano perverso pra conseguir isso.
***♫ aria colorare ♫***
No dia seguinte, voltei sozinho na casa do Luismi, quase na hora do almoço, com a desculpa de que tinha esquecido minhas chaves. O Fernando me faz entrar enquanto fala pra mulher dele que ia comprar o jornal e saiu correndo.
A Maria me acompanha até o quarto do filho dela e, quando ficamos sozinhos com o Luismi, eu confesso com um tom sério:
- Eu: olha, Luismi, não perdi as chaves, vim pra falar de uma coisa importante com você.
- Luismi: qual é a boa?
- Eu: vou te falar sem anestesia, ontem, quando você foi tirar o cachorro com seu pai, a gente tava espiando sua mãe enquanto ela tomava banho por um buraco que seu pai fez na porta do banheiro.
Nunca vou esquecer a cara do otário do Luismi naquele momento. Era uma mistura de surpresa e raiva. Ele tava quase chorando.
- Luismi: não é verdade!
- Eu: é sim, é verdade. Sua mãe é uma gostosa, e você sabe tão bem quanto eu.
- Luismi: mas é minha mãe, isso não tá certo. Por que você tá me contando isso?
Era crucial no meu plano perverso convencer meu amigo a avançar com a mãe dele. Insisti, pressionando e vendo até onde eu poderia chegar.
- Eu: não me diga que você nunca reparou como sua mãe é gostosa, naquelas tetonas e naquela bunda infarto. Naquela boquinha sensual que qualquer um ia querer devorar.
- Luismi: bom, sim, mas é minha mãe.
- Eu: achei que você fosse homem. Se nos ajudar a ver ela mais vezes... ia ser meu melhor amigo.
Eu tinha colocado ele entre a espada e a parede. Sabia que ele podia ficar de fora do grupo se recusasse e ia se ferrar na escola. Mas, ao mesmo tempo, ele me conhecia o suficiente pra saber que, quando eu fico de olho numa mulher, não paro até pegar. Isso atormentava ele e deixava ele louco de raiva. Mas o medo venceu.
- Luismi: tá bom! O que eu tenho que fazer?
- Eu: ainda não sei, amanhã a gente vem depois da escola e pensa. Só queria saber se você tá com a gente, como eu imaginava.
O puto mestre entrava em ação.
***♫ aria agitata ♫***
Na tarde seguinte, como quase toda tarde, na saída da escola a gente foi o grupo todo lanchar na casa do Luismi.
Notei de novo aquela atitude do Fernando. Por um momento, desconfiei que ele sabia o que a gente tinha feito. Intuí que nada foi por acaso. Como se fosse o plano dele, e a gente tava agindo como os peões dele, os peões perversos dele.
Fernando tava visivelmente nervoso. Começou a falar dos jogos de futebol do dia anterior e um monte de outras merdas que não lembro agora. Numa dessas conversas que ninguém tava prestando atenção, ele enfiou a mão no bolso e tirou um vidro de sonífero. Parecia ser daqueles soníferos que o Fernando usa na veterinária dele quando precisa fazer alguma cirurgia menor num bicho e não precisa anestesiar.
- Fernando: que descuido! Trouxe isso da veterinária sem querer. Não vão mexer, que é um sonífero muito forte que eu uso pros animais. Com um dedo desse líquido dava pra dormir um elefante.
- Eu: pode ficar tranquilo, senhor, que ninguém aqui vai encostar.
A Maria gritou da cozinha.
- Maria: já voltou, Fernando?
- Fernando: É, hoje tinha pouco serviço. Aliás, tenho um congresso sábado que vem na capital. Vou embora de manhã e volto depois de amanhã.
Os caras olharam pra mim sorrindo. Não conseguiam esconder. Sabiam que eu não ia deixar passar essa oportunidade foda.
-Fernando: María, por que você não prepara um lanche pra esses homenzinhos?
-María: Já tava esperando vocês com um bolo caseiro daqueles que eles adoram. Vou trazer agora junto com o mate.
-Fernando: Vou tomar um banho que devo estar fedendo pra caralho.
***♫ aria da dude ♫***
Assim que Fernando saiu, me joguei em cima do frasco e guardei rápido no bolso. Luismi ficou pálido e balançava a cabeça devagar de um lado pro outro enquanto me olhava apavorado. Mexia os lábios pra me xingar em silêncio e pedir pra eu não fazer aquilo. Parecia cena de filme de terror. Óbvio que não liguei e fiz um sinal pro Juan acalmar ele com uma cotovelada.
María trouxe o lanche e a gente devorou tudo, ansiosos pra ir pro quarto do Luismi com o butim.
Assim que entramos no quarto dele, Nacho trancou a porta enquanto eu procurava um lugar pra esconder aquele tesouro que acelerava meu plano perverso. Luismi tava paralisado.
-Eu: Seu velho é um idiota, irmão, de novo deixou sua mãe na bandeja pra gente.
Quase sussurrava, como num transe, enquanto focava em transferir metade do frasco de sonífero pra um vidro de perfume vazio, tentando não desperdiçar nem uma gota.
-Luismi: Não enche o saco, Raúl, não fala assim do meu pai.
-Eu: O que quero dizer é que no sábado, quando seu velho for embora, a gente dopa sua mãe com isso e deixa ela pelada.
-Luismi: Não vai acontecer nada com ela?
-Juan: Não seja viado, a gente só vai colocar um pouquinho. As pessoas são que nem bichos, vai fazer o mesmo efeito.
-Luismi: Não sei...
-Eu: Porra! Lembra do que a gente conversou ontem ou não?
-Luismi: Tá bom, mas só vamos tirar a roupa dela.
-Eu: Claro, claro, fica tranquilo. Vai lá e deixa o frasco do seu velho exatamente no mesmo lugar que ele deixou na mesa.
María tava na cozinha e Luismi saiu feito um raio. Do quarto dela, deixou o frasco quase vazio do sonífero do pai dela e voltou correndo na maciota.
****♪ quarto atto ♪****
****♫ aria cantabile ♫****
Os dias passaram e o tal sábado chegou. Fernando já tinha viajado pra conferência dele (ou pelo menos era o que todo mundo pensava) e, como sempre, fomos lanchar na casa do Luismi.
- Maria: Oi, como vocês tão?
- Eu: Bem, mas viemos com um calorão danado, tá um dia de verão da porra.
- Maria: Querem que eu traga algo gelado?
- Eu: Isso ia ser top.
- Luismi: Mãe, toma um suco com a gente.
- Maria: Ok, vou preparar.
Quando todo mundo já tava sentado
- Nacho: Dona, não tem um analgésico aí? Tô com uma dor de cabeça chata.
- Maria: Acho que sim, vou ver.
Naquela hora, tirei o frasco da minha mochila e despejei tudo no suco da Maria. Queria ter certeza de que ela ia apagar de vez.
Ela voltou com o analgésico pro Nacho e a gente tomou os sucos. Todo mundo olhando pra Maria e vendo o copo dela esvaziar. Eu via a cara de cada um, era uma cena. Enquanto o Juan, o Tincho e o Nacho trocavam olhares cúmplices com cara de ansiedade, o Luismi me olhava com uma cara de súplica, sabendo que não tinha volta e esperando o pior. Já a Maria tava super de boa, curtindo o suco refrescante dela.
Pouco depois:
- Maria: Desculpem, gente, tô muito cansada. Vou tirar um cochilo, por favor, não façam muito barulho.
Dito isso, ela se levantou e, quase se apoiando nas paredes, conseguiu chegar no quarto dela e fechou a porta com um tranco. O efeito foi claro, quase instantâneo, mas com a insistência dos meninos, tive que ser firme e fazer eles esperarem uns quinze minutos antes de ir atrás dela.
****♫ recitativo secco ♫****
Depois daqueles minutos que pareceram uma eternidade, peguei minha mochila e fomos pro quarto dos pais do Luismi.
- Luismi: Ei, Raúl, o que você tá levando na mochila?
- Eu: Já vai ver, não se apressa. Bate na porta. vamos ver se ela atende. Maria não respondia e, quando abrimos a porta devagar, vimos que ela tava profundamente dormida. Tinha caído de cansaço, de costas na cama, e ainda vestida. Luismi entrou sozinho, chegou perto da mãe e tocou no ombro dela. Maria não reagiu, Luismi começou a sacudir ela com mais força, mas nada. - Eu: perfeito, vamos nessa, galera. - Luismi: ela não tá morta, né? - Tincho: não fala merda, não vê que ela tá respirando? - Luismi: fala Raúl, me mostra o que tem na mochila. ****♫ aria da dude ♫**** Todo mundo fez uma roda em volta de mim enquanto eu abria minha mochila pra pegar a câmera digital de vídeo do meu pai. Liguei ela e entreguei pro Nacho gravar tudo. Luismi tava parado, em pé do lado da cama. Sem saber o que dizer nem o que fazer, ficou petrificado que nem uma estátua viva ao lado da mãe desmaiada. Olhava direto pros olhos fechados dela, como se pedisse perdão pelo que tava fazendo, ou melhor, pelo que não tava fazendo, e aceitar que o amigo dele tivesse incentivando uma falta moral tão grave. Eu me aproximei da Maria que nem um gato caçando a presa e comecei a tirar a roupa dela devagar. Os caras não acreditavam que eu tinha coragem pra tanto, mas minha fama não vinha do nada. Eles me olhavam nervosos e se olhavam entre si, incrédulos com o que tava rolando. Não sabiam distinguir a realidade da fantasia. Mas eu tava bem consciente de cada movimento meu. Tudo seguia meu plano. - Eu: nossa, que calcinha de velha que a sua mãe usa. - Luismi: não é de velha, é que tanga e essas coisas são coisa de puta. - Juan: sua mãe que é uma puta. Agora você vai ver. Falando isso e no meu sinal, ele chegou na cama e tirou o sutiã dela ao mesmo tempo que eu tirava a calcinha. Aí finalmente estávamos, os cinco ao redor de uma cama, com uma mulher casada no meio, pelada e de pernas abertas, nos dando a melhor visão que a gente já tinha tido até então.
—Eu: Vai, grava tudo!
Falei isso pro Nacho enquanto começava a afastar os pelos da buceta da mãe do meu amigo. Curtia cada segundo e via os outros, incluindo o Luismi, babando e com os paus duros.
Quando fui meter um dedo na buceta da María, o Luismi reclamou porque o trato era só olhar. Mas ignorei ele completamente, sorrindo enquanto sentia o calor molhado da mãe dele.
Falei pro Nacho deixar a câmera numa mesa apontando pra cama e todos se aproximaram do banquete. O Tincho e o Nacho pegaram um peito cada um e, com meu sinal de aprovação, se jogaram desesperados neles. Chupavam e apertavam como se fosse questão de vida ou morte. O Juan ficou do meu lado esperando minha piscada. Quando dei o sinal, afastei a mão e ele começou a chupar sem parar a buceta da María.
O Luismi continuava parado, sendo espectador privilegiado em primeiro plano daquela cena tão erótica. Mas a mãe dele era a protagonista e isso o deixava numa batalha moral interna entre os desejos obscuros e a educação cristã. Só olhava sem saber o que fazer.
Os mamilos da María estavam duros apontando pro teto, já que o Tincho e o Nacho tinham cansado de chupar e começaram a mordiscar. Ela respirava ofegante e a virilha dela estava encharcada. Com certeza o marido nunca tinha visto ela tão excitada.
Tirei da mochila um vibrador gigante, mas não maior que meu pau (outro dia conto a história desse brinquedo) e um pote de vaselina. Tinha que preparar ela bem, então enfiei dois dedos cheios de vaselina na buceta dela, depois besuntei o vibrador também, coloquei na entrada da caverna dela empurrando devagar. Os caras tinham baixado as calças e estavam batendo punheta, os paus deles não eram muito grandes, mas com certeza eram maiores que o do Fernando.
Enquanto deixo o aparelho ligado vibrando dentro da mãe dele, tiro Luismi sai do transe e eu ordeno:
- Eu: — Vai, Luismi, bate uma punheta igual todo mundo!
- Luismi: — Não foi isso que a gente combinou, isso não tá certo, vocês tão passando dos limites.
- Eu: — Não fala merda, é sua chance, ela tá pronta. Olha como tá molhada a buceta da puta da sua mãe. Aposto que o viadinho do seu pai nunca comeu ela assim. Se não vai bater punheta, pega o vibrador e cuida pra não sair, porque eu vou meter.
- Luismi: — Acabem logo.
- Eu: — AQUI ESTÁ O PUTA DONO, GATINHA!
Todo mundo riu, menos Luismi, que ficou sério e em silêncio, mas manteve o vibrador na mãe dele, me obedecendo.
Montei na barriga da Maria e, com meu pau prestes a explodir, comecei a bater uma punheta com os peitões gigantes dela, que brilhavam cheios da baba do Nacho e do Tincho.
Os caras estavam se masturbando ao redor da cama, curtindo o espetáculo, e o Luismi enfiava um vibrador na buceta da própria mãe. A cena parecia tirada de um pornô.
Fui o primeiro a gozar, soltando três jorros grossos e abundantes: um caiu direto no olho dela, outro nos lábios, e o último nas tetas da María. Os caras esperaram eu terminar e, depois que saí de cima dela, deixei que os três se descarregassem. Cada um escolheu onde queria. O Tincho e o Juan gozaram na cara dela, o Nacho escolheu as tetas. O Luismi continuava metendo e tirando o vibrador, só que agora parecia que fazia com raiva.
Ver ela com a cara e as tetas cobertas de porra enquanto o filho enfiava o vibrador com ódio na buceta me encheu de tesão. Os caras iam limpar ela quando decidi levar a situação ao extremo. Peguei a câmera que ainda gravava na mesa pra filmar de perto o trabalho do Luismi, o corpo da María reagindo, e o filho dela entrou em pânico:
- Luismi: ela tá se mijando!
- Eu: não, ela tá gozando igual uma porca. Venham ver, caras. Um squirt de verdade.
- Juan: eu falei que ela era uma puta!
- Nacho: é, ela tá se contorcendo de prazer, a gostosa.
- Luismi: vamo embora, que ela vai acordar.
María gemia e bufava enquanto jorrava os fluidos feito uma fonte, num orgasmo tão intenso e sem fim que deixava todo o lençol encharcado. Mandei o Luismi tirar o vibrador pra filmar bem de perto a gozada violenta da mãe dele. Os caras estavam apoiados nas coxas trêmulas da María e brincavam de pegar os jorros no ar com a língua. O Luismi continuava em modo zumbi. A câmera do meu pai ficou toda molhada e grudenta.
Em dezesseis anos de casamento, com certeza o marido dela nunca conseguiu fazer ela gemer e gozar tão brutalmente quanto a gente conseguiu — o filho dela e os amigos.
Depois de um tempo, quando María se acalmou, ela sorria dormindo com cara de satisfeita. Com certeza vai sonhar Acreditou que foi um sonho erótico, algo proibido pelas suas convicções, mas que a deixou cheia de prazer.
Indiquei pros caras que era hora de arrumar tudo. Limparam o esperma do rosto e dos peitos dela, vestimos ela de novo todo mundo junto, o Luismi tentou secar os lençóis com um secador de cabelo, juntamos nossas coisas e fomos pro quarto do Luismi deixando a porta fechada.
- Eu: puta merenda!
- Nacho: sim, tudo saiu da puta da mãe!
- Luismi: merda! o que a gente fez! fomos pro caralho, Raúl! e se a mãe perceber alguma coisa?
- Juan: já apareceu o viadinho enchendo o saco.
- Luismi: claro, vocês tão nem aí, mas se ela descobrir, quem se fode sou eu.
- Eu: não vai dar nada, cala a boca de uma puta vez!
- Tincho: a gente tinha ela toda pra nós, podia ter comido ela do jeito que a gente quisesse.
- Luismi: que porra você tá falando, filho da puta!
- Eu: ei, já chega. Agora vamos ver o vídeo. Com certeza vamos ter mais oportunidades como essa.
Todo mundo se acalmou. Ficamos vendo nosso pornô caseiro até anoitecer e fomos embora.
Antes de ir, combinei com o Luismi que na segunda ele me contaria tudo na aula, cada detalhe desde que a mãe dele acordasse, a reação dela, como o pai viu ela quando voltou pra casa, tudo, pra ver se continuava tudo normal, e se sim, a gente daria o próximo passo do meu plano.
*****♫ interlúdio ♫*****
Continua…
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Aqui vai o capítulo anterior dessa história:(I) O chuveiro***♪ terzo atto ♪***
***♫ introduzione ♫***
Desde muito novo, eu sabia que minha fraqueza eram as casadas, que seus cornos maridos não conseguiam satisfazer, então eles mesmos me imploram para que seja eu quem as faça gozar ao extremo com minha pica descomunal e minhas ideias perversas.
Entendi que é minha responsabilidade libertar as mulheres da angústia de viver uma vida sexual insatisfeita, fingindo orgasmos que seus parceiros não conseguem provocar.
Junto com meus amigos, a gente espiava enquanto a Maria, mãe do nosso amigo Luismi, tomava banho por um buraco que o Fernando, o marido dela e pai do Luismi, nos mostrou. Desde aquele instante, eu soube que, de qualquer jeito, aquela puta reprimida seria minha e executei um plano perverso pra conseguir isso.
***♫ aria colorare ♫***
No dia seguinte, voltei sozinho na casa do Luismi, quase na hora do almoço, com a desculpa de que tinha esquecido minhas chaves. O Fernando me faz entrar enquanto fala pra mulher dele que ia comprar o jornal e saiu correndo.
A Maria me acompanha até o quarto do filho dela e, quando ficamos sozinhos com o Luismi, eu confesso com um tom sério:
- Eu: olha, Luismi, não perdi as chaves, vim pra falar de uma coisa importante com você.
- Luismi: qual é a boa?
- Eu: vou te falar sem anestesia, ontem, quando você foi tirar o cachorro com seu pai, a gente tava espiando sua mãe enquanto ela tomava banho por um buraco que seu pai fez na porta do banheiro.
Nunca vou esquecer a cara do otário do Luismi naquele momento. Era uma mistura de surpresa e raiva. Ele tava quase chorando.
- Luismi: não é verdade!
- Eu: é sim, é verdade. Sua mãe é uma gostosa, e você sabe tão bem quanto eu.
- Luismi: mas é minha mãe, isso não tá certo. Por que você tá me contando isso?
Era crucial no meu plano perverso convencer meu amigo a avançar com a mãe dele. Insisti, pressionando e vendo até onde eu poderia chegar.
- Eu: não me diga que você nunca reparou como sua mãe é gostosa, naquelas tetonas e naquela bunda infarto. Naquela boquinha sensual que qualquer um ia querer devorar.
- Luismi: bom, sim, mas é minha mãe.
- Eu: achei que você fosse homem. Se nos ajudar a ver ela mais vezes... ia ser meu melhor amigo.
Eu tinha colocado ele entre a espada e a parede. Sabia que ele podia ficar de fora do grupo se recusasse e ia se ferrar na escola. Mas, ao mesmo tempo, ele me conhecia o suficiente pra saber que, quando eu fico de olho numa mulher, não paro até pegar. Isso atormentava ele e deixava ele louco de raiva. Mas o medo venceu.
- Luismi: tá bom! O que eu tenho que fazer?
- Eu: ainda não sei, amanhã a gente vem depois da escola e pensa. Só queria saber se você tá com a gente, como eu imaginava.
O puto mestre entrava em ação.
***♫ aria agitata ♫***
Na tarde seguinte, como quase toda tarde, na saída da escola a gente foi o grupo todo lanchar na casa do Luismi.
Notei de novo aquela atitude do Fernando. Por um momento, desconfiei que ele sabia o que a gente tinha feito. Intuí que nada foi por acaso. Como se fosse o plano dele, e a gente tava agindo como os peões dele, os peões perversos dele.
Fernando tava visivelmente nervoso. Começou a falar dos jogos de futebol do dia anterior e um monte de outras merdas que não lembro agora. Numa dessas conversas que ninguém tava prestando atenção, ele enfiou a mão no bolso e tirou um vidro de sonífero. Parecia ser daqueles soníferos que o Fernando usa na veterinária dele quando precisa fazer alguma cirurgia menor num bicho e não precisa anestesiar.
- Fernando: que descuido! Trouxe isso da veterinária sem querer. Não vão mexer, que é um sonífero muito forte que eu uso pros animais. Com um dedo desse líquido dava pra dormir um elefante.
- Eu: pode ficar tranquilo, senhor, que ninguém aqui vai encostar.
A Maria gritou da cozinha.
- Maria: já voltou, Fernando?
- Fernando: É, hoje tinha pouco serviço. Aliás, tenho um congresso sábado que vem na capital. Vou embora de manhã e volto depois de amanhã.
Os caras olharam pra mim sorrindo. Não conseguiam esconder. Sabiam que eu não ia deixar passar essa oportunidade foda.
-Fernando: María, por que você não prepara um lanche pra esses homenzinhos?
-María: Já tava esperando vocês com um bolo caseiro daqueles que eles adoram. Vou trazer agora junto com o mate.
-Fernando: Vou tomar um banho que devo estar fedendo pra caralho.
***♫ aria da dude ♫***
Assim que Fernando saiu, me joguei em cima do frasco e guardei rápido no bolso. Luismi ficou pálido e balançava a cabeça devagar de um lado pro outro enquanto me olhava apavorado. Mexia os lábios pra me xingar em silêncio e pedir pra eu não fazer aquilo. Parecia cena de filme de terror. Óbvio que não liguei e fiz um sinal pro Juan acalmar ele com uma cotovelada.
María trouxe o lanche e a gente devorou tudo, ansiosos pra ir pro quarto do Luismi com o butim.
Assim que entramos no quarto dele, Nacho trancou a porta enquanto eu procurava um lugar pra esconder aquele tesouro que acelerava meu plano perverso. Luismi tava paralisado.
-Eu: Seu velho é um idiota, irmão, de novo deixou sua mãe na bandeja pra gente.
Quase sussurrava, como num transe, enquanto focava em transferir metade do frasco de sonífero pra um vidro de perfume vazio, tentando não desperdiçar nem uma gota.
-Luismi: Não enche o saco, Raúl, não fala assim do meu pai.
-Eu: O que quero dizer é que no sábado, quando seu velho for embora, a gente dopa sua mãe com isso e deixa ela pelada.
-Luismi: Não vai acontecer nada com ela?
-Juan: Não seja viado, a gente só vai colocar um pouquinho. As pessoas são que nem bichos, vai fazer o mesmo efeito.
-Luismi: Não sei...
-Eu: Porra! Lembra do que a gente conversou ontem ou não?
-Luismi: Tá bom, mas só vamos tirar a roupa dela.
-Eu: Claro, claro, fica tranquilo. Vai lá e deixa o frasco do seu velho exatamente no mesmo lugar que ele deixou na mesa.
María tava na cozinha e Luismi saiu feito um raio. Do quarto dela, deixou o frasco quase vazio do sonífero do pai dela e voltou correndo na maciota.
****♪ quarto atto ♪****
****♫ aria cantabile ♫****
Os dias passaram e o tal sábado chegou. Fernando já tinha viajado pra conferência dele (ou pelo menos era o que todo mundo pensava) e, como sempre, fomos lanchar na casa do Luismi.
- Maria: Oi, como vocês tão?
- Eu: Bem, mas viemos com um calorão danado, tá um dia de verão da porra.
- Maria: Querem que eu traga algo gelado?
- Eu: Isso ia ser top.
- Luismi: Mãe, toma um suco com a gente.
- Maria: Ok, vou preparar.
Quando todo mundo já tava sentado
- Nacho: Dona, não tem um analgésico aí? Tô com uma dor de cabeça chata.
- Maria: Acho que sim, vou ver.
Naquela hora, tirei o frasco da minha mochila e despejei tudo no suco da Maria. Queria ter certeza de que ela ia apagar de vez.
Ela voltou com o analgésico pro Nacho e a gente tomou os sucos. Todo mundo olhando pra Maria e vendo o copo dela esvaziar. Eu via a cara de cada um, era uma cena. Enquanto o Juan, o Tincho e o Nacho trocavam olhares cúmplices com cara de ansiedade, o Luismi me olhava com uma cara de súplica, sabendo que não tinha volta e esperando o pior. Já a Maria tava super de boa, curtindo o suco refrescante dela.
Pouco depois:
- Maria: Desculpem, gente, tô muito cansada. Vou tirar um cochilo, por favor, não façam muito barulho.
Dito isso, ela se levantou e, quase se apoiando nas paredes, conseguiu chegar no quarto dela e fechou a porta com um tranco. O efeito foi claro, quase instantâneo, mas com a insistência dos meninos, tive que ser firme e fazer eles esperarem uns quinze minutos antes de ir atrás dela.
****♫ recitativo secco ♫****
Depois daqueles minutos que pareceram uma eternidade, peguei minha mochila e fomos pro quarto dos pais do Luismi.
- Luismi: Ei, Raúl, o que você tá levando na mochila?
- Eu: Já vai ver, não se apressa. Bate na porta. vamos ver se ela atende. Maria não respondia e, quando abrimos a porta devagar, vimos que ela tava profundamente dormida. Tinha caído de cansaço, de costas na cama, e ainda vestida. Luismi entrou sozinho, chegou perto da mãe e tocou no ombro dela. Maria não reagiu, Luismi começou a sacudir ela com mais força, mas nada. - Eu: perfeito, vamos nessa, galera. - Luismi: ela não tá morta, né? - Tincho: não fala merda, não vê que ela tá respirando? - Luismi: fala Raúl, me mostra o que tem na mochila. ****♫ aria da dude ♫**** Todo mundo fez uma roda em volta de mim enquanto eu abria minha mochila pra pegar a câmera digital de vídeo do meu pai. Liguei ela e entreguei pro Nacho gravar tudo. Luismi tava parado, em pé do lado da cama. Sem saber o que dizer nem o que fazer, ficou petrificado que nem uma estátua viva ao lado da mãe desmaiada. Olhava direto pros olhos fechados dela, como se pedisse perdão pelo que tava fazendo, ou melhor, pelo que não tava fazendo, e aceitar que o amigo dele tivesse incentivando uma falta moral tão grave. Eu me aproximei da Maria que nem um gato caçando a presa e comecei a tirar a roupa dela devagar. Os caras não acreditavam que eu tinha coragem pra tanto, mas minha fama não vinha do nada. Eles me olhavam nervosos e se olhavam entre si, incrédulos com o que tava rolando. Não sabiam distinguir a realidade da fantasia. Mas eu tava bem consciente de cada movimento meu. Tudo seguia meu plano. - Eu: nossa, que calcinha de velha que a sua mãe usa. - Luismi: não é de velha, é que tanga e essas coisas são coisa de puta. - Juan: sua mãe que é uma puta. Agora você vai ver. Falando isso e no meu sinal, ele chegou na cama e tirou o sutiã dela ao mesmo tempo que eu tirava a calcinha. Aí finalmente estávamos, os cinco ao redor de uma cama, com uma mulher casada no meio, pelada e de pernas abertas, nos dando a melhor visão que a gente já tinha tido até então.
—Eu: Vai, grava tudo! Falei isso pro Nacho enquanto começava a afastar os pelos da buceta da mãe do meu amigo. Curtia cada segundo e via os outros, incluindo o Luismi, babando e com os paus duros.
Quando fui meter um dedo na buceta da María, o Luismi reclamou porque o trato era só olhar. Mas ignorei ele completamente, sorrindo enquanto sentia o calor molhado da mãe dele.
Falei pro Nacho deixar a câmera numa mesa apontando pra cama e todos se aproximaram do banquete. O Tincho e o Nacho pegaram um peito cada um e, com meu sinal de aprovação, se jogaram desesperados neles. Chupavam e apertavam como se fosse questão de vida ou morte. O Juan ficou do meu lado esperando minha piscada. Quando dei o sinal, afastei a mão e ele começou a chupar sem parar a buceta da María.
O Luismi continuava parado, sendo espectador privilegiado em primeiro plano daquela cena tão erótica. Mas a mãe dele era a protagonista e isso o deixava numa batalha moral interna entre os desejos obscuros e a educação cristã. Só olhava sem saber o que fazer.
Os mamilos da María estavam duros apontando pro teto, já que o Tincho e o Nacho tinham cansado de chupar e começaram a mordiscar. Ela respirava ofegante e a virilha dela estava encharcada. Com certeza o marido nunca tinha visto ela tão excitada.
Tirei da mochila um vibrador gigante, mas não maior que meu pau (outro dia conto a história desse brinquedo) e um pote de vaselina. Tinha que preparar ela bem, então enfiei dois dedos cheios de vaselina na buceta dela, depois besuntei o vibrador também, coloquei na entrada da caverna dela empurrando devagar. Os caras tinham baixado as calças e estavam batendo punheta, os paus deles não eram muito grandes, mas com certeza eram maiores que o do Fernando.
Enquanto deixo o aparelho ligado vibrando dentro da mãe dele, tiro Luismi sai do transe e eu ordeno:
- Eu: — Vai, Luismi, bate uma punheta igual todo mundo!
- Luismi: — Não foi isso que a gente combinou, isso não tá certo, vocês tão passando dos limites.
- Eu: — Não fala merda, é sua chance, ela tá pronta. Olha como tá molhada a buceta da puta da sua mãe. Aposto que o viadinho do seu pai nunca comeu ela assim. Se não vai bater punheta, pega o vibrador e cuida pra não sair, porque eu vou meter.
- Luismi: — Acabem logo.
- Eu: — AQUI ESTÁ O PUTA DONO, GATINHA!
Todo mundo riu, menos Luismi, que ficou sério e em silêncio, mas manteve o vibrador na mãe dele, me obedecendo.
Montei na barriga da Maria e, com meu pau prestes a explodir, comecei a bater uma punheta com os peitões gigantes dela, que brilhavam cheios da baba do Nacho e do Tincho.
Os caras estavam se masturbando ao redor da cama, curtindo o espetáculo, e o Luismi enfiava um vibrador na buceta da própria mãe. A cena parecia tirada de um pornô.Fui o primeiro a gozar, soltando três jorros grossos e abundantes: um caiu direto no olho dela, outro nos lábios, e o último nas tetas da María. Os caras esperaram eu terminar e, depois que saí de cima dela, deixei que os três se descarregassem. Cada um escolheu onde queria. O Tincho e o Juan gozaram na cara dela, o Nacho escolheu as tetas. O Luismi continuava metendo e tirando o vibrador, só que agora parecia que fazia com raiva.
Ver ela com a cara e as tetas cobertas de porra enquanto o filho enfiava o vibrador com ódio na buceta me encheu de tesão. Os caras iam limpar ela quando decidi levar a situação ao extremo. Peguei a câmera que ainda gravava na mesa pra filmar de perto o trabalho do Luismi, o corpo da María reagindo, e o filho dela entrou em pânico:
- Luismi: ela tá se mijando!
- Eu: não, ela tá gozando igual uma porca. Venham ver, caras. Um squirt de verdade.
- Juan: eu falei que ela era uma puta!
- Nacho: é, ela tá se contorcendo de prazer, a gostosa.
- Luismi: vamo embora, que ela vai acordar.
María gemia e bufava enquanto jorrava os fluidos feito uma fonte, num orgasmo tão intenso e sem fim que deixava todo o lençol encharcado. Mandei o Luismi tirar o vibrador pra filmar bem de perto a gozada violenta da mãe dele. Os caras estavam apoiados nas coxas trêmulas da María e brincavam de pegar os jorros no ar com a língua. O Luismi continuava em modo zumbi. A câmera do meu pai ficou toda molhada e grudenta.
Em dezesseis anos de casamento, com certeza o marido dela nunca conseguiu fazer ela gemer e gozar tão brutalmente quanto a gente conseguiu — o filho dela e os amigos.
Depois de um tempo, quando María se acalmou, ela sorria dormindo com cara de satisfeita. Com certeza vai sonhar Acreditou que foi um sonho erótico, algo proibido pelas suas convicções, mas que a deixou cheia de prazer.
Indiquei pros caras que era hora de arrumar tudo. Limparam o esperma do rosto e dos peitos dela, vestimos ela de novo todo mundo junto, o Luismi tentou secar os lençóis com um secador de cabelo, juntamos nossas coisas e fomos pro quarto do Luismi deixando a porta fechada.
- Eu: puta merenda!
- Nacho: sim, tudo saiu da puta da mãe!
- Luismi: merda! o que a gente fez! fomos pro caralho, Raúl! e se a mãe perceber alguma coisa?
- Juan: já apareceu o viadinho enchendo o saco.
- Luismi: claro, vocês tão nem aí, mas se ela descobrir, quem se fode sou eu.
- Eu: não vai dar nada, cala a boca de uma puta vez!
- Tincho: a gente tinha ela toda pra nós, podia ter comido ela do jeito que a gente quisesse.
- Luismi: que porra você tá falando, filho da puta!
- Eu: ei, já chega. Agora vamos ver o vídeo. Com certeza vamos ter mais oportunidades como essa.
Todo mundo se acalmou. Ficamos vendo nosso pornô caseiro até anoitecer e fomos embora.
Antes de ir, combinei com o Luismi que na segunda ele me contaria tudo na aula, cada detalhe desde que a mãe dele acordasse, a reação dela, como o pai viu ela quando voltou pra casa, tudo, pra ver se continuava tudo normal, e se sim, a gente daria o próximo passo do meu plano.
*****♫ interlúdio ♫*****
Continua…
1 comentários - A puta mãe e o filho da puta (2) O lanche