História 100% real
Bom, por onde começar... Tenho 27 anos, moro em Córdoba capital há alguns anos. Venho de uma cidadezinha a uns 50 km daqui, estudo, trabalho e sou independente financeiramente. Mas vocês não vieram ler sobre mim, e sim sobre minha sobrinha.
Minha sobrinha, Flor, filha do meu irmão, tem 19 anos. Mora com ele na cidade que eu falei, a uns 40 min da capital. Deve ter uns 1,65, baixinha, morena, peitos médios, não muito grandes, cabem numa mão, mas são todos empinadinhos e firmes. A raba dela, uma beleza, porque joga hóquei há uns anos. Linda a morena.
A história começa quando ela começa a estudar na universidade. Como mora relativamente perto, ia e voltava da cidade, mas começou a cansar. Por isso meu irmão me liga pra dizer que ela ia ficar dormindo na minha casa enquanto terminava os trâmites pra se matricular na faculdade. Quando terminasse, até as aulas começarem, ele ia arrumar algo fixo pra ela. Eu, num apê de 3 cômodos, mesmo sempre gostando de morar sozinho, falei que não tinha problema.
Ela chegou um dia, toda alegre como sempre foi, com uma mala enorme me fazendo pensar que não iam ser só uns dias. Vestida com um top preto, mal escondendo aqueles peitos lindos, me abraçou e eu pude sentir aquelas tetas gostosas se apertando contra mim. Senti um formigamento no pau.
Ajudei ela a se instalar, dei umas voltas com ela pela cidade em uns dias e só. Andando, comecei a reparar como ela se vestia, sempre com uns jeans super apertados, marcando a bunda gostosa que ela tinha. Claro que eu sabia que ela tinha uma raba boa e ela mostrava. Bem pela sobrinha, pensei. Obviamente ela me disse que ia ficar umas semanas.
F- É tio, vou ficar umas semanas, o que acontece é que meu pai quer que eu procure um apartamento rápido e eu não quero. Quero sair umas noites com minhas amigas.
- Fica de boa, gata, sem problema, fica o tempo que quiser.
F- Valeu, tio! Quando cheguei, pensei que sua namorada ia me expulsar. ou alguém mais...
- Terminei com a magrinha faz pouco, agora tô mais sozinho que cachorro sem dono.
F- A gente vai arrumar alguém pra você.
Os dias passaram e não aconteceu nada. Obviamente, nesses dias, eu via ela como minha sobrinha. Nem pensava no que ela era como mulher. Ou pelo menos até um dia.
Acontece que um fim de semana fiquei no apê sem sair, um porque não tinha com quem sair, outro porque tinha que fazer um trampo pra facul e outro porque não ia fazer porra nenhuma pro trabalho prático e ia ficar viciando em alguma coisa kkkk. Mas quem ia sair era minha sobrinha. Já tinha saído umas vezes e voltou tudo normal. Ela não bebe muito, então não me preocupei, mas ver como ela saía. Uff, sempre com um shortinho, mal tampando o que devia ser aquela buceta gostosa, ou descalçada mostrando toda a racha da bunda. Em cima, com um top sempre branco, um que ela gostava, querendo pular pra fora aqueles peitos pelos lados. Uma vez, na minha cidade, vi ela sair pra dançar com o que, pra mim, é praticamente um sutiã de renda e uma saia curta. Ver ela agora no que se tornou foi uma grande mudança.
Bom, fiquei viciado a noite toda e lá pelas 3 da manhã a rola começa a coçar, então fui ver pornô. Procurando e procurando, não conseguia achar um vídeo ou um post nessa página boa que me satisfizesse. Aí pensei na minha sobrinha. Naquele corpo gostoso pra lamber. Pensei nas calcinhas fio dental dela, sempre que ia tomar banho nunca via as calcinhas ou cuecas dela no banheiro. Fui no quarto dela, vi que tinha toda a roupa suja num canto. Olhei e tinha duas calcinhas fio dental, uma branca e outra vermelha. Dava pra sentir aquele cheiro de buceta gostosa. Também tinha uns sutiãs com cheiro de perfume, fiquei de pau duro só de pensar que aqueles peitos estiveram ali. Mas achei errado bater uma pensando na minha sobrinha, então deixei tudo como estava e saí.
Já eram 5 da manhã, eu tinha viciado e me masturbei vendo um vídeo normal, num sábado qualquer. Me preparo pra dormir, deito e sinto a porta abrir. Escuto passos, mais de uma pessoa e risadas. A porta do quarto da minha sobrinha abre e fecha meio forte. Fiquei curioso, então levanto devagar e encosto o ouvido na porta.
Comecei a ouvir minha sobrinha gemendo que nem uma puta. Aqueles gemidos tentando abafar me deixaram louco. Ela tinha trazido um cara (acharam que eu ia comer ela tão rápido? hahaha) e ele tava macetando ela igual um doido. Fui pro banheiro, lavei o rosto e ainda ouvia aqueles gemidos. Tava me enlouquecendo. Olhei pelo olho mágico, mas não vi nada, só a luz acesa. Pensei: vou fingir que sou trouxa, abro a porta pra ver, como se quisesse checar se minha sobrinha chegou bem do baile e pronto. Me senti meio mal pelo cara ter que parar a foda, mas foda-se, eu queria ver.
Abro a porta, fingindo que tava meio dormindo.
— Sobrinha! Chegou bem? Não aconteceu nada?
Quando abro a porta, vi ela. De quatro que nem uma puta, com aquela bunda perfeita e aqueles peitos quicando. O cara tava puxando o cabelo dela como se fosse uma égua no cio, ela gemendo toda suada. Na hora falei "opa!" e fechei a porta.
Mudou tudo o que eu pensava da minha sobrinha, uma menina virou uma puta muito rápido. Entrei no meu quarto rápido, ouvi o cara indo embora e, uns 15 minutos depois, minha sobrinha bate na minha porta.
S— Tio, me desculpa, não queria que você me visse assim.
(Ela tava me pedindo desculpa por eu ter visto ela pelada, devia ter dito "de nada")
— Não esquenta, flor, essas coisas acontecem, me desculpa eu por ter entrado assim sem mais nem menos, só queria ver se você tinha chegado bem.
S— Sim, mas por favor não conta pro meu pai, ele vai me mandar de volta e eu não quero. Juro que isso não vai se repetir. Foi coisa de uma vez só.
— Tá bom, sem problema, vai dormir.
Mandei ela embora rápido porque queria bater uma bronha. Tremenda pelo que eu tinha visto. Tinha uma bunda redondinha, bem empinada, linda, mas os peitos (sim, sou time peitos) eram maravilhosos. Como já disse, não muito grandes, mas grandes o bastante pra não enjoar. Com os biquinhos marronzinhos, pequenininhos, de dar pra chupar inteiros.
No outro dia foi tudo normal, somos daquele tipo de gente que não fala das coisas desconfortáveis ou faz piada sobre isso e deixa o tempo apagar. Mas eu não ia esquecer o que vi.
Continua...
Bom, por onde começar... Tenho 27 anos, moro em Córdoba capital há alguns anos. Venho de uma cidadezinha a uns 50 km daqui, estudo, trabalho e sou independente financeiramente. Mas vocês não vieram ler sobre mim, e sim sobre minha sobrinha.
Minha sobrinha, Flor, filha do meu irmão, tem 19 anos. Mora com ele na cidade que eu falei, a uns 40 min da capital. Deve ter uns 1,65, baixinha, morena, peitos médios, não muito grandes, cabem numa mão, mas são todos empinadinhos e firmes. A raba dela, uma beleza, porque joga hóquei há uns anos. Linda a morena.
A história começa quando ela começa a estudar na universidade. Como mora relativamente perto, ia e voltava da cidade, mas começou a cansar. Por isso meu irmão me liga pra dizer que ela ia ficar dormindo na minha casa enquanto terminava os trâmites pra se matricular na faculdade. Quando terminasse, até as aulas começarem, ele ia arrumar algo fixo pra ela. Eu, num apê de 3 cômodos, mesmo sempre gostando de morar sozinho, falei que não tinha problema.
Ela chegou um dia, toda alegre como sempre foi, com uma mala enorme me fazendo pensar que não iam ser só uns dias. Vestida com um top preto, mal escondendo aqueles peitos lindos, me abraçou e eu pude sentir aquelas tetas gostosas se apertando contra mim. Senti um formigamento no pau.
Ajudei ela a se instalar, dei umas voltas com ela pela cidade em uns dias e só. Andando, comecei a reparar como ela se vestia, sempre com uns jeans super apertados, marcando a bunda gostosa que ela tinha. Claro que eu sabia que ela tinha uma raba boa e ela mostrava. Bem pela sobrinha, pensei. Obviamente ela me disse que ia ficar umas semanas.
F- É tio, vou ficar umas semanas, o que acontece é que meu pai quer que eu procure um apartamento rápido e eu não quero. Quero sair umas noites com minhas amigas.
- Fica de boa, gata, sem problema, fica o tempo que quiser.
F- Valeu, tio! Quando cheguei, pensei que sua namorada ia me expulsar. ou alguém mais...
- Terminei com a magrinha faz pouco, agora tô mais sozinho que cachorro sem dono.
F- A gente vai arrumar alguém pra você.
Os dias passaram e não aconteceu nada. Obviamente, nesses dias, eu via ela como minha sobrinha. Nem pensava no que ela era como mulher. Ou pelo menos até um dia.
Acontece que um fim de semana fiquei no apê sem sair, um porque não tinha com quem sair, outro porque tinha que fazer um trampo pra facul e outro porque não ia fazer porra nenhuma pro trabalho prático e ia ficar viciando em alguma coisa kkkk. Mas quem ia sair era minha sobrinha. Já tinha saído umas vezes e voltou tudo normal. Ela não bebe muito, então não me preocupei, mas ver como ela saía. Uff, sempre com um shortinho, mal tampando o que devia ser aquela buceta gostosa, ou descalçada mostrando toda a racha da bunda. Em cima, com um top sempre branco, um que ela gostava, querendo pular pra fora aqueles peitos pelos lados. Uma vez, na minha cidade, vi ela sair pra dançar com o que, pra mim, é praticamente um sutiã de renda e uma saia curta. Ver ela agora no que se tornou foi uma grande mudança.
Bom, fiquei viciado a noite toda e lá pelas 3 da manhã a rola começa a coçar, então fui ver pornô. Procurando e procurando, não conseguia achar um vídeo ou um post nessa página boa que me satisfizesse. Aí pensei na minha sobrinha. Naquele corpo gostoso pra lamber. Pensei nas calcinhas fio dental dela, sempre que ia tomar banho nunca via as calcinhas ou cuecas dela no banheiro. Fui no quarto dela, vi que tinha toda a roupa suja num canto. Olhei e tinha duas calcinhas fio dental, uma branca e outra vermelha. Dava pra sentir aquele cheiro de buceta gostosa. Também tinha uns sutiãs com cheiro de perfume, fiquei de pau duro só de pensar que aqueles peitos estiveram ali. Mas achei errado bater uma pensando na minha sobrinha, então deixei tudo como estava e saí.
Já eram 5 da manhã, eu tinha viciado e me masturbei vendo um vídeo normal, num sábado qualquer. Me preparo pra dormir, deito e sinto a porta abrir. Escuto passos, mais de uma pessoa e risadas. A porta do quarto da minha sobrinha abre e fecha meio forte. Fiquei curioso, então levanto devagar e encosto o ouvido na porta.
Comecei a ouvir minha sobrinha gemendo que nem uma puta. Aqueles gemidos tentando abafar me deixaram louco. Ela tinha trazido um cara (acharam que eu ia comer ela tão rápido? hahaha) e ele tava macetando ela igual um doido. Fui pro banheiro, lavei o rosto e ainda ouvia aqueles gemidos. Tava me enlouquecendo. Olhei pelo olho mágico, mas não vi nada, só a luz acesa. Pensei: vou fingir que sou trouxa, abro a porta pra ver, como se quisesse checar se minha sobrinha chegou bem do baile e pronto. Me senti meio mal pelo cara ter que parar a foda, mas foda-se, eu queria ver.
Abro a porta, fingindo que tava meio dormindo.
— Sobrinha! Chegou bem? Não aconteceu nada?
Quando abro a porta, vi ela. De quatro que nem uma puta, com aquela bunda perfeita e aqueles peitos quicando. O cara tava puxando o cabelo dela como se fosse uma égua no cio, ela gemendo toda suada. Na hora falei "opa!" e fechei a porta.
Mudou tudo o que eu pensava da minha sobrinha, uma menina virou uma puta muito rápido. Entrei no meu quarto rápido, ouvi o cara indo embora e, uns 15 minutos depois, minha sobrinha bate na minha porta.
S— Tio, me desculpa, não queria que você me visse assim.
(Ela tava me pedindo desculpa por eu ter visto ela pelada, devia ter dito "de nada")
— Não esquenta, flor, essas coisas acontecem, me desculpa eu por ter entrado assim sem mais nem menos, só queria ver se você tinha chegado bem.
S— Sim, mas por favor não conta pro meu pai, ele vai me mandar de volta e eu não quero. Juro que isso não vai se repetir. Foi coisa de uma vez só.
— Tá bom, sem problema, vai dormir.
Mandei ela embora rápido porque queria bater uma bronha. Tremenda pelo que eu tinha visto. Tinha uma bunda redondinha, bem empinada, linda, mas os peitos (sim, sou time peitos) eram maravilhosos. Como já disse, não muito grandes, mas grandes o bastante pra não enjoar. Com os biquinhos marronzinhos, pequenininhos, de dar pra chupar inteiros.
No outro dia foi tudo normal, somos daquele tipo de gente que não fala das coisas desconfortáveis ou faz piada sobre isso e deixa o tempo apagar. Mas eu não ia esquecer o que vi.
Continua...
12 comentários - A Sobrinha - Parte 1
Van 10