O Cabeção

Olá, saudações! Meu nome é Célia, tenho quarenta e dois anos, casada com Martín. Sou alta, simpática, peitos médios, rabuda grande e bem empinada, pernuda. Meu marido é magro e alto também, mas já me cansa na hora do sexo. Sou uma dona de casa bem normal, moramos na casa dos meus sogros, que são muito conservadores. Me visto bem normal, mas quando coloco jeans ou legging, mais de um me assovia. Martín tem um amigo no trabalho que, quando vem aqui em casa, bem discreto, fica de olho em mim. Mas ele é baixinho, moreno, cabelo crespo, barba partida, olhos castanhos claros. Não é feio, mas me irrita. Uma noite, ele chegou com meu marido e tomaram uns tragos. Eu falei: "Bom, vou deixar vocês, vou dormir." Meu marido disse: "Como quiser." O baixinho só me olhou. Fui pra minha cama e ficava ouvindo a conversa deles enquanto dormia. Daí a pouco, meu marido perguntou pro amigo: "Por que sua mulher te largou?" Ele: "A verdade é que ela não aguentou a pica, é que eu tenho ela muito grande." Meu marido: "Para de ser convencido." Ele: "Quer ver? É a segunda mulher que me larga por causa disso." Os dois riram e meu marido disse: "Se for menor que a minha, você paga a outra rodada." Ele: "Fechado." Depois, ouvi meu marido: "Ah, caralho." Ele: "Isso aí, ela tá dormindo." Depois de um tempo, ouvi eles dizerem: "Vamos pra outra rodada." Meu marido: "Porra, baixinho, você ganhou, não conhecia essa." Ele: "Dá um oi pra ele." Meu marido: "Não, valeu." Eles saíram, e eu fiquei pensando como seria a pica do baixinho. Depois voltaram e continuaram bebendo. Eu não conseguia dormir. Umas horas depois, ouvi meu marido falar: "Já tô bem bêbado, vou dormir. Fica no sofá grande, vou te trazer uns cobertores." As luzes da sala se apagaram e meu marido entrou cambaleando. Se despiu e se meteu na cama. Eu me virei e fui passando a mão na pica dele, mas ele já não respondeu. Ouvi ele começar a roncar. Fiquei meio irritada, mas me preparei pra dormir. Umas quinze minutos depois, a porta se abriu bem devagar. Eu estava de costas. A porta e senti uma mão nas minhas nádegas. Fiquei parada, não podia ser ninguém além do baixinho. Devagar, senti ele levantar os cobertores e enfiar a mão, tocando por cima do meu vestido nas minhas nádegas. Ele acariciava gostoso e enfiou a mão por baixo do meu vestido, tocando minhas nádegas e minha calcinha fio dental. Eu não me mexia, e ele queria tocar minha entreperna. Me deixou com tesão, o filho da puta, e eu afrouxei as pernas. Ele enfiou um dedo na minha buceta e mexia gostoso. Virei de barriga pra cima, ele tirou a mão, e eu abri os olhos. Vi um pauzão grosso, grande e com uma cabeçona que era um puta bolão gostoso. Ele tava bem duro. Me olhou, e eu olhei pra ele, mas não falei nada. Ele me pegou pelo braço e puxou pra eu levantar. Não resisti, levantei e ele me levou pra sala. Me sentou no sofá e abriu minhas pernas. Ele se ajoelhou na minha frente e começou a chupar minha buceta. Sentia muito gostoso, mmm mm mm. Eu sentia que ia gozar na boca dele, mas falei: "Já deixa eu sentar, né?" Ele se levantou, tava super dura, e encostou na minha boca. Não cabia aquele bolão, só lambia e beijava. Ele afastou e colocou mais saliva. Eu: "Devagar, sim." Ele se ajeitou e foi enfiando devagar, mas era bem cabeçudo. Eu: "Mmm ayyyyy devagarinho mm agmmm devagarinho ayy." Tava com metade dentro e me sentia cheia, e ele começou a bombar mais e mais rápido. Beijava meus peitos e falou: "Te falta mais." Eu: "Ayyyy mm devagar, ayyyyy mmm." Ele enfiou tudo, me senti partida ao meio. Ele se mexia mais e mais gostoso, me segurava pelas nádegas e me beijava toda, toda. Que gostoso sentir aquele pauzão dentro de mim. Depois ele tirou e falou, sentando numa cadeira: "Sobe." Obedeci e montei naquele pauzão, que cabeçona gostosa me abria delicioso. Eu: "Ayy mm ayyyyy mmm ayyyyy ay." Ele me segurava bem pelas nádegas e beijava meus peitos e meu pescoço. Eu subia e descia, e aquela cabeçona massageava muito gostoso. Abracei ele com força. Eu: "Já já mm yaaaaaaaaaaa ayyyyy assim assim que gostosoooo." Gozei toda. E aí meus fluidos escorriam, o pau dele enterrava mais fundo e ele chupava meus pezões. Tremendo da cabeça aos pés, olhei pra ele, me levantei e ele me colocou de quatro, igual uma cabrita, no sofá. Era uma delícia como ele tava e ele falava: "Você é uma coroa, mas é bem gostosa, que rabão lindo." As bolas dele só batiam na minha buceta e ele metia forte, começou a dar tapas na minha bunda. Ele: "Que cuzão gostoso você tem, Celia." Eu: "Hum, ai, ai, ai, assim, assim, mais, mais, acaba comigo, ai, ai, ai." Nunca tinha enchido toda a minha buceta, que delícia. Mordi uma almofada pra ninguém me ouvir. Eu: "Aiiii, já, já, hum, aiiii, hum, hum, hum." Ele: "Toma seu leite, rabuda, toma, toma, aii, hum, hum, hum." Até quando ele tirou, senti uma delícia, saíram todos os meus fluidos e os dele. Levantei suada e trêmula, fui pro banheiro e quando voltei ele já tava se vestindo e falou: "Até mais, Celia, espero te ver logo." Me deu um tapa na bunda e saiu de casa. Ouvi ele subir no carro e eu fui pra cama com meu marido. No dia seguinte, meu marido acordou de ressaca e perguntou: "E o baixinho?" "Não sei, acordei e ele já tinha ido." Ele: "É que você faz cara pra ele, melhor não convidar mais." Eu, bem rápida: "Não, amor, olha, traz ele semana que vem e preparo um jantar gostoso." Ele: "Tem certeza?" Eu: "Sim, amor, vai ver que vou tratar ele bem, sim." Dei um beijo nele e ele sorriu, falando: "Você é um amor." Depois daquela trepada, como não tratar ele bem? Me deixou roxa a semana inteira e dolorida.

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