Como descobri que minha irmã adora meu pau (Parte IX)

Olá, pessoal! Como sempre, agradecido pelos pontos e comentários.

Espero que a espera por esse capítulo não tenha sido muito chata. A gente tem uma vida além dos contos e nem sempre dá tempo de escrever como deve ser. Eu sempre tento postar o melhor conteúdo possível, e se pra isso precisar passar mais dias do que a gente gostaria, peço desculpas.

Entendo a ansiedade que vocês sentem pra saber como a história continua. Afinal, eu também sou leitor e quando curto uma boa história, sempre espero que postem a continuação na hora.

Enfim, sem mais delongas, aqui vai o nono capítulo.

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Capítulo 9

Não podia ter tanta má sorte assim! Tinha que ser sacanagem que, bem na hora que a Clara tava me chupando no carro, a Betty e a Jessica aparecessem! Será que elas perceberam o que a gente tava fazendo? Que porra a gente podia inventar pra sair dessa sem levantar suspeitas?

– Que porra é essa, Pedro? – A Betty tinha se juntado à Jessica pra reclamar. – Você tá louco? Quase nos atropelou!

Desci do carro ainda sem saber o que falar, até que a Clara apareceu pra salvar a pátria de novo.

– Meninas! Tão bem? Não aconteceu nada com vocês? – Obviamente ela tava preocupada com o que tinha rolado, mas eu suspeitava que parte daquele tom era meio fingido. – Foi tudo culpa minha! Que idiota que eu sou! Eu tinha pego o celular e ele caiu do lado do Pedro. E quando eu me abaixei pra pegar, acabei distraindo ele e quase atropelei vocês. Desculpa, meninas!

Umas lágrimas começaram a brotar dos olhos dela. Se era uma atuação, era pra gravar e mandar pro Oscar, com certeza uma indicação ela ia levar, no mínimo.

Na real, ela não tava tão errada em dizer que a culpa tinha sido dela, afinal, ela tinha me distraído pra caralho com a habilidade dela de me chupar. Já foi, Clarita. Não se preocupa, que a gente tá bem. – Disse a Jessi. A atuação da minha irmã tinha acalmado as amigas dela. – Mas não seja tão burra da próxima. Como é que você vai fazer uma merda dessas enquanto seu irmão tá dirigindo?
– Certeza que tão bem, meninas? – Entrei no assunto com um tom de preocupação. – Eu olhei pra baixo bem na hora, e quando levantei a vista de novo, vocês estavam atravessando a rua!
– Bom, já foi, galera. Não aconteceu nada com a gente, eu e a Betty tamo bem. Só levamos um baita susto. Vamos pra casa antes que a gente mude de ideia e chame um advogado com a Betty. – As duas começaram a rir, e eu e a Clara não demoramos pra entrar na brincadeira.
A gente tinha escapado de uma bem fudida. Eu e minha irmã nos olhamos e na hora entendi que ela tava pensando a mesma coisa. Deixamos as amigas dela passarem e nos viramos com a Clara pra ter uma conversinha particular.
– Escapamos por um triz, burra.
– Sim, eu sei.
– Você é um perigo, mana. Você chupa muito bem. – Elogiei, sorrindo.
Entrei antes que a Clara pudesse responder e, quando finalmente chegamos em casa, encontramos as meninas comentando com meu pai o que tinha rolado. Obviamente, meu pai me deu uma baita bronca por me distrair dirigindo, e tive que ouvir por um bom tempo comentários sobre como ele não teria deixado algo assim acontecer, que eu tinha que aprender a olhar sempre a estrada, e um monte de coisa.
Por sorte, minha mãe chamou pra jantar e me salvou de continuar sofrendo aquele sermão interminável. Meu pai já não precisava se cuidar tanto com a comida e podia se dar um luxo de vez em quando, então a gente tinha decidido aproveitar a visita da Betty e da Jessi pra fazer pizza caseira.

A conversa na mesa ficou dentro do normal, com meus pais enchendo as amigas da minha irmã de perguntas sobre os trabalhos delas, as famílias, os estudos (diferente da minha irmã, elas ainda não tinham terminado a faculdade, embora também não faltasse muito), se tinham namorado ou não. enfim, as mesmas perguntas de sempre que faziam e continuariam fazendo por toda a eternidade. Finalmente meus velhos foram dormir e a gente se mudou pro sofá pra continuar a conversa. Jessi e Betty tinham trazido um fernet com elas e não teve jeito, tivemos que abrir. Eu tinha que me cuidar porque ia ter que dirigir de volta pro meu apê, e quase certeza que iam me pedir pra levar a Betty e a Jessi pra casa delas pra economizar a viagem, então me segurei bastante. Mas minha irmã e as amigas dela não tinham responsabilidade nenhuma além de ir trabalhar no dia seguinte, então se fossem trabalhar de ressaca, problema delas. Ficamos ali um tempão, bebendo, relembrando uns velhos tempos, e elas mais uma vez repetindo como tinha sido o show dos Backstreet Boys, quando de repente o celular da Jessi começou a tocar. A gente tava rindo de um comentário que a Betty tinha feito, quando a risa sumiu da cara da Jessi ao ver a mensagem que tinha chegado. — Esse idiota de novo? Que chato do caralho! — Resmungou alto. — O quê? É o babaca? — Perguntou minha irmã, que claramente não precisou de mais informação nenhuma pra saber de quem a amiga tava falando. — Sim. — Ela arregalou os olhos pretos enormes. — E me mandou uma foto da rola! — Tá me zoando! — Tô falando sério, piranha! — Que insuportável que esse cara é, pelo amor de Deus! — Disse Betty, entrando na crítica também. — Do que eu perdi? — Era compreensível a Jessi ficar puta com a foto, mas o resto da história dela com esse cara era um mistério pra mim. — Nada. É um cara que conheci umas semanas atrás e tive a ideia idiota de dar meu número. E uns dias atrás ele começou a me mandar mensagem. No começo achei que era de boa, mas no sábado parece que criou confiança, ou tava bêbado, e começou a dar em cima de mim, falar de sexo... Não sei de onde ele tirou que eu queria papo sobre isso! Falei um monte e ele ficou na dele. O molde. Mas ficou mais intenso com as mensagens, e agora acabou de me mandar uma foto da pica! E ainda por cima é um baita maníaco!
- Por que tem uns caras tão idiotas? – Minha irmã quis saber. – Se a gente quisesse ver uma parada dessas, a gente pedia. – Ela disse, me olhando com um meio sorriso, sem dúvida lembrando da foto que eu mandei pro celular do trabalho dela umas semanas atrás. – Jessi, por que você não bloqueia ele de uma vez?
- É exatamente o que vou fazer agora. – A amiga respondeu.
Mas eu tinha tido uma ideia maldosa, que de quebra ainda podia me ajudar a ganhar uns pontos no futuro.
- Não. – As três garotas se viraram pra me olhar. – Espera um pouco.
- O que foi? Não me fala pra não bloquear, porque eu te mato se começar a defender esse idiota! – Jessica segurava o celular na mão, pronta pra deletar ele.
- O quê? Defender ele? Nem fodendo! – Respondi pra acalmar ela. – Mas me veio uma ideia do que você pode fazer pra se vingar. – Falei, com um sorriso malvado no rosto.
- É? O quê?
- Fala pra ele que ele tem uma pica bonita, mas…
- Mas você tá de sacanagem com a gente? – Minha irmã perguntou, enquanto a incredulidade tomava conta das caras das três amigas. – Para de falar besteira. Apaga e bloqueia ele, Jessi, pra ele não encher mais o saco.
- Clara, deixa eu terminar de falar, por favor. – Falei pra minha irmã antes de me virar de novo pra amiga dela. – Jessi, confia em mim nessa. Fala pra ele que tem uma pica bonita, mas que é uma pena ser tão pequena.
As três me olharam surpresas com a minha ideia, mas na hora formaram sorrisos idênticos ao meu. Uns segundos depois, Jessi tinha mandado a mensagem e a resposta não demorou.
A jovem abriu o WhatsApp e começou a rir. Na sequência, mostrou a mensagem pras amigas, que também caíram na risada.
- O que ele disse? – Perguntei, sem conseguir ver a mensagem.
- Disse que é culpa da câmera. Que ao vivo vou ver o tamanhão que é. – Jessi conseguiu me responder antes das três explodirem de novo. em gargalhadas.
-É tão pequena assim?
-Olha. –Jessi me passou o telefone.
Eu também comecei a rir. Não tão alto, porque sentia um pouco de pena daquele cara desconhecido, mas ele realmente tava viajando se achava que com uma coisa daquelas ia conseguir animar alguém como a Jessica.
Sendo sincero, não achei que fosse tão pequena quanto elas queriam me fazer acreditar, mas comparado com o que eu sabia que as três amigas costumavam enfiar na boca de vez em quando, claramente aquele mano ia acabar humilhado.
-Fala pra ele que você lamenta, mas que tem uma cock de verdade à mão.
-O quê? –Jessi não tava entendendo onde eu queria chegar.
-Confia em mim e responde isso. –Insisti.
-Tá bom.
Vi os dedos dela voarem pelo teclado do celular até apertar o botão de enviar. Segundos depois, o cara respondeu.
-Ele diz que a dele também é de verdade. –Anunciou Jessica pra plateia, curiosa pra saber como a história continuava. –Que se eu quiser uma de verdade, tenho que ir ver ele… Idiota. –Completou, revirando os olhos.
-Me dá seu celular. –Pedi. –Deixa aberto no chat daquele otário.
-Pra quê?
-Só me dá, confia em mim.
-Tá, mas não faz nada estranho. –Falou, desconfiada, enquanto me entregava o telefone.
-Já volto, vou no banheiro e volto num segundo. –Avissei, levantando e indo pro banheiro do primeiro andar.
-O que você vai fazer, Pedro? –Perguntou minha irmã, me olhando com uma mistura de desconfiança e curiosidade, expressão que também aparecia nas amigas dela.
-Já volto, prometo que não vou olhar nada estranho. –Entrei pela porta do banheiro e fechei atrás de mim.

Sozinho e sem olhares desconfiados me alcançando, baixei a calça e comecei a me tocar pra apressar uma ereção. Lembrei do que minha irmã fez no carro quando voltávamos do mercado e o efeito foi instantâneo.
Assim que consegui ficar de pau duro, peguei o celular da Jessi, abri a câmera e tirei uma foto pra depois mandar pra aquele coitado.Esse é o meu chongo. Tá vendo? ISSO sim é uma pica de verdade, vê se assim tu entende a diferença. Nem perde tempo me respondendo mais, PIQUENO.Essa tinha sido a legenda pra foto que eu mandei pra ele, mas parecia mais o epitáfio que ia aparecer no túmulo do ego dele a partir daquela noite. Com aquilo, eu tinha quase certeza de que ele não ia mais encher o saco da Jessi, e provavelmente também não ia perturbar nenhuma outra garota por um bom tempo.
Me vesti de novo, saí do banheiro, desci as escadas e devolvi o celular pra Jessi, com um sorriso de satisfação pelo trabalho feito.
— O que você fez? — A curiosidade tava impregnando cada palavra dela.
— Nada, mas agora ele não vai mais te mandar mensagem. — Falei, sentando de novo no sofá.
Jessi abriu o chat, levada pela curiosidade, e olhou pra tela com os olhos arregalados.
— Nãããoooo… Como você vai mandar isso pra ele? Você matou o cara! — Exclamou, levando a mão à boca.
Betty e Clara chegaram perto da amiga na hora pra ver o que tava na tela do celular. Betty fez a mesma cara que a Jessi, enquanto minha irmãzinha virou os olhos pra mim, com uma mistura de excitação, pelas lembranças que ver meu pau em toda sua glória trouxe, e de raiva, por eu ter tirado aquela foto e deixado as amigas verem o mesmo pau de novo.
— Ainda não consigo acreditar que você tem uma coisa dessas entre as pernas. — Comentou Betty, com o olhar fixo no celular da amiga. — Quando eu precisar apoiar algo num tripé, te chamo.
— É melhor você apagar essa foto. — Disse Clara, num tom que já tava começando a soar ameaçador, com os olhos fixos na Jessi.
— Depois eu apago, não se preocupa. — Jessi não parecia nem um pouco intimidada e ignorou, bloqueando o celular e deixando ele perto dela.
— Qual é, vaca, apaga.
— Você vai parar de encher o saco com isso?
— Quando você apagar essa foto. — Minha irmã tinha tensionado os músculos e se inclinado levemente pra amiga. Parecia que, se continuasse naquela, ia acabar pulando em cima do celular pra apagar a foto ela mesma.
— Que Desconfiada, hein!" – responde ela, entre irritada e divertida.
Jessica pegou o celular de novo, apertou a tela algumas vezes e mostrou pra minha irmã.
– Pronto, já deletei.
– Valeu. – Clara relaxou de novo, se recostando no sofá.
– Tanta treta por uma foto! – comentou a Betty, rindo. – E não é como se a gente nunca tivesse visto. – Ela fechou, me dando um sorriso.
– A Betty tem razão. – Jessi entrou na onda. – A gente já viu ao vivo e a cores aquela tromba de elefante que teu irmão tem. – Jessi e Betty caíram na risada com a cara de raiva da minha irmã.

As três minas estavam vermelhas, e não de vergonha. Dava pra ver que o álcool já tinha batido e tava soltando a língua delas mais do que devia.
– Ué, e daí? O que cê quer que a gente fale se teu irmão tem uma peça daquelas? Não vamos chamar de amendoim…

Essa frase não ajudou a acalmar minha irmã, que continuava puta enquanto as amigas riam do comentário.
Eu, enquanto isso, não sabia onde me enfiar. Os comentários sobre minha rola tavam começando a me excitar, e saber o que a gente já tinha feito os quatro juntos várias vezes só jogava mais gasolina no fogo.
Mas eu não queria testar os limites da paciência da minha irmã. A gente tava em terreno perigoso, e Jessi e Betty tinham muito mais liberdade pra fazer esse tipo de comentário do que eu.

Felizmente, as minas resolveram parar de encher o saco da Clara, e a conversa foi pra outros assuntos, voltando pra um terreno mais familiar e sem tocar mais no tema do meu pau.

A noite seguiu tranquila, e a garrafa de fernet já tava quase vazia, quando a Jessi levantou pra ir no banheiro e deu uns passos cambaleantes antes de cair bem em cima de mim. Todo mundo riu dela, inclusive a própria Jessi, que começou a tentar se levantar de novo, falhando em cada tentativa. As três amigas riam de um jeito estridente demais, o que entregava que já tavam bem bêbadas. alcoolizadas.
De repente, no meio da luta dela pra se levantar, a bunda dela acabou apoiada bem na minha virilha, o que cortou a risada dela. O contato com aquela maçã tão dura tava começando a me deixar de pau duro e eu tinha a impressão de que a Jessi tinha percebido.
Ela acabou com qualquer dúvida minha quando, por uns segundos, a bunda dela começou a se esfregar disfarçadamente na minha ereção, até me deixar completamente duro.
A Betty e a Clara estavam conversando entre si, sem perceber o que tava rolando, e a Jessi tava aproveitando isso ao máximo. Finalmente, ela se inclinou pra frente pra se levantar devagar, me deixando apreciar a bunda dela em todo o esplendor.
Se não fosse porque a bunda da minha irmã tinha se tornado uma obsessão pra mim, com certeza a iguaria que eu tinha na minha frente ocuparia o primeiro lugar. Envolta numa legging preta que marcava bem as curvas, eu me sentia quase hipnotizado. Por sorte, eu tinha bebido pouco, ou quase certeza que teria me inclinado pra frente até enfiar a cara no meio daquele tesouro.
— Jessi, tira essa bunda daí antes que meu irmão te coma. — A voz da minha irmã me tirou dos meus pensamentos. O sangue abandonou meu pau e foi direto pro meu rosto, me deixando bem vermelho por ter sido pego naquela situação.
— E o que teria de errado nisso? — Perguntou a Jessi, com um sorrisinho safado no rosto. — É brincadeira, não fica brava. — Completou na hora, acalmando minha irmã antes que ela pudesse responder.
— Que guardiã que a Clara tá hoje! — Disse a Betty, se metendo pra não ficar de fora da conversa. — Pra quem você tá guardando ele?
— Espero que seja pra uma de nós! — Exclamou a amiga dela, ainda querendo provocar minha irmã.
— Pra ninguém! — Respondeu minha irmã finalmente. — Quem quiser ele vai ter que passar por cima do meu cadáver!
Por um segundo, a gente ficou se olhando em silêncio pra minha irmã. Eu não sabia o que responder e ela não parecia que nem Jessi nem Betty tinham ideia também. Clara ficou olhando pra gente e começou a cair na gargalhada.
Não tinha certeza se aquela risada da minha irmã era de verdade, mas entrei na onda das amigas dela pra aliviar um pouco o clima.
—Uuh! Já ficou tarde pra caralho. —Falei, olhando pro relógio na parede. Já era quase duas da manhã. —Melhor eu vazar, senão amanhã não levanto nem fudendo.
—Pedrito, cê acha que dá pra dar uma carona? —Pediu a Betty do sofá. —Se a gente for por conta própria, vão arrancar nossa cabeça com a viagem.
—Fechou, sem problema. —Respondi sem pensar duas vezes.
Levantei do sofá e todo mundo foi juntando as coisas da mesinha de centro e deixando tudo limpo. As minas já estavam prontas pra sair e eu já tinha as chaves na mão quando minha irmã chegou com uma jaqueta na mão.
—Incomoda se eu for com vocês? Preciso dar uma arejada antes de dormir. —Clara não esperou minha resposta, já passou na minha frente e foi direto pra porta.

Não sabia direito como interpretar a cara que Jessi e Betty fizeram. Dava pra ver um pouco de surpresa, e talvez uma certa raiva também. Será que elas queriam um momento a sós comigo sem minha irmã no meio? Se fosse o caso, Clara tinha acabado de foder os planos delas.
Com essas ideias na cabeça, saí de casa e entrei no carro. Jessi e Betty ficaram no banco de trás, enquanto Clara fechava tudo e depois foi pro banco da frente.

A viagem foi sem graça nenhuma, já era tão tarde e as três ainda estavam sob efeito do álcool que não pareciam muito a fim de conversar. Ou talvez fosse porque minha irmã tinha aparecido de surpresa e isso impedia Jessi e Betty de fazerem qualquer coisa na frente dela.
De um jeito ou de outro, a viagem foi tão tranquila que tivemos que acordar a Betty quando chegamos na casa dela. Ela desceu. Cambaleando levemente, mas conseguiu entrar na hora.
Minutos depois, já estávamos deixando a Jessi na casa dela. Ela veio do lado da minha porta e se inclinou pela janela pra me dar um beijo perigosamente perto da minha boca.
— Valeu por me trazer, Pedrito!
Em seguida, ela foi até a porta do carona e minha irmã desceu pra cumprimentar ela. Por algum motivo, acompanhou ela até a porta, como se quisesse apressar ela pra entrar em casa.

Já tinha levado a Jessi e a Betty pra casa delas outras vezes, e minha irmã nunca tinha ido junto. Será que ela tava com ciúme mesmo? Ou será que tinha outros planos na cabeça? Ainda tava tentando entender a atitude da minha irmã, quando ela voltou pro carro, fechou a porta e se jogou na minha boca.

Meu corpo reagiu na hora, respondendo aquele beijo com desespero, colocando a mão na nuca dela e apertando pra não deixar ela escapar.

Só por precaução, não me demorei muito; segundos depois, liguei o carro e arranquei, pra não dar chance da Jessi começar a se perguntar por que o carro ainda não tinha saído.

A mão da minha irmã foi direto pro meu meio das pernas e começou a abaixar o zíper pra liberar meu pau bem duro.

— Ficou um assunto pendente entre nós dois. — Anunciou a Clara.
— Tá falando comigo ou com meu pau? — Perguntei, sorrindo com malícia.
— Óbvio que é com você… minha vara de carne comprida, grossa e cheia de veias, que eu adoro tanto colocar na minha boca.

Não consegui segurar a risada com a sacada da minha irmã. Mas não durou muito, porque logo ela abaixou a cabeça e começou a usar a boca pra me fazer tremer de prazer.

Dessa vez, a volta ia ser mais longa do que a ida do supermercado, então a gente teria tempo de sobra pra Clara ganhar a recompensa que quase tinha conseguido horas antes.

Eu tentava manter a Concentração na estrada, tentando evitar que algo como o que tinha acontecido antes se repetisse, mas minha irmã parecia determinada a fazer com que toda minha atenção se concentrasse nas coisas que ela estava fazendo com a língua.

— Você não sabe o quanto senti falta do seu pau, cara. — Comentou em voz baixa, enquanto dava uma ou outra lambida na minha glande e a mão dela subia e descia ritmicamente pelo tronco.

— Já estava pensando que você não ia mais querer ele. — Respondi em tom brincalhão.

— Vou sempre querer, disso não tenha dúvidas. — Afirmou, antes de colocar ele de volta na boca para continuar o boquete por um bom tempo.

— Já estamos chegando. — Avisei alguns minutos depois, entre ofegos, pra Clara se apressar.

Por mais que estivesse adorando, não queria ficar com o carro estacionado na frente de casa. Quanto menos motivo a gente desse pros vizinhos desconfiarem, melhor.

— Já tá pronto pra me dar sua porra, irmãozinho? — Perguntou, depois de tirar a boca do meu pau pra começar a me mastigar com força.

— Tá saindo tudo pra você, Clarita. Toma tudo e não desperdiça uma gota. — Parei bem na calçada de casa e minha irmã colocou meu membro de volta na boca pra receber minha descarga.

Ficou alguns segundos ali, pra garantir que cumpria minha ordem, e finalmente soltou meu pau pra se levantar e engolir o que tinha acumulado.

— Cada dia mais gostosa sua porra, irmãozinho! — Me elogiou minha irmã, enfiando um dedo na boca pra catar qualquer resto de sêmen que tivesse ficado sem engolir.

— Gostou da amostra grátis?

— Óbvio! — Disse sorrindo de felicidade como se tivesse comido o prato favorito dela.

— Pena que você teve que pagar a da quarta-feira... No final, não falaram nada? — Com tudo que tinha rolado durante a noite, só naquele momento eu tinha percebido esse detalhe.

— Não... Já foi! — Respondeu, dando de ombros. — Agora não adianta falar nada, melhor esperar passar o negócio do quarta-feira.
- Tudo pra não perder tua ração, né?
- Pois é, com o que a gente paga pra ter ela, tem que te ordenhar direitinho, irmãozinho – comentou, piscando um olho pra mim.
Em seguida, desceu do carro e falou comigo pela janela.
- Valeu pelo gole, Pedrito. Nos vemos na quarta. – Se despediu com um sorriso safado.
Eu apreciei a vista da bunda dela enfiada numa calça jeans apertada até ela entrar em casa. Assim que passou pela porta e fechou, engatei a primeira e em menos de meia hora cheguei no meu apê. Ansioso pela chegada da próxima quarta, fui dormir.

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Naquela quarta, acordei de pau duro, como se a rola estivesse ainda mais desesperada do que eu pra ser pega pelas bocas da minha irmã e das amigas dela.
Tive que lutar contra a tentação de bater uma boa punheta pra aliviar um pouco da tensão, porque sabia que tinha que chegar bem carregado no trampo.
Na esperança de espiar de novo minhas clientes favoritas andando na rua, fui no bar de sempre tomar um negócio enquanto esperava a hora de atendê-las. O destino ouviu meus pedidos e, no mesmo instante em que eu tava terminando meu café, elas apareceram na minha frente.
Dessa vez, pude vê-las de frente e aproveitar ainda mais aquele pequeno show antes do evento principal.
Betty tava de calça verde escura e uma camisa branca com as mangas arregaçadas, meio folgada, mas com uns botões soltos que deixavam ver aquele decote magnífico. Ela sorria por causa de um comentário que minha irmã parecia ter feito. Dava muita vontade de se jogar de cabeça entre os peitos dela, tinha que admitir.
Jessi, por sua vez, tava de saia preta que batia pouco acima dos joelhos, mostrando parte das pernas longas e torneadas, com uma camisa azul claro colada no corpo, que deixava eu apreciar a cintura e a curva dos peitos dela.
Clara, finalmente, usava uma calça preta que grudava nas pernas e (Isso eu pude ver quando ficaram de costas pra mim) ele estava tão colado na bunda dela que parecia que tava fazendo uma marca pessoal. Do mesmo jeito que a Jessi, ela tinha uma camisa branca meio justa, que seguia cada detalhe dos balanços que as curvas do corpo dela faziam.
Resumindo, pra qualquer um que se excitasse vendo mulheres vestidas de escritório, as três estavam arrasando. Eu me deliciei em cada passo que elas deram na minha frente, contemplei de todos os ângulos que pude até que os três booties sumiram de vista ao virar a esquina.
Dessa vez, eu realmente teria gostado de trombar com elas na rua, mesmo que fosse só pra ver que tipo de mentira elas inventariam, mas não era o melhor momento. Não valia a pena arriscar estragar o turno do dia por uma diversão sem sentido. A verdadeira diversão ia começar ao meio-dia.

Entrei como de costume no local e me enfiei no meu lado da sala pra me preparar pro turno do dia. Uma pequena parte da minha cabeça ainda ficava na esperança de encontrar outro cartão dourado me esperando na mesinha, então senti uma leve decepção quando vi que dessa vez o cartão era amarelo.
De qualquer forma, o tesão que eu sentia em saber as identidades das três mulheres que estavam prestes a entrar do outro lado pra brincar com meu pau compensava qualquer decepção que eu pudesse ter sentido naquele dia. Mas tentei manter a calma o máximo que pude, porque se eu ficasse muito ansioso, com certeza não ia durar muito contra essas três.
Fiquei assim por uns minutos, lutando pra controlar minha excitação, até que finalmente ouvi o barulho da porta se abrindo do outro lado do painel. Os sons de sempre chegavam aos meus ouvidos, como se nada tivesse mudado desde a última vez que nós quatro estávamos naquela sala.
Mas era óbvio que já não era mais a mesma coisa, a cortina tinha se aberto e atrás dela os rostos da minha irmã, da Jessi e Betty tinham se posicionado sobre as que, até pouco tempo atrás, eram as três desconhecidas que tantos orgasmos me proporcionaram com suas bocas.
Com a pica bem dura, passei pelo buraco no painel para cumprimentar minhas três clientes favoritas.
Elas começaram a rotina como sempre, mas na minha cabeça as coisas pareciam como se fosse a primeira vez que as atendia. Cada lambida, cada beijo na minha glande, cada vez que me enfiavam numa das bocas era como se eu pudesse ver seus rostos sorrindo, agradecidas por receber uma boa pica. Minha pica, pra ser mais exato.

Quando começaram a competiçãozinha de sempre, não consegui evitar tentar adivinhar qual era a participante que tinha minha pica na boca naquele momento.
A primeira delas começou com tudo, e depois de vários segundos de esforço, pequenos barulhos de ânsia contida, e de sentir como a saliva dela inundava a boca e banhava minha pica, ela conseguiu encostar o nariz no painel.
Já tinha começado a fazer força pra segurar meu orgasmo quando finalmente aquela boca começou a recuar pra me liberar. Ela estava tão perto de mim que até senti um pouco de ar quente do meu lado do quarto quando ela bufou ao tirar minha pica da boca. Essa tinha que ser a Clara. Afinal, ela tinha tido chance de praticar em particular, mano a mano comigo.

As outras duas competidoras deram o melhor de si, mas não conseguiram igualar o feito da minha irmãzinha. Do meu lado, aplaudi silenciosamente minha irmã, parabenizando ela pelo grande esforço.
Assim que a competição terminou, elas se dedicaram a compartilhar minha pica entre si, lambendo, chupando, me masturbando com as mãos e gemendo a toda hora.

Enquanto eu viajava de prazer graças àquelas três bocas habilidosas, um pensamento voltou a cruzar minha cabeça depois de vários turnos sem aparecer: será que elas faziam algo entre si pra se excitar? O que estariam fazendo as mãos que não tocavam minha pica? Estariam ocupando os lábios em outros lugares? quando não estavam me chupando? Em outros corpos?
De repente, minha mente voltou a ter aquelas fantasias sexuais da minha época de adolescente, onde Betty e Jessi se beijavam com paixão nos lábios, e em outras regiões também. Só que dessa vez minha irmã se juntava àquele momento lésbico pra cobrir de beijos e carícias os corpos das amigas.
Quando a imagem de Betty e Jessi abrindo as pernas pra dar boas-vindas à boca da minha irmã se formou na minha cabeça, quase gozei tudo. Tive que fazer de tudo pra abandonar essa ideia até o fim do turno, senão ia esvaziar meus ovos antes da hora.
Naquele momento, lembrei o motivo pelo qual costumava evitar que minha cabeça fosse pra esses lados: era excitação demais. E se ainda por cima era fantasiar com minha irmã e as amigas, minha cabeça virava um circo sexual.
Os últimos minutos foram uma luta selvagem contra meu instinto pra aguentar até chegar o momento certo de liberar minha carga. Por sorte, quando já estava quase desistindo, as três amigas decidiram que era hora de receber o prêmio delas.
As mãos de Betty ou Jessi (as da minha irmã eram pequenas demais pra serem as que me tocavam) começaram a me masturbar cada vez mais rápido. Num último esforço, dei uma briguinha antes de me render e entregar o que tinham vindo buscar.
Uns lábios cobriram minha glande no momento exato em que o primeiro jato saiu do meu pau, e não me soltaram até a última gota me deixar, com um tremor que percorreu meu corpo inteiro.
Com o tesão no nível mil, ouvi alguns movimentos e imaginei que, mais uma vez, as garotas tinham decidido dividir o tesouro branco entre as três.
Os barulhos de passos e coisas sendo levantadas do chão marcaram que o fim do turno estava chegando. Como sempre, minhas três melhores clientes se aproximaram pra dar os beijinhos de despedida na minha glande, que foram respondidos com uma leve sacudida do meu pau. Esperei ouvir o som da porta fechando pra tirar meu pau. Tava quase me limpando quando escutei a porta abrir de novo e um barulho de passos do outro lado do painel.
Alguém deu uma batidinha leve no painel, como se tivesse me chamando. Achei que fosse minha irmã, então respondi com uma batidinha minha também.
— Valeu pela gozada, Pedrito! Saiu uma delícia!
Os passos voltaram a soar e depois escutei o barulho da porta do outro lado do quarto fechando. Fiquei parado em silêncio, tentando processar o que tinha acabado de ouvir. Quando saí do quarto, já todo arrumado, meu corpo ainda parecia se mover no automático.
Aquela não tinha sido a voz da minha irmã. Aquela tinha sido a voz da Jéssica.

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Tamo chegando perto das partes mais interessantes da história.

Valeu pelos pontos e comentários, e também pra quem acompanha a história nas sombras.

Até o próximo capítulo.

32 comentários - Como descobri que minha irmã adora meu pau (Parte IX)

Genio, agradezco como lector el tiempo que te tomas y te felicito por lo intenso y bueno de la historia termino cada capítulo esperando ansioso el próximo, seguí así!
Muy buen relato sigo la histaria desde el pricipio me tiene atrapado como en una serie de la tele espero el proximo relato pronto
muy buena como siempre !! se pone cada vez mas interesante+10
Exelente, cada vez más fuerte y atrapante , te re felicito por la buena narración , es como si lo viviera yo en persona, té dejo mis 10 puntos y nuevamente felicitaciones 👏👏👏👏👏
La verdad muy, pero muy bueno los relatos.
Solo que demoras mucho en subir el siguiente jajaja
salvfe
Excelente relato, espero la continuación
Muy bueno, ojala en algun momento sepamos que ocurre en la habitacion donde estan las chicas. 👍
Que lindo se esta poniendo esto.Van mis 10 como siempre,una obra de arte!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
es exelente, no importa tardar mas si eso mejora el resultado
Excelente!!!! a esperar el proximo !!!! +10
Espero no tener que esperar tanto para disfrutar de tus palabras!!🤔🤒
Muy bueno sigue a si,que sean muchos mas que llegue por lo menos al 20,solo no la cagues metiendo a otro hombre
La espera siempre vale la pena cuando la calidad del producto lo vale! Siga asi compañero!
gracias Crack, espero siempre el prox. capitulo, te superas
es el retorno del Rey !!!
Sds.
Van 10 y 10 más de yapa troesma. La trama es excelente y además está muy bien llevado el relato. Espero el próximo capítulo.
Sos crack hermano...gracias por la calentura...la intriga...la fantasía...saludos
Realmente glorioso el relato. Me calienta mucho y espero con ansias la próxima entrega. van 10 puntos
Tus relatos son Imágenes en mi Cerebro gran relato 💪 van 10 puntos
muy bueno...!! Dentro del relato, creería que te estan sobrando..ja!
Muy bueno, solo le falta alguno que otro facial, pero muy bueno. Van 10!!!