Primeira parteEla continuava me beijando, enquanto o cuck se levantava do chão. Minha ereção estava tão forte que realmente doía. O quarto tinha começado a ficar incrivelmente quente. Devo confessar que toda essa situação me deixava meio surpreso. Embora eu já tivesse experiência com vários casais, e tivesse sido o regular de dois deles, as coisas nunca tinham acontecido tão rápido assim.
Eu - Olha aqui, filho da puta, você vive se gabando da sua mulher por toda parte, e exibindo ela sempre que pode. Pois é hora de fazer isso direito.
Enquanto eu falava, Sheila pegava no meu pau, masturbando ele e espalhando a saliva deixada pelas bocas do marido dela e dela, brincando com os dedos na cabeça do meu membro. O marido dela olhava como se estivesse hipnotizado. Num instante, sorrindo, ele estendeu a mão para a esposa, e ela correspondeu se afastando de mim. Ele começou a tocar o corpo dela e, dando um beijo doce nos lábios dela, começou a dizer:
R - José, o que você acha da minha esposa? Não é verdade que ela é um monumento de mulher? Olha esses peitos (enquanto os agarrava por trás e os apertava generosamente). Me custaram uma fortuna. E, pra ser sincero, paguei para que outros possam aproveitar eles mais do que eu.
Eu - Dinheiro muito bem investido, deixa eu te dizer.
R - Hahaha, totalmente. E essa bunda é uma beleza. Ela treina todo dia e sabe usar muito bem. Não te dá vontade de comer ela? (Ele a pegou pela mão e a levantou acima da cabeça, de modo que Sheila deu uma volta como uma bailarina, mostrando os atributos dela de todos os ângulos).
Depois de dizer isso, Richard se ajoelhou ao lado da mulher dele e começou a tirar o jeans apertado que ela ainda vestia. Desabotoou com calma e começou a puxar para baixo, tocando com devoção as pernas dela. Ao tirar completamente, ele ajudou ela a remover os saltos e a colocá-los de novo assim que a calça saiu.
Sheila olhava sorrindo e safada, fazendo movimentos bobos para mostrar o corpo dela. Richard permanecia ajoelhado e disse:
R - José, aqui está minha esposa, que de agora em diante é sua mulher. Deixa ela louca de prazer. A boca dela é sua, a buceta e o cu são seus. Pode foder ela como e quando quiser.
Eu - Muito bem, Richard, muito obrigado por me dar essa oportunidade. Te garanto que vamos nos divertir pra caralho.
Sheila usava uma tanga bem pequena de renda fina branca que contrastava perfeitamente com os sapatos de salto branco que ela calçava. Eram um casal de classe alta e tinham um gosto refinado pra tudo. O corpo bem definido dela estava espetacular. O bronzeado perfeito, onde as marcas do biquíni acentuavam de um jeito bem provocante, fazia as sardas que decoravam os peitões enormes dela se destacarem ainda mais. O cuck continuava ali de joelhos ao lado dela, acariciando a perna e a bunda dela.
Me aproximei deles e comecei a beijá-la com muita brutalidade. Agarrando com força os peitos dela com a mão esquerda enquanto com a direita segurava a cintura e a bunda, apertando com tudo. Ela enfiava a língua na minha boca cheia de safadeza, e cada vez que a gente se separava pra respirar, ela me olhava como se estivesse possuída de prazer, com uma luxúria difícil de descrever. Ela gemia como uma verdadeira gostosa.
Eu - Cuck, vai lubrificando ela pra mim. Completa, por favor. Pode bater uma enquanto faz isso, mas já sabe as instruções.
Ele, sem perder um segundo, se ajeitou de joelhos atrás da esposa, puxou a tanga pro lado mostrando a buceta brilhante e avermelhada dela. Daquela posição, ele tinha que se abaixar e torcer o pescoço pra conseguir cumprir a tarefa, mas fazia com gosto. Dava pra ouvir ele gemendo também de tesão. Ele alternava a boca dos lábios da buceta pro cu dela. Quando ia pro rabo de Sheila, ela separava as nádegas com as mãos, como se tivesse convidando ele a ir o mais fundo que a língua dele permitisse, enquanto trocavam umas palavras:
Sh - Assim, amor, lambe meu cu até o fundo, filho da puta. Deixa ele pronto, porque com o tamanho que ele tem, vai me arrebentar toda. Assim, viado, continua!
R - Hummm, sua bunda me deixa louco, céu. Quero ver ela aberta ao máximo! Ele vai te foder divinamente, tenho certeza!
Enquanto trocavam essas palavras, Richard batia uma pra sua piroquinha enjaulada, puxando ela inteira, dava até pra ouvir o barulho metálico da jaula com o cadeado. Ele fazia isso num ritmo especial, tomando cuidado pra não gozar, e ainda garantindo que cada movimento que fazia pra cima e pra baixo, a mão batia nas bolas apertando elas contra o chão, quase como se martelasse as bolas a cada punheta que dava.
Eu brincava com os peitos da Sheila. Passava de um mamilo pro outro, depois beijava ela e com a mão brincava com a bucetinha dela. Enfiando o dedo, molhando toda a área, e roçando o clitóris. Numa dessas, o cuck com as mãos separou os lábios vaginais da esposa, como se convidasse pra eu penetrar ela com os dedos. Convite que não pude recusar. Ela gemia e falava obscenidades...
Sh - Continua sim, continua, não para, quero que você me foda agora! Me faz sua...
Era hora de avançar, então pegando ela pela cintura, levei pro assento mais comprido do sofá, e sentei ela na borda. O cuck se levantou e nos acompanhou.
Eu - Vamos, slutty, é hora de eu meter. Filho da puta, tira a calcinha dela e senta do lado dela, perto da cabeça.
Ele imediatamente começou a tirar lentamente a calcinha de um jeito bem sensual, abaixou deixando a esposa totalmente nua, de pernas abertas, meio reclinada apoiada nos cotovelos, e brincando com os próprios mamilos enquanto olhava pro marido cuck deixando ela pronta pra mim. Antes de levantar, peguei ele pela cabeça e enfiei meu pau na boca dele com um pouco de força, quase com violência. Ele começou a me fazer um boquete, usando muita saliva e me masturbando ao mesmo tempo.
Entreguei uma camisinha que tinha pego uns momentos antes de tirar a roupa enquanto ele tirava a dela. Não precisei dar instruções. Ele começou a colocar em mim enquanto eu continuava me masturbando. Não sei por quê, mas é uma das coisas que mais gosto de fazer quando estou pela primeira vez com um casal cuckold. Fazer o cuck colocar a camisinha em mim é uma demonstração de submissão que eu adoro. Além do fator humilhante pro marido fazer isso enquanto a esposa observa atenta.
Depois de alguns segundos, com a mão dele, ele separou os lábios vaginais da esposa, e com a outra apontou meu pau até deixar na entrada daquela bucetinha escorrendo. Dei uma enfiada e meti até o fundo sem piedade, quando cheguei lá dentro pressionei minha pélvis o máximo que pude pra que a putinha sentisse meu membro por inteiro. Ela arqueou as costas e soltou um suspiro que tinha um pouco de gemido de dor.
Sh — Meu Deus... que grande você é! Você vai me mataaaar. Deixa eu me acostumar com seu tamanho, que é bem maior que o do meu marido — disse ela, sorrindo e com maldade.
O cuck sentado ao lado da cabeça da mulher segurava as pernas dela pelos tornozelos, deixando ela bem mais aberta pra mim na beira do sofá. Ela, com a cabeça virada de lado, tinha bem na frente a piroquinha enjaulada do marido na altura do rosto. De vez em quando dava pequenas mordidas e fingia uma tentativa de boquete pra torturar ele.
Quando senti que ela já estava confortável com meu tamanho, comecei a bombar sem parar, variando o ritmo e apalpando o corpo todo dela. Brincava com a bunda dela, com os peitos, enfiava meus dedos na boca dela. Ficamos assim por alguns minutos, até que resolvi mudar de posição. Coloquei ela de quatro e continuei bombando, enquanto ela se beijava com o marido e dizia como estava gostoso. Ele perguntava o quanto ela gostava e pedia pra ela descrever tudo que sentia. Ficamos assim por mais alguns minutos, e eu já meio cansado de ficar em pé, sentei no sofá. Ela subiu em cima de mim e começou a cavalgar gostoso. Segurava minhas mãos pra eu tocar o corpo dela, como se estivesse me guiando. queria que eu detalhasse cada centímetro dela. Agarrei a bunda dela e separei as nádegas com força, peguei nos peitos dela e apertei enquanto mordia os bicos dos seios. Num momento, comecei a sentir um roçar molhado nas minhas bolas.
O cuck tinha tomado a iniciativa de se sentar no chão entre as nossas pernas pra ver de baixo como eu penetrava a esposa dele, e começou a lamber o orifício anal dela e descia pra lamber minhas bolas, recolhendo com a língua todos os líquidos que a mulher dele jorrava da buceta pulsante dela. Quem já experimentou isso sabe que poucas coisas se comparam a sentir uma língua brincando com suas bolas enquanto você mete numa bucetinha apertada. Sheila sentiu o que rolava lá embaixo e começou a falar:
Sh - Vamos, love, prova tudo. Cê gosta do sabor?
R - Divino, Shei. (deu uma lambida) Adoro como você tem gosto quando tão te comendo do jeito que você gosta.
Sh - Vem, quero ver você fazendo isso.
Ela se levantou e se virou de costas pra mim e se sentou de novo no meu pau. Meti de conchinha, se não me engano. Assim que tava, ela pegou na cabeça do marido e, sem soltar nunca, marcou o ritmo do boquete que ele tinha que dar enquanto eu penetrava ela. Ela se recostou no meu peito e começou a me beijar safadamente, esticava a língua igual uma puta desesperada pra eu chupar ela. Abria a boca e murmurava um erótico -Ahhh- e eu cuspia direto na língua dela, e ela saboreava tudo de um jeito bem pervertido. Ela gostava das sacanagens, pelo visto, porque toda vez que eu fazia isso, ela gemia e apertava mais o cuck contra as nossas partes. De vez em quando, ela tirava e obrigava ele a chupar meu membro, depois tirava e enfiava ela mesma.
Sh - Gozaaaa logo, papi, goza comigo... jorra a porra, vai... já nem sei quantos orgasmos tive, mas quero que a gente goze junto!
E claro que não podia recusar um pedido desses, então, agarrando ela pelos peitões enormes, comecei a marcar um ritmo frenético enquanto ela gritava descontrolada. Apertei os mamilos dela com força, quase como se quisesse arrancá-los. E é que a verdade é que queria que ela sentisse dor enquanto a gente gozava. O cuck dela estava bem ali embaixo, com a boca perto das minhas bolas, uma mão na piroquinha enjaulada dele e a outra brincando com o clitóris da puta da esposa dele. Na hora da estocada final, empurrei de tal jeito com minhas pernas que ela ficou completamente suspensa, enfiada no meu pau, enquanto eu enchia a camisinha de porra e ela gozava. O cuck enterrou a boca debaixo das minhas bolas e, com a língua, brincava com minha área perineal, intensificando meu prazer...
Depois de um instante, já nós um pouco mais calmos, Sheila se levantou, deixando no ar meu pau ainda duro, exibindo uma camisinha cheia de porra. Ela se ajoelhou junto com o cuck, e cada um colocou uma das minhas bolas na boca. Que vista eu tinha: na minha frente, de joelhos, um casal casado chupando minhas bolas como se a vida deles dependesse disso. Sheila começou a tirar a camisinha com a mão; quando fez isso, mandei ela me dar. Não precisei ordenar muito, eles sabiam o que fazer. Então se prepararam para me limpar e me dar um boquete entre os dois, pra deixar minha rola limpa e brilhando. Sheila apertava os lábios com força ao subir, como se quisesse pegar todo resquício de sêmen que pudesse sobrar, e depois beijava o marido, segurando o rosto dele e dando um amasso bem intenso.
Eu — Muito bem, tenho que dizer que estou muito satisfeito. Vocês se comportaram fenomenalmente, e acho que têm futuro. Você como minha puta e você como o filho da puta que é. Acho que merecem uma recompensa pelo trabalho tão bem feito, além de que você me entregou sua esposa pra ser minha mulher, e eu sou um homem grato. Sheila, vai mamar ele até você gozar. Mas tem que ser rápido: se não gozar em 90 segundos, fica sem porra. Está claro?
R — Obrigado! Não poderia pedir mais do meu bull!
Eu — Muito bem, abre a boca, filho da puta. Enquanto sua mulher te dá um mamada, quero que tu mastigue a camisinha. E é melhor tu tirar todo o leite, então dá o teu melhor.
Richard, meio surpreso com minha ordem e ainda de joelhos, abriu a boca. Coloquei dentro a camisinha recém-usada cheia da minha porra, e ele começou a mastigar como se fosse chiclete.
Sh — Vou pegar a chave pra tirar a gaiola...
Eu — Não. Eu disse que tu vai chupar a rola e que ele tem que gozar... mas nunca falei que era sem a gaiola... — falei eu sorrindo num tom malvado.
A cara do corno era um poema. Surpreso e de olhos arregalados, parecia querer me dizer que não ia conseguir, mas tava comprometido a fazer o papel dele, então sem falar nada continuou mexendo a camisinha usada dentro da boca de um lado pro outro. Sheila, sorrindo, se levantou, chegou perto e, me beijando, falou:
Sh — Ummm. Gosto do teu jeito de pensar... com certeza vamos nos divertir pra caralho. Escolhemos bem com você.
Eu — Haha, valeu, valeu. Mas não pensa que pra ti vai ser tudo tão fácil assim. Não esquece que tu é minha raposa e que vou fazer contigo o que eu quiser.
Sh — Não esperava nada menos — disse ela excitada — Ouviu, meu amor? Tua esposa é a raposa de outro homem. Isso te excita, filho da puta? Queria me dividir, então... agora sou dele. Vou fazer todas as putarias que tu nunca imaginou que eu seria capaz. E espero que tu goste do gosto da porra dele, porque cada dia tu vai tomar mais. Espero que se acostume, viadinho. Abre a boca e me mostra como tu tá...
Richard se masturbava com força enquanto olhava pra mulher dele com devoção e continuava saboreando. Abriu a boca e, mostrando a língua com minha camisinha em cima, ainda tinha uma boa quantidade do meu sêmen dentro. Ela pegou e, com os dedos, espremeu o conteúdo direto na boca do corno. Depois de tirar tudo, ela levou a camisinha até a própria boca e saboreou. Virou ela do avesso, deixando a parte interna completamente invertida. Repetiu o mesmo procedimento. Depois chupou os dedos. O cuck com meu sêmen na boca saboreou por um momento e engoliu tudo sem hesitar.
R - Obrigado, meu amor...
Sh - Hummm, delicioso. Adoro o gosto dessa porra. Acho que você não vai ter que engolir tanta coisa assim no final. Você vai engolir é as sobras... quero ela só pra mim.
Eu - Então, foxy, o que tá esperando? Põe a boca pra mamar. E já sabe, Richard, 90 segundos. Se não, não acaba até sei lá quando...
Sheila se ajoelhou ao lado do marido e, se abaixando, começou a mamá-lo bem devagar sobre a jaula. Depois de um instante, ela teve pena dele e começou a intensificar os jogos orais. Dava pra ver que ela enfiava a língua nos espaços da jaula pra alcançar a pele do marido. Ele segurava a cabeça dela e tentava foder a boca dela com desespero. Ofegante, parecia estar muito perto de gozar. Tinham passado 75 segundos quando ele gritou que já tava vindo a porra.
Eu - Muito bem, fica de pé e enche as tetas da foxy da sua mulher enquanto goza... aproveita pra dizer o que sente.
Me abaixei rápido e falei no ouvido da Sheila pra enfiar um dedo no cu do marido enquanto ele gozava.
Ele se levantou e ficou de pé na frente da mulher enquanto ela continuava com a mamada, olhando pra cima com cara de santa, e mexia a mão entre as pernas dele, enfiando o dedo no cu do marido.
R - Ahhh... tô gozando, amor... você me enlouquece. Te amo loucamente. Quero que você seja uma slut, quero que seja a mais porca das vadias... quero te ver fodida e cheia de porra, quero que arrebentem seu cu, que você chegue em casa sem conseguir sentar. Quero que ele seja nosso male. Vou fazer tudo que você pedirrrr, ahhhh. Continuaaaa...
Sh - Isso, love, sim, goza logo, enche as tetas da sua mulherzinha com sua porra. Vou ser sim, vou ser uma slut, uma foxy, vamos ser umas putas viciadas no sêmen do nosso male juntas...
Richard começou a disparar feito louco, sêmen direto nas tetas da mulher, que na Às vezes eu batia uma pra ele desde a base do pau. O negócio dele tava inchado e vermelho. A gaiola apertava pra caralho, mas mesmo assim não impedia o corno de gozar. A mulher dele continuava enfiando um dedo no cu e com a outra mão apontava pras tetas dela. As pernas tremiam. Tinha um verdadeiro rego de porra nas tetas da Sheila... Ela ria, vitoriosa. O Richard tava com aquele sorriso de alívio que só a gente, homem, conhece depois de gozar gostoso pra cacete.
Ele, me olhando, me agradeceu, mas eu fiz um sinal apontando pras tetas da sua foxy. Ele entendeu na hora.
Ele se ajoelhou do lado dela e, depois de beijá-la, começou a lamber tudo. Recolhia cada grumo de porra que tinha nas tetas, passava a língua e engolia, repetia de novo. A mulher dele ria por causa das cócegas e da situação, e segurava a cabeça dele quase sufocando ele contra aquelas tetonas enormes. Depois de uns minutos, já tava tudo baixando e voltando ao normal...
A Sheila pediu permissão pra tomar um merecido banho, e eu indiquei onde era o banheiro. Eu e o Richard ficamos juntos na sala, servimos novas doses e brindamos ao futuro tão excitante que nos esperava. Ele disse que eu era o que eles procuravam e que confiava em mim pra que tudo ficasse cada vez mais intenso. Depois que ela saiu do banho, ele foi fazer o mesmo, e dessa vez fiquei eu com ela sentado, conversando sobre umas besteiras, mas com muita naturalidade e cumplicidade.
Depois de alguns minutos, o Richard voltou, nos encontrando juntos no sofá, ela recostada e descansando as pernas nas minhas. Ele sentou do lado dela e a beijou. Conversamos por mais alguns minutos sobre como tínhamos nos divertido pra caralho. E que definitivamente íamos continuar. Combinamos umas regras, quais dias eram proibidos e a que horas ligar, etc. Eles se vestiram. Eu fiquei pelado, já que tava na minha casa. Bem antes de me despedir deles, dei meu toque final.
R - Bueno, José, valeu por uma das melhores noites das nossas vidas. Nem preciso te falar que a gente vai se falar, porque isso com certeza tá só começando.
Sh - É, meu bem... hahaha, já tô ficando desesperada pra planejar o próximo encontro!
Eu - Obrigado a vocês pela oportunidade e, sim, isso com certeza tá só começando.
Peguei a Sheila pela cintura e dei um beijão nela, aproveitando pra apertar os peitos dela mais uma vez. Coloquei minhas mãos nos ombros dos dois e empurrei eles suavemente pra baixo... enquanto falava:
Eu - Essa é a regra: toda vez que se despedirem de mim, a última coisa que vocês têm que levar é o hálito da minha pica. Então, não importa onde a gente esteja, vocês têm que enfiar ela na boca e dar uma chupadinha.
Eles, sorrindo, se ajoelharam lado a lado. Primeiro ele enfiou a pica inteira na boca enquanto ela segurava a base. Ele deu uma série de mamadas fundas e, quando tirou, esticou a língua, e a mulher dele esfregou generosamente a cabeça da minha pica na língua do corno. Depois trocaram, e foi ele quem ofereceu minha pica pra ela, que deu três mamadas. Mas, pra minha surpresa gostosa, o corno, com a mão livre, pegou a nuca da mulher e empurrou ela com força, forçando ela a ficar ali por uns segundos, fazendo ela dar um pequeno engasgo e ficar vermelha de falta de ar. Depois soltou. Ela, babada, sorriu e deu um tapinha brincalhão no peito do marido.
R - Tem que acostumar a rabuda a mamar até o fundo da garganta o pau do macho dela.
Todo mundo riu, eles se levantaram e foram embora, me deixando sozinho, exausto e pronto pra tomar um banho e dormir. Mais cedo do que eu imaginava, a gente ia continuar com nossas brincadeiras.
Continua...
Eu - Olha aqui, filho da puta, você vive se gabando da sua mulher por toda parte, e exibindo ela sempre que pode. Pois é hora de fazer isso direito.
Enquanto eu falava, Sheila pegava no meu pau, masturbando ele e espalhando a saliva deixada pelas bocas do marido dela e dela, brincando com os dedos na cabeça do meu membro. O marido dela olhava como se estivesse hipnotizado. Num instante, sorrindo, ele estendeu a mão para a esposa, e ela correspondeu se afastando de mim. Ele começou a tocar o corpo dela e, dando um beijo doce nos lábios dela, começou a dizer:
R - José, o que você acha da minha esposa? Não é verdade que ela é um monumento de mulher? Olha esses peitos (enquanto os agarrava por trás e os apertava generosamente). Me custaram uma fortuna. E, pra ser sincero, paguei para que outros possam aproveitar eles mais do que eu.
Eu - Dinheiro muito bem investido, deixa eu te dizer.
R - Hahaha, totalmente. E essa bunda é uma beleza. Ela treina todo dia e sabe usar muito bem. Não te dá vontade de comer ela? (Ele a pegou pela mão e a levantou acima da cabeça, de modo que Sheila deu uma volta como uma bailarina, mostrando os atributos dela de todos os ângulos).
Depois de dizer isso, Richard se ajoelhou ao lado da mulher dele e começou a tirar o jeans apertado que ela ainda vestia. Desabotoou com calma e começou a puxar para baixo, tocando com devoção as pernas dela. Ao tirar completamente, ele ajudou ela a remover os saltos e a colocá-los de novo assim que a calça saiu.
Sheila olhava sorrindo e safada, fazendo movimentos bobos para mostrar o corpo dela. Richard permanecia ajoelhado e disse:
R - José, aqui está minha esposa, que de agora em diante é sua mulher. Deixa ela louca de prazer. A boca dela é sua, a buceta e o cu são seus. Pode foder ela como e quando quiser.
Eu - Muito bem, Richard, muito obrigado por me dar essa oportunidade. Te garanto que vamos nos divertir pra caralho.
Sheila usava uma tanga bem pequena de renda fina branca que contrastava perfeitamente com os sapatos de salto branco que ela calçava. Eram um casal de classe alta e tinham um gosto refinado pra tudo. O corpo bem definido dela estava espetacular. O bronzeado perfeito, onde as marcas do biquíni acentuavam de um jeito bem provocante, fazia as sardas que decoravam os peitões enormes dela se destacarem ainda mais. O cuck continuava ali de joelhos ao lado dela, acariciando a perna e a bunda dela.
Me aproximei deles e comecei a beijá-la com muita brutalidade. Agarrando com força os peitos dela com a mão esquerda enquanto com a direita segurava a cintura e a bunda, apertando com tudo. Ela enfiava a língua na minha boca cheia de safadeza, e cada vez que a gente se separava pra respirar, ela me olhava como se estivesse possuída de prazer, com uma luxúria difícil de descrever. Ela gemia como uma verdadeira gostosa.
Eu - Cuck, vai lubrificando ela pra mim. Completa, por favor. Pode bater uma enquanto faz isso, mas já sabe as instruções.
Ele, sem perder um segundo, se ajeitou de joelhos atrás da esposa, puxou a tanga pro lado mostrando a buceta brilhante e avermelhada dela. Daquela posição, ele tinha que se abaixar e torcer o pescoço pra conseguir cumprir a tarefa, mas fazia com gosto. Dava pra ouvir ele gemendo também de tesão. Ele alternava a boca dos lábios da buceta pro cu dela. Quando ia pro rabo de Sheila, ela separava as nádegas com as mãos, como se tivesse convidando ele a ir o mais fundo que a língua dele permitisse, enquanto trocavam umas palavras:
Sh - Assim, amor, lambe meu cu até o fundo, filho da puta. Deixa ele pronto, porque com o tamanho que ele tem, vai me arrebentar toda. Assim, viado, continua!
R - Hummm, sua bunda me deixa louco, céu. Quero ver ela aberta ao máximo! Ele vai te foder divinamente, tenho certeza!
Enquanto trocavam essas palavras, Richard batia uma pra sua piroquinha enjaulada, puxando ela inteira, dava até pra ouvir o barulho metálico da jaula com o cadeado. Ele fazia isso num ritmo especial, tomando cuidado pra não gozar, e ainda garantindo que cada movimento que fazia pra cima e pra baixo, a mão batia nas bolas apertando elas contra o chão, quase como se martelasse as bolas a cada punheta que dava.
Eu brincava com os peitos da Sheila. Passava de um mamilo pro outro, depois beijava ela e com a mão brincava com a bucetinha dela. Enfiando o dedo, molhando toda a área, e roçando o clitóris. Numa dessas, o cuck com as mãos separou os lábios vaginais da esposa, como se convidasse pra eu penetrar ela com os dedos. Convite que não pude recusar. Ela gemia e falava obscenidades...
Sh - Continua sim, continua, não para, quero que você me foda agora! Me faz sua...
Era hora de avançar, então pegando ela pela cintura, levei pro assento mais comprido do sofá, e sentei ela na borda. O cuck se levantou e nos acompanhou.
Eu - Vamos, slutty, é hora de eu meter. Filho da puta, tira a calcinha dela e senta do lado dela, perto da cabeça.
Ele imediatamente começou a tirar lentamente a calcinha de um jeito bem sensual, abaixou deixando a esposa totalmente nua, de pernas abertas, meio reclinada apoiada nos cotovelos, e brincando com os próprios mamilos enquanto olhava pro marido cuck deixando ela pronta pra mim. Antes de levantar, peguei ele pela cabeça e enfiei meu pau na boca dele com um pouco de força, quase com violência. Ele começou a me fazer um boquete, usando muita saliva e me masturbando ao mesmo tempo.
Entreguei uma camisinha que tinha pego uns momentos antes de tirar a roupa enquanto ele tirava a dela. Não precisei dar instruções. Ele começou a colocar em mim enquanto eu continuava me masturbando. Não sei por quê, mas é uma das coisas que mais gosto de fazer quando estou pela primeira vez com um casal cuckold. Fazer o cuck colocar a camisinha em mim é uma demonstração de submissão que eu adoro. Além do fator humilhante pro marido fazer isso enquanto a esposa observa atenta.
Depois de alguns segundos, com a mão dele, ele separou os lábios vaginais da esposa, e com a outra apontou meu pau até deixar na entrada daquela bucetinha escorrendo. Dei uma enfiada e meti até o fundo sem piedade, quando cheguei lá dentro pressionei minha pélvis o máximo que pude pra que a putinha sentisse meu membro por inteiro. Ela arqueou as costas e soltou um suspiro que tinha um pouco de gemido de dor.
Sh — Meu Deus... que grande você é! Você vai me mataaaar. Deixa eu me acostumar com seu tamanho, que é bem maior que o do meu marido — disse ela, sorrindo e com maldade.
O cuck sentado ao lado da cabeça da mulher segurava as pernas dela pelos tornozelos, deixando ela bem mais aberta pra mim na beira do sofá. Ela, com a cabeça virada de lado, tinha bem na frente a piroquinha enjaulada do marido na altura do rosto. De vez em quando dava pequenas mordidas e fingia uma tentativa de boquete pra torturar ele.
Quando senti que ela já estava confortável com meu tamanho, comecei a bombar sem parar, variando o ritmo e apalpando o corpo todo dela. Brincava com a bunda dela, com os peitos, enfiava meus dedos na boca dela. Ficamos assim por alguns minutos, até que resolvi mudar de posição. Coloquei ela de quatro e continuei bombando, enquanto ela se beijava com o marido e dizia como estava gostoso. Ele perguntava o quanto ela gostava e pedia pra ela descrever tudo que sentia. Ficamos assim por mais alguns minutos, e eu já meio cansado de ficar em pé, sentei no sofá. Ela subiu em cima de mim e começou a cavalgar gostoso. Segurava minhas mãos pra eu tocar o corpo dela, como se estivesse me guiando. queria que eu detalhasse cada centímetro dela. Agarrei a bunda dela e separei as nádegas com força, peguei nos peitos dela e apertei enquanto mordia os bicos dos seios. Num momento, comecei a sentir um roçar molhado nas minhas bolas.
O cuck tinha tomado a iniciativa de se sentar no chão entre as nossas pernas pra ver de baixo como eu penetrava a esposa dele, e começou a lamber o orifício anal dela e descia pra lamber minhas bolas, recolhendo com a língua todos os líquidos que a mulher dele jorrava da buceta pulsante dela. Quem já experimentou isso sabe que poucas coisas se comparam a sentir uma língua brincando com suas bolas enquanto você mete numa bucetinha apertada. Sheila sentiu o que rolava lá embaixo e começou a falar:
Sh - Vamos, love, prova tudo. Cê gosta do sabor?
R - Divino, Shei. (deu uma lambida) Adoro como você tem gosto quando tão te comendo do jeito que você gosta.
Sh - Vem, quero ver você fazendo isso.
Ela se levantou e se virou de costas pra mim e se sentou de novo no meu pau. Meti de conchinha, se não me engano. Assim que tava, ela pegou na cabeça do marido e, sem soltar nunca, marcou o ritmo do boquete que ele tinha que dar enquanto eu penetrava ela. Ela se recostou no meu peito e começou a me beijar safadamente, esticava a língua igual uma puta desesperada pra eu chupar ela. Abria a boca e murmurava um erótico -Ahhh- e eu cuspia direto na língua dela, e ela saboreava tudo de um jeito bem pervertido. Ela gostava das sacanagens, pelo visto, porque toda vez que eu fazia isso, ela gemia e apertava mais o cuck contra as nossas partes. De vez em quando, ela tirava e obrigava ele a chupar meu membro, depois tirava e enfiava ela mesma.
Sh - Gozaaaa logo, papi, goza comigo... jorra a porra, vai... já nem sei quantos orgasmos tive, mas quero que a gente goze junto!
E claro que não podia recusar um pedido desses, então, agarrando ela pelos peitões enormes, comecei a marcar um ritmo frenético enquanto ela gritava descontrolada. Apertei os mamilos dela com força, quase como se quisesse arrancá-los. E é que a verdade é que queria que ela sentisse dor enquanto a gente gozava. O cuck dela estava bem ali embaixo, com a boca perto das minhas bolas, uma mão na piroquinha enjaulada dele e a outra brincando com o clitóris da puta da esposa dele. Na hora da estocada final, empurrei de tal jeito com minhas pernas que ela ficou completamente suspensa, enfiada no meu pau, enquanto eu enchia a camisinha de porra e ela gozava. O cuck enterrou a boca debaixo das minhas bolas e, com a língua, brincava com minha área perineal, intensificando meu prazer...
Depois de um instante, já nós um pouco mais calmos, Sheila se levantou, deixando no ar meu pau ainda duro, exibindo uma camisinha cheia de porra. Ela se ajoelhou junto com o cuck, e cada um colocou uma das minhas bolas na boca. Que vista eu tinha: na minha frente, de joelhos, um casal casado chupando minhas bolas como se a vida deles dependesse disso. Sheila começou a tirar a camisinha com a mão; quando fez isso, mandei ela me dar. Não precisei ordenar muito, eles sabiam o que fazer. Então se prepararam para me limpar e me dar um boquete entre os dois, pra deixar minha rola limpa e brilhando. Sheila apertava os lábios com força ao subir, como se quisesse pegar todo resquício de sêmen que pudesse sobrar, e depois beijava o marido, segurando o rosto dele e dando um amasso bem intenso.
Eu — Muito bem, tenho que dizer que estou muito satisfeito. Vocês se comportaram fenomenalmente, e acho que têm futuro. Você como minha puta e você como o filho da puta que é. Acho que merecem uma recompensa pelo trabalho tão bem feito, além de que você me entregou sua esposa pra ser minha mulher, e eu sou um homem grato. Sheila, vai mamar ele até você gozar. Mas tem que ser rápido: se não gozar em 90 segundos, fica sem porra. Está claro?
R — Obrigado! Não poderia pedir mais do meu bull!
Eu — Muito bem, abre a boca, filho da puta. Enquanto sua mulher te dá um mamada, quero que tu mastigue a camisinha. E é melhor tu tirar todo o leite, então dá o teu melhor.
Richard, meio surpreso com minha ordem e ainda de joelhos, abriu a boca. Coloquei dentro a camisinha recém-usada cheia da minha porra, e ele começou a mastigar como se fosse chiclete.
Sh — Vou pegar a chave pra tirar a gaiola...
Eu — Não. Eu disse que tu vai chupar a rola e que ele tem que gozar... mas nunca falei que era sem a gaiola... — falei eu sorrindo num tom malvado.
A cara do corno era um poema. Surpreso e de olhos arregalados, parecia querer me dizer que não ia conseguir, mas tava comprometido a fazer o papel dele, então sem falar nada continuou mexendo a camisinha usada dentro da boca de um lado pro outro. Sheila, sorrindo, se levantou, chegou perto e, me beijando, falou:
Sh — Ummm. Gosto do teu jeito de pensar... com certeza vamos nos divertir pra caralho. Escolhemos bem com você.
Eu — Haha, valeu, valeu. Mas não pensa que pra ti vai ser tudo tão fácil assim. Não esquece que tu é minha raposa e que vou fazer contigo o que eu quiser.
Sh — Não esperava nada menos — disse ela excitada — Ouviu, meu amor? Tua esposa é a raposa de outro homem. Isso te excita, filho da puta? Queria me dividir, então... agora sou dele. Vou fazer todas as putarias que tu nunca imaginou que eu seria capaz. E espero que tu goste do gosto da porra dele, porque cada dia tu vai tomar mais. Espero que se acostume, viadinho. Abre a boca e me mostra como tu tá...
Richard se masturbava com força enquanto olhava pra mulher dele com devoção e continuava saboreando. Abriu a boca e, mostrando a língua com minha camisinha em cima, ainda tinha uma boa quantidade do meu sêmen dentro. Ela pegou e, com os dedos, espremeu o conteúdo direto na boca do corno. Depois de tirar tudo, ela levou a camisinha até a própria boca e saboreou. Virou ela do avesso, deixando a parte interna completamente invertida. Repetiu o mesmo procedimento. Depois chupou os dedos. O cuck com meu sêmen na boca saboreou por um momento e engoliu tudo sem hesitar.
R - Obrigado, meu amor...
Sh - Hummm, delicioso. Adoro o gosto dessa porra. Acho que você não vai ter que engolir tanta coisa assim no final. Você vai engolir é as sobras... quero ela só pra mim.
Eu - Então, foxy, o que tá esperando? Põe a boca pra mamar. E já sabe, Richard, 90 segundos. Se não, não acaba até sei lá quando...
Sheila se ajoelhou ao lado do marido e, se abaixando, começou a mamá-lo bem devagar sobre a jaula. Depois de um instante, ela teve pena dele e começou a intensificar os jogos orais. Dava pra ver que ela enfiava a língua nos espaços da jaula pra alcançar a pele do marido. Ele segurava a cabeça dela e tentava foder a boca dela com desespero. Ofegante, parecia estar muito perto de gozar. Tinham passado 75 segundos quando ele gritou que já tava vindo a porra.
Eu - Muito bem, fica de pé e enche as tetas da foxy da sua mulher enquanto goza... aproveita pra dizer o que sente.
Me abaixei rápido e falei no ouvido da Sheila pra enfiar um dedo no cu do marido enquanto ele gozava.
Ele se levantou e ficou de pé na frente da mulher enquanto ela continuava com a mamada, olhando pra cima com cara de santa, e mexia a mão entre as pernas dele, enfiando o dedo no cu do marido.
R - Ahhh... tô gozando, amor... você me enlouquece. Te amo loucamente. Quero que você seja uma slut, quero que seja a mais porca das vadias... quero te ver fodida e cheia de porra, quero que arrebentem seu cu, que você chegue em casa sem conseguir sentar. Quero que ele seja nosso male. Vou fazer tudo que você pedirrrr, ahhhh. Continuaaaa...
Sh - Isso, love, sim, goza logo, enche as tetas da sua mulherzinha com sua porra. Vou ser sim, vou ser uma slut, uma foxy, vamos ser umas putas viciadas no sêmen do nosso male juntas...
Richard começou a disparar feito louco, sêmen direto nas tetas da mulher, que na Às vezes eu batia uma pra ele desde a base do pau. O negócio dele tava inchado e vermelho. A gaiola apertava pra caralho, mas mesmo assim não impedia o corno de gozar. A mulher dele continuava enfiando um dedo no cu e com a outra mão apontava pras tetas dela. As pernas tremiam. Tinha um verdadeiro rego de porra nas tetas da Sheila... Ela ria, vitoriosa. O Richard tava com aquele sorriso de alívio que só a gente, homem, conhece depois de gozar gostoso pra cacete.
Ele, me olhando, me agradeceu, mas eu fiz um sinal apontando pras tetas da sua foxy. Ele entendeu na hora.
Ele se ajoelhou do lado dela e, depois de beijá-la, começou a lamber tudo. Recolhia cada grumo de porra que tinha nas tetas, passava a língua e engolia, repetia de novo. A mulher dele ria por causa das cócegas e da situação, e segurava a cabeça dele quase sufocando ele contra aquelas tetonas enormes. Depois de uns minutos, já tava tudo baixando e voltando ao normal...
A Sheila pediu permissão pra tomar um merecido banho, e eu indiquei onde era o banheiro. Eu e o Richard ficamos juntos na sala, servimos novas doses e brindamos ao futuro tão excitante que nos esperava. Ele disse que eu era o que eles procuravam e que confiava em mim pra que tudo ficasse cada vez mais intenso. Depois que ela saiu do banho, ele foi fazer o mesmo, e dessa vez fiquei eu com ela sentado, conversando sobre umas besteiras, mas com muita naturalidade e cumplicidade.
Depois de alguns minutos, o Richard voltou, nos encontrando juntos no sofá, ela recostada e descansando as pernas nas minhas. Ele sentou do lado dela e a beijou. Conversamos por mais alguns minutos sobre como tínhamos nos divertido pra caralho. E que definitivamente íamos continuar. Combinamos umas regras, quais dias eram proibidos e a que horas ligar, etc. Eles se vestiram. Eu fiquei pelado, já que tava na minha casa. Bem antes de me despedir deles, dei meu toque final.
R - Bueno, José, valeu por uma das melhores noites das nossas vidas. Nem preciso te falar que a gente vai se falar, porque isso com certeza tá só começando.
Sh - É, meu bem... hahaha, já tô ficando desesperada pra planejar o próximo encontro!
Eu - Obrigado a vocês pela oportunidade e, sim, isso com certeza tá só começando.
Peguei a Sheila pela cintura e dei um beijão nela, aproveitando pra apertar os peitos dela mais uma vez. Coloquei minhas mãos nos ombros dos dois e empurrei eles suavemente pra baixo... enquanto falava:
Eu - Essa é a regra: toda vez que se despedirem de mim, a última coisa que vocês têm que levar é o hálito da minha pica. Então, não importa onde a gente esteja, vocês têm que enfiar ela na boca e dar uma chupadinha.
Eles, sorrindo, se ajoelharam lado a lado. Primeiro ele enfiou a pica inteira na boca enquanto ela segurava a base. Ele deu uma série de mamadas fundas e, quando tirou, esticou a língua, e a mulher dele esfregou generosamente a cabeça da minha pica na língua do corno. Depois trocaram, e foi ele quem ofereceu minha pica pra ela, que deu três mamadas. Mas, pra minha surpresa gostosa, o corno, com a mão livre, pegou a nuca da mulher e empurrou ela com força, forçando ela a ficar ali por uns segundos, fazendo ela dar um pequeno engasgo e ficar vermelha de falta de ar. Depois soltou. Ela, babada, sorriu e deu um tapinha brincalhão no peito do marido.
R - Tem que acostumar a rabuda a mamar até o fundo da garganta o pau do macho dela.
Todo mundo riu, eles se levantaram e foram embora, me deixando sozinho, exausto e pronto pra tomar um banho e dormir. Mais cedo do que eu imaginava, a gente ia continuar com nossas brincadeiras.
Continua...
1 comentários - Cornudo extremo (2)