Por El Probador
Entre beijos e carícias, a gente caiu no sono e a noite deu lugar pra madrugada... Quando acordei, o corpo nu da Ana tava de costas pra mim; por um momento eu sorri e achei que tinha tido um sonho erótico bizarro com uma transexual, onde eu transei com ela e ainda fiz não um, mas dois boquetes, deixando ela gozar na minha boca na segunda vez. Ri de mim mesmo e do meu cérebro curioso, pensando que a mulher que tava comigo ia rir ainda mais quando eu contasse esse sonho tão estranho. Levantei pra ir no banheiro e, quando voltei pra cama, sentei numa poltrona na frente dela pra observar aquela mulher dormindo de bruços com um sorrisinho doce nos lábios; pela minha cabeça passaram todo tipo de perversão, até que ela se virou e eu percebi que ou eu ainda tava no meu sonho esquisito, ou tudo aquilo tinha rolado (e tava rolando) de verdade. Naquele momento consegui pensar friamente e vi até onde tinha ido com a minha tesão. Fiquei na dúvida sobre o que tudo aquilo significava, procurei os motivos de ter ido até o fim, de ter levado aquela mulher pra minha cama e, mesmo depois de descobrir o segredo dela, ter seguido em frente com tudo... nunca me considerei uma pessoa de mente fechada, mas uma coisa é respeitar a liberdade do ser humano, outra bem diferente é passar por cima de todas as minhas crenças heterossexuais sem pensar. Embora ficasse remoendo tudo, no fundo não me sentia culpado pelo que tinha feito, sentia uma libertação estranha, uma sensação que nunca tinha sentido na vida, como se tivesse descoberto uma parte de mim que até aquela noite tinha ficado escondida no fundo do meu ser. Não tinha muita certeza de qual era minha orientação sexual, como definir ela, mas também não tava nem aí porque, acima de tudo, eu tinha curtido e não conseguia parar de olhar pra aquela mulher incompleta que dormia pelada na minha cama... não conseguia tirar os olhos daqueles lábios carnudos, daquela cabeleira escura, daqueles peitos femininos e quase naturais. (mesmo que fossem operados, tanto o toque quanto a queda eram muito naturais), aquela bundinha que pedia para ser eroticamente açoitada, aquelas pernas perfeitamente formadas e femininas que terminavam em pés lindos e muito bem cuidados... e por mais hétero que eu fosse, não conseguia tirar os olhos daquele pênis flácido que descansava entre aquelas pernas delicadas. Perdido nos meus pensamentos, nu como estava naquela poltrona, comecei a notar que meus olhares faziam minha imaginação voar e meu pau começou a endurecer de novo, meu cérebro ativou minha criatividade sexual para formar todo tipo de imagem na minha cabeça, onde eu fazia todo tipo de coisa com a Ana. Comecei a me masturbar como um adolescente, imaginando como percorria todo o corpo dela com minhas mãos, com meus lábios, com minha língua... me via amarrando ela na cama e explorando cada uma das suas zonas erógenas, estimulando-as com meu corpo e com brinquedos, fazendo ela se sentir mulher... então abri os olhos e voltei a focar naquele corpo nu que estava deitado na cama daquele hotel, dormindo, pedindo um pouco de calor humano. Me levantei e caminhei devagar até a cama, pensando em como abordar aquela mulher que me esperava ali; com muito cuidado, me deitei atrás dela e direcionei minhas atenções para aquela bundinha linda que pedia beijos e carícias. Como a Ana estava de lado, não tive todo o acesso que gostaria, e assim que minha língua roçou a nádega esquerda dela, ela teve o reflexo de mudar de posição e acabou de barriga para cima, me negando acesso àquelas carnes. Mas, não há mal que não venha para o bem e quando uma porta se fecha, uma janela se abre... nesse caso, dois peitos lindos se apresentaram diante de mim e eu me dediquei de corpo e alma às carícias, às mordidinhas e aos beijos; não tenho certeza se a Ana estava consciente do que eu estava fazendo, mas não tenho dúvida de que a ferramenta dela estava recebendo os estímulos, porque aos poucos foi se levantando.
Enquanto beijava e lambia aqueles peitos, não tirava os olhos do crescimento do pau dele, que mesmo não sendo muito grande, parecia apetitoso pra essa nova versão de mim mesmo. Não demorei pra abrir as pernas da Ana com todo cuidado, pra liberar aquele pedaço de carne e poder brincar um pouco com ele; quando me vi cara a cara com aquele membro viril, um primeiro raio de sol iluminou de leve o quarto e eu vi brotar a primeira gota de líquido pré-seminal, então puxei a pele com cuidado e passei minha língua devagar na glande pra pegar aquela gota e ver se eu realmente curtia aquilo... mais uma vez, o gosto era estranho, mas não desagradável. Como não queria assustar minha amante, fui lento e delicado nos meus movimentos, mas a Ana não demorou pra acordar e falar que adorava começar o dia com uma boa dose de sexo, mesmo que no caso dela não fosse algo muito comum; eu parei minhas tarefas bucais pra beijar os lábios dela e sussurrar no ouvido que aquele dia não ia ser igual aos outros, mas mesmo meus lábios estando na boca dela, minha mão e meus movimentos corporais faziam o trabalho. Queria satisfazer aquela mulher que tanto tinha me dado, então falei pra ela pedir o que quisesse que eu faria; ela sorriu safada e disse que queria pirulito, enquanto a mão dela alcançava meu pau escorrendo e levava um dedo à boca. Com um movimento habilidoso, ela se colocou debaixo do meu corpo e logo nos vimos num 69 gostoso, com a cabeça dela na beirada da cama e eu masturbando ela enquanto metia na boca dela... nenhuma mulher que eu tinha levado pra cama antes tinha me proposto um jogo desses, tava curtindo pra caralho.
Ana chegou ao clímax antes de mim, e a porra matinal dela espirrou no meu peito e na barriga dela, fazendo o corpo dela dar um espasmo que fez os lábios dela se fecharem com força em volta do meu pau; há apenas alguns dias, eu não seria capaz de me imaginar naquela situação, mas ver que aquela mulher estava tendo um orgasmo tão intenso por minha causa me deu o último empurrão, e tirei meu membro da boca dela bem a tempo de gozar na garganta dela e nos peitos lindos dela... a imagem do corpo dela coberto de porra dos dois ainda me parecia estranha, mas excitante ao mesmo tempo. Nos fundimos num beijo longo e peguei na mão dela para ir ao banheiro nos limpar; não deixei ela se limpar, fui eu quem cuidou disso, enquanto abria a torneira do chuveiro para a gente tomar banho junto.
Assim que a água esquentou, convidei ela pra entrar e fui atrás; nossos corpos nus se molharam debaixo daquele jato de água quente, nossas mãos percorreram com carinho o corpo um do outro e nossas bocas se fundiram noutro beijo longo e sensual. O que tinha começado como um despertar doce logo virou uma dose de sexo selvagem, porque ela me encostou na parede, de costas, e sussurrando pra eu confiar nela, agarrou com força minha bunda e enfiou a cabeça entre meus glúteos. Por um momento eu me assustei, mas ao sentir o toque da língua dela no meu cu, uma corrente de prazer atravessou meu corpo e minhas pernas fraquejaram, acabando de quatro na frente da Ana. Ela não parava de acariciar e lamber aquele buraquinho tímido que se contraía como reflexo, mas em nenhum momento pensou em me penetrar; meu pau mole ficou duro que nem uma estaca com aquela estimulação, e logo aquela boca passou a me estimular de outras formas, incluindo minhas bolas e meu pau naquele jogo de carícias e língua.
Nunca antes tinham roçado meu cu, não sabia que era tão extremamente sensível e que algo tão simples quanto um toque podia ser tão gostoso, a ponto de eu perder as forças e cair de bruços no chão daquele chuveiro, sem chegar ao orgasmo.
Ana sorria e dizia que eu tinha um monte de coisas pra aprender sobre meu corpo, enquanto passava um dos dedos no meu pescoço; ela me ajudou a levantar e aí chegou minha vez de me vingar. Encostei ela na parede e me ajoelhei pra fazer o mesmo que ela tinha feito comigo, só que eu sabia que tinha sinal verde pra entrar nela, então enquanto batia uma pra ela, lambi bem dois dedos e enfiei de uma vez na bunda relaxada dela. Na hora, ela, que com uma mão se apoiava na parede e com a outra me segurava, fez força e afundou minha cabeça entre as nádegas dela, enquanto soltava um gemido bem alto.
Penetrei o cu dela com meus dedos enquanto abria as pernas dela e aproveitava pra colocar em prática umas coisas que tinha visto ela fazer nesses encontros sexuais recentes; sabia que não chegava nem perto da habilidade dela, mas ela sorria e curtia meus esforços. Isso já bastava pra mim.
Ana e eu saímos rapidinho do chuveiro e praticamente nem nos secamos, ela tava fora de si e me dizia que queria pica. Literalmente, ela me jogou na cama e, de uma só vez, colocou a camisinha em mim e se aproximou com a intenção clara de me montar. Da última vez, a gente tinha feito de quatro; dessa vez, eu podia vê-la gozar e se mexer. Sem nem pegar o lubrificante, ela sentou no meu pau e em meio segundo já tinha engolido ele todo. Senti um calor do caralho envolvendo meu membro, ela ardia, e começou a cavalgar e a beliscar os próprios mamilos, enquanto eu não conseguia parar de olhar aquele pau ereto dançando no ritmo que a dona marcava. Tava tão tarado que não demorei pra gozar com um gemido alto, abafado pelo beijo excitante e selvagem que Ana me deu na boca. Ela não parou de cavalgar até eu não aguentar mais e meu pau voltar ao tamanho normal, aí ela se levantou, tirou a camisinha e recolheu com a língua todo o resto de porra que tinha em volta da minha glande; eu tava tão sensível que um último jatinho insignificante de sêmen espirrou no rosto dela no momento em que ela roçou a língua em mim.
Tava exausto depois daquela sessão de sexo selvagem, mas não achei justo a Ana não ter gozado, então coloquei ela de lado, me posicionei atrás dela e masturbei o cu e o pau com as minhas mãos, até ela explodir num orgasmo que sujou os lençóis...
Descansamos um pouco, nos arrumamos e saímos daquele quarto que tinha sido testemunha de uma das experiências mais loucas que já tive na vida, o começo de uma vida sexual sem preconceitos que me levou a experimentar muitas formas de prazer e a curtir o sexo em todas as suas variações.
De tarde, peguei o trem de volta pra minha cidade e, desde então, eu e a Ana reservamos um fim de semana por mês pra testar coisas novas e relembrar aquela noite em que nós dois descobrimos uma parte de nós que estava escondida.
Entre beijos e carícias, a gente caiu no sono e a noite deu lugar pra madrugada... Quando acordei, o corpo nu da Ana tava de costas pra mim; por um momento eu sorri e achei que tinha tido um sonho erótico bizarro com uma transexual, onde eu transei com ela e ainda fiz não um, mas dois boquetes, deixando ela gozar na minha boca na segunda vez. Ri de mim mesmo e do meu cérebro curioso, pensando que a mulher que tava comigo ia rir ainda mais quando eu contasse esse sonho tão estranho. Levantei pra ir no banheiro e, quando voltei pra cama, sentei numa poltrona na frente dela pra observar aquela mulher dormindo de bruços com um sorrisinho doce nos lábios; pela minha cabeça passaram todo tipo de perversão, até que ela se virou e eu percebi que ou eu ainda tava no meu sonho esquisito, ou tudo aquilo tinha rolado (e tava rolando) de verdade. Naquele momento consegui pensar friamente e vi até onde tinha ido com a minha tesão. Fiquei na dúvida sobre o que tudo aquilo significava, procurei os motivos de ter ido até o fim, de ter levado aquela mulher pra minha cama e, mesmo depois de descobrir o segredo dela, ter seguido em frente com tudo... nunca me considerei uma pessoa de mente fechada, mas uma coisa é respeitar a liberdade do ser humano, outra bem diferente é passar por cima de todas as minhas crenças heterossexuais sem pensar. Embora ficasse remoendo tudo, no fundo não me sentia culpado pelo que tinha feito, sentia uma libertação estranha, uma sensação que nunca tinha sentido na vida, como se tivesse descoberto uma parte de mim que até aquela noite tinha ficado escondida no fundo do meu ser. Não tinha muita certeza de qual era minha orientação sexual, como definir ela, mas também não tava nem aí porque, acima de tudo, eu tinha curtido e não conseguia parar de olhar pra aquela mulher incompleta que dormia pelada na minha cama... não conseguia tirar os olhos daqueles lábios carnudos, daquela cabeleira escura, daqueles peitos femininos e quase naturais. (mesmo que fossem operados, tanto o toque quanto a queda eram muito naturais), aquela bundinha que pedia para ser eroticamente açoitada, aquelas pernas perfeitamente formadas e femininas que terminavam em pés lindos e muito bem cuidados... e por mais hétero que eu fosse, não conseguia tirar os olhos daquele pênis flácido que descansava entre aquelas pernas delicadas. Perdido nos meus pensamentos, nu como estava naquela poltrona, comecei a notar que meus olhares faziam minha imaginação voar e meu pau começou a endurecer de novo, meu cérebro ativou minha criatividade sexual para formar todo tipo de imagem na minha cabeça, onde eu fazia todo tipo de coisa com a Ana. Comecei a me masturbar como um adolescente, imaginando como percorria todo o corpo dela com minhas mãos, com meus lábios, com minha língua... me via amarrando ela na cama e explorando cada uma das suas zonas erógenas, estimulando-as com meu corpo e com brinquedos, fazendo ela se sentir mulher... então abri os olhos e voltei a focar naquele corpo nu que estava deitado na cama daquele hotel, dormindo, pedindo um pouco de calor humano. Me levantei e caminhei devagar até a cama, pensando em como abordar aquela mulher que me esperava ali; com muito cuidado, me deitei atrás dela e direcionei minhas atenções para aquela bundinha linda que pedia beijos e carícias. Como a Ana estava de lado, não tive todo o acesso que gostaria, e assim que minha língua roçou a nádega esquerda dela, ela teve o reflexo de mudar de posição e acabou de barriga para cima, me negando acesso àquelas carnes. Mas, não há mal que não venha para o bem e quando uma porta se fecha, uma janela se abre... nesse caso, dois peitos lindos se apresentaram diante de mim e eu me dediquei de corpo e alma às carícias, às mordidinhas e aos beijos; não tenho certeza se a Ana estava consciente do que eu estava fazendo, mas não tenho dúvida de que a ferramenta dela estava recebendo os estímulos, porque aos poucos foi se levantando.
Enquanto beijava e lambia aqueles peitos, não tirava os olhos do crescimento do pau dele, que mesmo não sendo muito grande, parecia apetitoso pra essa nova versão de mim mesmo. Não demorei pra abrir as pernas da Ana com todo cuidado, pra liberar aquele pedaço de carne e poder brincar um pouco com ele; quando me vi cara a cara com aquele membro viril, um primeiro raio de sol iluminou de leve o quarto e eu vi brotar a primeira gota de líquido pré-seminal, então puxei a pele com cuidado e passei minha língua devagar na glande pra pegar aquela gota e ver se eu realmente curtia aquilo... mais uma vez, o gosto era estranho, mas não desagradável. Como não queria assustar minha amante, fui lento e delicado nos meus movimentos, mas a Ana não demorou pra acordar e falar que adorava começar o dia com uma boa dose de sexo, mesmo que no caso dela não fosse algo muito comum; eu parei minhas tarefas bucais pra beijar os lábios dela e sussurrar no ouvido que aquele dia não ia ser igual aos outros, mas mesmo meus lábios estando na boca dela, minha mão e meus movimentos corporais faziam o trabalho. Queria satisfazer aquela mulher que tanto tinha me dado, então falei pra ela pedir o que quisesse que eu faria; ela sorriu safada e disse que queria pirulito, enquanto a mão dela alcançava meu pau escorrendo e levava um dedo à boca. Com um movimento habilidoso, ela se colocou debaixo do meu corpo e logo nos vimos num 69 gostoso, com a cabeça dela na beirada da cama e eu masturbando ela enquanto metia na boca dela... nenhuma mulher que eu tinha levado pra cama antes tinha me proposto um jogo desses, tava curtindo pra caralho.
Ana chegou ao clímax antes de mim, e a porra matinal dela espirrou no meu peito e na barriga dela, fazendo o corpo dela dar um espasmo que fez os lábios dela se fecharem com força em volta do meu pau; há apenas alguns dias, eu não seria capaz de me imaginar naquela situação, mas ver que aquela mulher estava tendo um orgasmo tão intenso por minha causa me deu o último empurrão, e tirei meu membro da boca dela bem a tempo de gozar na garganta dela e nos peitos lindos dela... a imagem do corpo dela coberto de porra dos dois ainda me parecia estranha, mas excitante ao mesmo tempo. Nos fundimos num beijo longo e peguei na mão dela para ir ao banheiro nos limpar; não deixei ela se limpar, fui eu quem cuidou disso, enquanto abria a torneira do chuveiro para a gente tomar banho junto. Assim que a água esquentou, convidei ela pra entrar e fui atrás; nossos corpos nus se molharam debaixo daquele jato de água quente, nossas mãos percorreram com carinho o corpo um do outro e nossas bocas se fundiram noutro beijo longo e sensual. O que tinha começado como um despertar doce logo virou uma dose de sexo selvagem, porque ela me encostou na parede, de costas, e sussurrando pra eu confiar nela, agarrou com força minha bunda e enfiou a cabeça entre meus glúteos. Por um momento eu me assustei, mas ao sentir o toque da língua dela no meu cu, uma corrente de prazer atravessou meu corpo e minhas pernas fraquejaram, acabando de quatro na frente da Ana. Ela não parava de acariciar e lamber aquele buraquinho tímido que se contraía como reflexo, mas em nenhum momento pensou em me penetrar; meu pau mole ficou duro que nem uma estaca com aquela estimulação, e logo aquela boca passou a me estimular de outras formas, incluindo minhas bolas e meu pau naquele jogo de carícias e língua.
Nunca antes tinham roçado meu cu, não sabia que era tão extremamente sensível e que algo tão simples quanto um toque podia ser tão gostoso, a ponto de eu perder as forças e cair de bruços no chão daquele chuveiro, sem chegar ao orgasmo. Ana sorria e dizia que eu tinha um monte de coisas pra aprender sobre meu corpo, enquanto passava um dos dedos no meu pescoço; ela me ajudou a levantar e aí chegou minha vez de me vingar. Encostei ela na parede e me ajoelhei pra fazer o mesmo que ela tinha feito comigo, só que eu sabia que tinha sinal verde pra entrar nela, então enquanto batia uma pra ela, lambi bem dois dedos e enfiei de uma vez na bunda relaxada dela. Na hora, ela, que com uma mão se apoiava na parede e com a outra me segurava, fez força e afundou minha cabeça entre as nádegas dela, enquanto soltava um gemido bem alto.
Penetrei o cu dela com meus dedos enquanto abria as pernas dela e aproveitava pra colocar em prática umas coisas que tinha visto ela fazer nesses encontros sexuais recentes; sabia que não chegava nem perto da habilidade dela, mas ela sorria e curtia meus esforços. Isso já bastava pra mim.
Ana e eu saímos rapidinho do chuveiro e praticamente nem nos secamos, ela tava fora de si e me dizia que queria pica. Literalmente, ela me jogou na cama e, de uma só vez, colocou a camisinha em mim e se aproximou com a intenção clara de me montar. Da última vez, a gente tinha feito de quatro; dessa vez, eu podia vê-la gozar e se mexer. Sem nem pegar o lubrificante, ela sentou no meu pau e em meio segundo já tinha engolido ele todo. Senti um calor do caralho envolvendo meu membro, ela ardia, e começou a cavalgar e a beliscar os próprios mamilos, enquanto eu não conseguia parar de olhar aquele pau ereto dançando no ritmo que a dona marcava. Tava tão tarado que não demorei pra gozar com um gemido alto, abafado pelo beijo excitante e selvagem que Ana me deu na boca. Ela não parou de cavalgar até eu não aguentar mais e meu pau voltar ao tamanho normal, aí ela se levantou, tirou a camisinha e recolheu com a língua todo o resto de porra que tinha em volta da minha glande; eu tava tão sensível que um último jatinho insignificante de sêmen espirrou no rosto dela no momento em que ela roçou a língua em mim.
Tava exausto depois daquela sessão de sexo selvagem, mas não achei justo a Ana não ter gozado, então coloquei ela de lado, me posicionei atrás dela e masturbei o cu e o pau com as minhas mãos, até ela explodir num orgasmo que sujou os lençóis... Descansamos um pouco, nos arrumamos e saímos daquele quarto que tinha sido testemunha de uma das experiências mais loucas que já tive na vida, o começo de uma vida sexual sem preconceitos que me levou a experimentar muitas formas de prazer e a curtir o sexo em todas as suas variações.
De tarde, peguei o trem de volta pra minha cidade e, desde então, eu e a Ana reservamos um fim de semana por mês pra testar coisas novas e relembrar aquela noite em que nós dois descobrimos uma parte de nós que estava escondida.
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