Minha mulher desfila de fio dental na frente dos meus amigos

Era um domingo de verão infernal. No fundo de casa, a gente tinha o churrasco armado com os parças: Mario e Tomi, dois amigos de uma vida inteira. O sol tava pegando forte e as cervejas ajudavam a aguentar. Eu tava de bermuda e já tinha tirado a camiseta assim que acendi o fogo. Eles fizeram o mesmo. O suor escorria pelo nosso peito.

Além de nós três, tava minha mina, Lau, 30 anos recém-completados, uma bunda e uns peitos impressionantes. Naquela tarde, ela tava com uma camisetinha branca justa e umas leggings pretas que marcavam a buceta dela de um jeito foda. Toda vez que ela se abaixava pra pegar alguma coisa na geladeirinha, dava pra ver a calcinha fio dental inteira e aquelas nádegas gordas e duras.

— Que calor, puta que pariu — ela dizia.

Nós três távamos sem camisa, rindo e xingando o verão. Num momento, Lau parou com as mãos na cintura:

— Sabem o que é uma merda total? Que vocês tirem a camiseta e fiquem confortáveis e fresquinhos enquanto a gente tem que andar com tudo grudado no corpo. Tá um calor do caralho e eu aqui morrendo. É super injusto.

Começou o debate. Mario, sempre safado, mandou:

— Vai, Lau, tira a sua também. Aqui é tudo amigo, ninguém vai te julgar. Além disso, você tem razão, com esse calor seria o mais lógico. Ou você tá com vergonha da gente te ver?

Lau riu, mas se fez de ofendida:

— Vergonha eu? Olha que não sou nenhuma santinha, hein. Mas se eu tirar a camiseta, vocês vão falar que sou uma puta depois.

Tomi tava rindo e, se fazendo de besta, completou:

— Pelo contrário, a gente vai te respeitar mais. É uma questão de igualdade você também poder ficar confortável com esse calor. Além disso, com esse par de peitos que você tem, é um crime deixá-los cobertos.

Eu intervim, meio me fazendo de quem tava defendendo ela, mas no fundo já tava começando a ficar excitado:

— Calma, calma… não pressiona ela. Se ela não quiser, não quer. Mas… é verdade que deve ser uma merda andar de camiseta com esse calor. Por sorte, eu tou de boa assim.

Lau me mirou levantando uma sobrancelha.
Mario não aliviou e jogou mais lenha na fogueira:
—Olha, eu vejo assim: na praia, todas andam sem camiseta e ninguém fala nada. Aqui é tipo uma praia particular. Tamo na sua casa, faz 40 graus na sombra… qual é a diferença?

Lau deu um gole longo na cerveja e disse:
—Sabe que é? Cê tem razão.

E sem mais enrolação, pegou na borda da camisetinha branca e tirou devagar por cima da cabeça. Os peitos balançaram soltos dentro do sutiã preto de renda, grandes, pesados e brilhando de suor. Os bicos marcavam clarinho.

Nós três ficamos quietos por um segundo, admirando.
—Pronto… agora tô mais fresca —ela disse, ajeitando eles com as mãos—. Mas também não vou ficar de peito de fora na frente de todo mundo, hein… ainda.

Continuamos conversando, mas os olhares já estavam grudados nos peitos dela. Cada vez que ela se mexia, os peitos tremiam e os bicos marcavam contra a renda. A cerveja continuava rolando.

Pouco depois, Lau começou a reclamar da legging:
—Ai, essa legging tá me matando… gruda na minha bunda, aperta tudo. Vocês tão de bermuda fresquinhos e eu aqui sofrendo, continua sendo injusto.
—Troca, bota um short, quem tá te impedindo? —falei.
—Todos os shorts tão pra lavar, mano. Não tenho nada limpo.

Ela continuou reclamando, até que soltou a pergunta que mudou tudo:
—Vocês se importam se eu tirar? Tô super desconfortável, de verdade.

Nós três nos olhamos. Eu sentia o coração a mil. Mario e Tomi estavam com os olhos brilhando.
—Cê tá falando… ficar de calcinha? —falei.
—Por favor, amor… é tipo estar de biquíni. Tamo na confiança, né? Tá um calor do caralho.

Os caras não falavam nada, só olhavam. No fim, eu concordei.
—Pode tirar.

Lau não pensou duas vezes, começou a baixar a legging devagar, rebolando. Quando a legging desceu, apareceu aquela fio-dental preta minúscula, que se perdia entre as nádegas dela. A bunda se mexia a cada movimento. Quando ela se endireitou, os caras não conseguiam acreditar.
—A puta mãe… —soltou Mario.
—Que raba você tem, Lau… você tá incrível —completou Tomi, já sem filtro.
Eu sentia uma mistura de ciúme que queimava e um tesão do caralho. A pica pulsava dentro da bermuda. Como a carne já tava pronta, pedi pra Lau me ajudar a arrumar a mesa pra eu poder servir.
A partir daí, ela ficou mais descarada. Começou a ir e vir pegando coisas, se abaixando devagar pra gente ver a bunda, passando perto da gente pra gerar algum roçamento. Cada vez que se inclinava sobre a mesa, as nádegas se abriam um pouco e dava pra ver o fio da tanga enfiado entre os lábios.
O álcool já tinha deixado todo mundo solto. Num momento, quando já tínhamos terminado de comer e Lau tava levantando as coisas da mesa, Mario se encorajou e falou:
—Lau, você sabe que tá matando três caras aqui, né?
Ela riu, se virou e rebolou provocante:
—Ah, é? Tão gostando do que tão vendo?
Eu já não aguentava mais. Peguei ela pela cintura e sentei no meu colo. Comecei a beijar a boca dela enquanto apertava os peitos por cima do sutiã.
—Vai, amor… mostra tudo pra eles —sussurrei no ouvido dela.
Lau se levantou, tirou o sutiã e deixou aqueles peitos grandes e pesados balançarem livres. Os bicos estavam duros feito pedra. Ela chegou primeiro no Mario, enfiou os peitos na cara dele. O cara não se segurou e começou a chupar um peito enquanto apertava a bunda dela com as duas mãos. Depois fez a mesma coisa com o Tomi.
Eu olhava tudo com a pica prestes a explodir de tão dura que ficou. Lau me olhou nos olhos e disse:
—Você me dá permissão pra seus amigos me comerem, amor?
Eu assenti com a cabeça e me levantei um pouco da cadeira. Olhei pro Mario e pro Tomi e fiz um gesto largo com as mãos abertas, como quem convida:
—Pode entrar e se servir, rapaziada. Hoje a dona da casa tá em promoção… tudo incluso.
Lau soltou uma risadinha safada e mordeu o lábio. Mario foi o primeiro a levantar. Chegou por trás, agarrou as cadeironas dela e empurrou ela contra a mesa. Lau apoiou os cotovelos na madeira, arqueou as costas igual uma gata e esticou a raba bem pra fora, as pernas ligeiramente abertas. Mario se ajoelhou atrás dela, abriu as nádegas com as duas mãos e viu a calcinha fio-dental preta minúscula enterrada entre aqueles peões.
Ele foi descendo devagar primeiro, curtindo ao máximo, e depois deu um puxão e jogou ela no chão.
—Olha essa raba… e essa buceta toda molhada —disse.
Se jogou de cabeça. Passou a língua pelo cu dela, lambendo em círculos, enfiando um pouco pra dentro, babando tudo. Depois desceu e chupou a buceta dela como se tivesse sede, sugando os lábios grossos, chupando o clitóris inchado, metendo a língua. Lau gemia sem parar, rebolando a raba contra a cara do Mario.
—Ai, mano… que gostoso você chupa… —dizia ela, a voz já rouca.
Eu e o Tomi já tínhamos tirado as bermudas e estávamos batendo punheta enquanto olhávamos.
Mario se levantou, tirou a dele de uma vez. Pulou uma pica grossa, comprida, com a cabeça rosada e inchada. Cuspiu na mão, passou na pica e enfiou de uma vez na buceta dela. Ela soltou um gritinho longo.
—A buceta da sua mãe, Mario… que pedaço de pica!
Começou a foder ela contra a mesa, metendo forte, seco, dava pra ouvir o som dos ovos batendo na buceta molhada. Os peitos da Lau balançavam e pulavam a cada estocada. Mario dava tapas nas nádegas dela enquanto comia.
Depois de um bom tempo, Mario tirou a pica, olhou pra trás e falou pro Tomi:
—Vem, Tomi, prova isso aqui que é um manjar —apontando pra buceta aberta da Lau e pro cu que brilhava de suor.
Tomi chegou rápido. Mario ficou de lado e começou a pajear ali mesmo. Tomi se ajoelhou e comeu tudo: língua dentro do cu, chupando forte, depois desceu pra buceta e enfiou dois dedos enquanto lambia. Lau se contorcia, gemendo que nem uma louca.
—Que gostoso… — ele dizia quase sussurrando.
Tomi se levantou, o pau dele era um pouco mais curto que o do Mario, mas grosso e bem duro. Enfiou na buceta dela e começou a comer com um ritmo diferente: mais fundo, mexendo a cintura em círculos, tirando quase tudo e metendo de uma vez. Lau gozou assim, tremendo e gritando.
Tomi comeu ela mais um tempo, forte e firme, até que Lau não conseguia mais nem falar.
Aí eu entrei, com o pau pulsando na mão:
—Vem cá, Lau, fica de quatro, amor. Quero te comer assim.
Lau desceu da mesa, se apoiou de quatro na grama, a raba bem levantada, os joelhos abertos, os peitos pesados balançando quase encostando no chão. Eu fiquei atrás, segurei a cintura dela e enfiei o pau de uma vez na buceta. Comecei a comer ela, metendo forte, era lindo ver meu pau entrando e saindo todo melado dos sucos dela.
Enquanto eu comia ela, o Mario e o Tomi chegaram perto e colocaram os dois paus duros bem na frente da cara dela. Lau, sem pensar, agarrou as duas rolas com as mãos e começou a chupar: lambia a cabeça de uma, depois da outra, passava a língua nos sacos, enfiava o máximo que podia na boca, babando tudo, batendo uma pra eles subindo e descendo as mãos ao mesmo tempo. Era uma puta completa.
Num momento, enquanto ela continuava chupando os dois paus e eu metia forte e firme, o Mario e o Tomi começaram a falar olhando pra raba dela:
—Olha isso… como eu queria arrebentar o cu dessa — disse o Mario, dando um tapa na bunda dela.
—É, mano… que rabão que essa puta tem… tô doido pra enfiar lá — completou o Tomi.
Eu, sem parar de comer ela, falei:
—Se ela quiser, sem problema… Quer que a gente te coma no cu também, amor?
Lau tirou os paus da boca por um segundo, olhou pra trás com os olhos vidriosos e o rosto cheio de baba:
—Sim… quero que me façam bem o cu. Todos.
Eu tirei a pica da buceta dela. Me ajoelhei atrás, abri bem as nádegas dela com as mãos, lambi o cu dela devagar, enfiando a língua bem fundo, cuspindo, babando tudo. Depois enfiei um dedo, depois dois, abrindo ela devagar enquanto ela continuava chupando as picas dos meus amigos. Lau gemia com a boca cheia.

Quando senti ela bem aberta e relaxada, me levantei, cuspi na minha pica e encostei ela no cu dela. Empurrei devagar no começo, sentindo como ela se abria pra mim…
Comi ela por um bom tempo no cu, metendo forte, sentindo como ela apertava em volta da minha pica. Quando senti que entrava sem problema, deixei os outros entrarem.

Tomi foi o próximo. Ele ficou atrás, cuspiu no cu já aberto dela e enfiou a pica devagar. Começou a comer o cu dela com vontade, segurando ela pelos quadris. Lau gritava de prazer:
—Isso, Tomi, enfia até o fundo… me arrebenta toda!
Tomi comeu ela por um bom tempo, forte e fundo. Quando sentiu que ia gozar, tirou a pica de repente, bateu uma rápido e gozou nas nádegas dela. Jatos quentes de porra caíram em cima do cu dela, escorrendo pelas coxas. Lau tremeu e gemeu:
—Que bem que você usa essa pica, filho da puta…—

Eu senti que não aguentava mais, me aproximei e coloquei a pica na boca dela. Ela chupava com gosto, enfiando até o fundo da garganta. Segurei a cabeça dela e comi a boca dela até encher de porra, foram vários jatos grossos, ela engoliu tudo que conseguiu, um pouco escorria pelo canto dos lábios. Ela passou os dedos e a língua no rosto, me olhando com a melhor cara de puta que tinha.

Chegou a vez do Mario. Ele sentou numa das cadeiras, com as pernas abertas e a pica dura. Olhou pra minha mulher e disse:
—Vem, Lau… senta de costas pra mim e enfia minha pica nessa bunda linda que você tem.—
Ela, ainda com a boca suja da minha porra e da do Tomi ainda escorrendo, se aproximou obediente. Se virou, dando a De costas para o Mario, ela se agachou, segurou a rola grossa dele com uma mão, encostou no buraquinho do cu dela e foi descendo devagar, sentindo a cabeça abrindo a bunda já usada e a rola inteira entrando até o fundo. Quando estava bem enfiada, começou a se mexer: subia e descia, quicando as nádegas contra as pernas do Mario, se comendo o próprio cu com a rola do meu amigo.

O Mario segurou os quadris dela e ajudou a se mover, metendo de baixo pra cima, forte e fundo. Os peitos da Lau quicavam a cada subida e descida.

— Que pedaço de puta que tu é… olha como essa bunda engole a rola toda — dizia o Mario, dando tapas nas nádegas dela enquanto a enrabava.

A Lau gemia sem parar, quicando cada vez mais rápido, o cu dela engolia a rola do Mario uma e outra vez. Depois de um bom tempo, o Mario a parou e ordenou:

— Ajoelha que quero encher esses peitos de porra.

A Lau se levantou, se virou e se ajoelhou bem na frente dele. Agarrou os peitões com as duas mãos, levantou e apertou, se oferecendo como uma puta entregue, com os bicos duros apontando pra ele.

— Vai… Banha meus peitos — disse ela, olhando pra ele com cara de fome.

O Mario se masturbou rápido e em segundos gozou com força: jorros quentes e grossos de porra saltaram direto nos peitos da Lau, caindo nos bicos, respingando até o pescoço. A Lau passou as mãos nos peitos, se lambuzando toda de porra. Levou os dedos à boca e chupou tudo que pôde, olhando pra nós três com um sorriso de puta completamente satisfeita.

Depois, fomos todos pra piscina nos refrescar, mas sabíamos que a coisa tava só começando… porque a calcinha fio-dental preta continuava jogada na grama e a Lau não vestiu ela de novo a tarde inteira.



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