Já tinha tudo preparado: os petiscos, umas cervejas e o jantar pronto. Raquel: vai pondo a mesa, que vou me arrumar. Comecei a arrumar a mesa enquanto Raquel foi pro quarto se preparar. A verdade é que andar de um lado pro outro vestido daquele jeito, com os saltos e o plug dentro do meu cu, me excitava pra caralho, meu pau doía, não só pela excitação, mas também pelo cordão que a Raquel tinha amarrado nele. Daqui a pouco a Raquel apareceu, tava imponente. Usava um vestido que não chegava no joelho, com um decote enorme na frente, dando pra ver que não tava de sutiã. Os mamilos marcados e meio duros apareciam como se estivessem nus. Raquel: e aí, cuckold, cê acha que vou agradar ele assim vestida?, ela disse enquanto pegava na barra do vestido e girava. Eu: porra, cê tá linda, mas não tá de calcinha?. Quando ela girou, vi que não tinha colocado. Raquel: não, não tô. O Angel gosta que a putinha dele fique o mais acessível possível, isso te incomoda? Eu: não, não. Raquel: bom, e se te incomodar, também não muda nada, isso aqui já não é teu, é do Angel, cê entendeu, né? Eu: sim, só do Angel. Raquel: vejo que terminou de arrumar a mesa, ficou muito boa, com vela e tudo, mas tem três talheres. Eu: claro, somos três, não? Raquel: não, cuckold, somos dois, eu e o Angel, você vai jantar na cozinha, como qualquer empregada. Eu: mas eu pensei... Raquel: nem mas nem nada. Você vai nos servir o jantar e vai pra cozinha, a menos que o Angel queira o contrário. Nessa hora, bateram na porta. Raquel: cuckold, o Angel chegou, não deixa ele esperando, e mais uma coisa, espero que obedeça e não me faça passar vergonha. Vai abrir. Lembrando das instruções da Raquel, abri a porta e me posicionei como ela mandou. Ajoelhado e em posição submissa, deixei entrar na minha casa o cara que tinha despertado a puta que a Raquel tinha dentro dela. Ele nem olhou pra mim quando entrou, foi direto pra Raquel, enquanto eu ficava em silêncio. Angel: e aí, putinha, cê tá Tremenda, disse ela enquanto se aproximava e passava as mãos na bunda dela. Raquel: obrigada, estreiei hoje pra você, respondeu colocando as mãos no peito dele. Deram um beijo forte e demorado, misturando as línguas e acariciando cada centímetro do corpo. Angel: vejo que me agrada, não tá de calcinha nem sutiã, do jeito que eu gosto. Raquel: é isso que eu quero, te agradar em tudo. Eu continuava na posição submissa, enquanto eles se beijavam e se tocavam como se eu não estivesse ali, passando totalmente despercebido. Foram sentar no sofá. Raquel: cuck, vem cumprimentar o Angel, não seja mal-educado. Levantei e caminhei até eles, de cabeça baixa e olhando pro chão. Minha vergonha era imensa, aparecer assim na frente do Angel, por mais que eu desejasse ter ele dentro de mim, fazia meu rosto ficar todo vermelho. Angel: puta que pariu, que bom trabalho que fez com o cuck. Raquel: gostou? Pois não me deu muito trabalho, foi fácil convencer ele, é mais submisso do que eu pensava. Cuck, cumprimenta nosso convidado. Eu: oi... oi, Angel. Raquel: é assim que se cumprimenta o macho que me fode? De joelhos e beija o pau dele e agradece por me foder. Ajoelhei e beijei o pau do Angel, por cima da calça, sentindo que ele já tava durasso. Eu: obrigado por foder minha mulher. Angel: haha, de nada, cuck, foi um prazer transformar ela na minha putinha. Raquel: e olha que é, um puta prazer, haha. Então, cê gostou da roupa que eu pus nela? Angel: verdade, tá muito boa. Raquel: pois espera só pra ver o que eu fiz no cu dela. Cuck, mostra teu cu pro Angel. Virando de costas, me inclinei pra frente e deixei minha bunda na altura dos olhos dele. Raquel: separa as bandas, deixa ele ver bem. Separei e deixei à mostra o plug preto dentro do meu cu. Angel: hmmm, treinou o cu dele pra eu foder? Raquel: claro, você vai ser o primeiro a arrombar ele. Angel: adoro, putinha, que você seja obediente, e você, cuck, vou te foder até você dizer que não aguenta mais, e mesmo assim vou continuar te comendo. Traz umas pra gente. uma cerveja Fui até a cozinha e peguei as cervejas, quando voltei, o Angel estava metendo a mão na buceta da Raquel, ela já estava toda molhada de sucos. Angel: coloca elas na mesa e fica de joelhos, quero que veja como se faz pra satisfazer uma puta como essa Sem tirar os olhos, via as mãos do Angel percorrendo o corpo dela, acariciando e apertando os peitos dela, beliscando os biquinhos e enfiando os dedos na buceta molhada, enquanto a Raquel não parava de gemer e se contorcer. Raquel: siiiii mmmmm viu corno, é assim que se faz pra satisfazer uma gostosa como eu, mmmmmm Angel: Você gosta, corno? Gosta de ver o que eu faço com a sua mulher, com a sua esposa? Fiquei calado, só olhando a Raquel aproveitando aquele momento Raquel: ai meu deeeeeus siiiiiii responde cornoooooooooo Eu: sim, gosto do que você faz com ela Angel: gosta que ela seja tão puta assim? Eu: sim Angel: que eu faça isso na sua frente? Eu: sim, gosto Angel: e por que você gosta, corno? Raquel: ahhhh siiiii não paraaaaaa Eu: porque eu sou um corno Angel: e mais o quê? Angel não parava de enfiar e tirar os dedos da buceta dela. Raquel se contorcia como se tivesse possuída no sofá, onde já tinha uma mancha enorme de sucos Eu: porque eu não satisfaço ela Angel: e... Eu: porque você é o macho dela, o homem dela Angel: assim que eu gosto, corno, que você saiba quem eu sou e quem vou ser daqui pra frente. Raquel. Porraaaaaa vou gozaroooooooo Jorros enormes saíram da buceta dela, com um squirt violento terminou aquele primeiro contato do Angel. Raquel ficou destruída e largada no sofá. Angel: chega aqui, corno Eu me aproximei e ele encostou os dedos que tinham estado enfiados na buceta, na minha boca Angel: abre a boca Eu abri e ele enfiou os dedos pra dentro Angel: chupa, porque isso vai ser o mais perto que você vai chegar da buceta dela daqui pra frente, a não ser que você tenha que limpar alguma gozada minha. A buceta dela é minha e de quem eu quiser, mas você está proibido de tocar ou roçar, entendeu, corno? Com os dedos dele na minha boca, eu balancei a cabeça que sim. Raquel continuava largada no sofá, o vestido todo arregaçado. Os peitos dela pra fora e a buceta dela, aberta, brilhando e encharcada, no ar. A verdade é que ela tava uma gostosa daquele jeito. A boca dela desenhava um sorriso, não só pela gozada recente, mas pelo meu consentimento sobre as palavras do Angel. Raquel: porra, gozei como nunca, ter o corno olhando foi foda. Mas agora é tua vez, né?, disse ela colocando a mão no volume do Angel. Angel: claro, preciso de um boquete da minha puta e quero que o corno veja você engolir meu pau. Corno, tira minha calça. Eu me aproximei e comecei a tirar a calça dele, baixei devagar porque o pau dele parecia bem duro e não queria machucar. Ficaram à mostra as cuecas dele, baixei também e apareceu o pau lindo dele, com a cabeça brilhando, coroada por umas gotinhas de porra. Assim que ficou nu, ele sentou de novo. Angel: vai, puta, começa a chupar. E você, viadinho, olha bem como ela faz. Raquel pegou o pau dele, aproximou a cabeça, abriu a boca e começou um boquete delicioso. Eu olhava com olhos de desejo e inveja. Queria ter aquele pau lindo ao meu alcance. Raquel, ajudada pelo Angel, enfiava o pau até o fundo da garganta dela e deixava parado por uns instantes. Da boca dela saíam grandes quantidades de saliva, que caíam nas bolas dele. Angel: viu como a puta adora chupar? Eu: sim. Angel: ela engole inteiro, até as bolas, olha. Angel pressionava a cabeça dela, enterrava o pau no fundo e deixava lá dentro. Raquel tava com a cara toda vermelha de esforço, mal conseguia respirar, mas não fazia questão de tirar. Angel: olha a puta como curte meu pau, como ela adora ter ele bem dentro. Certeza que você nunca comeu assim, corno. Eu: não, nunca fez assim. Angel: claro, é que sua piroquinha não chegaria nem na campainha da garganta, não é mesmo, puta? Raquel: não... não, respondeu sem tirar o pau da garganta. Angel: haha, ela gosta tanto que nem pra falar tira. Vai, puta, fode tua boca sozinha, deixa teu marido ver como eu vou gozar. na sua boca, mas nem pense em engolir. Raquel começou um sobe e desce com a cabeça, o pau do Angel entrava e saía rápido da boca dela, enquanto com uma mão ela acariciava as bolas depiladas e gordas dele. Eu não perdia nenhum detalhe dessa foda, de como minha mulher tinha ficado gostosa, e agradecia internamente por ela fazer o que eu tanto queria há tempos. Angel: assim, putinha, não para, continua. Ohhhhhhhhh Do jeito que conseguiu, Raquel acelerou o ritmo do boquete e, sem tirar o pau da boca, Angel começou a gozar. Angel: siiiim, putaaaaaa, assim eu gozo ooooooooooo Raquel só tirou depois que saiu a última gota de porra, mas ainda assim, pelo canto dos lábios dela escaparam algumas gotas, que foram parar nas bolas dele. Angel: buffff, cada vez você manda melhor, gostosa. Mostra sua boca. Raquel abriu a boca, mostrando a gozada guardada. Angel: vem aqui, corno, fica aí e abre a boca. Sua putinha, passa a porra pra boca do corno, mas sem encostar, deixa cair da sua pra boca dele, e você, corno, não engole até eu mandar. Eu me posicionei de um jeito que Raquel ficou por cima de mim, abri a boca e esperei receber a porra. Raquel deixou cair, enchendo minha boca quase toda. Quando terminou, eu fiquei com a boca aberta, esperando pra ver o que viria agora. Angel: não sei quem é mais puta, se ela ou você. Chegou perto de mim e enfiou dois dedos na minha boca, começando a mexer a porra dele. Você gosta, né, viado? Raquel: claro que ele gosta. Angel: cala a boca, gostosa, deixa ele responder, disse sem parar de mexer a porra. Com a cabeça, eu fiz gestos de sim. Angel: assim que eu gosto, que você seja um bom viado, já pode engolir e depois me limpa bem, que a putinha me deixou todo melado. Sob o olhar atento da Raquel, engoli a porra deliciosa, passei a língua pelos lábios e lambi os dedos do Angel. Raquel: haha, olha como o viado gosta. Angel: com certeza, percebi na primeira vez que ele comeu, dava pra ver que ele tava com vontade. Raquel: boceta não, mas pau você come com gosto, você é um viado maricão. Vamos, limpa o pau dele. Ajoelhando na frente dele, meti o pau dele na minha boca e comecei a chupar. Meu Deus, mesmo não estando duro, era uma delícia chupar, ainda mais que ainda tinha restos de porra e eu adorava. Lambi e chupei o pau e as bolas dele, até não deixar nenhum traço de gozo. Quando o Anjo achou que era hora, bruscamente me afastou dele. Anjo: já chega, viado, para de chupar. Tô com fome, põe a janta. Levantei e fui pra cozinha, enquanto eles continuaram sentados. Raquel, acariciando o pau e as bolas dele. Na cozinha, ainda com o gosto do pau dele na boca, não aguentei mais e, com cuidado pra Raquel não me ver, desamarrei meu pau e comecei a bater uma. Quando soltei daquele nó, senti um alívio enorme, a dor era quase insuportável. Quando tava no melhor, ouvi um grito bem perto. Raquel: mas que porra é essa, corno?, quem te disse que pode bater punheta?, quem te disse que pode soltar essa merda de pau que você tem?. Já vai amarrar de novo ou eu mesma faço e te garanto que vai se arrepender de ter soltado. Eu: de... desculpa, mas... mas é que eu não aguentava. Raquel: desculpa?, agora você vai sentir mesmo, vem cá. Cheguei perto dela, ela pegou o cordão e começou a amarrar meu pau de novo, e dessa vez, com as bolas junto. Apertava e apertava, até não dar mais. Eu: Raquel, pelo amor de Deus, tá doendo pra caralho. Raquel: isso é por me desobedecer, agora aguenta, viado. Vai ver que não solta mais. Depois de amarrar bem amarrado, passou o cordão entre minhas nádegas e puxou com força. A dor era terrível, o cordão quase cortava a pele do meu pau. Eu: por favor, não vou fazer de novo, juro. Raquel: claro que não vai fazer de novo, viado, acho que não vai ter coragem, senão eu corto fora, porque pra que serve mesmo. Agora traz a janta. Raquel saiu da cozinha, eu fiquei preparando, com uma dor imensa na minha virilha. Apareci na sala, bem na hora que a Raquel contava o que tinha acontecido pro Anjo. Raquel: cê acredita?
Angel: hahaha, achei muito certo o que você fez, que o cuck saiba quem manda e que ele tem que obedecer
Eu: a… a janta já tá pronta
Angel: cuck, a Raquel me contou o que rolou e eu parabenizei ela pela reação. Além do castigo da Raquel, você vai ter um meu também. Serve a janta
Comecei a servir eles, como se fosse a empregada. Quando eu ia me mandar pra cozinha pra jantar, o Angel me chamou.
Angel: onde cê vai, cuck? Quero você aqui, debaixo da mesa, chupando meu pau enquanto a gente janta. Você não janta hoje
Eu me enfiei debaixo da mesa e comecei a chupar o pau dele. Durante a janta inteira, até as sobremesas, fiquei mamando, deixando ele duro de novo, enquanto a Raquel contava a vida sexual miserável que tinha comigo. Até aquele momento, eu sempre achei que as coisas estavam bem, que a gente se divertia na cama, mas percebi que a Raquel fingia os orgasmos toda hora, que não sentia prazer transando comigo e que no fundo sempre soube que eu era um baita dum viadinho submisso, mas que nunca tinha tido coragem de dar o passo que tava dando agora e que tava muito feliz por ter feito isso.
Angel: é, não sei como você aguentou tanto sem meter galha nela, sinceramente
Raquel: porque no fundo eu tinha pena, mas agora acabou, que se foda o cuck. Foi ele que me empurrou pra fazer isso com você, agora vai ver como eu sou gostosa
Angel: cuck, já chega de chupar. Sai daí e fica do meu lado
Eu saí de debaixo da mesa e, de joelhos, me coloquei do lado dele.
Angel: viadinho, recolhe tudo isso o mais rápido que puder, que tá na hora do seu castigo, ele falou enquanto me dava um tapa forte na cara
Rápido, recolhi tudo da mesa, larguei na cozinha amontoado e voltei pra sala. A Raquel e o Angel estavam sentados de novo no sofá. A Raquel tava masturbando o pau dele, pra não perder a dureza que ganhou com a minha mamada.
Raquel: olha, cuck, olha que pau que ele tem, é mais que o dobro do seu, grande e grosso. Vem cá, cuck, vira de costas Me aproximei e girei, colocando minha bunda ao alcance dele. Raquel: abaixa, que vou tirar o plug. Me abaixei e ela tirou. Naquele momento, um vazio enorme ficou no meu cu. Raquel: olha, como ele tá aberto. Angel: adoro como você preparou ele bem, mas mesmo assim, vai doer. Raquel: que se foda, se doer é porque ele merece. Cuck, você quer que eu te coma? Eu: sim. Raquel: viu, o viadinho tá morrendo de vontade. Vai, mete logo de uma vez, quero ver o viadinho com o cu bem cheio de pica e não tenha pena, enfia de uma vez. Angel: haha, que foxy você é. Viadinho, deita na mesa e abre o cu. Coloquei meu peito na mesa, peguei minhas nádegas e separei o máximo que pude. Finalmente Angel me fodia, meu sonho estava prestes a se realizar. Angel: tem certeza que quer que eu meta de uma vez, de sola? Raquel: claro que sim. A dor vai ser o castigo por ter solado a pica. Angel: tá bom, como você quiser. Pronto, viadinho? – ele disse, apontando a cabeça pro meu cu. Quando eu ia responder, Angel deu um empurrão forte e enterrou a pica até o fundo. Eu: aaaaaaaa deussss tô doendooooooo. Angel: viu, foxy, eu te falei que ia doer. Raquel: vai, mete forte, que se foda o viadinho. Eu: não... por favor... tira... tô doendo pra caralhooooo. Raquel: não, viadinho, ele não vai tirar, ele vai te foder bem gostoso, pra você sentir bem a pica dele dentro de você, não era isso que você queria? Eu não conseguia falar, da minha boca só saíam gemidos de dor. Nunca pensei que ser fodido fosse tão doloroso, claro que achava que quando acontecesse, eles iam ter cuidado. Naquele momento, agradeci a Raquel por ter me preparado antes, não consigo imaginar como teria sido se Angel me desvirginasse sem preparo nenhum. Angel enterrava e tirava a pica, com empurrões fortes. As bolas dele batiam na minha bunda, fazendo um barulho do caralho. As mãos dele na minha cintura apertavam tanto que os dedos se cravavam na minha carne. A mesa tremia e a gente corria o risco de cair no chão. Mas Angel não parava, continuava metendo aquela pica enorme. no meu cu, possuído e com raiva ele metia e tirava uma e outra vez. Raquel: o viadinho já não reclama tanto Angel: bufff acho.. acho que ele tá gostando Raquel: viado, cê tá gostando de como ele te fode? Eu: siiiim porraaaaa siiiiii Raquel: haha, já deu pra ver que a dor passou e agora o viadinho tá aproveitando. Continua apertando, não para. Quero que você engravide ele, que goze dentro do cu dele de maricona Minhas pernas doíam, meus quadris e meu cu, mas a dor tremenda do começo tinha ido embora, dando lugar a um prazer intenso e delicioso. Eu sentia a pica me preenchendo por completo, como as bolas batiam no meu pau, já que eu tava amarrado pra trás, elas batiam nele uma e outra vez. O momento era delicioso, eu não queria que acabasse nunca. Depois de uns minutos, meu pau começou a cuspir porra. Raquel: olha, haha, o viadinho tá gozando, hahaha Angel parou um segundo e olhou pro chão, onde foram parar meus jatos. Ele riu e continuou me fodendo. Angel: maricona, você é uma verdadeira rabuda e vou te fazer ainda mais puta. Entre você e a puta da sua mulher, vocês vão me render uma boa grana Raquel: você vai fazer nós dois de puta? Angel: claro, vocês são dois pedaços de putas e vão pagar uma nota pra foder com vocês, juntos ou separados Raquel: ouviu viado?, comigo ele já fez isso, embora não tenha cobrado. Você vai se fartar de pica, maricona As palavras dele, longe de me irritar ou incomodar, fizeram o prazer aumentar, se é que isso era possível. Eu queria fazer aquilo, queria que ele me prostituísse e fizesse comigo o que quisesse, fosse o que fosse e com quem fosse. Senti a pica inchar dentro de mim, Angel tava prestes a gozar e ia gozar dentro, enchendo meu cu De uma estocada forte, ele enterrou tudo, deixou ela parada e comecei a sentir a porra dele, mmmm, que prazer, que sensação deliciosa me sentir inundado por esse manjar precioso Angel: ahhhhhh tô gozandooooooo Raquel: siiiim engravida o viadinho, dá tua porra bem dentro dele Angel: siiiiim ooooooooo ahhhhhhhhhhhhhh Angel caiu em cima de mim corpo, destruído pelo esforço. Se não fosse por isso, teria caído no chão, minhas pernas tremiam, não me seguravam. O prazer tinha sido imenso. Ele não saiu de dentro de mim, até que o pau dele perdeu toda a dureza. Ele se separou e foi para o sofá, ficando derrotado nele. Da minha parte, me arrastei como pude até o chão, sentando sobre minhas pernas doloridas. Raquel: viado, vem, quero ver como ficou teu cu. De quatro, me aproximei dela e coloquei meu cu na direção do rosto dela. Ela mesma separou minhas nádegas, podendo observar o grande buraco, inundado de porra, que o Anjo tinha deixado. Raquel: porra, como ficou o cu dele, olha, se cabe quase a mão, disse enquanto tentava enfiar a dela. Anjo: certeza que se apertar um pouco, cabe inteira. Raquel: cê acha? Anjo: tenta, vai ver que sim. Raquel começou a apertar, a mão dela em forma de cunha, começou a entrar no meu ânus ajudada pela porra do Anjo. Raquel: haha, é verdade, olha já tô quase até o pulso. Anjo: aperta, certeza que entra inteira. Ela continuou apertando, a mão dela abriu ainda mais meu ânus. Eu: ahhh, tô sentindo dor pra caralhooooooo. Raquel: cala a boca, viado, que isso tá me dando tesão. Que cu guloso que tem o cuck, haha. Anjo: viado, vem e limpa meu pau. O Anjo tinha me fodido sem camisinha e, embora estivesse limpo por dentro, com certeza o pau dele tinha todo o sabor do meu ânus. Mesmo assim, eu tinha que fazer, não podia recusar, até porque o pau dele era um ímã pra mim, me deixava louco e eu queria tê-lo o máximo de tempo possível. Com a mão da Raquel dentro do meu ânus, virei e me preparei para limpar o pau dele. Raquel: sabe, acho que esse vai ser uma boa putinha. Anjo: com certeza, ele adora pau e no cu dele cabe de tudo. Fode ele, enfia a mão e fode ele com ela, dá bem forte. Raquel começou a enfiar e tirar a mão do meu ânus. O que no começo era uma simples verificação, se transformou numa verdadeira fodida. Raquel: toma, viado, isso é por todos os anos que você me deixou sem orgasmos, dizia enquanto enfiava e tirava. Com raiva, Angel pegou minha cabeça e a pressionou contra ele, fazendo o pau dele enterrar no fundo da minha garganta e deixou parado. Eu mal conseguia respirar, minha baba escorria pelas bolas dele, deixando elas completamente encharcadas. Raquel continuou com a fodida, nunca tinha visto ela assim, parecia que estava possuída, tipo louca enquanto não parava de enfiar a mão, enquanto com a outra, me dava tapas fortes na minha bunda. Angel: vai, viadinho, já chega, sai que vou foder a puta da sua mulher. Fiquei olhando pra ele, em silêncio, com o rosto descongestionado, os olhos lacrimejando de esforço e a respiração ofegante. Angel: puta, deixa o corno e enfia meu pau na sua buceta, senta em cima. Raquel tirou a mão do meu cu e, ao fazer isso, senti ele se abrir de novo. A puta abriu a mão toda dentro quando fez isso e não fechou ao tirar, fazendo a dor voltar a se concentrar ali. Raquel: porra, tava doida pra você pedir. Corno, pega o pau dele e aproxima da minha buceta, quero que seja você quem meta, assim você vai ser ainda mais corno. Com Raquel sentada em cima do Angel, peguei o pau dele e apontei pra buceta. Raquel desceu devagar, sentindo cada milímetro entrando dentro dela, abrindo a buceta como nunca esteve. Raquel: uffff isso sim é um pau, corno, e não essa merda que você tem. Sinto ele abrindo minha buceta, ufffffff. Angel: corno, olha bem como entra e sai da buceta dela, não quero que você pare de olhar como ela mesma se fode. Sem perder detalhe, sem piscar, eu olhava o pau do Angel entrando e saindo da buceta da minha mulher, completamente aberta e brilhando com os fluidos que ela soltava. Raquel: deussssss nunca senti algo assim ummmmmmmm. Angel: você gosta, gostosa? Gosta do meu pau? Raquel: adoroooo siiiiiiiii. Angel: você vai ser minha puta, vai fazer tudo que eu pedir, sem negar nada? Raquel: siiiiii vou ser s.. sua putaaaaaaaaa. Angel: e você, corno, vai ser um bom viadinho e não vai negar meus caprichos? Eu: sim. Angel: sim o quê, corno? Eu: sim, vou ser um bom viadinho. maricona e não vou negar nada a ninguém. Angel: vocês vão ser duas putas boas. Vamo, acelera o ritmo, que tô com vontade de te engravidar. Raquel: siiiim dá.. dá teu leiteeeee bem dentroooooooooo. Raquel cavalgava a pica do Angel, cada vez mais rápido. Os movimentos acelerados e profundos dela faziam a buceta dela não parar de jorrar fluido. Raquel: go...goza, olha que pi...pica que ele tem, tô gozandooooooooooooooo. Com grandes espasmos, ela começou a gozar, da buceta dela saíam rios de fluido que escorriam pela pica e pelas bolas do Angel. Meus olhos não perdiam nenhum detalhe, vidrado na foda que ela mesma dava e excitado por vê-la daquele jeito. Adorava que ela fosse tão puta, que fodesse com outros e se esses outros ainda me fodessem ou me deixassem participar chupando as picas deles, melhor ainda. Angel: siiiim putaaaaa gozaaaaaa. Raquel: ahhhhhhhh siiiiiiiiiiiiii. Angel: eu eu também tô gozandoooooooooooooooo. Raquel: siiiim dá dá teu leiteeeeeee dentro mete dentro do meu cuzinhooooo ahhhhhhhhhh. Os dois ficaram destruídos. Raquel, de olhos fechados e cara desfigurada, se deitou sobre o Angel, ele ainda com a pica dentro da buceta dela, enquanto as mãos dele não paravam de apertar os peitos da Raquel, os dedos beliscando os bicos, duros e pontudos. Por uns minutos, ficaram nessa posição, até a pica ir perdendo a dureza e sair sozinha. Quando saiu, o sêmen do Angel começou a escorrer da buceta dela, caindo na pica e nas bolas dele. Que imagem sensacional, nunca ia esquecer. Os dois derrotados, de olhos fechados. Raquel, ainda com as pernas e a buceta abertas, Angel com as mãos nos peitos dela, sem parar de acariciar, e a pica dele, já mole, descansando entre as pernas dele, deitada sobre as bolas e manchada de porra, e eu, de joelhos na frente deles, contemplando a cena, com meu cu aberto e muito cansado pelo esforço, mas imensamente feliz pelo que vivi e ansioso pelo que o futuro me reservava.
Angel: hahaha, achei muito certo o que você fez, que o cuck saiba quem manda e que ele tem que obedecer
Eu: a… a janta já tá pronta
Angel: cuck, a Raquel me contou o que rolou e eu parabenizei ela pela reação. Além do castigo da Raquel, você vai ter um meu também. Serve a janta
Comecei a servir eles, como se fosse a empregada. Quando eu ia me mandar pra cozinha pra jantar, o Angel me chamou.
Angel: onde cê vai, cuck? Quero você aqui, debaixo da mesa, chupando meu pau enquanto a gente janta. Você não janta hoje
Eu me enfiei debaixo da mesa e comecei a chupar o pau dele. Durante a janta inteira, até as sobremesas, fiquei mamando, deixando ele duro de novo, enquanto a Raquel contava a vida sexual miserável que tinha comigo. Até aquele momento, eu sempre achei que as coisas estavam bem, que a gente se divertia na cama, mas percebi que a Raquel fingia os orgasmos toda hora, que não sentia prazer transando comigo e que no fundo sempre soube que eu era um baita dum viadinho submisso, mas que nunca tinha tido coragem de dar o passo que tava dando agora e que tava muito feliz por ter feito isso.
Angel: é, não sei como você aguentou tanto sem meter galha nela, sinceramente
Raquel: porque no fundo eu tinha pena, mas agora acabou, que se foda o cuck. Foi ele que me empurrou pra fazer isso com você, agora vai ver como eu sou gostosa
Angel: cuck, já chega de chupar. Sai daí e fica do meu lado
Eu saí de debaixo da mesa e, de joelhos, me coloquei do lado dele.
Angel: viadinho, recolhe tudo isso o mais rápido que puder, que tá na hora do seu castigo, ele falou enquanto me dava um tapa forte na cara
Rápido, recolhi tudo da mesa, larguei na cozinha amontoado e voltei pra sala. A Raquel e o Angel estavam sentados de novo no sofá. A Raquel tava masturbando o pau dele, pra não perder a dureza que ganhou com a minha mamada.
Raquel: olha, cuck, olha que pau que ele tem, é mais que o dobro do seu, grande e grosso. Vem cá, cuck, vira de costas Me aproximei e girei, colocando minha bunda ao alcance dele. Raquel: abaixa, que vou tirar o plug. Me abaixei e ela tirou. Naquele momento, um vazio enorme ficou no meu cu. Raquel: olha, como ele tá aberto. Angel: adoro como você preparou ele bem, mas mesmo assim, vai doer. Raquel: que se foda, se doer é porque ele merece. Cuck, você quer que eu te coma? Eu: sim. Raquel: viu, o viadinho tá morrendo de vontade. Vai, mete logo de uma vez, quero ver o viadinho com o cu bem cheio de pica e não tenha pena, enfia de uma vez. Angel: haha, que foxy você é. Viadinho, deita na mesa e abre o cu. Coloquei meu peito na mesa, peguei minhas nádegas e separei o máximo que pude. Finalmente Angel me fodia, meu sonho estava prestes a se realizar. Angel: tem certeza que quer que eu meta de uma vez, de sola? Raquel: claro que sim. A dor vai ser o castigo por ter solado a pica. Angel: tá bom, como você quiser. Pronto, viadinho? – ele disse, apontando a cabeça pro meu cu. Quando eu ia responder, Angel deu um empurrão forte e enterrou a pica até o fundo. Eu: aaaaaaaa deussss tô doendooooooo. Angel: viu, foxy, eu te falei que ia doer. Raquel: vai, mete forte, que se foda o viadinho. Eu: não... por favor... tira... tô doendo pra caralhooooo. Raquel: não, viadinho, ele não vai tirar, ele vai te foder bem gostoso, pra você sentir bem a pica dele dentro de você, não era isso que você queria? Eu não conseguia falar, da minha boca só saíam gemidos de dor. Nunca pensei que ser fodido fosse tão doloroso, claro que achava que quando acontecesse, eles iam ter cuidado. Naquele momento, agradeci a Raquel por ter me preparado antes, não consigo imaginar como teria sido se Angel me desvirginasse sem preparo nenhum. Angel enterrava e tirava a pica, com empurrões fortes. As bolas dele batiam na minha bunda, fazendo um barulho do caralho. As mãos dele na minha cintura apertavam tanto que os dedos se cravavam na minha carne. A mesa tremia e a gente corria o risco de cair no chão. Mas Angel não parava, continuava metendo aquela pica enorme. no meu cu, possuído e com raiva ele metia e tirava uma e outra vez. Raquel: o viadinho já não reclama tanto Angel: bufff acho.. acho que ele tá gostando Raquel: viado, cê tá gostando de como ele te fode? Eu: siiiim porraaaaa siiiiii Raquel: haha, já deu pra ver que a dor passou e agora o viadinho tá aproveitando. Continua apertando, não para. Quero que você engravide ele, que goze dentro do cu dele de maricona Minhas pernas doíam, meus quadris e meu cu, mas a dor tremenda do começo tinha ido embora, dando lugar a um prazer intenso e delicioso. Eu sentia a pica me preenchendo por completo, como as bolas batiam no meu pau, já que eu tava amarrado pra trás, elas batiam nele uma e outra vez. O momento era delicioso, eu não queria que acabasse nunca. Depois de uns minutos, meu pau começou a cuspir porra. Raquel: olha, haha, o viadinho tá gozando, hahaha Angel parou um segundo e olhou pro chão, onde foram parar meus jatos. Ele riu e continuou me fodendo. Angel: maricona, você é uma verdadeira rabuda e vou te fazer ainda mais puta. Entre você e a puta da sua mulher, vocês vão me render uma boa grana Raquel: você vai fazer nós dois de puta? Angel: claro, vocês são dois pedaços de putas e vão pagar uma nota pra foder com vocês, juntos ou separados Raquel: ouviu viado?, comigo ele já fez isso, embora não tenha cobrado. Você vai se fartar de pica, maricona As palavras dele, longe de me irritar ou incomodar, fizeram o prazer aumentar, se é que isso era possível. Eu queria fazer aquilo, queria que ele me prostituísse e fizesse comigo o que quisesse, fosse o que fosse e com quem fosse. Senti a pica inchar dentro de mim, Angel tava prestes a gozar e ia gozar dentro, enchendo meu cu De uma estocada forte, ele enterrou tudo, deixou ela parada e comecei a sentir a porra dele, mmmm, que prazer, que sensação deliciosa me sentir inundado por esse manjar precioso Angel: ahhhhhh tô gozandooooooo Raquel: siiiim engravida o viadinho, dá tua porra bem dentro dele Angel: siiiiim ooooooooo ahhhhhhhhhhhhhh Angel caiu em cima de mim corpo, destruído pelo esforço. Se não fosse por isso, teria caído no chão, minhas pernas tremiam, não me seguravam. O prazer tinha sido imenso. Ele não saiu de dentro de mim, até que o pau dele perdeu toda a dureza. Ele se separou e foi para o sofá, ficando derrotado nele. Da minha parte, me arrastei como pude até o chão, sentando sobre minhas pernas doloridas. Raquel: viado, vem, quero ver como ficou teu cu. De quatro, me aproximei dela e coloquei meu cu na direção do rosto dela. Ela mesma separou minhas nádegas, podendo observar o grande buraco, inundado de porra, que o Anjo tinha deixado. Raquel: porra, como ficou o cu dele, olha, se cabe quase a mão, disse enquanto tentava enfiar a dela. Anjo: certeza que se apertar um pouco, cabe inteira. Raquel: cê acha? Anjo: tenta, vai ver que sim. Raquel começou a apertar, a mão dela em forma de cunha, começou a entrar no meu ânus ajudada pela porra do Anjo. Raquel: haha, é verdade, olha já tô quase até o pulso. Anjo: aperta, certeza que entra inteira. Ela continuou apertando, a mão dela abriu ainda mais meu ânus. Eu: ahhh, tô sentindo dor pra caralhooooooo. Raquel: cala a boca, viado, que isso tá me dando tesão. Que cu guloso que tem o cuck, haha. Anjo: viado, vem e limpa meu pau. O Anjo tinha me fodido sem camisinha e, embora estivesse limpo por dentro, com certeza o pau dele tinha todo o sabor do meu ânus. Mesmo assim, eu tinha que fazer, não podia recusar, até porque o pau dele era um ímã pra mim, me deixava louco e eu queria tê-lo o máximo de tempo possível. Com a mão da Raquel dentro do meu ânus, virei e me preparei para limpar o pau dele. Raquel: sabe, acho que esse vai ser uma boa putinha. Anjo: com certeza, ele adora pau e no cu dele cabe de tudo. Fode ele, enfia a mão e fode ele com ela, dá bem forte. Raquel começou a enfiar e tirar a mão do meu ânus. O que no começo era uma simples verificação, se transformou numa verdadeira fodida. Raquel: toma, viado, isso é por todos os anos que você me deixou sem orgasmos, dizia enquanto enfiava e tirava. Com raiva, Angel pegou minha cabeça e a pressionou contra ele, fazendo o pau dele enterrar no fundo da minha garganta e deixou parado. Eu mal conseguia respirar, minha baba escorria pelas bolas dele, deixando elas completamente encharcadas. Raquel continuou com a fodida, nunca tinha visto ela assim, parecia que estava possuída, tipo louca enquanto não parava de enfiar a mão, enquanto com a outra, me dava tapas fortes na minha bunda. Angel: vai, viadinho, já chega, sai que vou foder a puta da sua mulher. Fiquei olhando pra ele, em silêncio, com o rosto descongestionado, os olhos lacrimejando de esforço e a respiração ofegante. Angel: puta, deixa o corno e enfia meu pau na sua buceta, senta em cima. Raquel tirou a mão do meu cu e, ao fazer isso, senti ele se abrir de novo. A puta abriu a mão toda dentro quando fez isso e não fechou ao tirar, fazendo a dor voltar a se concentrar ali. Raquel: porra, tava doida pra você pedir. Corno, pega o pau dele e aproxima da minha buceta, quero que seja você quem meta, assim você vai ser ainda mais corno. Com Raquel sentada em cima do Angel, peguei o pau dele e apontei pra buceta. Raquel desceu devagar, sentindo cada milímetro entrando dentro dela, abrindo a buceta como nunca esteve. Raquel: uffff isso sim é um pau, corno, e não essa merda que você tem. Sinto ele abrindo minha buceta, ufffffff. Angel: corno, olha bem como entra e sai da buceta dela, não quero que você pare de olhar como ela mesma se fode. Sem perder detalhe, sem piscar, eu olhava o pau do Angel entrando e saindo da buceta da minha mulher, completamente aberta e brilhando com os fluidos que ela soltava. Raquel: deussssss nunca senti algo assim ummmmmmmm. Angel: você gosta, gostosa? Gosta do meu pau? Raquel: adoroooo siiiiiiiii. Angel: você vai ser minha puta, vai fazer tudo que eu pedir, sem negar nada? Raquel: siiiiii vou ser s.. sua putaaaaaaaaa. Angel: e você, corno, vai ser um bom viadinho e não vai negar meus caprichos? Eu: sim. Angel: sim o quê, corno? Eu: sim, vou ser um bom viadinho. maricona e não vou negar nada a ninguém. Angel: vocês vão ser duas putas boas. Vamo, acelera o ritmo, que tô com vontade de te engravidar. Raquel: siiiim dá.. dá teu leiteeeee bem dentroooooooooo. Raquel cavalgava a pica do Angel, cada vez mais rápido. Os movimentos acelerados e profundos dela faziam a buceta dela não parar de jorrar fluido. Raquel: go...goza, olha que pi...pica que ele tem, tô gozandooooooooooooooo. Com grandes espasmos, ela começou a gozar, da buceta dela saíam rios de fluido que escorriam pela pica e pelas bolas do Angel. Meus olhos não perdiam nenhum detalhe, vidrado na foda que ela mesma dava e excitado por vê-la daquele jeito. Adorava que ela fosse tão puta, que fodesse com outros e se esses outros ainda me fodessem ou me deixassem participar chupando as picas deles, melhor ainda. Angel: siiiim putaaaaa gozaaaaaa. Raquel: ahhhhhhhh siiiiiiiiiiiiii. Angel: eu eu também tô gozandoooooooooooooooo. Raquel: siiiim dá dá teu leiteeeeeee dentro mete dentro do meu cuzinhooooo ahhhhhhhhhh. Os dois ficaram destruídos. Raquel, de olhos fechados e cara desfigurada, se deitou sobre o Angel, ele ainda com a pica dentro da buceta dela, enquanto as mãos dele não paravam de apertar os peitos da Raquel, os dedos beliscando os bicos, duros e pontudos. Por uns minutos, ficaram nessa posição, até a pica ir perdendo a dureza e sair sozinha. Quando saiu, o sêmen do Angel começou a escorrer da buceta dela, caindo na pica e nas bolas dele. Que imagem sensacional, nunca ia esquecer. Os dois derrotados, de olhos fechados. Raquel, ainda com as pernas e a buceta abertas, Angel com as mãos nos peitos dela, sem parar de acariciar, e a pica dele, já mole, descansando entre as pernas dele, deitada sobre as bolas e manchada de porra, e eu, de joelhos na frente deles, contemplando a cena, com meu cu aberto e muito cansado pelo esforço, mas imensamente feliz pelo que vivi e ansioso pelo que o futuro me reservava.
5 comentários - Corninho submisso e viado