Chegou do passado...

Aposto que aconteceu com vocês nessa quarentena: ficar procurando no Facebook aquelas pessoas que, em algum momento, foram mais que amigos. Quem nunca procurou um(a) ex, que atire a primeira pedra.
Não vou ser hipócrita e negar que já não tenha dado uma olhada nas páginas daqueles caras que foram e ainda são importantes pra mim. Mas dessa vez não foi comigo, e sim com um conhecido antigo, alguém do passado que reapareceu através de uma mensagem. Antonio R. C.
Na época em que a gente se conheceu, eu tava começando a me matricular como Produtora Consultora de Seguros. Tinha 23 anos e, com uma bolsa, fiz um estágio na Seguros Rivadavia, na filial de Bernardo de Irigoyen.
Ele tinha 35 anos e era um dos supervisores. O trampo dele era em La Plata, mas vivia viajando pelo país pra dar uma olhada nas diferentes filiais.
Foi aí que eu conheci ele, quando ele chegou onde eu tava trabalhando.
Pegamos onda na hora, sendo que ele era pessoal de alto escalão, e eu só cuidava de receber os seguros de responsabilidade civil.
Durante o tempo que durou a auditoria, ele me convidou pra almoçar um par de vezes, e devo dizer que nessas conversas longas que a gente tinha, ele me ensinou um monte de coisas que depois foram super úteis no meu trampo.
Não, não transamos, pelo menos não naquele momento, e não porque eu não gostasse dele ou a gente não tivesse tesão. Simplesmente não rolou. A gente se divertia junto, sem precisar estar na cama.
Imagino que se qualquer um dos dois tivesse sugerido ir pra um hotel, a gente teria ido, mas naquela época, depois de largar sociologia, eu tava muito focada na minha carreira. Como tinha bolsa, não queria pisar na bola e, por causa de uma transa, estragar a chance de ganhar experiência na maior seguradora do país. Então me comportei feito uma freira reclusa.
A auditoria acabou e ele voltou pra La Plata.
Em poucos meses, quando já faltavam dias pra terminar meu estágio, encontro ele no anexo da Humberto Primo, pra onde já tinham me transferido pra tramitar sinistros.
Eu, que durante os poucos dias que passamos juntos, aprendi a conhecê-lo, percebi que ele não estava bem. Dava pra notar ele meio pra baixo, até meio desleixado, como se estivesse passando por uma fase ruim.
Obviamente, cumprimentei ele como todo mundo, tentando não dar nenhum mole que pudesse entregar o afeto que rolava entre a gente.
Quando me retirei, depois de uma rápida supervisão, peguei os últimos sinistros que tinha atendido e avisei os outros que ia levar eles lá na volta pra processar.
Alcancei ele antes que chegasse na esquina, e em vez de virar à direita, que é onde ficava o prédio principal, viramos à esquerda, em direção a São João.
Ah sim, a gente se cumprimentou com um beijo. E enquanto caminhávamos, devagar, sem pressa, ela me contou o que tava rolando. Tava se divorciando, e no meio de uma briga judicial feroz, a mulher dela ameaçava tirar a guarda dos filhos, dois pequenos de quatro e seis anos.
Tava arrasado, então tentei dar uma força pra ele, oferecer meu apoio, falando pra não se preocupar, que tudo ia dar certo, que ele era um cara legal e que com certeza também devia ser um bom pai.
Me dava pena ver ele tão desmoralizado, como se já tivesse desistido e não tivesse vontade de nada, nem de viver, então eu abracei ele, tentando acalmar, consolar.
—Vai ficar tudo bem, você vai ver — falei quando ela apoiou o rosto no meu ombro.
Levantei a cabeça então, ela me olhou, nos olhamos, e ali nos beijamos, quase na porta do colégio que fica na esquina da avenida São João.
Quando a gente se separou, depois de um beijo longo e cheio de tesão, porque foi isso mesmo, um beijão com vontade, ela ficou me encarando, como se tivesse medo da minha reação, mas em vez de falar ou reclamar alguma coisa, dessa vez fui eu que beijei ele.
Os dois tava trabalhando, então combinamos de nos encontrar na saída, a umas quadras de distância, pra não dar pano pra fofoca, e aí sim, fomos pra um motel.
É verdade que eu tava destruído pela situação pessoal dele, mas que jeito de foder! A gente foi passar a tarde, e acabou pernoitando, tanto que no outro dia me encheram o saco na Companhia porque fui trabalhar com a mesma roupa do dia anterior, prova mais que clara de que tinha passado a noite fora de casa.
Por sorte ele tinha voltado pra La Plata, senão as conclusões teriam sido mais que óbvias, já que também tava com a mesma roupa.
Apesar do tempo passado, já quinze anos, lembro disso como uma experiência muito boa. Sabia que era um cara legal, empático, diligente, mas além de todas essas qualidades, na cama se revelou alguém carinhoso, apaixonado e muito atento ao meu próprio prazer.
E o que mais gostei foi que, naquele mesmo dia, ele me ligou pra dizer que aquela noite tinha sido muito importante pra ele, que depois de ficar comigo se sentia como renascido, com força suficiente pra encarar um furacão. Foi o maior elogio que ele poderia ter me feito.
Mesmo mantendo contato por um tempo, a gente nunca mais se viu. Ele pediu demissão da Companhia pra passar mais tempo com os filhos, que dividia a guarda com a agora ex-mulher, e eu montei meu próprio escritório assim que tirei o registro. A vida seguiu e nunca mais soube do Antonio.
Até uns dias atrás, recebi uma mensagem dela no Messenger.
Ultimamente tenho pensado muito em você.
Aceitei o pedido de amizade dele e a gente começou a conversar, primeiro pelo chat, depois por videochamada.
—Seu filho é muito bonito, é a sua cara — ela comentou depois de ver as fotos.
—E seus filhos? Já devem estar grandes.
—Já são universitários, o mais velho faz Ciências Econômicas, o mais novo faz Medicina — comentou orgulhoso.
Eu adorava ver ele assim, feliz, relaxado, com a tranquilidade de quem já superou todas as adversidades.
—E como é que você teve a ideia de me procurar? — quis saber.
—A gente se conheceu antes do Facebook, então acho que é normal que em algum momento a gente procure na internet aquela pessoa que foi tão especial.
Depois ele me confessaria que já estava me procurando há tempos, anos até, mas ao ver que eu era casada e tinha um filho, não teve coragem de me contatar. Claramente o contexto da pandemia o fez se decidir.
—E me conta, você casou de novo, juntou os trapos? — me interessei.
— Tive uns... casos, mas nada sério, por enquanto tô sozinho —
—E a quarentena te pegou assim, sozinho?
—Mais sozinho que cachorro vira-lata — brinca.
Aí eu percebi por que ele tinha me procurado. Com certeza, naquelas noites solitárias de quarentena, ele deve ter lembrado mais de uma vez do nosso encontro. A putaria violenta que a gente fez. Imagino ele batendo uma punheta lembrando de mim, e é gostoso saber que consegui aliviar a solidão dele nesses tempos de reclusão e distanciamento.
Num certo momento, meu marido entra pra me perguntar sobre uma pasta. Falo onde achei que tinha visto e ele sai. Tô com o notebook no meu quarto, em cima da escrivaninha, então não é estranho pra ele que eu esteja falando com um homem na época do home office. De boa, pode passar por um colega ou um contato da empresa.
— Teu marido? — pergunta Antônio.
—É, nós dois estamos trabalhando de casa, um saco essa história de ficar trancados.
Seguimos conversando por um tempo, colocando a conversa em dia, até que me dá na telha de fazer uma pergunta pra ela:
- Você me disse que está sozinho, seus filhos não estão com você?
—Tão com a mãe, em La Plata. A casa onde a gente morava é bem maior.
—E você não está em La Plata?
—Não, tô aqui na Capital, acho que bem pertinho de você.
Tava sozinho, de quarentena, morava perto, o que mais eu podia querer?
Levanto pra fechar a porta que meu marido tinha deixado aberta, e quando volto pra frente do notebook, falo pra ele:
-Antonio, queria te ver. Digo, pessoalmente, não por uma tela.
—Eu também gostaria de te ver — ela concorda.
—Olha que já não sou mais aquela mina de 23 anos, casei, tive um filho, tô bem rodada.
-Kkkk...- ela ri -Eu te vejo gostosa como sempre-
Com isso ela me comprou.
—Além disso, os anos não passaram só pra você, eu já fiz 50 — acrescenta.
— Eu te acho uma gostosa... —
De volta, a gente voltava a ser quem éramos em 2003, como se tivesse viajado no tempo, e se encontrasse depois de ter transado a noite inteira. O encontro que ficou pendente pra gente.
Me passa o endereço dela. Em Palermo. Beruti e Áustria.
Quando você quiser", adiciona na mensagem. Sem pressão.
Arrumei tudo pra vê-lo naquela mesma tarde. Peguei o CUHC, imprimi, botei no para-brisa, e com a desculpa de que tinha que visitar um sócio que tinha sofrido um acidente de carro, fui pra casa dele. Depois de 15 anos, a vontade de vê-lo parecia aumentar a cada minuto.
Combinamos que quando eu chegasse perto, eu ligava pra ele, aí ele descia e me fazia guardar o carro na garagem do prédio dele.
Ainda estava a uns metros, quando vejo ele já com o portão aberto. Tava de roupa de academia, um pouco mais encorpado do que quando conheci ele, grisalho, com menos cabelo, mas ainda assim com aquele charme maduro que me é tão irresistível.
Entro com o carro, ele fecha o portão e sobe no banco do carona. Tiramos as máscaras, nos olhamos e sorrimos. Ninguém fala nada. Sou eu quem quebra o silêncio:
-Então, onde é que eu estaciono?
Então me manda descer pela rampa e virar à esquerda. Deixo o carro na vaga marcada com o número do apartamento dele, desligo o motor e a gente desce.
Caminhamos até o elevador, mas no meio do caminho eu paro e falo pra ela:
—Antonio... — ele se vira, e então eu me penduro no pescoço dele e beijo a boca dele.
—Tava com vontade de fazer isso desde que a gente conversou hoje de manhã — falo pra ela.
Ela envolve minha cintura com os braços, me apertando contra o corpo dela, e me fode com força.
Nos beijamos até ficar sem fôlego, ali, no meio da garagem.
Depois, de mãos dadas, subimos pro apartamento dela.
Assim que entramos, continuamos de onde paramos três andares abaixo.
Sem parar de nos beijar e de nos tocar, caímos num sofá macio que, naquele momento, com o corpo do Antonio por cima do meu, me parece o lugar mais confortável do mundo.
Manoeio a braguilha dele, apertando, amassando, sentindo como ela se alarga com meu assédio. Adoro que ele esteja tão duro, que a calça dele inche desse jeito por minha causa.
Eu desço o zíper e meto a mão. Como eu adoro sentir aquele calor, aquela umidade, aquela turgência que é tão gostosa ao toque!
Não lembrava que o Antonio era tão bem dotado, tinha sido uma boa transa, sim, mas em questão de tamanho, com o tempo a gente acaba esquecendo.
Não consigo lembrar de todas as pirocas que eu como!
Tiro ela pra fora e esfrego ela por todo o comprimento, sentindo a pulsação, o ritmo com que ela palpita, o ardor que impregna a pele dela.
Vou descendo, me jogando no chão, com ele deitado no sofá, chupo ele com toda a vontade, esfregando no meu rosto, nas bochechas, no nariz, sobre os olhos, nos lábios, beijando, lambendo, cheirando, ficando em êxtase com aquele cheiro que me preenche e me embriaga.
Os suspiros que ela solta, o tremor das pernas dela, os gestos que faz, saber que sou a causa de todas essas reações, me excita ainda mais.
Tiro os sapatos dela, arranco praticamente a calça junto com a calcinha, e, enfiando-me entre as pernas dela, faço um banquete com os ovos dela. Chupo eles, mastigo eles, segurando-os no meu paladar pra sentir na palma da minha língua aquela fervura excitante que promete as mais suculentas delícias.
Deslizo até a ponta, beijando e lambendo cada pedaço, cada parte, chupando essa fonte inesgotável de prazer que se ergue soberba e enorme.
Levanto e tiro minha roupa, me mostrando, me exibindo, enquanto ele pega no pau e bate uma, me olhando fascinado.
Quando já tô pelada, ele levanta pra pegar camisinha. Quando volta, já tá colocando uma.
Me deito de costas no sofá e abro as pernas, esfregando minha buceta de um jeito provocante, enfiando os dedos, beliscando o clitóris, desesperada pra sentir ele dentro de mim.
Com pena, ela se ajoelha na minha frente, esfrega a pussy em mim toda, e mete devagar, sem pressa, apesar da urgência que nós dois sentimos.
Desculpa entrando e aperto meus peitos, amasso eles, tentando canalizar essa fervura que, do pau dele, se espalha pelo meu corpo todo.
Quando tá tudo dentro, a gente suspira junto.
Apoio as pernas nos ombros dele, me seguro nos braços dele, e me empurro contra ele uma e outra vez, me enfiando na pica dele.
O prazer é imediato, uma onda que me pega e me mergulha num turbilhão de emoções intensas e perfumadas pra caralho.
Deslizo uma mão entre minhas pernas e estimulo meu clitóris, me entregando de vez, agora sim, à virilidade dele.
O Antônio me segura pelas pernas e começa a bombar forte em mim, quase com violência, como se tivesse guardado essa foda desde a que a gente teve há quinze anos.
Minha umidade espirra em nós a cada pancada, a cada enfiada, a cada uma dessas penetrações que ele me aplica num ritmo devastador.
Segundo ela me contaria mais tarde, não dava uma foda desde antes do início da quarentena.
No final de fevereiro ele tinha encontrado uma mina que conheceu no Tinder, uma transa que prometia revanche, mas aí chegou a pandemia e eles nunca mais se viram, então todos aqueles meses de confinamento e abstinência ele tava descontando em mim.
Eu feliz, óbvio, o que mais quero é ser comida com essa vontade, com essa intensidade, com essa urgência de alívio que nem todas as gozadas juntas parecessem bastar.
Agora a gente se mexe junto, se chocando um contra o outro, se batendo, se incendiando de prazer. As penetrações dele ficam mais violentas, mais rápidas, mais fundas. A dureza e o volume também aumentam, pelo menos é o que me parece, porque sinto ele mais duro e mais grosso do que antes.
Meu orgasmo chega antes do dela, uma explosão que me deixa tipo em transe, sem conseguir me mexer ou falar uma palavra sequer.
Antonio continua me comendo por um bom tempo, até que ele também goza, se juntando ao meu êxtase e aos suspiros de prazer que não consigo segurar.
Ela desaba sobre mim, e ali ficamos nós dois, a cabeça dela no meu peito, curtindo esse prazer que compartilhamos e estimulamos um no outro.
Parece até mágico, como se o tempo não tivesse passado e a gente tivesse prolongado aquela noite que passamos juntos. Mas eu já não tenho 23 anos, tenho 38, e ele já não tem 35, e sim 50, embora pro prazer esteja tudo igual como naquela época.
Ela se levanta, tira a camisinha cheia de porra e me estende a mão. Eu seguro e me levanto, puxada de leve por ela.
Ele me beija e me leva pro quarto dele. A gente se joga na cama e volta a se chupar igual uns loucos, metendo a mão até nos cantos mais impossíveis.
Desde que a gente comeu no sofá da sala até se jogar na cama, a pica do Antonio ficou bem dura, com aquela grossura que promete satisfações ainda maiores.
Chupo ela sentindo por dentro aquele fervor, aquela ebulição que clama por uma segunda e quem sabe até uma terceira descarga.
Quando eu solto ela, toda babada, Antonio pega um preservativo na gaveta do criado-mudo e coloca. Até lá ele tinha ido quando levantou do sofá e voltou colocando um.
Subo em cima dela e me enfio nela, parafuso bem fundo, apertando minhas pernas em volta do corpo dela pra sentir com mais força, enquanto as mãos dela tomam conta dos meus peitos, enchendo eles de dedos, de tão forte que aperta.
Eu me movo devagar, deslizando por todo o pau dele, chegando bem até a base, até a raiz do prazer, me enchendo com a carne dele, com o sangue dele, com as veias dele, com toda essa virilidade que, emergindo do passado, voltava pra me satisfazer.
De novo sou a primeira a gozar, com muito mais intensidade que antes, sentindo minhas bochechas e testa queimando, e como todo meu corpo é tomado por um espasmo que me cega por um brevíssimo instante.
Enquanto fico ali, agonizante e desfalecendo, Antonio se levanta e lambe as gotinhas de suor que escorrem entre meus peitos.
Enrolei meus braços em volta da cabeça dele e o aconcheguei no meu peito, suspirando calma e gostosamente, desfeita de prazer. Daquele prazer que ele acabou de me proporcionar.
Ela me deita de costas, abre minhas pernas e chupa minha buceta. Bom, chupar é um eufemismo, porque o que ela faz ali embaixo não tem descrição possível.
Depois, ele me vira de bruços e passa a língua por todo o meu rego, de cima a baixo, mordendo minhas nádegas, soprando naquela fresta onde se escondem meus atributos mais íntimos.
Eu mesma me ponho de quatro e rebolo a bunda, tentadora e provocante, chamando ele de volta pra arena.
Ele me segura então com uma mão na cintura, enquanto com a outra guia seu artefato Todo-Poderoso em direção ao centro da Glória.
Fico emocionada de novo ao sentir ele entrando em mim, e tremo daquele jeito que mostra o quanto eu adoro me sentir cheia, preenchida de pica.
Ele me segura também com a outra mão e me come por trás, impetuoso, penetrante, invasivo.
Meus joelhos não aguentam as investidas, então caio de cara no colchão, desabando sob o peso do corpo do Antônio. Ele continua colado nas minhas costas, sem parar de bombar, de empurrar uma e outra vez contra minha bunda, até que numa dessas, quando escorrega entre minhas coxas, seguro a pica dele e, em vez de colocar de volta onde estava, enfio no meu cu.
—Fiquei com vontade de você fazer aquilo em mim... — confesso pra ele.
Antonio sorri satisfeito, e não sei se é ele que empurra ou se minha buceta que suga, mas logo toda a pica dele encontra um alojamento confortável no meu buraco mais apertado.
Deixa ela ali por um momento, como esperando meu interior se moldar à forma dela, ao tamanho dela, e aí sim, me come como Deus manda.
Ela tá em cima de mim, me envolvendo com as pernas, me moendo entre as nádegas, me levando montado na vara dela pra uma nova explosão de prazer. Dessa vez mútua, recíproca, compartilhada.
Consigo sentir no esfínter a fervura, o calor, a fluidez pelo forro. Nós dois gememos e suspiramos, nos entregando a um prazer imenso, imponente.
Ficamos exaustos, acabados, ensopados de suor.
Aos poucos vamos recuperando o ritmo normal das batidas. Antonio se levanta e volta logo com um par de taças. Adoro ver ele indo e vindo pelado, com a rola meio sonolenta, mas ainda assim de bom tamanho, balançando entre as pernas dele.
Brindamos e bebemos um delicioso vinho branco.
—Você vai ficar pra jantar? — ela me pergunta.
Imagino que depois do jantar, ela também vai querer a sobremesa.
—Ficaria a noite toda, mas não posso — respondo pra ela.
E é verdade, tô falando sério, se pudesse eu ficaria aqui transando até o amanhecer, igualzinho a quinze anos atrás.
—Claro, teu marido, teu filho... — ela se resigna.
—Mas a gente pode se ver de novo — lembro, levantando meu copo e brindando com o dela — Todas as vezes que a gente quiser, se você me convidar, claro.
—Você sempre é convidada — ele me garante.
Ela se aproxima e me beija, bem, a gente se beija, porque eu também me afundo na boca dela, procurando a língua dela com a maior avidez possível.
Foi assim que Antonio chegou do passado, pra fazer parte do meu futuro...







































































20 comentários - Chegou do passado...

Parece prometedor. Espero que cuentes de más encuentros.
Ufff...que ganas de cogerte asi. Mandame MP y la vamos a pasar bomba
Exelente, las palabras están de más dos una genia, te dejo mis 10 puntos y felicitaciones 👏👏👏👏👏
quee linda cuarentena.... como me gustaria vivir en palermo pero vivo en nuñez podrias venir hacerme algo para tu trabajo
Tu marido lo cornudo le queda chico, ya es un puercoespin gigante ahora, por el tamaño de los cuernos y la cantidad.
Espectacular como narras ,nos transportass al garche con tus palabras.excelente post.
terrible marita tu relato yo soy de zona sur que lastima.subi fotos bebe
¿Pero cuantos sementales tienes en la cuadra? jajajaja
Buen relato. Yo con 50 ya no doy para dos seguidos jaajajajj
Excelente relato como siempre!!!y me haces volar la cabeza,al final la cuarentena no pudo contra vos y tus aventuras jaja
Hermosísimo relato, excelente como siempre, faltó la foto, cómo cereza de semejante postre!!!
Hermoso, acogedor relato, que solo por inercia eleva el musculo hasta ahora distendido.
me da mas curiosidad conocelro a tu marido que a vos jajajaj. por lo menos hacele un seguro de retiro asi se va con algo mas, porque por ahora lo unico que se esta llevando son las guampas jajaj
Me encantan los relatos de este pedazo de hembra y la vdd si me gustaría un vídeo de cómo coge la muy puta