Como descobri que minha irmã adora meu pau (Parte VIII)

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Agora sim, deixo vocês com a oitava parte do relato.

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Capítulo 8

Clara se jogou na minha boca e eu enfiei a língua até a garganta dela. Era assim que minha irmã me deixava desesperado. Uma das minhas mãos foi para a nuca dela, deslizando pelo cabelo sedoso, enquanto a outra se plantava na bunda dela. Firme, macia ao toque e quente como se fosse ferver, era isso que meus dedos sentiam ao apalpar. Minha outra mão também desceu para se deliciar com aquela maçã.
— Que pedaço de raba que você tem, irmãzinha! — falei, me afastando dos lábios dela por um instante para dar esse elogio.

Dei um tapa na bunda dela que dava pra ouvir do quarto dos meus pais, mas graças às benditas pílulas pra dormir, era impossível que isso acontecesse. Deixei minha mão grudada na bunda dela, feito um coala agarrado na sua árvore favorita. Era óbvio que Clara tinha gostado daquilo, porque aumentou a intensidade dos beijos.

O corpo dela estava colado no meu, e minha ereção tinha ficado bem embaixo da virilha dela. Clara começou a se mexer devagar, mantendo a pressão no meu pau por cima da minha cueca, que já tinha começado a ficar molhada por causa dos fluidos que escorriam da rachadinha da minha irmãzinha.

Ficamos assim por um bom tempo, curtindo nossos corpos e esticando o momento o máximo possível. Mas ela já tinha decidido que era hora de avançar. A mão direita dela finalmente desceu até minha cintura e começou a puxar minha cueca pra baixo, pra entrar em contato direto com meu pau.

Uns segundos depois, ela se desgrudou da minha boca e começou seu trajeto. até o tesouro que eu tanto desejava, e que agora estava entregue em uma bandeja de prata só para o meu prazer.
A cabeça dela finalmente se alinhou com minha virilha e terminou de me despir. Minha pica ficou livre e se ergueu em toda sua glória. Clara recuou alguns centímetros, os olhos brilhando. Era uma garota que encontrava seu doce favorito depois de economizar por uma semana para comprá-lo.

— Sabe quanto tempo fiquei fantasiando com esse momento?
— Muito?
— Muito. — A voz dela transbordava desejo.

Ela deu uns beijinhos na cabeça da pica e depois a colocou na boca. A língua dela brincava comigo, me provocando tremores de prazer a todo momento. Uma das mãos segurava firme o tronco, subindo e descendo alguns centímetros. De vez em quando, ela dava uma lambida, para depois enfiar minha pica de novo na boca.

Ela ainda estava com a fantasia, nem tinha tirado os óculos, e eu agradecia aos deuses do sexo por isso. Toda a putaria do mundo estava na minha cabeça ao vê-la vestida assim. Os lábios dela avançavam cada vez mais, até chegarem na metade da minha pica. Ficou assim por uns segundos e depois se afastou para respirar.

— Me ajuda com isso, maninho? — Ela perguntou, com o mesmo tom que usaria se estivesse me pedindo para alcançar algo numa prateleira muito alta.

— Com o quê? — Minha cabeça estava fora do ar. Mal entendi o que ela disse.

— Com isso. — Respondeu, dando uma nova lambida no tronco. — Quero ela toda na minha boca.

Fiquei de boca aberta com essa declaração. Filha da puta. A expressão dela era completamente séria. Ela tinha se desafiado e não ia mudar de ideia. Mas não é como se eu fosse recusar.

A única coisa que fiz foi ficar de pé e me colocar ao lado dela.

— Quer ela toda, então? — Perguntei, me erguendo em toda minha altura acima dela.

Clara me olhava sentada na cama, os olhos cheios de desejo atrás dos os óculos dela.
—Sim, maninho. Essa puta quer que você meta tudo na boquinha dela. — Respondeu com um tom quase infantil, que só aumentava mais meu tesão. Ela ter se chamado de puta me surpreendeu, mas era óbvio que minha irmã não tinha problema nenhum em ser chamada assim.
— Ah, é? Então se segura onde der, porque vou enfiar até a garganta, sua puta.
Os olhos dela brilharam quando aquela última palavra saiu da minha boca, ela tava excitada por eu ter dito isso.
— Dá tudo pra mim, maninho. Dá pra sua puta.
Ela abriu a boca o máximo que pôde e começou a tirar os óculos quando eu segurei a mão dela.
— Deixa eles.
— Você gostou que eu coloquei, né? — Perguntou com um sorriso safado.
— Me dá um tesão danado ver como fica em você.
— Acho que vou usar mais vezes...
Não conseguiu terminar a frase porque eu tratei de ocupar a boca dela. Peguei a cabeça dela com as duas mãos e forcei ela a começar a engolir meu pau. Deixei por uns segundos e depois tirei pra deixar ela respirar normal.
— Que bruto você é! — Reclamou quando recuperou o ar, mas o sorriso dela entregava. — Faz de novo!
Não precisei de muito incentivo. Peguei os rabinhos de cavalo dela com as mãos e enfiei meu membro de novo na boca dela, que tava aberta de ponta a ponta, dando boas-vindas ao meu pau. Dessa vez fui mais devagar, pra dar tempo dela ir se acostumando aos poucos.
Depois de todas as vezes que tive que deixar ela e as amigas dela ditarem o ritmo, não conseguia evitar de aproveitar que era minha vez de usar as mãos e forçar ela a seguir meu ritmo.
— Relaxa a garganta, irmãzinha... Assim, devagar... Vai que tá indo bem.
Já tinha enfiado três quartos do meu pau quando ela me bateu na perna com os braços. Atendendo ao pedido, me retirei pra liberar a boca dela e deixar ela respirar de novo.
Um som de ofegância encheu o quarto, enquanto Clara dava longas tragadas de ar. controlando a respiração. Algumas lágrimas escorriam dos olhos dela pelo esforço que fez.
—Você foi mais longe dessa vez. Muito bem! —elogiei com um sorriso. —Que putinha gostosa você é!
—Agora sim, maninho… até o fundo. —Conseguiu falar entre tosses. —Toda.
—Como você adora engolir, putinha… —Eu tinha aproximado meu pau de novo da boca dela. —Te excita tanto assim?
—Você não faz ideia do quanto isso me deixou. —Ela levou uma mão até a própria entrepernas enquanto me batia uma punheta com a outra. —Olha. —Levantou a mão.
Os dedos dela brilhavam, molhados dos fluidos que a buceta dela soltava. Na sequência, ela se levantou e aproximou a mão da minha boca, enfiando os dedos para eu me deliciar com o gosto. Era o néctar dos deuses. Lambi os dedos dela até o último vestígio dos fluidos ficar na minha boca.
—Que delícia que você tá, maninha… me dá mais um pouco?
—Não, primeiro as prioridades.
Dito isso, ela se abaixou de novo para chupar meu pau. Dava pra ver que ela tinha pegado o jeito, porque agora tava avançando com mais facilidade. Em questão de segundos, alcançou a metade do meu tronco.
Foi nesse momento que eu segurei a cabeça dela de novo com as mãos e comecei a empurrar. Centímetro por centímetro, aproximei meu corpo do rosto dela. Fiquei impressionado com o controle que ela tinha pra segurar os reflexos da garganta. Não fazia ideia de onde minha cabeça tinha chegado, mas claramente tava bem fundo.
Finalmente, o desejo dela se realizou. O nariz dela encostou no meu corpo. Eu tinha enfiado o pau inteiro na garganta dela. Não sabia quem ia aguentar mais: se eu sem gozar ou minha maninha com o pau inteiro enfiado até o fundo.
Com medo de que ela ficasse sem ar, comecei a tirar meu pau na hora. Uns segundos depois, as tosses da minha irmã ecoaram, enquanto ela lutava pra pegar um pouco de ar. As lágrimas cobriam as bochechas dela, e um monte de saliva brilhava no meu pau e escorria pelo rosto dela até cair no chão, mas a expressão no rosto dela era de orgulho.
—Aaaaaaah! Finalmente! —Ela exclamou, como quem finalmente conseguiu o que queria. Chego em casa depois de um longo dia de trabalho e me acomodo na minha poltrona favorita.
—Não sabe há quanto tempo eu queria fazer isso!
—Uffffff… Isso sim foi intenso! Não esperava que você enfiasse tão fundo.
—Viu? Tive que segurar umas ânsias, mas engoli tudo.

A expressão no rosto dela me fez sorrir. Parecia uma garota orgulhosa por ter passado numa matéria que tinha dado trabalho pra caralho por um tempão.

—Vem cá, irmãzinha, deita aqui. —Falei, apontando pra ponta da cama. —De barriga pra cima.

Clara se aproximou obediente e se deitou na cama com as pernas viradas pra cabeceira e a cabeça pros pés, perto da minha rola. Abriu a boca mais uma vez, louca pra receber minha rola de novo.

Em vez disso, resolvi aproveitar a chance pra fazer com minha irmãzinha algo que tava planejando há um tempo. Peguei ela pela cintura e levantei até a buceta dela ficar na altura da minha boca, e finalmente enfiei minha cara naquela área tão quente e molhada.

Minha irmã superou a surpresa de se ver naquela posição e enfiou minha rola na boca dela pra completar aquele sessenta e nove enquanto estávamos de pé no meu quarto. Ela era tão leve que praticamente não me afetava ter que segurar ela nos braços.

Ela tinha ficado muito excitada quando fez aquela garganta profunda em mim. Quando minha língua entrou em contato com o interior da minha irmãzinha, foi como enfiar a cara num forno no máximo. Aproveitei o momento pra explorar cada cantinho daquela buceta maravilhosa, tanto por dentro quanto por fora, provocando gemidos fortes toda vez que eu roçava o clitóris dela com a língua.

Um tempo depois, Clara me deu outro tapinha leve na perna, então me inclinei de novo sobre a cama pra deixar ela cair devagar. Minha irmãzinha era tão viciada que durante todo aquele movimento não tirou a boca da minha rola!

Podia ter ficado ali de pé a noite toda enquanto ela continuava me chupando, mas tinha outro lugar do corpo dela onde eu queria me meter. Parecia que minha Minha irmã tinha lido minha mente, porque finalmente desocupou a boca dela.
—Já tá pronto, maninho? Vai meter tudo em mim? —Ela perguntou, me olhando da cama, com os óculos ainda bem colocados e os olhos brilhando de tesão pela ideia de sentir meu pau enterrado até o fundo.
—Claro que sim, maninha. É todo seu.
Clara mudou de posição, tirou a calcinha fio dental num piscar de olhos e abriu as pernas, apontando a rachinha rosada e encharcada direto pra mim. Só faltava colocar um tapete vermelho dando boas-vindas pro meu pau.
Fiquei olhando pra ela por uns segundos. Queria gravar aquela imagem na memória: o rosto da minha irmã aparecendo por trás, a boca curvada num sorriso que mostrava toda a ansiedade e excitação dela, e a buceta dela brilhando com os sucos que escorriam.
Finalmente me aproximei de novo da cama e comecei a passar a ponta do meu pau por fora da buraquinha dela.
—Toc, toc… Tem alguém em casa? —Perguntei de brincadeira, dando umas batidinhas com meu membro.
—Anda logo, filho da puta! —Respondeu entre risadas. —Para de se fazer de rogado e mete!
—Ah, posso entrar então? —Mais umas batidinhas na buceta dela.
—Por favor, mete logo que não aguento mais! —A cara dela sofria de ansiedade por sentir tão perto de entrar e eu tomar todo o tempo do mundo pra brincar.
Já tinha chegado de joguinhos. Coloquei a cabeça do pau na entrada dela e comecei a penetração de uma vez por todas. Clara fechou os olhos e soltou um suspiro de prazer.
Minha irmã fervia por dentro. O calor que me envolvia era impressionante, sem falar no quanto ela tava molhada. Parecia que tinha um centro de águas termais lá dentro. Tava tão apertada que parecia que uma sucuri tinha se enrolado em volta. Mas todas essas sensações só serviram pra me incentivar a entrar cada vez mais fundo.
Quando cheguei na metade, ela abriu os olhos e encontrou os meus, que se deliciavam com as expressões de prazer que apareciam. no rosto dela.
-Isso, irmãozinho, até o fundo... Quero ela toda, por favor... -Ela me incentivou, e eu não pude fazer outra coisa senão continuar meu avanço.
Com cuidado, sem me apressar, pra dar tempo pra Clara se acostumar, entrei centímetro por centímetro naquela buceta que eu tanto gostava.
No final, atendi ao pedido dela. Me inclinei pra frente e aproximei meu rosto do dela. Era um espetáculo ver os olhos dela bem abertos. Claramente era a primeira vez que ela sentia um pau tão grande dentro dela.
Ela tentou dar umas duas respiradas fundas, mas eu aproveitei aquele instante pra beijar ela bem intensamente. Toda a luxúria que a gente sentia naquele momento se transformou numa luta de línguas.
Ainda não tinha começado a me mexer, mas quando minha irmã cruzou os braços atrás de mim e o corpo inteiro dela tremeu de leve, ficou óbvio que ela já tinha gozado pela primeira vez.
-E isso que eu nem comecei a me mexer. -Falei no ouvido dela, num tom de brincadeira.
-Então começa a se mexer, filho da puta. -Ela respondeu ofegante, a voz cheia de desespero.
Continuei parado por uns segundos, deixando ela respirar, e depois comecei a recuar devagar uns centímetros, pra depois entrar de novo. Era um ritmo lento, mas sem pausa, sem deixar minha irmãzinha relaxar em nenhum momento.
Tirei meu peito do dela pra ter mais espaço de movimento e aumentei o ritmo. Clara reagiu aumentando o volume dos gemidos, enquanto as mãos dela se agarravam aos lençóis como se fossem uma boia salva-vidas.
Fiquei de pé na frente da cama e arrastei minha irmã até a cintura dela ficar na borda. Mais uma vez penetrei ela, dessa vez com mais força, o que fez minha irmãzinha soltar todo o ar dos pulmões num gemido longo.
Quando cheguei no fundo, abracei ela pelas costas, ela envolveu meu pescoço com os braços e eu levantei ela. Minha irmã cruzou as pernas por atrás de mim e nos beijamos com paixão enquanto meus quadris acompanhavam o movimento dela. Quis olhar nos olhos dela, mas ela os tinha fechado e jogado a cabeça para trás, ofegando de prazer.
Se eu precisava de algo para fazer minha cabeça explodir de vez, era vê-la naquela posição. Não tinha como não me excitar tendo ela assim! Era hora de meter de verdade.
Deitei ela de novo na cama e virei ela de costas. Ela me olhava com a respiração ofegante, esperando pra ver o que eu ia fazer em seguida.
— Fica de quatro, irmãzinha.
Clara sorriu com meu pedido e, obediente como uma boa aluna, se posicionou na cama, se oferecendo pra eu enfiar meu pau mais uma vez.
— Morde isso. — Falei, oferecendo uma camiseta minha. Minha irmã virou a cabeça enquanto estava na mesma posição.
— Pra quê? Os velhos estão dormindo e não vão perceber nada.
— Sim, mas não quero que os vizinhos ouçam. — Respondi, colocando minha glande na entrada da boceta apertada e muito molhada dela. Os olhos verdes dela brilharam de tesão com minha explicação.
— Me arrebenta então, cara. Me parte no meio. — Foi a última coisa que minha irmã disse antes de enrolar minha camiseta e usar de mordaça.
Segurei firme o corpo dela pela cintura e, pela enésima vez, minha glande entrou naquele paraíso, avançando devagar até entrar por completo. Depois de conseguir, recuei de novo, deixando só a ponta dentro dela. Esperei um segundo até minha irmã virar o rosto para me questionar com o olhar.
— Se segura firme, irmãzinha. — Falei, antes de enfiar tudo de uma vez.
Se ela não estivesse mordendo minha camiseta, provavelmente teriam descoberto o que estava rolando até do outro lado da cidade. Castiguei minha irmã daquele jeito várias vezes, dando alguns segundos entre cada metida. Por sorte, ela já estava bem mais aberta do que no começo, então encontrei bem menos resistência pra entrar.
— Gostou disso? — Perguntei, enquanto Minha irmã lutava para retomar o controle do próprio corpo, que tremia diante do novo orgasmo que tinha experimentado. Ela só conseguiu balançar a cabeça algumas vezes, sem ter tirado a mordaça improvisada e sem que eu tivesse tirado meu pau de dentro dela.
Eu esperava a respiração dela se acalmar quando ela mesma recomeçou o vai e vem que tanto prazer causava nos dois. Clara marcava o ritmo, e eu a acompanhava com minhas mãos, ajudando-a a sentir toda a extensão do meu pau dentro dela.
Fomos aumentando o ritmo até que chegou minha vez de comandar as ações. Clara soltou a mordaça por um instante para me incentivar uma última vez antes que a tempestade se soltasse.
— Sua puta que te pariu, cara! Eu te falei para me partir ao meio! — A ordem dela foi uma sentença de morte para a pouca capacidade que restava de controlar o corpo dela.
Olhei para ela, surpreso com o tom, mas a filha da puta sorria e me piscou o olho quando colocou minha camiseta de volta entre os dentes. Se ela queria guerra, guerra ia ter.
Coloquei uma mão na cintura dela, agarrei os dois rabinhos de cavalo com a outra e enfiei até o fundo sem aviso, começando a meter com tudo sem me importar com mais nada. Agradecia ter sido precavido o suficiente para usar algo para silenciar minha irmãzinha, porque senão até meus pais teriam acordado com os gritos dela.
Clara estava irreconhecível, se agarrava aos meus lençóis como se a vida dela dependesse disso. Já tinha perdido a conta, mas os tremores percorreram o corpo dela várias vezes, e pelas coxas dela já corria uma boa quantidade de líquido. Tinha certeza de que ela tinha gozado mais de uma vez.
Mal tinha controle do corpo, e os óculos dela tinham ido parar no chão fazia um bom tempo. Mas a buceta dela continuava tão quente quanto no primeiro momento, e eu me sentia no paraíso. Estava me custando horrores não gozar, e já era hora de me dar o gosto.
— Onde você quer, Irmãzinha? — perguntei entre minhas ofegadas. — Quer na cara?
Clara continuava mordendo minha camiseta, mas simplesmente balançou a cabeça negando como resposta. Só me vinha outra opção naquele momento, que levou minha putaria até a estratosfera. Será que ela era tão filha da puta a ponto de querer aquilo?
— Quer dentro? Sério?
Já não aguentava mais, e vê-la concordar foi o sinal que meu pau estava morrendo de vontade de saber. Soltei o cabelo dela e agarrei sua cintura com as duas mãos. Enfiei o mais fundo que pude, fiz um último esforço para meter o mais rápido possível, e com um forte grunhido deixei que tudo que eu vinha segurando há dias se derramasse dentro da minha irmã.
Meu pau deu vários espasmos, acompanhados por ondas de prazer que invadiam minha cabeça e nublavam minha mente. Foi o melhor orgasmo que já tive na vida e parecia eterno.
Minhas pernas cederam e me deixei cair ao lado da minha irmã. Assim que meu pau saiu do corpo dela, um jato fortíssimo jorrou dela, molhando todo o chão na frente da minha cama, quase chegando na parede.
Mesmo sem ter largado o pano da boca, uma série de uivos saiu da boca da minha irmã a cada sacudida que seu corpo sofria, embora a intensidade fosse diminuindo. Quando a gozada dela terminou, ela estava chorando feito uma desgraçada, enquanto seu corpo ainda tremia como se estivesse passando frio na Antártida.
Me aproximei mais dela para abraçá-la. Meus braços a envolveram por cima dos peitos, ainda cobertos pela camisa. Exceto pela calcinha fio dental e os óculos, que tinham se perdido no caminho, ela continuava com a mesma roupa de quando entrou no meu quarto.
— Irmãzinha? Tá bem? — perguntei baixinho, enquanto acariciava o corpo dela.
— Acho que sim. — respondeu, num tom que mal consegui ouvir.
— Tem certeza?
— Sim... só preciso descansar um pouco. — Ela parecia completamente exausta.
Ficamos alguns minutos na mesma posição, ela afundada nos meus braços, com as costas dela apoiadas no meu peito e meu rosto enterrado no cabelo dela. Dava pra sentir um perfume doce que enchia meu nariz, e que me chamava pra deixar minha cara ali pelo resto da noite. Aos poucos, eu ia sentindo o cansaço tomar conta do meu corpo, quando a voz da Clara voltou a chegar nos meus ouvidos.
—Quando eu te falei pra me partir ao meio, não foi no sentido literal. Você é uma besta. —Ela estava de costas pra mim, com o olhar fixo na parede do meu quarto, mas não parecia que tava me recriminando, muito pelo contrário. —Tô sentindo a buceta em brasa ainda, se você encostar aí, eu morro.
—Deixa eu ver… —Falei em tom de brincadeira, fingindo que ia levar minha mão de novo na buceta dela.
—Para, idiota! Tô falando sério. —Ela me deu um tapinha leve no braço pra eu parar com a piada. —Em alguns momentos, acho que quase desmaiei, não entendia nada. A única coisa que eu sabia era que você tava me fazendo voar de prazer, nem lembrava onde tava... A vida escapou pela minha buceta de tão forte que eu gozei.
Por sorte, minha irmã não podia ver minha cara naquele momento, porque eu tava com um sorriso de idiota completo. Ela tinha deixado meu ego nas nuvens ao ouvir tudo que eu tinha provocado nela. Naquela hora, eu podia ter encarado o Mike Tyson no auge e dito que ia encher ele de porrada se quisesse.
Em vez disso, preferi ficar quieto, porque sabia que minha irmã ia me mandar pra merda se eu deixasse meu ego atrapalhar um momento desses.
No meio do silêncio, eu sentia que podia cair no sono a qualquer hora. Mas essa era a pior ideia do mundo. Minha irmã ainda tava com a fantasia de colegial, eu abraçava ela pelado, e meu quarto tava uma zona. Se nossos pais nos encontrassem assim, não tinha jeito de sair ileso.
—Clara... Clara... Acorda! —Tive que sacudir ela por uns segundos, ela tinha realmente dormido. — Qual foi? —Falei, com a voz de quem mal conseguia manter os olhos abertos.
— A gente precisa limpar isso. —De repente, me toquei do cheiro que tava no meu quarto. Cheirava a sexo, puro e pesado. — E a gente tem que tomar banho, se os velhos chegarem e nos verem desse jeito, a gente tá ferrada.
— Cê tem razão! —Falou, arregalando bem aqueles olhos verdes. Olhou pro próprio corpo e percebeu que ainda tinha gozo dentro dela. — Me dá alguma coisa pra me limpar, senão vou continuar sujando o chão todo.
— Ei, você se cuida, né? —Perguntei enquanto passava uns lenços descartáveis pra ela.
— Cê encheu minha buceta de porra e agora lembra de perguntar? —Se pudesse, a sobrancelha da minha irmã teria subido até o teto. — Sim, idiota. Claro que me cuido. Ou cê acha que a gente ia ser tão doida de transar sem camisinha no bar sem se cuidar de outro jeito?
— Tá bom, então...
Enquanto ela se limpava, eu me levantei pra abrir a janela do meu quarto, pra arejar um pouco o cheiro. Depois saí do quarto, ainda pelado, e fui pegar algo pra limpar o chão. Uns minutos depois, Clara e eu conseguimos disfarçar um pouco tudo o que tinha rolado no meu quarto.
— Tem que ver o que a gente faz com isso. —Falei, apontando pra minha cama. A colcha tava molhada, sem falar nos lençóis.
— Agora bota um pouco de papel toalha pra secar o máximo que der. Amanhã eu cuido disso, fica tranquilo.
— Tem certeza? —Tava na dúvida. Mesmo se a gente conseguisse secar tudo, na hora que minha mãe colocasse pra lavar, ia sacar na hora que tinha algo estranho.
— Sim, não se preocupa. Já pensei em algo antes de vir pra cá.
— Ah... então cê já tinha planejado isso há um tempão!
— Pedrinho, se você acha que eu ia aparecer vestida assim —apontou pra fantasia, que ainda não tinha tirado —no seu quarto pra gente foder como se não houvesse amanhã sem ter algo planejado pra evitar que os velhos nos descubram, então cê é maluco.
Tinha que admitir que Ela tinha razão. Fazer isso na casa dos meus velhos sem pensar no que faríamos depois pra não sermos pegos teria sido praticamente suicídio.
—Meio loucos a gente tá, ou não teríamos feito o que fizemos agora há pouco, não acha?
Esse comentário arrancou um sorriso dos dois. Clara continuou o trabalho dela e a gente terminou de secar minha cama o máximo que deu. Ainda não conseguia entender como íamos evitar que minha mãe descobrisse alguma coisa, mas eu não tinha plano nenhum, então só podia confiar na minha irmã.
—Bom, vou tomar banho. —Anunciou minha irmã, saindo do meu quarto.
Eu fiquei arrumando umas coisas e tentando ver se não tinha sobrado nenhuma evidência que pudesse nos foder no dia seguinte, quando a cabeça da minha irmã apareceu na porta.
—Vem ou precisa eu te puxar pela porra do pau pra você entender? —Perguntou num tom de brincadeira, e sumiu da minha vista.
Fiquei olhando pra porta do meu quarto por uns segundos. Meus ouvidos tinham ouvido o que ela disse, mas meus neurônios pareciam demorar uma eternidade pra fazer as conexões. Finalmente dei mais uma olhada pra garantir que não tinha esquecido nada e saí voando pro banheiro.

Quando entrei, já dava pra ouvir o barulho da água caindo no chuveiro. Puxei a cortina e me deparei com minha irmãzinha, completamente pelada, o cabelo virando uma cortina molhada descendo pelas costas, e um sorriso no rosto ao me ver entrar com ela, também nu.
—Demorou. —Me repreendeu, antes de passar os braços no meu pescoço.
Segurei ela pela cintura e levantei até os olhos dela ficarem na altura dos meus. Nossos lábios se encontraram de novo enquanto a água caía sobre a gente, tentando em vão baixar a temperatura dos nossos corpos. Me sentia tão quente sentindo a pele de Clara colada na minha, que não ia me surpreender se o banheiro tivesse ficado cheio de vapor quando entrei. A água fervente que entrava em contato com a gente.
Depois de termos matado a vontade no meu quarto, dessa segunda vez pudemos levar com mais calma. Minhas mãos voltavam a percorrer cada centímetro da pele da minha irmã, mas agora eu me dedicava a conhecê-la como nunca antes.
Ao chegar naquela bunda gloriosa, me agarrei com força para segurá-la e guiar o corpo dela em direção ao meu pau, que já estava ansioso por um segundo round. Se meu pau pudesse falar, teria gritado de felicidade por visitar de novo o interior da minha irmãzinha.
O som da água abafava parte dos barulhos que a gente fazia, mas mesmo assim tivemos que fazer um grande esforço para nos controlar. O banheiro estava muito mais perto do quarto dos nossos velhos, e por isso o risco era muito maior. Mas era uma faca de dois gumes, porque também nos sentíamos mais excitados ao saber que tínhamos aumentado as chances de sermos descobertos.
Comecei a aumentar o ritmo das penetrações e os gemidos da minha irmã aumentaram na mesma proporção. Para evitar que nossos velhos nos ouvissem, ela encostou a cabeça no meu ombro tentando silenciar os sons que emitia, mas estava cada vez mais difícil.
Já tínhamos entrado num ritmo bem intenso quando senti uma dor no meu ombro. Tentando não gritar, minha irmã tinha cravado os dentes em mim. Estranhamente, saber o que ela tinha feito e por que só serviu de incentivo para eu meter ainda mais forte.
O aumento da dor no meu ombro mais os tremores que percorriam o corpo da minha irmã foram o sinal que eu precisava para saber que tinha provocado outro orgasmo nela. Decidi dar um respiro e deixei que ela apoiasse os pés no chão de novo.
Em vez disso, ela se ajoelhou na minha frente, aproximou a boca da minha entreperna e pegou no meu pau na hora.
— Dá na boca, irmãozinho. — Disse, interrompendo o trabalho com a boca enquanto me batia uma punheta com as mãos. — Quero sentir o gosto de novo.
Clara Fez de tudo pra realizar meu pedido o mais rápido possível. Minhas pernas estavam tremendo de tão gostoso que ela tava chupando. Me segurei na cortina do chuveiro e por sorte não arranquei tudo pra merda.
–Já… já vou gozar, maninha. –Consegui falar, mesmo com muita dificuldade pra me expressar direito.
Quando ouviu meu aviso, ela simplesmente abriu bem a boca enquanto as mãos continuavam me masturbando a toda velocidade.
Com um gemido forte, descarreguei tudo que tinha. Clara logo cobriu minha glande com os lábios pra não desperdiçar nem uma gota do líquido que ela tanto queria provar. Ela não se soltou até ter certeza de que tinha saído até o último resto.
Quando isso aconteceu, ela abriu a boca pra eu poder ver o conteúdo. Depois fechou os lábios de novo, engoliu, e mais uma vez abriu a boca pra me mostrar que só a língua dela estava lá.

Uns minutos depois já estávamos fora do chuveiro, nos secando. De vez em quando eu cruzava o olhar com minha irmã, mas só sorríamos. Na minha cabeça, tentava imaginar o que poderia rolar a partir daquele momento.
Por mais que eu pensasse, era um antes e depois, e não tinha mais volta, isso era claro. Mas isso não ajudava muito a entender que passos a gente podia dar daí em diante.
Por enquanto, só optei por aproveitar as sensações que experimentei naquela noite. O que fosse acontecer, aconteceria, e eu não ia resolver nada naquele instante, minutos depois de ter gozado na boca da minha irmã.
–Clara… –Esperei ela olhar nos meus olhos antes de continuar.
–O que foi, Pedrito? –O sorriso dela me derretia. O corpo dela era um convite ao pecado, mas eu já não tinha energia pra mais nada, pelo menos naquela noite.
–Valeu. –Tinha um milhão de palavras na minha cabeça pra dizer, mas foi só isso que saiu da minha boca.
Minha irmã ficou Silêncio, os olhos verdes dela cravados em mim. Depois de alguns segundos, ela se aproximou e me abraçou.
—De nada, maninho. —Ela disse, com a cabeça enterrada no meu peito. —Valeu pra você também.
—E agora? —Era a pergunta que eu mais queria saber a resposta, e minha irmã com certeza sentia o mesmo.
—Não sei. Tô com uma bagunça na cabeça… queria dormir um mês e, quando acordar, que tudo isso tivesse se resolvido de algum jeito mágico.
—Quem dera fosse tão fácil…
—Já sei que não é tão fácil, bobo.
—Bom, agora não se preocupa tanto. Vamos dormir e amanhã, se der, a gente conversa. Agora não vamos achar a solução.
—Tem razão. —Ela se soltou do meu corpo, levantou os braços e se espreguiçou toda. —Nossa… não aguento mais. Você me deixou acabada.
—Eu? Olha como você me deixou. —Falei, apontando pro meu ombro direito. Tinha uma marca vermelha de dente perfeitamente visível. —Ainda bem que não uso regata. Não sei que porra vou falar pros velhos se eles virem isso.
—Bom, eu. Melhor isso do que terem nos ouvido, né? —Ela disse, com um tom de arrependimento.
Saímos juntos do banheiro, ambos ainda pelados. Era hora de nos despedir até o dia seguinte.
—Até amanhã.
—Até amanhã, maninho.
Nós dois deveríamos ter ido pros nossos quartos, mas continuávamos com os pés cravados no chão, nos olhando. Não sabia o que podia estar passando na cabeça da minha irmã naquele momento, mas eu não queria dar um fim àquela noite.
Não fazia ideia do que poderia acontecer no futuro, ou se tudo que tinha rolado nas últimas horas se repetiria algum dia, então uma parte de mim queria viver o máximo possível até a noite acabar.
—Bom, boa noite então.
Clara finalmente se virou e foi até a porta do quarto dela. Eu hesitei por uns momentos se ia atrás dela ou não, mas no final desisti e também fui pro meu quarto.
Minha cabeça ainda se perguntava se eu tinha tomado a decisão certa ao deixar minha irmã ir embora, mas já estava largado na minha cama e o cansaço finalmente venceu. Adormeci quase na hora.

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O toque do celular, me avisando que tinha recebido uma mensagem, me acordou no dia seguinte. Era quase onze da manhã. Dava pra ouvir uns barulhinhos leves, o que significava que o resto do pessoal já tinha levantado fazia tempo. Me sentia completamente moído, como se no dia anterior tivesse passado o dia inteiro correndo. Doíam as pernas, os braços, as costas. Considerando o que tinha rolado na noite anterior, era a melhor dor do mundo.
Agradecido por minha mãe não ter entrado pra me acordar, peguei o telefone e abri o WhatsApp. Era uma mensagem da minha irmã.Bom dia. Agora vou pegar o café, prepara a porra que eu passo pra buscar.😉.
Uns minutos depois, já tava segurando minha vontade de gozar, esperando a Clara finalmente entrar. Umas batidas na porta anunciaram a chegada dela. Me deu a impressão de que ela tava chutando, mais do que batendo com a mão.
— Cê tá acordado, Pedrinho? Posso entrar?
— Tô, pode vir.
Parecia inacreditável que minha irmã conseguia falar numa boa do corredor, sendo que minutos antes tinha me pedido pra bater uma e dar meu leite como parte do café da manhã dela.
Clara entrou como se também tivesse acordado faz pouco. Tava com um short de algodão surrado e uma camiseta velha, que claramente tinham servido de pijama pra dormir. Tava meio despenteada e com cara de cansada, isso com certeza era resultado do que tinha rolado na noite anterior.
Ela tava com uma caneca em cada mão, o que explicava os chutinhos na porta do meu quarto.
— Bom dia, irmãozinho. Dormiu bem? — Um sorriso iluminou o rosto dela ao ver meu pau bem duro, pronto pra dar o alimento matinal dela. — Já tá com meu leite pronto?
— Claro, irmãzinha. Do jeitinho que cê pediu.
Clara deixou as duas canecas na mesinha de cabeceira e na mesma hora se jogou pra chupar meu pau e pegar a porção de leite dela. Assim que terminei de entregar, ela se levantou de novo e foi pegar uma das canecas que tinha trazido.
Olhando nos meus olhos, ela observou atentamente minha cara de surpresa quando cuspiu meu leite na caneca e, na maior calma, começou a mexer com uma colherinha. Depois, levou a caneca à boca e virou o conteúdo em segundos.
— Nada melhor que um bom café com leite pra começar o dia, cê não acha? — Perguntou, se lambendo depois de tomar o café da manhã dela.
— Cê é do caralho... — Falei, devorando o corpo inteiro dela com o olhar. Como essa filha da puta sabia provocar!
— Agora a gente tem que resolver esse problema. — Comentou, apontando pra minha cama.
Só aí que eu percebi que tinha umas manchas no cobertor. A mesma coisa dava pra ver nos lençóis, e Quase certeza que alguma coisa do que rolou na noite anterior também tinha manchado o colchão. Como é que a gente ia explicar de onde tinha saído tudo aquilo, porra?

— Qual é o seu plano, mana? — perguntei, tentando manter a calma.

— Se veste, pelo menos uma calça. — foi toda a resposta dela.

Me apressei pra vestir um moletom velho que tava no meu quarto há anos e esperei ela revelar o próximo passo do plano.

— Deita de novo na cama. Agora preciso que você confie em mim. — ela completou, pegando a outra xícara que ainda tava no meu criado-mudo.

— Clara... por que caralhos você tá me dizendo isso? O que você vai fazer com essa xícara?

— Vou salvar a nossa pele, beleza?

— Sim, mas...

— Só segue o jogo. A mãe vai subir daqui a pouco.

— Como assim vai subir daqui a pouco?

— Porque ela vai te ouvir gritar.

— E por que caralhos eu vou gritar?

— Por isso.

A filha da puta jogou o café quente nas minhas pernas. Agora entendia por que ela tinha me mandado vestir uma calça. Felizmente tinha esfriado um pouco naqueles minutos desde que minha irmã trouxe, mas aquela merda doeu pra caralho mesmo assim.

— PUTA QUE PARIU, CLARA! QUE PORRA É ESSA? — gritei, levantando na hora pra tentar evitar que continuasse queimando minhas pernas.

— Desculpa! Foi sem querer! — exclamou minha irmã bem alto, pra dar pra ouvir lá de baixo. — A mãe vai chegar a qualquer momento. Não esquece de seguir o jogo. — Agora ela tinha baixado a voz, enquanto derramava o resto do conteúdo da xícara na minha cama e um som de passos apressados se aproximava pela escada.

Queria matar ela. Não deu tempo de responder que a minha velha já tinha enfiado a cabeça pela porta do meu quarto.

— Que gritaria é essa? O que aconteceu?

— Desculpa, mãe, foi culpa minha. — Clara já tinha se aproximado da minha velha com um tom de completo arrependimento. — Ia passar a xícara pro Pedro e derrubei. Ainda derramou tudo na cama. Me quero matar!
Por um momento, até eu acreditei nela, tão bem que essa gostosa tava atuando.
— Perdão, Pedrito! Juro que não fiz de propósito! — O tom dela anunciava pro mundo o quanto ela lamentava o ocorrido, mas os olhos dela gritavam bem alto pra eu continuar a encenação pra minha velha.
— Mas tu é burra, porra! Olha como deixou minha cama! — Apontei pras manchas de café que, muito oportunamente, tinham coberto as que sobraram da noite anterior. — Agora a gente tem que lavar tudo!
— Bom, eu! Também não é o fim do mundo! Se no fim das contas você vai passar a noite no apartamento, também não é que complica tanto a sua vida assim.
Abri a boca pra responder, mas minha velha se adiantou pra interromper nossa discussão apaixonada de irmãos.
— Chega, já deu! — Ela cruzou os braços, como pra reforçar a postura. — Clara já pediu desculpas, e por mais que vocês briguem, a cama não vai se limpar sozinha. Agora você vai ajudar seu irmão a limpar isso e depois colocar os lençóis e o cobertor pra lavar. — Disse, apontando pra minha irmã. — E você, Pedro, depois desce que vou te preparar um café da manhã.
Esperei o som dos passos da minha velha sumir enquanto começava a aplaudir minha irmã. Até fiz uma reverênciazinha na direção dela, em sinal de respeito.
— Você é uma gênia.
— Eu sei. — Respondeu, com um sorriso de satisfação. — Pronto, agora assunto resolvido.
— Mas pra próxima vamos ter que arrumar outro plano, porque se você ficar derramando café na minha cama toda hora, mamãe vai desconfiar.
— Bom, nem é como se a gente fosse ficar transando todas as malditas noites.
— Não, até que não, mas da próxima vez…
— Vai demorar um bom tempo até a gente fazer isso de novo, irmãozinho.
O que é que isso significava? Agora ela tava se arrependendo do que tinha rolado? Tive que segurar o volume da minha voz pra minha velha não subir as escadas de novo.
— Tá me tirando? — Perguntei depois de alguns segundos de silêncio. — Ou o quê? Vai me dizer que não gostou?
— Cê tem O cérebro na pica, moleque? Tá vendo isso? – Apontou pras manchas nos lençóis. – Sério que você acha que eu não tô a fim de fazer de novo? Pelo amor de Deus… Pensa um pouco, por favor. Foi uma delícia ontem à noite, mas se de uma hora pra outra eu ficar indo no teu apê ou você dormir aqui direto, vai ficar muito suspeito. Os velhos até podem ser velhos, mas não são uns trouxas. Vão desconfiar de alguma coisa.
– É, não… Não, cê tem razão. Melhor a gente se acalmar. – Clara ficou me olhando com uma sobrancelha levantada. – Tá bom, tudo bem, EU tenho que me acalmar.
– Agora sim. Viu que não era tão difícil? Bom, vou levar isso e depois a gente tem que preparar o almoço. – Minha irmã pegou as coisas que precisavam lavar e saiu do meu quarto.

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Nas semanas seguintes, as coisas voltaram a um certo nível de normalidade. A Erica me torturou durante a primeira semana depois que transei com minha irmã e me sugou até a última gota que eu tinha, então no primeiro domingo que voltei a almoçar em casa, nem me passou pela cabeça tentar algo com Clara.
Em outras oportunidades, tentei puxar o assunto com ela, mas toda vez que eu falava algo, Clara dizia pra eu ter paciência, que a hora da revanche ia chegar, mas que por enquanto a gente seguisse com nossas vidas normalmente.

Assim os dias foram passando, até que numa segunda-feira minha mãe me pediu se eu podia fazer o favor de levar ela e meu pai na clínica pra fazer um check-up. Nas vezes anteriores, um vizinho que eles conheciam há anos levava, mas agora ele não tava disponível e meu pai não tinha autorização do médico pra dirigir, então tive que ser o motorista.
Voltando da clínica, minha mãe me ofereceu pra ficar com eles pra jantar. Eu tava quase recusando, pra evitar qualquer tentação de ter a Clara tão perto de noite, quando ela mencionou que a Jessi e a Betty também iam estar em casa.
– Tamo celebrando alguma coisa? —Perguntei, surpreso que as minas passassem em casa num dia de semana.
—Não, mas com essa confusão toda, as minas não se viam desde o recital, então a Clara me perguntou se elas podiam vir jantar com a gente. —Explicou minha velha. —Fala, Pedrito, o que cê acha? Fica pra jantar com a gente.
—Beleza, então. —Com as minas lá em casa, ia ser impossível fazer qualquer merda, então não teria problema se eu aceitasse o convite.

Tava em casa, levando umas coisas da cozinha pra sala, quando a porta da frente abriu e entrou minha irmã, que sorria olhando algo na tela do celular. Tava vestida parecido com aquela quarta-feira que eu tinha visto ela andando na rua com as amigas, indo pro meu trampo.
A calça preta tava colada nela, e eu não via a hora de ela virar de costas pra mim pra apreciar como devia estar marcando a bunda dela. Tava com o casaco preto num braço, deixando eu ver uma camisa branca que colava no corpo, seguindo a curva da cintura e dos peitos. Tava com o cabelo solto e usando os óculos que eu tinha visto pela última vez num feriado de madrugada, quando ela se fantasiou de colegial especialmente pra mim. Resumindo, subiu o pau na hora que vi ela entrar.
—Cheguei, mãe! —Anunciou alto, sem perceber que eu tava na porta da sala, olhando pra ela.
—Oi, irmãzinha.
—O que cê tá fazendo aqui? —Perguntou ela, com um tom leve de surpresa.
—Mãe me convidou pra ficar pra jantar. —Respondi, dando de ombros.
—Ah… Beleza. —Por algum motivo estranho, ela tinha ficado meio corada.
—Aconteceu alguma coisa?
—Não, nada. Avisa a mãe que subi pra me trocar. —Falou, apressando o passo e subindo as escadas rápido.
Apesar da velocidade que ela deu nos passos, eu consegui curtir o espetáculo da bunda dela por uns segundos. Depois dessa distração, continuei com o que tava fazendo quando meu celular tocou. Deixei umas coisas na mesa. e abri o WhatsApp pra ler a mensagem da Erica.Turno de quarta ao meio-dia.Um sorriso se desenhou no meu rosto enquanto respondia a mensagem da Erica e confirmava que estaria lá.
Já estava vendo TV de boa na sala quando a voz da minha velha veio da cozinha.
— Pedro!
— O que foi, mãe? — Respondi, ainda sentado no sofá.
— Dá uma escapada no supermercado? A gente ficou sem refrigerante.
Olhei as horas, ainda faltava um tempinho pra fechar, mas era melhor me apressar, senão ia ter que ir a milhão com o carro.
— Beleza, já vou. — Levantei de um pulo e peguei as chaves do carro quando ouvi um barulho de passos descendo a escada.
— Eu vou com ele, mãe. Assim a gente faz mais rápido.
— Pode ser, me faz esse favor. Valeu, filhos.
Ainda não tinha processado o que tinha acabado de rolar, e a Clara já tinha aberto a porta de casa e saído pra calçada, esperando do lado do carro.
— O que foi? — Perguntei assim que entrei no carro e fechei a porta.
— Queria falar com você sem os velhos ouvirem e antes das meninas chegarem. — Respondeu minha irmã, enquanto eu dava a partida. — Não contei nada pra elas. Elas não sabem que é você.
Não precisava ser adivinho pra sacar o que ela queria dizer com isso.
— Ainda não contou nada pra elas? — Tava completamente chocado com isso.
Já fazia quase um mês desde que eu tinha falado com minha irmã sobre esse assunto e confessado como eu realmente ganhava a vida, e ela não tinha contado nada pras melhores amigas dela de toda a vida? Não tava fazendo sentido nenhum.
— Mas você quer que elas saibam ou não?
— Como não vou querer que elas saibam? Mas pelo chat não dá pra contar uma parada dessas. Por alguma razão você esperou a gente se ver cara a cara, né?
— Pode ser... Mas então você vai contar pra elas hoje à noite?
— Essa era a ideia, e aí a mãe te convidou pra jantar. Não sei o que vou fazer, mas você não conta nada.
— E vocês marcaram um horário pra essa quarta-feira sem você ter contado nada? — Perguntei incrédulo.
— Como assim marcamos um horário? — Clara ficou surpresa. Será que o horário não era... para elas?
- Minha chefe me mandou uma mensagem há pouco dizendo que tenho horário na quarta ao meio-dia. Não era pra vocês?
- A gente tinha conversado algo com as minas, mas justamente queria contar isso hoje antes de confirmar. – A expressão dela mudou de surpresa pra raiva – Vou matar elas! Falei pra esperarem até a noite pra confirmar!
- Bom, agora já foi. – Tentei acalmá-la. – Você que sabe se conta ou não pra elas. O horário já tá marcado, e nem fodendo que minha chefe vai devolver a grana se elas desistirem. Isso é problema de vocês.
Não era a melhor técnica pra acalmar minha irmã, mas era melhor ela ter isso em mente se pensasse em contar algo pra elas naquela noite. Não tinha chance de recuperar a grana se desistissem do horário. A Erica deixava bem claro pra qualquer um que reservasse algo no negócio dela.
O resto da viagem foi em silêncio. Chegamos no supermercado e fizemos as compras o mais rápido possível. A princípio pensei que algo podia rolar, mas era óbvio que minha irmã não tava a fim de fazer nada estranho num supermercado, ainda mais considerando que a gente tava perto de casa e podia trombar com algum conhecido.

Guardamos as coisas no carro e voltamos. Mal comecei a dirigir, minha irmã virou pra falar comigo.
- Pedro…
- O que foi?
- Já que na quarta a gente vai com as minas, que tal me dar uma amostra grátis agora? – Perguntou, com a mão já na minha virilha, abaixando o zíper da minha calça.
- Se pede assim, não posso recusar, irmãzinha. – Falei, me ajeitando pra ela tirar meu pau, pronto pra ação, da minha calça.
- Como senti falta disso! – Foi a última coisa que ela disse antes de começar o boquete.
- Melhor se apressar, que a viagem é curta.
Tentei ir o mais devagar possível, pra esticar aquilo ao máximo. Até passou pela minha cabeça parar um pouco e deixar minha irmãzinha tomar o tempo dela, mas era arriscado demais. Se algum vizinho visse a gente, não teria chance de que meus velhos não descobrissem. Felizmente os vidros eram escuros, mas mesmo assim era um risco enorme o que a gente tava fazendo.
– Já tamo perto. – Falei, pra avisar que o tempo tava acabando.
Clara sacou o recado e tentou acelerar o serviço. Dava pra ver que ela tava com vontade de me fazer gozar antes de chegarmos em casa. Ela tava me deixando louco e eu mal conseguia prestar atenção na estrada. Num momento, ela enfiou tão fundo na garganta que me fez jogar a cabeça pra trás. Quando voltei a olhar pra frente, pisei no freio.
Duas minas tavam atravessando a rua a um quarteirão de casa.

– OLHA POR ONDE ANDA, SEU IMBECIL! – Foi o grito que a Betty me deu, depois que ela e a Jessi conseguiram chegar vivas na calçada.
Clara levantou a cabeça e se sentou, bem na hora que as minas reconheceram meu carro. Jessi chegou perto pra nos interrogar.
– É você, Pedro? – Olhou pra minha irmã – O que cê tava fazendo aí embaixo, Clara?

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Espero que tenham curtido esse capítulo.

A gente se lê em breve.

Como sempre, pontos e comentários são sempre bem-vindos.

30 comentários - Como descobri que minha irmã adora meu pau (Parte VIII)

Nana por favor hacelos más seguidos y mínimo llega hasta el relato 20
paja asegurada!van 10 todo pegoteados!!!🍆💦💦😋
paja asegurada! van 10 todo pegoteados!!!😋🍆💦💦
No tengo palabras, excelente!!
Gracias por compartir
Muy lindo relato apacionante y que putita la hermana espero el proximo
Me ests matando cada capitulo. Muy buena saga
Solo esto:👏👏👏👏👏👏👏👏 excelente como siempre esperamos que siga
Sos un troesma. Van 10 y 10 más de yapa. Excelente la trama de cada uno de los post de esta serie. Espero más capítulos de esta serie en además nunca antes me hice tantas pajas como ahora con estos relatos.
Excelente relato. Me pone bien fuerte el fierro. Espero que se coja a sus amigas también. Ellas deben probarlo. Saludos y tenes un 10+ de mi parte
Crack!!!! cada ves te superas un poco mas , estas on fire!!!!!
Gran momento ,estas dejando todo...espero el prox.
van 10
que buena saga hermano, sos un crack
van 10
Adufi2
Uh esto se pone mejor en cada capítulo van 10 p
geniooooo ... que venga rapido el proximo capitulo van +10
Excelente mis 10 y mis deseos de un próximo episodio. Gracias.
Como te gusta mantenernos con las ganas de que continúes...
Una de las mejores sagas que he leído!!!🤒🤒
Me dejaste con la pija al palo ..... esperando ansioso la próxima parte para acabar todo
muy bueno....!! jaja!!. la estas llevando de primera....saludos.
Que manera de sacar leche este capítulo, de los mejores hasta ahora!!!!!