ROSA, A VIÚVA ITÁLICADesculpe, não posso realizar essa tradução.Meu nome é Gabriel e isso aconteceu quando eu tinha 20 anos. Do lado da minha casa, se mudaram Rosa e Vittorio, ela com 24 anos e ele 12 anos mais velho, quando chegaram no bairro eu tinha 8 anos.
Minha mãe cuidou dela e a protegeu. Rosa falava numa mistura de italiano e espanhol. Ela melhorou muito a aparência dela, porque quando chegou estava acima do peso e fez ela se cuidar mais.
Um ano depois, ela teve uma menina e, cinco anos mais tarde, um menino. A vida dela tinha mudado da água pro vinho. Rosa era dona de casa e cuidava dos filhos. O marido dela, por umas coisas que ouvi de passagem, parecia que tava botando chifre nela com a chefe dele.
Assim foi passando o tempo, eu fui crescendo e comecei a olhar pra Rosita, como chamavam no bairro, com desejo. Ela começou a ficar apetitosa pra mim, mesmo sendo "gordinha", tinha mudado muito o visual, mas principalmente porque tinha duas poderosas razões peitorais que enlouqueciam todo mundo e que era impossível disfarçar.
Faltavam poucos dias pra eu fazer 19 anos quando ela recebeu uma notícia que mudou a vida dela. Vítima de um infarto no trabalho, ela ficou viúva, grávida de 4 meses. A gente pensou que o mundo ia desabar na cabeça dela, porque ela tinha que sustentar a família inteira e não tava preparada pra isso. Embora tenha ficado com uma pensãozinha e o aluguel de uma casa, não dava pra manter a família.
Mas ela tirou força da fraqueza, apoiada pela minha mãe. Depois de um mês, recebeu um seguro de vida e, com esse dinheiro, montou uma livraria em sociedade com a cunhada dela, na frente de uma escola, que bombou rapidinho. Cinco meses depois, teve o terceiro filho, um menino.
O tempo foi passando até chegar janeiro. Como era um mês quase parado pra livraria, eles decidiram, junto com a cunhada dela, fechar o lugar por aquele mês. A cunhada convidou ela pra ir de férias pra Santa Teresita, mas ela não quis — o filho dela tinha 5 meses e ela não tava a fim de expor o bebê numa praia. Minha mãe falou a mesma coisa, e ela ficou com o neném, já que a cunhada levou os outros dois de férias. Minha mãe também foi viajar, e eu ia tirar as minhas férias em fevereiro.
Já fazia um tempo que eu olhava pra Rosita com desejo, ela era gordinha, mas o corpo dela era uma delícia: 110 – 85 – 105, 1,68m de altura, rostinho redondo, cabelo castanho escuro comprido e super agradável. Eu gostava dela, mas o que me deixava louco mesmo eram os peitões enormes dela. Pensava nela toda hora, pensava numa mulher que tava há um ano sem transar, via os decotes generosos dela e imaginava minha boca mergulhada ali, minha língua e boca tomando conta deles inteiros, e possuindo ela até recuperar aquele ano perdido. E agora era a hora: ficar a sós com ela, cuidar dela, proteger ela.
Eu chegava do trabalho e ia vê-la, saber como ela tava, se precisava de alguma coisa, cuidar dela e do bebê, e me arrepiava quando passava ele pros meus braços, porque era inevitável meu braço roçar no peito dela por cima das blusas. Todos esses dias, com a desculpa de que não gostava de jantar sozinho, a gente comia junto.
Assim foram passando os dias, antes de chegar o fim de semana, propus um passeio e um almoço em Tigre, foi difícil convencê-la, ela quase nunca saía, a não ser pra visitar parentes. Na real, aquele casamento tava longe de ser um, ela fazia a comida pra ele, limpava a casa, tinha filhos com ele, e o Vittorio metia os chifres nela.
No sábado, saímos umas 10 da manhã, ela tava muito gostosa.
Cabelo comprido e solto, castanho com reflexos avermelhados, pouca maquiagem no rosto redondo, só os olhos delineados, um rubor suave nas bochechas, lábios rosa claro. Nas orelhas, brincos longos prateados. Uma blusa de fundo branco com florzinhas vermelhas, manga bem curtinha, na altura dos ombros, justa e levemente apertada abaixo do busto com três botõezinhos rosa claro, e daí pra baixo seguia evasê até a altura do quadril. Pulseiras diferentes nos dois pulsos, uma jeans lavada e sandálias abertas.
Saímos e em uma hora já estávamos lá. A Rosa ficou maravilhada com o que via. Primeiro fomos ao Porto de Frutos, vimos o Parque da Costa sem entrar — não dava pra levar o bebê pra lá. Depois caminhamos até achar uma churrascaria pra almoçar. De tarde, fomos de catamarã passear pelo Delta. Enquanto andávamos, muita gente parava pra fazer carinho no bebê e nos tratavam como se fossemos os pais. Num momento, ela falou, num castelhano-itálico.
R- Te tratam como meu marido
G- É normal que pensem isso, um sábado caminhando juntos carregando o bebê, curtindo o passeio.
R- E a maioria vai dizer… olha o marido, parece o filho, ainda por cima gorda e feia.
G- A maioria vai dizer: "olha que casal gostoso que formam, e como se amam".
A noite começava a cair quando decidimos voltar, ela estava radiante e uma aura de felicidade a envolvia, não parava de dizer que foi o dia mais feliz dela, que curtiu cada segundo, que o lugar era lindo…
Chegamos lá umas 21:30, fomos na casa dela, ela me ofereceu um café mas antes, foi dar a teta pro bebê, daí um pouco voltou com ele no colo e disse:
R- Beleza, vim dar um oi e vou dormir…
G- Que descanse…
Daqui a pouco ela voltou, e eu falei:
G- Já dormiu.
R- Se tá cansado, saiu da rotina, o ar e o sol te esgotaram
G- E agora quando ela acorda…
R- Se for como quase todo dia, dorme direto até umas 5:00
Ela preparava o café e eu, naquele momento, percebi que os três botões da blusa dela, que escondiam os peitos, estavam soltos por causa de ter amamentado o bebê dela. Era a primeira vez que eu os via tão expostos. Rosa não tinha notado isso, porque se tivesse me visto cravar os olhos neles, pelo menos teria corado. Então, disfarcei para poder contemplá-los sem que ela percebesse. Eram uma verdadeira obra de arte: redondos, empinados, firmes, a pele dela parecia macia, e meus desejos por ela cada vez mais avassaladores.
G- Então, cê curtiu o passeio…
R- Espetacular… um lugar lindíssimo, o passeio de barco, a vegetação, a cidade.
Ela estava perto de mim, então peguei a mão dela e disse:
G- No sábado a gente vai pra lagoa de Chascomus.
R- Ah, sei lá… acho que não.
G- Isso significa que, se tudo foi maravilhoso, a única coisa ruim foi a minha companhia.
R- Não!!!... isso não se pergunta… você foi o melhor de tudo… é algo especial pra mim… mas não quero te prender a mim.
Peguei ela pelas duas mãos e, enquanto olhava nos olhos dela, falei:
G- Não tô te amarrando, faço porque gosto e porque te quero, como não te querer se você é uma mulher maravilhosa… maravilhosa, admirável e gostosa.
Ela ficou imóvel, e eu tomei aquilo como uma aceitação daquela declaração e beijei ela na boca com quase um leve roçar de lábios. Rosa ficou paralisada, não esperava por aquilo… eu segurei ela pela cintura, puxei pra perto de mim e beijei de novo. Nessa hora, ela começou a se debater pra impedir que eu a beijasse, mas não tinha mais volta, comecei a beijá-la com mais paixão… ela se mexia igual uma cobra pra não deixar eu continuar beijando ela. Aquilo deve ter durado um minuto, até que ela se acalmou, segurou minha cintura com as mãos e a gente se beijou com paixão, com beijos molhados, beijos de língua, e eu apertando ela pelas nádegas, colando o corpo dela no meu.
Depois de longos minutos, nossas bocas se separaram, nossa respiração estava ofegante, a paixão nos envolveu e ela disse:
R- Não podemos… estou de luto… você poderia ser meu filho.
G- Mas não sou, e você não pode ficar de luto por alguém que te chifrou, comigo você vai aprender a receber amor, paixão, desejo, porque é isso que eu sinto por você… eu te amo…
Voltamos a nos beijar com paixão e, entre beijos, levei ela pro sofá que tinha na sala. Sentamos no sofá, ela com um braço enrolado no meu pescoço, eu segurei ela pela cintura e beijei. Os beijos eram apaixonados. Passei minha mão por baixo da blusa dela e comecei a acariciar a barriga dela. Ela gemia. Minha mão chegou nos peitos dela e acariciei por cima do sutiã. Sentir a redondeza, a dureza, a maciez — isso excitou ela pra caralho. Os gemidos dela eram contínuos e abafados pelos beijos. Falei algo tipo:
G- Minha love… você tem uns peitos maravilhosos… desejei tanto eles, minha vida… ter você assim é a glória.
R- Continua, eu te amo.
Levantei a blusa dela até em cima dos peitos, enquanto a gente continuava se beijando, soltei as tetas dela do sutiã. Os peitos dela eram redondos, os bicos durinhos e eretos, com uma auréola rosa enorme em volta. Realizei um dos meus desejos: peguei um deles com a mão e afundei a boca nele, beijando o bico e chupando ele. Ela gritou de prazer. Depois de alguns segundos, fiz a mesma coisa com o outro peito, enquanto ela não parava de gemer.
Enquanto eu continuava afundado nos peitos dela, minha mão desabotoou a calça jeans e puxei o zíper pra baixo. Enquanto ela envolvia meu pescoço com um dos braços e me beijava cheia de paixão, minha mão deslizou por baixo da calcinha e acariciei a buceta molhada dela. Ela parou de me beijar, a gente se olhou nos olhos e ela disse.
R- Nunca senti nada igual… você me deixa louca.
G- Te desejo há vários anos, isso é só o começo, gostosa, do que vamos viver juntos.
Enquanto eu dizia palavras de amor, fui descendo a calça dela, ela colaborou, me levantei, o sutiã e a calcinha dela eram brancos com rosa, ela jogou as sandálias pra longe e eu puxei a calça pra tirar do corpo dela, ela abriu um pouco as pernas, eu me coloquei entre elas, voltei a beijar os dois peitos, depois a barriga, a buceta por cima da calcinha e aí puxei um pouco e comecei a beijar e lamber a buceta dela, ela gemia, gritava, se revirava de tesão, enquanto eu saboreava os fluidos vaginais dela, enquanto isso Rosa, entre gemidos, dizia:
R- Assim… pelo amor de Deus, tô… enlouquecendo… aaaiii… sim, amor… sim… nunca me senti assim antes.
Depois de alguns minutos, fui atrás da boca dela e a gente se beijou, e ela disse:
R- Agora é minha vez
Ela desabotoou minha calça jeans, puxou minha cueca pra baixo. Eu tava de pé e meu pau duro tava na altura da boca dela. Ela pegou ele com uma das mãos e deu um beijo. Se levantou, me fez sentar, e ajoelhou. Passou a língua da base do meu pau até a cabeça, beijou, lambeu e enfiou na boca. Começou a chupar enquanto soltava uns gemidinhos de prazer. Lambeu ele inteiro e foi enfiando na boca aos poucos, chupando com tudo, pronta pra tirar toda a porra. De vez em quando tirava da boca e lambia ele todo de novo, enquanto eu acariciava o cabelo dela. Ela voltava com tudo, era uma deusa no boquete. Depois das chupadas, meu pau tava prestes a explodir em vulcões de leite. Eu tentava me segurar, mas não aguentava mais e falei:
G- Rosi, não aguento mais, vou gozar a qualquer momento.
R- Não se segura mais, quero seu gozo na minha boca, desejo ele, preciso que escorra pela minha boca, se você realmente me ama, não se segura mais
E aí minha pica jorrou torrentes de porra, não parava de explodir, parecia que nunca ia acabar… ela continuou lambendo mesmo depois que meu pau parou de dar leite pra ela. Quando a calma tomou conta da gente, ela se levantou e falou "já volto".
Ela foi pro banheiro e eu fiquei sozinho com meus pensamentos… até agora, a Rosa tinha superado de longe minhas expectativas, imaginei ela de mil jeitos, mas nunca a tinha imaginado assim, ela era fogosa, apaixonada, na cama o oposto da vida normal dela, ela era uma deusa na cama.
Ela voltou, sentou em cima de mim, me beijou suavemente na boca e disse:
R- Senti sua falta, ainda me deseja, sua gostosa?
G- Muito mais do que antes
R- Eu te desejo, nunca pensei que isso pudesse rolar entre a gente, mas é lindo, nunca senti isso antes, te amo… te desejo… fico louca nos teus braços.
Ela se acomodou em cima de mim, a gente se beijou de novo, se acariciou, sentindo os mesmos desejos do começo. Ela masturbava meu pau, pronta pra deixar ele duro, o que foi super fácil pra ela, depois chupou ele de novo e eu falei:
G- Quero te foder
R- Sou toda sua, você é meu dono e eu sua escrava, seu pedido é uma ordem, meu amado
Ela estava no sofá com as pernas abertas, eu me ajoelhei e voltei a lamber a buceta dela, ela gemia sem parar. Aí eu sentei e ela subiu em cima de mim, se acomodou pra ser penetrada. A buceta dela tava bem lubrificada, então meu pau entrou nela com toda facilidade. Ela montou e cavalgou em cima de mim, nós dois gemendo. Eu segurei ela pela cintura, a gente não parava de gemer, nos beijando. Às vezes ela parava os movimentos e era eu quem continuava a penetração, eu agarrava e segurava as nádegas dela, e a gente voltava a se beijar com uma paixão doida. Mas dessa vez ela não conseguiu se segurar, o corpo dela explodiu, se sacudiu em mil convulsões, e naquele momento a gente selou com um beijo intenso e apaixonado, enquanto a boca dela gemia e nosso beijo abafava aquele momento tórrido.
Quando o orgasmo dela acabou, ela se ajoelhou no sofá de quatro, eu subi atrás dela, beijei a bunda dela e a penetrei. Ela apoiou uma das pernas no chão, eu segurei ela pela cintura e comecei a foder devagar. Eu também coloquei minha perna no chão. Ela tava ardendo como se nada tivesse acontecido, pronta pra ter a buceta cheia de porra. Eu segurei ela firme pela cintura e comecei a meter num ritmo cada vez mais acelerado. Ela não parava de gemer e, com a voz entrecortada, dizia:
R- Sim... assim... mais... me dá tudo... quero toda sua porra... quero ser sua...
G- Te amo… te desejo.
O final estava próximo, ela se deitou no sofá, mas levantou um pouco mais a raba. Ela não parava de gemer e gritar, então parei meus movimentos e disse:
G- O momento chegou, em segundos só, você vai ser minha assim como eu sou seu.
E a promessa se tornou realidade: o corpo dela, o meu corpo explodiu em mil convulsões e meu pau jorrava dentro da buceta dela torrentes de porra incontrolável. Quando a calma tomou conta da gente, ela se deitou no sofá, agarrou meu pescoço com as mãos e a gente trocou o beijo mais longo e apaixonado de todos.
Olhei nos olhos dela e falei:
G- Como você tá?
R- Feliz, você me fez sentir mulher nos seus braços.
Ficamos abraçados, nos mimando, até que um pequenino chorou pedindo comida. Ela o pegou nos braços e deu o que ele queria, depois o levou pro berço e me disse
R- Tá na hora de dormir pelo menos umas duas horinhas… bora?
Ele me pegou pela mão e me levou pra cama. A gente dormiu abraçado, de conchinha, com minhas mãos segurando os peitos dela. A gente acordou com o choro do bebê. Foi muito lindo acordar com o corpo dela entre minhas mãos. Depois de amamentar o bebê, vieram novos carinhos, novos beijos que nos levaram a uma nova penetrada.
O tempo passou naquele dia e nos dias seguintes voltamos a transar diariamente, ela nunca recusava, não restava dúvida de que não estava disposta a rejeitar nenhuma investida. A única coisa que me levou uma semana foi convencê-la a fazer sexo anal, ela nunca tinha feito e tinha medos. Arrancar a virgindade do cu dela foi algo muito especial.
Durante 6 meses a gente transava quase todo dia. Um dia ela recebeu uma ligação da Itália, a mãe dela tava grave, ela foi ver ela, a mãe dela uma semana depois de chegar na Itália, essa foi a última vez que tive contato com a Rosa, ela nunca voltou e nunca mais soube nada dela… tudo terminou do nada.

Minha mãe cuidou dela e a protegeu. Rosa falava numa mistura de italiano e espanhol. Ela melhorou muito a aparência dela, porque quando chegou estava acima do peso e fez ela se cuidar mais.
Um ano depois, ela teve uma menina e, cinco anos mais tarde, um menino. A vida dela tinha mudado da água pro vinho. Rosa era dona de casa e cuidava dos filhos. O marido dela, por umas coisas que ouvi de passagem, parecia que tava botando chifre nela com a chefe dele.
Assim foi passando o tempo, eu fui crescendo e comecei a olhar pra Rosita, como chamavam no bairro, com desejo. Ela começou a ficar apetitosa pra mim, mesmo sendo "gordinha", tinha mudado muito o visual, mas principalmente porque tinha duas poderosas razões peitorais que enlouqueciam todo mundo e que era impossível disfarçar.
Faltavam poucos dias pra eu fazer 19 anos quando ela recebeu uma notícia que mudou a vida dela. Vítima de um infarto no trabalho, ela ficou viúva, grávida de 4 meses. A gente pensou que o mundo ia desabar na cabeça dela, porque ela tinha que sustentar a família inteira e não tava preparada pra isso. Embora tenha ficado com uma pensãozinha e o aluguel de uma casa, não dava pra manter a família.
Mas ela tirou força da fraqueza, apoiada pela minha mãe. Depois de um mês, recebeu um seguro de vida e, com esse dinheiro, montou uma livraria em sociedade com a cunhada dela, na frente de uma escola, que bombou rapidinho. Cinco meses depois, teve o terceiro filho, um menino.
O tempo foi passando até chegar janeiro. Como era um mês quase parado pra livraria, eles decidiram, junto com a cunhada dela, fechar o lugar por aquele mês. A cunhada convidou ela pra ir de férias pra Santa Teresita, mas ela não quis — o filho dela tinha 5 meses e ela não tava a fim de expor o bebê numa praia. Minha mãe falou a mesma coisa, e ela ficou com o neném, já que a cunhada levou os outros dois de férias. Minha mãe também foi viajar, e eu ia tirar as minhas férias em fevereiro.
Já fazia um tempo que eu olhava pra Rosita com desejo, ela era gordinha, mas o corpo dela era uma delícia: 110 – 85 – 105, 1,68m de altura, rostinho redondo, cabelo castanho escuro comprido e super agradável. Eu gostava dela, mas o que me deixava louco mesmo eram os peitões enormes dela. Pensava nela toda hora, pensava numa mulher que tava há um ano sem transar, via os decotes generosos dela e imaginava minha boca mergulhada ali, minha língua e boca tomando conta deles inteiros, e possuindo ela até recuperar aquele ano perdido. E agora era a hora: ficar a sós com ela, cuidar dela, proteger ela.
Eu chegava do trabalho e ia vê-la, saber como ela tava, se precisava de alguma coisa, cuidar dela e do bebê, e me arrepiava quando passava ele pros meus braços, porque era inevitável meu braço roçar no peito dela por cima das blusas. Todos esses dias, com a desculpa de que não gostava de jantar sozinho, a gente comia junto.
Assim foram passando os dias, antes de chegar o fim de semana, propus um passeio e um almoço em Tigre, foi difícil convencê-la, ela quase nunca saía, a não ser pra visitar parentes. Na real, aquele casamento tava longe de ser um, ela fazia a comida pra ele, limpava a casa, tinha filhos com ele, e o Vittorio metia os chifres nela.
No sábado, saímos umas 10 da manhã, ela tava muito gostosa.
Cabelo comprido e solto, castanho com reflexos avermelhados, pouca maquiagem no rosto redondo, só os olhos delineados, um rubor suave nas bochechas, lábios rosa claro. Nas orelhas, brincos longos prateados. Uma blusa de fundo branco com florzinhas vermelhas, manga bem curtinha, na altura dos ombros, justa e levemente apertada abaixo do busto com três botõezinhos rosa claro, e daí pra baixo seguia evasê até a altura do quadril. Pulseiras diferentes nos dois pulsos, uma jeans lavada e sandálias abertas.
Saímos e em uma hora já estávamos lá. A Rosa ficou maravilhada com o que via. Primeiro fomos ao Porto de Frutos, vimos o Parque da Costa sem entrar — não dava pra levar o bebê pra lá. Depois caminhamos até achar uma churrascaria pra almoçar. De tarde, fomos de catamarã passear pelo Delta. Enquanto andávamos, muita gente parava pra fazer carinho no bebê e nos tratavam como se fossemos os pais. Num momento, ela falou, num castelhano-itálico.
R- Te tratam como meu marido
G- É normal que pensem isso, um sábado caminhando juntos carregando o bebê, curtindo o passeio.
R- E a maioria vai dizer… olha o marido, parece o filho, ainda por cima gorda e feia.
G- A maioria vai dizer: "olha que casal gostoso que formam, e como se amam".
A noite começava a cair quando decidimos voltar, ela estava radiante e uma aura de felicidade a envolvia, não parava de dizer que foi o dia mais feliz dela, que curtiu cada segundo, que o lugar era lindo…
Chegamos lá umas 21:30, fomos na casa dela, ela me ofereceu um café mas antes, foi dar a teta pro bebê, daí um pouco voltou com ele no colo e disse:
R- Beleza, vim dar um oi e vou dormir…
G- Que descanse…
Daqui a pouco ela voltou, e eu falei:
G- Já dormiu.
R- Se tá cansado, saiu da rotina, o ar e o sol te esgotaram
G- E agora quando ela acorda…
R- Se for como quase todo dia, dorme direto até umas 5:00
Ela preparava o café e eu, naquele momento, percebi que os três botões da blusa dela, que escondiam os peitos, estavam soltos por causa de ter amamentado o bebê dela. Era a primeira vez que eu os via tão expostos. Rosa não tinha notado isso, porque se tivesse me visto cravar os olhos neles, pelo menos teria corado. Então, disfarcei para poder contemplá-los sem que ela percebesse. Eram uma verdadeira obra de arte: redondos, empinados, firmes, a pele dela parecia macia, e meus desejos por ela cada vez mais avassaladores.
G- Então, cê curtiu o passeio…
R- Espetacular… um lugar lindíssimo, o passeio de barco, a vegetação, a cidade.
Ela estava perto de mim, então peguei a mão dela e disse:
G- No sábado a gente vai pra lagoa de Chascomus.
R- Ah, sei lá… acho que não.
G- Isso significa que, se tudo foi maravilhoso, a única coisa ruim foi a minha companhia.
R- Não!!!... isso não se pergunta… você foi o melhor de tudo… é algo especial pra mim… mas não quero te prender a mim.
Peguei ela pelas duas mãos e, enquanto olhava nos olhos dela, falei:
G- Não tô te amarrando, faço porque gosto e porque te quero, como não te querer se você é uma mulher maravilhosa… maravilhosa, admirável e gostosa.
Ela ficou imóvel, e eu tomei aquilo como uma aceitação daquela declaração e beijei ela na boca com quase um leve roçar de lábios. Rosa ficou paralisada, não esperava por aquilo… eu segurei ela pela cintura, puxei pra perto de mim e beijei de novo. Nessa hora, ela começou a se debater pra impedir que eu a beijasse, mas não tinha mais volta, comecei a beijá-la com mais paixão… ela se mexia igual uma cobra pra não deixar eu continuar beijando ela. Aquilo deve ter durado um minuto, até que ela se acalmou, segurou minha cintura com as mãos e a gente se beijou com paixão, com beijos molhados, beijos de língua, e eu apertando ela pelas nádegas, colando o corpo dela no meu.
Depois de longos minutos, nossas bocas se separaram, nossa respiração estava ofegante, a paixão nos envolveu e ela disse:
R- Não podemos… estou de luto… você poderia ser meu filho.
G- Mas não sou, e você não pode ficar de luto por alguém que te chifrou, comigo você vai aprender a receber amor, paixão, desejo, porque é isso que eu sinto por você… eu te amo…
Voltamos a nos beijar com paixão e, entre beijos, levei ela pro sofá que tinha na sala. Sentamos no sofá, ela com um braço enrolado no meu pescoço, eu segurei ela pela cintura e beijei. Os beijos eram apaixonados. Passei minha mão por baixo da blusa dela e comecei a acariciar a barriga dela. Ela gemia. Minha mão chegou nos peitos dela e acariciei por cima do sutiã. Sentir a redondeza, a dureza, a maciez — isso excitou ela pra caralho. Os gemidos dela eram contínuos e abafados pelos beijos. Falei algo tipo:
G- Minha love… você tem uns peitos maravilhosos… desejei tanto eles, minha vida… ter você assim é a glória.
R- Continua, eu te amo.
Levantei a blusa dela até em cima dos peitos, enquanto a gente continuava se beijando, soltei as tetas dela do sutiã. Os peitos dela eram redondos, os bicos durinhos e eretos, com uma auréola rosa enorme em volta. Realizei um dos meus desejos: peguei um deles com a mão e afundei a boca nele, beijando o bico e chupando ele. Ela gritou de prazer. Depois de alguns segundos, fiz a mesma coisa com o outro peito, enquanto ela não parava de gemer.
Enquanto eu continuava afundado nos peitos dela, minha mão desabotoou a calça jeans e puxei o zíper pra baixo. Enquanto ela envolvia meu pescoço com um dos braços e me beijava cheia de paixão, minha mão deslizou por baixo da calcinha e acariciei a buceta molhada dela. Ela parou de me beijar, a gente se olhou nos olhos e ela disse.
R- Nunca senti nada igual… você me deixa louca.
G- Te desejo há vários anos, isso é só o começo, gostosa, do que vamos viver juntos.
Enquanto eu dizia palavras de amor, fui descendo a calça dela, ela colaborou, me levantei, o sutiã e a calcinha dela eram brancos com rosa, ela jogou as sandálias pra longe e eu puxei a calça pra tirar do corpo dela, ela abriu um pouco as pernas, eu me coloquei entre elas, voltei a beijar os dois peitos, depois a barriga, a buceta por cima da calcinha e aí puxei um pouco e comecei a beijar e lamber a buceta dela, ela gemia, gritava, se revirava de tesão, enquanto eu saboreava os fluidos vaginais dela, enquanto isso Rosa, entre gemidos, dizia:
R- Assim… pelo amor de Deus, tô… enlouquecendo… aaaiii… sim, amor… sim… nunca me senti assim antes.
Depois de alguns minutos, fui atrás da boca dela e a gente se beijou, e ela disse:
R- Agora é minha vez
Ela desabotoou minha calça jeans, puxou minha cueca pra baixo. Eu tava de pé e meu pau duro tava na altura da boca dela. Ela pegou ele com uma das mãos e deu um beijo. Se levantou, me fez sentar, e ajoelhou. Passou a língua da base do meu pau até a cabeça, beijou, lambeu e enfiou na boca. Começou a chupar enquanto soltava uns gemidinhos de prazer. Lambeu ele inteiro e foi enfiando na boca aos poucos, chupando com tudo, pronta pra tirar toda a porra. De vez em quando tirava da boca e lambia ele todo de novo, enquanto eu acariciava o cabelo dela. Ela voltava com tudo, era uma deusa no boquete. Depois das chupadas, meu pau tava prestes a explodir em vulcões de leite. Eu tentava me segurar, mas não aguentava mais e falei:
G- Rosi, não aguento mais, vou gozar a qualquer momento.
R- Não se segura mais, quero seu gozo na minha boca, desejo ele, preciso que escorra pela minha boca, se você realmente me ama, não se segura mais
E aí minha pica jorrou torrentes de porra, não parava de explodir, parecia que nunca ia acabar… ela continuou lambendo mesmo depois que meu pau parou de dar leite pra ela. Quando a calma tomou conta da gente, ela se levantou e falou "já volto".
Ela foi pro banheiro e eu fiquei sozinho com meus pensamentos… até agora, a Rosa tinha superado de longe minhas expectativas, imaginei ela de mil jeitos, mas nunca a tinha imaginado assim, ela era fogosa, apaixonada, na cama o oposto da vida normal dela, ela era uma deusa na cama.
Ela voltou, sentou em cima de mim, me beijou suavemente na boca e disse:
R- Senti sua falta, ainda me deseja, sua gostosa?
G- Muito mais do que antes
R- Eu te desejo, nunca pensei que isso pudesse rolar entre a gente, mas é lindo, nunca senti isso antes, te amo… te desejo… fico louca nos teus braços.
Ela se acomodou em cima de mim, a gente se beijou de novo, se acariciou, sentindo os mesmos desejos do começo. Ela masturbava meu pau, pronta pra deixar ele duro, o que foi super fácil pra ela, depois chupou ele de novo e eu falei:
G- Quero te foder
R- Sou toda sua, você é meu dono e eu sua escrava, seu pedido é uma ordem, meu amado
Ela estava no sofá com as pernas abertas, eu me ajoelhei e voltei a lamber a buceta dela, ela gemia sem parar. Aí eu sentei e ela subiu em cima de mim, se acomodou pra ser penetrada. A buceta dela tava bem lubrificada, então meu pau entrou nela com toda facilidade. Ela montou e cavalgou em cima de mim, nós dois gemendo. Eu segurei ela pela cintura, a gente não parava de gemer, nos beijando. Às vezes ela parava os movimentos e era eu quem continuava a penetração, eu agarrava e segurava as nádegas dela, e a gente voltava a se beijar com uma paixão doida. Mas dessa vez ela não conseguiu se segurar, o corpo dela explodiu, se sacudiu em mil convulsões, e naquele momento a gente selou com um beijo intenso e apaixonado, enquanto a boca dela gemia e nosso beijo abafava aquele momento tórrido.
Quando o orgasmo dela acabou, ela se ajoelhou no sofá de quatro, eu subi atrás dela, beijei a bunda dela e a penetrei. Ela apoiou uma das pernas no chão, eu segurei ela pela cintura e comecei a foder devagar. Eu também coloquei minha perna no chão. Ela tava ardendo como se nada tivesse acontecido, pronta pra ter a buceta cheia de porra. Eu segurei ela firme pela cintura e comecei a meter num ritmo cada vez mais acelerado. Ela não parava de gemer e, com a voz entrecortada, dizia:
R- Sim... assim... mais... me dá tudo... quero toda sua porra... quero ser sua...
G- Te amo… te desejo.
O final estava próximo, ela se deitou no sofá, mas levantou um pouco mais a raba. Ela não parava de gemer e gritar, então parei meus movimentos e disse:
G- O momento chegou, em segundos só, você vai ser minha assim como eu sou seu.
E a promessa se tornou realidade: o corpo dela, o meu corpo explodiu em mil convulsões e meu pau jorrava dentro da buceta dela torrentes de porra incontrolável. Quando a calma tomou conta da gente, ela se deitou no sofá, agarrou meu pescoço com as mãos e a gente trocou o beijo mais longo e apaixonado de todos.
Olhei nos olhos dela e falei:
G- Como você tá?
R- Feliz, você me fez sentir mulher nos seus braços.
Ficamos abraçados, nos mimando, até que um pequenino chorou pedindo comida. Ela o pegou nos braços e deu o que ele queria, depois o levou pro berço e me disse
R- Tá na hora de dormir pelo menos umas duas horinhas… bora?
Ele me pegou pela mão e me levou pra cama. A gente dormiu abraçado, de conchinha, com minhas mãos segurando os peitos dela. A gente acordou com o choro do bebê. Foi muito lindo acordar com o corpo dela entre minhas mãos. Depois de amamentar o bebê, vieram novos carinhos, novos beijos que nos levaram a uma nova penetrada.
O tempo passou naquele dia e nos dias seguintes voltamos a transar diariamente, ela nunca recusava, não restava dúvida de que não estava disposta a rejeitar nenhuma investida. A única coisa que me levou uma semana foi convencê-la a fazer sexo anal, ela nunca tinha feito e tinha medos. Arrancar a virgindade do cu dela foi algo muito especial.
Durante 6 meses a gente transava quase todo dia. Um dia ela recebeu uma ligação da Itália, a mãe dela tava grave, ela foi ver ela, a mãe dela uma semana depois de chegar na Itália, essa foi a última vez que tive contato com a Rosa, ela nunca voltou e nunca mais soube nada dela… tudo terminou do nada.
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