Faz dois anos que me separei. Meu nome é Penélope e tenho 38 anos. Meu marido me largou por uma novinha nigeriana de 22 anos. Eu sofri pra caralho nos meses depois da separação, e meu filho Ricardo também, que na época tinha só 15 anos. O fato do pai ter nos deixado por uma mulher preta fez nascer no meu filho um ódio profundo por pessoas de outra cor. Embora eu sempre tenha sido uma mulher muito liberal e aberta a outras culturas, não consegui evitar que meu filho fosse se metendo cada vez mais em grupos de tendências radicais e com pensamentos racistas. Agora ele tem 17 anos, e já foram várias vezes que me ligaram da escola dele pra me avisar do mau comportamento e das agressões a outros colegas, principalmente a cinco jovens um ano mais novos que ele, uns caras marroquinos que estão há alguns meses na turma do meu filho por causa de um projeto de integração com Marrocos.
Essa história aconteceu no dia seguinte à última visita que tive que fazer na escola do meu filho, porque ele tinha insultado feio dois desses jovens. Assim que cheguei em casa, reclamei de novo do comportamento dele, mas ele pareceu não ligar muito. Foi mais uma das broncas que eu já tinha dado e que não tinham adiantado nada. Meu filho merecia uma lição bem dada. Umas duas horas depois, Ricardo continuava no quarto dele ouvindo música quando bateram na porta. Eu estava na cozinha preparando o jantar e, quando abri, me deparei com os cinco jovens marroquinos que meu filho vivia enchendo o saco. Eles entraram de uma vez e disseram que vinham falar com o Ricardo. Isso me deixou muito desconfiada. Eu conhecia eles e sabia muito bem que meu filho e esses caras se odiavam. Não imaginava o motivo da visita. Deixei eles entrarem na sala e se sentarem no sofá. Fui chamar meu filho e, quando ele chegou na sala, ficou muito surpreso ao ver aqueles caras ali. Começou a gritar: — Que porra esses merdas tão fazendo aqui? Sai da minha casa ou vou botar vocês na porrada!
O mais alto Do grupo, quem parecia estar no comando foi quem respondeu pro meu filho: — "Não viemos te cumprimentar, como você pode imaginar. Viemos comer sua mãe na sua cara de puta. Já estamos de saco cheio de você e achamos que te ver humilhado enquanto sua mãe é empalada pelas nossas rolas é o que você merece, seu bastardo." Tanto eu quanto meu filho ficamos gelados. Três deles se jogaram em cima dele rapidinho. Já vieram preparados, então puxaram um rolo de fita isolante e amarraram a boca dele enquanto imobilizavam os pés e as mãos. Pelo visto, mesmo ele enchendo o saco deles, sempre fazia isso um por um. Então, com os cinco juntos, meu filho não conseguiu fazer nada pra evitar que o deixassem imobilizado. Depois, vieram falar comigo: — "Senhora, queremos te foder. Podemos fazer na boa ou na marra. Seu filho é um filho da puta. A culpa provavelmente não é sua, mas não podemos deixar ele continuar nos enchendo o saco. E achamos que nada vai doer mais nele do que ver a mãe dele dando pra gente, os moros que ele tanto odeia." Dito isso, me levaram eu e meu filho pro quarto de casal. Lá, deixaram meu filho num canto do quarto e me sentaram na cama. Depois, se pelaram completamente. Eu ainda não tinha reagido. Aqueles cinco caras estavam ali pra me foder na frente do meu filho e eu não sabia o que fazer. Mas quando vi eles pelados e cinco paus duros como mastros, de um tamanho bem gostoso, comecei a sentir um certo tesão. Não imaginava como era possível eu estar ficando com tanto calor. Aqueles jovens estavam ali pra humilhar meu filho e me foder sem meu consentimento, mas desde que meu marido nos deixou, já fazia uns 2 anos, eu não tinha ficado com nenhum outro homem, e minha bucetinha já tava precisando de uma cenoura. Um deles comentou: — "É hora de te dar uma lição, seu filho da puta." Essa palavra foi a chave. Uma lição era exatamente o que meu filho precisava, o que eu não tinha conseguido dar pra ele parar com o comportamento dele. Foder com aqueles homens era uma Lição muito pesada, mas necessária. No fim das contas, eles iam me foder, querendo eu ou não, então era melhor me entregar e tentar aproveitar a situação. Dois deles se aproximaram e tiraram meu suéter, junto com o sutiã, deixando meus dois peitões livres. Depois, baixaram minha calça e minha calcinha, jogando tudo perto do meu filho. Eles ficaram surpresos com minha disposição em me despir, percebendo que eu estava pronta pra transar com eles sem muita resistência.
O líder do grupo foi o primeiro a se aproximar. Me deitou na cama e, abrindo minhas pernas, começou a chupar minha buceta com uma maestria que não combinava com seus 16 anos. Nunca ninguém tinha chupado minha buceta daquele jeito, nem meu marido. Não demorei pra me deixar levar, apertando com as duas mãos a cabeça do meu amante pra língua dele entrar mais fundo. Não demorei a explodir num orgasmo maravilhoso, que eles aplaudiram e dedicaram ao meu filho. "Puxa, puxa, parece que sua mãe gosta mais de negão do que você." "Vai ver como sua mãe vai mamar nossas pirocas, com certeza ela vai se divertir pra caralho, olha como ela gozou com essa chupada."
O mesmo cara que tinha lambido minha buceta disse que agora era minha vez. Ele ficou de pé perto do meu filho, e eu me ajoelhei na frente dele. Meu filho era só mais um pedaço do mobiliário. Naquela hora, eu só pensava nos 5 jovens que iam me dar suas pirocas até eu explodir. Só queria saber como devia ser gostoso aquela pica jovem.
As lágrimas escorriam pelo rosto do meu filho quando eu me aproximei de boca aberta da ferramenta daquele jovem.
Peguei aquele aríete com uma das mãos e levei até minha boca, engolindo de uma vez e começando a chupar sem parar. A festa tinha chegado a um ponto sem volta. Eu chupava aquele membro poderoso, lambendo cada canto. Outro deles se aproximou, e eu fiquei admirando aquela pica com cara de safada. De repente, acariciei a glande roxa da Aquele garoto com a ponta da minha língua passando a percorrer todo o comprimento daquele membro, lambuzando ele por completo. Dos 3 que ainda estavam olhando, 2 deles se aproximaram dos companheiros e me mostraram duas linguiças fenomenais que me deixaram de boca aberta e olhos arregalados. Ambos os membros eram de dimensões extraordinárias... Nunca tinha tido algo assim nas minhas mãos. Era uma estaca de uns vinte e dois centímetros que imaginei que me destruiria quando me penetrasse. Parti pra cima delas, chupando uma de cada vez, embora minha boca não desse conta dos dois paus. Mesmo assim, finalmente consegui engolir inteiro o chuchu daquele garoto, chegando a tocar a garganta com a ponta da glande dele. Ainda não entendo como consegui fazer isso. Lambi aquela banana gostosa do melhor jeito que sabia. Os colhões dele tinham gosto de céu. Chupei e mordisquei com vontade até que o último que faltava pra encher minha boca com o pau dele se aproximou de mim, menor de comprimento, mas tão grosso quanto meu pulso. Engoli ele inteiro até meu nariz encostar nos pelos pubianos dele, com o pau dele enfiado completamente na minha garganta, fiquei alguns segundos, podendo ver como meu filho gemia ao ver a mãe dele comendo os paus dos garotos que ele tanto odiava. Os 5 me cercaram com os paus deles e eu comecei a devorar rolas sem parar até que não aguentaram mais e gozaram na minha cara. Vários jatos acertaram meu rosto, alguns foram direto pra minha garganta, que engoli com gosto. Nunca tinha engolido o sêmen de um homem, mas naquela hora eu tava no cio igual uma cadela. "Gozem na minha boca, quero engolir tudo, encher minhas entranhas." Não acreditava que aquelas palavras saíam da minha boca, eu tinha virado uma puta na cara do meu próprio filho. Minhas palavras foram recebidas com entusiasmo pelo grupo. "Porra, tua mãe é foda, como ela engole." "Parece que ela adora leite, pena não ter um biscoito pra ela. Molhar, hahaha" "A muito safada não deixa escapar nem uma gota, que tal, Ricardito, sua mãe engole nossa gozada sem nem piscar"
Nem 10 minutos demoraram pra suas pirocas recuperarem a energia, o tempo exato pra limpar meu rosto dos restos de porra. Um deles se colocou entre minhas nádegas e começou a chupar minha bunda, arrancando um gemido de prazer de mim. Ele umedeceu minha entrada traseira e depois sua língua ficou mais ambiciosa, penetrando no fundo do meu cu. Eu tava ficando louca de tesão. Tinha certeza que aqueles filhos da puta queriam me sodomizar. Nunca tinha feito isso com meu marido, mas naquela hora sabia que não ia conseguir recusar passar por aquela prova. Nem com meu filho olhando eu ia negar que aqueles homens me dessem bem no rabo, ser comida por trás era meu único desejo, com meu filho vendo era até melhor, puta vagabunda que eu tava me tornando. Subi na cama onde concebi meu filho Ricardo e me apoiei na cabeceira. O mesmo que tinha lambido meu cu com perícia se posicionou atrás de mim e, aos poucos, foi penetrando minha bucetinha. O garoto fodia com força, enfiando toda a pica até o fundo. Ele me mantinha bem aberta de pernas e me segurava pelos quadris, me atravessando com muita violência. Depois me virei e um deles se aproximou com o pau na minha boca. Agarrei a vara daquele cara e comecei a chupar sem parar. Me sentia confortável naquela posição, chupando aquele delicioso banana de chocolate que me hipnotizava enquanto o outro me penetrava. Fiquei adorando aquela glande arroxeada que me encantava. Chupei o pau dele de novo com avidez, tentando fazê-lo gozar de novo. Queria tirar toda a porra dele e dessa vez não ia deixar escapar. Ia engolir toda aquela vitalidade grossa. Me dediquei a masturbá-lo, chupando o pau e balançando sem parar. Ao mesmo tempo, descia de vez em quando até os ovos dele e os lambia pra dar mais prazer. Eles saíram dos meus buracos e antes que seus colegas o substituíssem, me aproximei dele e agarrei a pica dura que ele tinha e comecei uns movimentos lentos sobre ela, masturbando ele com doçura. A gente se deu um beijo apaixonado e, ao nos separarmos, falei no ouvido dele para se deitar no tapete do quarto, que eu queria montar nele. O garoto sorriu e aceitou meus pedidos, deitando de barriga pra cima, apontando pra cima com o pau ereto. Eu adorava a mangueira que aquele gato jovem tinha. Peguei na pica dele e me coloquei de pernas abertas sobre ele, apoiando a buceta na cabeça poderosa dele e acabei sentando de uma vez, olhando bem pra onde meu filho estava. Soltei um suspiro longo ao sentir ele entrando centímetro por centímetro dentro de mim. Depois de ficar uns segundos sentindo aquela vara me perfurando, apoiei minhas mãos no peito dele e comecei a cavalgar em cima do meu macho forte como uma gostosa enlouquecida, enquanto ele batia nas minhas nádegas com as palmas das mãos, me fazendo gritar. Montei nele por uns minutos, o suficiente pra meu filho ver perfeitamente meus peitos subindo e descendo cada vez que a pica daquele jovem se enfiava em mim. Depois, dei lugar pro amigo dele, que começou a me foder no colo contra a parede, me sentava na pica dele me fazendo soltar gritos de puro prazer. Aí voltamos pra posição anterior, parece que o garoto tinha adorado me ver montando o amigo e queria que eu montasse nele também. Ele me ajudou a cair sobre o peito dele, mostrando minhas nádegas em todo seu esplendor. Outro se ajoelhou atrás de mim e chupou meu cu, me dando um beijo negro dos bons. Eu sabia o que aquilo significava e queria ser empalada por aqueles dois machos ao mesmo tempo. Depois de deixar meu cu bem lubrificado com a saliva dele, ele se aproximou do meu ouvido e sussurrou pra eu relaxar, que tudo ia dar certo. Que eles iam cuidar pra eu aproveitar. Com certeza, até agora não tinham mentido e, apesar de dar pra meu filho, eu tava adorando. Passando como nunca. O que tava me fodendo por baixo ficou parado, e o outro moleque encostou a ponta da vara no meu esfíncter, apoiando aquela cabeçona na entrada. Aqueles dois filhos da puta iam me destruir por dentro, mas eu tava pronta pra aguentar aquela prova dura. O garoto começou a enfiar a glande devagar e me segurou pelos quadris com as mãos. "Gostosa, agora vou penetrar seu buraquinho apertado até você desejar que nunca acabe. Vai ser a melhor experiência da sua vida. É o ponto alto dessa festa linda que preparamos pro seu filho." Depois dessas palavras, apertou minhas nádegas com força contra ele, cravando aquele aríete enorme no meu cu. Gritei sem conseguir me controlar. A dor era insuportável. Aquilo era grande demais e forte demais pro meu pobre rabo aguentar. Tava queimando por dentro. Chorava sem aguentar a pancada. Batia as bolas dele contra minhas nádegas. Finalmente conseguiu alojar aquela tranca toda no meu esfíncter dolorido. O garoto ficou parado uns segundos pra me deixar assimilar aquele torpedo que tinha me atravessado. Aí o outro começou a girar a pélvis me fodendo, enquanto o amigo iniciou um metesaca enlouquecedor. Sentia lá dentro as duas barras se encontrando. Eu me encaixei no movimento dos meus dois amantes, girando minha pélvis sobre as deles. A dor deu lugar a um prazer indescritível. Agora sim, tava no paraíso sendo fodida por eles. Os gemidos viraram uivos enlouquecedores da minha parte. Sentia a carne daqueles moleques enchendo meus intestinos sem jeito. "Filhos da puta, vocês me matam, mas me enlouquecem. Tô morrendo de tesão com vocês. Vocês fodem pra caralho. Não quero que isso acabe nunca. Continuem assim, não parem." Diziam pro meu filho: "Parece que a mamãe tava morrendo de vontade de provar nossas pirocas", olha como ela enterra meu pau no rabo dela, olha bem. Eu gozava igual uma puta. "Fode meu cu, filho da puta. Amo como você faz. É a melhor coisa que já sentido na minha vida toda. Não para nem um segundo, por favor, é bom demais pra deixar acabar"
Até falei pro meu filho: "Isso é culpa sua, querido, te falei pra não se comportar mal e você não obedeceu, olha só, agora tá sendo castigado vendo esses jovens enfiarem em sua mãe".
Sentia o orgasmo chegando a passos largos. Queria atrasar o máximo possível, mas não consegui. Falei que tava gozando e que eles gozassem comigo, que enchessem meus dois buracos com o leite quente deles. Então os dois aceleraram as enfiadas até ficarem parados dentro de mim, soltando gritos os três ao gozarmos como verdadeiras bestas no cio.
Ao mesmo tempo, eu chupava um pau enquanto batia punheta pros outros dois, os 5 tinham me fodido como campeões e eu não podia deixar nenhum dos meus amantes sem gozar de mim, não tinha buracos suficientes pra todos, mas pelo menos usava minhas mãos pra dar prazer pros que não ocupavam nenhum dos meus 3 buracos. Quando ainda sentia a porra no meu cu e na minha buceta, os três restantes gozaram na minha boca, eu tava com muita sede e engoli tudo, dessa vez não desperdicei nem uma gota, devo ter engolido muito esperma naquela tarde.
Quando se recuperaram, se vestiram e me deram um beijo de despedida, além de agradecer pelo tempo que eu tinha proporcionado, já falei que o prazer tinha sido meu. Os 5 voltaram pros seus país dias depois, meu filho não comentou nada disso com ninguém, embora nunca mais tenham ligado do colégio, agora parece que ele é um jovem exemplar. Eu ainda lembro daquelas 5 pirocas vigorosas perfurando todos os meus buracos.
Talvez vocês achem que a lição que dei ao meu filho foi dura demais, mas uma mãe tem que fazer o que tem que fazer pelo bem do filho, mesmo que exija esforço, e com certeza vocês precisam saber que abrigar aqueles paus no meu cu me custou muito esforço.
Essa história aconteceu no dia seguinte à última visita que tive que fazer na escola do meu filho, porque ele tinha insultado feio dois desses jovens. Assim que cheguei em casa, reclamei de novo do comportamento dele, mas ele pareceu não ligar muito. Foi mais uma das broncas que eu já tinha dado e que não tinham adiantado nada. Meu filho merecia uma lição bem dada. Umas duas horas depois, Ricardo continuava no quarto dele ouvindo música quando bateram na porta. Eu estava na cozinha preparando o jantar e, quando abri, me deparei com os cinco jovens marroquinos que meu filho vivia enchendo o saco. Eles entraram de uma vez e disseram que vinham falar com o Ricardo. Isso me deixou muito desconfiada. Eu conhecia eles e sabia muito bem que meu filho e esses caras se odiavam. Não imaginava o motivo da visita. Deixei eles entrarem na sala e se sentarem no sofá. Fui chamar meu filho e, quando ele chegou na sala, ficou muito surpreso ao ver aqueles caras ali. Começou a gritar: — Que porra esses merdas tão fazendo aqui? Sai da minha casa ou vou botar vocês na porrada!
O mais alto Do grupo, quem parecia estar no comando foi quem respondeu pro meu filho: — "Não viemos te cumprimentar, como você pode imaginar. Viemos comer sua mãe na sua cara de puta. Já estamos de saco cheio de você e achamos que te ver humilhado enquanto sua mãe é empalada pelas nossas rolas é o que você merece, seu bastardo." Tanto eu quanto meu filho ficamos gelados. Três deles se jogaram em cima dele rapidinho. Já vieram preparados, então puxaram um rolo de fita isolante e amarraram a boca dele enquanto imobilizavam os pés e as mãos. Pelo visto, mesmo ele enchendo o saco deles, sempre fazia isso um por um. Então, com os cinco juntos, meu filho não conseguiu fazer nada pra evitar que o deixassem imobilizado. Depois, vieram falar comigo: — "Senhora, queremos te foder. Podemos fazer na boa ou na marra. Seu filho é um filho da puta. A culpa provavelmente não é sua, mas não podemos deixar ele continuar nos enchendo o saco. E achamos que nada vai doer mais nele do que ver a mãe dele dando pra gente, os moros que ele tanto odeia." Dito isso, me levaram eu e meu filho pro quarto de casal. Lá, deixaram meu filho num canto do quarto e me sentaram na cama. Depois, se pelaram completamente. Eu ainda não tinha reagido. Aqueles cinco caras estavam ali pra me foder na frente do meu filho e eu não sabia o que fazer. Mas quando vi eles pelados e cinco paus duros como mastros, de um tamanho bem gostoso, comecei a sentir um certo tesão. Não imaginava como era possível eu estar ficando com tanto calor. Aqueles jovens estavam ali pra humilhar meu filho e me foder sem meu consentimento, mas desde que meu marido nos deixou, já fazia uns 2 anos, eu não tinha ficado com nenhum outro homem, e minha bucetinha já tava precisando de uma cenoura. Um deles comentou: — "É hora de te dar uma lição, seu filho da puta." Essa palavra foi a chave. Uma lição era exatamente o que meu filho precisava, o que eu não tinha conseguido dar pra ele parar com o comportamento dele. Foder com aqueles homens era uma Lição muito pesada, mas necessária. No fim das contas, eles iam me foder, querendo eu ou não, então era melhor me entregar e tentar aproveitar a situação. Dois deles se aproximaram e tiraram meu suéter, junto com o sutiã, deixando meus dois peitões livres. Depois, baixaram minha calça e minha calcinha, jogando tudo perto do meu filho. Eles ficaram surpresos com minha disposição em me despir, percebendo que eu estava pronta pra transar com eles sem muita resistência.
O líder do grupo foi o primeiro a se aproximar. Me deitou na cama e, abrindo minhas pernas, começou a chupar minha buceta com uma maestria que não combinava com seus 16 anos. Nunca ninguém tinha chupado minha buceta daquele jeito, nem meu marido. Não demorei pra me deixar levar, apertando com as duas mãos a cabeça do meu amante pra língua dele entrar mais fundo. Não demorei a explodir num orgasmo maravilhoso, que eles aplaudiram e dedicaram ao meu filho. "Puxa, puxa, parece que sua mãe gosta mais de negão do que você." "Vai ver como sua mãe vai mamar nossas pirocas, com certeza ela vai se divertir pra caralho, olha como ela gozou com essa chupada."
O mesmo cara que tinha lambido minha buceta disse que agora era minha vez. Ele ficou de pé perto do meu filho, e eu me ajoelhei na frente dele. Meu filho era só mais um pedaço do mobiliário. Naquela hora, eu só pensava nos 5 jovens que iam me dar suas pirocas até eu explodir. Só queria saber como devia ser gostoso aquela pica jovem.
As lágrimas escorriam pelo rosto do meu filho quando eu me aproximei de boca aberta da ferramenta daquele jovem.
Peguei aquele aríete com uma das mãos e levei até minha boca, engolindo de uma vez e começando a chupar sem parar. A festa tinha chegado a um ponto sem volta. Eu chupava aquele membro poderoso, lambendo cada canto. Outro deles se aproximou, e eu fiquei admirando aquela pica com cara de safada. De repente, acariciei a glande roxa da Aquele garoto com a ponta da minha língua passando a percorrer todo o comprimento daquele membro, lambuzando ele por completo. Dos 3 que ainda estavam olhando, 2 deles se aproximaram dos companheiros e me mostraram duas linguiças fenomenais que me deixaram de boca aberta e olhos arregalados. Ambos os membros eram de dimensões extraordinárias... Nunca tinha tido algo assim nas minhas mãos. Era uma estaca de uns vinte e dois centímetros que imaginei que me destruiria quando me penetrasse. Parti pra cima delas, chupando uma de cada vez, embora minha boca não desse conta dos dois paus. Mesmo assim, finalmente consegui engolir inteiro o chuchu daquele garoto, chegando a tocar a garganta com a ponta da glande dele. Ainda não entendo como consegui fazer isso. Lambi aquela banana gostosa do melhor jeito que sabia. Os colhões dele tinham gosto de céu. Chupei e mordisquei com vontade até que o último que faltava pra encher minha boca com o pau dele se aproximou de mim, menor de comprimento, mas tão grosso quanto meu pulso. Engoli ele inteiro até meu nariz encostar nos pelos pubianos dele, com o pau dele enfiado completamente na minha garganta, fiquei alguns segundos, podendo ver como meu filho gemia ao ver a mãe dele comendo os paus dos garotos que ele tanto odiava. Os 5 me cercaram com os paus deles e eu comecei a devorar rolas sem parar até que não aguentaram mais e gozaram na minha cara. Vários jatos acertaram meu rosto, alguns foram direto pra minha garganta, que engoli com gosto. Nunca tinha engolido o sêmen de um homem, mas naquela hora eu tava no cio igual uma cadela. "Gozem na minha boca, quero engolir tudo, encher minhas entranhas." Não acreditava que aquelas palavras saíam da minha boca, eu tinha virado uma puta na cara do meu próprio filho. Minhas palavras foram recebidas com entusiasmo pelo grupo. "Porra, tua mãe é foda, como ela engole." "Parece que ela adora leite, pena não ter um biscoito pra ela. Molhar, hahaha" "A muito safada não deixa escapar nem uma gota, que tal, Ricardito, sua mãe engole nossa gozada sem nem piscar"
Nem 10 minutos demoraram pra suas pirocas recuperarem a energia, o tempo exato pra limpar meu rosto dos restos de porra. Um deles se colocou entre minhas nádegas e começou a chupar minha bunda, arrancando um gemido de prazer de mim. Ele umedeceu minha entrada traseira e depois sua língua ficou mais ambiciosa, penetrando no fundo do meu cu. Eu tava ficando louca de tesão. Tinha certeza que aqueles filhos da puta queriam me sodomizar. Nunca tinha feito isso com meu marido, mas naquela hora sabia que não ia conseguir recusar passar por aquela prova. Nem com meu filho olhando eu ia negar que aqueles homens me dessem bem no rabo, ser comida por trás era meu único desejo, com meu filho vendo era até melhor, puta vagabunda que eu tava me tornando. Subi na cama onde concebi meu filho Ricardo e me apoiei na cabeceira. O mesmo que tinha lambido meu cu com perícia se posicionou atrás de mim e, aos poucos, foi penetrando minha bucetinha. O garoto fodia com força, enfiando toda a pica até o fundo. Ele me mantinha bem aberta de pernas e me segurava pelos quadris, me atravessando com muita violência. Depois me virei e um deles se aproximou com o pau na minha boca. Agarrei a vara daquele cara e comecei a chupar sem parar. Me sentia confortável naquela posição, chupando aquele delicioso banana de chocolate que me hipnotizava enquanto o outro me penetrava. Fiquei adorando aquela glande arroxeada que me encantava. Chupei o pau dele de novo com avidez, tentando fazê-lo gozar de novo. Queria tirar toda a porra dele e dessa vez não ia deixar escapar. Ia engolir toda aquela vitalidade grossa. Me dediquei a masturbá-lo, chupando o pau e balançando sem parar. Ao mesmo tempo, descia de vez em quando até os ovos dele e os lambia pra dar mais prazer. Eles saíram dos meus buracos e antes que seus colegas o substituíssem, me aproximei dele e agarrei a pica dura que ele tinha e comecei uns movimentos lentos sobre ela, masturbando ele com doçura. A gente se deu um beijo apaixonado e, ao nos separarmos, falei no ouvido dele para se deitar no tapete do quarto, que eu queria montar nele. O garoto sorriu e aceitou meus pedidos, deitando de barriga pra cima, apontando pra cima com o pau ereto. Eu adorava a mangueira que aquele gato jovem tinha. Peguei na pica dele e me coloquei de pernas abertas sobre ele, apoiando a buceta na cabeça poderosa dele e acabei sentando de uma vez, olhando bem pra onde meu filho estava. Soltei um suspiro longo ao sentir ele entrando centímetro por centímetro dentro de mim. Depois de ficar uns segundos sentindo aquela vara me perfurando, apoiei minhas mãos no peito dele e comecei a cavalgar em cima do meu macho forte como uma gostosa enlouquecida, enquanto ele batia nas minhas nádegas com as palmas das mãos, me fazendo gritar. Montei nele por uns minutos, o suficiente pra meu filho ver perfeitamente meus peitos subindo e descendo cada vez que a pica daquele jovem se enfiava em mim. Depois, dei lugar pro amigo dele, que começou a me foder no colo contra a parede, me sentava na pica dele me fazendo soltar gritos de puro prazer. Aí voltamos pra posição anterior, parece que o garoto tinha adorado me ver montando o amigo e queria que eu montasse nele também. Ele me ajudou a cair sobre o peito dele, mostrando minhas nádegas em todo seu esplendor. Outro se ajoelhou atrás de mim e chupou meu cu, me dando um beijo negro dos bons. Eu sabia o que aquilo significava e queria ser empalada por aqueles dois machos ao mesmo tempo. Depois de deixar meu cu bem lubrificado com a saliva dele, ele se aproximou do meu ouvido e sussurrou pra eu relaxar, que tudo ia dar certo. Que eles iam cuidar pra eu aproveitar. Com certeza, até agora não tinham mentido e, apesar de dar pra meu filho, eu tava adorando. Passando como nunca. O que tava me fodendo por baixo ficou parado, e o outro moleque encostou a ponta da vara no meu esfíncter, apoiando aquela cabeçona na entrada. Aqueles dois filhos da puta iam me destruir por dentro, mas eu tava pronta pra aguentar aquela prova dura. O garoto começou a enfiar a glande devagar e me segurou pelos quadris com as mãos. "Gostosa, agora vou penetrar seu buraquinho apertado até você desejar que nunca acabe. Vai ser a melhor experiência da sua vida. É o ponto alto dessa festa linda que preparamos pro seu filho." Depois dessas palavras, apertou minhas nádegas com força contra ele, cravando aquele aríete enorme no meu cu. Gritei sem conseguir me controlar. A dor era insuportável. Aquilo era grande demais e forte demais pro meu pobre rabo aguentar. Tava queimando por dentro. Chorava sem aguentar a pancada. Batia as bolas dele contra minhas nádegas. Finalmente conseguiu alojar aquela tranca toda no meu esfíncter dolorido. O garoto ficou parado uns segundos pra me deixar assimilar aquele torpedo que tinha me atravessado. Aí o outro começou a girar a pélvis me fodendo, enquanto o amigo iniciou um metesaca enlouquecedor. Sentia lá dentro as duas barras se encontrando. Eu me encaixei no movimento dos meus dois amantes, girando minha pélvis sobre as deles. A dor deu lugar a um prazer indescritível. Agora sim, tava no paraíso sendo fodida por eles. Os gemidos viraram uivos enlouquecedores da minha parte. Sentia a carne daqueles moleques enchendo meus intestinos sem jeito. "Filhos da puta, vocês me matam, mas me enlouquecem. Tô morrendo de tesão com vocês. Vocês fodem pra caralho. Não quero que isso acabe nunca. Continuem assim, não parem." Diziam pro meu filho: "Parece que a mamãe tava morrendo de vontade de provar nossas pirocas", olha como ela enterra meu pau no rabo dela, olha bem. Eu gozava igual uma puta. "Fode meu cu, filho da puta. Amo como você faz. É a melhor coisa que já sentido na minha vida toda. Não para nem um segundo, por favor, é bom demais pra deixar acabar"
Até falei pro meu filho: "Isso é culpa sua, querido, te falei pra não se comportar mal e você não obedeceu, olha só, agora tá sendo castigado vendo esses jovens enfiarem em sua mãe".
Sentia o orgasmo chegando a passos largos. Queria atrasar o máximo possível, mas não consegui. Falei que tava gozando e que eles gozassem comigo, que enchessem meus dois buracos com o leite quente deles. Então os dois aceleraram as enfiadas até ficarem parados dentro de mim, soltando gritos os três ao gozarmos como verdadeiras bestas no cio.
Ao mesmo tempo, eu chupava um pau enquanto batia punheta pros outros dois, os 5 tinham me fodido como campeões e eu não podia deixar nenhum dos meus amantes sem gozar de mim, não tinha buracos suficientes pra todos, mas pelo menos usava minhas mãos pra dar prazer pros que não ocupavam nenhum dos meus 3 buracos. Quando ainda sentia a porra no meu cu e na minha buceta, os três restantes gozaram na minha boca, eu tava com muita sede e engoli tudo, dessa vez não desperdicei nem uma gota, devo ter engolido muito esperma naquela tarde.
Quando se recuperaram, se vestiram e me deram um beijo de despedida, além de agradecer pelo tempo que eu tinha proporcionado, já falei que o prazer tinha sido meu. Os 5 voltaram pros seus país dias depois, meu filho não comentou nada disso com ninguém, embora nunca mais tenham ligado do colégio, agora parece que ele é um jovem exemplar. Eu ainda lembro daquelas 5 pirocas vigorosas perfurando todos os meus buracos.
Talvez vocês achem que a lição que dei ao meu filho foi dura demais, mas uma mãe tem que fazer o que tem que fazer pelo bem do filho, mesmo que exija esforço, e com certeza vocês precisam saber que abrigar aqueles paus no meu cu me custou muito esforço.
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