Já que a gente já se conhecia pelado e sabia o corpo um do outro, a verdade é que a gente falava pouco, só dizia o que queria fazer e sempre tava de acordo. Sempre era na casa dele, os pais trabalhavam e ele era filho único. Então a gente tinha uma tradição: de segunda a sexta, só quarta-feira era nosso dia. A gente já tava há uns meses sem perder uma quarta-feira brincando de 69. Vale dizer que a gente tinha começado a roçar nossas línguas nos nossos buracos ainda virgens e tava com muita vontade de trepar. Mas ao mesmo tempo, a gente tinha medo. Um certo dia, a gente falou: "vamos tentar". Meu amigo, que era mais corajoso, se ajeitou no sofá de um jeito que ficou quase de quatro. Eu comecei a chupar o buraquinho dele e ele gemeu, ficou super gostoso, aí ele falou: "coloca, enfia". Eu me ajeitei, coloquei a ponta do meu pau na entrada do buraquinho rosado e fechado dele. E não conseguia enfiar, machuquei ele e machuquei meu pau. Aí a gente decidiu que era minha vez, mas só nos machucamos de novo. Naquela época, com nossos 16 anos, a gente não sabia o que era penetração anal e não conhecia palavras como lubrificar ou dilatar. Então a gente pensou: "segunda-feira a gente sabe mais sobre esse tipo de sexo" e decidimos pedir ajuda. Justo estava o Manu, um colega nosso...
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