Oi, meu nome é Hector e sou passivo do México, gostaria de conhecer homens, de preferência mais maduros.
Gosto de responder perguntas sexuais e taradas. Deixo duas fotos pra me verem, já que não tenho muitas.
Podemos conversar no privado, tenho Skype. Tenho 22 anos, aliás.
====== parte 1
Oi, hoje eu quero contar pra vocês o que aconteceu comigo quando eu tinha 15 anos.
Pra você ter uma ideia, sou meio gordinho, pele branca, tenho mais ou menos 1,75 m, sou bem bundão e com pouco pelo.
Ele tem cerca de 1,80 m, moreno, forte, com um corpo robusto e bem definido.
Tudo começou quando eu estava no coral de uma igreja da minha cidade, tudo normal, os ensaios e tudo mais. Tudo ia normal até que um dia o coordenador esqueceu um instrumento em casa, aí ele me pediu pra acompanhá-lo e eu aceitei sem problema. Chegamos na casa dele, ele desceu, pegou o que tinha que pegar e partimos rumo à igreja de novo, que ficava mais ou menos a oito quadras. No caminho, ele disse...
C.- Ei... você tá mais magro, hein.
Eu me estranhei e falei pra ele
Y.- eeeeer obrigada
em seguida, ele coloca a mão na minha barriga e repete
C.- Você parece mais magro, tá malhando?
Y.- Algo
De repente percebo que ele começa a descer a mão em direção à minha buceta e imediatamente fico super nervosa!!! Ele me diz:
C.- Abre seu zíper
Eu obedeci porque fiquei impactado com a situação e não sabia exatamente como reagir. Depois de desabotoçar, ele me diz:
C.- Recline o assento.
Eu tentei, mas não consegui porque de tão nervoso que eu estava, minhas mãos tremiam pra caralho. Nessa hora, ele já estava quase estacionando em frente à igreja. Assim que ele parou, eu desci com a calça desabotoada e imediatamente voltei a abotoar, e ele me disse:
C.- Vem, vamos esperar mais um pouco antes de subir pra igreja.
Y.- Não, os outros já subiram, só falta a gente.
Tranquei a porta e fui pra igreja.
Estávamos a cerca de duas semanas de fazer um churrasco em uma piscina, onde seu "flerte" continuaria, mas isso deixarei para o próximo relato.
Deixem seus comentários e me digam se querem que eu conte o resto da história, TUDO É 100% REAL.
Vou estar lendo vocês.
Obrigado
======== parte 2
Anteriormente eu contei como foi o primeiro contato com o coordenador, agora vou contar o que aconteceu depois. Vou fazer isso aos poucos até chegar na parte mais interessante, espero que vocês não fiquem ansiosos.
Depois desse primeiro "encontro"... se é que dá pra chamar assim... pensei em largar o coro, mas pensei, talvez tenha sido um caso isolado.
Uma semana depois tínhamos um convívio no coral, no qual iríamos a um sítio longe da cidade com piscina e tudo mais.
Chegou o dia e eu fui ao ponto de encontro que havíamos combinado. Para minha surpresa, só estavam o coordenador e mais um colega. No fim, o resto do coral, que eram mais 5 pessoas, não pôde comparecer. Decidimos ir mesmo assim, o que não me preocupou, já que tinha mais alguém com a gente. Compramos a comida, o refri e tal.
Chegando no lugar, preparamos tudo e fomos nos trocar. Primeiro foi meu parceiro, depois fui eu, e aí o coordenador disse:
C.- Espera... vou com você.
Y.- Mas vou me trocar.
C.- Não tem problema, no fim das contas somos homens, temos a mesma coisa.
Eu não disse nada, no fim das contas não tinha muito o que eu pudesse fazer, sendo o mais novo do lugar com apenas 15 anos, enquanto o colega tinha 25 e o coordenador uns 35 ou 40 anos mais ou menos.
Quando chegamos no banheiro ele tirou a roupa ficando só de cueca e já dava pra ver a ereção dele, eu tirei a calça, já que só ia colocar o short pra tomar banho, ele me disse
C.- Vem que eu te ajudo
E ele me puxa pra perto dele, eu não disse nada só resisti um pouquinho, ele tirou minha camiseta e meu boxer, eu disse
Y.- Eu só colocaria o short pra tomar banho, minha roupa pra depois tá na mochila, não tiraria toda a roupa.
C.- Ah! Desculpa! Não sabia, mas assim você fica muito gostosa, podia tomar banho assim
Y.- Não! Como assim! Na verdade, você nem deveria me ver desse jeito.
C.- Não fica com vergonha, se quiser eu também posso ficar pelada como você.
Em seguida, ele tirou a cueca e expôs seu pênis enorme. Eu fiquei gelado de medo do que aconteceria depois, olhei fixamente: era negro, o mais grosso que já vi, comprido e tinha um cheiro muito peculiar.
Comecei a recuar quando ele me puxou de volta para perto dele, naquele momento senti o pau dele na minha barriga e ele começou a acariciar minha bunda, já que como mencionei antes tenho um bundão, eu estava super acelerado e não sabia o que fazer, ele continuou me tocando agora pela frente também e começou a me masturbar dizendo
C.- Vai, faz comigo, quero ver de que tamanho você tem.
Eu, nervoso, não disse nada e ele, sem mais, me colocou de joelhos, começou a se masturbar bem rápido e gozou na minha cara... Sei que acabou muito rápido, imagino que pela excitação dele e pelo tesão de me ter assim, pelado na frente dele, com a mão ele limpou minha cara e levou até minha boca e me disse:
C.- Experimenta... você vai gostar.
Y.- Não quero, tá fedendo muito.
C.- Engole eles, eu te disse!
Abri a boca e engoli eles, fiquei atordoado com o que tinha acontecido, me limitei a pegar a roupa para tomar banho e saímos para a piscina.
O resto daquele dia foi normal, não houve mais roçadas como essa.
==================================================================
Parte 3
Continuo, depois daquela tarde na piscina onde recebi uma descarga de sêmen no meu rosto para depois engolir, e com apenas 15 anos, decidi deixar o coral definitivamente, porque já sabia que não tinha sido um caso isolado e que continuaria se repetindo.
Avisa o coordenador que eu não ia mais e ele não se surpreendeu, mas deu pra ver que ficou triste. Cheguei e falei:
E- Oi, olha, desculpa, vim te avisar que não vou mais poder vir pro coral.
C- Claro, entendo o porquê, mas eu gostaria que você continuasse participando, você é uma parte importante do coral... e pra mim.
Y- É, desculpa, sério que não dá, putz, sinto muito.
C- Claro, não se preocupa, espero que a gente continue em contato.
Depois dessa pequena conversa, eu saí da igreja e fui pra casa.
DOIS MESES DEPOIS
O tempo passou e eu segui normal, tinha esquecido tudo o que aconteceu e tinha continuado normalmente, mas chegou um dia que fazia muito tempo que não acontecia: meus pais saíram de viagem para uma cidade distante, voltariam no mesmo dia, mas eu ficaria cerca de 12 a 15 horas do dia SOZINHO, totalmente sozinho.
Pra mim isso era emocionante, eu poderia fazer o que quisesse e com apenas 15 anos era uma loucura, mas ainda mais louco seria o que eu estava prestes a fazer.
Cheguei um dia antes da viagem dos meus pais, e quando vi no meu celular o número do coordenador, senti um nervosismo como nunca antes. Fiquei pensando no que aconteceria se ele viesse e eu estivesse sozinho, me deu muito tesão e comecei a perceber que a ideia de um senhor de 40 anos abusar de mim estava me excitando.
O dia estava passando normal e eu não conseguia parar de pensar no que faria se me tivesse sozinha, enchi-me de coragem e então decidi mandar uma mensagem pra ele no WhatsApp.
Y.- Oi, olha só... lembra quando você tentou me pegar no seu carro?
C.- kkkkkkk
Y. - Então quero que você faça e faça bem feito, logo vou ficar sozinho, quero que venha na minha casa.
C.- Onde você tá?
Y.- Tô na rua, mas amanhã te aviso quando você puder vir.
Tudo ficou assim naquele dia, eu esperei ansioso pelo dia seguinte para finalmente ver o que ele faria agora que tinha minha permissão, por sorte não tenho irmãos ou família próxima que me visite, então estarei totalmente sozinho com ele.
O DIA DEChegou o dia, meus pais foram e eu mandei uma mensagem pra ela.
Y.- Já tô pronto, estaciona longe.
C.- Vou pra lá.
Minha ansiedade só aumentava conforme o tempo passava. Ele não demorou mais que cinco minutos, mas pra mim foi uma eternidade. Me despi antes dele chegar e comecei a me masturbar pra deixar ela dura quando ele chegasse, mas com o nervosismo, não subiu. Vi ele se aproximando da minha porta e deixei entrar. Ele me olhou surpreso, completamente pelado, e disse:
C.- Nossa, que bunda enorme você tem
Y.- Haha, valeu, gostou do que tá vendo?
C.- Eu adoro
Rapidamente ele me vira de costas e começa a me beijar e lamber meus peitos. Eu estava super agitado, pois estava nu com um homem que tinha o triplo da minha idade. Comecei a tocar sua virilha, acariciando seu pau por cima da roupa enquanto ele chupava meus peitos e me dava palmadas fortes nas nádegas até deixá-las vermelhas. Depois, ele começou a me masturbar e a enfiar um dedo no meu cu, sem parar de chupar meus peitos. Eu continuava igualmente atordoado, tocando seu pau por cima da roupa, ansioso para vê-lo nu. Após 15 ou 20 minutos de esfregação intensa, ele deixou meus peitos vermelhos, minhas nádegas também, e meu pau estava escorrendo por tanto líquido que soltei, mas nunca cheguei a gozar. Ele me jogou contra o sofá, tirou a roupa e, finalmente, depois de tanto tempo, eu vi novamente aquele pau enorme que tinha enchido meu rosto de porra. Eu me ajoelhei na frente dele e disse
Y.- Uau, que grande ele é, estava louco para ver ela de novo.
C.- Sabia que você ia gostar do gosto do meu sêmen, agora cala a boca e engole, puta.
Em seguida, ele enfiou na minha boca sem piedade. Eu só conseguia ver entrando e saindo da minha boca, mal conseguia respirar e tinha vontade de vomitar, porque o pau dele entrava praticamente até minha garganta. Eu sentia um monte de saliva escorrendo pela minha boca, encharcando o pau dele. Eu chorava por não conseguir respirar, entre todas as sensações que sentia, mas não queria que ele parasse. Quando ele finalmente me soltou, eu imediatamente comecei a chupar seus testículos, fazendo isso desesperadamente, como se fosse a última coisa que faria. Ele enfiou de novo tudo que cabia na minha boca, me segurou pela cabeça e me empurrou em direção a ele, enquanto eu tossia tentando aguentar tudo.
Depois, ele me soltou e me colocou de cabeça para baixo no sofá. Ele sentou na minha cara, praticamente, mas com o pau na minha boca, e começou a foder minha boca como se fosse meu cu. Eu sentia a saliva escorrendo pelo meu rosto. Quando terminou, me colocou de joelhos no sofá, cuspiu no meu cu e enfiou dois dedos em mim. Imediatamente os tirou e, com uma única investida, enfiou todo o pau dele – TODO o pau dele – no meu cu. Eu dei um grito horrível de dor. Nunca, nunca antes tinham enfiado um pau em mim, muito menos daquele tamanho (aproximadamente 5 cm de largura e uns 18 cm de comprimento). Eu gritei, chorei e tentei me soltar, mas ele, na sua euforia, não me largava e continuava arrombando meu cu como se eu fosse um simples objeto.
Depois de um tempo, parei de sentir dor e comecei a sentir um calor imenso no meu cu, e passei a gostar. As investidas dele continuavam, e agora eu me empurrava contra ele. Sentia ele entrando por completo e minhas nádegas batendo no corpo dele. Foi simplesmente espetacular. Ele continuou e continuou por quase meia hora naquela posição, entre tirar para beijar minhas nádegas e dar palmadas. De repente, ele tirou, pegou minha cabeça bruscamente e me jogou no chão, enfiando novamente na minha boca. Ele metia o máximo que podia e, depois de uma investida até onde dava na minha garganta, senti o sêmen grosso entrando na minha boca. Ele se afastou, e eu cuspi e tossi muito, quase vomitei. Ele me... pega no pescoço e diz
C.- O que eu te disse da última vez, putinha? Engole tudo!
Eu, com a respiração ofegante e praticamente chorando, com a língua recolhi todo o sêmen que pude do chão, e ele disse
C.- Isso mesmo, sua putinha, agora você sabe que é minha, logo vamos nos ver de novo e você vai continuar me dando seu cuzinho pra sempre.
Eu não disse nada e me limitei a encará-lo fixamente nos olhos, ajoelhada no chão, enquanto o via vestindo a roupa. Ele foi embora sem dizer mais nada e eu tomei um banho e me masturbei até gozar.
Esse foi o fim desse dia.
Já se passaram 7 anos desde aquele dia, e até hoje ainda me encontro com aquele coordenador, tenho muitas histórias com ele e por causa disso mesmo tive muitos encontros com outros caras, que já serão outra história.
querem mais? me avisem.

Gosto de responder perguntas sexuais e taradas. Deixo duas fotos pra me verem, já que não tenho muitas.
Podemos conversar no privado, tenho Skype. Tenho 22 anos, aliás.
====== parte 1
Oi, hoje eu quero contar pra vocês o que aconteceu comigo quando eu tinha 15 anos.
Pra você ter uma ideia, sou meio gordinho, pele branca, tenho mais ou menos 1,75 m, sou bem bundão e com pouco pelo.
Ele tem cerca de 1,80 m, moreno, forte, com um corpo robusto e bem definido.
Tudo começou quando eu estava no coral de uma igreja da minha cidade, tudo normal, os ensaios e tudo mais. Tudo ia normal até que um dia o coordenador esqueceu um instrumento em casa, aí ele me pediu pra acompanhá-lo e eu aceitei sem problema. Chegamos na casa dele, ele desceu, pegou o que tinha que pegar e partimos rumo à igreja de novo, que ficava mais ou menos a oito quadras. No caminho, ele disse...
C.- Ei... você tá mais magro, hein.
Eu me estranhei e falei pra ele
Y.- eeeeer obrigada
em seguida, ele coloca a mão na minha barriga e repete
C.- Você parece mais magro, tá malhando?
Y.- Algo
De repente percebo que ele começa a descer a mão em direção à minha buceta e imediatamente fico super nervosa!!! Ele me diz:
C.- Abre seu zíper
Eu obedeci porque fiquei impactado com a situação e não sabia exatamente como reagir. Depois de desabotoçar, ele me diz:
C.- Recline o assento.
Eu tentei, mas não consegui porque de tão nervoso que eu estava, minhas mãos tremiam pra caralho. Nessa hora, ele já estava quase estacionando em frente à igreja. Assim que ele parou, eu desci com a calça desabotoada e imediatamente voltei a abotoar, e ele me disse:
C.- Vem, vamos esperar mais um pouco antes de subir pra igreja.
Y.- Não, os outros já subiram, só falta a gente.
Tranquei a porta e fui pra igreja.
Estávamos a cerca de duas semanas de fazer um churrasco em uma piscina, onde seu "flerte" continuaria, mas isso deixarei para o próximo relato.
Deixem seus comentários e me digam se querem que eu conte o resto da história, TUDO É 100% REAL.
Vou estar lendo vocês.
Obrigado
======== parte 2
Anteriormente eu contei como foi o primeiro contato com o coordenador, agora vou contar o que aconteceu depois. Vou fazer isso aos poucos até chegar na parte mais interessante, espero que vocês não fiquem ansiosos.
Depois desse primeiro "encontro"... se é que dá pra chamar assim... pensei em largar o coro, mas pensei, talvez tenha sido um caso isolado.
Uma semana depois tínhamos um convívio no coral, no qual iríamos a um sítio longe da cidade com piscina e tudo mais.
Chegou o dia e eu fui ao ponto de encontro que havíamos combinado. Para minha surpresa, só estavam o coordenador e mais um colega. No fim, o resto do coral, que eram mais 5 pessoas, não pôde comparecer. Decidimos ir mesmo assim, o que não me preocupou, já que tinha mais alguém com a gente. Compramos a comida, o refri e tal.
Chegando no lugar, preparamos tudo e fomos nos trocar. Primeiro foi meu parceiro, depois fui eu, e aí o coordenador disse:
C.- Espera... vou com você.
Y.- Mas vou me trocar.
C.- Não tem problema, no fim das contas somos homens, temos a mesma coisa.
Eu não disse nada, no fim das contas não tinha muito o que eu pudesse fazer, sendo o mais novo do lugar com apenas 15 anos, enquanto o colega tinha 25 e o coordenador uns 35 ou 40 anos mais ou menos.
Quando chegamos no banheiro ele tirou a roupa ficando só de cueca e já dava pra ver a ereção dele, eu tirei a calça, já que só ia colocar o short pra tomar banho, ele me disse
C.- Vem que eu te ajudo
E ele me puxa pra perto dele, eu não disse nada só resisti um pouquinho, ele tirou minha camiseta e meu boxer, eu disse
Y.- Eu só colocaria o short pra tomar banho, minha roupa pra depois tá na mochila, não tiraria toda a roupa.
C.- Ah! Desculpa! Não sabia, mas assim você fica muito gostosa, podia tomar banho assim
Y.- Não! Como assim! Na verdade, você nem deveria me ver desse jeito.
C.- Não fica com vergonha, se quiser eu também posso ficar pelada como você.
Em seguida, ele tirou a cueca e expôs seu pênis enorme. Eu fiquei gelado de medo do que aconteceria depois, olhei fixamente: era negro, o mais grosso que já vi, comprido e tinha um cheiro muito peculiar.
Comecei a recuar quando ele me puxou de volta para perto dele, naquele momento senti o pau dele na minha barriga e ele começou a acariciar minha bunda, já que como mencionei antes tenho um bundão, eu estava super acelerado e não sabia o que fazer, ele continuou me tocando agora pela frente também e começou a me masturbar dizendo
C.- Vai, faz comigo, quero ver de que tamanho você tem.
Eu, nervoso, não disse nada e ele, sem mais, me colocou de joelhos, começou a se masturbar bem rápido e gozou na minha cara... Sei que acabou muito rápido, imagino que pela excitação dele e pelo tesão de me ter assim, pelado na frente dele, com a mão ele limpou minha cara e levou até minha boca e me disse:
C.- Experimenta... você vai gostar.
Y.- Não quero, tá fedendo muito.
C.- Engole eles, eu te disse!
Abri a boca e engoli eles, fiquei atordoado com o que tinha acontecido, me limitei a pegar a roupa para tomar banho e saímos para a piscina.
O resto daquele dia foi normal, não houve mais roçadas como essa.
==================================================================
Parte 3
Continuo, depois daquela tarde na piscina onde recebi uma descarga de sêmen no meu rosto para depois engolir, e com apenas 15 anos, decidi deixar o coral definitivamente, porque já sabia que não tinha sido um caso isolado e que continuaria se repetindo.
Avisa o coordenador que eu não ia mais e ele não se surpreendeu, mas deu pra ver que ficou triste. Cheguei e falei:
E- Oi, olha, desculpa, vim te avisar que não vou mais poder vir pro coral.
C- Claro, entendo o porquê, mas eu gostaria que você continuasse participando, você é uma parte importante do coral... e pra mim.
Y- É, desculpa, sério que não dá, putz, sinto muito.
C- Claro, não se preocupa, espero que a gente continue em contato.
Depois dessa pequena conversa, eu saí da igreja e fui pra casa.
DOIS MESES DEPOIS
O tempo passou e eu segui normal, tinha esquecido tudo o que aconteceu e tinha continuado normalmente, mas chegou um dia que fazia muito tempo que não acontecia: meus pais saíram de viagem para uma cidade distante, voltariam no mesmo dia, mas eu ficaria cerca de 12 a 15 horas do dia SOZINHO, totalmente sozinho.
Pra mim isso era emocionante, eu poderia fazer o que quisesse e com apenas 15 anos era uma loucura, mas ainda mais louco seria o que eu estava prestes a fazer.
Cheguei um dia antes da viagem dos meus pais, e quando vi no meu celular o número do coordenador, senti um nervosismo como nunca antes. Fiquei pensando no que aconteceria se ele viesse e eu estivesse sozinho, me deu muito tesão e comecei a perceber que a ideia de um senhor de 40 anos abusar de mim estava me excitando.
O dia estava passando normal e eu não conseguia parar de pensar no que faria se me tivesse sozinha, enchi-me de coragem e então decidi mandar uma mensagem pra ele no WhatsApp.
Y.- Oi, olha só... lembra quando você tentou me pegar no seu carro?
C.- kkkkkkk
Y. - Então quero que você faça e faça bem feito, logo vou ficar sozinho, quero que venha na minha casa.
C.- Onde você tá?
Y.- Tô na rua, mas amanhã te aviso quando você puder vir.
Tudo ficou assim naquele dia, eu esperei ansioso pelo dia seguinte para finalmente ver o que ele faria agora que tinha minha permissão, por sorte não tenho irmãos ou família próxima que me visite, então estarei totalmente sozinho com ele.
O DIA DEChegou o dia, meus pais foram e eu mandei uma mensagem pra ela.
Y.- Já tô pronto, estaciona longe.
C.- Vou pra lá.
Minha ansiedade só aumentava conforme o tempo passava. Ele não demorou mais que cinco minutos, mas pra mim foi uma eternidade. Me despi antes dele chegar e comecei a me masturbar pra deixar ela dura quando ele chegasse, mas com o nervosismo, não subiu. Vi ele se aproximando da minha porta e deixei entrar. Ele me olhou surpreso, completamente pelado, e disse:
C.- Nossa, que bunda enorme você tem
Y.- Haha, valeu, gostou do que tá vendo?
C.- Eu adoro
Rapidamente ele me vira de costas e começa a me beijar e lamber meus peitos. Eu estava super agitado, pois estava nu com um homem que tinha o triplo da minha idade. Comecei a tocar sua virilha, acariciando seu pau por cima da roupa enquanto ele chupava meus peitos e me dava palmadas fortes nas nádegas até deixá-las vermelhas. Depois, ele começou a me masturbar e a enfiar um dedo no meu cu, sem parar de chupar meus peitos. Eu continuava igualmente atordoado, tocando seu pau por cima da roupa, ansioso para vê-lo nu. Após 15 ou 20 minutos de esfregação intensa, ele deixou meus peitos vermelhos, minhas nádegas também, e meu pau estava escorrendo por tanto líquido que soltei, mas nunca cheguei a gozar. Ele me jogou contra o sofá, tirou a roupa e, finalmente, depois de tanto tempo, eu vi novamente aquele pau enorme que tinha enchido meu rosto de porra. Eu me ajoelhei na frente dele e disse
Y.- Uau, que grande ele é, estava louco para ver ela de novo.
C.- Sabia que você ia gostar do gosto do meu sêmen, agora cala a boca e engole, puta.
Em seguida, ele enfiou na minha boca sem piedade. Eu só conseguia ver entrando e saindo da minha boca, mal conseguia respirar e tinha vontade de vomitar, porque o pau dele entrava praticamente até minha garganta. Eu sentia um monte de saliva escorrendo pela minha boca, encharcando o pau dele. Eu chorava por não conseguir respirar, entre todas as sensações que sentia, mas não queria que ele parasse. Quando ele finalmente me soltou, eu imediatamente comecei a chupar seus testículos, fazendo isso desesperadamente, como se fosse a última coisa que faria. Ele enfiou de novo tudo que cabia na minha boca, me segurou pela cabeça e me empurrou em direção a ele, enquanto eu tossia tentando aguentar tudo.
Depois, ele me soltou e me colocou de cabeça para baixo no sofá. Ele sentou na minha cara, praticamente, mas com o pau na minha boca, e começou a foder minha boca como se fosse meu cu. Eu sentia a saliva escorrendo pelo meu rosto. Quando terminou, me colocou de joelhos no sofá, cuspiu no meu cu e enfiou dois dedos em mim. Imediatamente os tirou e, com uma única investida, enfiou todo o pau dele – TODO o pau dele – no meu cu. Eu dei um grito horrível de dor. Nunca, nunca antes tinham enfiado um pau em mim, muito menos daquele tamanho (aproximadamente 5 cm de largura e uns 18 cm de comprimento). Eu gritei, chorei e tentei me soltar, mas ele, na sua euforia, não me largava e continuava arrombando meu cu como se eu fosse um simples objeto.
Depois de um tempo, parei de sentir dor e comecei a sentir um calor imenso no meu cu, e passei a gostar. As investidas dele continuavam, e agora eu me empurrava contra ele. Sentia ele entrando por completo e minhas nádegas batendo no corpo dele. Foi simplesmente espetacular. Ele continuou e continuou por quase meia hora naquela posição, entre tirar para beijar minhas nádegas e dar palmadas. De repente, ele tirou, pegou minha cabeça bruscamente e me jogou no chão, enfiando novamente na minha boca. Ele metia o máximo que podia e, depois de uma investida até onde dava na minha garganta, senti o sêmen grosso entrando na minha boca. Ele se afastou, e eu cuspi e tossi muito, quase vomitei. Ele me... pega no pescoço e diz
C.- O que eu te disse da última vez, putinha? Engole tudo!
Eu, com a respiração ofegante e praticamente chorando, com a língua recolhi todo o sêmen que pude do chão, e ele disse
C.- Isso mesmo, sua putinha, agora você sabe que é minha, logo vamos nos ver de novo e você vai continuar me dando seu cuzinho pra sempre.
Eu não disse nada e me limitei a encará-lo fixamente nos olhos, ajoelhada no chão, enquanto o via vestindo a roupa. Ele foi embora sem dizer mais nada e eu tomei um banho e me masturbei até gozar.
Esse foi o fim desse dia.
Já se passaram 7 anos desde aquele dia, e até hoje ainda me encontro com aquele coordenador, tenho muitas histórias com ele e por causa disso mesmo tive muitos encontros com outros caras, que já serão outra história.
querem mais? me avisem.

5 comentários - Gay Perdí mi virginidad en el coro de la iglesia .. Fotos
De que estadode la republica eres bombon