Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ei, quero compartilhar com você como foi a noite em que perdi minha virgindade. Pra mim, as primeiras vezes sempre têm aquela qualidade de serem inesquecíveis. Tem muitas primeiras vezes na minha vida, mas uma das que mais gostei foi a primeira vez que chupei uma pica, e foi a do meu tio Pablo, o mesmo homem que no dia do meu despertar sexual me mandou pra escola com a bucetinha molhada por causa de uma carícia furtiva que fez debaixo da minha saia ao nos despedirmos. A primeira vez que chupei meu tio, nunca vou esquecer, porque a experiência fez com que desde então eu ame sentir a pica dos meus amantes na boca. Lembro também da primeira vez que toquei num pau, mesmo que por cima da roupa, quando na manhã do dia em questão cheguei cedo na escola e meu namorado me deu um amasso rápido na sala de aula. Ainda hoje, depois de alguns anos e de termos terminado nosso namoro, a gente continua se vendo pra transar de vez em quando. Ai, Ricardo, te peço perdão adiantado caso um dia você veja isso escrito e descubra umas coisinhas que não sabia da nossa primeira vez juntos, é que quando você me penetrou pela primeira vez, alguém já tinha chegado antes.
Você vai lembrar que no dia seguinte ao meu despertar sexual era minha festa de aniversário; eu me sentia ansiosa pra me ver gostosa, queria abrir o apetite de todos os homens que estivessem na casa dos meus pais naquela noite. Também vai lembrar que pra minha festa eu escolhi um vestido vermelho, mini; porque ficava perfeito em mim. O decote cavado, sem mangas nem alças, fazia meus peitos parecerem ainda mais deliciosos, e minhas pernas mostravam sua beleza sem nenhum pudor por causa da saia que mal cobria uns 3 centímetros abaixo das minhas nádegas jovens e firmes. Os músculos das minhas coxas e panturrilhas pareciam ainda mais torneados por causa da tensão aparente que me causava andar quase na ponta dos pés com meus saltos altos. Naquela noite, decidi que, além de não usar sutiã, também não usaria calcinha. Me excitava a ideia de ter minha buceta quase à vista dos curiosos.
Aqui no México o pessoal é terrivelmente impontual, então os primeiros convidados começaram a chegar uma hora depois do combinado. A família da minha mãe é bem numerosa, tenho duas tias mais ou menos da minha idade e uma mais nova que eu, além de dois tios e minha mãe, e vários primos e primas que têm a minha idade. Já meu pai só tem um irmão, meu lindíssimo tio Pablo, que hoje é casado, mas não tem filhos. Em pouco tempo, o quintal da casa dos meus pais estava cheio de parentes e meus amigos da escola. Desde o começo, percebi como nenhum homem, nem meus tios, nem meu pai, nem meu irmão tirava os olhos de mim. Minhas tias mais velhas estavam escandalizadas com minha roupa. — Ai, filha, você não acha que mostra demais com esse vestidinho? — Velha beata e invejosa, pensei. — Pois eu acho que fica um luxo, não acha, Victor? — perguntei num tom provocante pro filho da minha tia, meu primo, dois anos mais velho que eu. Claro que minha tia ficou vermelha de raiva ao ver que a voz do Victor tremia e ele só conseguiu responder: — Sss sim, Du Dulce, com certeza.
Mais tarde, meu tio Pablo chegou na festa, trazendo duas caixas de tequila e um monte de cerveja. Naquela noite, o álcool correu solto e a música tocou sem parar. Dancei com quase todos os homens que foram na minha festa, principalmente com meu tio Pablo e com Ricardo, que era meu namorado há apenas um dia — eles eram os dois caras que me deixavam louca naquela época. A meia-noite levou embora quase todos os meus amigos da escola e minhas tias mais velhas com suas famílias. Quando me despedi do meu primo tímido, Victor, senti o bafo de álcool dele quando me abraçou e, como despedida, ele disse: — Que delícia você tá, porra, Dulce, cê tá muito gostosa. Aproximei ele mais no abraço e falei no ouvido, em tom de brincadeira: — Ai, primo, quando você quiser, te apresento minhas amiguinhas pra você dar uns beijos nelas. Victor soltou uma risada nervosa e, quando rompeu o abraço, passou a mão discretamente na minha bunda, num toque rápido.
Depois de me despedir de quem tava indo embora, senti minhas pernas meio cansadas, os saltos altos tinham me esgotado, então pensei em ir pro meu quarto trocar de calçado. Atravessei o pátio onde tava rolando minha festa e abri a porta da frente de casa, a sala principal tava quase no escuro, só com um feixe fraco de luz entrando que me deixou ver que no sofá tava meu pai sentado, sozinho, com uma cerveja na mão. Na hora, o olhar do meu pai se cravou no meu corpo, me enchendo de uma sensação deliciosa entre nervosismo e tesão. — O que cê tá fazendo aqui, pai? — perguntei enquanto me aproximava dele. — Vem, filha, senta no meu colo. — Eu obedeci e sentei no colo dele, encostando minha buceta o máximo possível na virilha dele.
— Já experimentou a cerveja, gostosa?
—Sim, mas não é a minha favorita — falei enquanto recostava minhas costas no peito dele e deixava minha cabeça cair para trás, sobre o ombro dele, oferecendo ao meu pai a vista suculenta dos meus seios enfiados no decote do meu vestido e iluminados pela luz que entrava pela janela. — O que você gosta de beber, papai? — perguntei num tom sensual, bem baixinho perto do ouvido dele, enquanto brincava com a mão esquerda no cabelo dele. — Eu gosto de você, por exemplo, gosto disso — ele respondeu, e as mãos dele subiram pelas minhas laterais até os meus seios, e ele começou a me beijar e lamber meu pescoço. Meu pai acariciava a base dos meus peitos com a força que o desejo pelo meu corpo despertava nele. E eu, sentada no colo dele, com a cabeça jogada para trás, sentia na minha bunda a dureza crescente da virilidade do meu pai e sentia na minha buceta a umidade da excitação que os beijos gostosos que papai estava me dando no pescoço provocavam. — Mas isso eu gosto muito mais — ele disse, e enfiou as mãos entre a taça do vestido que cobria meus seios e minha pele nua; o toque das mãos dele, meio ásperas e quentes, agarrando meus peitos me excitou ainda mais, e quando meu pai apertou delicadamente meus bicos, não consegui evitar gemer de prazer com as carícias dele, nem consegui evitar que minha bunda de novinha começasse um vai e vem lento, mas forte, sobre o pau cada vez mais duro do meu pai. Ele tirou as mãos de debaixo das taças do meu vestido e, colocando-as sobre minhas coxas descobertas, abriu minhas pernas e acariciou com a ponta dos dedos a pele macia da parte interna das minhas coxas, a mais próxima da minha xereca, até aquela noite ainda virgem. Me ergui sem levantar a bunda do colo do meu pai, plantei meus sapatos de salto agulha no chão e arqueei minhas costas, empinando minhas nádegas e friccionando mais forte o membro enorme que sentia debaixo de mim. Meu pai enfiou uma das mãos na calça para ajustar o pau para cima e aproveitar minha bunda na área mais sensível do pau dele e me fazer sentir o comprimento inteiro do cacete dele acomodado na linha que divide minhas nádegas. Ouvi alguém abrindo a porta da entrada, dei um pulo pra me sentar no sofá ao lado do meu pai, inclinei minha cabeça pra ele como se estivesse prestando atenção em algo que ele dizia. Quem tinha nos interrompido era minha mãe. — O que vocês estão fazendo, rapazes? — perguntou, sentando no sofá em frente ao meu pai e a mim. — Carolina, a menina não gosta de cerveja — respondeu meu pai à pergunta da minha mãe, exagerando a entonação de bêbado. — Já tá bêbado, filho da puta? E você, pirralha, vai pegar algo pra se cobrir, que porra é essa que você tá mostrando? — ordenou, pudica. — Vamos pra cima, bêbado — ordenou minha mãe, se dirigindo de novo ao meu pai. — Tá bom, então — respondeu ele, esticando os braços, fingindo estar muito bêbado pra gente ajudar ele a se levantar; me levantei e minha mãe fez o mesmo, e cada uma de um lado, levantamos ele do sofá. Na mão do lado da minha mãe, meu pai segurava uma cerveja meio vazia, minha mãe arrancou a garrafa dele e fez uma cara séria enquanto me passava a garrafa e começou a subir com meu pai pro quarto. Minha mãe parou depois de dois passos e, virando pro meu pai, disse: — Que o bêbado do seu irmão quer levar os moleques pra continuar a farra na casa dele — depois olhou pra mim — e você nem pense em sair dessa casa vestida de puta, se quiser ir com seu tio, se troca — meu pai deu uma gargalhada — Se vão ficar aqui do lado, velha, não faz drama, mas você, Candy, obedece sua mãe e veste outra coisa — Minha mãe saiu da sala pra começar a subir as escadas. Fora da vista da minha mãe, peguei a garrafa de cerveja que meu pai tinha tomado, coloquei ela na vertical na frente do meu rosto e enfiei o gargalo da garrafa devagarzinho na minha boca, simulando um boquete pra deleite visual do meu pai.
Depois que meus pais foram dormir, ajeitei o vestido que estava meio fora do lugar por causa das mãos que meu pai tinha passado em mim, e me preparei pra subir pro meu quarto, mas não ia trocar de roupa, só os sapatos. Tava morrendo de vontade de continuar a festa na casa do meu tio, que morava do lado, com certeza ia ficar bom, porque ainda tinham alguns amigos meus e meus primos, e seria a melhor chance de arrumar um momento a sós com o Ricardo e deixar ele me desvirginar de uma vez. Abri a porta do meu quarto e na meia-luz vi que alguém tava deitado, aparentemente de bruços, na minha cama. Sem acender a luz pra não acordar quem eu achava que tava dormindo na minha cama, me aproximei pra ver quem era. Meu irmão me olhava com os olhos semicerrados da minha cama. — Que porra é essa? O que cê tá fazendo no meu quarto? — perguntei. — Nada, deu sono e a tia Glória e sua prima gorda invadiram meu quarto. — Notei que a respiração do meu irmão tava ofegante e que a posição dos braços dele dobrados debaixo do corpo parecia muito forçada. — Olha, se afasta aí, filho da puta, vou trocar de sapato e vou sentar aí onde cê tá, atrapalhando — falei enquanto esticava o braço pra apertar o interruptor. — Não! Não acende a luz, Dulce. — Meu irmão pediu.
—Então, qual é a tua? Tá de vampira ou qual é a parada?
Só não acende ela, e pronto." — Respondeu, se arrastando para o centro da cama, sempre deitado de bruços.
Já, mano, me diz que porra que cê tem?
—Que nada, Dulce, tô com sono. Respondeu irritado e virando o rosto pro lado oposto de onde eu tava.
Sentei na borda da cama e baguncei de brincadeira o cabelo liso do meu irmão Érick. Depois troquei de sapatos e me preparei pra sair do quarto. Pra mim, a atitude do meu irmão foi a coisa mais estranha. E minha curiosidade pra investigar o assunto me fez parar depois de fechar a porta do meu quarto quando já ia saindo, voltei e abri a porta de novo sem fazer barulho. Vi que na minha cama os quadris do meu irmão se moviam fazendo círculos frenéticos, ele ainda tava com o rosto virado pro outro lado, então não viu que eu tinha voltado a entrar no quarto. Me aproximei mais da minha cama, fechei a porta devagar e confirmei que Érick, meu irmão, tava se masturbando usando o peso do corpo pra esfregar o pau contra minha cama. De repente, no meio do barulho da respiração ofegante dele, percebi que ele tava falando meu nome — Ah, sim, Candy, assim, que buceta gostosa, irmãzinha, cabe tudo... ah... Candy... sua buceta. Me aproximei até minhas pernas encostarem na borda da minha cama e me inclinei pro meu irmão. — Cê gosta da minha buceta, Érick? Quer ela? — perguntei num sussurro bem baixinho, e foi como desligar um interruptor no cérebro do meu irmão, porque os movimentos desesperados do quadril e os barulhos pararam de repente. — Cê quer a buceta da sua irmã? Cê deseja minha buceta, Érick?... Silêncio... Me deitei ao lado dele e abracei ele, colocando meu corpo de lado perto do dele, e subi minha perna por cima do corpo parado dele, virado de bruços. — Não tem problema, Érick, tá tudo bem, você é homem e é natural gostar de mulher — falei enquanto passava meus dedos pelas costas dele. — É que eu te adoro, Candy, é que... você é uma delícia, suas pernas, seus peitos, adoro sua buceta, juro que adoro, me deixa louco. Depois perguntei — E sua namorada? Ela sim é gostosa, não se faz de besta, ou aquela velha da loja que meu pai disse que você tava pegando? Elas não te atraem? — Ele virou o rosto pro meu, os dois deitados no mesmo travesseiro, cara a cara. — Elas não são nada perto de você, Nancy (namorada do meu (mano, naqueles dias) puta que horror, e da outra velha, não sei por que meu pai começou a falar que a Grécia (a da loja) era minha namorada só porque ficou sabendo que eu tinha comido ela outro dia na casa dela. O Érick se deitou de lado, ajustando o corpo de frente pro meu, eu ajustei em volta da cintura dele a perna que já tinha colocado por cima, nessa posição a barra da minissaia subiu até a metade da minha bunda. O Érick chegou mais perto de mim, colocou a mão na minha cintura e disse: — Vou te contar um segredo, mas não vai contar pra ninguém, sua puta Candy, senão jogo suas coisas pela janela. — Eu ri e apoiei a cabeça na palma da mão, com o braço formando um ângulo reto, cotovelo no travesseiro — Que segredo você vai me contar? — respondi, arregalando os olhos fingindo surpresa. — Que toda vez que tô com tesão, venho pro teu quarto e me tranco pra bater uma, igual você me achou agora, fico de bruços e começo a socar forte no colchão imaginando que é você que tá debaixo de mim, de costas e com as pernas abertas, com a bunda bem empinada pra mim, e deixa eu te penetrar bem forte. Às vezes pego teus sutiãs ou calcinhas do cesto de roupa suja, tiro a pica e enrolo na sua peça pra gozar dentro delas e não sujar teus lençóis, depois volto de bruços na sua cama, imaginando que tô te comendo. — A confissão dele me encheu de surpresa e me deu uma mistura de ternura e tesão, falar de sexo com alguém sempre me excita, e estar ali na frente do meu irmão ouvindo ele confessar que fantasia em transar comigo enquanto batia uma na minha cama, me deixou muito excitada. — Candy, desculpa, eu sei que isso não é certo, só queria que você soubesse, fazer o quê, você me pegou no flagra e essa é a verdade. — Meu irmão continuou falando. — Ai, Érick, pelo contrário, me lisonjeia que, mesmo sendo sua irmã, você sinta desejo por mim, mas quero saber uma coisa, em troca de guardar seu segredo, se você não pensasse que fosse algo errado fazer com sua irmã, você me comeria?
- Claro que sim, não quero nada tanto quanto quero te comer, Candy. Mas sei que tudo isso não é normal e, além disso, imagina o que o papai faria com a gente se descobrisse, uf, nem quero pensar na forma como ele me mataria por comer a princesinha dele -. O comentário dele me fez rir e também me preocupou, porque, de fato, não sei o que o papai faria conosco se descobrisse que Érick sequer me tocou, sem contar com o ciúme do meu pai, já que naquela altura ele me desejava com muita força e eu tinha correspondido.
—Acho que não é tão ruim assim, essa parada de transar entre família — respondi pro meu irmão — sempre pensei que a sociedade acha que a gente é de pau e inibe nossos desejos na base da ameaça. E bom, já que você me contou seu segredo, vou compartilhar o meu... é que ainda não transei, sou virgem ainda.
-Puxa, achei que você já tinha feito isso. Ei, mas não fez nada mesmo? Um amasso, um oral, alguma coisa
—Ai, Érick, o máximo que já fiz foi passar a mão na pica de alguém por cima da calça e deixar me apalparem, mas nada além disso. E te confesso que, de uns tempos pra cá, tô com uma puta vontade de experimentar, de saber como é fazer essas coisas, como é sentir uma pica por baixo da roupa de alguém, como é sentir ela entrando, na boca ou na buceta, só de imaginar como deve ser ser penetrada já fico louca, mas não sei como é e, pra você saber, nas noites que eu fico com tesão, eu bato uma aqui também.
- Sim, eu sei, às vezes seu travesseiro cheira à sua buceta.
-É que eu coloco ela na minha buceta pra me esfregar e sentir mais gostoso haha. Você fica mais excitado quando meus travesseiros têm meu cheiro?
—Sim, me excita muito mais do que gozar na sua calcinha. Quando ele disse isso, eu levei a mão que estava apoiada no braço do meu irmão para baixo e enfiei meu dedo médio na umidade da minha buceta, que ainda estava excitada depois do episódio com meu pai e agora mais ainda, por causa da situação que vivia com meu irmão; peguei um pouco do meu fluido e levei o dedo até o rosto do meu irmão, que fechou os olhos enquanto sentia o cheiro dos meus sucos e depois começou a lamber meu dedo, onde eu oferecia o cheiro da minha xota. —Ei, você me deixaria sentir a textura do seu pau? Tô morrendo de curiosidade pra saber como é a pele de um membro— perguntei.
— Candy, isso não tá nada certo, você é minha irmã, não posso te ver como um objeto sexual.
-Não vem com hipocrisia, Érick, você acabou de me falar o quanto eu te agrado, vai lá, só um pouquinho, vou fazer com cuidado pra não te machucar, ou melhor, me diz onde tocar, quero saber qual é a sensação, te prometo que é tudo que vou te pedir, cê deixa eu provar?
Meu irmão tirou a mão da minha cintura e da calça dele desabotoada puxou o pau jovem dele, com uma ereção bem forte. —Tá, pode tocar, mas só isso, ok? só encostar um pouquinho e pronto—. Me ajeitei na cama deixando minha cabeça na altura do membro que meu irmão oferecia pra ser explorado, tinha pouca luz no quarto, então com a vista só dava pra distinguir um cilindro comprido e não muito grosso com uma moita de pelo escuro na base e os ovos; depois apalpei o cilindro com a ponta dos dedos, primeiro no lombo, onde o relevo que umas veias inchadas formavam me pareceu fascinante e me perguntei se uma buceta seria capaz de sentir essas protuberâncias. Cheguei com meus dedos na ponta de uma glande descoberta que me pareceu o capacete de guerra de algum personagem de ficção. Pelo furinho na ponta da glande, saía uma gotinha que não consegui ver, só sentir, e que espalhei com meu polegar pela ponta do pau do meu irmão enquanto o resto dos meus dedos rodeavam o resto da vara dele. —Ah, é bonito, bem macio. Você sente gostoso quando sai esse líquido? — Perguntei pro meu irmão, enquanto movia devagar a mão da ponta até a base do pau dele. —Não sinto quase nada quando o líquido sai, só sinto gostoso você espalhando igual fez—. Ele respondeu e eu apertei um pouco minha mão em volta do membro comprido e fino que segurava, começando um movimento agora da base pra ponta, me perguntando se sairia mais líquido pelo furinho. Uma gota de fluido pré-seminal mais grossa que a anterior saiu pelo pau do meu irmão, e repeti os movimentos circulares espalhando o líquido, que agora era abundante o suficiente pra espalhar sobre a glande toda. Quando meu polegar foi pra parte de baixo do pau do meu irmão, o corpo dele se contraiu e no meu toque senti uma elevação que parecia um nervo fino em tensão; apliquei o resto do líquido massageando com mais força aquela área e meu irmão soltou um Suspiro e ela me disse -Aí fica muito gostoso, Candy-. Como resposta, intensifiquei os movimentos dos meus dedos e mudei de posição até ficar de novo cara a cara com meu irmão. E enquanto continuava acariciando a piroca dele, perguntei -quer me beijar?- e ele, em silêncio, se aproximou de mim, segurou minha nuca e começou um beijo molhado, de língua, que me deixou ainda mais excitada.
Meu quarto divide parede com o dos meus pais. Sabendo disso e pela ansiedade que o momento despertava, eu e meu irmão falávamos o tempo todo em voz baixa. Do outro lado da parede, começamos a ouvir barulhos, e paramos o beijo na hora, ficando bem quietos, escutando. Depois os sons aumentaram de volume e a gente identificou... Do outro lado da parede, minha mãe gemia docemente em ondas lentas de barulho, meu pai tava comendo ela. Eu e meu irmão nos viramos um pro outro e continuamos nosso beijo delicioso, estimulados pelos gemidos da minha mãe. Érick beija muito bem, e na primeira vez que me beijou, senti que o jeito que ele fazia podia ser suficiente pra me fazer gozar. Enquanto nossas línguas se entrelaçavam e a gente abria cada vez mais a boca, comecei a masturbar meu irmão de verdade, fazendo ele gemer em notas grossas que vibravam dentro da minha boca. — Deixa eu te mostrar uma coisa, Candy — propôs meu irmão e me deitou de costas na minha cama, depois se abaixou até que o rosto dele ficasse na altura da minha buceta e, uma vez ali, me perguntou: — Você tirou a calcinha, Candy? — virando pra me olhar da posição dele entre minhas pernas, que tinham se aberto pra dar espaço pro meu irmão ajoelhado e inclinado sobre a minha xereca. — Na verdade, hoje não coloquei. — Ele sorriu e, se abaixando mais, começou a beijar minha vulva. Nunca tive muito pelo, sou mais lisinha, e como na noite da minha festa tinha decidido não usar calcinha, depilei o pouco pelo da minha periquita antes de me vestir. Então meu irmão encontrou uma superfície macia e sem pelo onde a boca dele começou um beijo como antes tinha feito na minha boca. Os lábios dele fechavam completamente a entrada da minha cavidade e ele movia a cabeça em movimentos lentos que tentei prever, mas quando eu pensava que ele ia me beijar em círculos, virava a cabeça pros lados, e quando eu pensava que ia continuar por ouvir meus gemidinhos, passava a língua de cima pra baixo, misturando a saliva com meus fluxos abundantes. Depois, a língua dele começou a descrever círculos ao redor do meu botãozinho, aquele filho da puta do meu irmão sabia como dar um oral de respeito numa mulher. Quando a superfície escorregadia da língua dele acariciava meu clitóris, peguei a cabeça dele pelo cabelo com minhas mãos e levantei minha bacia com força, deixando o atrito ainda mais intenso. Meus gemidos, mais fracos que os da minha mãe, às vezes se misturavam numa música mórbida de mãe e filha aproveitando os homens da casa. Meu irmão começou então a lamber minha virilha e a parte interna das minhas coxas enquanto enfiava na minha buceta primeiro um dedo, depois dois, mas quando ele fez isso, começou a doer, minha buceta nunca tinha curtido algo mais grosso que um dos meus dedos, então não estava acostumada. Mas meu irmão insistiu e não só movia os dedos pra dentro e pra fora, como também os girava enquanto enfiava e tirava.
—Vira de lado e coloca os travesseiros embaixo do quadril, Candy, vou te ensinar outra coisa. — Meu irmão falou baixinho, e eu, que tava com um tesão danado, obedeci sem dizer nada e me deitei de barriga pra baixo, com a bunda levantada pelos dois travesseiros que coloquei debaixo de mim. Meu irmão se ajoelhou atrás de mim, abriu minhas pernas e levantou minha saia, que por acaso tinha ficado bem no lugar, puxando ela até a cintura, deixando minhas nádegas à mostra. Como eu tava adorando a língua dele no meu clitóris, quis prolongar a sensação e enfiei meu braço debaixo do meu corpo até alcançar com a ponta dos dedos meu botãozinho ardente, que comecei a esfregar bem forte. Lá estava eu, igual na fantasia do meu irmão, deitada de bruços na minha cama com a bunda nua e levantada, as pernas bem abertas e esticadas pra trás, só que dessa vez eu ainda tava me masturbando na frente dele. Aí senti meu irmão pegar minhas nádegas, uma com cada mão, e abri-las pra enfiar a cara entre elas e começar a lamber meu cu e passar a língua por toda a minha fenda. Era uma sensação tão intensa que comecei a gemer mais alto e a me masturbar mais rápido — Shhh, vão te ouvir aqui do lado, Candy. — Meu irmão me repreendeu. Eu concordei e, com a mão livre, tampei a boca pra abafar os gemidos. Sentia a língua do meu irmão lambendo meu cu e depois descendo até minha entradinha apertada da buceta. Pouco depois, meu irmão limitou os movimentos da língua ao meu cu, soltou uma das minhas nádegas e tentou de novo enfiar dois dedos na minha buceta. Nessa posição, a dedada que meu irmão tava me dando não doeu; pelo contrário, aumentou meu prazer e minha excitação. — Consigo sentir seu hímen, Candy, que gostoso. — Meu irmão disse, com a voz mostrando o tesão que sentia em ter os dedos dentro da irmãzinha virgem — Dá pra sentir como aperta. — Aí lembrei que da vez que me masturbei... no banheiro da escola, enfiei o dedo na minha buceta e pude sentir como meu hímem apertava gostoso meu dedo. Naquele momento, desejei que meu irmão fosse o dono daquela sensação na ponta do pau dele, uma sensação que nunca mais se repetiria para mim. — Quer fazer? — perguntei ansiosa pro meu irmão. — Você me deixou à beira de um orgasmo, Érick, e quero gozar com seu pau dentro de mim. Naquela hora, eu realmente queria que a primeira vez que alguém me penetrasse fosse meu irmão, queria o pau dele dentro de mim. — Quer me desvirgar? — insisti. E depois de um breve silêncio, meu irmão parou o trabalho gostoso que a língua dele fazia entre minhas nádegas e disse: — Não sei, seria muito estranho, uma coisa é a gente se beijar e eu te chupar, mas eu dentro da sua buceta, não sei, sério, não sei. Ele se afastou de trás de mim e, depois de me mandar não me mexer, saiu do quarto e voltou meio minuto depois, todo agitado. — Olha, trouxe uma camisinha, porque sim, tô com muita vontade de te comer e sei que uma hora não vou conseguir me segurar e vou meter meu pau em você. Só que tenho medo da camisinha estourar e você engravidar, por isso, o que eu tava pensando era em te comer pelo cu. Ao notar minha expressão de surpresa, ele completou: — Vou fazer com muito cuidado, Candy, a Grecia me explicou como era e foi assim que comi ela na casa dela. Você também vai gostar. Ele tirou a calça e a cueca, esfregou o pau com a mão e colocou a camisinha. — Tá bom, mas não entendo pra que camisinha se você vai me comer pelo cu — respondi, sentindo meu irmão se posicionar de novo atrás de mim, entre minhas pernas. — Então, me come por lá, mas me promete que não vai doer muito. Meu irmão pegou o pote de creme para as mãos no criado-mudo ao lado da minha cama e passou uma boa quantidade no meu cu e nos arredores. Só de pensar que logo mais sentiria o pau do meu irmão bem enfiado no meu reto, fiquei com um tesão do caralho.
Érick se inclinou sobre mim, que ainda tava de bruços com a bunda empinada por causa dos travesseiros debaixo da minha pélvis. Meu irmão enfiou sem muita dificuldade um dedo no meu cu besuntado de creme de mão, e depois enfiou outro. Eu abafei um grito de dor tapando a boca com as duas mãos e virei a cabeça o máximo que pude pra ver meu irmão, que com a mão que não tava no meu rabo, esfregava o pau dele envolto no látex. — Ai não, Érick, tá doendo, vou chorar — falei me defendendo. — Calma, tem que dilatar mais — ele me tranquilizou e começou a mexer os dedos lá dentro. A dor passou, dando lugar a uma sensação gostosa que era bem forte na parte de trás da minha buceta. — Tá gostoso assim, continua — falei pro meu irmão e me relaxei curtindo o momento. Acho que a inexperiência do meu irmão, meu nervosismo e o medo de sentir muita dor impediram que, uma vez na posição, o pau do meu irmão entrasse no meu cu mais do que uns dois centímetros. — Tá doendo muito, Érick, tá doendo — Meu irmão parecia frustrado, a fantasia dele tava desmoronando e parecia que o humor dele tava afetando a dureza do pau, porque dava pra notar que ele começava a amolecer.
—Vem, deita sobre mim e me beija. —Eu propus, sem querer me mexer muito, com medo de sentir dor, já que meu irmão ainda tinha um pouco do membro dentro do meu ânus. Érick obedeceu, e o calor do corpo dele sobre o meu me fez sentir confortável e excitada de novo, sem contar a delícia do nosso beijo, que, pelo visto, junto com a sensação das minhas nádegas encostadas na pélvis do meu irmão, devolveram o vigor à ferramenta dele, e eu senti como ela crescia de novo, dilatando meu ânus com a pontinha da glande. O medo de que o aumento do tamanho da pica do Érick me fizesse sentir dor de novo me fez fazer um movimento com o quadril para baixo, tirando completamente o pau do meu irmão de dentro de mim. Pareceu que isso não importou para o Érick, porque ele continuou sobre mim, esfregando a pica dele, já dura de novo e com a camisinha posta, entre minhas nádegas escorregadias por causa do creme que eu tinha passado minutos antes. Eu levantava ainda mais as nádegas para o prazer do meu irmão e aproveitei a posição para colocar meus braços debaixo de mim e levar minhas mãos até minha buceta, para com uma mão abrir meus lábios vaginais e com a outra me acariciar o clitóris. A gente estava quente de novo e eu me sentia melhor do que no começo, então eu disse: —Vai, entra, Érick, me desvirga, eu sou sua irmã, já sei, mas te prometo que não vou falar nada, só mete tua pica em mim, já te falei que na minha primeira vez quero gozar com você dentro. —Meu irmão hesitou um momento, mas depois senti que ele se desgrudava de mim e se arrastava para trás, e um instante depois a ponta da pica dele, enfiada no látex, procurava a entrada da minha buceta. Minhas mãos continuavam me dando prazer debaixo de mim, e quando o membro do meu irmão finalmente se encaminhava para me penetrar, eu o envolvi com meus dedos para guiá-lo e, com a outra mão, separava meus lábios internos para abrir caminho para minha cavidade; senti a textura do látex envolvendo o pau do Érick e então, levada pelo desejo de ser penetrada pela primeira vez, puxei a camisinha para fora, liberando da embalagem, a cock venosa deliciosa do meu irmão -Nãooo, o que você tá fazendo, Candy? Ele me perguntou meio assustado- E eu respondi -Enfia assim, quero sentir-, e depois de dizer isso, encaixei a ponta da cock do meu irmão na minha entradinha apertada, e empurrei meu quadril pra trás devagar, fazendo minha buceta engolir quase toda a glande do Érick. Me excitou tanto sentir com meus dedos como a cock do meu irmão invadia devagar minha bocetinha, como a virilidade dele, liberada da camisinha, se abria caminho na minha apertura. Comecei a lubrificar que nem uma puta no cio, meu corpo pedia mais, minha buceta tava faminta de cock. -Faz, me penetra logo-. Tenho certeza que meu hímen naquele momento tava bem apertado em volta da pontinha do falo do meu irmão e que ele tava curtindo tanto quanto eu enquanto sentia como algo dentro de mim era forçado, prestes a ser rompido.
Érick tirou o pouco que tinha enfiado do pau dele na minha buceta, tomou impulso e dessa vez não parou ao sentir meu hímen. No segundo seguinte, minha vagina foi penetrada até o fundo pelo pau venoso do meu irmão. E ele, apoiando as mãos no colchão e os braços bem esticados com o corpo de bruços e o peito flutuando sobre as costas da irmãzinha, que com as pernas abertas se oferecia como uma puta, levantando a bunda pra ele tomar sua virgindade; começou a bombar com força, a cada estocada que me dava, arrancava um gemido de prazer e de dor. As paredes da minha buceta recém-desvirginada demoraram um pouco pra se abrir pro pau invasor do Érick, e dois fiapos finos de sangue escorrendo pela parte de dentro da minha coxa esquerda denunciavam o fim da minha virgindade. Ficamos nessa posição uns minutos, onde meu irmão me penetrou com força, depois me pegou pela cintura e me colocou de quatro sem que o pau dele saísse de dentro de mim. Ele me segurou pela cintura e descontou com toda a raiva a puta vontade que tinha de me ter assim pra me possuir. O pau do meu irmão batendo no fundo da minha buceta apertada me fazia sentir incrível, minha buceta respondia com mais lubrificação à sensação morna da fricção do pau dele na minha cavidade. Ele tava metendo tudo e muito forte, dava pra sentir as bolas dele batendo na minha bunda, abri mais as pernas e apoiei meus peitos na cama e comecei a acariciá-los; nessa posição, minha bunda ficava mais inclinada e aumentava a profundidade com que meu irmão me furava. Com a cabeça apoiada no colchão, olhei meu irmão nos olhos enquanto ele me penetrava bem forte por trás, ele também me olhava e curtia minha expressão inocente de prazer e de dor, minha boquinha aberta deixando escapar gemidos leves e meus olhos semiabertos coroados pela minha testa levemente franzida mostrando que eu tava ficando louca. Érick ajeitou a borda do mini vestido vermelho e cobriu minha bunda com a saia. — Enfia tudo. Você sozinha... Ele mandou eu ficar parada na posição, com o pau dele bem duro dentro de mim, e eu comecei a empurrar com força minha bacia pra trás e pra frente, batendo minha bunda apertada na minissaia do meu vestido contra o corpo do meu irmão, enfiando e tirando toda aquela rola deliciosa em cada movimento. Estar empalada no pau do meu irmão e me dar prazer sozinha por ordem dele me deixou louca. Comecei a sentir aquelas contrações tão conhecidas nas paredes da minha buceta e parei de acariciar meus peitos pra tampar minha boca. Olhei fixo pro meu irmão, que tinha as mãos na minha cintura, me curtindo e me encarando também. Não aguentei mais, meus olhos reviraram sem querer e um grito de prazer se afogou na minha boca coberta pelas mãos. Uma contração fortíssima na minha cavidade espalhou pelas minhas entranhas o orgasmo mais gostoso que eu já tinha tido até aquele dia e por muito tempo depois. E como meu clímax tinha me paralisado, Érick tomou a iniciativa de novo, continuando com os movimentos violentos que eu já não conseguia fazer, enfiando bem fundo a pica dele. Depois de aproveitar meu orgasmo intenso, voltei pra essa dimensão e minha mente só pensava em sentir aquilo de novo.
Depois que gozei, encharcando a pica do meu irmão, o Érick tirou o pau de dentro de mim num movimento que achei que fosse pra trocar de posição e continuar me comendo. Ele olhou pro próprio pau e eu também olhei pra lá: a vara dele tava coberta por uma camada fina e brilhante de um líquido vermelho quase transparente. Ele pegou um pouco de papel higiênico e se limpou. Eu, mais focada no sexo do que no sangue do meu hímen rompido lambuzando a pica do meu irmão, virei na cama, me preparando pra ser comida de novo, mas agora de papo pra cima. O Érick se ajeitou entre minhas pernas e se deitou por cima de mim. Não teve pena da minha buceta apertada que acabara de ser desvirginada e nem me deu tempo de guiar o pau dele de volta com as minhas mãos, porque assim que se posicionou, enfiou o membro inteiro de uma vez só, num movimento violento que me fez gemer mais alto. Ele calou meu gritinho colocando a mão na minha boca, enquanto me fodia sem parar com o pau dele. Depois de várias estocadas, percebi que a pica do meu irmão tava duríssima dentro de mim, e achei que ele ia gozar logo. — Ah, Candy, que bucetinha apertada, você vai fazer eu gozar. — Ele me avisou, e eu levantei minhas pernas enlaçando a cintura dele pra pica dele entrar ainda mais fundo; ele não tirava a mão da minha boca e com a outra mão acariciava meus peitos, mas quando ele tava prestes a jorrar o esperma, ele me soltou e apoiou as duas mãos no colchão, nossos olhos se encontraram e ele lambeu minha boca várias vezes, depois afastou o quadril tentando se tirar de cima de mim e esporrar em qualquer lugar que não fosse dentro da buceta da irmã dele; mas eu não deixei, eu tinha ele preso com minhas pernas e assim impedi a fuga; ele parou me olhando com uma cara de dúvida — Érick, não tira, goza dentro de mim. — Pedi, abraçando ele contra mim, além das pernas, agora também com os braços — Não, não Candy, isso não é certo. Mas já era tarde pra tirar o pau dele da minha buceta, antes mesmo que ele soltasse a recusa, eu já tinha começado a rebolar em círculos enquanto apertava e soltava os músculos da barriga pra dar uns apertões gostosos no pau do meu irmão dentro do meu canal. O Érick ficou duro por uns segundos enquanto eu sentia o leite dele me molhando por dentro, inundando minha buceta. Eu não parei de rebolar e de ordenhar o pau dele com os apertões que eu dava na minha cavidade, até sentir que ele já tinha terminado de encher minha xota com o gozo dele.
-Foi melhor do que eu sonhei, Candy, mas gozar dentro de você...
—Eu resolvo isso, maninho, não se preocupa — tranquilizei ele, e a gente trocou um selinho de língua. Depois, ele se deitou do meu lado e me deu papel higiênico, que usei pra secar o esperma e o sangue escorrendo da minha virilha até as nádegas. Demorei mais do que imaginava nessa tarefa; quando me levantei, senti uma gota grossa e rosada escorrendo por uma das minhas pernas, resultado da porra do meu irmão misturada com meu hímen rompido. O Érick fez a própria higiene, e eu procurei uma calcinha pra vestir. Sorri ao perceber que, contra minha vontade, ia acabar a noite usando calcinha por baixo do vestido. Protegi a calcinha com um absorvente e coloquei. Terminamos de arrumar a roupa e esconder os papéis sujos de sangue e esperma, e aí eu e meu irmão demos um beijo carinhoso pra fechar minha primeira trepada.
Saí do quarto com uma sensação estranha na buceta, difícil de explicar, que me incomodava ao caminhar; mesmo já tendo trocado de calçado, sentia minhas pernas cansadas. Lá fora, a música ainda tocava, mas num volume bem baixo. Quando cheguei no quintal, um dos meus primos estava beijando na boca minha melhor amiga, meu tio Pablo quebrava o silêncio da noite com a música da risada dele, bêbado, e no outro lado do quintal, sentado e conversando com dois amigos, estava Ricardo, meu namorado. Sentei do lado dele e me aproximei para dizer: — Desculpa a demora, meu pai ficou bêbado e não queria dormir, tive que ajudar minha mãe e meu irmão a deitar ele. E dei um beijinho na bochecha dele. — Tudo bem, Candy, seu tio disse que mora aqui do lado e falou que quando você descesse a gente ia tudo pra lá. Seu tio Pablo é foda pra caralho. — E é mesmo, haha.
Meu amor, foi assim a primeira vez que sua puta deu. Naquela mesma noite, na casa do meu tio Pablo, o Ricardo também ia me comer, só que dessa vez, e o tempo todo, eu tive que mentir pra ele, porque ele não foi meu primeiro homem, embora ele pensasse que sim. Mas a história de como meu namorado me comeu pouco tempo depois que eu me entreguei pro meu próprio irmão e me deu, fica pra próxima vez.
Lembra que sou sua putinha, sempre, meu amor. Beijinhos gostosos.
Dulce F.
Você vai lembrar que no dia seguinte ao meu despertar sexual era minha festa de aniversário; eu me sentia ansiosa pra me ver gostosa, queria abrir o apetite de todos os homens que estivessem na casa dos meus pais naquela noite. Também vai lembrar que pra minha festa eu escolhi um vestido vermelho, mini; porque ficava perfeito em mim. O decote cavado, sem mangas nem alças, fazia meus peitos parecerem ainda mais deliciosos, e minhas pernas mostravam sua beleza sem nenhum pudor por causa da saia que mal cobria uns 3 centímetros abaixo das minhas nádegas jovens e firmes. Os músculos das minhas coxas e panturrilhas pareciam ainda mais torneados por causa da tensão aparente que me causava andar quase na ponta dos pés com meus saltos altos. Naquela noite, decidi que, além de não usar sutiã, também não usaria calcinha. Me excitava a ideia de ter minha buceta quase à vista dos curiosos.
Aqui no México o pessoal é terrivelmente impontual, então os primeiros convidados começaram a chegar uma hora depois do combinado. A família da minha mãe é bem numerosa, tenho duas tias mais ou menos da minha idade e uma mais nova que eu, além de dois tios e minha mãe, e vários primos e primas que têm a minha idade. Já meu pai só tem um irmão, meu lindíssimo tio Pablo, que hoje é casado, mas não tem filhos. Em pouco tempo, o quintal da casa dos meus pais estava cheio de parentes e meus amigos da escola. Desde o começo, percebi como nenhum homem, nem meus tios, nem meu pai, nem meu irmão tirava os olhos de mim. Minhas tias mais velhas estavam escandalizadas com minha roupa. — Ai, filha, você não acha que mostra demais com esse vestidinho? — Velha beata e invejosa, pensei. — Pois eu acho que fica um luxo, não acha, Victor? — perguntei num tom provocante pro filho da minha tia, meu primo, dois anos mais velho que eu. Claro que minha tia ficou vermelha de raiva ao ver que a voz do Victor tremia e ele só conseguiu responder: — Sss sim, Du Dulce, com certeza.
Mais tarde, meu tio Pablo chegou na festa, trazendo duas caixas de tequila e um monte de cerveja. Naquela noite, o álcool correu solto e a música tocou sem parar. Dancei com quase todos os homens que foram na minha festa, principalmente com meu tio Pablo e com Ricardo, que era meu namorado há apenas um dia — eles eram os dois caras que me deixavam louca naquela época. A meia-noite levou embora quase todos os meus amigos da escola e minhas tias mais velhas com suas famílias. Quando me despedi do meu primo tímido, Victor, senti o bafo de álcool dele quando me abraçou e, como despedida, ele disse: — Que delícia você tá, porra, Dulce, cê tá muito gostosa. Aproximei ele mais no abraço e falei no ouvido, em tom de brincadeira: — Ai, primo, quando você quiser, te apresento minhas amiguinhas pra você dar uns beijos nelas. Victor soltou uma risada nervosa e, quando rompeu o abraço, passou a mão discretamente na minha bunda, num toque rápido.
Depois de me despedir de quem tava indo embora, senti minhas pernas meio cansadas, os saltos altos tinham me esgotado, então pensei em ir pro meu quarto trocar de calçado. Atravessei o pátio onde tava rolando minha festa e abri a porta da frente de casa, a sala principal tava quase no escuro, só com um feixe fraco de luz entrando que me deixou ver que no sofá tava meu pai sentado, sozinho, com uma cerveja na mão. Na hora, o olhar do meu pai se cravou no meu corpo, me enchendo de uma sensação deliciosa entre nervosismo e tesão. — O que cê tá fazendo aqui, pai? — perguntei enquanto me aproximava dele. — Vem, filha, senta no meu colo. — Eu obedeci e sentei no colo dele, encostando minha buceta o máximo possível na virilha dele.
— Já experimentou a cerveja, gostosa?
—Sim, mas não é a minha favorita — falei enquanto recostava minhas costas no peito dele e deixava minha cabeça cair para trás, sobre o ombro dele, oferecendo ao meu pai a vista suculenta dos meus seios enfiados no decote do meu vestido e iluminados pela luz que entrava pela janela. — O que você gosta de beber, papai? — perguntei num tom sensual, bem baixinho perto do ouvido dele, enquanto brincava com a mão esquerda no cabelo dele. — Eu gosto de você, por exemplo, gosto disso — ele respondeu, e as mãos dele subiram pelas minhas laterais até os meus seios, e ele começou a me beijar e lamber meu pescoço. Meu pai acariciava a base dos meus peitos com a força que o desejo pelo meu corpo despertava nele. E eu, sentada no colo dele, com a cabeça jogada para trás, sentia na minha bunda a dureza crescente da virilidade do meu pai e sentia na minha buceta a umidade da excitação que os beijos gostosos que papai estava me dando no pescoço provocavam. — Mas isso eu gosto muito mais — ele disse, e enfiou as mãos entre a taça do vestido que cobria meus seios e minha pele nua; o toque das mãos dele, meio ásperas e quentes, agarrando meus peitos me excitou ainda mais, e quando meu pai apertou delicadamente meus bicos, não consegui evitar gemer de prazer com as carícias dele, nem consegui evitar que minha bunda de novinha começasse um vai e vem lento, mas forte, sobre o pau cada vez mais duro do meu pai. Ele tirou as mãos de debaixo das taças do meu vestido e, colocando-as sobre minhas coxas descobertas, abriu minhas pernas e acariciou com a ponta dos dedos a pele macia da parte interna das minhas coxas, a mais próxima da minha xereca, até aquela noite ainda virgem. Me ergui sem levantar a bunda do colo do meu pai, plantei meus sapatos de salto agulha no chão e arqueei minhas costas, empinando minhas nádegas e friccionando mais forte o membro enorme que sentia debaixo de mim. Meu pai enfiou uma das mãos na calça para ajustar o pau para cima e aproveitar minha bunda na área mais sensível do pau dele e me fazer sentir o comprimento inteiro do cacete dele acomodado na linha que divide minhas nádegas. Ouvi alguém abrindo a porta da entrada, dei um pulo pra me sentar no sofá ao lado do meu pai, inclinei minha cabeça pra ele como se estivesse prestando atenção em algo que ele dizia. Quem tinha nos interrompido era minha mãe. — O que vocês estão fazendo, rapazes? — perguntou, sentando no sofá em frente ao meu pai e a mim. — Carolina, a menina não gosta de cerveja — respondeu meu pai à pergunta da minha mãe, exagerando a entonação de bêbado. — Já tá bêbado, filho da puta? E você, pirralha, vai pegar algo pra se cobrir, que porra é essa que você tá mostrando? — ordenou, pudica. — Vamos pra cima, bêbado — ordenou minha mãe, se dirigindo de novo ao meu pai. — Tá bom, então — respondeu ele, esticando os braços, fingindo estar muito bêbado pra gente ajudar ele a se levantar; me levantei e minha mãe fez o mesmo, e cada uma de um lado, levantamos ele do sofá. Na mão do lado da minha mãe, meu pai segurava uma cerveja meio vazia, minha mãe arrancou a garrafa dele e fez uma cara séria enquanto me passava a garrafa e começou a subir com meu pai pro quarto. Minha mãe parou depois de dois passos e, virando pro meu pai, disse: — Que o bêbado do seu irmão quer levar os moleques pra continuar a farra na casa dele — depois olhou pra mim — e você nem pense em sair dessa casa vestida de puta, se quiser ir com seu tio, se troca — meu pai deu uma gargalhada — Se vão ficar aqui do lado, velha, não faz drama, mas você, Candy, obedece sua mãe e veste outra coisa — Minha mãe saiu da sala pra começar a subir as escadas. Fora da vista da minha mãe, peguei a garrafa de cerveja que meu pai tinha tomado, coloquei ela na vertical na frente do meu rosto e enfiei o gargalo da garrafa devagarzinho na minha boca, simulando um boquete pra deleite visual do meu pai.
Depois que meus pais foram dormir, ajeitei o vestido que estava meio fora do lugar por causa das mãos que meu pai tinha passado em mim, e me preparei pra subir pro meu quarto, mas não ia trocar de roupa, só os sapatos. Tava morrendo de vontade de continuar a festa na casa do meu tio, que morava do lado, com certeza ia ficar bom, porque ainda tinham alguns amigos meus e meus primos, e seria a melhor chance de arrumar um momento a sós com o Ricardo e deixar ele me desvirginar de uma vez. Abri a porta do meu quarto e na meia-luz vi que alguém tava deitado, aparentemente de bruços, na minha cama. Sem acender a luz pra não acordar quem eu achava que tava dormindo na minha cama, me aproximei pra ver quem era. Meu irmão me olhava com os olhos semicerrados da minha cama. — Que porra é essa? O que cê tá fazendo no meu quarto? — perguntei. — Nada, deu sono e a tia Glória e sua prima gorda invadiram meu quarto. — Notei que a respiração do meu irmão tava ofegante e que a posição dos braços dele dobrados debaixo do corpo parecia muito forçada. — Olha, se afasta aí, filho da puta, vou trocar de sapato e vou sentar aí onde cê tá, atrapalhando — falei enquanto esticava o braço pra apertar o interruptor. — Não! Não acende a luz, Dulce. — Meu irmão pediu.
—Então, qual é a tua? Tá de vampira ou qual é a parada?
Só não acende ela, e pronto." — Respondeu, se arrastando para o centro da cama, sempre deitado de bruços.
Já, mano, me diz que porra que cê tem?
—Que nada, Dulce, tô com sono. Respondeu irritado e virando o rosto pro lado oposto de onde eu tava.
Sentei na borda da cama e baguncei de brincadeira o cabelo liso do meu irmão Érick. Depois troquei de sapatos e me preparei pra sair do quarto. Pra mim, a atitude do meu irmão foi a coisa mais estranha. E minha curiosidade pra investigar o assunto me fez parar depois de fechar a porta do meu quarto quando já ia saindo, voltei e abri a porta de novo sem fazer barulho. Vi que na minha cama os quadris do meu irmão se moviam fazendo círculos frenéticos, ele ainda tava com o rosto virado pro outro lado, então não viu que eu tinha voltado a entrar no quarto. Me aproximei mais da minha cama, fechei a porta devagar e confirmei que Érick, meu irmão, tava se masturbando usando o peso do corpo pra esfregar o pau contra minha cama. De repente, no meio do barulho da respiração ofegante dele, percebi que ele tava falando meu nome — Ah, sim, Candy, assim, que buceta gostosa, irmãzinha, cabe tudo... ah... Candy... sua buceta. Me aproximei até minhas pernas encostarem na borda da minha cama e me inclinei pro meu irmão. — Cê gosta da minha buceta, Érick? Quer ela? — perguntei num sussurro bem baixinho, e foi como desligar um interruptor no cérebro do meu irmão, porque os movimentos desesperados do quadril e os barulhos pararam de repente. — Cê quer a buceta da sua irmã? Cê deseja minha buceta, Érick?... Silêncio... Me deitei ao lado dele e abracei ele, colocando meu corpo de lado perto do dele, e subi minha perna por cima do corpo parado dele, virado de bruços. — Não tem problema, Érick, tá tudo bem, você é homem e é natural gostar de mulher — falei enquanto passava meus dedos pelas costas dele. — É que eu te adoro, Candy, é que... você é uma delícia, suas pernas, seus peitos, adoro sua buceta, juro que adoro, me deixa louco. Depois perguntei — E sua namorada? Ela sim é gostosa, não se faz de besta, ou aquela velha da loja que meu pai disse que você tava pegando? Elas não te atraem? — Ele virou o rosto pro meu, os dois deitados no mesmo travesseiro, cara a cara. — Elas não são nada perto de você, Nancy (namorada do meu (mano, naqueles dias) puta que horror, e da outra velha, não sei por que meu pai começou a falar que a Grécia (a da loja) era minha namorada só porque ficou sabendo que eu tinha comido ela outro dia na casa dela. O Érick se deitou de lado, ajustando o corpo de frente pro meu, eu ajustei em volta da cintura dele a perna que já tinha colocado por cima, nessa posição a barra da minissaia subiu até a metade da minha bunda. O Érick chegou mais perto de mim, colocou a mão na minha cintura e disse: — Vou te contar um segredo, mas não vai contar pra ninguém, sua puta Candy, senão jogo suas coisas pela janela. — Eu ri e apoiei a cabeça na palma da mão, com o braço formando um ângulo reto, cotovelo no travesseiro — Que segredo você vai me contar? — respondi, arregalando os olhos fingindo surpresa. — Que toda vez que tô com tesão, venho pro teu quarto e me tranco pra bater uma, igual você me achou agora, fico de bruços e começo a socar forte no colchão imaginando que é você que tá debaixo de mim, de costas e com as pernas abertas, com a bunda bem empinada pra mim, e deixa eu te penetrar bem forte. Às vezes pego teus sutiãs ou calcinhas do cesto de roupa suja, tiro a pica e enrolo na sua peça pra gozar dentro delas e não sujar teus lençóis, depois volto de bruços na sua cama, imaginando que tô te comendo. — A confissão dele me encheu de surpresa e me deu uma mistura de ternura e tesão, falar de sexo com alguém sempre me excita, e estar ali na frente do meu irmão ouvindo ele confessar que fantasia em transar comigo enquanto batia uma na minha cama, me deixou muito excitada. — Candy, desculpa, eu sei que isso não é certo, só queria que você soubesse, fazer o quê, você me pegou no flagra e essa é a verdade. — Meu irmão continuou falando. — Ai, Érick, pelo contrário, me lisonjeia que, mesmo sendo sua irmã, você sinta desejo por mim, mas quero saber uma coisa, em troca de guardar seu segredo, se você não pensasse que fosse algo errado fazer com sua irmã, você me comeria?
- Claro que sim, não quero nada tanto quanto quero te comer, Candy. Mas sei que tudo isso não é normal e, além disso, imagina o que o papai faria com a gente se descobrisse, uf, nem quero pensar na forma como ele me mataria por comer a princesinha dele -. O comentário dele me fez rir e também me preocupou, porque, de fato, não sei o que o papai faria conosco se descobrisse que Érick sequer me tocou, sem contar com o ciúme do meu pai, já que naquela altura ele me desejava com muita força e eu tinha correspondido.
—Acho que não é tão ruim assim, essa parada de transar entre família — respondi pro meu irmão — sempre pensei que a sociedade acha que a gente é de pau e inibe nossos desejos na base da ameaça. E bom, já que você me contou seu segredo, vou compartilhar o meu... é que ainda não transei, sou virgem ainda.
-Puxa, achei que você já tinha feito isso. Ei, mas não fez nada mesmo? Um amasso, um oral, alguma coisa
—Ai, Érick, o máximo que já fiz foi passar a mão na pica de alguém por cima da calça e deixar me apalparem, mas nada além disso. E te confesso que, de uns tempos pra cá, tô com uma puta vontade de experimentar, de saber como é fazer essas coisas, como é sentir uma pica por baixo da roupa de alguém, como é sentir ela entrando, na boca ou na buceta, só de imaginar como deve ser ser penetrada já fico louca, mas não sei como é e, pra você saber, nas noites que eu fico com tesão, eu bato uma aqui também.
- Sim, eu sei, às vezes seu travesseiro cheira à sua buceta.
-É que eu coloco ela na minha buceta pra me esfregar e sentir mais gostoso haha. Você fica mais excitado quando meus travesseiros têm meu cheiro?
—Sim, me excita muito mais do que gozar na sua calcinha. Quando ele disse isso, eu levei a mão que estava apoiada no braço do meu irmão para baixo e enfiei meu dedo médio na umidade da minha buceta, que ainda estava excitada depois do episódio com meu pai e agora mais ainda, por causa da situação que vivia com meu irmão; peguei um pouco do meu fluido e levei o dedo até o rosto do meu irmão, que fechou os olhos enquanto sentia o cheiro dos meus sucos e depois começou a lamber meu dedo, onde eu oferecia o cheiro da minha xota. —Ei, você me deixaria sentir a textura do seu pau? Tô morrendo de curiosidade pra saber como é a pele de um membro— perguntei.
— Candy, isso não tá nada certo, você é minha irmã, não posso te ver como um objeto sexual.
-Não vem com hipocrisia, Érick, você acabou de me falar o quanto eu te agrado, vai lá, só um pouquinho, vou fazer com cuidado pra não te machucar, ou melhor, me diz onde tocar, quero saber qual é a sensação, te prometo que é tudo que vou te pedir, cê deixa eu provar?
Meu irmão tirou a mão da minha cintura e da calça dele desabotoada puxou o pau jovem dele, com uma ereção bem forte. —Tá, pode tocar, mas só isso, ok? só encostar um pouquinho e pronto—. Me ajeitei na cama deixando minha cabeça na altura do membro que meu irmão oferecia pra ser explorado, tinha pouca luz no quarto, então com a vista só dava pra distinguir um cilindro comprido e não muito grosso com uma moita de pelo escuro na base e os ovos; depois apalpei o cilindro com a ponta dos dedos, primeiro no lombo, onde o relevo que umas veias inchadas formavam me pareceu fascinante e me perguntei se uma buceta seria capaz de sentir essas protuberâncias. Cheguei com meus dedos na ponta de uma glande descoberta que me pareceu o capacete de guerra de algum personagem de ficção. Pelo furinho na ponta da glande, saía uma gotinha que não consegui ver, só sentir, e que espalhei com meu polegar pela ponta do pau do meu irmão enquanto o resto dos meus dedos rodeavam o resto da vara dele. —Ah, é bonito, bem macio. Você sente gostoso quando sai esse líquido? — Perguntei pro meu irmão, enquanto movia devagar a mão da ponta até a base do pau dele. —Não sinto quase nada quando o líquido sai, só sinto gostoso você espalhando igual fez—. Ele respondeu e eu apertei um pouco minha mão em volta do membro comprido e fino que segurava, começando um movimento agora da base pra ponta, me perguntando se sairia mais líquido pelo furinho. Uma gota de fluido pré-seminal mais grossa que a anterior saiu pelo pau do meu irmão, e repeti os movimentos circulares espalhando o líquido, que agora era abundante o suficiente pra espalhar sobre a glande toda. Quando meu polegar foi pra parte de baixo do pau do meu irmão, o corpo dele se contraiu e no meu toque senti uma elevação que parecia um nervo fino em tensão; apliquei o resto do líquido massageando com mais força aquela área e meu irmão soltou um Suspiro e ela me disse -Aí fica muito gostoso, Candy-. Como resposta, intensifiquei os movimentos dos meus dedos e mudei de posição até ficar de novo cara a cara com meu irmão. E enquanto continuava acariciando a piroca dele, perguntei -quer me beijar?- e ele, em silêncio, se aproximou de mim, segurou minha nuca e começou um beijo molhado, de língua, que me deixou ainda mais excitada.
Meu quarto divide parede com o dos meus pais. Sabendo disso e pela ansiedade que o momento despertava, eu e meu irmão falávamos o tempo todo em voz baixa. Do outro lado da parede, começamos a ouvir barulhos, e paramos o beijo na hora, ficando bem quietos, escutando. Depois os sons aumentaram de volume e a gente identificou... Do outro lado da parede, minha mãe gemia docemente em ondas lentas de barulho, meu pai tava comendo ela. Eu e meu irmão nos viramos um pro outro e continuamos nosso beijo delicioso, estimulados pelos gemidos da minha mãe. Érick beija muito bem, e na primeira vez que me beijou, senti que o jeito que ele fazia podia ser suficiente pra me fazer gozar. Enquanto nossas línguas se entrelaçavam e a gente abria cada vez mais a boca, comecei a masturbar meu irmão de verdade, fazendo ele gemer em notas grossas que vibravam dentro da minha boca. — Deixa eu te mostrar uma coisa, Candy — propôs meu irmão e me deitou de costas na minha cama, depois se abaixou até que o rosto dele ficasse na altura da minha buceta e, uma vez ali, me perguntou: — Você tirou a calcinha, Candy? — virando pra me olhar da posição dele entre minhas pernas, que tinham se aberto pra dar espaço pro meu irmão ajoelhado e inclinado sobre a minha xereca. — Na verdade, hoje não coloquei. — Ele sorriu e, se abaixando mais, começou a beijar minha vulva. Nunca tive muito pelo, sou mais lisinha, e como na noite da minha festa tinha decidido não usar calcinha, depilei o pouco pelo da minha periquita antes de me vestir. Então meu irmão encontrou uma superfície macia e sem pelo onde a boca dele começou um beijo como antes tinha feito na minha boca. Os lábios dele fechavam completamente a entrada da minha cavidade e ele movia a cabeça em movimentos lentos que tentei prever, mas quando eu pensava que ele ia me beijar em círculos, virava a cabeça pros lados, e quando eu pensava que ia continuar por ouvir meus gemidinhos, passava a língua de cima pra baixo, misturando a saliva com meus fluxos abundantes. Depois, a língua dele começou a descrever círculos ao redor do meu botãozinho, aquele filho da puta do meu irmão sabia como dar um oral de respeito numa mulher. Quando a superfície escorregadia da língua dele acariciava meu clitóris, peguei a cabeça dele pelo cabelo com minhas mãos e levantei minha bacia com força, deixando o atrito ainda mais intenso. Meus gemidos, mais fracos que os da minha mãe, às vezes se misturavam numa música mórbida de mãe e filha aproveitando os homens da casa. Meu irmão começou então a lamber minha virilha e a parte interna das minhas coxas enquanto enfiava na minha buceta primeiro um dedo, depois dois, mas quando ele fez isso, começou a doer, minha buceta nunca tinha curtido algo mais grosso que um dos meus dedos, então não estava acostumada. Mas meu irmão insistiu e não só movia os dedos pra dentro e pra fora, como também os girava enquanto enfiava e tirava.
—Vira de lado e coloca os travesseiros embaixo do quadril, Candy, vou te ensinar outra coisa. — Meu irmão falou baixinho, e eu, que tava com um tesão danado, obedeci sem dizer nada e me deitei de barriga pra baixo, com a bunda levantada pelos dois travesseiros que coloquei debaixo de mim. Meu irmão se ajoelhou atrás de mim, abriu minhas pernas e levantou minha saia, que por acaso tinha ficado bem no lugar, puxando ela até a cintura, deixando minhas nádegas à mostra. Como eu tava adorando a língua dele no meu clitóris, quis prolongar a sensação e enfiei meu braço debaixo do meu corpo até alcançar com a ponta dos dedos meu botãozinho ardente, que comecei a esfregar bem forte. Lá estava eu, igual na fantasia do meu irmão, deitada de bruços na minha cama com a bunda nua e levantada, as pernas bem abertas e esticadas pra trás, só que dessa vez eu ainda tava me masturbando na frente dele. Aí senti meu irmão pegar minhas nádegas, uma com cada mão, e abri-las pra enfiar a cara entre elas e começar a lamber meu cu e passar a língua por toda a minha fenda. Era uma sensação tão intensa que comecei a gemer mais alto e a me masturbar mais rápido — Shhh, vão te ouvir aqui do lado, Candy. — Meu irmão me repreendeu. Eu concordei e, com a mão livre, tampei a boca pra abafar os gemidos. Sentia a língua do meu irmão lambendo meu cu e depois descendo até minha entradinha apertada da buceta. Pouco depois, meu irmão limitou os movimentos da língua ao meu cu, soltou uma das minhas nádegas e tentou de novo enfiar dois dedos na minha buceta. Nessa posição, a dedada que meu irmão tava me dando não doeu; pelo contrário, aumentou meu prazer e minha excitação. — Consigo sentir seu hímen, Candy, que gostoso. — Meu irmão disse, com a voz mostrando o tesão que sentia em ter os dedos dentro da irmãzinha virgem — Dá pra sentir como aperta. — Aí lembrei que da vez que me masturbei... no banheiro da escola, enfiei o dedo na minha buceta e pude sentir como meu hímem apertava gostoso meu dedo. Naquele momento, desejei que meu irmão fosse o dono daquela sensação na ponta do pau dele, uma sensação que nunca mais se repetiria para mim. — Quer fazer? — perguntei ansiosa pro meu irmão. — Você me deixou à beira de um orgasmo, Érick, e quero gozar com seu pau dentro de mim. Naquela hora, eu realmente queria que a primeira vez que alguém me penetrasse fosse meu irmão, queria o pau dele dentro de mim. — Quer me desvirgar? — insisti. E depois de um breve silêncio, meu irmão parou o trabalho gostoso que a língua dele fazia entre minhas nádegas e disse: — Não sei, seria muito estranho, uma coisa é a gente se beijar e eu te chupar, mas eu dentro da sua buceta, não sei, sério, não sei. Ele se afastou de trás de mim e, depois de me mandar não me mexer, saiu do quarto e voltou meio minuto depois, todo agitado. — Olha, trouxe uma camisinha, porque sim, tô com muita vontade de te comer e sei que uma hora não vou conseguir me segurar e vou meter meu pau em você. Só que tenho medo da camisinha estourar e você engravidar, por isso, o que eu tava pensando era em te comer pelo cu. Ao notar minha expressão de surpresa, ele completou: — Vou fazer com muito cuidado, Candy, a Grecia me explicou como era e foi assim que comi ela na casa dela. Você também vai gostar. Ele tirou a calça e a cueca, esfregou o pau com a mão e colocou a camisinha. — Tá bom, mas não entendo pra que camisinha se você vai me comer pelo cu — respondi, sentindo meu irmão se posicionar de novo atrás de mim, entre minhas pernas. — Então, me come por lá, mas me promete que não vai doer muito. Meu irmão pegou o pote de creme para as mãos no criado-mudo ao lado da minha cama e passou uma boa quantidade no meu cu e nos arredores. Só de pensar que logo mais sentiria o pau do meu irmão bem enfiado no meu reto, fiquei com um tesão do caralho.
Érick se inclinou sobre mim, que ainda tava de bruços com a bunda empinada por causa dos travesseiros debaixo da minha pélvis. Meu irmão enfiou sem muita dificuldade um dedo no meu cu besuntado de creme de mão, e depois enfiou outro. Eu abafei um grito de dor tapando a boca com as duas mãos e virei a cabeça o máximo que pude pra ver meu irmão, que com a mão que não tava no meu rabo, esfregava o pau dele envolto no látex. — Ai não, Érick, tá doendo, vou chorar — falei me defendendo. — Calma, tem que dilatar mais — ele me tranquilizou e começou a mexer os dedos lá dentro. A dor passou, dando lugar a uma sensação gostosa que era bem forte na parte de trás da minha buceta. — Tá gostoso assim, continua — falei pro meu irmão e me relaxei curtindo o momento. Acho que a inexperiência do meu irmão, meu nervosismo e o medo de sentir muita dor impediram que, uma vez na posição, o pau do meu irmão entrasse no meu cu mais do que uns dois centímetros. — Tá doendo muito, Érick, tá doendo — Meu irmão parecia frustrado, a fantasia dele tava desmoronando e parecia que o humor dele tava afetando a dureza do pau, porque dava pra notar que ele começava a amolecer.
—Vem, deita sobre mim e me beija. —Eu propus, sem querer me mexer muito, com medo de sentir dor, já que meu irmão ainda tinha um pouco do membro dentro do meu ânus. Érick obedeceu, e o calor do corpo dele sobre o meu me fez sentir confortável e excitada de novo, sem contar a delícia do nosso beijo, que, pelo visto, junto com a sensação das minhas nádegas encostadas na pélvis do meu irmão, devolveram o vigor à ferramenta dele, e eu senti como ela crescia de novo, dilatando meu ânus com a pontinha da glande. O medo de que o aumento do tamanho da pica do Érick me fizesse sentir dor de novo me fez fazer um movimento com o quadril para baixo, tirando completamente o pau do meu irmão de dentro de mim. Pareceu que isso não importou para o Érick, porque ele continuou sobre mim, esfregando a pica dele, já dura de novo e com a camisinha posta, entre minhas nádegas escorregadias por causa do creme que eu tinha passado minutos antes. Eu levantava ainda mais as nádegas para o prazer do meu irmão e aproveitei a posição para colocar meus braços debaixo de mim e levar minhas mãos até minha buceta, para com uma mão abrir meus lábios vaginais e com a outra me acariciar o clitóris. A gente estava quente de novo e eu me sentia melhor do que no começo, então eu disse: —Vai, entra, Érick, me desvirga, eu sou sua irmã, já sei, mas te prometo que não vou falar nada, só mete tua pica em mim, já te falei que na minha primeira vez quero gozar com você dentro. —Meu irmão hesitou um momento, mas depois senti que ele se desgrudava de mim e se arrastava para trás, e um instante depois a ponta da pica dele, enfiada no látex, procurava a entrada da minha buceta. Minhas mãos continuavam me dando prazer debaixo de mim, e quando o membro do meu irmão finalmente se encaminhava para me penetrar, eu o envolvi com meus dedos para guiá-lo e, com a outra mão, separava meus lábios internos para abrir caminho para minha cavidade; senti a textura do látex envolvendo o pau do Érick e então, levada pelo desejo de ser penetrada pela primeira vez, puxei a camisinha para fora, liberando da embalagem, a cock venosa deliciosa do meu irmão -Nãooo, o que você tá fazendo, Candy? Ele me perguntou meio assustado- E eu respondi -Enfia assim, quero sentir-, e depois de dizer isso, encaixei a ponta da cock do meu irmão na minha entradinha apertada, e empurrei meu quadril pra trás devagar, fazendo minha buceta engolir quase toda a glande do Érick. Me excitou tanto sentir com meus dedos como a cock do meu irmão invadia devagar minha bocetinha, como a virilidade dele, liberada da camisinha, se abria caminho na minha apertura. Comecei a lubrificar que nem uma puta no cio, meu corpo pedia mais, minha buceta tava faminta de cock. -Faz, me penetra logo-. Tenho certeza que meu hímen naquele momento tava bem apertado em volta da pontinha do falo do meu irmão e que ele tava curtindo tanto quanto eu enquanto sentia como algo dentro de mim era forçado, prestes a ser rompido.
Érick tirou o pouco que tinha enfiado do pau dele na minha buceta, tomou impulso e dessa vez não parou ao sentir meu hímen. No segundo seguinte, minha vagina foi penetrada até o fundo pelo pau venoso do meu irmão. E ele, apoiando as mãos no colchão e os braços bem esticados com o corpo de bruços e o peito flutuando sobre as costas da irmãzinha, que com as pernas abertas se oferecia como uma puta, levantando a bunda pra ele tomar sua virgindade; começou a bombar com força, a cada estocada que me dava, arrancava um gemido de prazer e de dor. As paredes da minha buceta recém-desvirginada demoraram um pouco pra se abrir pro pau invasor do Érick, e dois fiapos finos de sangue escorrendo pela parte de dentro da minha coxa esquerda denunciavam o fim da minha virgindade. Ficamos nessa posição uns minutos, onde meu irmão me penetrou com força, depois me pegou pela cintura e me colocou de quatro sem que o pau dele saísse de dentro de mim. Ele me segurou pela cintura e descontou com toda a raiva a puta vontade que tinha de me ter assim pra me possuir. O pau do meu irmão batendo no fundo da minha buceta apertada me fazia sentir incrível, minha buceta respondia com mais lubrificação à sensação morna da fricção do pau dele na minha cavidade. Ele tava metendo tudo e muito forte, dava pra sentir as bolas dele batendo na minha bunda, abri mais as pernas e apoiei meus peitos na cama e comecei a acariciá-los; nessa posição, minha bunda ficava mais inclinada e aumentava a profundidade com que meu irmão me furava. Com a cabeça apoiada no colchão, olhei meu irmão nos olhos enquanto ele me penetrava bem forte por trás, ele também me olhava e curtia minha expressão inocente de prazer e de dor, minha boquinha aberta deixando escapar gemidos leves e meus olhos semiabertos coroados pela minha testa levemente franzida mostrando que eu tava ficando louca. Érick ajeitou a borda do mini vestido vermelho e cobriu minha bunda com a saia. — Enfia tudo. Você sozinha... Ele mandou eu ficar parada na posição, com o pau dele bem duro dentro de mim, e eu comecei a empurrar com força minha bacia pra trás e pra frente, batendo minha bunda apertada na minissaia do meu vestido contra o corpo do meu irmão, enfiando e tirando toda aquela rola deliciosa em cada movimento. Estar empalada no pau do meu irmão e me dar prazer sozinha por ordem dele me deixou louca. Comecei a sentir aquelas contrações tão conhecidas nas paredes da minha buceta e parei de acariciar meus peitos pra tampar minha boca. Olhei fixo pro meu irmão, que tinha as mãos na minha cintura, me curtindo e me encarando também. Não aguentei mais, meus olhos reviraram sem querer e um grito de prazer se afogou na minha boca coberta pelas mãos. Uma contração fortíssima na minha cavidade espalhou pelas minhas entranhas o orgasmo mais gostoso que eu já tinha tido até aquele dia e por muito tempo depois. E como meu clímax tinha me paralisado, Érick tomou a iniciativa de novo, continuando com os movimentos violentos que eu já não conseguia fazer, enfiando bem fundo a pica dele. Depois de aproveitar meu orgasmo intenso, voltei pra essa dimensão e minha mente só pensava em sentir aquilo de novo.
Depois que gozei, encharcando a pica do meu irmão, o Érick tirou o pau de dentro de mim num movimento que achei que fosse pra trocar de posição e continuar me comendo. Ele olhou pro próprio pau e eu também olhei pra lá: a vara dele tava coberta por uma camada fina e brilhante de um líquido vermelho quase transparente. Ele pegou um pouco de papel higiênico e se limpou. Eu, mais focada no sexo do que no sangue do meu hímen rompido lambuzando a pica do meu irmão, virei na cama, me preparando pra ser comida de novo, mas agora de papo pra cima. O Érick se ajeitou entre minhas pernas e se deitou por cima de mim. Não teve pena da minha buceta apertada que acabara de ser desvirginada e nem me deu tempo de guiar o pau dele de volta com as minhas mãos, porque assim que se posicionou, enfiou o membro inteiro de uma vez só, num movimento violento que me fez gemer mais alto. Ele calou meu gritinho colocando a mão na minha boca, enquanto me fodia sem parar com o pau dele. Depois de várias estocadas, percebi que a pica do meu irmão tava duríssima dentro de mim, e achei que ele ia gozar logo. — Ah, Candy, que bucetinha apertada, você vai fazer eu gozar. — Ele me avisou, e eu levantei minhas pernas enlaçando a cintura dele pra pica dele entrar ainda mais fundo; ele não tirava a mão da minha boca e com a outra mão acariciava meus peitos, mas quando ele tava prestes a jorrar o esperma, ele me soltou e apoiou as duas mãos no colchão, nossos olhos se encontraram e ele lambeu minha boca várias vezes, depois afastou o quadril tentando se tirar de cima de mim e esporrar em qualquer lugar que não fosse dentro da buceta da irmã dele; mas eu não deixei, eu tinha ele preso com minhas pernas e assim impedi a fuga; ele parou me olhando com uma cara de dúvida — Érick, não tira, goza dentro de mim. — Pedi, abraçando ele contra mim, além das pernas, agora também com os braços — Não, não Candy, isso não é certo. Mas já era tarde pra tirar o pau dele da minha buceta, antes mesmo que ele soltasse a recusa, eu já tinha começado a rebolar em círculos enquanto apertava e soltava os músculos da barriga pra dar uns apertões gostosos no pau do meu irmão dentro do meu canal. O Érick ficou duro por uns segundos enquanto eu sentia o leite dele me molhando por dentro, inundando minha buceta. Eu não parei de rebolar e de ordenhar o pau dele com os apertões que eu dava na minha cavidade, até sentir que ele já tinha terminado de encher minha xota com o gozo dele.
-Foi melhor do que eu sonhei, Candy, mas gozar dentro de você...
—Eu resolvo isso, maninho, não se preocupa — tranquilizei ele, e a gente trocou um selinho de língua. Depois, ele se deitou do meu lado e me deu papel higiênico, que usei pra secar o esperma e o sangue escorrendo da minha virilha até as nádegas. Demorei mais do que imaginava nessa tarefa; quando me levantei, senti uma gota grossa e rosada escorrendo por uma das minhas pernas, resultado da porra do meu irmão misturada com meu hímen rompido. O Érick fez a própria higiene, e eu procurei uma calcinha pra vestir. Sorri ao perceber que, contra minha vontade, ia acabar a noite usando calcinha por baixo do vestido. Protegi a calcinha com um absorvente e coloquei. Terminamos de arrumar a roupa e esconder os papéis sujos de sangue e esperma, e aí eu e meu irmão demos um beijo carinhoso pra fechar minha primeira trepada.
Saí do quarto com uma sensação estranha na buceta, difícil de explicar, que me incomodava ao caminhar; mesmo já tendo trocado de calçado, sentia minhas pernas cansadas. Lá fora, a música ainda tocava, mas num volume bem baixo. Quando cheguei no quintal, um dos meus primos estava beijando na boca minha melhor amiga, meu tio Pablo quebrava o silêncio da noite com a música da risada dele, bêbado, e no outro lado do quintal, sentado e conversando com dois amigos, estava Ricardo, meu namorado. Sentei do lado dele e me aproximei para dizer: — Desculpa a demora, meu pai ficou bêbado e não queria dormir, tive que ajudar minha mãe e meu irmão a deitar ele. E dei um beijinho na bochecha dele. — Tudo bem, Candy, seu tio disse que mora aqui do lado e falou que quando você descesse a gente ia tudo pra lá. Seu tio Pablo é foda pra caralho. — E é mesmo, haha.
Meu amor, foi assim a primeira vez que sua puta deu. Naquela mesma noite, na casa do meu tio Pablo, o Ricardo também ia me comer, só que dessa vez, e o tempo todo, eu tive que mentir pra ele, porque ele não foi meu primeiro homem, embora ele pensasse que sim. Mas a história de como meu namorado me comeu pouco tempo depois que eu me entreguei pro meu próprio irmão e me deu, fica pra próxima vez.
Lembra que sou sua putinha, sempre, meu amor. Beijinhos gostosos.
Dulce F.
1 comentários - Goza dentro de mim