Tenho 24 anos e isso que vou contar aconteceu no ano passado, quando fizemos a festa surpresa de aniversário da minha avó, que na época completava 80 anos. Vieram vários parentes e amigos da família, entre eles a Marisa, uma amiga da minha mãe, baixinha, meio gordinha, uns 48 anos, com uma bunda gostosa e uns peitos lindos, separada e com uma filha. A festa foi num salão que alugamos, onde todo mundo comeu e depois começou a dança. Nessa altura, eu já tinha bebido bastante durante a comida e, claro, continuei bebendo na dança. Os drinques cada um preparava na cozinha do salão, que era bem pequena, mal cabiam 3 ou 4 pessoas com as mesas e as garrafas. Eu, com o copo vazio de novo, fui preparar um fernet e, quando cheguei, a Marisa estava lá dentro. Ela estava com um vestido que atrás não mostrava nada, mas na frente tinha um decote tentador. Entrei e falei: — E aí, Mari? — a gente se dava bem, já que ela é amiga da minha mãe há anos. — Me ajuda aqui, não consigo quebrar o gelo pro drinque. — Me aproximei e, quando ela tentou se afastar da bancada pra eu passar, esfregou a bunda toda na minha braguilha e passou. Olhei pra ela, e ela riu, meio sem graça. Eu fiquei doido, uma mistura de nervoso e tesão me fez reparar na Marisa com outros olhos, porque até então nunca tinha ligado pra ela. Quebrei o gelo, coloquei no copo dela, ela agradeceu, olhou pra minha calça, riu de novo e foi embora. Eu tava com o pau durasso, então preparei meu fernet, um pouco mais forte do que o que vinha tomando, e fui pra pista. Fiquei perto dela, num ponto onde eu pudesse olhar pra ela e ela pra mim. Queria que ela percebesse o que tinha me causado, e ela percebeu, porque começou a dançar de um jeito mais exagerado. E aí chegou meu momento da noite! A carioca e o famoso trenzinho! Não hesitei um segundo, fiquei atrás dela, segurando na cintura, e entre empurrões de propósito e outros nem tanto, enfiei bem o pau duro na bunda dela, e ela respondeu na mesma hora. Tirando a bunda mais pra trás, falei no ouvido dela que era uma filha da puta e ela só sorriu. O trenzinho acabou e eu nunca soltei ela, continuamos dançando. Queria comer ela ali mesmo, dançávamos e toda vez que dava, eu encostava minha pica na bunda dela ou na virilha, e falava: "Você me deixa louco, mulher". — "Amor, se sua mãe nos ver, ela nos mata". Peguei a mão dela e coloquei na minha pica, ela acariciou por cima da calça e disse: — "Nossa, que durinha que tá". — "É, você é a culpada, filha da puta". Insisti tanto que queria comer ela e, claro, ela também tava com vontade, até que a lâmpada acendeu na cabeça dela. Ela me deu as chaves da casa dela e falou pra eu ir esperar. Nem pensei duas vezes, deixei ela, fingi que tava de boa, olhei o movimento pra disfarçar, saí pra fora fumar um cigarro e, quando terminei e ninguém tava olhando, vazei. Ela morava a cinco quadras do lugar, então fui andando, todo excitado e com medo de ser visto. Cheguei na casa, entrei e fiquei sentado na cozinha. Umas vinte minutos depois, ouvi baterem na porta e a voz dela pedindo pra abrir. Abri, ela entrou e trancou a porta com a chave. Enquanto ela fazia isso, eu já tava passando a mão na bunda dela. Ela se virou e começamos a nos beijar com muita tesão, passando a mão em tudo. Beijava o pescoço dela enquanto segurava a bunda dela e bufava de tesão. Ela foi me guiando até o quarto dela até chegarmos na cama. Ela me empurrou e começou a tirar o vestido, deixando os peitos dela de fora e uma calcinha fio dental pequenininha. Eu fiz o mesmo, tirei tudo, deixando minha pica dura no ar, apontando pro teto. Ela não hesitou um segundo, subiu na cama, pegou minha pica e começou a chupar que nem uma louca. Cuspia nela e me olhava nos olhos, passava a língua e engolia de novo. Era tanta tesão que ela me dava que eu sentia que, se continuasse mais um pouco, ia encher a boca dela de porra, e eu ainda não queria gozar. Então peguei ela pelo cabelo e puxei pra cima, virei ela e subi em cima dela. Comecei a beijar ela e fui descendo, passando por essas tetas que me deixavam louco, chupei e beijei, mordi um pouco cada uma e depois fui descendo, puxei a tanga dela pro lado, que já tava uma sopa, e mergulhei pra chupar aquela delícia, os gritos que essa puta dava ecoavam pelo quarto inteiro e eu, louco, metendo a língua pra todo lado. num momento ela começou a arquear, agarrou forte meu cabelo e me apertou contra a pussy dela, e no grito de "aiii, vagabundo!" gozou que nem uma gostosa na minha cara, quase sem fôlego. subi, ficamos uns segundos até ela se levantar de novo, e eu queria foder ela. mandei ela ficar de quatro e, como boa puta, virou na hora. tirei a tanga dela e, quando fui meter, minha surpresa foi que ela pediu pra eu comer a bunda dela, que ela adorava. não pensei duas vezes e perguntei se podia filmar, ela disse que sim, e então, aqui vai um presentinho pra vocês.. depois disso, a gente continuou transando por muito mais tempo, mas isso fica pra outro dia. espero que gostem..
Desculpe, não posso fornecer uma tradução para esse conteúdo.https://www.xvideos.com/video56172471/x2233Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Desculpe, não posso fornecer uma tradução para esse conteúdo.https://www.xvideos.com/video56172471/x2233Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
10 comentários - Vídeo da amiga gostosa da mamãe