Meu tio tinha nos convidado pro aniversário dele esse fim de semana. Minha mãe ia por obrigação. Afinal, era irmão dele e todo mundo sabia que grande parte da família não ia. Mas ela, sempre pensando nos outros, se comprometeu a ir.
Sempre teve essas atitudes altruístas, se é que dá pra chamar assim. Nos cinquenta anos de vida dela, teve essas condutas, que trouxeram mais resultados negativos do que positivos. Ela ainda tinha um corpo bonito. Se cuidava e, mesmo sem ir à academia, se mantinha ativa. Fazia yoga e comia saudável. Era magra, mas tinha um quadril largo, o que significava que tinha uma bunda chamativa. Isso parece ser comum em mulheres baixinhas. De peito, era mais normal. Costumava se vestir bem casual. Os olhos eram castanhos, igual o cabelo, e a pele branca.
Eu fui com ela pra não ir sozinha. A festa ia ser num sítio com salão na zona oeste. Meio longe, então não dava pra voltar de madrugada. Além disso, eu não tinha carro. Não lembro por que meu pai não pôde levar ela. De qualquer forma, aquele casamento já tava quebrado. Só continuavam juntos por segurança e estabilidade, acho. Meu irmão mais velho não quis ir.
Chegou o dia e fomos pra casa do meu tio. Naquela tarde, desabou uma chuva forte que durou horas. Uma típica chuva de primavera. Pegamos o metrô, fizemos baldeação pro trem e depois ainda tivemos que pegar outro ônibus. Uma viagem super sofrida. Quando finalmente chegamos na estação e tínhamos que pegar o ônibus, a gente se perdeu. Ela não lembrava direito.
A chuva piorava tudo. Não dava pra ver as paradas direito.
Um carro velho passou na nossa frente. Tinham uns moleques ouvindo música alta.
"Precisa de ajuda, dona?"
"Oi." Minha mãe falou, se aproximando e se inclinando pra conversar com o cara da janela, perguntando como chegar no destino.
"Se quiser, a gente leva." Disse o motorista.
"Não, não, obrigada. Só me diz onde é o ponto."
Aquela situação me deixou desconfortável. me sentia vulnerável naquela situação
"Mas olha, o 454 demora uma hora pra chegar e acabou de passar".
Mamãe tava ficando impaciente. Tava chovendo muito e a gente não tinha guarda-chuva.
"Sobe, a gente leva de graça" Eu não queria, mas alguma coisa naqueles caras fez ela confiar. No fim, era perto, dava pra arriscar.
O que tava atrás abriu a porta e a gente entrou, ficando ela no meio. Do lado esquerdo, o que abriu a porta, e do direito, eu.
Tocava uma música horrível, mas que eles tavam acostumados a ouvir.
"E vem de longe" Ele falava enquanto ligava o carro.
"Sim, da capital".
"Uhh, tão longe? Veio visitar um parente?"
"É o aniversário do meu irmão."
"Ahh, a bagunça"
Mamãe concordou com a cabeça.
"A festança haha"
"Tá certo, tem que se divertir enquanto dá." Disse o motorista, olhando pra ela pelo retrovisor.
O que tava do lado dela olhava disfarçado as pernas dela cobertas por uma saia jeans.
"E você" ele me disse
"Ele é meu filho"
"Veio acompanhar a mamãe?"
"Tá certo, nunca se sabe o que pode acontecer com tanto tarado solto por aí."
"É, né"
"Sim, muitos tarados." disse o que tava do lado dela.
"E seu marido?"
"Não, ele... tá trabalhando hoje"
"Que merda. Não pode deixar uma dama como a senhora sozinha."
"Não, não, eu não deixaria."
"Mas melhor pra senhora, que vai poder curtir à vontade."
"Eu sou livre. Ninguém me controla." Ela cortou na hora.
"Sim, foi o que quis dizer. Não me entenda mal. Desculpa, senhora."
"Tá, beleza." Ela disse, cruzando os braços.
"Era só uma brincadeira", ele falou pra mim. Não respondi, só olhava pela janela me perguntando quanto tempo faltava.
A música continuava tocando. Era a hora de uma música que eu odiava e que tava na moda. Dizia algo tipo "gatinha, mexe seu bum bum. Rebola pra mim."
"Eaaaa eaaaaa" eles começaram a se agitar.
Eu não sabia onde me enfiar.
"Porque tenho pra te dar, algo grande que vai te agradar"
cantavam junto. festa.
Minha mãe sorria, meio sem graça.
"Bom, chegamos."
"Qual é a casa?"
"Não, aqui já tá bom." Ela disse.
Valeu!
"De nada, senhora."
"Divirtam-se."
"Tchau, senhora." Disse um, sem tirar os olhos da bunda dela.
Uff, que gostosa a coroa. Haha. Disse um, já longe.
Finalmente chegamos na casa do meu tio. Um cachorro enorme nos recebeu latindo. Ela tinha medo daquele cachorro. Daí a pouco saiu meu tio, que nos cumprimentou e mandou a gente entrar, tirando o cachorro do caminho.
Ele tava separado da mulher. Então minha tia não ia. Mas meu primo veio, cumprimentando a tia favorita dele.
"Oi, Nico! Como você cresceu!" Ele disse pro sobrinho.
"Oi, tia Clara." Ele respondeu com cara de sono.
"Agora que ele vai pra escola à tarde, passa a noite inteira no videogame." Disse o pai.
"Ah, esses videogames. Eles ficam hipnotizados." Ela respondeu.
Os anos tinham feito estrago, dividindo a família. Coisas que acontecem. Não ia ter muitos rostos conhecidos na festa.
Na casa, tinham amigos do meu tio. Eles estavam ajudando com as coisas pra levar pro salão. A gente tinha chegado em cima da hora. Logo a gente tinha que ir pro salão. Minha mãe foi se trocar no quarto do sobrinho, que o tio tinha oferecido antes.
Lá, ela se despiu, tirou os sapatos e ficou só de calcinha e sutiã. O quarto era uma bagunça. E tinha um cheiro que ela reconhecia bem. Não à toa, tinha criado dois filhos homens.
A porta abriu e o Nico entrou, arregalando os olhos quando viu ela.
"Desculpa, tia..." Ele disse, enquanto olhava o corpo dela de lingerie. O olhar dele passou rápido pelo peito dela, pelas pernas, e ele fechou a porta rapidinho. Não foi de propósito, foi sem querer. Tudo aconteceu em questão de segundos.
Mãe tirou da bolsa a roupa que ia vestir e se arrumou.
Na sala, eu tava conversando um pouco com meu tio quando vi minha mãe sair. Me surpreendi ao ver que ela tava de vestido. Raramente eu tinha visto ela usar um. Um. Ela também usava uns saltinhos que ajudavam na silhueta e deixavam ela mais esbelta. Também tinha colocado uns brincos. E ainda não tinha terminado. Ia se maquiar, então procurou o banheiro.
Fiquei ainda mais impressionado quando a vi sair. Ela tinha passado maquiagem. Sombra nas pálpebras. Rímel nos cílios e batom. Ela tava realmente gostosa.
Era uma milf completa.

Os preparativos terminaram e fomos pro salão. Fomos em carros diferentes. Queríamos evitar ter que viajar duas vezes, então nos ajeitamos. Mamãe tava no meio de 5 homens, contando com o Nico. Não cabiam.
"Tranquilo, vou no colo do meu sobrinho." Ela disse, se acomodando como dava no colo dele, toda inocente. Aquilo pegou meu primo de surpresa, com uma milf entre as pernas. Ele tentava pensar em outra coisa, mas aos poucos o amigo dele foi acordando. Minha mãe percebeu, mas não falou nada. O pior é que dava pra sentir tudo cada vez que passavam por um buraco. Ela sentia o pau juvenil dele na bunda dela.
Depois de uns minutos, chegaram. Era um sítio com um salão de festas.
"Por pouco você não come sua tia, hein, haha." Um dos amigos do meu tio falou baixinho pro Nico.
Depois deu um tapão nele.
Eu tava esperando. Deram uma mesa pra gente com uns parentes que não via há um tempão. A parte boa: tinha open bar. Isso foi sem dúvida o melhor da noite pra mim. Minha mãe não costumava beber, mas a gente convenceu ela a tomar.
Aconteceu o típico de um aniversário em salão. Um animador insuportável, o jantar, o momento emocionante, um vídeo na tela, etc. Depois da sobremesa, cortaram o bolo. Nossos parentes vieram nos cumprimentar e começaram a ir embora. O pessoal mais velho também. A festa ia começar. Os garçons preparavam tudo e depois a iluminação mudou pra começar a música dançante.
"Vamos ver se o pessoal das cadeiras levanta" falou o animador, se referindo a nós. Meu tio puxou minha mãe pra dançar. Eu odiava aquele funk que tava tocando.
Então fui pro bar. Estranhei ver minha mãe com uma bebida. Meu tio integrou ela no círculo de amigos e amigas dele. Não sei o que ela falou.
"Meu filho é um amargurado" ela disse. Já tava um pouco alterada. Mas depois continuou com outra bebida, estimulada pelas minas que tavam bebendo.
"Não, de novo não", pensei quando ouvi os primeiros versos daquela música.
"Gatinhaaa. Mexe essa bunda. Rebola, rebola pra mim.
Ehhhhh ehhh ehhhh gritavam comemorando. A festa tava esquentando. E mais estranho ainda era ver minha mãe com um braço pra cima e o outro segurando a bebida.
Porque eu tenho pra te dar algo grande que vai te agradar.

Mamãe ria e dançava. Não demorou pra chamar atenção. Tanto álcool me deu vontade de ir no banheiro. Entrei, e tinha mais dois caras lá.
"É, a coroa tá pedindo uns ejaculations, hein"
"Uff, nem me fala, kkk. Sabe como eu meto nela"
Quase não tinha mulher milf por lá, então já dá pra imaginar de quem eles tavam falando.
Quando saí, vi um cara dançando com a mamãe. Era alto e tinha um corpo bonito. Daqueles que vão na academia e cuidam da aparência. Não consegui ver direito porque o povo ficava se cruzando. Nisso, vi meu primo, que também não era de dançar, e depois de uns minutos fomos sentar.
"Issooo" — gritava o animador.
Ele tava torcendo e incentivando minha mãe, que tava no meio de uma roda dançando.
"Mexe, mexe"
"Aplausos pra irmã do aniversariante. Aquela que sempre esteve do lado do irmão."
Mamãe ganhou uma salva de palmas do público.
"É, os amigos do teu irmão deviam te perseguir naquela época, hein."
Todo mundo ria.
"Isso, aplausos pra Clara e pro filho dela que trouxe ela. Mas que não quer dançar."
Todo mundo vaiava. Mamãe tava no auge. Se divertindo como nunca. E o instinto dela se soltava, o de mulher que gosta de ser olhada, de se sentir desejada. Ela tava percebendo tudo que tava perdendo.
Eu, por minha conta, continuei bebendo, não conhecia ninguém além do meu primo. O resto era amigo dele e colegas de trabalho. Num dado momento, sentei porque o álcool já tava batendo. Olhei pro grupinho que tava dançando onde minha mãe estava e não vi ela. Tava escuro, não enxerguei. Mas o cara com quem ela dançava segurava ela pela cintura enquanto mexia a pélvis nela. Tava falando umas coisas no ouvido dela.

Nãooo." ela respondia.
"Vai, Clari."
"Não, eu não faço essas coisas." Disse ela, mantendo a mesma caretice de sempre.
A noite seguiu. A festa tava bombando. Fui no banheiro de novo e, quando voltei, tentei me divertir. Me aproximei do povo que tava dançando. Dessa vez não vi minha mãe. Reconheci uns amigos do meu tio com quem a gente tinha viajado e perguntei se tinham visto ela.
"Não, não vi sua mãe, não." Respondeu um, olhando pro outro que tava sorrindo.
"Relaxa, ela deve estar no banheiro com as minas. Já sabe como são. Vão ficar meia hora lá."
"É, com certeza."
"Vem com a gente, parceiro. Vou te apresentar o pessoal.
Também tinha perdido o Nico de vista.
Meu primo só tinha saído pra tomar um ar. Tava entediado e não curtia bebida. Preferia estar em casa jogando videogame. Mas tinha que esperar, então deu uma volta pelo lugar.
A quinta tinha um parque bem grande, com aquele lugar onde faziam as cerimônias de casamento. Uma área arborizada. De repente, ela viu um cunt. Com toda aquela chuva, era comum aparecer um bichinho desses. Achou engraçado e foi seguindo ele, cada vez mais longe. O cunt entrou num arbusto. Nico viu uma construção pequena, um quartinho, provavelmente onde guardavam umas coisas. Ela se virou pra voltar quando ouviu uns barulhos.
Intrigado, ele se aproximou sorrateiramente e conseguiu ver duas pessoas no canto do quarto, debaixo de um telhado. Reconheceu sua tia. Minha mãe e o cara com quem ela estava dançando. Era um amigo do pai dela e se chamava Ismael. Ele estava comendo a boca dela. Se escondeu entre os arbustos, mas não conseguiu evitar continuar olhando. Ele passava a mão nela e minha mãe se deixava. Ele apalpava os peitos dela e agarrava a bunda dela. Pegou ela pela nuca, obrigando-a a descer. Mamãe estava de cócoras na frente dele, que, desesperado, desafivelava a calça. Minha mãe ficou surpresa ao ver o que o amante dela tinha entre as pernas. Ela admirava aquele pau que se erguia duro na frente dela. O coração dela batia forte ao ver o pedaço que ela ia chupar.
Você gosta da minha rola, Claritinha? Dizia ele, se masturbando quase em cima do rosto dela.
Ela se lambia. Era bem maior que a do marido dela. Tava com vontade de provar aquele pau, de levar ele pra boca.
Você vai comer ela toda.
Mamãe segurou aquele pauzão grosso com a mão direita e colocou os lábios na ponta da glande. Tava tão quente, a mistura do álcool com a excitação do momento. Ela não era de chupar, mas queria agradar o macho dela.
Pouco a pouco foi engolindo mais até ter a cabeça inteira na boca.
Ahhhhh Clari siii

Mamãe gemia enquanto chupava, de olhos fechados.
Nico viava atônito enquanto a cabeça da tia se movia, engolindo a pica do amigo do pai dela. Ela não era uma expert, mas fazia de tudo pra satisfazer ele. Tava bem tarada, bem molhada imaginando como seria ter aquele pedaço dentro dela.
Mete em mim, me come." Disse a mãe de família totalmente entregue ao seu macho. Ela se colocou com as mãos na parede. Fechando os olhos. Esperando.
Como vou te foder. Vou te foder todinha, Clarita.
Me come, me come." Respondia com voz de puta.
Ele levantou o vestido dela e puxou a calcinha pro lado, pra depois ir enfiando devagar. Bem devagar. Ela sentiu o pedaço quente entrando na buceta dela.
Começando a ofegar.
ohhhh sim, Clara. Ohh siiiim. Que apertadinha!" ele dizia enquanto enterrava mais fundo pra dar as primeiras estocadas. De pouquinho em pouquinho, ia metendo cada vez mais.
Ela gemia de tesão. Mordia os lábios. Virava o rosto de um lado pro outro. Fazia muito tempo mesmo que não comiam ela. Algo imperdoável. Nico, por sua vez, tava batendo uma vendo a cena. Era tipo um filme pornô ao vivo. Só que a protagonista era a tia dele. Com quem ele já tinha batido uma alguma vez.
Ismael segurava ela firme pelos quadris e metia cada vez mais fundo.
Ahhh, que buceta quentinha que você tem
Ahhhh siii meu amor" Continuava dizendo pra ele.

Agora ela investia com mais força.
Uhh Ahhhh AHHH jadeaba mamãe." Mistura de dor e prazer.
Ele segurava ela pelos ombros e falava devagar umas coisas no ouvido dela.
Tá gostando, hein, putinha? Falei que ia te comer." Isso deixava ela louca.
Aumentava o ritmo cada vez mais. Metia nela. PLAF PLAF PLAF se ouvia. O barulho das carnes se chocando.
AHHH AHHHH UHHH ela gemia, mamãe aguentando as investidas como uma campeã.
As perninhas dela tremiam. Não dava mais pra aguentar. Ela teve o primeiro orgasmo. Se arrepiou toda. Algo percorreu o corpo inteiro dela. Sentia uma coisa que há anos não sentia.
Ela desabou e Ismael a colocou de barriga pra cima, com as pernas bem abertas pra receber o pau dele de novo.
Ahhh simmm, adoro sua bucetinha apertadinha. "Não te comem em casa, é?
AHHHH MMMAHH UHHH" a mamãe gemia com a respiração ofegante. Ele continuava furando ela com seu aríete. Parecia que ia quebrar ela. As bolas dele batendo na buceta dela.
PLAF PLAF PLAF
AHHHH AHHHHHH AHHHHHH ela gemia. Parecia uma puta no cio. De qualquer jeito, ninguém ia ouvir ela lá dentro.
Ohhhhhhh OHHHHH OHHHHHH CLARAAAAAA EU VOU GOZAAAAAA
Não" Ela tentou tirar, mas ele gozou tudo dentro.
Ahhhh ahhhhhh" gemeu Ismael, extasiado.
SII Que puta foda. Uff." tentando recuperar o fôlego. A mamãe tirou ele de cima e ele se deitou ao lado dela.
Nico viu a tia dele de pernas abertas e escorrendo porra.
AHHHH grito, me cobrindo.
Merda", disse Ismael, e depois caiu na risada.
Vem aqui, amigão." Ele balançou a cabeça dizendo que não.
Não é o que parece" — disse a mamãe.
vamos, ele não é bobo. com certeza viu tudo.
E olha só o que eu tava fazendo." Apontou pro pau duro dele. O Nico guardou rapidão.
Minha mãe não podia acreditar. Em que enrascada ela tinha se metido. O sobrinho dela tinha visto como a fodia como uma puta contra a parede.
Viu como sua tia dá?
Nico, meu amor, preciso que você não fale nada, por favor. Isso ia afetar muito seu primo. Vai ser um segredo, tá? Vem cá." Disse minha mãe, desesperada.
Nico se aproximou, nervoso. Ismael não dizia nada.
Minha mãe puxou a calça dele pra baixo, deixando o pau dele no ar de novo.
Vai ser nosso segredinho, tá?" Ele disse, derrubando ele na cama e começando a chupar o pau dele.
Mmmm ahhhh, essa também é grande.

Mmmmm." O fato de estar cometendo incesto a deixava muito excitada. Ela alternava entre um boquete e uma masturbação.
Depois que te vi pelado por acaso naquela vez, soube que você ia ter um pauzão." Ela disse, lembrando de um incidente que tiveram.
Mmmm, enorme.
chup chup chup
e que bolas!
Ahhhh tiazinha
Você gosta do jeito que a tia chupa sua buceta, bebê?
Ahhhhh ahhhhhhhhhh
Três jatos de buceta saíram disparados. Sujando a cara da minha mãe, o cabelo dela. E não paravam de sair.

Ai, meu Deus!
AHHHHH TIA Aaah
Ele tava esvaziando as bolas com a minha mãe.
Beleza. É nosso segredinho?
Nico balançou a cabeça que sim.
Mamãe se lavou num tanque que tinha ali. Molhou um pouco o rosto e se arrumou como deu. Daí a pouco voltaram.
Vi ela entrando com o Nico. Cadê você, mamãe?
Saímos com o Nico pra caçar um sapinho.
E aí, o que foi que te aconteceu??
Escorreguei e caí. Acho que tomei um pouco a mais. E você sabe como sua mãe é desastrada...
Já estava amanhecendo e a festa finalmente tinha acabado. Tomamos um café da manhã e fomos embora de uma vez. Mas ainda faltava a viagem de volta, que ia ser um parto. Não tinha ninguém pra dar uma carona pra gente até em casa.
A gente esperava o ônibus que ia pra estação na volta. Não vinha. Vejo um carro se aproximando. Reconheço ele. São os pivetes da outra vez. Um apontou na nossa direção e buzinaram.
Ehh. Donhaa.
Dá pra ver que tinham voltado de dançar ou algo assim.
Assoviaram quando viram a mamãe de vestido e nos ofereceram carona. Não tive outra escolha a não ser aceitar. A gente queria chegar logo.
Agora éramos quatro, então ficamos bem mais apertados. Minha mãe acabou no meio de dois, montada no colo de um deles.
E a senhora se divertiu, gostosa?
Uh siii, pra caralho
Haha. Não quer continuar com ela?
Mmm talvez.
FIM
Sempre teve essas atitudes altruístas, se é que dá pra chamar assim. Nos cinquenta anos de vida dela, teve essas condutas, que trouxeram mais resultados negativos do que positivos. Ela ainda tinha um corpo bonito. Se cuidava e, mesmo sem ir à academia, se mantinha ativa. Fazia yoga e comia saudável. Era magra, mas tinha um quadril largo, o que significava que tinha uma bunda chamativa. Isso parece ser comum em mulheres baixinhas. De peito, era mais normal. Costumava se vestir bem casual. Os olhos eram castanhos, igual o cabelo, e a pele branca.
Eu fui com ela pra não ir sozinha. A festa ia ser num sítio com salão na zona oeste. Meio longe, então não dava pra voltar de madrugada. Além disso, eu não tinha carro. Não lembro por que meu pai não pôde levar ela. De qualquer forma, aquele casamento já tava quebrado. Só continuavam juntos por segurança e estabilidade, acho. Meu irmão mais velho não quis ir.
Chegou o dia e fomos pra casa do meu tio. Naquela tarde, desabou uma chuva forte que durou horas. Uma típica chuva de primavera. Pegamos o metrô, fizemos baldeação pro trem e depois ainda tivemos que pegar outro ônibus. Uma viagem super sofrida. Quando finalmente chegamos na estação e tínhamos que pegar o ônibus, a gente se perdeu. Ela não lembrava direito.
A chuva piorava tudo. Não dava pra ver as paradas direito.
Um carro velho passou na nossa frente. Tinham uns moleques ouvindo música alta.
"Precisa de ajuda, dona?"
"Oi." Minha mãe falou, se aproximando e se inclinando pra conversar com o cara da janela, perguntando como chegar no destino.
"Se quiser, a gente leva." Disse o motorista.
"Não, não, obrigada. Só me diz onde é o ponto."
Aquela situação me deixou desconfortável. me sentia vulnerável naquela situação
"Mas olha, o 454 demora uma hora pra chegar e acabou de passar".
Mamãe tava ficando impaciente. Tava chovendo muito e a gente não tinha guarda-chuva.
"Sobe, a gente leva de graça" Eu não queria, mas alguma coisa naqueles caras fez ela confiar. No fim, era perto, dava pra arriscar.
O que tava atrás abriu a porta e a gente entrou, ficando ela no meio. Do lado esquerdo, o que abriu a porta, e do direito, eu.
Tocava uma música horrível, mas que eles tavam acostumados a ouvir.
"E vem de longe" Ele falava enquanto ligava o carro.
"Sim, da capital".
"Uhh, tão longe? Veio visitar um parente?"
"É o aniversário do meu irmão."
"Ahh, a bagunça"
Mamãe concordou com a cabeça.
"A festança haha"
"Tá certo, tem que se divertir enquanto dá." Disse o motorista, olhando pra ela pelo retrovisor.
O que tava do lado dela olhava disfarçado as pernas dela cobertas por uma saia jeans.
"E você" ele me disse
"Ele é meu filho"
"Veio acompanhar a mamãe?"
"Tá certo, nunca se sabe o que pode acontecer com tanto tarado solto por aí."
"É, né"
"Sim, muitos tarados." disse o que tava do lado dela.
"E seu marido?"
"Não, ele... tá trabalhando hoje"
"Que merda. Não pode deixar uma dama como a senhora sozinha."
"Não, não, eu não deixaria."
"Mas melhor pra senhora, que vai poder curtir à vontade."
"Eu sou livre. Ninguém me controla." Ela cortou na hora.
"Sim, foi o que quis dizer. Não me entenda mal. Desculpa, senhora."
"Tá, beleza." Ela disse, cruzando os braços.
"Era só uma brincadeira", ele falou pra mim. Não respondi, só olhava pela janela me perguntando quanto tempo faltava.
A música continuava tocando. Era a hora de uma música que eu odiava e que tava na moda. Dizia algo tipo "gatinha, mexe seu bum bum. Rebola pra mim."
"Eaaaa eaaaaa" eles começaram a se agitar.
Eu não sabia onde me enfiar.
"Porque tenho pra te dar, algo grande que vai te agradar"
cantavam junto. festa.
Minha mãe sorria, meio sem graça.
"Bom, chegamos."
"Qual é a casa?"
"Não, aqui já tá bom." Ela disse.
Valeu!
"De nada, senhora."
"Divirtam-se."
"Tchau, senhora." Disse um, sem tirar os olhos da bunda dela.
Uff, que gostosa a coroa. Haha. Disse um, já longe.
Finalmente chegamos na casa do meu tio. Um cachorro enorme nos recebeu latindo. Ela tinha medo daquele cachorro. Daí a pouco saiu meu tio, que nos cumprimentou e mandou a gente entrar, tirando o cachorro do caminho.
Ele tava separado da mulher. Então minha tia não ia. Mas meu primo veio, cumprimentando a tia favorita dele.
"Oi, Nico! Como você cresceu!" Ele disse pro sobrinho.
"Oi, tia Clara." Ele respondeu com cara de sono.
"Agora que ele vai pra escola à tarde, passa a noite inteira no videogame." Disse o pai.
"Ah, esses videogames. Eles ficam hipnotizados." Ela respondeu.
Os anos tinham feito estrago, dividindo a família. Coisas que acontecem. Não ia ter muitos rostos conhecidos na festa.
Na casa, tinham amigos do meu tio. Eles estavam ajudando com as coisas pra levar pro salão. A gente tinha chegado em cima da hora. Logo a gente tinha que ir pro salão. Minha mãe foi se trocar no quarto do sobrinho, que o tio tinha oferecido antes.
Lá, ela se despiu, tirou os sapatos e ficou só de calcinha e sutiã. O quarto era uma bagunça. E tinha um cheiro que ela reconhecia bem. Não à toa, tinha criado dois filhos homens.
A porta abriu e o Nico entrou, arregalando os olhos quando viu ela.
"Desculpa, tia..." Ele disse, enquanto olhava o corpo dela de lingerie. O olhar dele passou rápido pelo peito dela, pelas pernas, e ele fechou a porta rapidinho. Não foi de propósito, foi sem querer. Tudo aconteceu em questão de segundos.
Mãe tirou da bolsa a roupa que ia vestir e se arrumou.
Na sala, eu tava conversando um pouco com meu tio quando vi minha mãe sair. Me surpreendi ao ver que ela tava de vestido. Raramente eu tinha visto ela usar um. Um. Ela também usava uns saltinhos que ajudavam na silhueta e deixavam ela mais esbelta. Também tinha colocado uns brincos. E ainda não tinha terminado. Ia se maquiar, então procurou o banheiro.
Fiquei ainda mais impressionado quando a vi sair. Ela tinha passado maquiagem. Sombra nas pálpebras. Rímel nos cílios e batom. Ela tava realmente gostosa.
Era uma milf completa.

Os preparativos terminaram e fomos pro salão. Fomos em carros diferentes. Queríamos evitar ter que viajar duas vezes, então nos ajeitamos. Mamãe tava no meio de 5 homens, contando com o Nico. Não cabiam.
"Tranquilo, vou no colo do meu sobrinho." Ela disse, se acomodando como dava no colo dele, toda inocente. Aquilo pegou meu primo de surpresa, com uma milf entre as pernas. Ele tentava pensar em outra coisa, mas aos poucos o amigo dele foi acordando. Minha mãe percebeu, mas não falou nada. O pior é que dava pra sentir tudo cada vez que passavam por um buraco. Ela sentia o pau juvenil dele na bunda dela.
Depois de uns minutos, chegaram. Era um sítio com um salão de festas.
"Por pouco você não come sua tia, hein, haha." Um dos amigos do meu tio falou baixinho pro Nico.
Depois deu um tapão nele.
Eu tava esperando. Deram uma mesa pra gente com uns parentes que não via há um tempão. A parte boa: tinha open bar. Isso foi sem dúvida o melhor da noite pra mim. Minha mãe não costumava beber, mas a gente convenceu ela a tomar.
Aconteceu o típico de um aniversário em salão. Um animador insuportável, o jantar, o momento emocionante, um vídeo na tela, etc. Depois da sobremesa, cortaram o bolo. Nossos parentes vieram nos cumprimentar e começaram a ir embora. O pessoal mais velho também. A festa ia começar. Os garçons preparavam tudo e depois a iluminação mudou pra começar a música dançante.
"Vamos ver se o pessoal das cadeiras levanta" falou o animador, se referindo a nós. Meu tio puxou minha mãe pra dançar. Eu odiava aquele funk que tava tocando.
Então fui pro bar. Estranhei ver minha mãe com uma bebida. Meu tio integrou ela no círculo de amigos e amigas dele. Não sei o que ela falou.
"Meu filho é um amargurado" ela disse. Já tava um pouco alterada. Mas depois continuou com outra bebida, estimulada pelas minas que tavam bebendo.
"Não, de novo não", pensei quando ouvi os primeiros versos daquela música.
"Gatinhaaa. Mexe essa bunda. Rebola, rebola pra mim.
Ehhhhh ehhh ehhhh gritavam comemorando. A festa tava esquentando. E mais estranho ainda era ver minha mãe com um braço pra cima e o outro segurando a bebida.
Porque eu tenho pra te dar algo grande que vai te agradar.

Mamãe ria e dançava. Não demorou pra chamar atenção. Tanto álcool me deu vontade de ir no banheiro. Entrei, e tinha mais dois caras lá.
"É, a coroa tá pedindo uns ejaculations, hein"
"Uff, nem me fala, kkk. Sabe como eu meto nela"
Quase não tinha mulher milf por lá, então já dá pra imaginar de quem eles tavam falando.
Quando saí, vi um cara dançando com a mamãe. Era alto e tinha um corpo bonito. Daqueles que vão na academia e cuidam da aparência. Não consegui ver direito porque o povo ficava se cruzando. Nisso, vi meu primo, que também não era de dançar, e depois de uns minutos fomos sentar.
"Issooo" — gritava o animador.
Ele tava torcendo e incentivando minha mãe, que tava no meio de uma roda dançando.
"Mexe, mexe"
"Aplausos pra irmã do aniversariante. Aquela que sempre esteve do lado do irmão."
Mamãe ganhou uma salva de palmas do público.
"É, os amigos do teu irmão deviam te perseguir naquela época, hein."
Todo mundo ria.
"Isso, aplausos pra Clara e pro filho dela que trouxe ela. Mas que não quer dançar."
Todo mundo vaiava. Mamãe tava no auge. Se divertindo como nunca. E o instinto dela se soltava, o de mulher que gosta de ser olhada, de se sentir desejada. Ela tava percebendo tudo que tava perdendo.
Eu, por minha conta, continuei bebendo, não conhecia ninguém além do meu primo. O resto era amigo dele e colegas de trabalho. Num dado momento, sentei porque o álcool já tava batendo. Olhei pro grupinho que tava dançando onde minha mãe estava e não vi ela. Tava escuro, não enxerguei. Mas o cara com quem ela dançava segurava ela pela cintura enquanto mexia a pélvis nela. Tava falando umas coisas no ouvido dela.

Nãooo." ela respondia.
"Vai, Clari."
"Não, eu não faço essas coisas." Disse ela, mantendo a mesma caretice de sempre.
A noite seguiu. A festa tava bombando. Fui no banheiro de novo e, quando voltei, tentei me divertir. Me aproximei do povo que tava dançando. Dessa vez não vi minha mãe. Reconheci uns amigos do meu tio com quem a gente tinha viajado e perguntei se tinham visto ela.
"Não, não vi sua mãe, não." Respondeu um, olhando pro outro que tava sorrindo.
"Relaxa, ela deve estar no banheiro com as minas. Já sabe como são. Vão ficar meia hora lá."
"É, com certeza."
"Vem com a gente, parceiro. Vou te apresentar o pessoal.
Também tinha perdido o Nico de vista.
Meu primo só tinha saído pra tomar um ar. Tava entediado e não curtia bebida. Preferia estar em casa jogando videogame. Mas tinha que esperar, então deu uma volta pelo lugar.
A quinta tinha um parque bem grande, com aquele lugar onde faziam as cerimônias de casamento. Uma área arborizada. De repente, ela viu um cunt. Com toda aquela chuva, era comum aparecer um bichinho desses. Achou engraçado e foi seguindo ele, cada vez mais longe. O cunt entrou num arbusto. Nico viu uma construção pequena, um quartinho, provavelmente onde guardavam umas coisas. Ela se virou pra voltar quando ouviu uns barulhos.
Intrigado, ele se aproximou sorrateiramente e conseguiu ver duas pessoas no canto do quarto, debaixo de um telhado. Reconheceu sua tia. Minha mãe e o cara com quem ela estava dançando. Era um amigo do pai dela e se chamava Ismael. Ele estava comendo a boca dela. Se escondeu entre os arbustos, mas não conseguiu evitar continuar olhando. Ele passava a mão nela e minha mãe se deixava. Ele apalpava os peitos dela e agarrava a bunda dela. Pegou ela pela nuca, obrigando-a a descer. Mamãe estava de cócoras na frente dele, que, desesperado, desafivelava a calça. Minha mãe ficou surpresa ao ver o que o amante dela tinha entre as pernas. Ela admirava aquele pau que se erguia duro na frente dela. O coração dela batia forte ao ver o pedaço que ela ia chupar.
Você gosta da minha rola, Claritinha? Dizia ele, se masturbando quase em cima do rosto dela.
Ela se lambia. Era bem maior que a do marido dela. Tava com vontade de provar aquele pau, de levar ele pra boca.
Você vai comer ela toda.
Mamãe segurou aquele pauzão grosso com a mão direita e colocou os lábios na ponta da glande. Tava tão quente, a mistura do álcool com a excitação do momento. Ela não era de chupar, mas queria agradar o macho dela.
Pouco a pouco foi engolindo mais até ter a cabeça inteira na boca.
Ahhhhh Clari siii

Mamãe gemia enquanto chupava, de olhos fechados.
Nico viava atônito enquanto a cabeça da tia se movia, engolindo a pica do amigo do pai dela. Ela não era uma expert, mas fazia de tudo pra satisfazer ele. Tava bem tarada, bem molhada imaginando como seria ter aquele pedaço dentro dela.
Mete em mim, me come." Disse a mãe de família totalmente entregue ao seu macho. Ela se colocou com as mãos na parede. Fechando os olhos. Esperando.
Como vou te foder. Vou te foder todinha, Clarita.
Me come, me come." Respondia com voz de puta.
Ele levantou o vestido dela e puxou a calcinha pro lado, pra depois ir enfiando devagar. Bem devagar. Ela sentiu o pedaço quente entrando na buceta dela.
Começando a ofegar.
ohhhh sim, Clara. Ohh siiiim. Que apertadinha!" ele dizia enquanto enterrava mais fundo pra dar as primeiras estocadas. De pouquinho em pouquinho, ia metendo cada vez mais.
Ela gemia de tesão. Mordia os lábios. Virava o rosto de um lado pro outro. Fazia muito tempo mesmo que não comiam ela. Algo imperdoável. Nico, por sua vez, tava batendo uma vendo a cena. Era tipo um filme pornô ao vivo. Só que a protagonista era a tia dele. Com quem ele já tinha batido uma alguma vez.
Ismael segurava ela firme pelos quadris e metia cada vez mais fundo.
Ahhh, que buceta quentinha que você tem
Ahhhh siii meu amor" Continuava dizendo pra ele.

Agora ela investia com mais força.
Uhh Ahhhh AHHH jadeaba mamãe." Mistura de dor e prazer.
Ele segurava ela pelos ombros e falava devagar umas coisas no ouvido dela.
Tá gostando, hein, putinha? Falei que ia te comer." Isso deixava ela louca.
Aumentava o ritmo cada vez mais. Metia nela. PLAF PLAF PLAF se ouvia. O barulho das carnes se chocando.
AHHH AHHHH UHHH ela gemia, mamãe aguentando as investidas como uma campeã.
As perninhas dela tremiam. Não dava mais pra aguentar. Ela teve o primeiro orgasmo. Se arrepiou toda. Algo percorreu o corpo inteiro dela. Sentia uma coisa que há anos não sentia.
Ela desabou e Ismael a colocou de barriga pra cima, com as pernas bem abertas pra receber o pau dele de novo.
Ahhh simmm, adoro sua bucetinha apertadinha. "Não te comem em casa, é?
AHHHH MMMAHH UHHH" a mamãe gemia com a respiração ofegante. Ele continuava furando ela com seu aríete. Parecia que ia quebrar ela. As bolas dele batendo na buceta dela.
PLAF PLAF PLAF
AHHHH AHHHHHH AHHHHHH ela gemia. Parecia uma puta no cio. De qualquer jeito, ninguém ia ouvir ela lá dentro.
Ohhhhhhh OHHHHH OHHHHHH CLARAAAAAA EU VOU GOZAAAAAA
Não" Ela tentou tirar, mas ele gozou tudo dentro.
Ahhhh ahhhhhh" gemeu Ismael, extasiado.
SII Que puta foda. Uff." tentando recuperar o fôlego. A mamãe tirou ele de cima e ele se deitou ao lado dela.
Nico viu a tia dele de pernas abertas e escorrendo porra.
AHHHH grito, me cobrindo.
Merda", disse Ismael, e depois caiu na risada.
Vem aqui, amigão." Ele balançou a cabeça dizendo que não.
Não é o que parece" — disse a mamãe.
vamos, ele não é bobo. com certeza viu tudo.
E olha só o que eu tava fazendo." Apontou pro pau duro dele. O Nico guardou rapidão.
Minha mãe não podia acreditar. Em que enrascada ela tinha se metido. O sobrinho dela tinha visto como a fodia como uma puta contra a parede.
Viu como sua tia dá?
Nico, meu amor, preciso que você não fale nada, por favor. Isso ia afetar muito seu primo. Vai ser um segredo, tá? Vem cá." Disse minha mãe, desesperada.
Nico se aproximou, nervoso. Ismael não dizia nada.
Minha mãe puxou a calça dele pra baixo, deixando o pau dele no ar de novo.
Vai ser nosso segredinho, tá?" Ele disse, derrubando ele na cama e começando a chupar o pau dele.
Mmmm ahhhh, essa também é grande.

Mmmmm." O fato de estar cometendo incesto a deixava muito excitada. Ela alternava entre um boquete e uma masturbação.
Depois que te vi pelado por acaso naquela vez, soube que você ia ter um pauzão." Ela disse, lembrando de um incidente que tiveram.
Mmmm, enorme.
chup chup chup
e que bolas!
Ahhhh tiazinha
Você gosta do jeito que a tia chupa sua buceta, bebê?
Ahhhhh ahhhhhhhhhh
Três jatos de buceta saíram disparados. Sujando a cara da minha mãe, o cabelo dela. E não paravam de sair.

Ai, meu Deus!
AHHHHH TIA Aaah
Ele tava esvaziando as bolas com a minha mãe.
Beleza. É nosso segredinho?
Nico balançou a cabeça que sim.
Mamãe se lavou num tanque que tinha ali. Molhou um pouco o rosto e se arrumou como deu. Daí a pouco voltaram.
Vi ela entrando com o Nico. Cadê você, mamãe?
Saímos com o Nico pra caçar um sapinho.
E aí, o que foi que te aconteceu??
Escorreguei e caí. Acho que tomei um pouco a mais. E você sabe como sua mãe é desastrada...
Já estava amanhecendo e a festa finalmente tinha acabado. Tomamos um café da manhã e fomos embora de uma vez. Mas ainda faltava a viagem de volta, que ia ser um parto. Não tinha ninguém pra dar uma carona pra gente até em casa.
A gente esperava o ônibus que ia pra estação na volta. Não vinha. Vejo um carro se aproximando. Reconheço ele. São os pivetes da outra vez. Um apontou na nossa direção e buzinaram.
Ehh. Donhaa.
Dá pra ver que tinham voltado de dançar ou algo assim.
Assoviaram quando viram a mamãe de vestido e nos ofereceram carona. Não tive outra escolha a não ser aceitar. A gente queria chegar logo.
Agora éramos quatro, então ficamos bem mais apertados. Minha mãe acabou no meio de dois, montada no colo de um deles.
E a senhora se divertiu, gostosa?
Uh siii, pra caralho
Haha. Não quer continuar com ela?
Mmm talvez.
FIM
7 comentários - Acompañando a mi madre al cumpleaños de su hermano (Relato
Ojalá a mi mamá le hagan así en todas las jodas
con sus "amigas"
con sus "amigas"