Conto Erótico: A Garota Cinza

A GAROTA CINZA

Esta é a primeira história sobre ela, sobre Isabel. Ela é uma garota tão normal que passa quase despercebida no bairro, sem expressão no olhar e com uma linha reta sempre desenhada nos lábios, invisível para as pessoas da vizinhança, com roupas sem graça, jeans, camisetas justas e seus tênis do dia a dia, uma mulher sem muita cor.

Se mesmo assim você continua lendo, é porque com certeza já encontrou mais de uma com essas características e com outras tantas que estou prestes a contar.

Isabel era fã de encontros tranquilos, tardes chuvosas, caminhadas no crepúsculo. Poucos entendiam suas manias, que, se não eram totalmente extravagantes, também não eram muito comuns em uma garota de 21 anos que geralmente curte raves cheias de gente e veste roupas mais provocantes.

Ela era simples, simples aos olhos das pessoas que a viam passar em uma de suas caminhadas habituais, que era uma das poucas coisas para as quais saía de casa. Mas sua simplicidade contrastava com a complexidade do seu ser na intimidade.

Ela ficava excitada com os caras menos agraciados, os de cabelos ralos e grisalhos, os de lábios grossos, os homens corpulentos, o cheiro de suor e o tom vulgar.

O cheiro de graxa da oficina mecânica que ficava a alguns passos de sua casa a deixava com tesão, mas o que a matava era o olhar lascivo dos trabalhadores de lá, que geralmente era direcionado a outras mulheres. Ver como eles despiam as mulheres com os olhos a colocava no jogo.

Um dia, ela fez o que muitas vezes, sem que ninguém jamais imaginasse. Saiu para fazer algumas compras no único supermercado perto de sua casa, que na verdade exigia uns quinze minutos de caminhada. Já lá, ela se preparou para fazer suas compras. Entre os corredores de cuidados pessoais, viu um cara que não se encaixava no perfil médio dos clientes que rondavam aqueles corredores: um cara barrigudo, de pele mal cuidada, com uma voz nervosa e babada que soltava quando se dirigia à promotora de vendas. Cremes e outros produtos para cuidados com a pele.
Ela, com as pernas presas numa meia arrastão cor da pele e um collant que deixava admirar do tornozelo até as coxas torneadas e jovens, que terminavam num par de bundas lindas que ela adorava exibir. O zíper na altura dos mamilos deixava você atormentado entre focar no broto daqueles botões durinhos através do tecido ou no lindo "Y" que o decote formava. Já cansada de fazer hora com aquele cara de aparência suja, resolveu ignorá-lo. Foi fazer ofertas na entrada do corredor, do lado dela, da Isabel. Ele não teve escolha a não ser recuar até o fim do corredor, e foi ali, de uma ponta à outra, que ela viu como aquele homem começou, sem abaixar o zíper, a sacudir o volume que tinha dentro daquelas calças desbotadas pelo sol, que já tinham deixado de ser pretas há muito tempo. Isabel via a saliva escorrendo pelos cantos dos lábios dele, e aquela pequena calcinha começou a ficar molhada. O olhar dela estava tão fixo naquela cena tão obscena do cara devorando com os olhos a demonstradora que ela nem percebeu que ele tinha notado que ela estava olhando. O cara se mandou, mas ela seguiu por vários corredores o rastro fedorento daquele homem, mas não o encontrou. Continuou fazendo as compras com a buceta borbulhando de tesão, com a fricção do jeans cotidiano já molhado com os fluidos dela.
Resignada, saiu da loja morrendo de vontade de chegar em casa e se masturbar, mas quando chegou no carro, viu uma cena que fez seus olhos se arregalarem de surpresa. No carro ao lado, estava aquele velho de calças abaixadas até o joelho, se masturbando freneticamente. Quando a viu, deu um pulo, tentando puxar a calça de uma vez. Isabel, já dentro do carro, não parava de virar pra olhar ele. Ele, no carro velho, constrangido pelo espetáculo e preocupado porque aquela lata com rodas não pegava, se surpreendeu quando virou o olhar pro carro de Isabel. Ouviu uns barulhos que não podiam vir de outra coisa senão de uma buceta escorrendo. Parecia algo... que entrava e saía dele, na real, era a Isabel encharcando um dos brinquedos que ela costumava trazer no porta-luvas. Aquela ereção que já tinha amolecido voltou a ficar dura. Ele parou de tentar ligar o carro, prestou atenção naquele espetáculo onde a Isabel já tinha tirado daquela camiseta sem graça um par de peitões enormes com uns bicos tremendamente vivos e uma auréola que, mesmo sem ser mãe, parecia alargada pelas experiências. Sem desafivelar o sutiã, só arqueando o tecido acetinado que os envolvia, começou a lamber um por um, alternando eles, e depois a esfregar eles na umidade da buceta dela. Enfiou os dois bicos na boca, sujando o para-brisa com um esguicho delicioso. Ele não aguentou mais, já tava há um tempinho se esfregando no pau, e respondeu soltando um jato fraco pra ereção que tava. Os dois ficaram exaustos, cada um no seu carro. Depois, abaixaram um dos vidros, trocaram números num papel sem falar nada. Tinha que ter outro encontro. E teve…
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