Meu primeiro conto... Me apresento

Oi, me chamo Bety..
Atualmente tenho 35 anos e tenho duas filhas, ISABELLA e CHIARA, de 15 e 6 anos, respectivamente. Trabalho e dou aulas online por causa da quarentena do Covid-19, moro no México. O motivo pelo qual me atrevi a escrever esse relato é pra contar sobre minha vida sexual e o pai das minhas filhas, que foi o único homem da minha vida. Tudo começou quando eu tinha maioridade. Naquele dia, meu pai me levou pra visitar um bar e disse que já era hora de eu aprender a beber, fumar e conhecer o lado bom de ser adulta. A verdade é que nunca gostei de álcool; naquela noite, com um gole só, já vomitei. Meu pai me criou junto com minha avó, que Deus a tenha, já que minha mãe morreu ao me dar à luz no centro cirúrgico. A verdade é que nunca fui boa na escola, então estudei o que achei mais fácil: Pedagogia Infantil. Meu pai sempre me dizia que meu futuro e o que ele queria pra mim era que eu fosse mãe e me dedicasse ao lar (meu pai sempre foi muito machista). Então, dos 18 aos 22 anos, enquanto estudava na universidade, me tornei tanto dona de casa quanto universitária, e olha que era trampo: tarefas, cozinhar, limpar a casa, pagar as contas — mais parecia a mulher do meu pai. Um dia, na internet, conheci um homem que me falou em Poringa sobre um blog de incesto que já não existe mais. Lá conheci muitas mulheres, mães, que transavam com seus tios, avôs, pais ou irmãos. Fiquei curiosa. Naquela época, ainda era virgem. Minha avó sempre era meio reservada pra falar da religião dela, já que praticava bruxaria ou magia negra. Desde que ela morreu e fiquei com a casa, encontrei o caderno velho de feitiços dela. Achei um de amarração. Então, como inexperiente, busquei um jeito de ver se isso era possível e decidi fazer uma amarração no meu pai. Dei desde água de calcinha até velas vermelhas com mel pra amarrar ele a mim. Muitos vão dizer que isso é impossível, mas 2 Meses depois de estar fazendo isso, caiu a ficha. Meu pai tinha tirado férias e ia me levar pra Puerto Vallarta. Foi lá, no hotel, que a gente conversou sobre meu futuro e sobre eu não ter encontrado um homem pra ser pai dos meus filhos. Aí meu pai me perguntou se eu não me importaria de aprender a fazer amor com ele, e eu aceitei. Falei pra ele trazer camisinha, E SIM, ele veio preparado. Naqueles 5 dias na praia, passei de filha pra mulher dele. Quando cheguei na Cidade do México, já não era mais filha, era sua mulher, sua amante. Meu pai decidiu mudar de bairro, saímos de onde a gente morava em Vallejo e fomos morar nuns apartamentos em Iztapalapa. Então, depois de 1 ano sendo "casal", quando a gente foi morar junto, decidi parar de usar anticoncepcional e conversar com meu pai sobre pedir demissão do jardim de infância "Kristian Andersen", onde eu trabalhava, pra cuidar da casa e dele. Meu pai, Javier, disse que tudo bem. Naquela noite, no nosso quarto, coloquei uma lingerie fina que tinha comprado por catálogo. Tava completamente disposta a ser mãe dos filhos dele. Me excitava a ideia do sêmen dele (os soldadinhos, como ele chamava) brigando pra fecundar a própria irmã. Daquela noite em diante, demorei quase 3 meses pra finalmente engravidar. Lembro da tarde que, depois que ele chegou do trabalho numa farmacêutica, eu mostrei 4 testes de gravidez: finalmente tava grávida. Foi uma gravidez muito gostosa. Com o dinheiro da rescisão do meu emprego, comprei o berço e reformei um pouco o quarto do bebê (foi menina). Quando finalmente consegui dar à luz, num 22 de agosto, meu pai decidiu colocar o nome de Brenda, porque era o nome de uma amiga dele e ele gostava. Eu queria o nome Isela, mas não ia brigar com o pai dela. Durante a gravidez, engordei quase 30 quilos, então foi bem difícil voltar ao corpo que eu tinha, mas nunca mais recuperei. Até meu manequim de quadril e sutiã tinha aumentado. Meu pai me obrigou a fazer regime e malhar. Agora eu tava com uma bunda melhor, e antes os homens quase não falavam comigo, agora muitos me chamavam pra sair na academia, ou na rua, o açougueiro me atendia melhor. A gente nunca pensa que isso pode acontecer, nem imagina. Quando minha filha Brenda tinha 2 anos, eu engravidei de novo, mas com 5 meses perdi, tive um aborto espontâneo. Na minha vida, perdi 3 bebês antes da Chiara nascer: 2 foram abortos e um foi meu único menino, meu Junior, que morreu de morte súbita. Não desejo a perda de um filho pra ninguém, é uma dor que rasga a alma. Na verdade, a gente já pensava em fechar a fábrica de bebês, até que a Chiara chegou, quando minha filha tinha 8 anos, quase 9, nasceu minha menina. Ela nasceu maior que a irmã, quase pesou 6 quilos, foi um bebê bem grande e, graças a Deus, nasceu saudável, e ainda tenho as duas nos meus braços. Assim vivemos nós três com nosso pai, eu como mulher dele e mãe das filhas dele, e elas felizes com a família. Pros vizinhos do prédio e pro pessoal do trabalho do meu pai, eu era a esposa dele, até na escola das meninas ele era conhecido como o pai delas, mesmo que no registro não conste que ele as registrou, só eu apareço como mãe. Quando minhas filhas perguntam por que não têm o sobrenome do pai, a gente dizia que soava mal falar PEREZ PEREZ, era melhor que aparecesse no registro como Perez Martinez, por exemplo, assim não parecia que elas eram duplamente normais hahaha... Então, depois de ter uma vida normal como mãe, a tragédia chegou: meu parceiro, nosso pai, está doente com Coronavírus, só neste mês de maio de 2020, espero que ele se recupere. E eu voltei a dar aulas como professora de jardim de infância. Até agora, minhas filhas não sabem que o pai delas é também o avô delas, e que eu não sou só a mãe, mas também a irmã. Quando falo com ele por videochamada, eu disse ou propus que, assim que ele se recuperar dessa doença chinesa, a gente tente de novo ter nosso menino. Ele me pergunta se eu tenho certeza, fala pra ir em frente, mas que se algo quiser... é que a gente tenha 2 meninos, ou seja, se tivermos 2 filhas, a gente tenha 2 meninos. Espero em breve poder realizar isso como sua mulher. Enquanto isso, cuido das nossas meninas e faço com que nada lhes falte. Inclusive, estou pensando em, quando ele estiver em casa, usar a lingerie fina e as cintas-liga que ele gosta que eu use, pra gente fazer a tarefa e ele me fecundar rápido. A ginecologista me passou um tratamento pra minha fertilidade. Nesse caso, galera que tá lendo meu primeiro blog, vou manter vocês por dentro da minha vida sexual e da minha vida como mulher do meu pai... ESPERO OS COMENTÁRIOS DE VOCÊS... E POSSO ATÉ PASSAR MEU WHATS!!! ABRAÇOS, BEIJOS. ATT: BETTY, A PROFESSORA DO JARDIM DE INFÂNCIA.

4 comentários - Meu primeiro conto... Me apresento

totiedu +1
Es muy buena pero debes comentar como fue la relación sexual de ti y tu papá tu primera vez besos
Excelente aporte betty mi supiste mantener en el hilo de tu relato y con ansias de saber mas de ti de tu encuentro con tu padre... ciertameme me gusta el incesto