Com 8 anos de casada e três filhinhos de 7, 6 e 5 anos, convenci meu marido Carlos e meus pais a deixarem eu voltar a trabalhar na especialidade que eu tinha me formado, antes do casamento: informática.
Mamãe e papai aceitaram cuidar dos pequenos nas horas em que eu estivesse fora, Carlos cedeu, de má vontade, ao meu desejo,
a empresa, uma multinacional de capital inglês, na qual eu tinha trabalhado, concordou em me reintegrar, com a condição de que eu participasse de um curso de atualização que estava programado para daqui a uns dois meses, numa filial fora do país.
Os pouco mais de 60 dias, desde meu retorno à atividade profissional, foram menos complicados do que eu imaginava. Todos os envolvidos: meu marido, meus pais, os pequenos e eu nos sincronizamos muito bem com o novo esquema de convivência.
Quando chegou a data, peguei o avião num domingo à tarde, que me levava ao Brasil, para o curso de 4 dias, bem tranquila e animada.
Ao chegar, avisei por telefone meu marido e meus pais que tinha chegado bem.
Cei no hotel, tomei um banho e fui dormir cedo para estar bem disposta na segunda.
Na manhã seguinte, fui para o curso de táxi. Lá conheci, entre outras pessoas, uma que me causou uma impressão muito viva e gostosa na alma (gentil e simpática) e nos sentidos (altura notável, boa presença, rostinho bonito),
Víctor, argentino, morando no Chile.
Ele sentou do meu lado e quando o primeiro instrutor formou pares de discussão, que seriam os mesmos até o fim do curso, um deles foi eu e ele.
Ficamos juntos o dia inteiro, durante as aulas, analisando os temas propostos e até no almoço e nos coffee breaks.
Era uma companhia muito agradável, além de ser um homem gostoso!
No final do primeiro dia, descobri que ele também estava no mesmo hotel que eu. Voltamos no mesmo táxi, no caminho ele me convidou para jantar e conversar sobre o curso.
Até aí, achei que tudo era normal.
Jantamos no Restaurante do hotel. A gente conversou sobre os temas do curso, e sobre nós, ele, assim como eu, casado com filhos. Depois da sobremesa e do café:
— Inês, que tal a gente ir ouvir música no piano-bar do subsolo?
Agradeci, falei que tinha que acordar cedo, mas o charme e a insistência dele foram mais fortes, aceitei o convite.
O lugar era bem agradável, meia-luz, música romântica. Tinha vários casais dançando, e minutos depois mais um se juntou.
Logo ele apertou meu corpo contra o dele. Pensei em me afastar, mas, afinal, era uma música romântica pra dançar assim. A mão dele, das minhas costas, deslizou até minha cintura, um pouco abaixo, onde começa a subir a bunda. Senti um arrepio. Ele começou a me elogiar, dizendo que eu era linda, que meu corpo fazia as modelos terem inveja, que meu marido era um homem de sorte, que eu dançava como uma bailarina. Me apertou mais, o peito dele pressionava meus peitos, o pau dele, duro, roçava no meu púbis.
Percebi que o jogo tava ficando perigoso. Falei, de um jeito definitivo, que ia pro meu quarto. A gente se despediu no elevador.
Demorei pra dormir, claramente tava excitada e com uma sensação nítida de ter deixado passar a oportunidade de, de transar com um homem gostoso.
Uma oportunidade única, ali mesmo, no mesmo hotel, sem chance de trombar com alguém conhecido.
Achei que, talvez, ele não fosse tentar de novo.
Na manhã seguinte acordei com a cabeça confusa, mas o curso rolou sem problemas. No fim do dia, Victor me ofereceu dividir o táxi de volta pro hotel e jantar, uma hora depois, pra "revisar o material do curso". Aceitei e fui pro meu quarto, liguei pro meu marido, tomei um banho, vesti uma lingerie sem vergonha, um vestido leve com um decote discreto, mas que deixava à mostra uma boa parte do sulco entre os peitos e saltos altos.
No restaurante, ele me elogiou de novo, dizendo que meu marido era um homem de sorte, com Uma esposa linda e inteligente, com corpo de vinte e poucos anos.
Adorei. Que mulher não gosta de elogios, ainda mais vindo da boca de um homem bonito e charmoso? Ele disse que já tinha ligado pra esposa, então podia ficar comigo sem se preocupar com o tempo.
A mesma coisa que eu tinha feito.
Terminado o jantar, voltamos pro piano-bar. Dançando, aos poucos ele me apertou mais e mais, e de novo senti o pau dele duro contra meu púbis. A mão dele desceu da minha cintura e começou a acariciar minha bunda, a boca chegou no meu ouvido. Começou a sussurrar palavras de carinho, de elogio, que foram baixando minha guarda. Me fez corar, ao dizer que estava “muito excitado, tesudo”. Começou a me beijar na orelha, depois no rosto, nos lábios com beijinhos. Não resisti. Aí ele foi mais fundo,
os lábios dele grudaram nos meus e a língua dele entrou na minha boca, a minha correspondeu e as duas se enroscaram. Por sorte, a luz fraca do ambiente não deixava ninguém perceber, todos os casais dançavam colados e trocavam beijos apaixonados, ninguém prestava atenção no que outro casal estava fazendo.
A luxúria foi lá em cima. Trocamos olhares cúmplices, nos beijamos e, sem palavras, ele me pegou pelo braço e fomos pro elevador, subimos pro meu quarto, como se fôssemos um casal voltando do jantar.
Ao entrar e fechar a porta, em vez de me atacar e me despir, ele cantarolou baixinho, cara a cara:
“Hoje querida minha, vamos fazer amor com alegria
Vamos tentar viver com fantasia, Brincar sem medo que hoje é o dia, nosso dia”
(Trecho de uma música do Sergio Denis.)
Ver aquela cara linda, tão máscula tão perto na penumbra, ouvir aquela voz máscula cantarolando palavras de amor... me desmontou por completo. Nossos rostos se aproximaram, ele me abraçou e começamos a nos beijar com beijos safados, língua com língua. Ele me acariciou toda, por cima do vestidinho.
Vestidinho, presente do meu marido, que foi parar no encosto de uma cadeira, acompanhado do sutiã.
Ele tirou os sapatos, a calça e camisa. Eu imitei ele com os sapatos. Ficamos, eu, de calcinha ousada, que deixava minha bunda à mostra, peitos de fora e ele de sunga, inchada pela ereção, de pé, com meus mamilos duros roçando o peito peludo dele, com uma cama aconchegante ao lado e uma penumbra que criava um clima ainda mais sugestivo e excitante.
Depois de alguns beijos nos lábios e nos seios, ele me deitou ternamente na cama e se deitou ao meu lado e, logo em seguida, se posicionou por cima de mim e recomeçou a me beijar, com aqueles beijos lascivos e deliciosos, língua com língua, meus seios comprimidos pelo teu peito peludo, o pau dele duro, forçando minha buceta, apesar dos dois tecidos (calcinha e sunga) que se interpunham, enquanto me beijava.
Depois passou a beijar meu pescoço, peitos, barriga, minhas coxas, minhas pernas e pés, enquanto a mão dele massageava meus seios. Subiu beijando tudo, até que voltou a lamber meus peitos. Apertou eles com as mãos enquanto chupava os mamilos que estavam duros, murmurou:
— Que peitos deliciosos!!!
Minha respiração acelerou, não consegui evitar e comecei a gemer com as carícias dele.
De repente, os dedos dele agarraram as laterais da minha calcinha e começaram a puxar para baixo, revelando os pelos pubianos, levantei o quadril para ajudar.
A calcinha passou pela bunda, seguiu pelas pernas, pelos pés, me deixando completamente nua.
Eu, esposa e mãe de três filhos, jazia completamente nua e nem me envergonhava de que ele, quase um estranho, olhasse e admirasse meus peitos, minha barriga, os pelos pubianos, minhas coxas, minhas pernas.
Depois de voltar a beijar meus pés, minhas pernas, meus joelhos, minhas coxas, aos poucos ele separou uma coxa da outra:
— Vou chupar essa sua buceta, gostosa!
— Pode ir, chupa tudo que quiser!
Senti a boca quente dele em contato com minha buceta, começou a lamber, a língua percorria ela toda, depois lambia a pele entre a buceta e o cu, me fez gemer e tremer. Me penetrou com língua e dedos, estimulou o clitóris Com movimentos circulares, com pressão e velocidade variáveis, até me fazer tremer.
Levantei a pélvis. Ele chupou mais forte e eu cedi, acabei gemendo, gritando, tremendo, meus quadris quicavam sem controle. Ele se agarrou firme nas minhas coxas para evitar que sua língua e boca perdessem contato com minha buceta. Foi um orgasmo incrível, eu tremia, respirava com dificuldade, sentia que minha buceta derramava líquido vaginal na boca dele, como nunca tinha acontecido antes com outro homem.
— Uhhhmm!... delicioso — murmurou, levantando a cabeça para me olhar.
Isso, incrivelmente, me excitou de novo, eu não aguentava mais o tesão:
— Coloca em mim… Por favor…. Victorrrr! —
Eu, esposa e mãe de três filhos, pedia pra um quase desconhecido me comer.
Só aí ele tirou a cueca, liberando uma piroca muito maior do que as que eu tinha visto até aquela noite. Tive uma sensação repentina de prazer e receio, acho que contraí os músculos vaginais.
Ele se posicionou sobre mim e lentamente colocou a piroca contra a entrada e pressionou, pra meter na minha buceta. Mal tinha entrado a cabeça:
— Mami, você tá gostando da pontinha? … espera entrar até os ovos e me conta —
Minha luxúria e prazer foram incríveis, quando senti o pau dele me penetrar firmemente, me abrindo. Ele meteu tudo, tirou quase tudo, meteu de novo e começou a me comer com vontade, eu sentia os testículos batendo na minha bunda, tava morrendo de prazer, de tesão, não conseguia segurar os gemidos de gozo.
Ele também tava muito excitado e, em bem menos tempo do que eu queria, acelerou as estocadas e gozou com uma porrada de esperma e grunhidos de prazer.
Ele se deitou do meu lado com uma cara meio envergonhada, porque intuía que eu queria mais.
Me virei pra ele, passei a mão no peito peludo dele e desci até o membro meio mole. Peguei, apertei, toquei nos testículos. Tava escorrendo esperma misturado com meus fluidos vaginais. Ele começou a mostrar sinais de vida. Apertei de novo. Novo. Sentei e lambi ele de cima a baixo, incluindo as bolas, era muito maior do que os que eu tinha "comido" até aquele dia. Engoli ele inteiro.
Nunca tinha feito isso com meu marido, nem com outros: chupar um pau impregnado de sêmen e fluidos vaginais.
Ele ficou duro. Comecei a chupar com mais vontade e força. Queria levá-lo ao orgasmo e saborear e engolir o sêmen dele em quantidade.
Ele não deixou.
Me deitou, montou em cima de mim e me penetrou de forma quase brusca. Que delícia sentir o pau dele entrando em mim!
— Não quero que você acabe o dia, mal comida! — resmungou entre os dentes.
Ao ouvir isso, com a buceta cheia, fez minha vontade "ir às nuvens", ele deve ter visto isso desenhado nas minhas pupilas, começou um entra e sai autoritário e delicioso. Minhas pernas se enroscaram na cintura dele, como se quisessem aumentar a intensidade da foda, como para sentir até o fundo das minhas entranhas, como para não deixá-lo escapar.
Ele me comeu, comemos, desenfreados, entre beijo e beijo, gememos, suspiramos, gritamos um para o outro o prazer que nos dávamos. Gozei, sei lá quantos orgasmos, até que ele explodiu o prazer dele dentro de mim. Com as mãos agarradas nas costas dele, me entreguei ao que foi o último, daquela noite, um prazer sem igual. Não consegui me segurar, uivei, gemi, me estremeci.
Victor caiu ao meu lado, exausto de cansaço. Eu também estava cansada, mas levantei e fui tomar banho. Quando voltei, ele ainda estava deitado, pedi para ele ir para o quarto dele, porque sentia culpa e vergonha.
Na manhã seguinte, ao ver a mancha no lençol, tive uma sensação dupla:
saciedade e culpa.
As noites de quarta e quinta foram versões ampliadas daquela terça:
Jantar compartilhado,
Pulamos o piano-bar, subimos direto para nossos quartos, para nos higienizar e, uma hora depois, nos encontrar de novo no meu quarto.
Cada um ligou para seu cônjuge, para prevenir que eles ligassem num momento indevido.
Assim que me lavei Me envolvi no roupão, não via motivo pra me vestir, afinal, ele já conhecia cada centímetro do meu corpo.
Foram duas noites de sexo intenso e variado: vaginal, anal e oral.
Descobri nele músculos que nem sabia que existiam.
Dormimos abraçados até a manhã seguinte, feito marido e mulher.
De volta pra casa, fiel ao acordo que temos — de que não ia ter mais segredos entre nós e que qualquer experiência fora do casamento a gente ia conversar de boa, antes ou depois de acontecer —, contei pro Carlos que tinha me "enrolado" com um colega de curso, gostosão e de pau grande.
Se eu contasse com todos os detalhes as loucuras, sensações e exageros dessas quatro noites, meu marido talvez jogasse na minha cara...
Amo meu marido, mas não me arrependo do que fiz, porque conheci novos limites do sexo.
Mamãe e papai aceitaram cuidar dos pequenos nas horas em que eu estivesse fora, Carlos cedeu, de má vontade, ao meu desejo,
a empresa, uma multinacional de capital inglês, na qual eu tinha trabalhado, concordou em me reintegrar, com a condição de que eu participasse de um curso de atualização que estava programado para daqui a uns dois meses, numa filial fora do país.
Os pouco mais de 60 dias, desde meu retorno à atividade profissional, foram menos complicados do que eu imaginava. Todos os envolvidos: meu marido, meus pais, os pequenos e eu nos sincronizamos muito bem com o novo esquema de convivência.
Quando chegou a data, peguei o avião num domingo à tarde, que me levava ao Brasil, para o curso de 4 dias, bem tranquila e animada.
Ao chegar, avisei por telefone meu marido e meus pais que tinha chegado bem.
Cei no hotel, tomei um banho e fui dormir cedo para estar bem disposta na segunda.
Na manhã seguinte, fui para o curso de táxi. Lá conheci, entre outras pessoas, uma que me causou uma impressão muito viva e gostosa na alma (gentil e simpática) e nos sentidos (altura notável, boa presença, rostinho bonito),
Víctor, argentino, morando no Chile.
Ele sentou do meu lado e quando o primeiro instrutor formou pares de discussão, que seriam os mesmos até o fim do curso, um deles foi eu e ele.
Ficamos juntos o dia inteiro, durante as aulas, analisando os temas propostos e até no almoço e nos coffee breaks.
Era uma companhia muito agradável, além de ser um homem gostoso!
No final do primeiro dia, descobri que ele também estava no mesmo hotel que eu. Voltamos no mesmo táxi, no caminho ele me convidou para jantar e conversar sobre o curso.
Até aí, achei que tudo era normal.
Jantamos no Restaurante do hotel. A gente conversou sobre os temas do curso, e sobre nós, ele, assim como eu, casado com filhos. Depois da sobremesa e do café:
— Inês, que tal a gente ir ouvir música no piano-bar do subsolo?
Agradeci, falei que tinha que acordar cedo, mas o charme e a insistência dele foram mais fortes, aceitei o convite.
O lugar era bem agradável, meia-luz, música romântica. Tinha vários casais dançando, e minutos depois mais um se juntou.
Logo ele apertou meu corpo contra o dele. Pensei em me afastar, mas, afinal, era uma música romântica pra dançar assim. A mão dele, das minhas costas, deslizou até minha cintura, um pouco abaixo, onde começa a subir a bunda. Senti um arrepio. Ele começou a me elogiar, dizendo que eu era linda, que meu corpo fazia as modelos terem inveja, que meu marido era um homem de sorte, que eu dançava como uma bailarina. Me apertou mais, o peito dele pressionava meus peitos, o pau dele, duro, roçava no meu púbis.
Percebi que o jogo tava ficando perigoso. Falei, de um jeito definitivo, que ia pro meu quarto. A gente se despediu no elevador.
Demorei pra dormir, claramente tava excitada e com uma sensação nítida de ter deixado passar a oportunidade de, de transar com um homem gostoso.
Uma oportunidade única, ali mesmo, no mesmo hotel, sem chance de trombar com alguém conhecido.
Achei que, talvez, ele não fosse tentar de novo.
Na manhã seguinte acordei com a cabeça confusa, mas o curso rolou sem problemas. No fim do dia, Victor me ofereceu dividir o táxi de volta pro hotel e jantar, uma hora depois, pra "revisar o material do curso". Aceitei e fui pro meu quarto, liguei pro meu marido, tomei um banho, vesti uma lingerie sem vergonha, um vestido leve com um decote discreto, mas que deixava à mostra uma boa parte do sulco entre os peitos e saltos altos.
No restaurante, ele me elogiou de novo, dizendo que meu marido era um homem de sorte, com Uma esposa linda e inteligente, com corpo de vinte e poucos anos.
Adorei. Que mulher não gosta de elogios, ainda mais vindo da boca de um homem bonito e charmoso? Ele disse que já tinha ligado pra esposa, então podia ficar comigo sem se preocupar com o tempo.
A mesma coisa que eu tinha feito.
Terminado o jantar, voltamos pro piano-bar. Dançando, aos poucos ele me apertou mais e mais, e de novo senti o pau dele duro contra meu púbis. A mão dele desceu da minha cintura e começou a acariciar minha bunda, a boca chegou no meu ouvido. Começou a sussurrar palavras de carinho, de elogio, que foram baixando minha guarda. Me fez corar, ao dizer que estava “muito excitado, tesudo”. Começou a me beijar na orelha, depois no rosto, nos lábios com beijinhos. Não resisti. Aí ele foi mais fundo,
os lábios dele grudaram nos meus e a língua dele entrou na minha boca, a minha correspondeu e as duas se enroscaram. Por sorte, a luz fraca do ambiente não deixava ninguém perceber, todos os casais dançavam colados e trocavam beijos apaixonados, ninguém prestava atenção no que outro casal estava fazendo.
A luxúria foi lá em cima. Trocamos olhares cúmplices, nos beijamos e, sem palavras, ele me pegou pelo braço e fomos pro elevador, subimos pro meu quarto, como se fôssemos um casal voltando do jantar.
Ao entrar e fechar a porta, em vez de me atacar e me despir, ele cantarolou baixinho, cara a cara:
“Hoje querida minha, vamos fazer amor com alegria
Vamos tentar viver com fantasia, Brincar sem medo que hoje é o dia, nosso dia”
(Trecho de uma música do Sergio Denis.)
Ver aquela cara linda, tão máscula tão perto na penumbra, ouvir aquela voz máscula cantarolando palavras de amor... me desmontou por completo. Nossos rostos se aproximaram, ele me abraçou e começamos a nos beijar com beijos safados, língua com língua. Ele me acariciou toda, por cima do vestidinho.
Vestidinho, presente do meu marido, que foi parar no encosto de uma cadeira, acompanhado do sutiã.
Ele tirou os sapatos, a calça e camisa. Eu imitei ele com os sapatos. Ficamos, eu, de calcinha ousada, que deixava minha bunda à mostra, peitos de fora e ele de sunga, inchada pela ereção, de pé, com meus mamilos duros roçando o peito peludo dele, com uma cama aconchegante ao lado e uma penumbra que criava um clima ainda mais sugestivo e excitante.
Depois de alguns beijos nos lábios e nos seios, ele me deitou ternamente na cama e se deitou ao meu lado e, logo em seguida, se posicionou por cima de mim e recomeçou a me beijar, com aqueles beijos lascivos e deliciosos, língua com língua, meus seios comprimidos pelo teu peito peludo, o pau dele duro, forçando minha buceta, apesar dos dois tecidos (calcinha e sunga) que se interpunham, enquanto me beijava.
Depois passou a beijar meu pescoço, peitos, barriga, minhas coxas, minhas pernas e pés, enquanto a mão dele massageava meus seios. Subiu beijando tudo, até que voltou a lamber meus peitos. Apertou eles com as mãos enquanto chupava os mamilos que estavam duros, murmurou:
— Que peitos deliciosos!!!
Minha respiração acelerou, não consegui evitar e comecei a gemer com as carícias dele.
De repente, os dedos dele agarraram as laterais da minha calcinha e começaram a puxar para baixo, revelando os pelos pubianos, levantei o quadril para ajudar.
A calcinha passou pela bunda, seguiu pelas pernas, pelos pés, me deixando completamente nua.
Eu, esposa e mãe de três filhos, jazia completamente nua e nem me envergonhava de que ele, quase um estranho, olhasse e admirasse meus peitos, minha barriga, os pelos pubianos, minhas coxas, minhas pernas.
Depois de voltar a beijar meus pés, minhas pernas, meus joelhos, minhas coxas, aos poucos ele separou uma coxa da outra:
— Vou chupar essa sua buceta, gostosa!
— Pode ir, chupa tudo que quiser!
Senti a boca quente dele em contato com minha buceta, começou a lamber, a língua percorria ela toda, depois lambia a pele entre a buceta e o cu, me fez gemer e tremer. Me penetrou com língua e dedos, estimulou o clitóris Com movimentos circulares, com pressão e velocidade variáveis, até me fazer tremer.
Levantei a pélvis. Ele chupou mais forte e eu cedi, acabei gemendo, gritando, tremendo, meus quadris quicavam sem controle. Ele se agarrou firme nas minhas coxas para evitar que sua língua e boca perdessem contato com minha buceta. Foi um orgasmo incrível, eu tremia, respirava com dificuldade, sentia que minha buceta derramava líquido vaginal na boca dele, como nunca tinha acontecido antes com outro homem.
— Uhhhmm!... delicioso — murmurou, levantando a cabeça para me olhar.
Isso, incrivelmente, me excitou de novo, eu não aguentava mais o tesão:
— Coloca em mim… Por favor…. Victorrrr! —
Eu, esposa e mãe de três filhos, pedia pra um quase desconhecido me comer.
Só aí ele tirou a cueca, liberando uma piroca muito maior do que as que eu tinha visto até aquela noite. Tive uma sensação repentina de prazer e receio, acho que contraí os músculos vaginais.
Ele se posicionou sobre mim e lentamente colocou a piroca contra a entrada e pressionou, pra meter na minha buceta. Mal tinha entrado a cabeça:
— Mami, você tá gostando da pontinha? … espera entrar até os ovos e me conta —
Minha luxúria e prazer foram incríveis, quando senti o pau dele me penetrar firmemente, me abrindo. Ele meteu tudo, tirou quase tudo, meteu de novo e começou a me comer com vontade, eu sentia os testículos batendo na minha bunda, tava morrendo de prazer, de tesão, não conseguia segurar os gemidos de gozo.
Ele também tava muito excitado e, em bem menos tempo do que eu queria, acelerou as estocadas e gozou com uma porrada de esperma e grunhidos de prazer.
Ele se deitou do meu lado com uma cara meio envergonhada, porque intuía que eu queria mais.
Me virei pra ele, passei a mão no peito peludo dele e desci até o membro meio mole. Peguei, apertei, toquei nos testículos. Tava escorrendo esperma misturado com meus fluidos vaginais. Ele começou a mostrar sinais de vida. Apertei de novo. Novo. Sentei e lambi ele de cima a baixo, incluindo as bolas, era muito maior do que os que eu tinha "comido" até aquele dia. Engoli ele inteiro.
Nunca tinha feito isso com meu marido, nem com outros: chupar um pau impregnado de sêmen e fluidos vaginais.
Ele ficou duro. Comecei a chupar com mais vontade e força. Queria levá-lo ao orgasmo e saborear e engolir o sêmen dele em quantidade.
Ele não deixou.
Me deitou, montou em cima de mim e me penetrou de forma quase brusca. Que delícia sentir o pau dele entrando em mim!
— Não quero que você acabe o dia, mal comida! — resmungou entre os dentes.
Ao ouvir isso, com a buceta cheia, fez minha vontade "ir às nuvens", ele deve ter visto isso desenhado nas minhas pupilas, começou um entra e sai autoritário e delicioso. Minhas pernas se enroscaram na cintura dele, como se quisessem aumentar a intensidade da foda, como para sentir até o fundo das minhas entranhas, como para não deixá-lo escapar.
Ele me comeu, comemos, desenfreados, entre beijo e beijo, gememos, suspiramos, gritamos um para o outro o prazer que nos dávamos. Gozei, sei lá quantos orgasmos, até que ele explodiu o prazer dele dentro de mim. Com as mãos agarradas nas costas dele, me entreguei ao que foi o último, daquela noite, um prazer sem igual. Não consegui me segurar, uivei, gemi, me estremeci.
Victor caiu ao meu lado, exausto de cansaço. Eu também estava cansada, mas levantei e fui tomar banho. Quando voltei, ele ainda estava deitado, pedi para ele ir para o quarto dele, porque sentia culpa e vergonha.
Na manhã seguinte, ao ver a mancha no lençol, tive uma sensação dupla:
saciedade e culpa.
As noites de quarta e quinta foram versões ampliadas daquela terça:
Jantar compartilhado,
Pulamos o piano-bar, subimos direto para nossos quartos, para nos higienizar e, uma hora depois, nos encontrar de novo no meu quarto.
Cada um ligou para seu cônjuge, para prevenir que eles ligassem num momento indevido.
Assim que me lavei Me envolvi no roupão, não via motivo pra me vestir, afinal, ele já conhecia cada centímetro do meu corpo.
Foram duas noites de sexo intenso e variado: vaginal, anal e oral.
Descobri nele músculos que nem sabia que existiam.
Dormimos abraçados até a manhã seguinte, feito marido e mulher.
De volta pra casa, fiel ao acordo que temos — de que não ia ter mais segredos entre nós e que qualquer experiência fora do casamento a gente ia conversar de boa, antes ou depois de acontecer —, contei pro Carlos que tinha me "enrolado" com um colega de curso, gostosão e de pau grande.
Se eu contasse com todos os detalhes as loucuras, sensações e exageros dessas quatro noites, meu marido talvez jogasse na minha cara...
Amo meu marido, mas não me arrependo do que fiz, porque conheci novos limites do sexo.
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