Naquela manhã de domingo, o time de futebol society que o Juan fazia parte há menos de um ano jogava fora de casa, como visitante.
O pai dele costumava levá-lo de carro, mas dessa vez não dava, porque tinha que ir trabalhar. Então foi Rosa, a mãe dele, quem se ofereceu pra ir com ele pra dar uma força. O garoto não gostou nada da ideia, porque morria de vergonha de ser visto na companhia da mãe — não só porque, com quinze anos, ainda pareceria um pirralho mimado, mas também porque a mulher era tão gostosa que atraía os olhares tarados de todos os caras e o ódio de todas as mulheres, o que deixava o filho todo desconfortável. Só que João não sabia como falar isso pra mãe sem magoá-la e, como todas as desculpas que ele deu não colaram, acabou aceitando de má vontade.

Mesmo já tendo 37 anos, queria parecer mais jovem e esportiva, então a mulher se vestiu com um tênis branco, uma minissaia vermelha rodada e uma camiseta branca bem justa, na qual, mais do que dar pra ver o escrito "Pussycat" e a estampa de uma gata, dava pra enxergar claramente as marcas do sutiãzinho que ela usava por baixo e dos bicos dos peitos que ameaçavam rasgar a camiseta. João não se atreveu a falar nada com ela, porque ela já tinha reclamado bastante e ele não queria incomodá-la mais.

Como a Rosa não tinha carteira de motorista, pegaram um ônibus que deixou eles praticamente na porta do ginásio onde o jogo rolava. Como era a primeira vez que pegavam, Rosa achou que em menos de uma hora chegariam, mas o trajeto se esticou por mais de duas horas, então chegaram quando o primeiro tempo já tinha acabado. Durante o caminho inteiro, o Juan ficou reclamando, e a mãe dele teve que aguentar, tentando convencê-lo de que chegariam a tempo pro jogo. Também não passaram despercebidas pro guri as olhadas que o pessoal dava na mãe dele, especialmente os homens, que olhavam pros peitos dela que empurravam a camiseta.

como as calcinhas brancas que ela usava, já que, ao sentar, a saia tinha subido um pouco mostrando as calcinhas.
Embora o Juan, assim que chegou, tenha saído correndo pro vestiário pra vestir o equipamento esportivo, como se não conhecesse a mulher com quem tinha vindo, ela deu um beijinho rápido na bochecha dele, toda feliz, desejando sorte. Aí todo mundo percebeu que ele tava acompanhado de uma gostosa igual a Rosa, e, mesmo ninguém tendo falado com ela, todos os olhares se voltaram cheios de tesão pra ela, despindo ela, enquanto ouviam umas frases, entre gargalhadas, que deviam ser de torcedores e pais do time da casa.
Qual é essa? É a gatinha do time? Então vamos comer ela todinha, mas antes vamos tirar a embalagem pra ver que surpresa encontramos dentro.Com essa dianteira dá pra jogar sim, e muito bem.Essa chupa muito, muito e muito bem.Tá na cara que tão vindo pra dar o melhor de si.

Rosa foi embora seguindo os torcedores para as arquibancadas coladas no campo de futebol, de onde dava pra ver o jogo.
Na sequência, os dois times saíram pro campo pra começar o segundo tempo do jogo, e as palavras de incentivo pra uns viravam xingamentos e ameaças pros outros. Rosa, toda animada, gritava palavras de apoio pro time onde o filho dela jogava, especialmente pra ele que tava entrando em campo, enquanto ouvia frases dirigidas ao time visitante e, principalmente, a ela mesma.
Agora sim vamos enfiar no cu deles, mas literalmente no cu. Principalmente nessa aqui, na peituda.Vamos enfiar tanto no seu cu que você não vai conseguir sentar por meses. Prepara a buceta, gostosa.Vamos meter a buceta até o talo. Isso, até o fundo, até as bolas.Mais do que gatos de botas, a gente vai encher as botas com a gatinha peituda.Vamos foder com ela, digo, vamos foder com eles.

Rosa, ouvindo aquilo, não ousava dizer nada, embora seu rosto ficasse vermelho-vivo de vergonha.
Mesmo que a mulher tenha se sentado assim que começou o segundo tempo do jogo, ela percebeu que ninguém mais estava sentado, todo mundo se apoiava nas grades de metal na frente, de um jeito que, sentada, ela não conseguia ver a partida. Então ela se levantou e se encostou no primeiro lugar vago que encontrou.
Juan, que costumava jogar como atacante, dessa vez foi colocado na defesa, mesmo sendo baixinho e não muito forte. O motivo é que a posição de atacante que ele ocupava normalmente estava sendo ocupada nessa partida por um garoto ainda mais magrelo que ele, então o técnico teve a ideia de recuar o Juan pra defesa.
Não só ele não tava familiarizado com a posição, como o atacante que ele tinha que marcar era bem mais alto e maior que ele, provavelmente tinha mais idade do que o permitido na categoria, mas ninguém ousava reclamar com a torcida tão agressiva do time da casa.
Assim que começou o segundo tempo do jogo, o cara, que vestia a camisa nove, chegou perto do Juan e perguntou, sorrindo com malícia, e apontando com a cabeça pra Rosa:
A big brest é sua mamãezinha, né? Caralho, que peitão que ela tem! Quantas cubanas ela deve ter feito com essas tetonas!

Ele não continuou porque o time dele tava atacando e ele ia buscar o parceiro pra passar a bola.
A jogada não deu em nada e o cara se aproximou de novo do João pra encher o saco dele.
Como o Juan não tinha coragem de responder, o cara continuava enchendo o saco dele:
São naturais ou ela operou? Não são normais, tão grandes e redondas que parecem bolas. Dá vontade de apertar, de lamber e de morder. Eu comeria elas aos bocados!Novas jogadas interrompiam o monólogo, mas logo ele retomava sem parar de sorrir perversamente pra ela.
Vou foder ela. Cada gol que ela marcar, vou meter meu pau na buceta peluda dela.Primeiro vou tirar a calcinha dela, por que ela trouxe calcinha, né? Com certeza é tão puta que nem trouxe pra não rasgar nem roubarem, e assim foder mais rápido.Como te falava, vamos supor que sua mamãe esteja de calcinha. Primeiro vou tirá-la e, colocando ela de bruços sobre meus joelhos, vou dar uns bons tapas naquele rabão que ela tem e enfiar meus dedos no cu e na buceta dela, só pra provar e pra ir esquentando um pouco a xereca dela.Depois vou arrancar o vestido dela e vou apalpar os peitos dela. Porque… que peitão que a sua mamãe tem! Não pense que ninguém reparou nessas tetonas que ela tem. Que pedaço de peito! As cubanas tão gostosas que devem dar com esses melões enormes!Antes de foder ela, ela vai chupar minha pica. Deve ser toda uma expert com esses lábios carnudos que ela tem. Já tô imaginando ela enfiando minha pica na boca dela e espremendo toda a porra. Hummm, que gostoso! Quase gozo só de pensar.Vou gozar dentro da boca dela e ela vai engolir todo o meu leite. Tudo! Sem deixar nem uma gota! Ela vai lamber os lábios saboreando meu gozo. Você vai ver como ela vai adorar.Vou colocar ela de quatro e meter primeiro no cu e depois na buceta. Nhaca-nhaca-nhaca-nhaca!Vou deixar ela prenha e você vai ter um irmãozinho. Vão botar meu nome, Sebas, porque no final sua mamãe vai ter conhecido um macho de verdade, não igual ao teu pai, um pinto mole e viadinho.

Ela acompanhava as palavras com gestos obscenos, pelos quais claramente estava sentindo prazer, e todo mundo percebia, até o juiz, mas ninguém interferia.
Ouvindo como ele zoava a mãe dele, Juan se desconcentrou, deixando o nove se desmarcar e fazer um gol.
Goooooool, goooooool!Eu grito com a torcida local, assim como com o cara e o time adversário.
Mas o que você fez? Deixou ele sozinho!Um companheiro muito irritado do time dela a repreendeu.
Acorda, porra!Outro disse de forma grosseira, e é que nunca tiveram muita simpatia por ele no time.
O nove do time adversário também se aproximou e, sorrindo com maldade, falou pra ela:
Caralho, que foda que vou dar na sua mãe!Na jogada seguinte, João disputando uma bola, levou um murrão do camisa nove na cara que o deixou atordoado por uns segundos no chão, e o nove aproveitou pra fazer o segundo gol dele.
Goooooool, goooooool!Ele se levantou sangrando pelo nariz e, ao reclamar, o juiz mostrou um cartão amarelo por reclamar.
Os colegas de equipe dele encheram o saco, e ele começou a chorar.
Você tá nos afundando, buceta! Seu idiota! Acorda, porra!Chora, menininha, chora! Você devia usar calcinha em vez de cueca.Seu merda de viado!Na retomada, o nove voltou a provocá-lo, acompanhando suas palavras com movimentos de foda.
Como é que eu vou pegar sua mãe, menininha, viadinho de merda! Já são duas gozadas que vou dar nela. Nhaca-nhaca-nhaca-nhaca!Na jogada seguinte, Juan partiu com fúria pra cima do camisa nove, errando um chute que tava mirando, e, caindo no chão, viu o cara meter um terceiro gol.
Goooooool, goooooool!Os colegas dele correram pra xingar ele aos berros, enquanto ele tava caído no chão.
Ficou madura pra caralho, sua putinha!Filho da puta! O que você fez? O que você fez, seu buceta, o que você fez?O árbitro veio correndo até ele e, tirando o cartão vermelho do bolso, mostrou pra ele, levantando o braço bem rígido pra cima.
Expulso!Chorando, ele olhou impotente para o árbitro, para seus companheiros e para o camisa nove do time adversário que, sorrindo perversamente para ele, fazia gestos com as mãos de estar comendo alguém, enfiando repetidamente os dedos de uma mão entre o polegar e o indicador da outra, que formavam um círculo. Outros do time adversário faziam gestos para Juan com a língua e com a boca, como se estivessem fazendo um boquete.
Ele se virou, caminhando em direção aos vestiários, e um companheiro de equipe dele empurrou ele e ainda deu uma rasteira, fazendo ele cair no chão. Ele se levantou e partiu pra cima do companheiro, trocando sopapos e murros entre os dois. Quando os outros caras do time chegaram, separaram eles, mas alguns ainda empurraram e bateram no João que, chorando e sangrando pelo nariz, se afastou indo pro vestiário, no meio de vaias e xingamentos da torcida e dos espectadores.
Olhou para onde a mãe estava, mas ela já não estava mais ali. Mas o que teria acontecido com a mãe enquanto ele brincava no campo?
No começo da segunda parte, Rosa, apoiada na grade de metal, observava o filho no campo e via como um moleque bem mais velho que ele não parava, quando tinha chance, de falar umas merdas que deixavam ele desconfortável.
Sem querer, mantendo a bunda empinada, ela levou um tapa forte e estalado numa das nádegas. Gritou de dor, se virando pra ver quem tinha batido, enquanto cobria o rabo com a mão. Viu um homenzinho se afastando dela e ouviu as gargalhadas dos torcedores que a olhavam com tesão.

Observando o homem sumir descendo umas escadas, ela se apoiou de novo na grade, continuando a ver o jogo.
Não tinha passado nem dez minutos quando o homenzinho, encorajado por um par de torcedores, passou por trás da Rosa e rapidamente levantou a saia dela por trás e puxou a calcinha dela até os joelhos, segurando a saia por alguns segundos, enquanto gravavam tudo com os celulares.
Rosa gritou surpresa, agachando-se num gesto defensivo. Mais gargalhadas e risadas. Sem ousar se levantar, virou-se para trás, vendo que estavam gravando com os celulares.

Encarada de vergonha, não sabia o que fazer nem ousava se levantar e, quando o fez, tirou a calcinha já que, se a puxasse ali mesmo na frente de todo mundo, iam ver a buceta e a raba dela, e iam filmar.
Agarrando a calcinha dela, ele levou na mão fechada e saiu das arquibancadas, procurando um banheiro pra vestir.
Como não encontrou os banheiros, pensou em entrar num dos vestiários, mas, como não via ninguém que pudesse vê-la, foi até uma parede e, tirando a calcinha, levantou um pouco uma das pernas e enfiou a calcinha num dos pés. Quando ia fazer o mesmo com o outro pé, ouviu um assobio de admiração e viu que um homem tinha aparecido de um lado do prédio e estava assobiando pra ela. Tirou a calcinha de novo e entrou rapidinho no vestiário.

Percorreu sem encontrar ninguém uma sala comprida com as paredes cheias de armários fechados onde os jogadores guardavam suas roupas, e no fundo havia pequenos cômodos com chuveiros e vasos sanitários.
Ela entrou num quarto com chuveiro e fechou a porta, mesmo não tendo tranca pra passar.
Ela vestiu a calcinha, puxando pra cima, e quando ainda não tinha colocado direito e a saia estava levantada, alguém empurrou a porta, batendo nela e fazendo ela tropeçar.
Tá ocupado!Ela conseguiu dizer, gritando.
Quem tá aí?Ouviu a voz do homem que empurrava a porta.
Tá ocupado!Ela repetiu angustiada, segurando a porta que estava meio aberta.
O que cê tá fazendo aí? Tá roubando?O homem perguntou de forma acusatória, percorrendo com o olhar o corpo da mulher.
Não, não! Tô vestindo a roupa!Respondeu angustiada.
O que é que você tá escondendo aí?Nada! Tô me vestindo!E aí, beleza?Perguntou outro homem que entrava nos vestiários.
Peguei essa aí roubando.Respondeu o homem que chegou primeiro.
Eu não roubei nada.Rosa respondeu.
Vamos ver, vamos ver!O segundo homem empurrou o primeiro pra espiar a mulher dentro do quarto.
Digo pra ela que eu não roubei nada.Então, o que você tá fazendo aqui?Eu estava me vestindo.A roupa? Vamos ver o que você tá escondendo aí! Deixa eu ver!Disse o segundo homem, pegando na saia dela pela frente e levantando, mas Rosa segurou a saia e a puxou para baixo.
Não escondo nada. É só minha roupa que eu tava vestindo.Você nos mostra na boa ou na mal, mas daqui não sai sem devolver o que roubou.Por favor, eu juro que não roubei nada. Tava procurando um banheiro e, como não achava, entrei aqui, mas não toquei nem peguei nada. Eu juro.A mulher suplicou.
Já, já é o que todas as ladronas dizem!Respondeu o primeiro homem e, de um puxão, arrancou a bolsinha que ela carregava. Abrindo-a, remexeu lá dentro, jogando todo o conteúdo no chão, junto com a própria bolsa.
Ai, meu Deus! Olha, eu não tô com nada, não roubei nada!Com certeza você tá escondendo o que roubou debaixo da roupa. Tira ela ou a gente tira por você!Por favor, eu juro que não roubei nada.Então prova. Tira essa roupa e mostra pra gente que não tem nada aí que não seja teu.Mas o que é isso? Quer que eu fique pelada?Você escolhe. Ou tira você mesma, ou a gente tira pra você, e te garanto que a gente não vai ser nada gentil nem delicado quando te despir. Com certeza vamos rasgar toda a sua roupa e você não vai conseguir vestir de novo. Vai ficar pelada na frente de todo mundo.Mas, por favor, eu juro, juro pra vocês que não roubei nada.A mulher voltou a implorar, chorando.
Vem aqui, gostosa!O primeiro homem se jogou em cima dela, que recuou lutando com a roupa e gritando.
Tirei eu, tirei eu!O segundo homem segurou o primeiro e disse:
Quito, mano! Foi ela quem tirou!O homem se afastou e disse a ela:
Vamos lá, tira logo essa roupa, não nos faça esperar, que minha paciência tem limite e você já passou dele.Sim, sim, já tô fazendo, já tô fazendo!Disse entre lágrimas a mulher enquanto levantava a saia e mostrava a calcinha branca dela.
Viu, viu, não tô com nada, é só minha calcinha!Tira isso, fica pelada, mas já!Enfiando os dedos nas laterais da calcinha, puxou ela até os pés, tirando-a, e, pegando ela com as mãos, enquanto abaixava a saia, mostrou pros dois caras, que pegaram ela.
Levanta essa saia, levanta, que a gente quer ver o que você esconde aí!Ela levantou a saia, mostrando a virilha e a buceta mal coberta por uma fina tira de pelos pubianos castanho-claros. Enquanto mantinha a saia erguida diante dos olhos lascivos dos dois homens, ela exclamou chorando:
Viu, não tô levando nada! Já tão satisfeitos?Tira tudo, tira toda a roupa!

Abaixando a saia, soltou os prendedores que a seguravam e puxou até os pés, tirando-a, e, ao levantá-la, arrancaram-na da mão dela.
Mais, tira tudo!Levantando a camiseta branca, tirou pela cabeça, e arrancaram ela das mãos dele.
Em seguida, soltou o sutiã, tirou ele, e também pegaram.
Cobrindo a boceta com uma mão e com o outro braço cruzado sobre os peitos, ela tentava escondê-los dos olhares safados dos dois caras, e disse, olhando bem séria na cara deles.

Já? Vocês já estão satisfeitos?As tênis! Tira esses tênis!Ela tirou com os pés, sem parar de cobrir os peitos e a buceta com as mãos e os braços.
Um cara se abaixou e pegou eles do chão, não sem dar uma boa olhada nela.
Tira as mão daí, levanta elas pra gente ver bem o que você tá escondendo!Isso fez com que ela se levantasse, mostrando seus peitos enormes e empinados, assim como sua buceta, para os dois caras que babavam de tesão olhando para ela.
Vira, vira que a gente quer ver o que você esconde por trás!

Obediente, Rosa se virou devagar, ficando parada quando deu totalmente as costas pra eles. Sentiu o peso dos olhares cheios de tesão nas suas bundas grandes e empinadas.
Abre as pernas! Inclina pra frente e apoia os braços na parede na sua frente! Queremos ver o que você tá escondendo aí!Por favor, já viram que…A mulher implorou de novo, mas cortaram ela antes que terminasse.
Faça o que eu te falei, senão vai ser muito pior!

Obediente, fez o que mandaram ela fazer.
Mais, abre mais as pernas!Ordenaram e ela obedeceu, recebendo uma palmada forte numa das nádegas que a fez cambalear para frente enquanto soltava um gritinho misto de dor, surpresa e vergonha.
Vamos ver o que você esconde aí dentro!

Ouviu bem perto da nuca, sentindo como separavam as nádegas e enfiavam um dedo no cu dela, remexendo lá dentro e causando dor na mulher.
Por favor, não me machuquem!Se tivesse sido uma gatinha boazinha, isso nunca teria acontecido com você.Ela ouviu o homem que estava remexendo dentro do cu dela, que soltou uma gargalhada em seguida, acompanhado pelas risadas do outro.
Rosa, ouvindo eles, soluçava, tremendo de medo, dor e vergonha.
Assim que parou de se acabar de rir, sentiu outra mão se enfiar entre as pernas dela, entre os lábios da buceta, e esfregar o sexo dela.
Vamos ver o que você tem aí! Hummm, que gostosa, mas que gostosa!Soluçando, a mulher aguentava sem ousar dizer nada, só esperando que tudo acabasse e deixassem ela ir embora sem mais problemas.
Foi um alívio quando ele tirou os dedos do cu dela, mas o vai e vem repetido que fazia entre os lábios da buceta dela, especialmente no clitóris, era cada vez mais insistente, fazendo com que, contra a vontade dela, Rosa fosse ficando mais excitada a cada momento.

A buceta dela lubrificava cada vez mais, encharcando a mão do homem que a masturbava, e ela começou a suspirar.
Tanto o homem que a estava masturbando quanto o que curtia vendo sabiam disso, sabiam que ela tava prestes a gozar, com o primeiro exclamando:
A gatinha quer ação!Os dois caras caíram na gargalhada de novo e o que tava masturbando ela exclamou:
E nós vamos dar pra você!

E tirando a mão da buceta da mulher, soltou rápido o cinto e baixou a calça e a cueca até os tornozelos.
Por favor, não, por favor!Rosa suplicou de novo, sabendo que iam meter nela na hora se não impedisse.
Aproximando o pau duro e entupido do cara na bunda da mulher, ele esfregou ele nas nádegas dela, enquanto agarrava os peitos dela por trás, e sussurrava no ouvido dela:
Hummm, que gostosa você tá, mas que gostosa você tá, gatinha!

E, encontrando a entrada da buceta, enfiou o pauzinho devagar dentro dela.
A mulher arregalou os olhos e abriu a boca ao sentir sendo penetrada, mas só um soluço forte e prolongado saiu da boca dela.
Tavam metendo nela!
Sem soltar as tetas dela, o homem começou a balançar pra frente e pra trás, pra frente e pra trás, bufando e metendo nela.

E, encontrando a entrada da buceta, enfiou o pauzinho devagar dentro dela.
A mulher arregalou os olhos e abriu bem a boca ao sentir sendo penetrada, mas só um soluço forte e prolongado saiu da boca dela.
Ela estava sendo penetrada!
Sem soltar os peitos dela, o homem começou a balançar pra frente e pra trás, pra frente e pra trás, bufando e metendo nela.
Os braços de Rosa cederam e o rosto e o peito dela se apoiaram na parede, enquanto o cara não parava de foder ela, num ritmo cada vez mais acelerado, até que, em poucos segundos, gozou dentro dela, grunhindo como um urso e parando enquanto curtia o orgasmo e descarregava o esperma dentro dela.

Apoiado nela, o cara aguentou firme até que o outro homem, dando um tapinha nas costas dele, disse:
Me deixa, parceiro, me deixa agora comigo!O cara se soltou dela, puxando a calça e a cueca pra cima.
O outro homem deu um tapa forte numa das nádegas de Rosa e, pegando-a pela cintura, fez ela se virar para ele.
Diante dela, a poucos centímetros do corpo de Rosa, o homem colocou as mãos nos peitos da mulher, apalpando-os à vontade por quase um minuto, diante da falta de reação dela, que fechou os olhos encharcados de lágrimas para não vê-lo. Sentiu os mamilos de Rosa endurecerem ainda mais e, num arroubo de luxúria, deu um beijo na boca dela, um beijo profundo e demorado, enfiando a língua entre os lábios voluptuosos da mulher, que mal conseguia respirar. Rosa tentou afastar o rosto, mas a mão dele agarrou sua mandíbula, impedindo-a.
Um beijo que durou uns segundos até que, afastando a boca, ele puxou a calça e a cueca pra baixo rápido, deixando à mostra o pau duro e congestionado, cheio de veias azuis grossas e saltadas.
Ele agarrou ela pelas nádegas, uma mão em cada bunda, e levantando ela uns centímetros do chão, apoiou as costas dela na parede e meteu, enfiou o pau na buceta dela, até as bolas baterem na virilha dela, e começou a se mover pra frente e pra trás, pra frente e pra trás, uma vez e outra, fodendo ela gostoso. As pernas da Rosa abraçaram a cintura do cara, deixando a penetração mais funda. Os resfôlegos do homem iam no ritmo dos gritinhos dela. Resfôlegos e gritinhos fruto do prazer que sentiam. O vai-e-vem foi crescendo e em poucos segundos o cara gozou dentro dela, e ela também gozou.

O pau do homem ainda estava dentro dela quando ouviram vozes. Eram os jovens do time da casa voltando pro vestiário no fim do jogo.
O que tá rolando aqui?O treinador gritou e um monte de caras se amontoaram na porta do quarto onde tinham acabado de foder a Rosa pra ver ela toda pelada e macetada.
O cara que acabou de comer ela, levantou a calça e se mandou, pedindo desculpa pro treinador.
Você já sabe como são essas gatinhas que, com a desculpa de torcer pro time visitante, vêm abrir as pernas e dar pra todo mundo!E saiu apressada do vestiário, seguindo os passos do colega que já tinha ido embora há alguns segundos, deixando uma Rosa completamente nua e fodida na frente de um monte de caras com os hormônios a ponto de explodir.
O treinador, que não queria complicar a vida, saiu do vestiário como se nada tivesse acontecido, deixando os caras com a gostosa de peitões pelada, acabada de foder.
Cobrindo a entreperna com uma das mãos e com o outro braço cruzado tapando os mamilos, Rosa estava encolhida, o rosto corado pela enorme vergonha que sentia, se vendo observada por um monte de jovens com os hormônios à flor da pele que a comiam com os olhos.
Como ninguém se mexia, Rosa falou baixinho, tentando tirar o peso da situação:
Por favor, galera, vocês podem me dar minhas roupas?Ouviu os jovens dizerem:
O que vocês querem, que a gente dê a roupa pra ela? Nem fodendo, primeiro ela dá um boquete em todo mundo.Isso, isso, deixa ela chupar a gente!Mas não é a mãe da mina que expulsaram do partido?Sim, é ela. A gostosa de peitão que tava com ele.Sebas, Sebas! É a mãe daquela mina que foi expulsa do partido! Daquela que você ia comer!Não um, três! Um pra cada gol que ele meteu!Me deixem passar, porra! Cadê a peituda?O nove perguntou, aquele que tinha xingado o João durante o jogo.
Fizeram um espaço pra ela passar e ela se plantou na porta, olhando fixamente pra Rosa. Um sorriso largo e cheio de tesão se abriu no rosto dela enquanto os olhos percorriam o corpo voluptuoso da mulher.
Mas olha só quem temos aqui, a mamãe da lady, e entregue de bandeja pra gente comer ela.Me deem minhas roupas, por favor. Eu não fiz nada pra vocês.Rosa implorou em voz baixa, sem ousar olhar diretamente na cara deles.
Nós é que vamos fazer algo com você. Já sabe o que vamos fazer, mas, se se comportar bem e for muito, mas muito educada com a gente, talvez a gente devolva sua roupa... depois.Sebas respondeu sem perder o sorriso lascivo e, após alguns instantes, continuou ordenando em tom imperativo:
Sai daí se não quiser que a gente te tire, porque aí não vamos ser nada legais com você!Por favor, não me machuquem. Eu poderia ser a mãe de vocês.A mulher suplicou, tentando amolecer o coração deles, mas o que fez foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi 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Mas não é, não. Você é uma das inimigas que se enfiou no nosso chuveiro pra foder com a gente. E vamos te dar uma lição bem dada. Você é que vai se foder.Isso, isso, fode ela! Fode ela! Fode ela!Todos gritaram a plenos pulmões.
Entrando Sebas no quarto, agarrou os pulsos da mulher que resistia e, puxando-a, a trouxe para fora, no meio dos jovens que a receberam apalpando os peitos dela, a bunda, as coxas, os quadris, a buceta, o corpo inteiro. Um enxame de mãos ansiosas apalpou, amassou e bateu no corpo nu de Rosa, que mal conseguia se proteger com os pulsos firmemente segurados por Sebas.

Cercada por uma matilha de jovens safados e de pau duro, ela conseguiu se soltar e caiu de joelhos no chão, protegendo os peitos vermelhos com as mãos.
Saiam, saiam daí um instante!Sebas ordenou que a equipe, em silêncio, fizesse um círculo ao redor de uma Rosa completamente nua e humilhada.
Aproximando-se, Sebas olhou pra mulher sorrindo de cima e disse, todo prepotente:
Você vai chupar a pica de todo mundo, um por um! Se não fizer, a gente vai te estuprar todos e não vai te dar sua roupa de volta.Por favor… por favor.A mulher implorou em vão, sem conseguir nada, e Sebas foi até os colegas de equipe, acenando com a mão:
Vamos! Começa você, Quique, depois o Javi e assim vai até eu chupar todo mundo.E enquanto Quique abaixava a calça e tirava um pau enorme e entupido, desproporcional pro tamanho dele, Sebas falou pra Rosa:
E cuidado você, gostosa, de machucar eles, senão a gente não deixa nem um dente na sua boca!Enquanto Quique se aproximava com o pau na boca da mulher, Sebas falou de novo pra ela:
Você tem que fazer todo mundo gozar na sua boca e engolir toda a porra sem derramar uma gota, puta!As gargalhadas do grupo foram interrompidas pelo Quique, que batia no rosto da Rosa com o pau duro e ereto enquanto a apressava.
Vem, vamos, chupa minha buceta!Ai, não, não, por favor!Rosa implorou de novo, e Sebas, ao ouvi-la, mostrou o sutiã que ela tinha trazido e, com um canivete, partiu ele em dois num piscar de olhos. Mostrando a peça dividida em duas partes, ameaçou:
A próxima coisa que rasgo é sua calcinha, então engole ela se não quiser voltar pelada pra rua.Assustada e pensando que não podia deixar o filho vê-la nua nem voltar nua pra casa com o marido, ela pegou com uma mão na piroca dura do Quique e começou a dar lambidas, tímidas no começo e depois percorrendo a rola do jovem de ponta a ponta, tudo sob o olhar tarado de todo o time. Enfiou na boca, acariciando com os lábios carnudos enquanto, com a outra mão, massageava também os ovos dele.
Você é uma gatinha comedora de pica de verdade!Sebas elogiou ela e alguém começou a rir, embora ninguém tenha parado de observar o boquete que a Rosa tava fazendo nele.
Enquanto Rosa chupava a pica do Quique, outros caras passavam a mão à vontade nos peitos e na bunda dela, mas ela, focada no boquete, não parava e continuava chupando e lambendo.
Como queria gozar rápido antes que o filho dela sentisse falta e pudesse encontrá-la assim, ela tirou a pica da boca e acariciou com as mãos, colocando de volta, repetindo a ação uma e outra vez, cada vez com mais energia, com mais vontade, até que de repente o garoto gozou e a mulher tirou instintivamente da boca pra não gozar dentro, sujando de porra um par de colegas do time que gritaram enojados.

Sebas gritou com sua voz de trovão:
Eu te falei pra engolir toda a porra!E, pegando a calcinha da Rosa, rasgou ela no meio com o canivete.
Na próxima vez que não engolir, vai ser a sua saia que vai rasgar no meio. Então não me desobedece e engole toda a porra da goza.Ele ameaçou ela com raiva.
Javi aproximou a pica dura pra mulher, ela pegou e acariciou por uns segundos com as mãos primeiro e depois com a língua, brincando com a ponta do pau e lambendo ele inteiro, pra meter na boca e acariciar com os lábios gulosos dela. O jovem não demorou mais que uns segundos pra gozar, e dessa vez Rosa teve que engolir toda a porra, segurando um ânsia e a vontade de vomitar.

O terceiro foi ainda mais rápido e, tão excitado como estava, gozou nas próprias mãos da mulher antes de enfiar a pica na boca dela.
Mesmo assim, vendo que Sebas podia interromper as mamadas e ele ficar sem o prêmio, apressou Rosa e os jovens para que gozassem o mais rápido possível, de forma que a mulher, enquanto chupava um pau, masturbava outros dois, um em cada mão.
Quando acabou com o último, ela estava toda ensopada de porra, tanto no rosto, quanto nas mãos, braços e peitos.

Mas ainda tinha o Sebas, mas ele queria mais que um boquete. Ele tinha merecido, tinha feito três gols e a gatinha devia três gozadas pra ele, foi assim que falou pro filho. Três parecia muito caso alguém viesse atrapalhar, mas pelo menos uma ele queria meter, então não deixou ela se levantar, fez ela se inclinar pra frente, ficar de quatro no chão, apesar da resistência que ela fez e dos gritos que soltava.
Não, não, por favor! O que você vai fazer?Empurrando as costas dela pra baixo, impedia que ela se levantasse e, mesmo que ela se virasse, não ousava fugir com medo de levar uma surra, machucar ela e rasgar não só a roupa dela.
Fica quieta, rabuda! Você me deve, seu filho me deve! Já já eu gozo e deixo você ir, mas, porra! fica quieta. Já te falei pra ficar quieta, puta!

Colocando-se entre as pernas abertas dela, que não parava de gritar, segurou ela pelos quadris, enquanto um par de parceiros empurravam ela pelas costas pra não levantar, e, abaixando a calça de moletão na frente, agachou como se fosse cagar.
Apontando o pau duro e entupido dele pra buceta dela, ele meteu de uma vez, até as bolas baterem na bunda dela, e, sem soltar as nádegas, começou a balançar pra frente e pra trás, pra frente e pra trás, fodendo ela.
Ao sentir a vara entrando, ela parou de gritar, e o quarto se encheu do som ritmado das bolas do nove batendo sem parar na bunda dela.
Tam-tam-tam-tam!Todos os jovens ficaram olhando enquanto o Sebas metia na gatinha do time adversário, cujos peitos balançavam desordenados a cada estocada. Grossas lágrimas escorriam pelo rosto da mulher, abrindo sulcos largos e profundos no oceano de esperma que a cobria.
Os braços dela cederam numa investida e, dobrando-se no chão, deixaram o rosto de Rosa se esconder entre eles.
Ofegando a cada estocada, o bruto grunhiu ao atingir o orgasmo e, embora tenha mantido a pica dentro por alguns segundos até se esvaziar de esperma, ao desmontá-la ainda deu uns dois tapas fortes e sonoros na bunda dela.

Não deu tempo pra mais nada, porque já estavam esperando por eles do lado de fora do local. Então, sem tomar banho nem se lavar, vestiram rapidamente as roupas de rua, pra ninguém desconfiar do que tinham feito, e, enfiando os uniformes do time nas mochilas, saíram voando do vestiário, deixando a pobre da Rosa sozinha. Ela se levantou do chão com dificuldade, pegou o que sobrou das roupas, guardou seus pertences na bolsinha, entrou no chuveiro e limpou todo o esperma e a sujeira que estava carregando.
Ela também não demorou, já que não queria que o filho desconfiasse do que tinha rolado, e se vestindo com saia, camiseta e sapatos, saiu do vestiário procurando o Juan.
Juan, que já estava vestido há um bom tempo, esperava a mãe do lado de fora do estádio. Achava estranho não ter visto ela na saída, mas não podia ir embora sem ela. Tava com medo de que tivesse acontecido alguma coisa, mas não sabia como agir nem onde procurar sem chamar mais atenção. Também pensava que tudo que tinha acontecido era culpa dela, da mãe dele, por insistir em vir e pegar um ônibus, chegando atrasada no jogo. Então, qualquer merda que tivesse acontecido com ela era bem feito, ela que se fodeu.
Longe dos colegas de time que tinham saído primeiro depois dele e escondido pra ninguém ver, ele não parava de observar a saída do lugar pra ver se via a mãe dele. Dois colegas do time dele, vendo ele ali, se aproximaram e, olhando com cara de deboche, falaram:
Se tiver procurando sua gostosa, entra no vestiário do outro time que lá tu vai ver ela.Tiraram toda a roupa dela e tão todos comendo ela.E, rindo, foram embora, fazendo com as mãos o sinal de corno pra cima do Juan. O jovem hesitou sobre o que fazer, mas entrar de novo no recinto e ir pro vestiário do time da casa parecia uma loucura total. E além disso, e se eles tivessem razão, e estivessem comendo a mãe dele. O que ele faria? Iam humilhar ele ainda mais, comendo a mãe dele na frente dele, do filho dela. Não, ele pensou que definitivamente não era uma boa ideia.
Bem mais tarde, o time da casa saiu e, ao passar um carro com vários deles dentro perto de onde João estava, reduziram a velocidade, buzinaram e mostraram a calcinha e o sutiã da mãe dele, rasgados ao meio. O camisa nove, que fez três gols nele durante a partida, colocou a cabeça para fora da janela e disse, todo sorridente:
Olha. Essa calcinha e esse sutiã são da sua mãe. A gente ficou com eles de lembrança depois de ter comido ela. Nós todos fodemos ela e ela mamou a pica de todo mundo. Como ela mama, gostosa, como sua mamãe mama! Dá pra ver que ela tem experiência de puta chupa-rola.Agachado, ele temia que descessem do carro e o agredissem, por isso suspirou aliviado ao vê-los indo embora. Mas, claro, não sem uma enxurrada de xingamentos e gestos obscenos.
Lady!Filha da puta!Pensou que talvez a calcinha e o sutiã que tinham mostrado pra ela não fossem da mãe dela. Com certeza não, pensou tentando se convencer. Também pensou que agora que os caras do time adversário tinham ido embora, era mais provável que a mãe dela aparecesse, se é que realmente tinham comido ela.
Os minutos passavam e a mãe dela não aparecia. E se ela não aparecesse e ele tivesse que ir sozinho pra casa, o que ia dizer pro pai dele? O que ele ia perguntar?
Já ia embora quando a viu sair e foi correndo na direção dela.
Ela percebeu na hora que estava despenteada e molhada, como se tivesse acabado de sair do banho e não tivesse se secado. Também viu ela exausta e envergonhada.
Mas cadê você? Onde é que você tava? O que aconteceu?Perguntou assustado o jovem, e ela, desviando o olhar, mentiu pra ele:
Desculpa, filho. Comi alguma coisa que me caiu mal e fiquei com diarreia e vomitando, mas já tô bem.João sabia que a mãe dele mentia, mas não queria cavar mais fundo nessa história e achou melhor virar a página, embora agora estivesse convencido de que todo mundo tinha comido ela e que a calcinha e o sutiã que mostraram do carro eram dela mesmo.
Chegaram no ponto de ônibus sem falar nada, só pensando envergonhados e olhando pro chão.
Um carro parou na frente deles. Era o treinador do time onde o Juan jogava.
Oi, João.Ele cumprimentou ela com um sorriso amigável. Era a primeira cara legal que tanto o Juan quanto a mãe dele viam desde que chegaram.
Vocês tão esperando o ônibus?Ele perguntou e, ao receber uma resposta afirmativa, se ofereceu pra levar elas em casa, já que, segundo ele, ficava no caminho.
Diante da simpatia do treinador e da perspectiva de esperar sem fim pelo transporte público, aceitaram.
Ela montou atrás do João e da mãe dele no banco do carona.
Não passaram nem dois minutos quando o homem começou a falar, a tirar o peso do que aconteceu no campo, dizendo que todo mundo tem um dia ruim e que ele, o J
O pai dele costumava levá-lo de carro, mas dessa vez não dava, porque tinha que ir trabalhar. Então foi Rosa, a mãe dele, quem se ofereceu pra ir com ele pra dar uma força. O garoto não gostou nada da ideia, porque morria de vergonha de ser visto na companhia da mãe — não só porque, com quinze anos, ainda pareceria um pirralho mimado, mas também porque a mulher era tão gostosa que atraía os olhares tarados de todos os caras e o ódio de todas as mulheres, o que deixava o filho todo desconfortável. Só que João não sabia como falar isso pra mãe sem magoá-la e, como todas as desculpas que ele deu não colaram, acabou aceitando de má vontade.

Mesmo já tendo 37 anos, queria parecer mais jovem e esportiva, então a mulher se vestiu com um tênis branco, uma minissaia vermelha rodada e uma camiseta branca bem justa, na qual, mais do que dar pra ver o escrito "Pussycat" e a estampa de uma gata, dava pra enxergar claramente as marcas do sutiãzinho que ela usava por baixo e dos bicos dos peitos que ameaçavam rasgar a camiseta. João não se atreveu a falar nada com ela, porque ela já tinha reclamado bastante e ele não queria incomodá-la mais.

Como a Rosa não tinha carteira de motorista, pegaram um ônibus que deixou eles praticamente na porta do ginásio onde o jogo rolava. Como era a primeira vez que pegavam, Rosa achou que em menos de uma hora chegariam, mas o trajeto se esticou por mais de duas horas, então chegaram quando o primeiro tempo já tinha acabado. Durante o caminho inteiro, o Juan ficou reclamando, e a mãe dele teve que aguentar, tentando convencê-lo de que chegariam a tempo pro jogo. Também não passaram despercebidas pro guri as olhadas que o pessoal dava na mãe dele, especialmente os homens, que olhavam pros peitos dela que empurravam a camiseta.

como as calcinhas brancas que ela usava, já que, ao sentar, a saia tinha subido um pouco mostrando as calcinhas.

Embora o Juan, assim que chegou, tenha saído correndo pro vestiário pra vestir o equipamento esportivo, como se não conhecesse a mulher com quem tinha vindo, ela deu um beijinho rápido na bochecha dele, toda feliz, desejando sorte. Aí todo mundo percebeu que ele tava acompanhado de uma gostosa igual a Rosa, e, mesmo ninguém tendo falado com ela, todos os olhares se voltaram cheios de tesão pra ela, despindo ela, enquanto ouviam umas frases, entre gargalhadas, que deviam ser de torcedores e pais do time da casa.
Qual é essa? É a gatinha do time? Então vamos comer ela todinha, mas antes vamos tirar a embalagem pra ver que surpresa encontramos dentro.Com essa dianteira dá pra jogar sim, e muito bem.Essa chupa muito, muito e muito bem.Tá na cara que tão vindo pra dar o melhor de si.

Rosa foi embora seguindo os torcedores para as arquibancadas coladas no campo de futebol, de onde dava pra ver o jogo.
Na sequência, os dois times saíram pro campo pra começar o segundo tempo do jogo, e as palavras de incentivo pra uns viravam xingamentos e ameaças pros outros. Rosa, toda animada, gritava palavras de apoio pro time onde o filho dela jogava, especialmente pra ele que tava entrando em campo, enquanto ouvia frases dirigidas ao time visitante e, principalmente, a ela mesma.
Agora sim vamos enfiar no cu deles, mas literalmente no cu. Principalmente nessa aqui, na peituda.Vamos enfiar tanto no seu cu que você não vai conseguir sentar por meses. Prepara a buceta, gostosa.Vamos meter a buceta até o talo. Isso, até o fundo, até as bolas.Mais do que gatos de botas, a gente vai encher as botas com a gatinha peituda.Vamos foder com ela, digo, vamos foder com eles.

Rosa, ouvindo aquilo, não ousava dizer nada, embora seu rosto ficasse vermelho-vivo de vergonha.
Mesmo que a mulher tenha se sentado assim que começou o segundo tempo do jogo, ela percebeu que ninguém mais estava sentado, todo mundo se apoiava nas grades de metal na frente, de um jeito que, sentada, ela não conseguia ver a partida. Então ela se levantou e se encostou no primeiro lugar vago que encontrou.
Juan, que costumava jogar como atacante, dessa vez foi colocado na defesa, mesmo sendo baixinho e não muito forte. O motivo é que a posição de atacante que ele ocupava normalmente estava sendo ocupada nessa partida por um garoto ainda mais magrelo que ele, então o técnico teve a ideia de recuar o Juan pra defesa.
Não só ele não tava familiarizado com a posição, como o atacante que ele tinha que marcar era bem mais alto e maior que ele, provavelmente tinha mais idade do que o permitido na categoria, mas ninguém ousava reclamar com a torcida tão agressiva do time da casa.
Assim que começou o segundo tempo do jogo, o cara, que vestia a camisa nove, chegou perto do Juan e perguntou, sorrindo com malícia, e apontando com a cabeça pra Rosa:
A big brest é sua mamãezinha, né? Caralho, que peitão que ela tem! Quantas cubanas ela deve ter feito com essas tetonas!

Ele não continuou porque o time dele tava atacando e ele ia buscar o parceiro pra passar a bola.
A jogada não deu em nada e o cara se aproximou de novo do João pra encher o saco dele.
Como o Juan não tinha coragem de responder, o cara continuava enchendo o saco dele:
São naturais ou ela operou? Não são normais, tão grandes e redondas que parecem bolas. Dá vontade de apertar, de lamber e de morder. Eu comeria elas aos bocados!Novas jogadas interrompiam o monólogo, mas logo ele retomava sem parar de sorrir perversamente pra ela.
Vou foder ela. Cada gol que ela marcar, vou meter meu pau na buceta peluda dela.Primeiro vou tirar a calcinha dela, por que ela trouxe calcinha, né? Com certeza é tão puta que nem trouxe pra não rasgar nem roubarem, e assim foder mais rápido.Como te falava, vamos supor que sua mamãe esteja de calcinha. Primeiro vou tirá-la e, colocando ela de bruços sobre meus joelhos, vou dar uns bons tapas naquele rabão que ela tem e enfiar meus dedos no cu e na buceta dela, só pra provar e pra ir esquentando um pouco a xereca dela.Depois vou arrancar o vestido dela e vou apalpar os peitos dela. Porque… que peitão que a sua mamãe tem! Não pense que ninguém reparou nessas tetonas que ela tem. Que pedaço de peito! As cubanas tão gostosas que devem dar com esses melões enormes!Antes de foder ela, ela vai chupar minha pica. Deve ser toda uma expert com esses lábios carnudos que ela tem. Já tô imaginando ela enfiando minha pica na boca dela e espremendo toda a porra. Hummm, que gostoso! Quase gozo só de pensar.Vou gozar dentro da boca dela e ela vai engolir todo o meu leite. Tudo! Sem deixar nem uma gota! Ela vai lamber os lábios saboreando meu gozo. Você vai ver como ela vai adorar.Vou colocar ela de quatro e meter primeiro no cu e depois na buceta. Nhaca-nhaca-nhaca-nhaca!Vou deixar ela prenha e você vai ter um irmãozinho. Vão botar meu nome, Sebas, porque no final sua mamãe vai ter conhecido um macho de verdade, não igual ao teu pai, um pinto mole e viadinho.

Ela acompanhava as palavras com gestos obscenos, pelos quais claramente estava sentindo prazer, e todo mundo percebia, até o juiz, mas ninguém interferia.
Ouvindo como ele zoava a mãe dele, Juan se desconcentrou, deixando o nove se desmarcar e fazer um gol.
Goooooool, goooooool!Eu grito com a torcida local, assim como com o cara e o time adversário.
Mas o que você fez? Deixou ele sozinho!Um companheiro muito irritado do time dela a repreendeu.
Acorda, porra!Outro disse de forma grosseira, e é que nunca tiveram muita simpatia por ele no time.
O nove do time adversário também se aproximou e, sorrindo com maldade, falou pra ela:
Caralho, que foda que vou dar na sua mãe!Na jogada seguinte, João disputando uma bola, levou um murrão do camisa nove na cara que o deixou atordoado por uns segundos no chão, e o nove aproveitou pra fazer o segundo gol dele.
Goooooool, goooooool!Ele se levantou sangrando pelo nariz e, ao reclamar, o juiz mostrou um cartão amarelo por reclamar.
Os colegas de equipe dele encheram o saco, e ele começou a chorar.
Você tá nos afundando, buceta! Seu idiota! Acorda, porra!Chora, menininha, chora! Você devia usar calcinha em vez de cueca.Seu merda de viado!Na retomada, o nove voltou a provocá-lo, acompanhando suas palavras com movimentos de foda.
Como é que eu vou pegar sua mãe, menininha, viadinho de merda! Já são duas gozadas que vou dar nela. Nhaca-nhaca-nhaca-nhaca!Na jogada seguinte, Juan partiu com fúria pra cima do camisa nove, errando um chute que tava mirando, e, caindo no chão, viu o cara meter um terceiro gol.
Goooooool, goooooool!Os colegas dele correram pra xingar ele aos berros, enquanto ele tava caído no chão.
Ficou madura pra caralho, sua putinha!Filho da puta! O que você fez? O que você fez, seu buceta, o que você fez?O árbitro veio correndo até ele e, tirando o cartão vermelho do bolso, mostrou pra ele, levantando o braço bem rígido pra cima.
Expulso!Chorando, ele olhou impotente para o árbitro, para seus companheiros e para o camisa nove do time adversário que, sorrindo perversamente para ele, fazia gestos com as mãos de estar comendo alguém, enfiando repetidamente os dedos de uma mão entre o polegar e o indicador da outra, que formavam um círculo. Outros do time adversário faziam gestos para Juan com a língua e com a boca, como se estivessem fazendo um boquete.
Ele se virou, caminhando em direção aos vestiários, e um companheiro de equipe dele empurrou ele e ainda deu uma rasteira, fazendo ele cair no chão. Ele se levantou e partiu pra cima do companheiro, trocando sopapos e murros entre os dois. Quando os outros caras do time chegaram, separaram eles, mas alguns ainda empurraram e bateram no João que, chorando e sangrando pelo nariz, se afastou indo pro vestiário, no meio de vaias e xingamentos da torcida e dos espectadores.
Olhou para onde a mãe estava, mas ela já não estava mais ali. Mas o que teria acontecido com a mãe enquanto ele brincava no campo?
No começo da segunda parte, Rosa, apoiada na grade de metal, observava o filho no campo e via como um moleque bem mais velho que ele não parava, quando tinha chance, de falar umas merdas que deixavam ele desconfortável.
Sem querer, mantendo a bunda empinada, ela levou um tapa forte e estalado numa das nádegas. Gritou de dor, se virando pra ver quem tinha batido, enquanto cobria o rabo com a mão. Viu um homenzinho se afastando dela e ouviu as gargalhadas dos torcedores que a olhavam com tesão.

Observando o homem sumir descendo umas escadas, ela se apoiou de novo na grade, continuando a ver o jogo.
Não tinha passado nem dez minutos quando o homenzinho, encorajado por um par de torcedores, passou por trás da Rosa e rapidamente levantou a saia dela por trás e puxou a calcinha dela até os joelhos, segurando a saia por alguns segundos, enquanto gravavam tudo com os celulares.
Rosa gritou surpresa, agachando-se num gesto defensivo. Mais gargalhadas e risadas. Sem ousar se levantar, virou-se para trás, vendo que estavam gravando com os celulares.

Encarada de vergonha, não sabia o que fazer nem ousava se levantar e, quando o fez, tirou a calcinha já que, se a puxasse ali mesmo na frente de todo mundo, iam ver a buceta e a raba dela, e iam filmar.
Agarrando a calcinha dela, ele levou na mão fechada e saiu das arquibancadas, procurando um banheiro pra vestir.
Como não encontrou os banheiros, pensou em entrar num dos vestiários, mas, como não via ninguém que pudesse vê-la, foi até uma parede e, tirando a calcinha, levantou um pouco uma das pernas e enfiou a calcinha num dos pés. Quando ia fazer o mesmo com o outro pé, ouviu um assobio de admiração e viu que um homem tinha aparecido de um lado do prédio e estava assobiando pra ela. Tirou a calcinha de novo e entrou rapidinho no vestiário.

Percorreu sem encontrar ninguém uma sala comprida com as paredes cheias de armários fechados onde os jogadores guardavam suas roupas, e no fundo havia pequenos cômodos com chuveiros e vasos sanitários.
Ela entrou num quarto com chuveiro e fechou a porta, mesmo não tendo tranca pra passar.
Ela vestiu a calcinha, puxando pra cima, e quando ainda não tinha colocado direito e a saia estava levantada, alguém empurrou a porta, batendo nela e fazendo ela tropeçar.
Tá ocupado!Ela conseguiu dizer, gritando.
Quem tá aí?Ouviu a voz do homem que empurrava a porta.
Tá ocupado!Ela repetiu angustiada, segurando a porta que estava meio aberta.
O que cê tá fazendo aí? Tá roubando?O homem perguntou de forma acusatória, percorrendo com o olhar o corpo da mulher.
Não, não! Tô vestindo a roupa!Respondeu angustiada.
O que é que você tá escondendo aí?Nada! Tô me vestindo!E aí, beleza?Perguntou outro homem que entrava nos vestiários.
Peguei essa aí roubando.Respondeu o homem que chegou primeiro.
Eu não roubei nada.Rosa respondeu.
Vamos ver, vamos ver!O segundo homem empurrou o primeiro pra espiar a mulher dentro do quarto.
Digo pra ela que eu não roubei nada.Então, o que você tá fazendo aqui?Eu estava me vestindo.A roupa? Vamos ver o que você tá escondendo aí! Deixa eu ver!Disse o segundo homem, pegando na saia dela pela frente e levantando, mas Rosa segurou a saia e a puxou para baixo.
Não escondo nada. É só minha roupa que eu tava vestindo.Você nos mostra na boa ou na mal, mas daqui não sai sem devolver o que roubou.Por favor, eu juro que não roubei nada. Tava procurando um banheiro e, como não achava, entrei aqui, mas não toquei nem peguei nada. Eu juro.A mulher suplicou.
Já, já é o que todas as ladronas dizem!Respondeu o primeiro homem e, de um puxão, arrancou a bolsinha que ela carregava. Abrindo-a, remexeu lá dentro, jogando todo o conteúdo no chão, junto com a própria bolsa.
Ai, meu Deus! Olha, eu não tô com nada, não roubei nada!Com certeza você tá escondendo o que roubou debaixo da roupa. Tira ela ou a gente tira por você!Por favor, eu juro que não roubei nada.Então prova. Tira essa roupa e mostra pra gente que não tem nada aí que não seja teu.Mas o que é isso? Quer que eu fique pelada?Você escolhe. Ou tira você mesma, ou a gente tira pra você, e te garanto que a gente não vai ser nada gentil nem delicado quando te despir. Com certeza vamos rasgar toda a sua roupa e você não vai conseguir vestir de novo. Vai ficar pelada na frente de todo mundo.Mas, por favor, eu juro, juro pra vocês que não roubei nada.A mulher voltou a implorar, chorando.
Vem aqui, gostosa!O primeiro homem se jogou em cima dela, que recuou lutando com a roupa e gritando.
Tirei eu, tirei eu!O segundo homem segurou o primeiro e disse:
Quito, mano! Foi ela quem tirou!O homem se afastou e disse a ela:
Vamos lá, tira logo essa roupa, não nos faça esperar, que minha paciência tem limite e você já passou dele.Sim, sim, já tô fazendo, já tô fazendo!Disse entre lágrimas a mulher enquanto levantava a saia e mostrava a calcinha branca dela.
Viu, viu, não tô com nada, é só minha calcinha!Tira isso, fica pelada, mas já!Enfiando os dedos nas laterais da calcinha, puxou ela até os pés, tirando-a, e, pegando ela com as mãos, enquanto abaixava a saia, mostrou pros dois caras, que pegaram ela.
Levanta essa saia, levanta, que a gente quer ver o que você esconde aí!Ela levantou a saia, mostrando a virilha e a buceta mal coberta por uma fina tira de pelos pubianos castanho-claros. Enquanto mantinha a saia erguida diante dos olhos lascivos dos dois homens, ela exclamou chorando:
Viu, não tô levando nada! Já tão satisfeitos?Tira tudo, tira toda a roupa!

Abaixando a saia, soltou os prendedores que a seguravam e puxou até os pés, tirando-a, e, ao levantá-la, arrancaram-na da mão dela.
Mais, tira tudo!Levantando a camiseta branca, tirou pela cabeça, e arrancaram ela das mãos dele.
Em seguida, soltou o sutiã, tirou ele, e também pegaram.
Cobrindo a boceta com uma mão e com o outro braço cruzado sobre os peitos, ela tentava escondê-los dos olhares safados dos dois caras, e disse, olhando bem séria na cara deles.

Já? Vocês já estão satisfeitos?As tênis! Tira esses tênis!Ela tirou com os pés, sem parar de cobrir os peitos e a buceta com as mãos e os braços.
Um cara se abaixou e pegou eles do chão, não sem dar uma boa olhada nela.
Tira as mão daí, levanta elas pra gente ver bem o que você tá escondendo!Isso fez com que ela se levantasse, mostrando seus peitos enormes e empinados, assim como sua buceta, para os dois caras que babavam de tesão olhando para ela.
Vira, vira que a gente quer ver o que você esconde por trás!

Obediente, Rosa se virou devagar, ficando parada quando deu totalmente as costas pra eles. Sentiu o peso dos olhares cheios de tesão nas suas bundas grandes e empinadas.
Abre as pernas! Inclina pra frente e apoia os braços na parede na sua frente! Queremos ver o que você tá escondendo aí!Por favor, já viram que…A mulher implorou de novo, mas cortaram ela antes que terminasse.
Faça o que eu te falei, senão vai ser muito pior!

Obediente, fez o que mandaram ela fazer.
Mais, abre mais as pernas!Ordenaram e ela obedeceu, recebendo uma palmada forte numa das nádegas que a fez cambalear para frente enquanto soltava um gritinho misto de dor, surpresa e vergonha.
Vamos ver o que você esconde aí dentro!

Ouviu bem perto da nuca, sentindo como separavam as nádegas e enfiavam um dedo no cu dela, remexendo lá dentro e causando dor na mulher.
Por favor, não me machuquem!Se tivesse sido uma gatinha boazinha, isso nunca teria acontecido com você.Ela ouviu o homem que estava remexendo dentro do cu dela, que soltou uma gargalhada em seguida, acompanhado pelas risadas do outro.
Rosa, ouvindo eles, soluçava, tremendo de medo, dor e vergonha.
Assim que parou de se acabar de rir, sentiu outra mão se enfiar entre as pernas dela, entre os lábios da buceta, e esfregar o sexo dela.
Vamos ver o que você tem aí! Hummm, que gostosa, mas que gostosa!Soluçando, a mulher aguentava sem ousar dizer nada, só esperando que tudo acabasse e deixassem ela ir embora sem mais problemas.
Foi um alívio quando ele tirou os dedos do cu dela, mas o vai e vem repetido que fazia entre os lábios da buceta dela, especialmente no clitóris, era cada vez mais insistente, fazendo com que, contra a vontade dela, Rosa fosse ficando mais excitada a cada momento.

A buceta dela lubrificava cada vez mais, encharcando a mão do homem que a masturbava, e ela começou a suspirar.
Tanto o homem que a estava masturbando quanto o que curtia vendo sabiam disso, sabiam que ela tava prestes a gozar, com o primeiro exclamando:
A gatinha quer ação!Os dois caras caíram na gargalhada de novo e o que tava masturbando ela exclamou:
E nós vamos dar pra você!

E tirando a mão da buceta da mulher, soltou rápido o cinto e baixou a calça e a cueca até os tornozelos.
Por favor, não, por favor!Rosa suplicou de novo, sabendo que iam meter nela na hora se não impedisse.
Aproximando o pau duro e entupido do cara na bunda da mulher, ele esfregou ele nas nádegas dela, enquanto agarrava os peitos dela por trás, e sussurrava no ouvido dela:
Hummm, que gostosa você tá, mas que gostosa você tá, gatinha!

E, encontrando a entrada da buceta, enfiou o pauzinho devagar dentro dela.
A mulher arregalou os olhos e abriu a boca ao sentir sendo penetrada, mas só um soluço forte e prolongado saiu da boca dela.
Tavam metendo nela!
Sem soltar as tetas dela, o homem começou a balançar pra frente e pra trás, pra frente e pra trás, bufando e metendo nela.

E, encontrando a entrada da buceta, enfiou o pauzinho devagar dentro dela.
A mulher arregalou os olhos e abriu bem a boca ao sentir sendo penetrada, mas só um soluço forte e prolongado saiu da boca dela.
Ela estava sendo penetrada!
Sem soltar os peitos dela, o homem começou a balançar pra frente e pra trás, pra frente e pra trás, bufando e metendo nela.
Os braços de Rosa cederam e o rosto e o peito dela se apoiaram na parede, enquanto o cara não parava de foder ela, num ritmo cada vez mais acelerado, até que, em poucos segundos, gozou dentro dela, grunhindo como um urso e parando enquanto curtia o orgasmo e descarregava o esperma dentro dela.

Apoiado nela, o cara aguentou firme até que o outro homem, dando um tapinha nas costas dele, disse:
Me deixa, parceiro, me deixa agora comigo!O cara se soltou dela, puxando a calça e a cueca pra cima.
O outro homem deu um tapa forte numa das nádegas de Rosa e, pegando-a pela cintura, fez ela se virar para ele.
Diante dela, a poucos centímetros do corpo de Rosa, o homem colocou as mãos nos peitos da mulher, apalpando-os à vontade por quase um minuto, diante da falta de reação dela, que fechou os olhos encharcados de lágrimas para não vê-lo. Sentiu os mamilos de Rosa endurecerem ainda mais e, num arroubo de luxúria, deu um beijo na boca dela, um beijo profundo e demorado, enfiando a língua entre os lábios voluptuosos da mulher, que mal conseguia respirar. Rosa tentou afastar o rosto, mas a mão dele agarrou sua mandíbula, impedindo-a.
Um beijo que durou uns segundos até que, afastando a boca, ele puxou a calça e a cueca pra baixo rápido, deixando à mostra o pau duro e congestionado, cheio de veias azuis grossas e saltadas.
Ele agarrou ela pelas nádegas, uma mão em cada bunda, e levantando ela uns centímetros do chão, apoiou as costas dela na parede e meteu, enfiou o pau na buceta dela, até as bolas baterem na virilha dela, e começou a se mover pra frente e pra trás, pra frente e pra trás, uma vez e outra, fodendo ela gostoso. As pernas da Rosa abraçaram a cintura do cara, deixando a penetração mais funda. Os resfôlegos do homem iam no ritmo dos gritinhos dela. Resfôlegos e gritinhos fruto do prazer que sentiam. O vai-e-vem foi crescendo e em poucos segundos o cara gozou dentro dela, e ela também gozou.

O pau do homem ainda estava dentro dela quando ouviram vozes. Eram os jovens do time da casa voltando pro vestiário no fim do jogo.
O que tá rolando aqui?O treinador gritou e um monte de caras se amontoaram na porta do quarto onde tinham acabado de foder a Rosa pra ver ela toda pelada e macetada.
O cara que acabou de comer ela, levantou a calça e se mandou, pedindo desculpa pro treinador.
Você já sabe como são essas gatinhas que, com a desculpa de torcer pro time visitante, vêm abrir as pernas e dar pra todo mundo!E saiu apressada do vestiário, seguindo os passos do colega que já tinha ido embora há alguns segundos, deixando uma Rosa completamente nua e fodida na frente de um monte de caras com os hormônios a ponto de explodir.
O treinador, que não queria complicar a vida, saiu do vestiário como se nada tivesse acontecido, deixando os caras com a gostosa de peitões pelada, acabada de foder.
Cobrindo a entreperna com uma das mãos e com o outro braço cruzado tapando os mamilos, Rosa estava encolhida, o rosto corado pela enorme vergonha que sentia, se vendo observada por um monte de jovens com os hormônios à flor da pele que a comiam com os olhos.
Como ninguém se mexia, Rosa falou baixinho, tentando tirar o peso da situação:
Por favor, galera, vocês podem me dar minhas roupas?Ouviu os jovens dizerem:
O que vocês querem, que a gente dê a roupa pra ela? Nem fodendo, primeiro ela dá um boquete em todo mundo.Isso, isso, deixa ela chupar a gente!Mas não é a mãe da mina que expulsaram do partido?Sim, é ela. A gostosa de peitão que tava com ele.Sebas, Sebas! É a mãe daquela mina que foi expulsa do partido! Daquela que você ia comer!Não um, três! Um pra cada gol que ele meteu!Me deixem passar, porra! Cadê a peituda?O nove perguntou, aquele que tinha xingado o João durante o jogo.
Fizeram um espaço pra ela passar e ela se plantou na porta, olhando fixamente pra Rosa. Um sorriso largo e cheio de tesão se abriu no rosto dela enquanto os olhos percorriam o corpo voluptuoso da mulher.
Mas olha só quem temos aqui, a mamãe da lady, e entregue de bandeja pra gente comer ela.Me deem minhas roupas, por favor. Eu não fiz nada pra vocês.Rosa implorou em voz baixa, sem ousar olhar diretamente na cara deles.
Nós é que vamos fazer algo com você. Já sabe o que vamos fazer, mas, se se comportar bem e for muito, mas muito educada com a gente, talvez a gente devolva sua roupa... depois.Sebas respondeu sem perder o sorriso lascivo e, após alguns instantes, continuou ordenando em tom imperativo:
Sai daí se não quiser que a gente te tire, porque aí não vamos ser nada legais com você!Por favor, não me machuquem. Eu poderia ser a mãe de vocês.A mulher suplicou, tentando amolecer o coração deles, mas o que fez foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi foi 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Mas não é, não. Você é uma das inimigas que se enfiou no nosso chuveiro pra foder com a gente. E vamos te dar uma lição bem dada. Você é que vai se foder.Isso, isso, fode ela! Fode ela! Fode ela!Todos gritaram a plenos pulmões.
Entrando Sebas no quarto, agarrou os pulsos da mulher que resistia e, puxando-a, a trouxe para fora, no meio dos jovens que a receberam apalpando os peitos dela, a bunda, as coxas, os quadris, a buceta, o corpo inteiro. Um enxame de mãos ansiosas apalpou, amassou e bateu no corpo nu de Rosa, que mal conseguia se proteger com os pulsos firmemente segurados por Sebas.

Cercada por uma matilha de jovens safados e de pau duro, ela conseguiu se soltar e caiu de joelhos no chão, protegendo os peitos vermelhos com as mãos.
Saiam, saiam daí um instante!Sebas ordenou que a equipe, em silêncio, fizesse um círculo ao redor de uma Rosa completamente nua e humilhada.
Aproximando-se, Sebas olhou pra mulher sorrindo de cima e disse, todo prepotente:
Você vai chupar a pica de todo mundo, um por um! Se não fizer, a gente vai te estuprar todos e não vai te dar sua roupa de volta.Por favor… por favor.A mulher implorou em vão, sem conseguir nada, e Sebas foi até os colegas de equipe, acenando com a mão:
Vamos! Começa você, Quique, depois o Javi e assim vai até eu chupar todo mundo.E enquanto Quique abaixava a calça e tirava um pau enorme e entupido, desproporcional pro tamanho dele, Sebas falou pra Rosa:
E cuidado você, gostosa, de machucar eles, senão a gente não deixa nem um dente na sua boca!Enquanto Quique se aproximava com o pau na boca da mulher, Sebas falou de novo pra ela:
Você tem que fazer todo mundo gozar na sua boca e engolir toda a porra sem derramar uma gota, puta!As gargalhadas do grupo foram interrompidas pelo Quique, que batia no rosto da Rosa com o pau duro e ereto enquanto a apressava.
Vem, vamos, chupa minha buceta!Ai, não, não, por favor!Rosa implorou de novo, e Sebas, ao ouvi-la, mostrou o sutiã que ela tinha trazido e, com um canivete, partiu ele em dois num piscar de olhos. Mostrando a peça dividida em duas partes, ameaçou:
A próxima coisa que rasgo é sua calcinha, então engole ela se não quiser voltar pelada pra rua.Assustada e pensando que não podia deixar o filho vê-la nua nem voltar nua pra casa com o marido, ela pegou com uma mão na piroca dura do Quique e começou a dar lambidas, tímidas no começo e depois percorrendo a rola do jovem de ponta a ponta, tudo sob o olhar tarado de todo o time. Enfiou na boca, acariciando com os lábios carnudos enquanto, com a outra mão, massageava também os ovos dele.
Você é uma gatinha comedora de pica de verdade!Sebas elogiou ela e alguém começou a rir, embora ninguém tenha parado de observar o boquete que a Rosa tava fazendo nele.
Enquanto Rosa chupava a pica do Quique, outros caras passavam a mão à vontade nos peitos e na bunda dela, mas ela, focada no boquete, não parava e continuava chupando e lambendo.
Como queria gozar rápido antes que o filho dela sentisse falta e pudesse encontrá-la assim, ela tirou a pica da boca e acariciou com as mãos, colocando de volta, repetindo a ação uma e outra vez, cada vez com mais energia, com mais vontade, até que de repente o garoto gozou e a mulher tirou instintivamente da boca pra não gozar dentro, sujando de porra um par de colegas do time que gritaram enojados.

Sebas gritou com sua voz de trovão:
Eu te falei pra engolir toda a porra!E, pegando a calcinha da Rosa, rasgou ela no meio com o canivete.
Na próxima vez que não engolir, vai ser a sua saia que vai rasgar no meio. Então não me desobedece e engole toda a porra da goza.Ele ameaçou ela com raiva.
Javi aproximou a pica dura pra mulher, ela pegou e acariciou por uns segundos com as mãos primeiro e depois com a língua, brincando com a ponta do pau e lambendo ele inteiro, pra meter na boca e acariciar com os lábios gulosos dela. O jovem não demorou mais que uns segundos pra gozar, e dessa vez Rosa teve que engolir toda a porra, segurando um ânsia e a vontade de vomitar.

O terceiro foi ainda mais rápido e, tão excitado como estava, gozou nas próprias mãos da mulher antes de enfiar a pica na boca dela.
Mesmo assim, vendo que Sebas podia interromper as mamadas e ele ficar sem o prêmio, apressou Rosa e os jovens para que gozassem o mais rápido possível, de forma que a mulher, enquanto chupava um pau, masturbava outros dois, um em cada mão.
Quando acabou com o último, ela estava toda ensopada de porra, tanto no rosto, quanto nas mãos, braços e peitos.

Mas ainda tinha o Sebas, mas ele queria mais que um boquete. Ele tinha merecido, tinha feito três gols e a gatinha devia três gozadas pra ele, foi assim que falou pro filho. Três parecia muito caso alguém viesse atrapalhar, mas pelo menos uma ele queria meter, então não deixou ela se levantar, fez ela se inclinar pra frente, ficar de quatro no chão, apesar da resistência que ela fez e dos gritos que soltava.
Não, não, por favor! O que você vai fazer?Empurrando as costas dela pra baixo, impedia que ela se levantasse e, mesmo que ela se virasse, não ousava fugir com medo de levar uma surra, machucar ela e rasgar não só a roupa dela.
Fica quieta, rabuda! Você me deve, seu filho me deve! Já já eu gozo e deixo você ir, mas, porra! fica quieta. Já te falei pra ficar quieta, puta!

Colocando-se entre as pernas abertas dela, que não parava de gritar, segurou ela pelos quadris, enquanto um par de parceiros empurravam ela pelas costas pra não levantar, e, abaixando a calça de moletão na frente, agachou como se fosse cagar.
Apontando o pau duro e entupido dele pra buceta dela, ele meteu de uma vez, até as bolas baterem na bunda dela, e, sem soltar as nádegas, começou a balançar pra frente e pra trás, pra frente e pra trás, fodendo ela.
Ao sentir a vara entrando, ela parou de gritar, e o quarto se encheu do som ritmado das bolas do nove batendo sem parar na bunda dela.
Tam-tam-tam-tam!Todos os jovens ficaram olhando enquanto o Sebas metia na gatinha do time adversário, cujos peitos balançavam desordenados a cada estocada. Grossas lágrimas escorriam pelo rosto da mulher, abrindo sulcos largos e profundos no oceano de esperma que a cobria.
Os braços dela cederam numa investida e, dobrando-se no chão, deixaram o rosto de Rosa se esconder entre eles.
Ofegando a cada estocada, o bruto grunhiu ao atingir o orgasmo e, embora tenha mantido a pica dentro por alguns segundos até se esvaziar de esperma, ao desmontá-la ainda deu uns dois tapas fortes e sonoros na bunda dela.

Não deu tempo pra mais nada, porque já estavam esperando por eles do lado de fora do local. Então, sem tomar banho nem se lavar, vestiram rapidamente as roupas de rua, pra ninguém desconfiar do que tinham feito, e, enfiando os uniformes do time nas mochilas, saíram voando do vestiário, deixando a pobre da Rosa sozinha. Ela se levantou do chão com dificuldade, pegou o que sobrou das roupas, guardou seus pertences na bolsinha, entrou no chuveiro e limpou todo o esperma e a sujeira que estava carregando.
Ela também não demorou, já que não queria que o filho desconfiasse do que tinha rolado, e se vestindo com saia, camiseta e sapatos, saiu do vestiário procurando o Juan.
Juan, que já estava vestido há um bom tempo, esperava a mãe do lado de fora do estádio. Achava estranho não ter visto ela na saída, mas não podia ir embora sem ela. Tava com medo de que tivesse acontecido alguma coisa, mas não sabia como agir nem onde procurar sem chamar mais atenção. Também pensava que tudo que tinha acontecido era culpa dela, da mãe dele, por insistir em vir e pegar um ônibus, chegando atrasada no jogo. Então, qualquer merda que tivesse acontecido com ela era bem feito, ela que se fodeu.
Longe dos colegas de time que tinham saído primeiro depois dele e escondido pra ninguém ver, ele não parava de observar a saída do lugar pra ver se via a mãe dele. Dois colegas do time dele, vendo ele ali, se aproximaram e, olhando com cara de deboche, falaram:
Se tiver procurando sua gostosa, entra no vestiário do outro time que lá tu vai ver ela.Tiraram toda a roupa dela e tão todos comendo ela.E, rindo, foram embora, fazendo com as mãos o sinal de corno pra cima do Juan. O jovem hesitou sobre o que fazer, mas entrar de novo no recinto e ir pro vestiário do time da casa parecia uma loucura total. E além disso, e se eles tivessem razão, e estivessem comendo a mãe dele. O que ele faria? Iam humilhar ele ainda mais, comendo a mãe dele na frente dele, do filho dela. Não, ele pensou que definitivamente não era uma boa ideia.
Bem mais tarde, o time da casa saiu e, ao passar um carro com vários deles dentro perto de onde João estava, reduziram a velocidade, buzinaram e mostraram a calcinha e o sutiã da mãe dele, rasgados ao meio. O camisa nove, que fez três gols nele durante a partida, colocou a cabeça para fora da janela e disse, todo sorridente:
Olha. Essa calcinha e esse sutiã são da sua mãe. A gente ficou com eles de lembrança depois de ter comido ela. Nós todos fodemos ela e ela mamou a pica de todo mundo. Como ela mama, gostosa, como sua mamãe mama! Dá pra ver que ela tem experiência de puta chupa-rola.Agachado, ele temia que descessem do carro e o agredissem, por isso suspirou aliviado ao vê-los indo embora. Mas, claro, não sem uma enxurrada de xingamentos e gestos obscenos.
Lady!Filha da puta!Pensou que talvez a calcinha e o sutiã que tinham mostrado pra ela não fossem da mãe dela. Com certeza não, pensou tentando se convencer. Também pensou que agora que os caras do time adversário tinham ido embora, era mais provável que a mãe dela aparecesse, se é que realmente tinham comido ela.
Os minutos passavam e a mãe dela não aparecia. E se ela não aparecesse e ele tivesse que ir sozinho pra casa, o que ia dizer pro pai dele? O que ele ia perguntar?
Já ia embora quando a viu sair e foi correndo na direção dela.
Ela percebeu na hora que estava despenteada e molhada, como se tivesse acabado de sair do banho e não tivesse se secado. Também viu ela exausta e envergonhada.
Mas cadê você? Onde é que você tava? O que aconteceu?Perguntou assustado o jovem, e ela, desviando o olhar, mentiu pra ele:
Desculpa, filho. Comi alguma coisa que me caiu mal e fiquei com diarreia e vomitando, mas já tô bem.João sabia que a mãe dele mentia, mas não queria cavar mais fundo nessa história e achou melhor virar a página, embora agora estivesse convencido de que todo mundo tinha comido ela e que a calcinha e o sutiã que mostraram do carro eram dela mesmo.
Chegaram no ponto de ônibus sem falar nada, só pensando envergonhados e olhando pro chão.
Um carro parou na frente deles. Era o treinador do time onde o Juan jogava.
Oi, João.Ele cumprimentou ela com um sorriso amigável. Era a primeira cara legal que tanto o Juan quanto a mãe dele viam desde que chegaram.
Vocês tão esperando o ônibus?Ele perguntou e, ao receber uma resposta afirmativa, se ofereceu pra levar elas em casa, já que, segundo ele, ficava no caminho.
Diante da simpatia do treinador e da perspectiva de esperar sem fim pelo transporte público, aceitaram.
Ela montou atrás do João e da mãe dele no banco do carona.
Não passaram nem dois minutos quando o homem começou a falar, a tirar o peso do que aconteceu no campo, dizendo que todo mundo tem um dia ruim e que ele, o J
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10 comentários - Mamãe e meu jogo de domingo😫⚽